speedhunter

Entusiasta de JRPG e fanático por Final Fantasy.

You aren't following speedhunter.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • jcelove José Carlos
    2020-05-25 11:32:40 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    jcelove checked-in to:
    Post by jcelove: <p>O @carlospenajr me avisou que enfim saiu um set
    Vagrant Story

    Platform: Playstation
    2639 Players
    86 Check-ins

    O @carlospenajr me avisou que enfim saiu um set de chievements pro Vagrant no RA e como eu temia conseguiram deixar AINDA mais perverso que o set interno do jogo original 

    Tinha uma fagulha de esperança que olhassem os titles do jogo e fizessem algo mais razoável baseado nele, mas olharam e deixaram aindaa mais maçante.

    Vagrant era um dos poucos jogos do PS1 que vinham com um sistema de "trofeus" internos que ja exibi alguma vezes aqui. Como o Matsuno era cruel tinha umas coisas impossiveis de fazer tipo matar 5000 inimigos de cada classe (em 37 runs só consegui de 2, as outras 6 faltam entre 600 e 3000 ainda...em TRINTA E SETE PARTIDAS) e o de atacar 5000 vezes com cada arma (esse levou anos pq só vala ataque unico, combo não conta, mas consegui)

    Acharam pouco e além desses adicionaram uma porrada de achievement de craft de armas especificas (um saco de fazer) e coisas sem noção tipo terminar o jogo no new game  sem salvar ou sem usar magia, coisas que só speedrun muito habilidoso consegue, OU usando cheat...nem o jogo original pedia coisas assim fora do NG+

    É um set que não tem como fechar em menos d e 10 anos sem usar cheats  hardcore, mataram meu joguinho U_U

    Alguém sabe como converter memory card do epsxe (.mrc) pra ser lido no retroarch? Os cores aqui só reconhecem memory cards com saves de um jogo só e não leem esses que eu tenho.

    Triste que nunca vou conseguir os 200% em nenhum dos meus jogos favoritos do PS1: MGS, RE, Vagrant...o caras perdem a mão na empolgação de fazer desafios.

    40
    • Micro picture
      reasel · about 19 hours ago · 2 pontos

      tenta o MemcardRex

      4 replies
    • Micro picture
      carlospenajr · about 19 hours ago · 2 pontos

      É dureza isso e entendo a frustação, tem jogo que a gente adora mas conseguem deixar o negócio mais chato do que divertido, digo isso pelos Metroids, tem coisa lá que eu nunca vou conseguir sem passar meses dedicado só neles e esquece, não vou fazer isso por causa de 1 conquista...

      6 replies
    • Micro picture
      netogermano · about 19 hours ago · 2 pontos

      Por isso que me importo cada vez menos com essas conquistas, pra qualquer jogo... Só vou atrás quando vejo que é fácil, ou pra prolongar um jogo que estou adorando jogar (Assassin's creed 2 foi o último caso). Mas, muitas vezes, fazer 100% tentar pegar conquistas nos faz odiar o jogo depois disso. Eu mesmo não aguento jogar mario galaxy mais na minha vida, muita gente fica indignado quando eu falo isso. Mas fazer 100% no primeiro mario galaxy foi tão chato que eu fiquei esgotado pro resto da vida. Tentei jogar o 2 4 vezes já, mas, não dá.

      3 replies
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-05-24 21:39:12 -0300 Thumb picture

    Aquisições.

    Depois que decidi investir na coleção de Final Fantasy numerado, lembrar de algumas histórias "engraçadas" é quase impossível de não acontecer. Lightning Returns: FFXIII foi um dos jogos mais esquisitos que já joguei, mesmo assim adorei o jogo com tanta divisão da comunidade a respeito dele.

    Resolvi comprar um outro controle para meu PS3 (em bom estado e por um preço bacana), pois o outro estava ruim e o adaptador de controle de PS2 para PS3 tem algumas incompatibilidades. Agora vai dar para continuar Resident Evil 5 sem maiores problemas.

    E quem quiser saber da minha história triste com LRFFXIII aqui vai o vídeo:

    Lightning Returns: Final Fantasy XIII

    Platform: Playstation 3
    926 Players
    86 Check-ins

    30
    • Micro picture
      andre_hirosaki · 1 day ago · 2 pontos

      adoro demais a saga mais odiada dessa rede tbm. Comprei o FF 13-3 ano passado e até agr ainda no joguei mas vou mudar isso já já.
      E meus pêsames pela sua coleção, sorte q conseguiu outro jogo por um preço beeeeem acessível pq eu paguei uns 150zao num jogo de ps3 em pleno 2019 uahsuahsua

      1 reply
    • Micro picture
      fonsaca · 1 day ago · 2 pontos

      O enredo dos XIIIs é uma confusão só e esse LR é estranho mesmo, mas a jogabilidade é interessante.

      2 replies
    • Micro picture
      kratos1998 · about 23 hours ago · 2 pontos

      Tô pensando em pegar um cintrole original de PS3 tbm, o meu tá com um bug de apertar vários botões sozinhos e o "X" morreu, n tem mais elasticidade. Eu vi de 195 no Meu game usado, confesso q ainda acho caro...

      1 reply
  • clovisalmeida Clóvis Almeida
    2020-05-21 14:03:51 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Death Stranding: subjetividade além da narrativa (review)

    Medium 3800121 featured image

    Muito se ouve sobre "não ser um jogo para todo mundo", quando na verdade deveria ser  "não é para qualquer momento". 

    Death Stranding trata de conexão. Conexão em todos os sentidos que a palavra pode ser empregada. Quando afirmo que não é para qualquer momento, digo porque exige um elo entre jogador e personagem que faz da experiência intimista, emocional e extremamente pessoal que varia de jogador pra jogador. Sam é um protagonista propositalmente vago, com diversas lacunas na personalidade justamente para que possamos preenche-las com nossas características e confrontar os questionamentos pelos quais ele passa com base no nosso eu.

    Death Stranding é também sobre solidão. O que mais o jogo te proporciona é tempo, esse no qual passamos quase que inteiramente sozinho (não esqueci de vc bb), ao som da competente trilha sonora que se encaixam com os cenários, ajuda na imersão e apreciação da paisagem. Gosto de compara-lo com o excelente Journey, que também trabalhava esse aspecto do caminhar sozinho em meio ao cenário distópico e vazio, que somente é quebrado quando a conexão com outros jogadores apresenta algum sinal de que embora pareça, não estamos sozinhos ali. Essa mecânica de ajuda entre os jogadores é a sacada genial do game, onde você se pega olhando as estruturas construídas nos locais e quase que consegue visualizar a jornada diferente que outros jogadores tiveram pra chegar no mesmo objetivo e que por sua vez, ajudam a completar a sua. O sentimento de gratidão com aquele suporte, por vezes involuntário se limita a um "like" e a certeza de que você em algum momento fez o mesmo para ajudar outro. 

    Trilha Sonora: Spotify - Death Stranding by Hideo Kojima

    Os NPCS do game são marcantes. Todos tem narrativas bem elaboradas e desenvolvidas, que justificam suas ações e traços de personalidade. Esses quais são justamente representações dos traços inexistentes em Sam, para que haja esse questionamento por parte daquilo que você insere nele. Mas a âncora da coisa toda é o bb. Não consigo me lembrar de outra experiência in game que possa ter me proporcionado tamanho protecionismo com um personagem que este. O único contato responsivo que temos em meio a já citada solidão, é o laço de desenvolvimento e apego não com o personagem, mas sim conosco. 

