speedhunter

Entusiasta de JRPG e fanático por Final Fantasy.

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  • speedhunter Renan Loiola
    2020-05-01 17:21:06 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>Continuando...</strong><br><br>"Detalhes
    Chrono Trigger

    Platform: SNES
    13599 Players
    447 Check-ins

    Continuando...

    "Detalhes" deve ter sido a palavra chave na produção do Chrono Trigger. É impressionante como praticamente tudo recebeu algum tipo de atenção, até mesmo nas coisas mais simples. Quando subi na Montanha Denadoro atrás da espada lendária Masamune, avistei alguns orcs com uma espécie de porrete. Percebi que estava tirando pouco dano até usar fogo contra eles. Quando usei a magia, seus porretes queimaram e o dano passou a ser maciço. 

    Apesar de parecer algo simples, são nos detalhes que percebo o quão CT estava na frente de qualquer outro RPG em quesitos técnicos, introduzindo mecânicas de fraquezas de uma forma sutil e ao mesmo tempo impressionante. A sensação que tenho é de está jogando algo de PS1 e não de SNES, não pela perspectiva de gráficos, mas sim por algumas minuciosidades que torna-o tão diferente de qualquer outro JRPG de sua geração.

    (Não deu trabalho. Me lembrou o Agni e Rudra de Devil May Cry 3).

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      O Masa e mune lembram mesmo Agni e Rudra no DMC 3 mesmo.hehe.
      Que bom que ta curtindo, se prepara que ta no começo ainda.

      2 replies
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      zefie · 29 days ago · 2 pontos

      Eu perdi meu save quando tava jogando isso no celular, preciso recomeçar =/ tava bem longe até já, mas jogava sem prestar muita atenção. Talvez perder o save foi um sinal divino de que eu estava jogando errado xD

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      santz · 27 days ago · 2 pontos

      Esses detalhes eu acabo passando reto, pois só uso magia em chefes.

  • speedhunter Renan Loiola
    2020-04-30 23:03:40 -0300 Thumb picture
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    Post by speedhunter: <p><strong>Corrida até a platina...</strong></p><p>
    Final Fantasy VII Remake

    Platform: Playstation 4
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    189 Check-ins

    Corrida até a platina...

    Tava focando em fazer o troféu dos vestidos ( é um dos mais chatinhos de fazer) e acabei liberando o troféu de todas as side quests.

    Agora só falta 5 troféus, espero que até próxima semana dê para fazer tudo.

    (Melhor vestido é esse azul da Tifa e.e)

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      natnitro · about 1 month ago · 3 pontos

      A parte mais engraçada dessa missão, depois do Cloud dançando com o Andrea Rhodea e ver como ele vestido de mulher ficou a cara da Lightning do XIII... xD

      1 reply
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-04-30 16:09:16 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>A PRÉ HISTÓRIA!</strong><br><br>Algo est
    Chrono Trigger

    Platform: SNES
    13599 Players
    447 Check-ins

    A PRÉ HISTÓRIA!

    Algo está me fazendo rir muito nessa linha temporal. Os NPCs possuem linhas de diálogos muito engraçados e gostei principalmente da ambientação. Esse é sem dúvidas o ponto mais forte de CT é um deleite visual ver todos os cenários e o carinho que o "dream team" teve.

    Tenho a sensação que não deveria ainda está aqui, pois vasculhei todos os cenários e ainda não "trigguerou" nenhum evento do enredo principal. Vou dar uma voltinha em outras eras para ver se algo de importante acontece...

    (Apenas e literalmente 65 milhões de anos atrás kkkkk)

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      hanzy · about 1 month ago · 2 pontos

      Essa parte é muito boa, e a Ayla é bem engraçada também.
      Lendo teu check-in deu uma puta saudade do jogo agora kkkk

      1 reply
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Ayla é awesome. Daqui a pouco ja ta no Vejeta do jogi.hehe

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      noblenexus · about 1 month ago · 2 pontos

      tenho vários prints com as ótimas linhas de dialogo srsrrsrs qualquer hora faço um compiladão

      1 reply
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2020-04-24 09:43:27 -0300 Thumb picture
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    Então....vamos falar de YS !

    Medium 3793102 featured image

    Olá meus amigos e amigas, tudo bem com vocês ??

    Pois bem, faz tempo que eu não faço textão por aqui né, então resolvi redigir esse artigo para comentar um pouco sobre uma série que é, ao mesmo tempo, conhecida e desconhecida por muita gente. Se você é RPGzeiro certamente já ouviu falar de YS, mas se nunca deu uma chance pra série e nem sabe por onde começar...

    Vem comigo !!

    Primeiro numa breve introdução, a série Ys surgiu em Junho de 1987 pelas mãos da Nihon Falcom e de Masaya Hashimoto (diretor, programador e designer) além do roteirista Tomoyoshi Miyazaki , sendo portanto alguns meses mais velha do que Final Fantasy, o primeiro jogo, Ys I Ancient Ys Vanished foi lançado para o PC-8801 da NEC, mas a série até este ano de 2020 passou por vários consoles e pcs domésticos e vamos falar um pouco de cada um deles separando os games pela ordem de lançamento.

    Começando

    Pelo começo claro =D

    1987 - Ys I : Ancient Ys Vanished - PC-8801, Sharp X1, PC-9801, FM-7, MSX2 (1987), Famicom, Master System (1988), MS-DOS, Apple IIGS (1989), Sharp X68000 (1991)

    O primeiro game da série YS conta as aventuras de Adol Christin um guerreiro viajante que está sempre no lugar certo e na hora certa para ajudar. Ele chega até a cidade de Minea e logo é invocado pela vidente Sara que conta a Adol que a terra de Esteria está rodeada por um grande mal adormecido e que a lenda antiga fala de um espadachim forasteiro que chegará até a cidade para salvar o mundo. É revelado que Adol deve buscar por 6 livros com inscrições feitas por sábios da antiga terra de YS, Sara entrega a Adol um cristal para identificação dos livros e aconselha Adol a procurar sua tia em Zepik Village.

    O gameplay de Ys apresenta uma câmera “top-down” onde o jogador tem a visão de cima do mapa, aqui o jogo conta com um sistema de ataque direcional, não existe exatamente um botão de ataque e o jogador deve posicionar Adol para que sua espada bata contra os inimigos causando dano.

    Ys também apresentou um sistema onde a vida do jogador recarrega lentamente caso você deixe Adol parado sem inimigos por perto, esse sistema foi herdado de Dragon Slayer, outro game da Falcom , pai da série Legend of Heroes, que por sua vez, pegou “emprestado” o sistema da série Hydlide.

    A versão de 1991 do Sharp X68000 foi uma das primeiras a usar um primitivo 3d pré-renderizado no sprite de alguns bosses.

