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  • 2020-09-18 09:57:14 -0300 Thumb picture
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    Combo#277 [DOS](1996): Terra Nova: Strike Force Centauri & Descent 2

    Depois de trazer o revolucionário System Shock, a Looking Glass lança mais um jogo de FPS inovador. Controlamos Nikola que deve realizar uma série de missões para a Strike Force Centauri. Essas missões variam de combate, resgate e até reconhecimento. Nossa armadura possui uma série de opções para ajudar o jogador, seja com um mapa, display de outros ângulos, controlar um drone voador e definir comandos para outros membros do esquadrão. - Um jogo de FPS tático maravilhoso, que mistura boa dose de estratégia e ação em tempo real. O controle é excelente, fazendo dele um jogo muito mais agradável de se jogar do que Space Hulk. Os gráficos são incríveis, com cenários abertos e texturas bem detalhadas. As cenas em FMV e as músicas também são boas.

    Nota pessoal: ★★★★★

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     O segundo jogo da série vem no ano seguinte. Assim como no jogo anterior, o jogador controla uma nave capaz se mover livremente em 6 graus de liberdade, com isso, podemos explorar todos os cantos do espaço tridimensional. As novidades do jogo ficam pela introdução de novas armas, inimigos e um cenário mais interativo. O sistema de iluminação é mais realista e o jogador pode usar um sinalizador para clarear ambientes escuros. O jogo introduz multiplayer competitivo para até oito jogadores e também um modo cooperativo. - O segundo jogo traz melhorias sutis em relação ao jogo anterior, porém, com uma jogabilidade ajustada e a introdução do Guide-Bot, que aponta o objetivo e ajuda demais na navegação do ambiente 3D do jogo.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Descent II: The Infinite Abyss

    Platform: PC
    29 Players
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      porlock · 2 days ago · 1 ponto

      descent eh um classico das revistas com cd de 1000 jogos.. kkkkkk

  • 2020-09-18 12:03:04 -0300 Thumb picture
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    36
  • 2020-09-17 09:22:52 -0300 Thumb picture
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    #277 - Wing Commander IV: The Price of Freedom [MS-DOS] 1996

     Depois do sucesso de Wing Commander III, a Origin foi ainda mais ambiciosa e criou o jogo com orçamento recorde para a época, 12 milhões de dólares. Muito disso se deu ao fato das cenas do jogo serem filmadas em sets de cinema reais ao invés do fundo verde em croma. A história do jogo se passa após o fim da guerra entre o império Kilrathi e a confederação terráquea, que deixou a galáxia em estado crítico, com sobreviventes e revolucionário explorando recursos dos planeta e uma disputa racial ainda mais intensa. O jogador controla Christopher Blair, interpretado por Mark Hamill, e deve realizar uma série de missões para tentar sobreviver a esse caos de fim de guerra. O mecanismo de controle e combate seguem os padrões estabelecidos no jogo anterior.

     - O quarto jogo da série traz uma baita evolução nas cenas em FMV. A altíssima qualidade presente aqui está em um patamar muito acima do que vimos em jogos desse tipo, especialmente por terem sido gravadas em sets de cinema reais. Durante as cenas, é oferecido opções de ações a tomar e isso dita rumos diferentes que podemos dar para a história. Durante o jogo, o combate espacial lembra muito o jogo anterior, ou seja, controles complexos e dificuldade alta logo na primeira missão. Ainda sim, os gráficos são incríveis, especialmente durante as missões que se passam próximos a superfícies de planetas. O jogo teve ótimas vendas, mas como o valor de produção foi excessivamente alto, teve pouco lucro e quase não se pagou.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Wing Commander IV: The Price of Freedom

    Platform: PC
    21 Players

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      porlock · 3 days ago · 2 pontos

      'price'... minha mente sempre tentando autocompletar com prince of persia... kkkkk
      e uau... mark hamill skywalker em pessoa no game... q top..

      1 reply
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      thiagobrugnolo · 3 days ago · 2 pontos

      Caramba 12 milhões de doletas em 1996 era grana demais para um jogo, ainda mais tendo a presença de consagrado ator Mark Hamill.

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 3 days ago · 2 pontos

      É sequência do WRATH OF THE TIGER?

      Não sabia da existência dele...