    O antagonismo de Death Stranding é tão bem proposto quanto o lore do game no geral. Até mesmo o vilão tem suas justificativas, seus motivos e suas crenças a ponto de dar dualidade em suas ações. Fazendo dos confrontos, verdadeiros embates pessoais para nós. 

    Mecânicas a princípio engessadas, para que a dificuldade do personagem seja sentida pelo jogador e o sistema de progressão faça sentido na concepção de experiência adquirida pelo protagonista. Os combates são emocionantes, fluídos e diversificados. Nada do papo "é um jogo onde você só anda", D.S. tem muita ação e é dosada em momentos e quantidades corretas. A sensação de perigo é real e conforme você avança, cresce e faz com que o gerenciamento de inventário seja algo que esteja na sua cabeça a todo instante.

    Death Stranding é vítima do peso imposto a ele próprio. O exclusivo de peso do playstation 4 em 2019, a obra sem amarras de Hideo Kojima, o diferencial da Sony, etc. Muito foi cobrado e muito foi entregue. Insuficiente pra uns, surpreendente para outros. A única coisa que Death Stranding não pode ser cobrado, é por não inovar. ⭐⭐⭐⭐⭐

    Death Stranding

    Platform: Playstation 4
    466 Players
    141 Check-ins

    28
    • Micro picture
      ike_teshima · 2 days ago · 1 ponto

      Ótimo review !!
      Não vejo a hora para ter essa grande experiência nesse mundo!!

      1 reply
    • Micro picture
      realgex · 2 days ago · 1 ponto

      Taí um jogo que gostaria de jogar no PC, mas meu PC não vai aguentar esse Delivery Simulator...

      1 reply
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2020-05-21 22:42:22 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Hora de falar sobre The Legend of Heroes !

    Medium 3800229 featured image

    Bom dia, boa tarde, boa noite meus amigos e amigas !

    Espero que estejam prontos porque aí vem mais conhecimento rpgístico para vocês ! Eu comentei ocasionalmente no meu artigo sobre Ys que tinha vontade de fazer o próximo sobre uma outra série clássica de JRPGs, não com tantos games assim, mas pouco falada pelo mainstream.

    Mas antes de falar de cada um precisamos voltar um pouco mais no passado para te situar na timeline e falar de Dragon Slayer, o pai dos JRPGs como conhecemos hoje em dia.

    De maneira resumida. A série Dragon Slayer surgiu em 1984 pelas mãos da Nihon Falcom para o PC-88 e foi portada pela Square para o MSX, obviamente passando por vários consoles, de 1985 até 1995 quando o nome foi deixado de lado, mais de 40 games levaram Dragon Slayer aos consoles e PCs Japoneses. Eles foram divididos em séries, três delas muito importantes, a série Xanadu, a série Sorcerian e...The Legend of Heroes.

    A série The Legend of Heroes gerou várias vertentes, ela conta com uma duologia, quando ainda levava o nome de Dragon Slayer, e depois de ganhar sua “independência” trouxe outros 13 games. Vamos lá separa-los e falar um pouco de cada um !

    Boa leitura !

    Alias, colocarei por questões de spoilers apenas o plot inicial de cada game.

    _

    Duologia Dragon Slayer

    Dragon Slayer: The Legend of Heroes – PC-8801 (JP 1989), PC-9801 (JP 1990), FM Towns (JP 1990), MSX2 (JP 1990), Turbo Grafx-CD (JP 1991, ENG 1992), Super Famicom (JP 1992), Sharp X68000 (JP 1993), Mega Drive (JP 1994), PC (KO 1996, JP 1997), Playstation (JP 1998 Bundle com o segundo jogo), Sega Saturn (JP 1998 Bundle com o segundo jogo) .

     O primeiro game da vertente The Legend of Heroes de Dragon Slayer foi originalmente lançado em 1989 para o NEC PC-8801 assim como o primeiro Ys que já falei no outro artigo. Nos próximos anos, também seria portado para o NEC PC-9801, MSX 2, Sharp X68000, Sega Mega Drive, Super Famicom e o TurboGrafx-CD (CD-ROM do PC Engine). Um card-game Dragon Slayer: The Legend of Heroes Barcode Battler também foi lançado pela Epoch Co. em 1992. A versão do PC Engine foi lançada nos Estados Unidos para TurboGrafx-CD e foi o único jogo da série lançado nos EUA até The Legend of Heroes: A Tear of Vermillion, o remake para PSP de The Legend of Heroes IV: Akai Shizuku que falaremos mais pra baixo.

    A versão de 1995 do Super Famicom (o Snes Japonês), foi transmitida para os lares exclusivamente pela plataforma Satellaview com o nome de BS Dragon Slayer Eiyu Densetsu. Em 1998 um remake do jogo foi vendido em um bundle junto ao segundo game, Dragon Slayer: The Legend of Heroes II, esse remake foi lançado no Playstation e no Sega Saturn.

    Em 1996 a versão do PC-9801 foi portada para o MS-Dos pela Mantra e pela Samsung mas apenas na Coréia. Em 1997 essa versão foi então lançada para o Windows 95 e posteriormente 98.

    A soundtrack do game foi composta por Mieko Ishikawa e Masaaki Kawai da Falcom Sound Team JDK. A versão do TurboGrafx-16 recebeu um re-arranged feito por Ryo Yonemitsu, que já havia trabalhado em Re-Arrangeds da série Ys e com a Namco em Megami Tensei I.

    Em algum lugar ao longo do tempo, encontra-se Isrenasa, um mundo abençoado pela paz e tranquilidade. Cercadas por mares de cobalto cintilante, as terras de Isrenasa já foram divididas em cinco reinos: Farlalyne, Wyndgard, Norland, Sordis e Mortavia. Uma noite, o próspero Reino de Farlalyne foi invadido por monstros selvagens. Apesar das probabilidades esmagadoras, Farlalyne conseguiu prevalecer às custas de seus soldados e do rei.

    Sem líder para governar, o barão Drax assumiu o lugar do jovem príncipe Logan, de 6 anos, jovem demais para suceder o trono. Para a segurança do jovem príncipe, ele foi enviado para a cidade do exílio até seu aniversário de 16 anos. 10 anos depois, o adolescente príncipe Logan, criado livremente realizava os preparativos para sua coroação que ocorreria em 2 meses. No entanto, a cidade do exílio foi atacada por monstros, assim como Farlalyne. Logan conseguiu escapar e descobriu a verdade por trás dos ataques de monstros realizados por Barão Drax para usurpar o trono. Em uma jornada com novos companheiros a aventura de Logan começa a recuperar o trono que é seu por direito.

    Com combates por turno no estilo de Dragon Quest onde não vemos o protagonista em batalha apenas os inimigos. O jogo segue a mecânica básica de RPG de se mover pelo mapa, lutando contra monstros para subir de nível e descobrindo dicas dos NPCs. Temos comandos de Atacar, Spells, Defender, Usar Itens, Trocar equipamentos a custo de um turno, Auto Battle, e fugir do combate.

    A party do príncipe ainda consiste de Ethan, um monge, Markus um mago especialista em magias de fogo, Giles um ladrão e Sonia uma garota membro da Resistência contra Drax.

