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Todos os jogos interessantes e hidden gem que eu achar postaei aqui

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  • 2019-09-10 19:57:20 -0300 Thumb picture
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    TOP 10 Jogos de PlayStation que você Provavelmente Deixou Passar

    Medium 3744406 featured image

    Volfoss

    Volfoss é um RPG tático que infelizmente nunca foi lançado fora do Japão. Ele possuí um universo surreal e bizarro, com reinos distintos e bem caracterizados e diferentes facções. Sua história envolve traição, vingança e busca por poder. 

    Claro, é bem mais difícil zerar um jrpg em Japonês, tendo que depender de gameplays da Nicovideo e tradutores, mas nada que não valha a pena. O jogo é extremamente bonito, com gráficos completamente em 3D, com destaque ao design peculiar e bizarro dos personagens e criaturas.

    Athena: Awakening from the Ordinary Life

    Todos que conhecem a heroína de Psycho Soldiers, em grande maioria a conheceram em King of Fighters. O que muitos não sabem, é que a garota tem um jogo exclusivo de PS1, que é um Adventure de Terror. O jogo em grande parte é focado em resolver puzzles e usar os poderes psíquicos de Athena, apertando botões certos em sequência.

    O plot consiste em experiências absurdas sendo realizadas pelo governo, e isso acaba mexendo com os poderes recém descobertos da garota. O jogo também tem belos gráficos em 3D, e temos também a conhecida presença de Kensou.

    In Cold Blood

    Um Adventure de ação desconhecido do PS1, que com certeza merecia ser mais aclamado. Nesse jogo, você é um agente infiltrado na URSS em busca de um colega desaparecido; porém, depois de capturado, você precisa fugir utilizando de inteligência e armas; lutando, se escondendo e resolvendo puzzles, e descobrir quem foi o traidor perto de você. 

    Esse jogo, além de ter um plot maravilhoso, cheio de mistério, momentos de tensão e reviravoltas, oferece um gameplay completo e tem grráficos muito bonitos para a época.

    The Note 

    O primeiro Survival Horror em primeira pessoa da lista. O protagonista é um jornalista, que vai junto de uma mulher a uma casa estranha, pois essa está procurando uma pessoa desaparecida. Logo a casa se mostra não muito convidativa. Apesar de terem criaturas no jogo e existir combate, que depende de apenas uma arma, esse não é o foco.

    Puzzles são a parte mais desafiadora do jogo; e tudo que vemos, são através dos olhos do personagem, por isso, quando ele pisca, nós percebemos que ele o fez. Caso o personagem se machuque, ele vai fechando os olhos, ficando cada vez mais difícil de enxergar; o que com certeza foi algo inovador.

    Conversar com personagens, coletar itens e iluminar os ambientes também são ações importantes.

    Juggernaut

    Mais um Adventure de Horror em primeira pessoa. A namorada do protagonista desapareceu, e quando o mesmo chega a casa dela para investigar, vê a garota desmaiada, e um padre que está no local, diz que ela foi tomada por forças do mal, e que caso você “entre” na alma dela, pode salvá-la. 

    O jogo não tem combate, mas sua exploração e puzzles são desafiadores. Quem não curte o sistema pode facilmente se irritar com o andar do personagem e a câmera; mas para quem gosta, eu recomendo. O jogo tem boa história e cinemáticas perturbadoras.

    Hellnight (Dark Messiah)

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    A cidade de Tokyo foi tomada por forças do mal, e a protagonista resolve se esconder nos subterrâneos da cidade, porém, ela descobre que lá existem horríveis e perigosas criaturas mutantes, que matam qualquer sobrevivente. O jogo também é em primeira pessoa, mas possui personagens 3D, um design interessante e muito diálogo. 

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    O jogo também não tem batalhas; caso um inimigo apareça, você deve fugir. Existem outras pessoas escondidas nos túneis, e você pode andar com um companheiro sempre. Caso seu companheiro morra, você pode encontrar outro.

