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  • 2019-09-12 19:24:46 -0300 Thumb picture
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  • 2019-09-12 10:57:34 -0300 Thumb picture
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    Combo#182 [PC Engine] (1991): Shockman & Neutopia II

    O jogo é uma adaptação do segundo jogo da série japonesa Kaizō Chōjin Shubibinman. Shockman e Sonya devem impedir a invasão de uma raça alienígena liderada por Ryo. O jogo segue o estilo ação com plataforma na pegada de Mega Man, porém, há a possibilidade de multiplayer coop. Algumas fases mudam para o estilo Shoot ‘em up horizontal. O jogo se passa no Japão e sua ambientação foi inspirada pelos tokusatsus da época. - Um jogo de ação muito colorido e divertido, porém, com alta dificuldade. No modo multiplayer, a barra de vida é compartilhada. Os gráficos são excelentes, assim como as animações e as músicas. A história se dá por diálogos no jogo de maneira bem fluida. Os personagens podem carregar seu canhão.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Seguindo o sucesso do primeiro Neutopia, o segundo jogo traz o filho do protagonista Jazeta que parte para uma aventura em busca de salvar seu pai e derrotar o vilão Dirth. A mecânica do jogo lembra muito o antecessor, com itens e armas para coletar e armaduras que vão garantir proteção ao herói. O jogo mantém a exploração de dungeons, mas agora, todas as áreas estão unificadas em um mundo aberto, mas limitado a uso de items específicos para explorar. - O segundo jogo é muito semelhante ao seu antecessor, mas traz mais agilidade com a espada e mais opções de magias. Os gráficos são levemente melhores e a trilha sonora possui temas rearranjados do jogo anterior, mas a aventura continua épica.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Shockman

    Platform: TurboGrafx-16
    15 Players
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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      Muito legal conhecer esses games de TURBOGRAFX-16

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      onai_onai · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu emulei o Turbografx-16 uma vez mas nem percebi que havia tantos jogos interessantes...

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      darlanfagundes · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse Neutopia me interessou bastante... dia desses emulo, até baixei as roms aqui...rsrs

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  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2019-09-11 18:00:00 -0300 Thumb picture
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    Post by supermarkosbros: <p>#img#[658939]</p>

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      xch_choram · about 1 month ago · 2 pontos

      agora eu jogo!!

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Pra piorar, deve estar tudo em inglês.

      2 replies
  • 2019-09-10 19:57:20 -0300 Thumb picture
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    TOP 10 Jogos de PlayStation que você Provavelmente Deixou Passar

    Medium 3744406 featured image

    Volfoss

    Volfoss é um RPG tático que infelizmente nunca foi lançado fora do Japão. Ele possuí um universo surreal e bizarro, com reinos distintos e bem caracterizados e diferentes facções. Sua história envolve traição, vingança e busca por poder. 

    Claro, é bem mais difícil zerar um jrpg em Japonês, tendo que depender de gameplays da Nicovideo e tradutores, mas nada que não valha a pena. O jogo é extremamente bonito, com gráficos completamente em 3D, com destaque ao design peculiar e bizarro dos personagens e criaturas.

    Athena: Awakening from the Ordinary Life

    Todos que conhecem a heroína de Psycho Soldiers, em grande maioria a conheceram em King of Fighters. O que muitos não sabem, é que a garota tem um jogo exclusivo de PS1, que é um Adventure de Terror. O jogo em grande parte é focado em resolver puzzles e usar os poderes psíquicos de Athena, apertando botões certos em sequência.

    O plot consiste em experiências absurdas sendo realizadas pelo governo, e isso acaba mexendo com os poderes recém descobertos da garota. O jogo também tem belos gráficos em 3D, e temos também a conhecida presença de Kensou.

    In Cold Blood

    Um Adventure de ação desconhecido do PS1, que com certeza merecia ser mais aclamado. Nesse jogo, você é um agente infiltrado na URSS em busca de um colega desaparecido; porém, depois de capturado, você precisa fugir utilizando de inteligência e armas; lutando, se escondendo e resolvendo puzzles, e descobrir quem foi o traidor perto de você. 