      2 replies
  • 2020-09-17 15:44:20 -0300 Thumb picture
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  • 2020-09-16 10:24:23 -0300 Thumb picture
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    Darkside Blues

    Ano - 1994

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Em um futuro distópico, uma empresa chamada Persona Century comprou praticamente todos os territórios do planeta inteiro, controlando todos eles com mãos de ferro e seu satélite orbital que dispara poderosos lasers. Apenas alguns lugares no globo que não estão sob seu controle, sendo um deles a cidade livre de Kabuki-cho, também conhecida como "O Lado Negro de Tóquio" e nesse cenário vive Mai, a líder de uma resistência chamada Messiah. Nesse lugar surge uma estranha figura negra, com trajes medievais e dirigindo uma carruagem a cavalos, advinda de outra dimensão: Darkside, alguém que fora banido pela própria Persona Century há anos.

    __________________________________________________________________

    Darkside Blues é um filme animado bem interessante, feito pelo criador de Vampire Hunter D, que conta sobre uma empresa capitalista malvadona, chamada Persona Century, que literalmente comprou o mundo inteiro! Claro que ela não fez isso de forma pacífica, pois causava por debaixo dos panos todo o tipo de problemas nos territórios visados, para depois vir como uma salvadora e adquirí-los a preço de banana!

    Numa das poucas localidades fora da jurisdição da Persona Century e sua guarda pessoal (mas não da influência do seu satélite lançador de lasers orbital), vive Mai, a líder de uma resistência e num certo dia surge um cara sinistro (que parece ter saído da mente do Yoshitaka Amano) numa carruagem, de cabelos pretos, que diz que irá fazer uma restauração ali. Ele, a priori não tinha nome, mas como o lugar era conhecido como Lado Negro de Tóquio, ele decidiu usar esse nome dali em diante: Darkside.

    Essa restauração que ele dizia era sobre usar seus fortes poderes mentais e causar alucinações nas pessoas, podendo fazê-las repensar seus atos (e emergirem como novos indivíduos) ou mesmo fazê-las surtar e acabarem morrendo! O anime também mostra o que uma empresa que comprou o mundo inteiro pode fazer, tal como também a problemática de vários outros personagens, como um terrorista que quer destruir a Persona Century e é tudo fascinante de ver.

    A animação, tal como o character design do anime, são excelentes. Tudo é muito fluído, as feições dos personagens são excelentes, tal como as poucas cenas de ação que o mesmo possui. A trilha sonora também é sensacional, destaque para a música que dá nome ao longa, Darkside Blues, que dispensa comentários!



    Com um tema tão amplo quanto uma empresa capitalista que dominou o globo, o filme acaba não abordando tudo o que poderia ser mostrado, e vários personagens interessantes só são mostrados de relance (e outros não possuem muito tempo de tela) mas ainda assim é uma boa pedida, seja para ver um futuro distópico onde o mundo foi comprado, para ver uma animação que dificilmente terá igual nos dias de hoje e também uma história sobre um cara sinistro que é tipo um psicólogo infernal, hauhaua

    No mais Darkside Blues certamente vale a pena seu tempo, e claro que a Velha, que até tem uma das suas amigas de bingo passando no filme, assina embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

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      kalini · 4 days ago · 2 pontos

      Queria saber exatamente onde posso ver em japones como legendas em ingles/portugues.

      5 replies
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      slashgoodboy · 4 days ago · 2 pontos

      Já falaram / pretendem falar sobre X-1999?

      3 replies
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      kalini · 4 days ago · 2 pontos

      Eu não consigo entender porque hoje personagens de animes quase em geral tem que parecer criança/adolescente no fisico, ou ter a cabeça e olhos grandes. Ai eu vejo os animes mais antigos, e vejo uma enorme diversidade de traços e corpos, e um mais bonito e original que o outro.

      2 replies
  • 2020-09-16 09:54:25 -0300 Thumb picture
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    Os acessórios do Mega Drive / Genesis

    Medium 3827062 featured image

    O Mega Drive é o console mais popular da Sega, devido a isso, foram lançados dezenas de modelos de controles para o console. Começando pelos oficiais da Sega, o Arcade Power Stick lançado em 1990 é o clássico modelo Arcade que todo videogame tinha. Com a chegada do porte de Street Fighter II para Mega Drive, a Sega lança o Control Pad de 6 botões em 1993. Os controles de terceiros são diversos, desde os mais simples, como sem fio, função turbo e tal, até os mais bizarros, como por exemplo, o BolliStick com seu direcional em X, o XE-1 AP com um revolucionário stick analógico, o Pad Soldier com seu formato maluco, o Energiser, ainda mais bizarro e até mesmo o Jet Fighter em formato de nave.