    Dragon Slayer : The Legend of Heroes II – PC-8801 (JP 1992), PC-9801 (JP 1992), PC Engine CD (JP 1992), FM Towns (JP 1993), Super Famicon (JP 1993), Mega Drive (JP 1995), Playstation (JP 1998 no Bundle com o primeiro jogo), Sega Saturn (JP 1998 no Bundle com o primeiro jogo)

     Continuação direta do game anterior, 20 anos após o jogo anterior, a paz retorna a Isrenasa mais uma vez após a derrota de Naja, o deus dos demônios, e nossos heróis seguem caminhos separados. O príncipe Logan retorna a Farlalyne e se casa com sua namorada, Mica, e dá à luz seu primeiro filho, Atlas. Um dia, Isrenasa é atingida por um terremoto de origem desconhecida e pessoas estranhas são vistas (homens em trajes espaciais na perspectiva do jogador). Tais homens são encontrados mortos onde os eventos da história do jogo começam a acontecer. Durante esse período, o então príncipe Atlas de 15 anos começa a história como seu pai, na cidade do exílio até ser aconselhado a viajar por Isrenasa e ajudar os afetados pelos terremotos enquanto descobre o desconhecido no mundo por seus direitos à sucessão do trono.

    A equipe do então principe Atlas consiste do mago Rando, a heroína Flora, Cindy um homem com amnésia que Atlas encontra durante sua jornada, Reshia uma integrante da resistência mestra em disfarces, Fraad que veste roupas espaciais e Godwin II, imperador de Fagesuta.

    O segundo jogo da série usa o mesmo estilo de combate e comandos do antecessor, sem muitas alterações.

    _

    Trilogia Gagharv

    The Legend of Heroes III – White Witch ou The Legend of Heroes II : Prophecy of the Moonlight Witch – PC 8801 (JP 1994, 1995,1996), Sega Saturn (JP 1998), Playstation (JP 1998), PC Windows (JP 1999), PSP (JP 2004, ENG 2006)

     Há muito tempo, uma garota viajou por Tirasweel. Seus cabelos prateados brilhavam mesmo à luz da lua e seus olhos eram claros como uma fonte. Ela poderia lançar um olhar para o futuro. Quando coisas boas aconteciam, as pessoas a admiravam. Quando coisas ruins aconteciam, as pessoas a acusavam. Algumas pessoas a chamavam de bruxa do luar. E então ela desapareceu, deixando muitas perguntas para trás. Ragpick Village, Gagharv, ano 992. Um jovem chamado Jurio e sua amiga de infância Christina estão viajando por Tirasweel para realizar sua peregrinação e tornar-se adultos de pleno direito. Ao longo do caminho, eles conhecem várias pessoas, visitam os Santuários e vêem as visões fornecidas pelo Espelho Mágico. Mas nenhum deles sabe que sua jornada descobrirá a verdade por trás da Bruxa do Luar .…

    O terceiro jogo da agora série independente, The Legend of Heroes III saiu originalmente em 1994 para o PC-8801 e recebeu mais tarde versões para o Saturn e PSX, assim como os Pcs com Windows no final da década de 90, mas foi em 2006 que o game chegou ao PSP em inglês pela primeira vez.

    Entretanto um erro de localizações confundiu a nomenclatura da trilogia na América do Norte, já que o quarto jogo, A Tear of Vermillion chegou um ano antes em inglês e tentando evitar confusão com a ausência do terceiro jogo, a Bandai removeu o IV do nome, quando o terceiro jogo foi lançado em 2006, ele recebeu um II no título.

    O game usa um sistema de combate que pode ser considerado a ideia primitiva do atual sistema usado na série. Com combates por turnos e uma camera quase que “top-down” cada ataque e spell possuí um raio de alcance, entretanto os jogadores não tem a opção de mover os personagens em campo. O combate portanto, deixou de ser em primeira pessoa.

    O time de personagens centrais da trama além de Jurio e Chris conta com Shirla, uma ladra desastrada que sempre tem seus planos atrapalhados por seu companheiro Goose, Vovô Lap, um senhor morador de uma cabana fora dos portões de Ragpick. Seu nome real é Michel de Lap Heaven, ele aparece mais jovem nos outros games da trilogia Gagharv. Ainda tem Lodi um espachim da vila de Tegura, Alf um viajante encontrado perto de Nelva, Morrison um mago com um interesse especial em Goose, Filly uma doce garota com conhecimento em medicamentos, sempre acompanhada de seu amigo Bang-Bang um filhote de Urso e que tem uma grande queda por Jurio. Huck, o tio de Christina sempre encontrado perto de localizações onde atos da bruxa foram avistados e Gueld, a Bruxa do Luar.

    The Legend of Heroes IV – A Tear of Vermilion ou The Legend of Heroes: A Tear of Vermillion – PC-9801 (JP 1996), Playstation (JP 1998), PC Windows (JP 2000), PSP (JP 2005, ENG 2005)

     Lançado em inglês no PSP em 2005 como sendo o primeiro jogo da série, o quarto The Legend of Heroes, de fato, cronologicamente acontece antes do terceiro.

    Cinquenta e seis anos antes dos eventos de "Moonlight Witch". A história se passa na terra fictícia de El Phildin e começa com uma visão do passado. Avin e Eimelle são crianças órfãs, de 10 e 8 anos, respectivamente, que vivem numa Catedral depois de serem acolhidas pelo sumo sacerdote Esperius. Avin é visto trazendo leite para uma gatinha que Eimelle trouxe para dentro da capela. Em pouco tempo, a oráculo Ollesia aparece. As crianças entram em pânico por serem pegos com o animal, mas Ollesia não parece muito preocupada com isso, gritando para que se protejam.

    A Catedral está sob ataque. Lorde Bellias e seus servos atacam a capela. Ele revela o motivo de sua visita não tão amigável à Catedral: ele está atrás de Eimelle, que ele chama de "Filha de Durga". Bellias é parado pelo Sumo Sacerdote Esperius, que ganha tempo para que Avin, Eimelle, o gatinho e Ollesia escapem.

    A versão original de PC-9801 possuí um sistema de progressão e combate totalmente diferente das versões subsequentes do Windows, Saturn, PSX e PSP. No PC-98 é possível trocar livremente entre os personagens da party, enquanto nas outras versões a party é determinada de acordo o capítulo. Outra grande diferença é o fato do ganho de Experiência se dar após as cutscenes ao invés de combates. Após o aumento de nível a quantidade de XP é resetada, combate na versão do PC-98 usa um sistema de combate tático ao contrário do tradicional turn-based das outras versões. No PC-98 também só é possível salvar em Inns, Tents e durante combate, nas versões seguintes é possível salvar a qualquer momento. Finalizando as diferenças, na versão original os personagens só podem aprender magias de acordo o seu elemento de proficiência, já nas versões seguintes existem 4 tipos de elementos e o mesmo personagem pode aprender diferentes tipos, o elemento de Alvin é sempre o de Black Magic, enquanto que no PC-98 é possível escolher o seu elemento após os eventos iniciais.