    Esse jogo, além de ter um plot maravilhoso, cheio de mistério, momentos de tensão e reviravoltas, oferece um gameplay completo e tem gráficos muito bonitos para a época.

    The Note 

    O primeiro Survival Horror em primeira pessoa da lista. O protagonista é um jornalista, que vai junto de uma mulher a uma casa estranha, pois essa está procurando uma pessoa desaparecida. Logo a casa se mostra não muito convidativa. Apesar de terem criaturas no jogo e existir combate, que depende de apenas uma arma, esse não é o foco.

    Puzzles são a parte mais desafiadora do jogo; e tudo que vemos, são através dos olhos do personagem, por isso, quando ele pisca, nós percebemos que ele o fez. Caso o personagem se machuque, ele vai fechando os olhos, ficando cada vez mais difícil de enxergar; o que com certeza foi algo inovador.

    Conversar com personagens, coletar itens e iluminar os ambientes também são ações importantes.

    Juggernaut

    Mais um Adventure de Horror em primeira pessoa. A namorada do protagonista desapareceu, e quando o mesmo chega a casa dela para investigar, vê a garota desmaiada, e um padre que está no local, diz que ela foi tomada por forças do mal, e que caso você “entre” na alma dela, pode salvá-la. 

    O jogo não tem combate, mas sua exploração e puzzles são desafiadores. Quem não curte o sistema pode facilmente se irritar com o andar do personagem e a câmera; mas para quem gosta, eu recomendo. O jogo tem boa história e cinemáticas perturbadoras.

    Hellnight (Dark Messiah)

    A cidade de Tokyo foi tomada por forças do mal, e a protagonista resolve se esconder nos subterrâneos da cidade, porém, ela descobre que lá existem horríveis e perigosas criaturas mutantes, que matam qualquer sobrevivente. O jogo também é em primeira pessoa, mas possui personagens 3D, um design interessante e muito diálogo. 

    O jogo também não tem batalhas; caso um inimigo apareça, você deve fugir. Existem outras pessoas escondidas nos túneis, e você pode andar com um companheiro sempre. Caso seu companheiro morra, você pode encontrar outro.

    Silverload

    Faroeste já é bom, e com terror, então? Silverload é um Adventure de Terror com personagens que lembram FMV. O jogo tem um universo que mistura diversos temas ocultos, como Lobisomens, Sacrifícios Humanos, Satanismo e Líderes Religiosos malucos. Você controla um protagonista misterioso, com um passado a ser descoberto e que se interliga com os eventos do jogo. A história começa com uma família tendo o filho sequestrado depois de serem atacados por Lobisomens, e o protagonista concorda em se aventurar na cidade de Silverload e encontrar a criança.

    O jogo consiste em muitos puzzles e diálogos; alguns deles podem ser difíceis para quem não é muito acostumado com o gênero, mas nada que insistir não resolva. O jogo também tem um combate de tiro em primeira pessoa que é ótimo, fácil e só aparece nos momentos certos, onde não se torna cansativo. Os personagens também são muito bem dublados para um jogo da época. Com certeza é um maravilhoso título que deve ser conferido.

    PuLiRuLa

    Um jogo de ação e plataforma estilo arcade. O visual alegre e bizarro do jogo, é com certeza seu atrativo. 

    Você deve toda hora atirar em criaturinhas peculiares e enfrentar bosses mais bizarros ainda, enquanto anda pelos cenários alegres e absurdos. Pode ser jogado em dupla, melhorando ainda mais a experiência.

    OverBlood 

    Um Survival Horror Cyberpunk completamente 3D, com câmeras que mudam entre primeira e terceira pessoa. O protagonista acorda sem memória em um estranho laboratório, onde cientistas fazem experiências malucas. Apesar de não ter lembranças, ele quer desesperadamente fugir do local. 