     A Konami lança o Justifier, a clássica pistola de luz para jogar Lethal Enforcer, mas antes disso, a Sega havia lançado o Menacer em resposta a bazooka da Nintendo. Per4mer Turbo Whell é o clássico volante para jogos de corrida e o Sega Mouse é lançado oficialmente para jogos de estratégia em resposta ao mouse lançado pela Nintendo. O Batter Up é um controle em formato de bastão pensado para jogos de baseball. O Sega Action Chair é uma cadeira com botões de ação e exige que o jogador incline o corpo para simular as funções do direcional. O StuntMaster é um capacete de realidade virtual, porém, ele não produz efeitos 3D. E não poderia faltar o Sega Activator, um controle octagonal com sensor de movimento que exigia o jogador movimenta-se de dentro do círculo para executar os comandos.

     Falando em conectividade, o Team Player é o produto oficial que permite até 4 jogadores possam jogar games compatíveis. O Power Base Converter permite jogar os cartuchos do Master System. O cartuchos de trapaça Game Genie e Action Replay permitia inserir códigos em tempo de execução para obter várias vantagens. O maior destaque do Mega Drive vai para o Sega Mega Modem, que permitia o console acessar vários serviços pela internet por meio do Sega Channel, que oferecia ao assinante um jogo mensal para download. Foi um serviço lançado em vários países pelo mundo, incluindo o Brasil, através do Mega Net da TecToy, que chegou a contar com o exclusivo Telebradesco para acessar serviços bancários através do videogame.

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      artigos · 3 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      porlock · 4 days ago · 2 pontos

      caramba... não conhecia 1/5 desses acessorios... e o tem ate vr.. to passado! kkkkkkkkk

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      andre_andricopoulos · 4 days ago · 2 pontos

      Como não amar esse monte de tranqueiras?

      Era um barato as notícias desses periféricos...mesmo não sendo tão úteis assim...

      1 reply
  • 2020-09-15 09:02:07 -0300 Thumb picture
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    Combo#276 [Sat](1996): Dragon Force & Dark Savior

    Situado no mundo de Legendra, 8 reinos entram em guerra para tentar dominar o continente. Nosso exército parte em busca dos 7 guerreiros escolhidos para selar Madruk de uma vez por todas. Durante as sessões no mapa, o jogador deve guiar seu exército por pontos chaves, dominando territórios e fazendo negociações com os exércitos inimigos. O confronto ocorre em uma arena fechada onde a tropa de cada general entram em combate seguindo as estratégias escolhidas pelo jogador. - Um jogo de estratégia muito interessante e com uma ótima história. Durante a parte de estratégia no mapa, a coisa é um pouco confusa, mas usa menus bem intuitivos. A cena do confronto entre os exércitos é um show, com dezenas de sprites animados na tela.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     A Climax criou um jogo de aventura com uma pegada bem diferente. Controlamos o herói Garian que escolta a criatura Bilan dentro de um navio, porém, a criatura escapa. Dependendo do tempo que Garian vai levar para encontrar Bilan, o enredo pode tomar até 5 caminhos bem diferentes. A ação do jogo é uma aventura de plataforma com visão isométrica semelhante a Landstalker, mas o combate ocorre em separado, simulando um jogo de luta simples, mas mantendo a visão isométrica. - Um jogo de aventura simples, mas com gráficos e história incríveis. O cenário do jogo é feito com polígonos e o jogador pode controlar a câmera, ainda que de forma bem limitada. As sessões de plataforma são desafiadoras e os confrontos são básicos, mas divertidos.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Dragon Force

    Platform: Sega Saturn
    118 Players
    20 Check-ins

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      thiagobrugnolo · 5 days ago · 3 pontos

      Ta aí dois jogos que eu nunca ouvi falar e que parecesse ser bem interessantes. O que deve ter de jogo interessante na biblioteca do Saturn que não ficou muito conhecido por aqui.