    Os personagens principais além de Avin e Eimelle ainda contam com , Rutice a heróina da metade final do game, membro dos hereges sob o comano de Belias mas que se rebela após percebem a crueldade dos métodos exercidos por ele. Mile amigo próximo de Avin. Shannon uma garota pura e inocente que é resgatada pela equipe de Avin e se apaixona por Mile. Martie um aventureiro em treinamento para se tornar ministro da família real. Muse uma mulher misteriosa que ajuda os heróis a enfrentar a gang de Syamseal. Douglas conhecido como a espada relâmpago, um dos melhores aventureiros da guilda em treinamento para herdar a espada de seu grande mestre. Lucias, rival declarado de Douglas, também treinado pelo mesmo mestre. Archem uma jovem garota da floresta dos espíritos. Barão Conrad, o líder de Balloa. Rael excepcional estudante de magias que sempre foge das aulas preocupando seus professores. Elenoa, professora de Rael, na versão do PC-98 ela é creditada com 20 anos, enquanto que ela tem 26 nas versões posteriores. Michel de Lap Heaven, um feiticeiro misterioso que ajuda Avin, Rutice e Gawaine, e aparece nos outros games da trilogia. Rouca, irmão de Rutice, ao contrário de Rutice, Rouca tem grande aptidão as artes industriais e mecânicas. Gawaine o sábio do poder que serve a igreja de Bardus e por fim, Dominique, a “filha de durgas” antes de Eimelle.

    The Legend of Heroes V : Cage of the Ocean ou The Legend of Heroes III : Song of the Ocean – PC Windows (JP 1999), PSP (JP 2006 ENG 2007)

    O quinto jogo da série, lançado por aqui como terceiro, na verdade é o segundo jogo da trilogia Gagharv….confuso ?

     Song of the Ocean se passa em um reino conhecido como Weltluna, que já foi o centro de uma civilização antiga conhecida como a tribo da água. A tribo era extremamente poderosa e criavam canções tão facilmente quanto um mágico lança feitiços. Sua brilhante conquista foi uma obra-prima composta por 24 versos separados que, embora poderosos por si mesmos, diziam ter a capacidade de salvar o mundo. Infelizmente, a Tribo da Água e sua música mística desapareceram, ficando conhecida como Melodia Perdida, até que um lendário músico ressuscitou os versos perdidos, chamando a música de Melodia da Água. Com medo do poder combinado dos versos, ele gravou os versos em pedras e os espalhou por Weltluna.

    Os jogadores assumem o papel de um jovem músico conhecido como Forte, que se dedica a tocar música com sua melhor amiga, Una e seu talentoso avô trovador McBain. De fato, eles formaram uma empresa de música itinerante. Um dia, McBain recebe um livro com algumas das frases perdidas da melodia da água e o trio acidentalmente tropeça em um mapa mágico que mostra a localização das 24 pedras. Ansioso para recuperar toda a Water Melody, o trio, juntamente com o fiel cão de McBain, Jan, viajaram pelo mundo de Weltluna em busca das pedras e da aventura. Ao longo do caminho, a empresa reunirá novos membros do grupo (com seis personagens por vez) e tentará se destacar como músicos.

    Song of Ocean trouxe uma novidade nos combates que seria o pílar das próximas trilogias, a invés de Random Battles, agora era possível ver os inimigos no mapa. Você também notará o tipo de disposição que eles têm em relação a você e a seu grupo, seja medroso, neutro ou hostil. Isso significa que uma vez que seu grupo se torne suficientemente forte, os jogadores poderão escolher quais monstros você desejará enfrentar e quais você rejeitará como insignificantes. Obviamente, escolher entrar em uma batalha apresentará várias opções, como iniciar um ataque, usar magia, habilidades, itens ou potencialmente fugir.

    A equipe de heróis, além de Forte, Una e McBain também é composta por Jan & Rick, Jan é o cão de McBain, mais tarde no game Jan encontra o rato Rick e ambos se tornam bons amigos. Shao é um velho amigo de McBain, e toca arcordeon. Rachel, filha de Shao é vocalista. Altos um padeiro violinista que derrota Forte no recital de Pinzel. Aria, irmã de Altos e uma das sacerdotes da tribo da água, suas canções tem poder de curar e retirar efeitos negativos. Palman, um oficial do império de Numeros. Aida um controlador de marionetes que vive em Ecure, ele pode usar seus marionetes para atacar e por fim Duorl, príncipe de Burodain e descendente da tribo da água.

    Além destes, personagens como Avin, Mile e Rouca de A Tear of Vermillion aparecem para ajudar os heróis do game.

    _

    Decalogia Kiseki

    A série então entrou numa linha com 9 jogos (10 contanto um recém anunciado), a série Kiseki, que ficou conhecido no lado ocidental como Trails, os então 9 games já lançados de Kiseki são divididos em 1 trilogia (Sora no Kiseki, ou Trails in the Sky) 1 Tetralogia (Sen no Kiseki ou Trails of Cold Steel) e uma Duologia (Zero e Ao no Kiseki, Trails of Zero e Trails of Blue respectivamente conhecida como Arco Crossbell)

    O novo game, Hajimari no Kiseki ainda não tem muitos detalhes de enredo revelado, então fica aqui apenas a menção no momento

    Trilogia Sora no Kiseki

    _

    The Legend of Heroes VI Sora no Kiseki ou The Legend of Heroes Trails in the Sky – PC Windows (JP 2004, ENG/EUR 2014), PSP (JP 2006 ENG 2011 EUR 2011), PS3 (JP 2012), VITA (JP 2015 Versão Evolution)

     Lançado originalmente para o PC em 2004 e posteriormente para o PSP em 2006, ambos no Japão, no mesmo ano a Xseed adquiriu os direitos com a Nihon Falcom, mas só conseguiu entregar o game em 2011 devido ao grande quantidade de texto necessária para traduzir e localizar.

    Em Trails in the Sky, o jogador controla um elenco de personagens, embarcando em várias missões para progredir na história. Existem dois tipos diferentes de mapas ao navegar no mundo superior do jogo: mapas de campo e mapas da cidade. Nos mapas de campo, os inimigos vagam e uma batalha se inicia se o jogador entrar em contato com um, é possível ve-los no mapa e evita-los caso o jogador queira. Nos mapas da cidade, o jogador pode visitar várias lojas para comprar itens, reabastecer a saúde em uma pousada e, nas principais cidades, assumir e relatar missões à guilda local. Além disso, o jogador pode interagir com vários personagens não jogáveis

    Um aspecto único trazido a partir de Trails in the Sky é que o diálogo de cada NPC muda à medida que o jogo avança, permitindo ao jogador acompanhar as histórias secundárias que acompanham os NPCs durante o jogo. O combate ocorre em uma grade e é baseado em turnos. A ordem dos turnos do personagem é determinada por um medidor chamado de AT. Durante o turno do personagem, o jogador pode se mover ou fazer um ataque. Além do ataque normal, cada personagem também tem três outros métodos disponíveis para ação: Artes, Crafts e S-Crafts. Artes são feitiços mágicos que os personagens podem usar para atacar oponentes ou apoiar colegas de equipe, mas devem ter um turno adicional para serem carregadas.

    Crafts são habilidades específicas do personagem que são semelhantes às Artes, mas podem ser usadas no mesmo turno; no entanto, eles utilizam um medidor especial chamado "Craft Points" (CP) para o custo de uso. S-Crafts são crafts energizados que podem ser realizados quando um personagem tiver mais de 100CP, mas esgota completamente o medidor de CP ao usá-lo. S-Crafts adicionais são S-Breaks, que permitem que os personagens realizem um S-Craft imediatamente, independentemente da ordem de turno.