    Durante o jogo, você encontra companheiros interessantes, e também jogáveis, sendo que você depende deles também para avançar na história. O jogo não tem muito combate, consistindo mais em exploração e puzzles. Apesar do jogo ter alguns problemas, ele é uma pérola que tem suas inovações, e merece ser conferido. O jogo também tem uma sequência: Overblood 2, que tem algumas melhorias.

    Discworld Noir 

    Um Adventure Lovecraftiano bem humorado para a lista. Você controla um detetive, que foi enviado a encontrar um homem desaparecido, porém, as coisas fogem do controle, e o detetive se vê enfiado em um bizarro caso de assassinato. Pelo caminho, você encontrará personagens peculiares e uma história interessantíssima, misteriosa e bizarra, que te prende do inicio ao fim.

    O jogo consiste, em sua maioria, de diálogos e exploração; onde você tem um caderno de pistas, que pode ser usado para interrogar os personagens. O protagonista também pode virar um lobisomem, e você pode alternar entre suas duas versões. O jogo é 3D em Terceira Pessoa.

     Essa foi a parte um da lista! Ainda não sei quantas partes terão, mas, acredito que três ou quatro no total. Espero que tenham curtido! O universo de jogos do PlayStation é vasto, e eu pretendo ajudá-los nessa descoberta.

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      vinicios_santana · about 1 month ago · 3 pontos

      Está de parabéns, em todas as listas internet a fora, ao menos um jogo eu já conhecia ou no mínimo havia visto alguma foto. Nessa parecia que eu estava em outro planeta com jogos alternativos. Faz jus a fama de jogos obscuros.
      Uma dica, no Alvanista tem o limite de 10 imagens visíveis, o restante vira links.
      Se quiser fazer um post mais organizadinho, da pra colocar capa e screenshot numa imagem só.
      Faço isso nos meus check-ins pra caber tudo.
      Designer de paint. kkkk

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      emphighwind · about 1 month ago · 2 pontos

      Não consigo tankar a arte do Yasuhi Nirasawa desde os designs dele de SMTIV.

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      mastershadow · about 1 month ago · 2 pontos

      The Note eu ja zerei, achei muito bom!

      1 reply
  • gamerdesconstrutor José Francisco de Souza
    2019-09-10 21:08:37 -0300 Thumb picture
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    Post by gamerdesconstrutor: <div>Um amigo meu resolveu escrever sobre as jogati

    Um amigo meu resolveu escrever sobre as jogatinas dele no Zelda A Link to the Past. Bora lá dar uma conferida?

    https://gamerdesconstrutor.blogspot.com/2019/06/ga...

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      lgd · about 1 month ago · 1 ponto

      Belo jogo, grande clássico!

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      marcelomalss · about 1 month ago · 1 ponto

      Foi o primeiro RPG que joguei. Marcante.

  • 2019-09-10 09:34:48 -0300 Thumb picture
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    Combo#181 [Super Nintendo] (1991): SmartBall & Super Ghouls 'n Ghosts

    O príncipe Jerry é transformado em uma bola gelatinosa por uma bruxa misteriosa a pedido do seu irmão ciumento. O jogo segue o estilo plataforma com ambientes bem coloridos e músicas divertidas. Jerry pode atirar bolas nos inimigos ou se esticar para golpeá-los. Energizado, Jerry pode correr, bem como andar pelas paredes e teto. Coletando as letras de seu nome ganha-se 2 vidas extras. - Um jogo de plataforma super colorido e simpático. A jogabilidade é simples e intuitiva e o jogo em si não apresenta muita dificuldade. Os gráficos coloridos transmitem muito bem a ideia de um jogo para crianças. As fases são escolhidas através de um rolo de filme.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Depois da aventura de Arthur em Ghouls 'n Ghosts, a princesa é raptada mais uma vez e o cavaleiro parte para sua árdua jornada nas terras dominadas pelos demônios. O jogo segue a ideia do jogo anterior, com diversas armas e melhoria nas armaduras que garantem melhores ataques, mas o grande adicional é a inclusão do pulo duplo. Os dois pulos percorrem uma trajetória fixa. Como já é tradicional da série, é preciso vencer as fases 2 vezes para ter acesso ao verdadeiro final. - O terceiro jogo da série não apresenta muita novidade, porém, traz um level design primoroso e cenários de tirar o fôlego. O desafio continua altíssimo e a adição do pulo duplo foi muito bem vinda, mas é preciso calcular bem sua trajetória.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Super Ghouls 'N Ghosts

