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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2019-08-22 20:14:14 -0300 Thumb picture
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    [OFF] - Desenhos chineses motherfuckers do caralho

    Ainda copiando os posts do @lukenakama , trago os 4 últimos desenhos japas da lista, que começou com 4 legaizinhos, seguido de 4 bons. Estes de agora foram alguns dos poucos que consegui encontrar nessa minha efêmera existência que são fodas a um nível transcendental que transpassa as fronteiras da nossa realidade...

    Rose of Versailles (1979)

    Sim, outro shoujo. Mas esse não é só um shoujo, é O shoujo! Rosa de Versalhes (como prefiro chamá-lo) conta sobre Oscar, uma menina nascida na França, em uma época onde herdeiros homens eram necessários pra manutenção do nome da família, mas como seu pai só havia tido ela, ele resolve criá-la como homem e por isso ela se veste como tal durante toda a série. Por ser uma espadachim habilidosa, acaba sendo recrutada para a guarda pessoal de Maria Antonieta, a rainha da França. Sim, o anime se passa momentos antes da Revolução Francesa e por isso temos vários eventos históricos importantes acontecendo na trama, tal como maquinações na corte e o próprio desenvolvimento de Oscar como personagem. É uma história sensacional, não deixe a animação da década de 70 te impedir de ver essa obra incrível!

    Serial Experiments Lain (1998)

    Lain conta a história de uma garota do mesmo nome, que vive em um mundo onde uma rede de computadores, chamada de Wired, que começa a influenciar e fazer parte da vida das pessoas, mas ela não se importa muito com isso a priori. Contudo, à medida que ela vai descobrindo mais desse mundo percebe que coisas estranhas vão acontecendo, a ponto dela começar a confundir a própria realidade com o mundo virtual, sem saber distinguir mais o que é virtual ou não, ou mesmo se tudo aquilo realmente existiu um dia. Vejo muitos net afora dizendo que esse anime é complexo de se entender e talz, mas na verdade ele é muito simples: é uma garota confundindo a realidade com o mundo virtual! A parte complexa é compreender o que é real e ficcional dentro da trama, você sente confusão junto com a protagonista no decorrer da história, isso somado à ambientação sombria da série te dá uma experiência única que dificilmente verá em outro desenho japonês. Existem várias referências filosóficas também, além de situações que são bem comuns nos dias de hoje, onde a internet já faz parte de nosso cotidiano... E é impressionante que a série previu tudo isso mais de 20 anos atrás! 

    PRESENT DAY... PRESENT TIME! HAHAHAHAHA!

    Monster (2004)

    Esse cara aqui o @lukenakama já apresentou no post dele, mas vale um resuminho: Monster conta a história de um famoso neurocirurgião chamado Kenzou Tenma, que deixa toda a sua carreira e renome de lado apenas para caçar e matar Johan Liebert, um psicopata assassino que fora salvo por ele, numa mesa de cirurgia. À medida que a série vai avançando vamos descobrindo mais detalhes da vida de Johan, além do próprio questionamento moral: um médico realmente deve salvar toda e qualquer vida? Ou ele deve escolher quem deve viver e quem deve morrer?  A narrativa de Monster é bem densa, cheia de personagens carismáticos e únicos, mas o destaque com certeza vai pro vilão, Johan: ele aparece poucas vezes na trama, mas ele é tão assustador que você se sente intimidado sempre que ele surge! O final é espetacular, sendo um embate moral bem pesado que afeta muitas pessoas que assistiram, algumas que até passaram a desgostar do anime inteiro por causa dele, ahuahua

    Legend of the Galactic Heroes (1988)

    A humanidade saiu da Terra rumo ao espaço, e com isso colonizou vários planetas pela galáxia. Porém, como a história nos mostra, conflitos são algo comum em nossa sociedade, e é exatamente em um cenário de guerra que a história de LOTGH se inicia, com um conflito interplanetário entre o Império Galáctico e a Aliança dos Planetas Livres. Porém, ao contrário de space operas com temáticas parecidas, aqui não existe um lado ruim ou lado bom, temos pontos negativos em cada um dos lados do conflito, sejam os nobres esnobes no Império ou os políticos corruptos na Aliança... E também pontos positivos, como os dois principais combatentes de cada um dos lados, com Reinhart no Império (um visionário baseado em  Alexandre o Grande) e Yang Wenli na Aliança (um militar que queria ser historiador, e que sonha em se aposentar e se livrar de tudo isso, hauhua). O elenco também é absurdamente vasto, temos várias figuras únicas e extremamente carismáticas, sem lolis, sem tsunderes/kuuderes/outros estereótipos de eroge, sem exmachinas mágicos, sem roteirismos, isso além de muitas das batalhas do anime serem baseadas em conflitos militares reais! O que eu disse pra Rosa de Versalhes vale em triplo pra LOTGH: não se deixe levar pela animação dos anos 80 (antes da metade a animação já atualiza bastante também, já que foram 110 OVAs que demoraram pra ser lançados), e é mais do que recomendado pra quem está cansado de ver as mesmas coisas em todo lugar, pra quem gosta de história (já que além das referências históricas o narrador do anime fala como um historiador mesmo) ou mesmo pra quem quer ver uma obra espetacular de cair queixo!