    (Obrigado ao @luchta pelo link do OVA,  é possível acompanhar toda a primeira e segunda temporada legendada em PT-BR no canal acima do N.Dias)

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    1988 - Ys II : Ancient Ys Vanished - The Final Chapter - PC-8801, PC-9801, FM-7, Sharp X1, MSX2 (1988) , Famicon (1990), MS-DOS (1994)

    Continuação direta do game anterior, Adol é transportado para a terra flutuante de Ys onde uma garota chamada Lilia encontra-o desacordado e o leva para sua casa em Lance Village, após acordar, Adol resolve encontrar os livros que foram perdidos e entrar na torre de Darm.

    O game usa o mesmo gameplay do anterior e o sistema de “trombar” os inimigos, com a novidade sendo o uso de magias, necessárias para derrotar dois chefes do jogo.

    A versão do MS-DOS de 1994 contava com o anime Ys II Castle in the Heavens, além de alguns conteúdos extras, ausentes nos outros ports.

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    1989 - Ys III : The Wanderers from Ys - PC-8801, PC-9801, MSX2 (1989) , Sharp X68000 (1990), TurboGraphx-CD (1991), SNES (1991 e em inglês em 1992), Famicom (1991), Sega Genesis (1991) , PS2 (2005)

    Se passando 3 anos após o final de Ys II, Adol e seu amigo Dogi encontram uma cartomante que recomenda Dogi a voltar para Redmont sua cidade natal. No caminho Adol salva uma garota, Elena Stoddard, de um ataque de lobos para descobrir que ela é amiga de infância de Dogi, lá eles descobrem que os moradores de Redmont estão sendo atacados por homens estacionados no castelo de Valenstein. Adol então sempre pronto decide ficar em Redmont para ajudar os moradores.

    Ys III abandonou o estilo de câmera top-down sendo um side-scroller, o ataque automático também foi removido e agora o jogador tem um botão para ataques e outros para magias, que retornaram de Ys I e II, mas agora em forma de anéis, o MP também foi remodelado para Ring Power, mas, tem a mesma função.

    As versões de TurboGrafx-CD, SNES, e Mega (Genesis) receberam lançamento oficial em inglês. As versões do Famicon e do MSX2 ficaram só no Japão mas receberam traduções fan-made. Em 2005, licenciada pela Falcom, a Taito lançou um remake do YS III original no PS2, essa versão ficou só no Japão também.

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    1989 - Ys I & II - TurboGraphx-CD (1989/1990) PC Windows (1997 como Complete, 2001 como Chronicles, 2009 no Japão (Complete e Chronicles juntos numa só versão ) e 2013 em inglês), PS2 (2003), Nintendo DS (2008/2009) , PSP (2009/2011), Android&Ios (2015)

    A idéia inicial de Hashimoto e Miyazaki era de que Ys I e II seriam apenas um único jogo, mas de última hora decidiram dividi-los em duas partes. Em 1989 um remake de YS I & II foi lançado no Turbographx-CD, o jogo foi um dos primeiros games em CD-ROM a trazer cutscenes animadas, gráficos melhorados, dublagem e um cd extra com a soundtrack de ambos os games.

    Gameplay e história de ambos os games se mantiveram inalteradas.

    Com o lançamento em 1990 foi a primeira vez que YS II teve um lançamento em inglês, mas a única versão stand-alone dele é a de Android e Ios lançada em 2015, todas as outras só podem ser encontradas no pacote junto com o primeiro jogo.

    A versão de PC lançada a primeira vez em 1997 chamada de Ys Eternal continha vídeos em FMV e gráficos melhorados, em 2001 Ys I & II Complete foi lançada no Japão, em 2013 o PC recebeu Ys I & II Chronicles Plus, a atual versão vendida para o PC na Steam e GOG.

    Ys I & II: Eternal Story , lançado em 2003 no PS2 Japonês, baseado na versão complete do PC de 2001 ainda continha personagens extras na trama.

    A versão do DS foi lançada em 2008 no Japão com os games separados e depois juntos com o nome de Ys DS / Ys II DS Special Box, em 2009 chega Legacy of Ys: Books I & II, a versão em inglês do DS conta com gráficos remasterizados em 3D, som baseado na versão Eternal, e multiplayer para até 4 jogadores, as primeiras tiragens do DS ainda vinham com um cd de soundtrack de ambos os games.

    O PSP recebeu Ys I & II Chronicles em 2009, baseado na versão 2001 Complete do PC, em 2011 a XSeed localizou o game para inglês, quando o jogador inicia um novo jogo ele pode escolher entre jogar a versão de 2001 ou uma com novos portraits de personagens feitos exclusivamente para a versão PSP, além de escolher a soundtrack original do PC-8801, a do PC de 2001, ou um re-arrange exclusivo da versão PSP.

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    1993 - Ys IV : Mask of the Sun - Super Famicom(1993), PS2 (2005), Mobile (2006) e Ys IV: The Dawn of Ys - PC Engine CD-Rom (1993)

    Em 1993 duas versões de YS IV chegaram ao mercado

    Após concluir os trabalhos com Ys III, Hashimoto e Miyazaki saíram da Falcom e fundaram a Quintet (de ActRaiser, Illusion of Gaia e até prestou serviços para a SEGA em Shenmue). Assim a Falcom licenciou a Tonkin House que havia trabalho no port de YS III para o Super Nintendo. de produzir Ys IV: Mask of the Sun no Super Famicom e também a Hudson Soft para produzir Ys IV: The Dawn of Ys para o PC Engine CD-Rom.

    Em Mask of the Sun, que é considerado o cânone de Ys IV (sem contar os remakes que falaremos pra frente), após os eventos de YS II , Adol parte para a terra longínqua de Celceta depois de um convite misterioso

    Em Dawn of Ys da Hudson, vemos Adol voltando para Minea a cidade do primeiro jogo, para rever alguns amigos antes de partir para Celceta. Ambos games compartilham do mesmo plot, cast de personagens e elementos chave, porém Dawn of Ys possuí inimigos diferentes e outros eventos antes dos ocorridos em Mask of the Sun.

    O gameplay voltou a sistema top-down de Ys I e II, incluindo o sistema de trombar com inimigos para matá-los, as magias foram retrabalhadas e agora Adol equipa espadas de vários elementos diferentes para usá-las.

    Em 2005 a Taito, assim como fez com Ys III, portou Mask of the Sun, com o sufixo ~A New Theory, para o PS2. Também atualizando os gráficos do game

    O grupo de fãs Aeon Aegis lançou um patch de tradução para a versão do Snes

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    1996 - Ys V: Lost Kefin, Kingdom of Sand - Super Famicom (1995/1996) PS2 (2006)

    Em YS V, Adol resolve investigar o desaparecimento misterioso de uma cidade inteira chama Kefin no meio do deserto.

    O Quinto jogo é o único jogo da série clássica sem nenhuma localização ou remake oficial até hoje. Ele foi lançado originalmente para o Super Famicom em 1995 e no ano seguinte, em 1996 uma reedição com o sufixo Expert foi lançada, essa versão de 96 continha uma dificuldade a mais.

    Em 2013 o grupo Aeon Genesis também lançou uma tradução fan-made da versão do Super Famicom de YS V Expert.

