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  • singleplayers Singleplayers
    2019-08-21 16:01:53 -0300 Thumb picture
  • singleplayers Singleplayers
    2019-08-20 15:11:16 -0300 Thumb picture

    Estúdio Insomniac Games é comprado pela Sony!

    ANTES DE INICIAR A SUA LEITURA

    Você tem interesse de ser membro de um podcast, que é publicado no Spotify, Deezer e iTunes? Mande um email para contato@singleplayers.com.br falando um pouco sobre você! Válido até 01 de setembro.

    Você quer guerra? Guerras entre desenvolvedoras de consoles são sempre benéficas para nós. O reinado de uma só significa uma tirania que eu não gosto nem de pensar.

    A Microsoft vem comprando uma série de estúdios em massa nos últimos dois anos. Eis que a Sony também está preparando suas armas, comprando a Insomniac Games, o que faz todo sentido, já que Marvel’s Spider Man é hit no PS4 e um dos melhores jogos existentes de super heróis, para alguns chegando ultrapassar a série da DC, Batman Arkham.

    Insomniac Games tem experiência em jogos de mundo aberto e Sunset Overdrive é grande inspiração para o jogo do miranha. Ela sabe muito bem fazer jogos com grande sensação de navegação sem que vire um desastre, e também ficou mais notória na época do PS2, com Ratchet & Clank. Não parece, mas a empresa possui 25 anos de atuação, com altos e baixos (Resistance, início do PS3).

    Com isso, espere exclusivos para PS5 pela Insomniac, e dada a relação da Sony com a Marvel e Spider Man, espere nada menos que continuações do Aranha na plataforma.

    Algumas semanas atrás o rumor era de que a Remedy – outra ex exclusiva Microsoft – estaria em negociação após a visita do grande executivo da divisão PlayStation aos estúdios. Se a negociação foi a frente, não sabemos.

    ARTIGO DO SITE:

    http://singleplayers.com.br/

    Spider-Man

    Platform: Playstation 4
    663 Players
    338 Check-ins

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  • singleplayers Singleplayers
    2019-08-13 02:50:35 -0300 Thumb picture

    Control: jogos saindo em agosto que importam

    Primeiro a Remedy começa fazendo um joguinho de corrida top down de PC que você provavelmente não conhece. Depois ela entra no seu radar depois que Max Payne se realiza como jogo e você usa o game como forma de se magoar menos pela falta de um jogo consistente sobre The Matrix. Então temos a continuação, a Microsoft se torna amiguinha da finlandesa e lança o cult Alan Wake para saciar sua sede de um Twin Peaks consistente em jogos. Depois, chega a viagem da Microsoft de mesclar o que é caixa de video game com TV, seriado e cinema e encomenda esse experimento bizarro que se chama Quantum Break, um jogo sobre viagem no tempo com cutscenes que na verdade é um seriado que complementa a trama, que quase rouba a gameplay do jogo, que é escassa. A parceria acaba e aqui estamos, com a Remedy liberada pra passear novamente não só em consoles da Sony. O que todos esses jogos têm em comum? Todos de certa forma são jogos de tiro em terceira pessoa (Death Rally não conta). E não poderia ser diferente com Control. A Remedy está sempre apostando em jogos com algum conceito MUITO focado, desta vez o assunto parece ser a manipulação da realidade – não confundir com manipulação de tempo. Isso resulta num provável jogo provocador graficamente, por causa de suas decisões de arte.

    A história conta com Jesse Faden, encarregada de lidar com um evento sobrenatural chamado The Hiss (algo como O Sibilo) que incorpora um prédio de uma agência secreta do governo. Pense na coisa quase como um “Deu a Louca no Arquivo X”.

    Confira os primeiros minutos do game, este que considero o maior destaque do mês.

    Control será lançado para Xbox One, PS4 e PC no dia 27 de agosto.

    Desmentindo as afirmações da mídia em cima do jogo, Control não será um “double A”, ao menos não em preço. Infelizmente o jogo será vendido a full-price, os seus velhos $59.99 dólares americanos. Mais ou menos R$9000,00. Mais conhecido como R$240,00. Ouch.