    Platform: SNES
    1435 Players
    37 Check-ins

    35
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      porlock · about 1 month ago · 2 pontos

      esse smartball eu nao conheço, mas o ghouls 'n ghosts eh um claaaaasico (q eu nunca zerei)

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      leandro · about 1 month ago · 2 pontos

      Super Ghouls ´N Ghosts é clássico absoluto do Snes

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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Tem um amigo meu que zerou Ghouls 'n Ghosts até do avesso, huahua

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  • 2019-09-09 09:22:07 -0300 Thumb picture
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    #181 - Super Castlevania IV [Super Nintendo] 1991

     Com a chegada do Super Nintendo, várias franquias clássicas migraram para os novos 16-bits. O quarto jogo da série traz Simon Belmont novamente no embate antológico contra o vampiro Dracula. O jogo é considerado um remake do primeiro Castlevania. Além dos gráficos caprichados e novos arranjos musicais, com algumas baseadas nas trilha anteriores, a grande melhoria do jogo está na sua jogabilidade. Simon pode alterar o curso do pulo e andar agachado. Ele também pode dar chicotada em 8 direções e ainda adormecer o chicote e fazê-lo girar. A progressão segue o estilo do primeiro jogo, com o mapa do Castelo mostrando a trajetória do herói em fases lineares. O jogo foi desenhado para ser uma experiência mais facilitada para os jogadores da nova geração.

     - O novo Castlevania da série veio com tudo na nova geração. Graças a jogabilidade aprimorada, o controle de Simon está muito mais fácil e isso diminui a frustração de mortes acidentais dos jogos anteriores. O jogo traz as já tradicionais armas secundárias e os níveis agora são lineares, diferentes de Castlevania III. O visual do jogo está espetacular. Os cenários são bem detalhados e os sprites dos inimigos estão assustadores. A trilha sonora, apesar de muito boa, não consegue alcançar a qualidade dos jogos anteriores. no geral, é um jogo de ação e plataforma muito bom e perfeito para iniciar novos jogadores a esse universo do terror.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Super Castlevania IV

    Platform: SNES
    2112 Players
    84 Check-ins

    43
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      leandro · about 1 month ago · 3 pontos

      De todos os Castlevanias esse é o meu preferido de todos. E na boa esse OST merecia vir em separado de tão excepcional que é. Jogo 5 estrelas, pelo menos pra mim

      3 replies
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      raphaelcarvalho · about 1 month ago · 3 pontos

      Tenho uma história gostosa com esse jogo...
      Nunca havia jogado na "época" do meu SNES, não joguei depois em emuladores e "deixei pra lá" porque não gostava dos gráficos.
      Agora já adulto, passei a nutrir uma vontade de jogá-lo mas nunca o fazia.
      Então que surgiu a oportunidade de comprar o cartucho mas resolvi deixá-lo quieto para uma ocasião especial.
      Casei, comprei meu apto e, nele, consegui reservar um espaço para fazer minha sala de video game, um sonho realizado.
      A inauguração solene (e íntima, sozinho) da sala foi jogando Super Castlevania IV pela primeira vez na vida, em um SNES, com um cartucho do jogo. <3

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      thecriticgames · about 1 month ago · 2 pontos

      Um dos primeiros jogos do SNES e chegou muito bem na proposta de mostrar a que veio o console, já que foi um dos primeiros games (tirando SMW) que pegou uma franquia ja existente e conhecida no NES e evoluiu ela com as capacidades do SNES pra mostrar o que era evolução de vdd. Acho ele junto do Rondo of Blood e do Bloodlines a trindade dos Castlevanias old school se bem que dentre os 3 o IV é o menos favorito meu.