    Ah, e quem quiser assistir, não opte pelo remake que saiu ano passado, a arte ficou genérica e muitos dos maneirismos e carisma dos personagens foram totalmente mudados, só veja por curiosidade ou a cargo comparativo mesmo XD

    Bem, é isso. Não costumo escrever sobre animes aqui no alvanista, mas foi bem interessante compartilhar um pouco das minhas obras favoritas com vocês. Tem bastante coisa que eu vi e poderia ter falado também (mais nos legaizinhos e nos bons, porque nesses motherfuckers não tem mais muita coisa sobrando, hauhua), quem sabe numa parte 2, talvez?

    Valeu galera, e até a próxima!

    Serial Experiments Lain

    Platform: Playstation
    48 Players
    4 Check-ins

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      lukenakama · about 16 hours ago · 2 pontos

      Perai, existe um jogo de Lain pro Ps1? kkkkkkkkkkk baseado na sinopse do anime de confundir o mundo virtual com o real, seria legal se o jogo te enganasse como Eternal Darkness de Gamecube.
      Esse Rosa nunca nem vi, deixei plan to watch, e po, agora que vi, ele ocupa uma posição bem alta no MAL, como que eu nunca prestei atenção?
      Você disse que seu post é uma cópia minha, sendo assim é um dos casos em que a cópia é muito melhor, pois você falou de Monster tão melhor que eu(no meu texto eu evitei falar da premissa direito pois acho spoiler, já que tu não liga pra isso falou já que o Johann é o vilão kkkkkkkkkkk) mas Grimmer ainda é o melhor.
      Logo eu devo ver LOGH, eu não sei o que eu tinha fumado pra querer ter visto pelo remake, sério, parecia uma boa ideia, mas parando pra pensar agora, que que eu tava na cabeça pra começar pelo remake? ainda bem que não comecei a ver, pois eu perderia a experiência real da obra kkkkkkkkk

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      deathcorps · about 15 hours ago · 2 pontos

      Lain é confuso bagarai só fiquei pela abertura.

      Legal como eles conseguiram reproduzir a alegria de uma cidade, um monte de zunido de eletricidade e barulho de máquina.

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      gennosuke6 · about 15 hours ago · 2 pontos

      Bom Rosa de Versailles vc já sabe que eu não vou ver. kkkkkkk. Me lembra Utena.

      Monster ainda vou assistir, com certeza. Já tinha começado a assistir ele. Um anime mais sério, do jeito que tenho preferência.

      Lain realmente é mto bom. Meio confuso, mas mto bom. Assisti ele duas vezes pra entender direito. kkkkkkkk. A segunda vez foi inclusive no início desse ano, dpois de uns 10 anos que vi da primeira vez.

      Agora, esse dos Heróis Galácticos ( que não é o Real Madrid), vulgo, Ginga Eiyuu Densetsu, é um anime que vi até o 11, mas não deu pra terminar ainda. O anime já tava excelente, e parecia que só iria melhorar. Em breve vejo ele todo. Mas tem que ser essa versão antiga, pq teve uma que tava saindo e tal, um remake, mas que não me agradou. Tlvz por eu já ter visto um pouco do original, não sei.

      1 reply
  • lukenakama lucas
    2019-08-20 16:07:13 -0300 Thumb picture
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    Post by lukenakama: <p>#img#[654980]</p>

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      andre_andricopoulos · 3 days ago · 2 pontos

      Ultimamente... raramente me pego assim.
      Eu respiro...tento novamente.
      Não deu? Troco de jogo...
      ...
      Quando novo...época de Mega e SNES...eu jogava controle no chão, ou parede...
      Pra evitar quebra los...socava paredes.😂

      2 replies
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      gennosuke6 · 2 days ago · 2 pontos

      Eu já parei de dar porrada nos controles, agora só xingo msmo. kkkkkkk.