    Silverload

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    Faroeste já é bom, e com terror, então? Silverload é um Adventure de Terror com personagens que lembram FMV. O jogo tem um universo que mistura diversos temas ocultos, como Lobisomens, Sacrifícios Humanos, Satanismo e Líderes Religiosos malucos. Você controla um protagonista misterioso, com um passado a ser descoberto e que se interliga com os eventos do jogo. A história começa com uma família tendo o filho sequestrado depois de serem atacados por Lobisomens, e o protagonista concorda em se aventurar na cidade de Silverload e encontrar a criança.

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     O jogo consiste em muitos puzzles e diálogos; alguns deles podem ser difíceis para quem não é muito acostumado com o gênero, mas nada que insistir não resolva. O jogo também tem um combate de tiro em primeira pessoa que é ótimo, fácil e só aparece nos momentos certos, onde não se torna cansativo. Os personagens também são muito bem dublados para um jogo da época. Com certeza é um maravilhoso título que deve ser conferido.

    PuLiRuLa

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    É um jogo de ação e plataforma estilo arcade. O visual alegre e bizarro do jogo, é com certeza seu atrativo. 

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    Você deve toda hora atirar em criaturinhas peculiares e enfrentar bosses mais bizarros ainda, enquanto anda pelos cenários alegres e absurdos. Pode ser jogado em dupla, melhorando ainda mais a experiência.

    OverBlood 

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    Um Survival Horror Cyberpunk completamente 3D, com câmeras que mudam entre primeira e terceira pessoa. O protagonista acorda sem memória em um estranho laboratório, onde cientistas fazem experiências malucas. Apesar de não ter lembranças, ele quer desesperadamente fugir do local. 

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    Durante o jogo, você encontra companheiros interessantes, e também jogáveis, sendo que você depende deles também para avançar na história. O jogo não tem muito combate, consistindo mais em exploração e puzzles. Apesar do jogo ter alguns problemas, ele é uma pérola que tem suas inovações, e merece ser conferido. O jogo também tem uma sequência: Overblood 2, que tem algumas melhorias.

    Discworld Noir 

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    Um Adventure Lovecraftiano bem humorado para a lista. Você controla um detetive, que foi enviado a encontrar um homem desaparecido, porém, as coisas fogem do controle, e o detetive se vê enfiado em um bizarro caso de assassinato. Pelo caminho, você encontrará personagens peculiares e uma história interessantíssima, misteriosa e bizarra, que te prende do inicio ao fim.

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     O jogo consiste, em sua maioria, de diálogos e exploração; onde você tem um caderno de pistas, que pode ser usado para interrogar os personagens. O protagonista também pode virar um lobisomem, e você pode alternar entre suas duas versões. O jogo é 3D em Terceira Pessoa.

     Essa foi a parte um da lista! Ainda não sei quantas partes terão, mas, acredito que três ou quatro no total. Espero que tenham curtido! O universo de jogos do PlayStation é vasto, e eu pretendo ajudá-los nessa descoberta.

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      vinicios_santana · 6 days ago · 3 pontos

      Está de parabéns, em todas as listas internet a fora, ao menos um jogo eu já conhecia ou no mínimo havia visto alguma foto. Nessa parecia que eu estava em outro planeta com jogos alternativos. Faz jus a fama de jogos obscuros.
      Uma dica, no Alvanista tem o limite de 10 imagens visíveis, o restante vira links.
      Se quiser fazer um post mais organizadinho, da pra colocar capa e screenshot numa imagem só.
      Faço isso nos meus check-ins pra caber tudo.
      Designer de paint. kkkk

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      emphighwind · 7 days ago · 2 pontos

      Não consigo tankar a arte do Yasuhi Nirasawa desde os designs dele de SMTIV.

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      mastershadow · 6 days ago · 2 pontos

      The Note eu ja zerei, achei muito bom!

      1 reply
  • 2019-09-07 21:49:23 -0300 Thumb picture
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    Lux-Pain é um jogo que prova que no Nintendo DS não tem só jogo fofo

    O Nintendo DS é conhecido mais popularmente pelos clássicos Pokémon, Mario & Luigi, New Super Mario Bros, The Legend of Zelda, Super Princess Peach, Bomberman, jogos do Yoshi e do Sonic. Alguns ainda curtem outros clássicos, como Cooking Mama, Ace Attorney, Rhythm Heaven, Feel the Magic,Professor Laytown, Digimon, Castlevania, Animal Crossing e Harvest Moon. 