      1 reply
  • 2019-09-07 21:49:23 -0300 Thumb picture
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    Lux-Pain é um jogo que prova que no Nintendo DS não tem só jogo fofo

    O Nintendo DS é conhecido mais popularmente pelos clássicos Pokémon, Mario & Luigi, New Super Mario Bros, The Legend of Zelda, Super Princess Peach, Bomberman, jogos do Yoshi e do Sonic. Alguns ainda curtem outros clássicos, como Cooking Mama, Ace Attorney, Rhythm Heaven, Feel the Magic,Professor Laytown, Digimon, Castlevania, Animal Crossing e Harvest Moon. 

    O console portátil da Nintendo também possuí uma vasta lista de RPGs, tendo outros famosos além de de algns citados anteriormente. Séries como Final Fantasy, Disgaea, Dragon Quest, Kingdom Hearts, Shin Megami Tensei ou jogos solo como The World Ends With You e Radiant Historia, costumam ser bem cultuados.
    Porém, assim como o PSP e o Vita, o Nintendo DS é um dos 'reis' dos jogos desconhecidos ou pouco apreciados, mas que são extremamente maravilhosos.

    Muitos desses jogos são mesmo obscuros e/ou pesados, como é o caso do jogo dessa postagem.

     No Universo de Lux-Pain, na cidade fictícia Kisaragi, assassinatos e suicídios grupais ocorrem na cidade, que antes era pacífica. Tudo isso por conta de 'Silents', que são vermes que se apossam da mente das pessoas, e as enchem de pensamentos ruins, depreciativos, odiosos e mesmo suicidas ou homicidas. No meio disso, o protagonista Atsuki trabalha em uma organização destinada a caçar Silents e exterminá-los; para isso, ele tem instalado no lugar de seu braço, um braço mecânico chamado Lux Pain, que torna seu olho amarelo quando o usa, e com esse dispositivo, ele pode ler os pensamentos das pessoas, achar os Silents que se apossaram dela e acabar com eles. 

    Porém, mesmo tendo um trabalho sério desses, Atsuki é um estudante adolescente, e além dessa tarefa, ele também faz amigos ao longo de sua jornada.

    A interação com os colegas de classe é extensa, e você topa com vários outros conflitos; sejam eles problemas familiares, escolares ou situações mais sérias; em vários deles você acaba tendo que acionar seu poder.
    Mas, claro, o plot não é feito apenas de problemas. A interação de Atsuki com seus colegas e demais personagens podem oferecer não só situações dramáticas, como risadas também. Os personagens de Lux Pain são carismáticos, com características marcantes e backgrounds interessantes e bem construídos.

    Os professores de Atsuki também são figuras frequentes no jogo, onde a interação com eles também é muito importante para a continuidade da história.
    Mas, como eu disse anteriormente, é um jogo que mexe com temas muito delicados, e tem personagens em situações extremamente sérias e tristes. Muitos personagens tem problemas muito comuns de serem vistos na vida real, como culpa, sentimento de inferioridade, coração partido, problemas de autoestima e muitos outros.

     O jogo é predominantemente Visual Novel, mas ele usa muito da função touch do Nintendo DS: Quando em busca de Silents, você precisa usar a caneta para 'cavar' na tela, até um verme aparecer, e você segura a caneta em cima dele até apagá-lo; também existem boss battles com Silents mais perigosos, onde o toque na tela também precisa ser usado. Fora isso, você também precisa conversar com personagens e escolher as respostas e perguntas que você acha que vão te beneficiar; você também pode escolher emoções de Atsuki em determinadas situações (feliz, triste, sério, etc), pode ler emails e adquirir itens. Escolher os lugares do mapa que você quer ir também é uma atividade frequente no jogo, pois muitas situações só são desbloqueadas de acordo com os lugares que você vai e pessoas que você encontra.

    Lux-Pain é definitivamente um jogo que eu só recomendo para quem gosta de Visual Novel, pois é muita leitura e muitas horas de jogo; porém, com certeza é um jogo maravilhoso e mal apreciado na extensa Biblioteca do Nintendo DS.