    Um componente adicional em combate são os bônus AT, que concedem efeitos de bônus em determinados turnos durante a batalha, visíveis na barra AT. Se o jogador perder uma batalha, o jogo termina. É permitido ao jogador repetir a batalha continuamente e, posteriormente, diminuir a dificuldade da batalha para cada tentativa; caso o jogador não queira diminuir a dificuldade, pode desativá-lo no menu de configurações.

    Após a Revolução Orbal, a vida das pessoas se tornou significativamente mais produtiva a partir do uso de aparelhos mecânicos chamados Orbment e da energia misteriosa que ela gera. A partir de então, a vida cotidiana das pessoas transcendeu além do progresso normal a partir da construção de Orbalships, grandes naves voadoras e outras inovações que se seguiram. Mas grande prosperidade pode levar a novos conflitos, enquanto muitas nações têm outros usos para o Orbment, criando-os para o desenvolvimento de armas por exemplo.

    No orgulhoso e independente Reino de Liberl, os alegres irmãos Estelle Bright e Joshua Bright deixam sua cidade natal para se tornarem Bracers oficiais, especialistas em combate e habilidades de investigação que ajudam os que estão ao redor com vários problemas.

    O jogo se passa 10 anos depois da invasão do no Reino Liberl pelo Império Ereboniano. A história começa com a protagonista principal, Estelle Bright, de 11 anos, esperando seu pai, Cassius, voltar para casa para passar a noite.

    Quando ele o faz, ele traz de volta um menino chamado Joshua. Cassius adota o menino como seu filho, criando os dois como irmãos. Cinco anos depois, Estelle e Joshua, agora com 16 anos, decidem seguir os passos de seu pai, tornando-se Bracers, membros de uma guilda que lida com trabalhos estranhos (especializados em investigações e combate) para manter a paz geral. Logo depois, Cassius recebe uma carta, fazendo com que ele deixe sua cidade natal, Rolent, a negócios. Durante a ausência de Cassius, Estelle e Joshua encontram um homem chamado Alba, um arqueólogo que procura ruínas para o Aureole. Posteriormente, o cristal de Rolent é roubado da casa do prefeito por um grupo denominado de Sky Bandits. Estelle e Joshua se unem a Scherazard, amiga de Cassius, que cuidou de Estelle desde pequena. Eles recuperam o cristal, mas não conseguem capturar os bandidos. Eles retornam a Rolent, onde são informados de que o dirigível de Cassius nunca pousou em seu destino e desapareceu. Estelle, Joshua e Scherazard partem então para Bose, onde o navio de Cassius estava originalmente indo.

    Durante a jornada Estelle e Joshua conhecem aliados e inimigos, entre eles Olivier Lenheim, um homem misterioso do império de Erebonia que se entitula um bardo viajante. Agate Crosner, um Bracer de Rank-B conhecido como “Heavy Blade” e que tem uma certa aversão a trabalhar com Bracers de menor classe. Kloe Rinz, estudante da Academia Real de Jenis que trabalha meio periodo no orfanato de Mercia e esconde um grande segredo. Tita Russell, Neta do grande Albert Russell, um dos criadores da tecnologia dos Orbments e Zin Vathek, um Bracer de Rank-A mestre na arte Taito da republica de Calvard.

    The Legend of Heroes: Sora no Kiseki SC ou The Legend of Heroes: Trails in the Sky SC – PC Windows (JP 2006, ENG/EUR 2015), PSP (JP 2007 ENG/EUR 2015) PS3 (JP 2013) VITA (JP 2015 Versão Evolution)

    Continuação direta do game anterior, o segundo capítulo de Trails in the Sky traz Estelle na busca pelo agora desaparecido Joshua. Entretanto a história possuí o dobro de duração do anterior.

    O game todo é exatamente como o primeiro em combate, exploração e nos mapas visitados por Estelle, ou no caso, revisitados, contando inclusive com os mesmos personagens mas introduzindo novos de acordo a história se desenvolve, como Kevin Graham um jovem padre da Igreja de Septian

    O save do primeiro jogo pode ser transferido no inicio do segundo capítulo, esse feito rende ao jogador alguns itens extras e um impulso no começo do game. O Sistema de Orbs foi expandido, dando opção do jogador realizar upgrades nos cristais de quartz, destravando assim artes e crafts mais fortes. Um Cassino também está presente no game e mini-games como Poker também.

    The Legend of Heroes: Sora no Kiseki The 3rd ou The Legend of Heroes: Trails in the Sky The 3rd – PC Windows (JP 2007, ENG 2017), PSP (JP 2008), PS3 (JP 2013), VITA (JP 2016 versão Evolution)

    Continuação de SC, o terceiro capítulo de Trails in the Sky traz Kevin Graham como protagonista acompanhado de sua escudeira e sacerdote Ries Argent. Meio ano após o evento da Calamidade de Liberl, Kevin e Ries são designados a recuperar um artefato peculiar dos restos da Arca de Liberl. Até que uma noite, o misterioso artefato brilha forte e ativo, puxando Kevin e Ries para uma dimensão desconhecida chamada Phantasma. Enquanto explora para sair do reino das ilusões e do misterioso Senhor de Phantasma, que domina tudo, o misterioso artefato também atrai outros companheiros familiares das conexões de Kevin, enquanto ele enfrenta as "sombras" de seu próprio ser.

    O terceiro game da série Sky foi lançado em inglês exclusivamente para o PC via Steam e GOG, a Falcom e a Xseed se uniram depois de perceber a crescente popularização da série na plataforma, bem como os bons resultados de vendas dos dois primeiros games, a Xseed então realizou a compra de uma tradução que havia sido feita por um grupo de fãs realizando as correções necessárias

    Todos os personagens presentes no primeiro e segundo capítulo aparecem para completar o arco de Sora no Kiseki, o sistema de combate trouxe algumas novidades desta vez os inimigos têm afinidades com os três elementos superiores de tempo, espaço e miragem. Outras adições são os bônus de turno chamado de "rush", que permitem ao jogador executar duas ações ao mesmo tempo, "guard", que anula qualquer dano, "vanish", que faz um alvo desaparecer por alguns turnos, e "Death", que dá ao ataque o efeito de uma morte instantânea. Nas dungeons do jogo, o jogador encontrará portas gravadas com símbolos da lua, estrelas e sol, que acionam, respectivamente, cenas de histórias longas, cenas de histórias curtas e mini games Essas cenas geralmente contam a história de eventos passados nos games anteriores e podem apresentar batalhas randômicas. Por capítulo da história, seu progresso desbloqueia um novo corredor de subdimensão dentro de Phantasma, que são todas as realidades alteradas dos locais dos 2 jogos anteriores de Sky.

    _

    Arco Crossbell

    The Legend of Heroes: Zero no Kiseki ou The Legend of Heroes: Trails of Zero (Trails from Zero) – PSP (JP 2010), PC (CHN 2011 JP 2013) PS4 (JP 2020 Remasterizado)

    O jogo se passa três meses após o final de The Legend of Heroes: Trails in the Sky the 3rd, em Crossbell, localizado entre o Império Ereboniano e a República de Calvard. Como resultado, o país foi dividido em diferentes seções, cada uma representando o poder que as controla. A arquitetura de estilo renascentista estava presente no lado da Erebonia, e a arquitetura de estilo oriental (um pouco semelhante à de Chinatown) se destacava no lado de Calvard. O enredo do jogo gira em torno de Lloyd Bannings, um investigador novato que recentemente se juntou à força policial de Crossbell para investigar a morte de seu irmão três anos antes. O jogo segue ele e seus amigos ao longo de suas aventuras em Crossbell como policiais, revelando a verdade sobre a morte de seu irmão e, finalmente, desvendando as tramas ocultas que aconteceram nos bastidores.