      2 replies
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      ersatzgott · 5 days ago · 3 pontos

      Queria que Dragon Force fosse turn based

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      darlanfagundes · 5 days ago · 3 pontos

      Dragon Force é pra mim o melhor game que já joguei do Saturno... jogo gostoso demais...rsrs

      1 reply
  • 2020-09-14 09:03:42 -0300 Thumb picture
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    #276 - Guardian Heroes [Sega Saturn] 1996

     Abrindo o ano de 1996, vamos trazer mais um trabalho primoroso da Treasure, que era grande experiente com jogos com gráficos 2D. Han e seus amigos devem fugir do exército de Kanon, que estão atrás de sua espada mística. No cemitério, a espada ressuscita um guerreiro lendário e que luta a favor dos heróis, surge então a oportunidade de atacar o inimigo. O jogo adota um estilo de beat ’em up com alguns elementos de RPG, onde os heróis sobem de nível e usam pontos extras para subir suas habilidade. O campo de jogo trabalha com 3 níveis por onde o jogador pode saltar quando quiser, além de rotas alternativas durante a aventura, que garante novos rumos de história. O jogo também possui um modo competitivo para até 6 jogadores.

     - Mais um jogo espetacular da Treasure e muito divertido. Os gráficos usando sprites em 2D possuem um charme bem único e os cenários são bem detalhados. A trilha sonora também é boa, mas nada que se destaque muito. A jogabilidade é simples e diversificada, com uso de combos bem elaborados e magias poderosas que detonam os inimigos pelo caminho. A história é contada por meio de diálogos e ações na tela que criam uma narrativa bem fácil de entender. O uso de rotas alternativas torna a jogatina ainda mais diversificada. O modo de combate para até 6 jogadores é uma bagunça total. Os guerreiros lutam em uma arena aberta e o uso do zoom-out pode deixar os lutadores minúsculos na tela.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Guardian Heroes

    Platform: Sega Saturn
    207 Players
    15 Check-ins

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      mysteron · 6 days ago · 2 pontos

      E tem o remaster para o Xbox 360/One. Vale cada centavo!

      1 reply
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      carlosneto · 6 days ago · 2 pontos

      Eu estava tentando lembrar o nome desse game e não lembrava de jeito nenhum.

      Valeu por me ajudar a lembrar, hahahaha

      1 reply
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      topogigio999 · 6 days ago · 2 pontos

      Ótimo jogo, pena que nunca consegui fecar...

      5 replies
  • hyuga Sérgio Henrique
    2020-09-13 13:12:42 -0300 Thumb picture
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    Semana #55 Owlboy

    Produtora; D-Pad Studios

    Distribuidora:  D-Pad Studios 

    Plastaforma: Switch, PS4, Xone, PC, Linux e MacOS

    Lançamento; 2018

    Admito que fiquei um pouco cético em incluir Owlboy, já que ele não é tão desconhecido quanto eu pensava e por diversas vezes eu me questionei o que é um jogo desconhecido?. Mas a série também serve para apresentar jogos que não tiveram um certo reconhecimento, então de certa forma Owlboy se encaixa.

    Ele ficou cerca de 9 anos em desenvolvimento sendo um jogo de plataforma, Shoot'em up com leves elementos Metroidvânia. As corujas funcionam como guardiãs do mundo e Otus, o protagonista, está em treinamento, porém ele é desajeitado e constantemente leva bronca do seu mestre.

    Vendo que Otus não leva jeito para ser guardião o mestre o  manda para a vila para as outras corujas decidirem o destino de Otus, então derrepente um grupo conhecido como Piratas, robôs que querem o poder de uma joia para subjulgar outras raças ataca e agora cabe ao guardião desajeitado salvar o dia. Otus é mundo mas a expressão facial e corporal transmitem seus sentimentos.

    A prineira coisa que notamos é seu estilo gráfico colorido que dá vida ao mundo e para completar temos uma soundtrack orquestrada (acesse  a playlist pelo YouTube aqui) que casa completamente com o mundo. Fica claro que os quase 10 anos de desenvolvimento foram muito bem aproveitados.

    Otus pode rodopiar para causar dano no inimigo ou devolver alguns tipos de projéteis, além de poder arremessar alguns itens nos inimigos, a parte shoot'em up fica por conta de um dos seus amigos Geddy que possui uma pistola e Otus é capaz de segurá-lo assim Geddy atira nos inimigos enquanto a coruja é responsável pela movimentação nos cenários.