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      avmnetto · 3 days ago · 1 ponto

      Eu cheguei a lacrimejar de RAIVA jogando Wild Arms XF (de Xtremely Frustrating...). Não recomendo pra ninguém (mentira, recomendo muito).

  • 2019-08-19 08:58:03 -0300 Thumb picture
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    #175 - Final Fantasy Adventure [GameBoy] 1991

     Criada para ser um spin-off da série Final Fantasy, o novo jogo é conhecido no Japão Seiken Densetsu. O jogador controla o herói Sumo, que é um mero gladiador a serviço de Dark Lord, mas após a morte de um companheiro, ele consegue fugir e junto da garota Fuji partem para uma grande jornada a fim de proteger a Tree of Mana. O jogo traz os combates de ação e uso de itens de The Legend of Zelda, mas adiciona elementos de RPG e progressão tradicional da série. O jogo é aclamado pela crítica com por seus gráficos impressionantes para o GameBoy e sua trilha sonora memorável. A progressão do jogo é tela a tela, sem scrolling, que permite combate suave mesmo com vários inimigos na tela.

     - Mais um excelente jogo da Squaresoft para o GameBoy. Os gráficos são bem superiores ao The Final Fantasy Legend, parece até que saíram em plataformas distintas. Não só a riqueza dos detalhes, mas também nas animações fluídas. A trilha sonora, como é comum da série, traz arranjos marcantes e memoráveis. A mistura de ação estilo Zelda com elementos de RPG trouxe uma característica única ao jogo. Não é preciso evoluir muito para poder avançar e rapidamente você fica envolvido na história, que flui de forma incrível. Tem um medidor na parte inferior que aumenta automaticamente e dispara um ataque especial quando estiver completo, mas ele é bem lento no começo.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Final Fantasy Adventure

    Platform: Gameboy
    236 Players
    5 Check-ins

    36
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      andre_andricopoulos · 4 days ago · 4 pontos

      Sim... é um preconceito gamer mas... não suporto games PRETO E BRANCO e PIXEL ART.

      Ressalva: tem um pixel art que o @jcelove me sugeriu mas esqueci o nome...fala ae. Lembro de ter procurado no videogame e estava caro pacas...100 reais.😬 Pegada de Alone in the Dark
      ...
      Ressalva 2: White Night é foda (e é preto e branco)
      ...

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      darlanfagundes · 4 days ago · 3 pontos

      Acho que da série clássica esse é o único Final Fantasy que eu nunca nem vi!

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      manoelnsn · 4 days ago · 3 pontos

      O antecessor de Secret of mana XD

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  • ralfrisi Ralf Risi
    2019-08-18 22:30:52 -0300 Thumb picture
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    ralfrisi checked-in to:
    Post by ralfrisi: <p>https://www.youtube.com/watch?v=yr4RvdREwl8</p>
    Metal Gear Solid: The Twin Snakes

    Platform: Gamecube
    838 Players
    53 Check-ins

    18
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-17 23:47:22 -0300 Thumb picture
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    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[654521]</p><p>Nessa última sexta, um grand
    Captain Commando

    Platform: SNES
    3075 Players
    14 Check-ins

    Nessa última sexta, um grande amigo veio passar a tarde aqui e o objetivo era, zerar algum jogo de Beat'n up.

    jogamos muita coisa, mas sem dúvidas, o destaque do dia fora Capitão Commando.

    Esse jogo sempre esteve ali presente em minha vida, havia jogado algumas vezes no snes e também conhecia o personagem dos Marvel VS Capcom.

    Mas nunca o havia terminado o clássico Beat'n up, pois sempre acabavam meus continues. Achava que eu era apenas uma criança ruim no video game e nessa tarde tiramos a prova.

    O jogo segue o padrão dos jogos de sair andando e batendo, organização do mau, gangues tocando o terror nas ruas e um maluco que se acha dono do mundo.

    Podemos escolher entre 4 personagens bem distintos:

    Mack, uma múmia bem estilosa.

    Capitão que da nome ao jogo, com seus braços biônicos e golpes elétricos e flamejantes.

    Ginzu, um shinobi defensor de seu estilo de luta.

    Baby Head, um bebê num exoesqueleto militar.

    Caramba, que equipe! 