    O console portátil da Nintendo também possuí uma vasta lista de RPGs, tendo outros famosos além de de algns citados anteriormente. Séries como Final Fantasy, Disgaea, Dragon Quest, Kingdom Hearts, Shin Megami Tensei ou jogos solo como The World Ends With You e Radiant Historia, costumam ser bem cultuados.
    Porém, assim como o PSP e o Vita, o Nintendo DS é um dos 'reis' dos jogos desconhecidos ou pouco apreciados, mas que são extremamente maravilhosos.

    Muitos desses jogos são mesmo obscuros e/ou pesados, como é o caso do jogo dessa postagem.

     No Universo de Lux-Pain, na cidade fictícia Kisaragi, assassinatos e suicídios grupais ocorrem na cidade, que antes era pacífica. Tudo isso por conta de 'Silents', que são vermes que se apossam da mente das pessoas, e as enchem de pensamentos ruins, depreciativos, odiosos e mesmo suicidas ou homicidas. No meio disso, o protagonista Atsuki trabalha em uma organização destinada a caçar Silents e exterminá-los; para isso, ele tem instalado no lugar de seu braço, um braço mecânico chamado Lux Pain, que torna seu olho amarelo quando o usa, e com esse dispositivo, ele pode ler os pensamentos das pessoas, achar os Silents que se apossaram dela e acabar com eles. 

    Porém, mesmo tendo um trabalho sério desses, Atsuki é um estudante adolescente, e além dessa tarefa, ele também faz amigos ao longo de sua jornada.

    A interação com os colegas de classe é extensa, e você topa com vários outros conflitos; sejam eles problemas familiares, escolares ou situações mais sérias; em vários deles você acaba tendo que acionar seu poder.
    Mas, claro, o plot não é feito apenas de problemas. A interação de Atsuki com seus colegas e demais personagens podem oferecer não só situações dramáticas, como risadas também. Os personagens de Lux Pain são carismáticos, com características marcantes e backgrounds interessantes e bem construídos.

    Os professores de Atsuki também são figuras frequentes no jogo, onde a interação com eles também é muito importante para a continuidade da história.
    Mas, como eu disse anteriormente, é um jogo que mexe com temas muito delicados, e tem personagens em situações extremamente sérias e tristes. Muitos personagens tem problemas muito comuns de serem vistos na vida real, como culpa, sentimento de inferioridade, coração partido, problemas de autoestima e muitos outros.

     O jogo é predominantemente Visual Novel, mas ele usa muito da função touch do Nintendo DS: Quando em busca de Silents, você precisa usar a caneta para 'cavar' na tela, até um verme aparecer, e você segura a caneta em cima dele até apagá-lo; também existem boss battles com Silents mais perigosos, onde o toque na tela também precisa ser usado. Fora isso, você também precisa conversar com personagens e escolher as respostas e perguntas que você acha que vão te beneficiar; você também pode escolher emoções de Atsuki em determinadas situações (feliz, triste, sério, etc), pode ler emails e adquirir itens. Escolher os lugares do mapa que você quer ir também é uma atividade frequente no jogo, pois muitas situações só são desbloqueadas de acordo com os lugares que você vai e pessoas que você encontra.

    Lux-Pain é definitivamente um jogo que eu só recomendo para quem gosta de Visual Novel, pois é muita leitura e muitas horas de jogo; porém, com certeza é um jogo maravilhoso e mal apreciado na extensa Biblioteca do Nintendo DS.

    Lux-Pain

    Platform: Nintendo DS
    33 Players

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      emphighwind · 9 days ago · 2 pontos

      Pena que a localização é terrível.

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      gennosuke6 · 9 days ago · 2 pontos

      Opa, esse me chamou a atenção. Interessante.

  • mutux Rodrigo Braga
    2019-09-03 13:18:12 -0300 Thumb picture
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  • jcelove José Carlos
    2019-09-03 17:12:53 -0300 Thumb picture
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    The Adventures of Robin Lloyd

    Cara, quando eu penso que já vi quase tudo do PS1 me jogam na cara um desses games que eu ADORARIA ter jogado mesmo em Jap.