    Não seja bobão e confira também nosso video onde incluímos Alan Wake como uma das pérolas do Xbox 360.

    Artigo extraído do site http://singleplayers.com.br/control-jogos-saindo-em-agosto-que-importam/

    Control

    Platform: Playstation 4
    28 Players
    2 Check-ins

    14
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      tassio · about 1 month ago · 2 pontos

      Esses joguinhos de corrida com visão de cima é algo que me interessa MUITO!! Obrigado pela dica!!

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      sergiotecnico · about 1 month ago · 1 ponto

      Gostei bastante da postagem, não conhecia o canal, vou dar uma conferida...
      Sobre o Controle, quando foi anunciado não me chamou muito a atenção, me parecia só mais um Quantum Break (sem seriado), que eu jogaria quando desse.
      Mas depois de ver os gameplays que saíram nos últimos meses eu me dei conta que o Control é um jogo com personalidade própria e fiquei bastante empolgado. Fiz a pré-compra já no começo do mês.
      Outros dois que to esperando tbm esse mês são o Man of Medan e o Blair Witch...

      1 reply
  • singleplayers Singleplayers
    2019-07-09 03:02:58 -0300 Thumb picture
    Post by singleplayers: <p>Confie no seu taco e na sua banana.</p>

    Confie no seu taco e na sua banana.

    My Friend Pedro

    Platform: PC
    23 Players
    7 Check-ins

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  • singleplayers Singleplayers
    2019-05-30 01:19:33 -0300 Thumb picture

    Cansado de esperar The Last of Us 2? Veja uma grande surpresa de 2019

    Voltamos com novo formato. Nesta edição vamos analisar A Plague Tale, certamente nossa maior e melhor surpresa de 2019!

    A Plague Tale

    Platform: Playstation 4
    43 Players
    6 Check-ins

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      sergiotecnico · 4 months ago · 2 pontos

      Tô jogando, e por mais que a história esteja bastante interessante, o jogo é muito repetitivo ao ponto de se tornar chato...

  • singleplayers Singleplayers
    2018-12-19 20:31:40 -0200 Thumb picture

    O Império PlayStation: Vamos falar sobre a marca desde seu lançamento?

    Introduza legenda para imagem (opcional)

    Vamos falar das decisões de mercado que impactaram diretamente os consumidores de uma das marcas mais amadas de games hoje em dia, a gigante PlayStation. Esta é uma forma de passear pela história da Sony enquanto endorsadora de games um pouco diferente, então pegue seus fones, comece a rodar o podcast e lavar pratos, pois você vai precisar de 2 empregos para um PS5!

    DOWNLOAD: http://media.blubrry.com/permadef/s/singleplayers.com.br/permadef/Permadef_003_Imperio_Playstation.mp3

    Ou acesse e assine para essa mais edições: http://singleplayers.com.br/2018/12/07/podcast-permadef-ed-03-o-imperio-playstation/

    Participantes: Rafael Francisco Chico, Allan Nosch, Diego Costa, Apolo Martins e Greg .

    Você também pode ouvir em seu celular nas plataformas: iTunes, Google Podcasts e Spotify

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  • singleplayers Singleplayers
    2018-10-24 19:28:52 -0200 Thumb picture

    Seja membro da equipe do podcast de games do Singleplayers

    Curte falar de games e tem jogo de cintura pra se expressar? Participe de nossa seleção de podcasters!

    Edições:

    O intuito inicial é de sejam publicadas edições semanais. O conteúdo do podcast é de algumas notícias comentadas, jogos que foram jogados e outras atrações recreativas que envolve games. O tom sempre será de descontração e bastante humor e opiniões livres, porém com organização e periodicidade. A duração esperada para cada edição é de até 60 minutos.

    Remuneração:

    É importante ressaltar que não há remuneração inicial pela participação. Futuramente é considerado que hajam campanhas de apadrinhamento como Patreon, Padrim e afins, dependendo de como e quanto o público cresce. Inicialmente a chance do participante é de fazer vários amigos e ficar conhecido no meio de jogos e compartilhar as suas opiniões com muitas pessoas.