    Mundo em caos, personagens cativantes, jogabilidade eficiente e combos bem feitos, esses são os ingredientes usados para criar o Beat'n up perfeito, mas o professor Capcom adicionou um elemento extra à mistura, A DIFICULDADE DESBALANCEADA.

    O jogo é desafiador, sabendo disso, eu e meu amigo Hebert, seguimos jogando quase como profissionais, com combos certeiros e quase não levando danos, até chegarmos nos chefes do aquário, aqui apanhamos e não vimos nem de onde veio. Esses chefes conseguiram roubar Continues preciosos.

    "Vamos continuar, só tomar mais cuidado."

    Continuamos na fase seguinte, para levar um GAME OVER no próximo chefe.

    Os chefes do jogo são bem apelões, principalmente o chefe final. Ai você, caro mancebo leitor, como viram o último chefe? Jogaram de novo? Trocaram pra versão de Arcade com fichas infinitas?

    Nãaao meu camarada, cheats, não queríamos chegar nesse ponto, mas entre mudar pra versão de arcade e começar desde o zero ou usar cheat de vida infinita para as fases finais, preferimos seguir em frente, com o sentimento de derrota, mas curiosos para o final derradeiro, estávamos jogando no modo NORMAL e meio que de maneira zombeteira, o jogo diz que no modo HARD havia mais detalhes do final.

    Rimos pra não chorar, repetindo, jogávamos maravilhosamente bem durante as missões, usando combos e golpes secretos, mas nos chefes, apanhávamos como bebês.

    O jogo é sensacional e acredito que perdemos um pouco por jogar a versão de Snes, mas quem sabe um dia pegamos a de Arcade e mostramos com quantas fichas se soca um super vilão.

    Deixo aqui dois videos muito interessantes com curiosidades sobre Captain Commando.

    O canal é ótimo, quem puder e quiser, segue lá que o cara merece.

    Deixo aqui também uma arte feita pelo amigo Hebert, ele é realmente fan do jogo, além de um ótimo artista, sigam ele também no instagram @lordhebert .

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      jcelove · 6 days ago · 2 pontos

      É, o port do snes é legalzinho mas a versao arcade seria bem melhor. Ele é dificil mas tbm era cheio de macetinho. O fibal boss mesmo da pra colocar na manha se agarrar no momento certo e so mata-lo com agarrao e ele nem consegue te acertar. A gakere zerava brincando, esse e cadilacs.
      Ia dar a informacao q. CAPitan COMmando era o mascite da Capcom nos primordios da empresa so q com visual completamente deferente, e ia falar tbm q o jogo se passa na mesma metro city de Final Fight so que num futuro distante, MAS ja deve ter visto nos videos ai.hehe

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      thejosephkorso · 5 days ago · 2 pontos

      Gostava, mas nunca terminei. Mas o port de SNES não era muito bom não. Descobri tardiamente que Streets of Rage (especialmente o 2) considero muito melhor. Nunca tive Mega Drive e se tivesse na época, deveria ter babado um ovo. Esses dias quase terminei o game, mas acabei perdendo na fase 6. Dos games do gênero beat 'em up eu jogava mais Cadillacs and Dinosaurs nos fliperamas.

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      xch_choram · 5 days ago · 2 pontos

      acho que a maioria dos beat'n ups tinham dificuldade bem desbalanceada nessa época, acho que é até por isso Final Fight e Streets of Rage são quase sempre lembrados por serem bons, o povo conseguia terminar ele sem muitos problemas kkk

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  • filipessoa lipherus
    2019-08-16 14:30:02 -0300 Thumb picture
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    Após dois meses (re)projetando um canal no YT, eis aqui o resultado!

    Primeiramente, boa sexta e fim de semana pra todos vocês! Então, acho que muitos de vocês se lembram que eu havia começado um canal no meio do ano mas que, infelizmente, tive que abandoná-lo por motivos internos. O canal foi deletado e junto com ele se foram cinco gameplays horríveis de minha pessoa jogando Portal. Aconteceu que muita gente boa daqui demonstrou apoio com a ideia e eu fiquei super triste por não ter conseguido mantê-lo até que... em julho desse mesmo ano resolvi tentar de novo só que, dessa vez, pra valer! E, diferente da última vez, jogando algo inédito.    

    Para o primeiro vídeo do canal, escolhi jogar um jogo indie chamado Blameless, e nele vocês podem acompanhar minhas impressões em tempo real do jogo que, aliás, zerei (essa foi a primeira vez que fiz isso)! O vídeo tem 1 hora de duração mas eu quis que fosse assim pois achei melhor começar com algo sucinto do que já meter uma série logo de cara como foi naquela outra vez.