    Adv of Robin Lloyd é um desses casos. Feito pelo pessoal da Gust, que a galere aqui adora ultimamente por causa dos Atelier, o jog parece ser uma adventure MUITO bom. Tem tudo que eu curto. se tive script em algum lugar vou catar pra jogar no PSclassic.

    Also, fica a dica desse canal que é excelente em falar d ejogos obscuros japas com muitos detalhes.

    Robin Lloyd no Bouken

    Platform: Playstation
    4 Players

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      emphighwind · 14 days ago · 2 pontos

      quero bastante tradução deste jogo, a trilha sonora pelo Tsuchiya é top demais.

      3 replies
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      andre_andricopoulos · 13 days ago · 2 pontos

      Que louco!
      Esse deu vontade de jogar...🤩

  • jcelove José Carlos
    2019-09-03 17:20:47 -0300 Thumb picture
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      neilson1984 · 14 days ago · 2 pontos

      Underrated com força!

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      luchta · 13 days ago · 2 pontos

      Como eu nunca tinha ouvido falar dessa obra prima, se não fosse o @jcelove nunca saberia.

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      onai_onai · 13 days ago · 2 pontos

      Me lembrou o Battle Cars, também do Super Nintendo...

  • 2019-08-26 19:38:32 -0300 Thumb picture
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    4º Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    Eu nunca tinha escutado falar sobre Marginal Act, acabei baixando ele pois vi que foi feito por um estúdio que eu gosto.

    O jogo tem o mesmo nome do estúdio que fez ele, e ele é MUITOOOO diferente.

    Mano, o que dizer desse jogo? Ele é a bizarrice completa (sorte que eu adoro isso). O visual dele, os diálogos estranhamente traduzidos, a história, os personagens, a jogabilidade, o menu do jogo; enfim, é TUDO bizarro.

    Aparentemente esse jogo se passa no mesmo universo que outros jogos dos mesmos desenvolvedores. Com o governo fora de cena e pessoas sendo atacadas (muitas morrendo), os moradores tentam lutar e sobreviver.

    Mas, em Marginal Act, o cenário é mais bizarro ainda. Humanos não são o único problema, e a vida está tão difícil, que falta carne e mais um monte de outros recursos. E um tal de ''mecanismo'' fez o tempo parar naquele distrito.

    Pelo que eu notei, você joga com um homem que trabalha na parte elétrica de um teatro, e seu objetivo é carregar como item, cartões de locais da cidade (tipo carregar um mini hotel), e colocar ele em um local de sua escolha na parte elétrica do teatro. Sempre que você escolher um lugar para colocar o local, ele aparece na cidade junto com um feixe de luz, causado por um holofote, que vai te apontar onde o lugar está. E o lugar fica diferente por dentro, dependendo de onde você escolheu colocar ele.

    Eu nem sei exatamente como eu tive intuição para zerar esse jogo em menos de duas horas, pois muito do Gameplay dele acaba sendo intuitivo, e não de mão beijada; só de contar esse objetivo do jogo, eu já facilitei um pouco o processo. E os locais também não ficam todos disponíveis, você tem que adquirir eles realizando outros objetivos, como diálogos e uso de certos itens. Algo que facilitou um pouco, é que se você apertar a tecla M, seu personagem volta para o teatro (o que eu achei curioso, foi a nota que diz que os funcionários devem dizer moooo para voltar, mas que o M do teclado serve).

    Também tem algumas partes desse jogo que você precisa passar por locais cheios de armadilhas. Sabem Super Meat Boy? Parece um pouco, mas sem pulos e BEM MAIS obscuro.

    Eu percebi também que o jogo tem vários finais. Eu comprei ele na Steam, por isso notei através das conquistas que existem mais finais dos que os que eu fiz. Eu consegui fazer dois finais jogando uma vez só; outro dia que der vontade, vou tentar fazer os outros. Da para ficar criando várias teorias sobre a história desse jogo e os finais.

    Eu recomendo esse jogo para quem quiser ter uma experiência diferente, ainda mais pelo visual.