    Lux-Pain

    Platform: Nintendo DS
    34 Players

    37
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      emphighwind · about 1 month ago · 2 pontos

      Pena que a localização é terrível.

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      gennosuke6 · about 1 month ago · 2 pontos

      Opa, esse me chamou a atenção. Interessante.

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      sannin · 20 days ago · 2 pontos

      Nintendo DS tem muuuuito jogo mais 'serio' .

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2019-09-06 23:55:57 -0300 Thumb picture
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    Rabiscando #135

    Bem, fazia tempo que eu não postava nenhum rabisco aqui na rede, então bora pra mais algum desenho random...

    Na verdade, não dessa vez.

    Deve fazer um bom tempo, pelo menos uns 4 meses ou mais, que não produzo nada em se tratando de desenho. Tiveram algumas coisas, como a Peach Hokuto no Ken, mas nada que me mantivesse animado a produzir mais e mais, tal como era há algum tempo aqui na rede. 

    Achei que um curso de desenho à distância ia me ajudar, mas acabou que acabei desanimando com ele também. Eu meio que sentia que não estava tendo um motivo sólido pra fazer tudo aquilo, não pretendo seguir carreira de desenho ou coisa do tipo, muito menos desenhar pra ganhar like em facebook e derivados... Então, qual o motivo? O que me motivava a desenhar todo santo dia e a lotar minha linha do tempo de rabiscos?

    E depois de pensar, e conversar com o parça @vinicios_santana eu cheguei a uma conclusão: quadrinhos. Não sou um quadrinista profissional, não sei quase nada de perspectiva, minha anatomia precisa melhorar muito, não faço os melhores personagens do mundo, mas é algo que me diverte, que me tranquiliza após um dia cansativo. E com apenas isso fiz uma história de umas 200 páginas, que não ficou perfeita, mas fui eu quem fiz. E com isso começaram a pipocar várias ideias na minha cabeça, e uma delas culminou nisso, um capítulo especial, uma continuação de "Os dias de Holy", e desta vez pretendo fazer algo curto e tentarei ir direto ao ponto... Ao menos eu tentarei, hauahua

    Imagem maior: https://i.postimg.cc/zG8P5DFX/02.jpg

    Também deixarei a pasta pra HQ original, pros corajosos que quiserem ler essa bagunça, ahuahua:

    https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1ZLsrCK...

    Além desse epílogo, também tive ideias pra outras histórias, uma policial investigativa e aquela satirizando RPGs, Narquia, que pretendo deixar em stand by até eu organizar as ideias e não deixar ela tão grande como eu queria, ahuahua

    Bem, não sei quem vai querer acompanhar, então irei marcar a galera do último post da Holy, aqueles que quiserem ser marcados/desmarcados podem me avisar, beleza?

    @andre_andricopoulos, @bakujirou, @bmark, @danielpuia, @darlanfagundes,@douglascruz19, @ermeson, @filp, @fragucci, @ghostsnakin, @gus_sander, @hilquias, @igor_park, @inksketch, @jokenpo, @jugemu, @katsuragi, @laumiramos, @mastermune@nono, @ralphdro, @raygoulart, @rodrigomesquita, @seufi, @srdeath, @vinicios_santana, @volstag, @wildwolf, @yukiiookumura

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      lukenakama · about 2 months ago · 3 pontos

      Marca eu também nesses posts.
      Pior que eu entendo, as vezes quando to num dia ruim o que me alivia é criar alguma coisa, seja um texto ou uma história.

      1 reply
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      hilquias · about 2 months ago · 3 pontos

      Qualquer história do hollyverso eu quero ver :)

      1 reply
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      ralfrisi · about 2 months ago · 3 pontos

      @manoelnsn Perspectiva e anatomia acho que são pesadelos que assolam todo mundo que desenha, são fundamentos bem dificeis de dominar, eu mesmo tenho plena consiencia de que possuo deficiencias abissais em ambos e decidi me dedicar a estudar ambos, to fazendo uns cursos da Udemy. O importante é não desistir...