    Novamente em 2006, a Taito remasterizou Ys V para o PS2, porém o jogo também ficou apenas no Japão.

    O gameplay de YS V mantém a camêra top-down que agora se tornaria padrão na série, ele retira o sistema de trombar com inimigos, e troca pelo de ataque padrão, além disso foram dados movimentos de pulo e defesa para Adol. O Sistema de magias foi novamente refeito, agora Adol precisa carregá-las antes de disparar.

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    2003 - Ys VI: The Ark of Napishtim - PC (2003/2015), PS2 (2005), Mobile (2005), PSP (2006)

    7 ano de hiato trouxeram Ys VI com uma engine nova, dando mais liberdade ao jogador ao controlar Adol, com sprites pré-renderizados em 3D (na versão do PS2 o game é todo renderizado em 3D) e bosses todos em 3D.

    A História começa com o navio onde Adol viajava sendo atacado pela frota de Romun, forçados a navegar por águas desconhecidas, o navio acaba sendo pego numa forte tempestade, enquanto tentava socorrer um companheiro de viagem, Adol é arremessado do navio e arrastado até a costa da ilha de Canaan. Ele é encontrado desacordado pelas sobrinhas do chefe da vila de Rehda, Olha e Isha filha de Rehda que faleceu enquanto lutava contra uma entidade conhecida como “Wandering Calamity”.

    A primeira tiragem do game foi lançada de forma limitada no Japão para o PC, depois das vendas a Falcom relançou o game no mesmo ano com adições como um modo Time Attack onde os jogadores enfrentam os bosses do jogo em ordem e duas novas dificuldades, porém a Falcom nunca lançou um patch que adicionasse as novidades para os compradores da primeira versão.

    Em 2005 a Konami portou o game para o PS2, esse foi o primeiro lançamento de um game da série em inglês desde Ys IIII. A versão da Konami veio com diversas mudanças e melhorias, como a possibilidade de escolher idioma de dublagem (incluindo npcs), e várias novas áreas opcionais conhecidas como “Alma’s Trials”. Adicionou também sequências de FMV, e alterou todos os sprites para polígonos em 3D, o que possibilitava mudar a aparência de Adol conforme sua armadura equipada. Entretanto a Konami removeu o sangue e o gore do jogo para que ele não recebesse uma classificação muito alta dos órgãos regulamentadores.

    Em 2006 a Konami novamente, lançou a versão do PSP, sem muitas das melhorias feitas no PS2, mas mantendo a remoção do sangue e do gore. Mas a versão do PSP recebeu uma galeria de imagens e novas quests.

    A versão mais recente completa de YS VI é a lançada em 2015 no PC, via Steam e GOG.

    2005 - YS : The Oath in Felghana - Windows PC (2005/2012), PSP (2010/2011)

    Ys The Oath in Felghana é o primeiro remake da nossa lista. Expandindo a história e se tornando o cânone de Ys III.

    O enredo do jogo é o mesmo de Ys III The Wanderers from Ys, mas Oath in Felghana apresenta alguns novos mapas e personagens dando mais profundidade a trama.

    O gameplay, agora consolidado em YS VI, se manteve o mesmo, porém melhorias foram feitas, para que o foco fique na ação e não no gerenciamento de itens e equipamentos. Os itens de cura e de aumento de status não são mais carregados e equipados pelo jogador, e sim dropados de inimigos na forma de pedras que quando coletadas aumentam uma barra dando mais ataque, experiência ou pontos de defesa, cabe ao jogador manter o ritmo dos combates para que o medidor não esvazie.

    O jogo foi lançado em 2005 no PC , e recebeu um port em 2010 para o PSP, a XSeed lançou o game no ocidente para o PSP no mesmo ano, para baratear o custo de uma tradução, ela comprou e melhorou uma tradução de fãs que havia sido lançada para a versão do Windows. Em 2012 foi a vez da XSeed trazer a tradução para os PCs, acrescentando conquistas e leaderboards, Em Fevereiro de 2020 a XSeed lançou um patch que adicionou na versão Steam e GOG, a dublagem em inglês que só existia no PSP, além de incluir como bônus a opção de escolher a soundtrack original de YS III do PC-8801 ou do Sharp X68000.

    2006 - Ys Strategy - Nintendo DS (2006)

    O primeiro Spin-Off da nossa lista é solenemente ignorado por boa parte da fan-base da franquia. O game de estratégia em tempo real foi produzido pela Future Creates e publicado pela Marvelous no Japão e pela Rising Star na Europa e Austrália, saiu exclusivamente para o DS.

    2006 - Ys Origin - Windows PC (2006/2012) , PS4 (2017), PS Vita (2017), XBOX One (2018)

    Enquanto a catástrofe Ys Strategy era lançada por outra empresa, a Falcom lançava Ys Origin para o PC em 2006.

    O game é um prequel direto de Ys I, como o título sugere e conta a história das Deusas gêmeas Reah e Feena e o surgimento da Torre de Darm...

    Era uma vez uma terra extremamente próspera chamada Ys, governada pelas deusas gêmeas Reah e Feena e seus seis retentores sacerdotais. Era um verdadeiro paraíso, com todos os seus residentes capazes de realizar milagres à vontade através do uso de magia - um poder concedido a eles por um artefato sagrado conhecido como Black Pearl. Um dia, sem aviso prévio, enormes demônios marcharam sobre a terra, trazendo morte e devastação. Seu número e força eram demais para os cavaleiros e feiticeiros de Ys lidar, então as pessoas procuraram abrigo dentro de seu templo mais sagrados, no topo da montanha mais alta. Em uma tentativa desesperada de manter essas pessoas seguras, as Deusas gêmeas usaram o poder da Pérola Negra para arrancar este templo do chão e elevá-lo aos céus, longe da ameaça crescente abaixo.

    Os demônios foram determinados, no entanto. Eles ergueram uma torre enorme a partir da qual foram lançados mais ataques, trazendo a batalha aos céus. Uma guerra total havia começado, com forças concentradas no Santuário de Salomão acima e na Torre do Diabo abaixo. E foi no meio desse caos que as deusas gêmeas desapareceram no calar da noite. Ninguém foi informado sobre sua partida - nem mesmo os Seis Sacerdotes que os serviram. Parecia claro que eles voltaram à superfície, mas ninguém sabia exatamente o porquê. Só uma coisa era certa: sem as deusas, Ys não poderia sobreviver. Com a intenção de encontrar suas divindades desaparecidas, os Seis Sacerdotes organizaram um grupo de busca dos cavaleiros e feiticeiros de elite do país. A esses soldados foi dada uma única missão: garantir a segurança de Reah e Feena e trazê-las de volta ao Templo de Salomão, Mas nos restos desolados e arruinados de Ys, há apenas um lugar para onde eles poderiam ter ido ... a própria Torre do Diabo.