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  • 2019-08-24 17:30:34 -0300 Thumb picture
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    Jogos que eu Tirei da ''Última Camada da Deep Web''

    Quem acompanha meus posts, já notou que mesmo eu mantendo um padrão de jogos Survival-Adventure-Indie, eu tenho um gosto bem variado. Ainda não postei sobre os JRPGs obscuros ou jogos de Plataforma interessantes que eu tanto amo também, mas isso eu vou fazendo aos poucos.

    Também já devem ter notado (só pela minha bio) o interesse que eu tenho em jogos mais ''esquecidos'' ou ''desconhecidos'', e como eu dou preferência em recomendar esses jogos nunca antes citados na Alva.

    Minha paciência em ficar usando aplicativo para traduzir jogo japonês também me ajudou a zerar muitas jóias; mas hoje o assunto é outro.

    Em meio a tantos jogos zerados,plataformas exploradas e a mania que eu tenho de dificilmente abandonar um jogo antes de zerar, fez com que e jogasse coisas bem esquisitas. E esse post serve para colocar uma parte deles, e eu posso vir a fazer uma parte 2 dessa lista se vocês gostarem.

    Já deixo avisado que ao mesmo tempo que eu me considero uma pessoa com bom gosto para jogos, eu também sou do tipo que curte os jogos bizarros de Zelda e Mario do CDi, mesmo sabendo que comparando com os jogos da série, eles são a desgraça completa (só gosto pois eu separo, acho? kkkk).

    Claro que eu deixei os melhores para o final.

    The Static Speaks My Name (PC)

    Eu lembro que eu peguei esse jogo gratuito na Steam, e ele me interessou pois o nome e as imagens simplesmente me chamaram a atenção, e de graça vale tudo.

    Esse jogo não tem nada ruim; ele está aqui mais pela bizarrice dele. O jogo é em primeira pessoa com um protagonista misterioso, e não tem muito o que fazer, senão explorar sua própria casa.

    Explorando a casa, você descobre algumas coisas sobre o protagonista; sobre ele ser solitário, não ter comida na geladeira, ter camarões de estimação (que ele acaba comendo), isolamento e sua obsessão estranha por um quadro de palmeiras.

    O jogo tem mais plot e surpresas no final, as quais eu não quero estragar. A única coisa que eu reclamo desse jogo, é que por ele ser muito curto e pelo final, eu fiquei curiosa para ver mais.

    The Graveyard (PC)

    É culpa minha esse jogo estar aqui, pois eu acabei comprando ele bem desavisada, ao invés de ler as informações.

    O jogo, se você parar para realmente prestar atenção nele, não é ruim, é bom, porém...

    Eu comprei esse jogo em 2012, e eu comprei ele por gostar do estúdio que fez ele (Tale of Tales); principalmente por ter jogado The Path. Eu vi o jogo e logo me animei: Uma senhorinha andando em um cemitério todo preto e branco; nem pensei duas vezes e gastei uns 12 reais, nem testei a Demo.

    Quando comecei a jogar, tentei ir para os lados, mas logo percebi que só podia ir para a frente. Quando eu cheguei no fim da linha, tinha um banco, e a Emma (lembro o nome dela até hoje) senta sozinha. Assim que ela senta, você não consegue mexer em mais nada, e uma música, que a primeira vista você estranha, começa a tocar, e a letra da música narra uma história. Em certa parte da música, a senhora deixa o corpo cair um pouco para a frente e depois que a música termina, você nota que a senhora está morta e não tem mais o que fazer.

    Eu criança de doze anos, me senti decepcionada achando que o jogo seria outra coisa, e na verdade, como outros jogos da Tale of Tales, era mais puramente uma história. E logo eu descobri que a Demo era praticamente a mesma coisa, mas que a personagem ao invés de morrer, podia sair andando (ou era o contrário).

    Quando joguei outra vez, eu notei que a história é boa, e pelo menos eu dei dinheiro para um estúdio Indie que eu gosto.

    Animal (DOS)

    Mano, o que falar desse jogo? Você joga com um salame ambulante falante,  que se chama Peperami. O mundo em que ele vive, é obviamente, repleto de comidas ambulantes falantes (muitas delas defuntadas ou iradas com a vida).