      Vou ler as hqs da Holy, o legal e que esses dias ia te perguntar como poderia fazer pra ter acesso a esse material!!!!!!

      Conselho que te dou por experiencia propria, evite pelo menos no inicio projetos grandes....

      E me marque no seus proximos posts!!!!!!!!!!

      8 replies
  • 2019-09-06 09:19:29 -0300 Thumb picture
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    A importância e o desenvolvimento de Super Mario World

    Medium 3743635 featured image

    Depois do fenomenal Super Mario Bros. 3, a Nintendo decidiu que o próximo jogo da série sairia para o novo hardware de 16-bits da empresa. Como seria o primeiro jogo do console, a equipe teve dificuldades no desenvolvimento por não ainda possuírem um software de criação de jogo da nova plataforma. Como treinamento, eles refizeram Super Mario Bros. 3 usando a plataforma de 16-bits. A versão beta do jogo apresentava o power-up de tanuki, level design das fases bem diferentes e um mapa pequeno de uma ilha bem menor que a versão final. O jogo foi dirigido por Takeshi Tazuka e a produção ficou com Shigeru Miyamoto. O jogo foi lançado junto do Super Famicom no Japão, em novembro de 1990 e rapidamente ficou tachado de melhor jogo de todos os tempos.

     Apesar da Cape Feather ser o super eficiente, o foco do jogo não era nos Power-ups como no jogo anterior e sim na grande liberdade e possibilidade de novos movimentos e acrobacias possíveis com e Luigi e Mario. Yoshi foi planejado desde o primeiro Super Mario Bros., mas as limitações técnicas da época não permitiram implementar a montaria. Além de engolir a maioria dos inimigos, Yoshi pode comer as cascas de tartaruga e ter diferentes habilidades dependendo da cor. No mundo secreto Star Road, temos bebês Yoshis coloridos que devem ser alimentados e já possuem uma habilidade própria. As animações que mostram Mario destruindo o castelo são marcantes e engraçadas. Tudo foi pensado com muito carinho e design infantil, mas com fases progressivamente desafiadoras.

     Como o nome do jogo indica, a grande atração do jogo era seu mapa. Ilhas conectadas e fases espalhadas em diferentes pontos. Algumas fases possuem saídas secretas que garantem novos caminhos e até mesmo um mundo extra, o Special World, se trata de uma seleção de fases super difíceis, mas depois de superadas, alteram as cores e sprites de inimigos por todo o jogo, é fantástico. A trilha sonora ficou por conta de Koji Kondo que se esbanjou com os 8 canais de som oferecidos pelo novo sistema. As músicas giram em torno de um tema central e variações dele que varia de acordo com a fase, por exemplo, na água, é mais calma, no castelo, mais sombria e por aí vai. Além disso, as músicas recebem uma batida diferente se Mario estiver montado no Yoshi.

     Enquanto isso, os americanos estavam ansiosos com o novo jogo até que em agosto de 1991, o Super Nintendo chega ao mercado e traz o glorioso Super Mario World junto da caixa. Como Sonic the Hedgehog da Sega já havia saído, se instaurou uma grande guerra de consoles entre Mega Drive e Super Nintendo, muito devido a estes dois jogos. O jogo traz um grande legado, considerado por muitos como o melhor da franquia e um dos melhores jogos da história. Sua versatilidade e segredos desafiava jogadores por todo o mundo para finalizar o jogo com o menor tempo possível. Super Mario World foi a primeira experiência de muitas crianças com videogame devido ao seu visual colorido e jogabilidade fácil de dominar.

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      denis_lisboadosreis · about 2 months ago · 3 pontos

      O meu SNES não veio com Super Mario World, minha mãe achou os personagens da capa muito bobos, e mandou trocar de jogo, então veio com Street Fighter II World Warrior.

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      artigos · about 2 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Yoshi praticamente tornou-se um protagonista.😛🦖🦕

      1 reply
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