    Ys Origin utiliza o mesmo motor e gameplay de Oath in Felghana, dessa vez temos três protagonistas diferentes. Yunica Tovah uma aprendiz de cavaleiro filha do comandante morto em combate Saul Tovah, Hugo Fact um feiticeiro da casa Fact poderoso com magias, e Toal Fact irmão de Hugo, antes um honrado cavaleiro, corrompido pelas forças demoníacas.

    O jogador só libera o verdadeiro final após terminar o game com Toal, para isso ele deve passar pela história de Yunica ou Hugo antes, todas apresentam complementação uma para a outra.

    Ys Origin foi lançado no PC em 2006 para o Windows XP, usuários que compraram a primeira tiragem de lançamento puderam então pedir um disco bonus adicional que trazia duas novas dificuldades, além de modos Arena e Time Attack, a possibilidade de jogar com Adol nesses modos, além de novas versões para os três protagonistas. Foram lançadas 3 edições de upgrade do game, uma para Windows Vista, mais tarde para o Windows 7 e novamente para o Windows 8 no Japão. Em 2012 a XSeed lançou em inglês na Steam o game com todo o conteúdo, além de conquistas, suporte a widescreen e salvamento em nuvem, também foram lançadas versões para o GOG e Humble Store.

    Em 2017 foi a vez da DotEmu lançar o game no PS4 e PS Vita, a versão é a mesma da XSeed de 2012. E em 2018 essa versão também foi lançada para o XBOX One, sendo o primeiro jogo da série a pintar no console da Microsoft.

    2009 -YS Seven - PSP (2009/2010/2013), PC Windows (2012/2017)

    Adol e Dogi chegam ao reino de Altago na busca por novas aventuras. Enquanto exploram a cidade, eles enfrentam problemas tentando salvar duas irmãs que estavam sendo perseguidas pelos Cavaleiros da força do exército de Altago. Eles são jogados na prisão, mas graças à sua reputação de aventureiros, eles recebem um pedido do rei para ajudá-lo a investigar alguns terremotos estranhos que vinham acontecendo recentemente, pois seus homens não foram capazes de encontrar nada. No caminho, eles descobrem que os Cinco Dragões estão despertando mais uma vez para evitar uma grande catástrofe, emprestando seu poder a Adol para ajudar a pará-lo.

    Ys Seven apresentou a nova, e atual, gameplay da série.

    Nos games anteriores os jogadores tinham que alternar entre armas elementais ou tipos de magias para causar danos a monstros e chefes. Em Ys Seven os tipos de armas são usados para determinar se o dano é aprimorado ou minimizado. Armas cortantes causam dano aprimorado a inimigos moles. Armas de ataque causam dano aprimorado a inimigos duros e blindados. Armas perfurantes causam dano aprimorado a inimigos voadores, inimigos leves e / ou inimigos ágeis. Se um inimigo que não seja um chefe tem uma fraqueza contra um tipo de arma, ele sofrerá uma quantidade insignificante de dano ou nenhum dano de ataques que não correspondam a essa fraqueza. Também existem inimigos que não são fracos ou fortes contra nenhum tipo de arma; portanto, todas as armas causarão quantidades normais de dano de qualquer tipo de arma.

    Ys Seven também introduziu o sistema de party a série. Enquanto um personagem é controlado pelo jogador os outros dois membros são controlados pela IA e é possível definir como eles atacam. Todos os personagens jogáveis, exceto Adol, devem usar armas que se encaixam em um tipo de dano atribuído a esse personagem, enquanto Adol pode usar espadas que geralmente são atribuídas a qualquer um dos três tipos de armas. Por exemplo, Dogi só pode usar armas de soco, que causam danos significativos nos inimigos mais duros.

    Derrotar inimigos com o ataque a qual eles são fracos, rendem pontos de SP, que permitem ao jogador usar as novas habilidades de cada personagem; As habilidades são ensinadas usando armas diferentes e permanentemente aprendidas atingindo um certo nível de proficiência naquela Skill, permitindo que a habilidade seja usada com qualquer arma que o personagem use. O uso adicional de uma habilidade permite que o usuário a aprimore. Há também um medidor extra que, quando preenchido, permite que o personagem realize um super ataque.

    Também foi adicionado sistemas de esquiva e bloqueios perfeitos, que quando realizados no tempo certo podem atordoar inimigos, ou deixá-los em câmera lenta por alguns segundos

    O game foi lançado em 2009 no PSP Japonês, depois em 2010 em inglês na América e Europa e em 2013 na Austrália. Nesse meio tempo em 2012 a China recebeu uma versão de PC e em 2017 a XSeed lançou na Steam a versão em inglês.

    2010 - Ys vs Sora no Kiseki ~Alternative Saga - PSP (2010)

    Nosso segundo e último spin-off da lista, dessa vez produzido pela própria Falcom e lançado exclusivamente para o PSP Japonês em 2010.

    O game é um Crossover Fighter, com câmera top-down e mistura personagens das séries da Falcom, especialmente Ys e Trails in the Sky, mas também estão presentes personagens como Jurio e Cris the Legend of Heroes II Prophecy of the Moonlight Witch, Dela de Brandish e Gurumin da série homônima como support characters.

    O game tem um modo história com 5 dificuldades e podem ser jogador em até 4 pessoas, cooperativa ou competitivamente.

    2012 - Ys: Memories of Celceta - PS Vita (2012/2013/2014), PC Windows (2015/2018), PS4 (2019/2020) 

    Em Celceta, temos Adol chegando a cidade de Casnan com aminésia por motivos deconhecidos, ele logo encontra Duren, um informante que diz conhecer Adol de longa data. Após eventos iniciais, sabendo da chegada de Adol na cidade, a General Griselda, governante da cidade, contrata Adol e Duren para que ambos mapeiem a floresta de Celceta que rodeia a cidade de Casnan.

    Enquanto tentam recuperar as memórias de Adol, os dois aventureiros encontram muitos aliados e inimigos durante a aventura.

    Celceta utiliza a mesma gameplay de Ys Seven com refinamentos aqui e ali.

    Lançado originalmente em 2012 no Vita Japonês, Memories of Celceta é o remake cânone de Ys IV Mask of the Sun. O jogo depois doi lançado em inglês para o Vita em 2013 e em 2014 na Europa e Austrália, a versão do PC foi lançada na China em 2015 e em 2018 na versão americana da Steam, foi o ultimo port de Ys até então, feito pela XSeed.

    O jogo chegou em Japonês ao PS4 em 2019. E tem data de lançamento em inglês para o dia 15 de Maio.

    2016 - Ys VIII: Lacrimosa of Dana - PS Vita (2016/2017), PS4 (2017), PC Windows (2018), Nintendo Switch (2018), Ios (2020)

    Adol está em um navio de passageiros chamado Lombardia indo de Xandria para o continente da Erésia. No entanto, o navio é atacado nos arquipélagos do mar de Gaete por uma criatura gigante e afunda, e quando Adol acorda, ele percebe que desembarcou na costa de uma ilha amaldiçoada conhecida como Ilha de Seiren. Em sua busca por outros sobreviventes, ele se une à nobre Laxia von Roswell e ao pescador Sahad Nautilus para ajudar seus colegas náufragos a sobreviver e encontrar uma maneira de sair da ilha. Ao mesmo tempo, ele quer descobrir o que está por trás de seus sonhos sobre Dana Iclucia, uma garota misteriosa de uma era pré-histórica que aparentemente tem uma conexão com a ilha de Seiren e o destino de Adol.