    Toda a aventura começa, pois o prefeito da cidade foi sequestrado (que com certeza também tem nome que remete a comida; alguma coisa parecida com Peperoni também); e o seu dever é encontrar o prefeito, já que o salame trabalha para ele.

    Eu lembro que para o personagem mudar de local, ele entrava em algo que parece aquelas lixeiras que tem em prédios Americanos, onde um grande tubo de metal leva o lixo que você jogar até a lixeira na rua; e tinha que pagar com moedas, que você adquire durante o jogo.

    O jogo não conta apenas com exploração, itens e diálogos; ele também tem lutas em primeira pessoa, e é mais bizarro ainda você ter que literalmente acertar um bando de comidas com caras esquisitas, usando uma batedeira, e sujando tudo. O jogo tem até que uma quantia considerável de combates, e obviamente a tela de combate tem claras referências a Doom.

    Pretendo falar menos de cada jogo para a lista não ficar extremamente extensa, mas algo que não da para deixar de citar, é o humor desse jogo. É tão zoado, que eu me peguei dando risada; é o típico humor daqueles filmes de comédia de mal gosto que você se pega assistindo e não sabe o motivo, ou simplesmente o tio do pavê.

    Mas a real é: eu gosto desse jogo, eu me diverti zerando ele; mas tenho certeza que é pela bizarrice. Esse jogo chega a ser interessante e  divertido pelo tanto de esquisitices que ele tem. A jogabilidade point and click também é de boa, e os puzzles são muito tranquilos.

    The Town With no Name (Amiga)

    Creio que pelo menos muitas pessoas tenham visto pelo menos um filme de Faroeste na vida. Eu que sou fã do gênero, já vi muitos, e alguns lances que normalmente se repetem: matanças, vingança, tretas amorosas, bares com bebidas e jogos, personagens engraçados, justiceiros, inconvenientes, sangue-frio e etc.

    The Town With no Name tenta seguir exatamente alguns desses temas em pouco tempo de gameplay, só que enquanto eu jogava esse jogo, em vários momentos eu me peguei abismada com o que eu acabei de ver ou de ouvir, e esse é um dos motivos de ele estar aqui.

    O jogo é acerca de um homem que está tentando visitar a irmã, e acaba em uma cidade onde quase todos morreram.

    Primeiro que o jogo parece que foi todo feito no Paint, o que não necessariamente pode ser um problema, mas eu tive várias vezes a impressão de bizarrice enquanto eu jogava, e que isso se devia muito ao estilo de alguns personagens ou de uns locais que parecem caixas de papelão.

    A  dublagem do jogo também é bem bizarrinha, deixando a situação bem mais cômica; fora que tem alguns diálogos super esquisitos e cenas mais esquisitas ainda (tipo se você entra em um dos quartos do bar, e enquanto seu personagem fica com uma mulher, barulhos esquisitos que fazem parecer que alguém está cantarolando MUITO mal são escutados pelo Bartender, enquanto o mesmo faz uma cara de ??malicia??; ou a hora que o padre sai voando ???).

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    Para navegar pela cidade e interagir com os moradores, você apenas clica nas opções que aparecem a todo momento, e você pode acabar indo e voltando em um lugar e conversar com o mesmo personagem várias vezes.

    Além disso, o personagem também pode beber cerveja, jogar cartas (que ai você mesmo interage com elas) e participar de combates. Esse jogo acaba tendo até uma quantia considerável de combates, pois você mata o fulano, o outro fulano que quer vingança e por ai vai. O combate é simples, basta apontar a arma e atirar; e depois é só esperar o funerário ou a dona morte cuidar da sua vítima.

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    Esse jogo também é tão zoado que chega a ser um pouco interessante; principalmente para quem adora jogar uma velharia, nem que por curiosidade.

    Por enquanto essa foi a parte um. Terá outras em breve, com mais jogos ''peculiares''.