    Zero utiliza o mesmo sistema de combate da trilogia de Sora no Kiseki, mini-game como pesca e o Cassino também estão presentes

    A equipe de heróis além de Lloyd ainda consiste de Elie MacDowell, neta do prefeito de Crossbell que retornou ao país após estudar política e as leis dos países vizinhos. Tio Plato, empregada pela 'Epstein Foundation', uma empresa conhecida como a principal potência do continente em tecnologia orbal. Ela foi enviada a Crossbell para testar o protótipo da equipe orbal desenvolvida pela fundação e foi designada para o SSS como uma das colegas de equipe de Lloyd. Randy Orlando, o mais velho da equipe ele fazia parte da Força Guardiã Estadual de Crossbell (CSGF), mas foi afastado devido a uma briga com o comandante em chefe. Ele foi recomendado para se tornar parte da recém-formada Seção de Suporte Especial da polícia de Crossbell pela segundo em comando, Sonya Balz.

    Estelle e Joshua de Sora no Kiseki também retornam como Guest characters.

    The Legend of Heroes: Ao no Kiseki ou The Legend of Heroes: Trails of Blue (Trails to Azure) – PSP (JP 2011), PC (CHN 2013), VITA (JP 2014 Versão Evolution) PS4 (JP 2020 remasterizado)

    Continuação direta de Zero, como mesmo o começo dele já é spoilers do game anterior evitarei citar plot.

    O gameplay também se mantém inalterado. A Party agora conta também com Noel Seeker, uma oficial estelar da Força Guardiã de Crossbell. Ela é designada para o SSS como membro de reserva. E Lazy Hemisphere, líder da quadrilha Testaments da região central de Crossbell. Um adolescente tímido e com potencial maior do que ser um simples delinquente.

    Zero e Ao no Kiseki não possuem tradução oficial da Falcom, entretanto ambos foram anunciados para ao próximos meses no PS4 em versão remasterizada no Japão, além de terem versões localizadas já confirmadas mas sem data de lançamento.

    _

    Tetralogia Sen no Kiseki

    The Legend of Heroes: Sen no Kiseki ou The Legend of Heroes Trails of Cold Steel – PS3 e VITA ( JP 2013, ENG 2015, EUR 2016), PC (JP/ENG/EUR 2017) PS4 (JP 2018, ENG/EUR 2019)

    Dessa vez o cenário da nova saga é o Império Ereboniano, o primeiro Trails of Cold Steel ocorre após a série Trails in the Sky e durante o mesmo período da série de jogos Crossbell. O enredo do jogo é centrado em torno de Rean Schwarzer e de seus colegas da "Classe VII" na Academia Militar Thors, uma classe recém-formada, composta por nobreza e plebe ereboniana, sendo a única em toda a academia que não segrega com base na classe social . O jogo segue a Classe VII durante todo o ano letivo de março a outubro, concentrando-se principalmente em seus estudos de campo que os levam a várias cidades e áreas de Erebonia.

    O principal objetivo de fazê-lo é que a classe testemunhe em primeira mão a realidade do império, pois a luta pelo poder entre a nobreza, liderada por quatro grandes casas aristocráticas, e os reformistas da classe trabalhadora liderados pelo chanceler Osborne, ameaça levar a civilização à guerra. Ao mesmo tempo, os estudantes entram cada vez mais em conflito com um grupo terrorista mais tarde conhecido como Frente Imperial de Libertação, liderado pelo líder mascarado, mas carismático, conhecido apenas como "C".

    A jogabilidade básica é semelhante aos títulos anteriores de Trails, com combates em turno, dessa vez completamente em 3D. A maior mudança no sistema de batalha o novo recurso de "Tactical Link System", que permite aos jogadores acompanhar três tipos diferentes de ataques de link, causando dano adicional e fornecendo vários outros benefícios. Os Tactical Links se tornam um recurso mais útil para o jogador à medida que a história avança e os personagens aumentam seus "Níveis de Link" com outros personagens. Outra mudança é o sistema de Orbment. Trails of Cold Steel herda o sistema "Master Quartz" de Ao no Kiseki. O jogo possui controle de câmera de 360 graus, modelos de personagens totalmente em 3D e conversas totalmente dubladas entre os personagens durante os principais momentos da história, todos novos recursos da série Legend of Heroes que só foram introduzidos nos games anteriores em suas reedições Evolution. Os jogadores também podem transferir dados salvos entre as versões PlayStation 3, Vita e PlayStation 4 usando a função de cross-save.

    Cold Steel também herdou muito de Shin Megami Tensei Persona, principalmente 3 e 4, se passando também dentro de uma escola, existem diversos mini-game, sistemas de “aulas” que rendem pontos de AP para Rean, estudos de campo entre outros.

    The Legend of Heroes : Sen no Kiseki II ou The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel II – PS3/VITA (JP 2014, ENG/EUR 2016), PC (JP/ENG/EUR 2018), PS4 (JP 2018, ENG,EUR 2019)

    O jogo é uma sequência direta de Trails of Cold Steel e começa um mês após o seu término. Rean Schwarzer escapou ao lado de seu Cavaleiro Divino, Valimar. Ele chega à sua cidade natal, Ymir, com a ajuda do irmão Toval, mas Rean rapidamente encontra ele e seus entes queridos pegos no fogo cruzado da guerra civil da Erebonia. Os oponentes de Rean são a Noble Alliance, que fez parceria com a Frente de Libertação Imperial do jogo anterior, bem como a Ouroboros - um grupo recorrente de antagonistas da série Trails. Os estudantes da Academia Militar de Thors, incluindo os da classe VII, estavam espalhados por todo o país, de modo que Rean tenta reunir todos novamente para acabar com a guerra civil e salvar aqueles de quem gosta.

    O gameplay é muito semelhante ao primeiro Trails of Cold Steel, um JRPG tradicional com batalhas por turnos. O jogo não está, no entanto, vinculado à estrutura do cronograma escolar do original, com o jogo agora é centrado em viajar pelo mundo em vez de assistir às aulas. Se o jogador tiver um arquivo de salvamento do jogo anterior concluído, ele terá efeito em Cold Steel II, com certos eventos e diálogos sendo executados de maneira diferente com base nas escolhas e relações construídas no jogo anterior.

    The Legend of Heroes: Sen no Kiseki III ou The Legend of Heroes: Trials of Cold Steel III – PS4 (JP 2017, ENG/EUR 2019) SWITCH (2020), PC (2020)

    Novamente, sequencia direta do game anterior, iniciando um ano e meio após os eventos de Trails of Cold Steel II. A história é centrada no personagem principal Rean Schwarzer, agora professor militar, assim como em seus alunos e no resto de seus amigos da escola militar das duas entradas anteriores, explorando assuntos como as origens misteriosas do nascimento de Rean, e o que os outros têm feito desde os eventos dos jogos anteriores. O jogo também apresenta aparições de Tita e Agate, personagens de Trails in the Sky, assim como Tio e Randy, personagens de Trails from Zero e Trails of Azure

    Quanto a gameplay, foi dada ênfase à aceleração das batalhas, incluindo tornar as transições em cenas de batalha mais fáceis e ser capaz de mapear mais comandos de batalha para botões específicos, em vez de vários menus, embora as batalhas ainda sejam principalmente baseadas em menus. Outras coisas a serem observadas, incluindo um novo sistema de Orbment, sistema Order e medidor de afeto redefinidos dos jogos anteriores.