    A equipe de Adol é logo expandida para incluir Hummel Trabaldo, um transportador que era passageiro na Lombardia, e Ricotta Beldine, moradora da Ilha de Seiren. Enquanto explora a ilha por náufragos adicionais, Laxia observa que as criaturas da ilha são diferentes de tudo o que é conhecido no mundo exterior. Citando a pesquisa acadêmica de seu pai, ela conclui que os monstros são um grupo extinto de animais conhecido como Primordiais. Outras explorações no norte da ilha levam o grupo às ruínas de uma civilização antiga conhecida como Eternia, cujos moradores possuíam um poder conhecido como Essência. É aqui que a party descobre Dana, acordando de um sono profundo, dizendo ao grupo que ela é a última dos eternos, mas não sabe por que, nem por que ela está viva na era atual, pois sofre de amnésia.

    O Gameplay de praxe se manteve o mesmo de Seven e Celceta, com a adição do Break um novo recurso que gira em torno de acertar inimigos com um ataque de seu atributo de fraqueza, fazendo com que eles entrem no status Break. Quando no status de quebra, o inimigo fica fraco contra todos os três atributos (Slash, Hit e Shoot). Além disso, o status Break pode fazer com que os monstros dropem itens raros e também derrube inimigos voadores, entre outros bônus.

    Ys VIII foi lançado originalmente em 2016 no Vita para o Japão e um ano depois em inglês e também na versão PS4 (Japonês e Inglês). Em 2018 o game foi lançado na Steam para PC e também no Nintendo Switch, Ys VIII foi o retorno dos games da série principal aos consoles da Nintendo, o último havia sido Ys I & II em 2009 no DS

    A localização em inglês que dessa vez ficou a cargo da Nis America, sofreu inúmeros atrasos e mesmo depois disso teve sérios problemas de textos mal traduzidos e problemas de desempenho, a empresa corrigiu quase todos os problemas originais do game apenas esse ano de 2020.

    2019 - Ys IX: Monstrum Nox - PS4 (2019)

    Ys IX: Monstrum Nox ocorre em Balduq, nordeste de Esteria, na região de Gllia, sob o controle de Romun. Balduq é conhecida como 'a cidade prisional' por suas grandes instalações prisionais dentro da cidade e sua arquitetura com muros altos como resultado de ser construída sobre a era fortificada. Além disso, a cidade é um importante elo de transporte na região, resultando em uma grande variedade de pousadas, bares e centros comerciais. Nos anos mais recentes, instalações públicas como teatros e banhos também estão começando a ser desenvolvidas.

    Nos últimos anos, rumores de seres chamados "Monstrum" começaram a aparecer, criando uma enorme confusão com seus moradores. Diz-se que os Monstrum possuem habilidades sobrenaturais únicas, algumas delas parecem ajudar os pobres e desamparados, outras são foras-da-lei e não são boas. Ditos rumores resultam nos aldeões ficando assustados e desconfiados deles.

    A prisão de Balduq, localizada na periferia da cidade, supostamente é a maior prisão do império Romun. Originalmente, era uma fortaleza construída para proteger a fronteira de Romun, e mais recentemente foi reaproveitada como uma prisão. Apresentando apenas uma entrada através de uma ponte levadiça e cercado por paredes rochosas íngremes e fossos profundos, é considerado inevitável. Os habitantes da cidade não consideram as instalações da prisão em alta consideração, pois as instalações também são usadas para deter críticos do império, assim como detém presos políticos.

    Adol e Dogi são presos em Balduq acusados do desaparecimento de uma frota militar de Romun enquanto navegam pelo Oceano de Atlas, saindo de Altago

    Ys IX é o mais recente jogo da série, lançado até agora apenas no PS4 Japonês. Segundo a sinopse, a história do game pode se passar após os eventos de Ys Seven.

    A Falcom já revelou estar trabalhando na localização do jogo em inglês (possivelmente PS4, Switch e PC).

    Muito obrigado a você que chegou até aqui e até a próxima !!

    Ys IX: Monstrum Nox

    Platform: Playstation 4
    6 Players

    56
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Alem de autoridade em Nep Nep e borderlands daqui, agora é Doutor em Ys tbm senpai. É muita graduaçao

      6 replies
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      luchta · about 1 month ago · 2 pontos

      Muito bom texto, podia ter me marcado, curto saber sobre a franquia. E tinha muita coisa ai que eu não sabia (é li tudo). Que falta faz mais brasileiros fazerem artigos e vídeos sobre essa franquia.

      2 replies
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      speedhunter · about 1 month ago · 2 pontos

      Vou compartilhar aqui para ler já já. Ys é like instantâneo meu!

  • speedhunter Renan Loiola
    2020-04-28 23:45:52 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>As primeiras 7 horas...</strong></p><p>I
    Chrono Trigger

    Platform: SNES
    13599 Players
    447 Check-ins

    As primeiras 7 horas...

    Interessante que até agora sinto que o jogo não engrenou. A pixel art é linda, o combate é muito refinado e evoluído (comparado a outros JRPGs do dos 16 bits), mas sinto que o enredo até aqui é a famosa "receita de bolo com chocolate quente da vovó".

    Não que isso tenha sido algo negativo, mas a essa altura do campeonato eu esperava algo mais ambicioso por parte do storyboard. Em poucas palavras, tem sido o oposto do que senti nas primeiras horas de Final Fantasy VI.

    (Esse lugar é uma espécie de QG dimensional. Curiosamente, eu já esperava que tivesse algo do tipo).

    29
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      jcelove · about 1 month ago · 4 pontos

      Puxa Speed, primeira vez no Chrono? Em 7 horas vc ja foi no passado já foi no futuro, já viu o apocalipse e ta lutando pra impedi-lo e ainda não empolgou? Ai fica dificil.hehe

      Talvez seu amor pelo 6 esteja criando essa sensação/necessidade de provar que o ff ffavorito da galera das antigas é superior.

      O enredo de chrono não é mirabolante, mas é redondinho e bem amarrado, em se tratando d eum enredo com viagem temporal é um feito enorme.
      Basicamente ele criou a receita de bolo dos rpgs com viagem no tempo.

      Esse hub ai é literalmente o fim do tempo onde as eras se conectam e ele não passa, era uma coisa extremamente incomum nos jogos de 16bit. Hub dimensional é no chrono cross, aqui é só viagem no tempo.hehe

      7 replies
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      santz · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu me lembro de ter ficado chocado quando fui para o futuro. Tudo destruído e a galera passando fome, mó da hora. Mas ainda tem muita coisa par acontecer. Se tu conseguiu fugir de spoilers, vai se surpreender mais pra frente.