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      xch_choram · 24 days ago · 3 pontos

      as imagens do The Town With no Name não foram.
      Ah faz parte 2 sim que a gente quer :D

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      fernandovst · 24 days ago · 2 pontos

      Você vai sério mesmo nos jogos desconhecidos. Eu ri pra caramba com Animal ai hauehahea
      Btw, eu nunca achei que ia ver alguem dizer que gosta de Zelda do CDi, eu só acho aquilo engraçado mesmo kkkkkkk

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      denis_lisboadosreis · 21 days ago · 2 pontos

      Teve um episódio de Angry Video Game Nerd sobre The Town With no Name.
      Ele não gostou muito do jogo.
      https://www.youtube.com/watch?v=HfnNrISCFfk

      1 reply
  • 2019-08-21 20:12:49 -0300 Thumb picture
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    3° Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    O jogo de hoje é um Adventure point and click feito por Anate Studio. 

    A vida de qualquer pessoa tem dramas ou problemas. Alguns mais, outros menos. Cada pessoa enxerga problemas com certa gravidade e lidam com eles de formas diferentes. Vou usar uma analogia esquisita: As vezes para uma pessoa, a bola de gude cair no chão e quebrar, é uma tragédia, que mexe com o emocional dela quase completamente; e para uma outra pessoa, a bola de gude cair no chão e quebrar, é algo que a vida pode reservar para qualquer um, e um problema que ela vai resolver sem se afetar tanto.

    Isso não é diminuir um problema; mas todas as pessoas passam por problemas durante a vida, e é uma certeza absoluta que cada uma delas vai reagir de forma diferente perante aos problemas; não pois o fulano é fraco e o outro é forte, ou porque o problema de um é pequeno e o do outro é grande; mas pelo fato de as pessoas terem personalidades diferentes, vidas diferentes e outros fatores externos que afetam como cada um lida com desafios e como os enxerga.

    Eu falei tudo isso, pois o jogo de hoje é dramático. Fala sobre perdas, relacionamento abusivo, relações parentais, problemas financeiros e sobre outros assuntos, que cada um de nós já passou por pelo menos um problema parecido. É focado em uma família que já sofreu perdas e passa por conflitos, e que as vezes, você tem que tomar certas decisões para um bem maior; invés de sentar e esperar o dia em que tudo pode piorar.

    Você controla dois personagens para avançar a história (Mary e seu filho Andrew) , um por vez. E cada personagem vê os acontecimentos por um ângulo diferente, mas ambos cruciais para que a gente entenda tudo que está acontecendo.

    Como a maioria dos Adventures, o jogo tem puzzles e outros desafios; nem todos são de mão beijada como em alguns jogos, mas não é um jogo muito demorado; dependendo do quão rápido você sacar o que tem que fazer, da pra terminar em menos de duas horas; e o jogo tem um botão, que se você apertar, todos os itens interativos ficam circulados por um segundo, e isso pode te ajudar, caso fique com alguma dúvida; combinar itens também é necessário. Existem muitos diálogos durante o gameplay.

    Recomendo muito esse jogo para quem curte o gênero, e temas dramáticos mais reais.

    Para quem jogar esse jogo e gostar, eu recomendo outro jogo de Anate Studio: Repentant, que se passa alguns anos depois de Little Kite, e mesmo não precisando jogar um para entender o outro, é uma ''continuação'' interessante.

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  • 2019-08-20 18:05:21 -0300 Thumb picture
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    2º Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    Boa tarde! O jogo de hoje é outro Indie, feito por Think Inside the Box.

    Sério mesmo, eu já zerei jogo pra caramba nessa vida; e eu digo facilmente que esse jogo tem elementos diferentes de qualquer jogo que eu joguei (eu já acabei falando isso de outros jogos, mas esse é bem gritante).

    Se você já leu Uma Comédia de Erros ou assistiu Fargo (o filme), onde os personagens são confusos e se enganam (ou fazem propositalmente), eu diria que Welcome to Bummertown tem essa mesma vibe; não que o jogo  pareça a peça ou o filme, mas a questão dos erros, de personagens se enganando ou fazendo confusão, é a similaridade.

    No começo do jogo, você escolhe um personagem (homem ou mulher), e embarca em uma cidade que se chama Bummertown, onde tem 15-1 habitantes. O motivo foi o sumiço de um dos moradores, o médico e fazendeiro Bedford, e o seu objetivo principal do jogo é encontrar o tão “amado”  cidadão.