    The Legend of Heroes Sen no Kiseki IV : The End of Saga ou The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV: The End of Saga – PS4 (JP 2018, ENG 2020 anunciado, SWITCH (2021), PC (2021)

    O Grande Crepúsculo começou, a terrível maldição se espalha por todo o Império Ereboniano. À medida que o poder do Ashen Chevalier, Rean Schwarzer, se torna incontrolável, seu verdadeiro eu começa a desaparecer. Enquanto o mundo caminha para o seu fim, o que os membros restantes da Original e da Nova Classe VII podem fazer para salvar seu amigo e seu mundo?

    O jogo começa diretamente após os eventos no final de Trails of Cold Steel III, com os membros da Classe VII acordando na vila escondida de Erin.

    Por fim, o gameplay de Cold Steel IV trás como novidade as Lost Arts, artes mais poderosas que as regulares mas que esgotam totalmente o EP quando usadas. Os sistemas de Orbments, Mini-Games e combates por turnos se mantém inalterado.

    _

    And it's done.

    Obrigado quem acompanhou mais um textão kkkkk

    E até o próximo !  /o/

    The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel III

    Platform: PC
    3 Players
    1 Check-in

    50
    • Micro picture
      rax · 4 days ago · 2 pontos

      gostei da biblia

    • Micro picture
      manoelnsn · 4 days ago · 2 pontos

      Rapaz, deve dar trabalho fazer um texto desses! Excelente, como sempre!

    • Micro picture
      rax · 4 days ago · 2 pontos

      Vlw senpai pelo textao de joraeripege S2

  • speedhunter Renan Loiola
    2020-05-22 22:56:48 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>4º arco finalizado!</strong></p><p>Desde
    Odin Sphere : Leifthrasir

    Platform: Playstation 3
    35 Players
    7 Check-ins

    4º arco finalizado!

    Desde de sua primeira aparição (no arco narrativo da Gwyndolyn), Oswald era o personagem mais enigmático e com visual mais chamativo. Fiquei empolgado para ver qual era sua perspectiva como um "assassino das sombras" e seu conturbado romance com a filha de Odin. Todas suas ações são manipuladas através de seu mestre (não direi o nome pelos spoilers) fazendo com que sua subordinação seja quase cega até um determinado capítulo. Sua personalidade é "nebulosa" e hostil, destacando sua frieza em assassinar seus oponentes e a forma sombria e agressiva que ataca suas vítimas, desde de Dragões mitológicos até humanos, todos são tratados de forma audaciosa perante a personalidade arrogante do anti-herói. Em relação a clímax de enredo, ficou ao nível da campanha anterior da Mercedes (mediana), ainda sim, bem escrita, pois revela o que aconteceu durante o sono profundo da Gwyndolyn.

    Seu gameplay é focado no modo "Berserk". Uma aura diabólica consome o personagem e ele fica em estado de frenesi por um determinado tempo, aumentando consideravelmente o dano e amplificando suas habilidades de combate.  O personagem não é tão rápido quanto seus anteriores no que se diz respeito sua movimentação padrão, mas seu dano certamente se compara a Cornelius. Ele também cria uma espécie de vórtex dimensional para poder se teleportar por alguns segundos, habilidade interessante, porém, pouco funcional.  

    (A primeira coisa que veio a minha mente foi Ragnarok Online e a saudosa classe de Assassinos Cross "Synx", o design e as habilidades de oswald se assemelham bastante).

    28
    • Micro picture
      geekanalisando · 3 days ago · 2 pontos

      Esse é um dos RPGs da minha vida! Zerei no PS2 (versão original). Tô louco pra jogar essa! Que arte linda... PQP!!!

      1 reply
    • Micro picture
      the_muriel · 3 days ago · 2 pontos

      Ele no combate é um absurdo, todos os outros personagens eu tinha que ser mais estratégico e saber a hora de bater e a hora de fugir, mas com ele, nah , someter o loco kkkkkkkkk

      1 reply
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-05-20 15:53:57 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>3º arco encerrado!</strong><br><br>Aqui
    Odin Sphere : Leifthrasir

    Platform: Playstation 3
    35 Players
    7 Check-ins

    3º arco encerrado!

    Aqui observamos e controlamos a perspectiva da Mercedes (e não, não é nenhuma carro daquela marca  famosa). Ela é a princesa das fadas e sucessora direta da Rainha Elfaria, onde seu reino se estabelece na Floresta mágica de Ringford. As fadas são criaturas genuinamente pacificas e só atacam e usam sua força contra invasores. Eles tratam o Phozon (energia vital) como algo quase sagrado, jamais sendo utilizado para fins de ataque. Devido a invasão das tropas do Demon Lord (Odin) que estava em busca de uma arma mágica que se encontra em posse das fadas, todo o povo de Ringford é chamado para a batalha contra as Valkirias e o exército de Odin, obviamente isso não acaba bem e se inicia uma série de conflitos entre esses dois lados.

    Mercedes tem uma jogabilidade bem diferente dos protagonistas anteriores. Seu esquema de combate funciona como se fosse um shoot 'em up e sua barra de estamina (POW) se torna bem mais importante em comparação com os outros, pois seu ataque base depende da administração da energia, caso o contrário vai ficar sem munição, abrindo brecha para ataque do inimigo (ocasionando Stun em muitas vezes) até ela recarregar. Ela é mais frágil no que tange a constituição, porém, com a vantagem de poder voar e se deslocar mais rapidamente. Eu não curti muito, mas até que se torna divertido em algumas boss fight.

    (Apesar de sua aparência inocente e inofensiva, Mercedes tem um senso de justiça e liderança apurados. Ela demostra medo ao encarar oponentes fortes, mas consegue superar devido a vontade de trazer novamente paz a seu povo).

    21
    • Micro picture
      the_muriel · 6 days ago · 2 pontos

      Mercedes é melhor personagem para mim, tanto no arco de historia quanto na gamplay que é bem diferente dos outros

      6 replies
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-05-19 20:43:36 -0300 Thumb picture

    Não seja um babaca

    (Ninguém pagaria 250 reais para ver um fan-service. Pagamos para ver qual a história que o Neil Druckmann tem para nos contar.)

    Vídeo sem spoilers

    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
    558 Players
    5 Check-ins

    14
    • Micro picture
      jcelove · 6 days ago · 2 pontos

      Altos vlogs.hehe
      Não se preocupe que duvido que os vazamentos tenham afetado o hype de quem realmente estava hypeado. A galera que vi detonando provavelmente não iria jogar, muito menos comprar ele de qq forma.

      1 reply
    • Micro picture
      andre_hirosaki · 6 days ago · 2 pontos

      essa treta deu o q falar

      1 reply
    • Micro picture
      thiones · 6 days ago · 2 pontos

      Excelente posicionamiento sobre o lance dos spoilers, mas infelizmente muito pau no c* Não pensa assim.

      1 reply
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-05-18 14:29:49 -0300 Thumb picture

    Devemos ter bom senso...