      2 replies
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      andre_hirosaki · about 1 month ago · 3 pontos

      Chrono trigger é um delicia de jogar. No começo é lento msm relaxa. Quando liberar todas as eras e poder ficar zanzando para lá e pra cá o jogo vai ficar bem mais legal.
      A versão de ds tem conteúdo extra muito legal. Tenta ver se continua por essa.

      1 reply
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-04-25 23:54:44 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>platina meio chata...</strong></p><p>O q
    Final Fantasy VII Remake

    Platform: Playstation 4
    435 Players
    189 Check-ins

    platina meio chata...

    O que tá me lascando na platina é só poder sair do capítulo se concluir ele. Ter que repetir o capítulo 9 (mercado murado, o arco que mais odeio) múltiplas vezes, tá me deixando boring pakas.

    Espero que a Square mude isso com alguma atualização.

    19
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      hanzy · about 1 month ago · 2 pontos

      Pior que eu vi muita gente que curtiu muito o jogo não platinando, deve ser meio chato mesmo.

      1 reply
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      andre_hirosaki · about 1 month ago · 2 pontos

      Será q em 2030 na geração do ps6, quando sair uma coletânea final fantasy vii-1, vii-2 e vii-3 num disco só vai ter um triplo troféu de platina?

      3 replies
  • cris_ds Cris DS
    2020-04-24 20:39:36 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Promoção

    Tá por R$8,75 na psn (até 08/05/2020), sei lá se vale isso, mas pra quem tava querendo...

    Omega Quintet

    Platform: Playstation 4
    68 Players
    10 Check-ins

    22
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      _gustavo · about 1 month ago · 3 pontos

      É bom o jogo, mesma engine do Fairy Fencer F, mas focado em um grupo de cantoras e tals, o sistema de combate é o padrão da Compile e IF, similar a Neptunia, postei uns check-ins na versão do PC 2 anos atrás aqui
      http://alvanista.com/_gustavo/posts/3584971

      2 replies
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      little_buster · about 1 month ago · 2 pontos

      mano, essa promoção de jogos do japão da psn vai me falir

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      speedhunter · about 1 month ago · 1 ponto

      Vou comprar só por comprar kkkkkkkkk

  • speedhunter Renan Loiola
    2020-04-23 21:57:22 -0300 Thumb picture

    Square Enix? Vagrant Story merece uma continuação!

    Medium 3793034 featured image

    Sempre que falamos sobre RPGs japoneses, é quase impossível não lembrar da marcante época de ouro do PlayStation 1. Uma era onde esse gênero foi agraciado por diversos títulos impressionantes e com grande impacto na indústria. Não obstante, falar sobre Final Fantasy VII, Grandia, Valkyrie Profile, Legend of Mana, Xenogears e dentre outros clássicos que tiveram grande repercussão, se torna algo tão prazeroso e renderia diversas horas de conversa entre dois ou mais entusiastas em um fórum, grupos de redes sociais ou até mesmo com seu amigo ou colegar de bar.

    Essa "magia" era algo tão surpreendente, algo tão místico, que não é difícil encontrar saudosistas (me incluo nesse grupo) pela internet. A surpreendente era dos anos 90, levaram os JRPGs a altos patamares de crítica e público, mesmo com diversas limitações técnicas da época, o que não impedia e não tirava o brilho e a admiração dos brilhantes olhos que atentavam cuidadosamente para as telas de tubo, sejam de locadoras ou dos mais agraciados que possuíam o cobiçado PS1. Em meio há tantos lançamentos importantes e ainda nesse intervalo de tempo (1990-2000), a SquareSoft lançava no ano de estréia do segundo milênio um dos seus projetos mais obscuros e ao mesmo tempo ousado, o Phantom Pain, ou como conhecemos, Vagrant Story.

    Minha experiência particular:

    Ainda com pouca idade e sendo uma criança de origem humilde, minha curiosidade por JRPGs começou bem cedo e certamente se solidificou na adolescência. Era comum ver blockbusters como Final Fantasy VII nas locadoras, ficava intrigado como eles eram "diferentes" de outros títulos que a maioria se aventurava, mesmo sabendo que aquilo era complexo demais para meu gosto. Anos mais tarde (2003) um amigo me relatou que tinha comprado um jogo e que não conseguia entender como funcionava o combate e que já tinha tentado diversas vezes derrotar um "minotauro" e não conseguia, pois sempre morria para o mesmo.

    Alguns dias depois tive oportunidade de ir em sua casa e lá estava ele, com sua TV CRT da Sharp de 14 polegadas empoeirada, ao lado, um Playstation FAT amarelado, rodando aquele peculiar e vibrante Vagrant Story. A medida que ele estava explorando, eu só conseguia estranhar mais e mais, era algo tão diferente do que eu estava acostumado ver. Aquele circulo holográfico indicando posicionamento de combate, um menu com navegação complexa e poucos recursos para enfrentar as diversas ameaças que você iria encontrando... resetamos o aparelho e decidimos experimentar outra coisa pela obvia e clara falta de compreensão e limitação de aprendizado da idade.

    Depois de um longo dia de diversão, fui para a casa e o bendito "diferentão" não saia da minha mente. Eu honestamente fiquei curioso o que aconteceria depois que o Minotauro fosse devidamente eliminado, essa curiosidade só foi sanada no ano seguinte, quando por ironia do destino, o console desse mesmo amigo foi parar em minhas mãos(ele comprou o badalado PlayStation 2 e acabou me vendendo seu PS1 de guerra). E finalmente, minha hora de mergulhar no mundo de Ivalice, especificamente no reino de Valendia tinha chegado! Agora era somente eu e o Ashley Riot contra a cidade demoníaca de Léa Monde.

    (Minha falecida TV, mas o PS1 ainda se mantém firme e forte!)

    Dificuldade exagerada ou curva de aprendizado?

    Do ponto de vista de uma criança, o clássico de Yasumi Matsuno é algo inconcebível. Eu acredito que foi uma longa caminhada até a finalização e isso demorou cerca de um ano, pois eu não tinha acesso a nenhuma revista e internet era artigo de luxo mesmo em 2004. Foram Diversas frustrações, incluindo se perder na confusa SnowFly Forest ou morrer diversas vezes para chefes de forma brutal e quase que sem chance de defesa. Até eu compreender que aquilo seria um desafio acima de tudo o que eu já tinha jogado, demorou mais de um mês de jogatina intensa (época boa que tempo não era problema), então, eu passei a respeitar cada inimigo que eu via pela frente, tratando todos eles de forma precavida e não subestimando nenhum comando da IA do jogo. É por isso que Vagrant é tão especial para mim, pois foi o primeiro entretenimento eletrônico que respeitei, assim ganhando experiência de jogador para encarar a dura curva de aprendizado e o complexo sistema de crafting do jogo, no qual até hoje não domino 100%.