    Há muita diversidade na jogabilidade, fases no escuro, passar sorrateiramente em uma cidade infestada de piratas e também a resolução de puzzles como em um momento que estamos em uma nuvem e precisamos fazer chover em determinados lugares para subir o nível da água para prosseguir.

    Uma pena o jogo não contar com um mapa para auxiliar o jogador, o jogo funciona mais ou menos como nos RPGs antigos, ao conversar com um NPC ele diz a direção Do local, mas sem um mapa pode deixar muitos jogadores perdidos.

    Owlboy mostra a jornada de crescimento de alguém desajeitado ao mesmo tempo que mostra pessoas desacreditado nele, mas com amigos dispostos a ajudá-lo e conta com legendas em português.

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    Owlboy

    Platform: Nintendo Switch
    38 Players

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      kess · 7 days ago · 3 pontos

      Quero muito esse, mas dificilmente vai ser no Switch, com os custos que andamos tendo...

      1 reply
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      volstag · 7 days ago · 2 pontos

      Visual muito bonito, adorei!

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      gennosuke6 · 7 days ago · 2 pontos

      Esse foi um jogo que teve bastante repercussão quando saiu, e realmente parece bem bacana.

  • 2020-09-11 09:06:45 -0300 Thumb picture
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    Combo#275 [SNES](1995): Lufia II: Rise of the Sinistrals & Dragon...

    ...Quest VI

     A história do jogo se passa 99 anos antes dos eventos do primeiro Lufia e conta a história de Maxim e seus amigo na tentativa de derrotar os 3 Sinistrals que ameaçam destruir o mundo. Ainda que no overworld as batalhas seja aleatórias, nas dungeons, é possível ver os inimigos em tela. O combate segue o mesmo estilo de seu antecessor, mas o jogador pode usar habilidades extras de equipamentos. Além dos 4 personagens no grupo, podemos um monstro elemental para lutar ao seu lado. - O segundo jogo da série traz melhorias em todos os sentidos. Os gráficos e as músicas continuam de altíssima qualidade e os combates intensos. O grande destaque vai para a exploração de dungeons, que possuem grande foco em puzzles e uso de itens especiais bem no estilo The Legend of Zelda: A Link to the Past.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     E para fechar o ano de 1995, temos o sexto jogo da série clássica de RPGs. Fechando a trilogia Zenithia, o grupo de heróis devem derrotar o vilão que pretende dominar o mundo real e o mundo dos sonhos. Essa dinâmica de 2 mundos lembra A Link to the Past, com o jogador alternando entre eles para dar continuidade a história. Dentre as novidades do jogo, o destaque vai para seu sistema de classes, onde o jogador pode escolher a classe do personagem e até mesmo criar uma classe híbrida. - Mais um jogo tradicional da série, mas com gráficos incríveis e uma trilha sonora de respeito. Assim como em Dragon Quest V, o jogo ainda se prende a alguns recursos ultrapassados, como seu sistema de menu com navegação desajeitada e combates simples em primeira pessoa.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Dragon Quest VI

    Platform: SNES
    318 Players
    21 Check-ins

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      manoelnsn · 9 days ago · 3 pontos

      Lufia 2 é muito bom, pena que não possa dizer o mesmo de DQ6, ahauhaua

      3 replies
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      andre_andricopoulos · 9 days ago · 2 pontos

      Pode me chamar de "putinha de gráficos" mas...dogs com gráficos muito simples não costuma me atrair (não estou dizendo que é ruim). Acho que parte de minha paixão com FFVII por exemplo foram seus gráficos e cgs...

      2 replies
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      thecriticgames · 9 days ago · 2 pontos

      Dragon Quest VI eu tenho até hoje em cartucho japa, foi o primeiro RPG que jogamos aqui em casa e mal sabiamos o que era um RPG e jamais achei um cartucho de Final Fantasy, Chrono Trigger ou qualquer RPG de SNES em loja ou locadora nenhuma na vida (só fui conhece-los por emuladores). Ainda no SNES jogamos outros dois Hero Senki (que fui zerar neste ano e que adoro) e o Pokemon de GB (através do Super Game Boy o acessorio que te deixava jogar GB na tv), foi só na era Playstation que conhecemos o nome deste genero através de Breath of Fire, Chrono Cross e Final Fantasys.

      3 replies
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