    Eu nunca fui de "desabafar" no Alvanista ou tornar meu perfil em um diário pessoal. Porém, existem algumas coisas que vem se tornando um pouco complicadas para a boa convivência da comunidade, algumas delas problemas pequenos que podem ser resolvidas com unfollow e outros que são mais complexos. Ainda sim, aprecio bastante interagir com todos que sigo aqui, mas tem duas coisas que andam particularmente me incomodando na comunidade:

    1º: SPOILERS

    Muitos usuários acabam se empolgando demais na hora de escrever um check-in, veja só isso não tem problema nenhum, entretanto vale ressaltar que por muitas vezes soltamos spoilers de experiências que deveriam ser épicas em determinado trecho do jogo e acabamos estragando toda a "surpresa" de outra pessoa. Seja um pequeno Plot Twist ou uma mecânica de gameplay relacionada diretamente ao enredo, eu evito o máximo possível falar de trechos importantes de determinado jogo. Tanto faz se é um título dos anos 80/90 ou um lançamento do mês, me centralizo em escrever meus sentimentos em relação aquele  momento em questão, inibindo assim spoilers e respeitando os amigos que ainda não jogaram. Vocês podem notar que dificilmente (para não dizer impossível) eu expando sobre a lore nos meus check-ins. Então, sugiro aos amigos que moderem principalmente no que tange ao enredo, é muito mais que bom senso e sim respeito por aqueles que ainda vão experimentar determinada obra.

    2º: Fanboys/Flamewar

    Eu não nego para ninguém e muito menos escondo minha preferência pela plataforma PlayStation, sim, eu sou sonysta há 2 décadas e sou apaixonado pela plataforma. Porém, uso de outras redes sociais para discutir sobre os consoles e outros diversos grupos que existem por aí, dentre eles, alguns de facebook. Não é de forma nenhuma errado você ser fanboy de uma plataforma e não há erro em promover flamewar, desde de que seja de forma saudável sem atacar ou ferir a honra e a imagem de alguém. Aqui no Alvanista é a rede que uso como porto seguro para mostrar meu sentimentos em relação a determinado título, por isso, nunca dentre meus 6 anos de rede promovi algum tipo de flamewar, pois vejo que a maioria são adultos (assim como eu) e só querem chegar do seu trabalho e ligar seu plataforma favorita e apreciar a indústria. Portanto amigos, vamos acalmar os ânimos e apreciar de forma sábia, vamos continuar mantendo o Alvanista um espaço maduro e harmonioso para todos, assim como sempre foi.

    Journey

    Platform: Playstation 4
    875 Players
    97 Check-ins

    38
    • Micro picture
      thiones · 8 days ago · 5 pontos

      Eu já dei minha opinião sobre Spoilers e virei piada com gente desocupada fazendo tutorial de como bloquear usuários daqui, como se depois de tomar spoiler fosse resolver algo. Não tenho tempo pra biscoiteiro sem noção mais.

      Já que estamos aqui pra compartilhar experiências sobre os jogos aos quais jogamos, o mínimo justo seria avisar que tem Spoilers e deixar o mesmo onde não fique visível pra quem não quer ver. Sempre faço isso e quem quiser debater sobre o jogo, abre o post e lê por conta própria.

      1 reply
    • Micro picture
      santz · 7 days ago · 3 pontos

      Em questão de spoiler, eu vejo a maior parte da galera avisando que vai ter spoiler no check-in, a maioria faz isso na verdade, então, com meus 4 anos de rede, nunca tive a experiência estragada pela galera daqui. E a guerra de consoles é da hora pra cacete. Ver fanboy chorando por que zuaram seu jogo ou console favorito não tem preço. Eu mesmo já fui alvo desse "bullying" e me fez até bem.

      2 replies
    • Micro picture
      supernova · 7 days ago · 2 pontos

      Não tem problema algum em ser fanboy da nitendo sony microsoft, problema é alguém falar os contras de sua empresa do coração e n aceitar kk, isto que vejo de errado por aqui, pros e contras todas tem, mas muitos fecham os olhos para oa erros dela e n aceitam alguém falar cordialmente o podre de uma empresa.

      4 replies
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-05-17 20:42:24 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>Segundo arco finalizado!</strong></p><p>
    Odin Sphere : Leifthrasir

    Platform: Playstation 3
    35 Players
    7 Check-ins

    Segundo arco finalizado!

    Só me impressiono com a narrativa de Odin Sphere. São muitas reviravoltas, uma narrativa cercada de romance fantasioso sem qualquer tipo de enrolação.

    Dessa vez controlamos o  Cornelius, um príncipe que foi amaldiçoado e transformado em uma espécie de coelho (que no jogo se chama pooka). O interessante do prologo que envolve o personagem é o mistério que cerca a maldição, pois o mesmo não tem ideia de quem realizou o feitiço e muito menos como ele foi parar no mundo inferior (Netherworld). Sua paixão pela feiticeira Velvet (que já sei que será jogável mais adiante) se torna um tormento devido a sua atual condição física.

    Até aqui Odin Sphere vem se tornando o melhor jogo da Vanillaware no aspecto narrativo. Claro que existe bastante repetição de cenários e reciclagem de boss. Mas isso é algo muito pequeno, visto que a trama sempre é contada do ponto de vista do personagem em questão e em momentos e perspectivas diferentes, ou seja, você não enfrenta o mesmo boss por acaso.

    (Cornelius tem moveset mais interessante que a Gwyndolyn, apesar de ser um pouco mais lento e ter uma hit rate menor).

    22
    • Micro picture
      fonsaca · 8 days ago · 2 pontos

      Mandou bem! Antes do dragão no esgoto: eis o save amaldiçoado sem chance de retorno.

      3 replies
  • speedhunter Renan Loiola
    2020-05-14 23:23:03 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>Primeiro arco fechado!</strong></p><p>Ai
    Odin Sphere : Leifthrasir

    Platform: Playstation 3
    35 Players
    7 Check-ins

    Primeiro arco fechado!

    Ainda bastante impressionado com o primor técnico da Vannilaware! E posso dizer sem dúvidas que OSF tem uma dos melhores sistemas de evolução que já vi! Tudo é super divertido de fazer, ótima arvore de skills, sistema de fabricação e produção de alimentos e poções, não há nada que se torna entendiante ou chato de fazer com o jogo te recompensando a todo momento e a todo lugar.

    Até o grinding (que é basicamente feito através das receitas de comidas e produção de sementes) tem seu devido valor. Tudo foi pensando para que o jogador não se entediasse facilmente com farm desnecessário. Terminei o arco da Gwyndolyn no level 60, pois estou aproveitando para pegar alguns troféus. E falando nas conquistas, a platina dele me pareceu super tranquila, exigindo mais busca por coletáveis do que dificuldade em si. 

    O enredo tem se mostrado muito sólido. Como falei no check-in anterior, os pequenos plot twist são interessantes e tem impacto na história. A relação da Gwyndolyn com o Oswald têm seus questionamentos, mas se torna algo interessante de se ver, principalmente quando ela percebe que ele se tornou uma pessoa importante para ela, a ponto de querer corrigir seu erro. Mesmo sendo ambientado na temática nórdica, OSF só usa isso como plano de fundo e inspiração para sua narrativa que é totalmente original, ainda que usando uma mitologia bem explorada na indústria. 

    (Hora de retribuir os vacilos com o pobre Oswald, não é mesmo Gwyndolyn?)

    24
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...