    É fato que devido a esse alto desafio, o jogo foi considerado por muitos como algo de difícil aprendizado, principalmente quando comparado aos seus concorrentes da sua própria época de lançamento, como Final Fantasy IX e Chrono Cross. Muitas pessoas sequer consideraram a fantástica narrativa que envolvia aquele universo e mesmo com fãs mais assíduos de Final Fantasy Tactics, poucos eram os que sabia que ambos os jogos se passavam no mesmo universo apesar de épocas distintas. A complicada aprendizagem aliada a um sistema de combate nada convencional, comparando com os JRPGs da época foi sem dúvida o que afastou muita gente, até mesmo os hardcores da época.

    (Ao contrário da série Final Fantasy e do Metal Gear Solid,  Vagrant é voltado para jogadores hardcore ... ele não deve ser comprado com a expectativa de um Final Fantasy ou Metal Gear Solid).

    Vagrant Story estava muito a frente de seu tempo!

    Apesar de algumas críticas sobre mecânicas internas no jogo, nota-se que o título levou o PS1 ao limite no que tange a capacidades técnicas do console. Detalhes e texturas eram o que tinham de melhor naquela época, pouquíssimos produtores conseguiam fazer expressões faciais com o mesmo nível de profundidade do classic cult da SquareSoft. Era tão primoroso a ponto de não precisar de nenhuma CG. Todas as cutscenes eram feitas no próprio motor gráfico do jogo, diferente de outros clássicos da Square que usavam cutscenes com computadorização gráfica para mostrar cenas de impacto. Apenas a intro inicial do jogo tinha uma belíssima CG com a sacerdotisa de Müllenkamp dançando e o Ashley Riot preparando algumas armas para o combate.

    Mas não era apenas a qualidade gráfica que era um chamativo, existiam múltiplos fatores que tornavam a jornada de Léa Monde algo único e especial (e como dito em parágrafos anteriores, um tanto confuso) era o sistema de afinidades e evolução do personagem. RPGs japoneses tradicionais geralmente eram feitos com base em um grupo de heróis ou como muitos conhece, a famosa party member. Em Vagrant Story, a jornada é feita completamente do inicio ao fim apenas com o nosso lendário agente secreto de elite Ashley, tornando todas as ferramentas de evolução focada apenas em um personagem e isso teve uma atenção especial pela a produção, tornando ainda mais profunda a evolução de status.

    Não existe level, pontos de experiências ou item/equip shops. Tudo foi projetado para que o protagonista tivesse uma trilha solitária, ao invés disso, todo o sistema de progressão de atributos giravam em torno de melhoramento de equipamentos e armas, dependendo do tipo de inimigo que iria enfrentar, ou seja, se sua arma tiver com bons pontos em tipo "humano" e você se depara com algo do tipo "besta" o jogo obriga o jogador se preparar para esse tipo de combate usando outra arma que tiver uma melhor afinidade contra aquele tipo em especifico. Isso aumentava drasticamente a dificuldade, pois não bastava fazer um simples grinding para avançar, era necessário se preparar para os mais variados tipo de situação. Obviamente, existem diversas nuances que tornavam ainda mais único como as chains abilities e Break Arts, porém, a mais notável era sem dúvidas a forma de upgrade do arsenal de Ashley, concluindo que até hoje nunca vi nenhum sistema de RPG japonês ou ocidental que sequer se assemelha.

    (A modelagem de personagens para Vagrant era uma luta constante contra especificações altas. O número máximo de polígonos permitidos para manter uma taxa de quadros de 30 quadros/s é de aproximadamente 3000 - e todos os mapas e caracteres são polígonos. Quando vários caracteres aparecem em um mapa, o número de polígonos necessários para cada modelo era de cerca de 300).

    O esquecimento:

    Apesar de mais acertos do que erros, a propriedade intelectual da Squaresoft vendeu aproximadamente de 1 milhão de cópias (algumas fontes sinalizam 900.000, mas é provável que essa quantidade esteja defasada, pois o último dado é de 2003). Esse número não representou um "sucesso comercial" perante a empresa e ficou bem abaixo das expectativas mesmo alcançando nota máxima na criteriosíssima e conceituada Famitsu (40/40) e excelentes notas na IGN (9.6/10) e GameSpot (9.6/10). Ainda se tinha um agravante que contribuiu com as fracas vendas: aquele era o ano de entrada do PlayStation 2, onde a maioria do público já estava com a atenção para a nova plataforma da Sony, certamente causando a falta de interesse da produtora em sequer cogitar uma sequencia ou sucessor espiritual, transformando a fantasia sombria em um absoluto classic cult.

    Versões de PlayStation Portable (PSP) e PlayStation 3 foram portadas para as plataformas em 2009, sem nenhum tipo de melhoria gráfica ou adição de conteúdo em relação ao jogo original. No aniversário de 20 anos de lançamento (10/02/2000), tivemos um anuncio de action figures comemorativas de Ashley Riot e Sydney Losstarot, que continuam sem data de lançamento, porém, como todos sabemos esse tipo de produto costuma sem bem inacessível em preço e com quantidade de fabricação limitada. Tristemente não temos nenhum tipo de sinal para port ou remasterização para plataformas modernas, deixando fãs e a própria obra no profundo limbo do esquecimento.

    (Não era melhor um remaster do que lançar action figures Square Enix?)

    Uma fagulha de esperança?

    Todos esses anos me ensinaram não ter nenhum tipo de esperança por nenhuma desenvolvedora. Seja um pequeno estúdio indie ou uma grande produtora de triple A (AAA), todas em algum momento já decepcionaram a fanbase. Esperar algo que não há nenhum tipo de interesse da Square, ainda que seja um simples remaster moderno, evita alimentar "algo que não se pode esperar".

    Independente de vivermos em uma era onde nunca se houve tanta acessibilidade a jogos de diversas plataformas, o desejo nostálgico é pulsante e vivo para aquilo que foi marcante e edificou sólidos alicerces para futuros JRPGs de alto nível narrativo serem experimentados. Vagrant Story abriu as portas para minha "iniciação" nesse gênero e apesar de não ter sido o primeiro que joguei, foi sem dúvidas o principal ponta pé que me fez admirar e apreciar títulos mais desafiadores.

    Navegando pelo twitter comecei acompanhar todas as postagens de Yasumi Matsuno. É engraçado acompanhar uma fração da vida pessoal de alguns produtores, mesmo com a barreira linguística, novas tecnologias permitem uma tradução básica (ainda que imprecisa). Dos gatinhos de estimação à paixão por vinhos e camping, as redes sociais do lendário produtor da Square pouco se é falado de jogos ou até mesmo obras próprias. De uma forma não muito constante, Matsuno comenta brevemente sobre alguns freelances e pequenos trabalhos de sua autoria e em raríssimas oportunidades, responde fãs sobre diversas dúvidas sobre a Ivalice Alliance (FFXII,FFT e Vagrant Story), assim como algumas curiosidades do processo de desenvolvimento desse jogos.