    Como sempre, não vou dar spoilers; mas esse jogo é EXTREMAMENTE bem humorado, a cidade é fora do comum, mas de uma forma que acaba se assemelhando muito com nossa sociedade e as pessoas no geral, e eu tenho certeza que quem jogar, vai perceber isso. Os personagens são extremamente interessantes MESMO (até animais são complexos). Esse jogo tem belas referências a filmes e jogos conhecidos.

    Fora o objetivo central, esse jogo tem outros objetivos, e eu diria que eles não são muito convencionais.  A Cidade de Bummertown está passando por “problemas técnicos”, e muitos objetivos só podem ser atingidos, resolvendo esses problemas e de outros habitantes da cidade. 

    Como todo bom Adventure, você deve conversar com personagens, encontrar objetos, resolver puzzles e mini puzzles, explorar a cidade e até atividades como pesca, por exemplo. Eu não achei os desafios desse jogo difíceis; mesmo para quem não é super acostumado com o gênero, não vai ficar muito empacado. É um jogo que pode ser zerado rápido (mínimo 1h  e meia).

    Garanto que vocês vão se divertir na peculiar Cidade de Bummertown, e vão notar todas essas diferenças, que eu citei brevemente. 

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  • 2019-08-17 20:27:05 -0300 Thumb picture
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    1º Recomendação Rápida de Jogos que eu Zerei nas Férias

    Boa noite, gente! Minhas aulas na faculdade já voltaram, então, eu estou com menos tempo para escrever aqui; porém, eu zerei muitos jogos nas férias, e vou recomendar eles aqui, porém, mais brevemente, já que estou com menos tempo.

    Todos os posts vão ter esse título, porém cada postagem vai ter uma numeração, até eu falar de todos os jogos que eu zerei nas férias.

    Como vocês podem ver, o jogo da vez se chama Die With Glory. É um adventure de PC desenvolvido por Castle.

    É sobre um guerreiro viking que durante anos travou várias batalhas perigosas, e saiu vitorioso de todas elas.

    Depois de anos batalhando, ele cansou e deseja “morrer com glória” para poder entrar em Valhalla (Na Mitologia Nórdica é uma grandiosa construção e fantástica dominada por Odin, onde os mais fortes e corajosos guerreiros vão quando morrem em batalha), e para isso, ele precisa morrer em um combate com um inimigo perigoso e uma boa arma.

    Esse jogo é uma graça. Eu não sabia muito o que esperar dele, então me surpreendi. O visual dele é supeer gracinha e alegre, e o jogo tem vários diálogos bem humorados. Até os personagens e criaturas “perigosos” tem um design que eu chamaria de tudo, menos assustadores :v O jogo no geral tem cores vibrantes e personagens bonitinhos.

    É sobre um guerreiro viking que durante anos travou várias batalhas perigosas, e saiu vitorioso de todas elas.

    Durante o jogo, ele fica em um bar, e em cada parte desse bar que ele passa, ele tem a chance de contar suas histórias de combate mais marcantes para seus conhecidos que lá estão; ai por meio de diálogo, você escolhe o que aconteceu nessa jornada, e logo em seguida você é direcionado para jogar a história que você está contando (exemplo: se o personagem disse que estava em uma caverna e lutou com um dragão; é isso que você vai ter que fazer na fase) , e tem que fazer seguindo o que você disse (lutou com o dragão ou não, por exemplo) O que aconteceu pode alterar a próxima história, mas você pode voltar atras e mudar a decisão (ai tem que jogar a fase de novo).

    O jogo tem acontecimentos muito interessantes, como um dragão super perigoso que cansou de lutar e só quer paz, personagens interessantes (de todos os tipos), criaturas fantásticas, uma excelente dublagem, músicas ótimas e amizades (ou inimizades ?) improváveis; e o plot do jogo é extremamente interessante, tanto que eu zerei em uma sentada. Muitos também perceberão referências literárias e de filmes.

    Como todo Adventure característico, explorar os ambientes, coletar itens e conversar com personagens, são as ações básicas desse jogo. Existem outras possibilidades de ações, mas isso vou deixar como surpresa, senão é muito spoiler.

    O jogo aparentemente vai ter continuação, e eu já estou super ansiosa (sim, o jogo vai te deixar com um gosto de “quero mais” enorme). 

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