    Enfim, espero que todos vocês gostem da ideia. Não vou mentir, foi um vídeo muito complicado de fazer e mais ainda pra tirar do editor (valeu pelas suas dicas maravilhosas @porlock <3), mas agora encarando ele como um microfilme do jogo... sinto que valeu a pena.

    E é isso. Desde já, muito obrigado pra todos vocês que me apoiaram no antigo canal e/ou me apoiaram neste. 

    Prometo que darei o meu melhor. Divirtam-se! ;-)   

    OBS.: Não tem nada na tela final pois, atualmente, esse é o único vídeo postado xD

    Blameless

    Platform: PC
    8 Players
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      tiagodantas · 7 days ago · 2 pontos

      Deixei um gostei, mas vou assistir amanhã ou domingo \ (•◡•) /

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      roberto_monteiro · 7 days ago · 2 pontos

      Opa já vou seguir pra dar aquela ajuda!

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      porlock · 7 days ago · 2 pontos

      To assistindo aqui!
      Filipinho, te desejo todo sucesso! Você mais do que merece.

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  • 2019-08-16 10:15:51 -0300 Thumb picture
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    As revistas de videogame dos anos 80

    Medium 3739877 featured image

    Após o surgimento das primeiras revistas de videogames, algumas editoras começaram a apostar nesse tipo de mídia, porém, a maioria era focado em jogos de computadores e informática. Nos EUA, foram poucas, como a Atari Age e a Electronic Fun with Computers & Games, ambas de 1982-1984. Na Europa, jogos de computadores sempre foram os preferidos, daí nasceram a Page 6 para computadores Atari, Sinclair User para o ZX Spectrum e Tilt, todos de 1982. No ano seguinte, tivemos a Crash para jogos da linha Sinclair e Computer User Amiga. Em 1984, Nasce a Your Sinclair e em 1985 temos as espanhola Micromania e a britânica Zzap!64. Os EUA viva o Crash dos videogames, então ninguém se aventura no assunto videogame.

     Com o sucesso massivo do Famicom no Japão, a Nintendo lança a Famitsu para divulgar novos jogos e dicas em 1986 e no ano seguinte, a britânica ACE vai falar de computadores no geral. O público americano estava praticamente sem nenhuma revista sobre games, mesmo depois que o NES revitalizou a indústria no país, até que a Nintendo lança a Nintendo Power em 1988 após o sucesso do Nintendo Fan Club News. A revista era um dos maiores sucessos nos Estados Unidos e trazia dicas e detonados de jogos que pareciam impossíveis sem ela. Na Itália, a The Games Machine inicia suas tiragem, falando sobre jogos de computadores e de consoles. Em 1989, no Reino Unido, temos a Amiga Action para computadores e a Electric Brain para consoles.

     Já em 1989, nos EUA, a Electronic Gaming Monthly é uma das maiores e mais importantes revistas americana sobre games da história, bem como a GamePro, que falava sobre games no geral. Outra revista que também foi lançada nessa época foi a Game Players, outra gigante que falava sobre dicas e detonados de jogos. Para difundir seus consoles e jogos, a Sega lança no Reino Unido o Sega Power, claramente para competir com a gigante Nintendo Power. Nessa época, o jornalismo de videogames estava difundido em todas as partes do mundo para divulgar as novidades tecnológicas e jogos apresentados na feira CES. Teremos um post próprio só para falar das primeiras revistas brasileiras posteriormente.

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      porlock · 7 days ago · 3 pontos

      uau... q irado!

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      andre_andricopoulos · 7 days ago · 3 pontos

      EGM...comprava todas!
      Era uma excelente revista e, não sendo antipatriota...mas era infinitamente melhor do que as brasileiras.
      ...
      Mas eu comprava todas BR também...
      ...

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      old_gamer · 7 days ago · 3 pontos

      Eu era um consumidor assíduo destes revistas, milhões em dinheiro do meu lanche da escola foram para a banca de revistas : )

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  • 2019-08-15 12:13:22 -0300 Thumb picture
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  • thiones Sebá Oliveira
    2019-08-15 22:30:09 -0300 Thumb picture
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  • 2019-08-13 10:45:15 -0300 Thumb picture
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      the_muriel · 10 days ago · 3 pontos

      Amo como os NPCs do jogo sempre tem algo maluco para te dizer kkkkkkkkkkk

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