    Em uma dessas ocasiões perguntei se ele tinha o desejo de produzir uma continuação para Vagrant Story, caso fosse lhe dado um alto orçamento por parte da Square e para minha surpresa, obtive a seguinte resposta:

    (Seria outro personagem. Bem ... coloquei apenas um prólogo na proposta que escrevi anteriormente. (Eu não posso traduzi-lo no meu inglês ruim, então por favor faça isso!)

    Quando vi algumas notificações no Twitter, eu não acreditei que ele tinha sido respondido pelo Yasumi! Não apenas isso, mas pela primeira vez ele me respondeu com um prólogo do que seria a continuação de Vagrant Story! Não compreendo absolutamente nada de japonês, mas devido a repercussão (O twitter sempre mostra notificações e interações no feed) outros seguidores ficaram empolgados em saber o que estava escrito naqueles kanjis. Dois usuários (@hiansphere e @skylarkhighline) traduziram o prologo do japonês para o inglês:

    "Jack o Rastreador" é um homem misterioso. Sua taxa de sucesso na busca de pessoas desaparecidas e fugitivos fica entre 9 de cada 10 procurados, que torna-o "veterano" em seu oficio. Ele era especialmente hábil em descobrir o "alvo" entre as pessoas que se recusam a fornecer qualquer informação. Jack era famoso como o "afiado".

    O calibre do conjunto de suas habilidades eram inquestionáveis.

    "Um homem de intuição determinada - Jack tinha padrões avaliativos imutáveis.

    Muitos clientes procuram os serviços de alguém como eu em decorrência desses sentimentos. O ímpeto que possuo para realizar qualquer tarefa.

    - "O fato de você ter chegado a esse lugar prova seu potencial. Não se preocupe, eu sei tudo: você tem o " poder "que os outros não possuem. O poder que permite" ler a mente dos outros ". O mesmo poder que sua mãe tinha, Jack - ou melhor, Margot Merlose.

    E isso foi tudo o que o alvo falou:

    Quem é ele ou melhor ainda, O QUE é esse homem?

    - "Eu? Meu nome é Joshua, o atual mestre da casa do duque Bardorba. Deixe-me explicar o trabalho real que quero oferecer ー"

    -

    O curioso prólogo do Yasumi Matsuno gera uma "explosão mental" em minha avaliação. Daqui podemos concluir que o enredo seria focado no Margot Merlose (filho da Agente Merlose) onde claramente herdaria os poderes mentais da mãe adquirido pelo contato com a "Escuridão" em Léa Monde e Joshua já em idade adulta substituindo o pai que falece nos momentos finais do enredo. É provável que teríamos traições políticas e a volta de outros personagens importantes, ficando claro que seria uma narrativa que se passaria anos depois dos eventos do primeiro jogo. Vale lembrar e é bem claro que isso são somente uma minusculas frações de tudo o que Matsuno desejaria para o jogo. Me parece que tinha tudo para ser algo tão ambicioso como seu antecessor foi.

    Será que isso poderia se tornar realidade um dia? Pela vontade do mestre Yazzmat (seu carinhoso apelido) a resposta é mais que evidente.

    -

    Escrito por: Renan Loiola (SpeedHunter)

    Revisão: Nikaely Fernandes

    Tradução do prólogo para o português: Ben Christensen

    Imagens das citações: Resonant Arc

    Vagrant Story

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      vinicios_santana · about 1 month ago · 4 pontos

      (Não era melhor um remaster do que lançar action figures Square Enix?)
      Mas esses action figures são fodas

      4 replies
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      fonsaca · about 1 month ago · 4 pontos

      Eu ficaria muito feliz com um Vagrant Story 2, puta jogaço o primeiro (sistema de forjas tão hardcore que não entendo até hj, hahaah). Mas pedir para a Square? Se eles nem tem coragem mais de fazer jogos por turnos há anos (exceção da exceção é o Dragon Quest, mas que teve o IX e X que tentaram abandonar o tradicional), quem dirá de um jogo "por turnos" + escolha estratégia de pontos do inimigo? Se vier das mãos deles, com muuuita sorte teríamos ao menos um bom enredo, pq o gameplay viraria ação. Ademais, talvez fizessem algo completamente esquecível como foi com esse sucessor espiritual da série Front Mission que saiu esses tempos.
      Seria mais fácil o criador do VS encampar essa sozinho e criar um novo título pra um próximo jogo da franquia/sucessor espiritual. Aí, creio que seria possível e torço por isso!

      11 replies
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      nikaely_fernandes · about 1 month ago · 3 pontos

      \o

      1 reply
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-04-22 03:23:02 -0300 Thumb picture

    Vagrant Story 2 o.O?

    Boa noite aos amigos do Alvanista! Já faz algum tempo que acompanho o Twitter oficial do Yasumi Matsuno. Criador da Ivallice Aliance (Vagrant Story, Final Fantasy Tactics e Final Fantasy XII). Tenho como VS como meu jogo favorito e nunca pensei que teria uma resposta oficial do próprio criador a respeito de uma possível continuação, já que há anos, nada é feito por parte da Square Enix em relação ao jogo. Não me recordo se ele postou esse prólogo em outro canto, mas pelo que acompanho, não. Então, essa é a primeira vez que o produtor posta sobre o esboço do que seria a continuação.

    Enfim, o que ele me respondeu (lembrando que não tenho conhecimento nenhum em japonês) foi a respeito de um prólogo de uma ideia que ele tinha para o Vagrant Story 2 e que a continuação seria com outro personagem e não o Ashley Riot:

    (Se alguém souber japonês e quiser traduzir, fique a vontade, desde de que coloque a fonte do twitter oficial do Matsuno, onde encontrarão minha pergunta).

    Vagrant Story

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      wilford_fernandes · about 1 month ago · 3 pontos

      e agora josé???? sei nada.... n tem um app que traduz de foto?? acho q tmer um app da google q faz isso...

      3 replies
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      vinicios_santana · about 1 month ago · 3 pontos

      Ali claramente está escrito, kuramas bosai no tekio dess, okaerishimatsu.

      2 replies
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      jcelove · about 1 month ago · 3 pontos

      Rapaz, ta com moral.hehe Revelaçao exclusiva.
      Pena q o Matsuno esta sem depois do fiasco do kickstarter. Em jap ai fica confuso, mas com certeza ele tinha pensado numa continuaçao ma epoca, assim como se pensou muma continuaçao de FFT (o advance e o A2 foram feitos pir outras equipes q eu saiba) mas na pratica é meio impossivel de acontecer ja q a IP pertence a Square e nao a eke e a empresa nao tem interesse nem no jogo e nem em trabalhar com ele privavelmente ja q reza a lenda q eke saiu de la fechabdo as pirtas...

      5 replies
  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2020-04-20 19:06:31 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    Post by supermarkosbros: <p>#img#[702193]</p>

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      rshadowss · about 1 month ago · 3 pontos

      Só tô esperando a BGS cancelar

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      vico · about 1 month ago · 2 pontos

      Corona ou cagaram pro Brasil?

      1 reply
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