    Número máximo de vagas:

    Existem três vagas para participantes. Inicialmente os maiores interessados serão convidados para um grupo fechado em Whatsapp para desenvolver conversas sadias a respeito do projeto e para que um conheça o outro, assim como em seguida haverão conversas por voz, em grupo antes que a gravação da primeira edição seja feita.

    Comprometimento e periodicidade:

    Embora não haja compromisso de comparecimento semanal para a gravação, é preferível que a presença seja de no mínimo 2 membros e no máximo de quatro membros em cada edição.

    Requisitos mínimos:

    Um microfone com qualidade aceitável de captação; Disponibilidade em um horário fixo a combinar posteriormente; Ser comunicativo.

    Se você se interessou mesmo:

    Deixe um comentário neste post. Contudo, se sente-se animado realmente, mande um email para bkingx@hotmail.com.

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  • singleplayers Singleplayers
    2018-10-17 15:18:39 -0300 Thumb picture

    A História de Top Gear!

    Medium 3679438 featured image

    Para mais matérias exclusivas, vídeos e podcasts acesse a fonte desta matéria: http://singleplayers.com.br

     De 1984 a 1999, a Gremlin Interactive viveu, e viveu dando ao mundo dos videogames frutos saudosos como Jungle Strike, Nigel Mansell’s World Championship Racing e Zool. Mas talvez o seu feito mais reconhecido mundialmente tenha sido a série de jogos de corrida Lotus, que aparecia nos computadores caseiros como Commodore e fez ponta no Mega Drive. Lotus serviu de base para um jogo peculiar para o nosso país: Top Gear, que hoje, dia 19 de Novembro faz 24 anos desde seu lançamento.

    Para se fazer um jogo de corrida com sensações de velocidade interessantes aos olhos, Top Gear também usava uma tática da época que era de deixar os sprites de chão listrados, para dar sensação de movimento e evitar que apenas os sprites acima do solo produzissem efeitos de aproximação. Essa técnica foi largamente utilizada em jogos de arcade da SEGA e um belo exemplo a se pegar é o chão xadrez em Space Harrier.

    O jogo consiste de uma variedade grande de pistas, que no fim tratam apenas de fundos diferentes, caracterizando cada país em que se corre, nada muito diferente do que já rolava com outros jogos de corrida. Uma pegada interessante é o efeito dos faróis que iluminam as pistas noturnas, que nada mais são que filtros negros na tela. O jogo possui um efeito interessante de amanhecer, com o filtro negro lentamente desaparecendo da tela, dando uma sensação bastante convincente ao jogador.

    Top Gear possui um sistema para dois jogadores e isso é feito de forma interessante. Os gringos normalmente reclamam que até se jogando o jogo em um jogador, a tela será dividida, com a segunda dando lugar à CPU que se torna a sua rival direta. E isso é exatamente a grande atração no modo para um jogador. Normalmente todos os oponentes em um jogo antigo de corrida são tratados como iguais, mas dessa vez você tem que enfrentar aquele que é mais competente do que a média.

    O sistema de pit stop também é uma adição estratégica, dando desconforto ao primeiro lugar que acha que a corrida já está supostamente ganha e no modo para dois jogadores a coisa pode pegar fogo.

    São oferecidos 4 tipos de carros diferentes, cada um com uma cor bem distinta, mas a principal motivo da inclusão dos quatro é pela gameplay mesmo: cada carro possui um pico de velocidade máxima e essa velocidade varia drasticamente entre um em outro, mas não é só isso: quanto mais rápido o for por natureza, mais combustível ele gasta também, fazendo com que o jogador mais apressadinho em algumas pistas tenha que fazer pit stop, enquanto os outros talvez não precisem.

    Talvez no Brasil a característica mais lembrada do jogo é sua música, que dentro do chip do SNES simula sintetizadores e seus arpejos afim de produzir linhas musicais que estavam em voga principalmente no fim dos anos 80 até ali. Nisso você pode incluir artistas pop como Erasure ou New Order – nada mais inglês e sintetizadorque isso.

    Essas queridas e cativantes canções foram compostas por Barry Leitch, um simpático escocês que já produzia música para jogos, principalmente para computadores europeus da época.

    Numa entrevista dada ao Gamasutra, Barry comenta um pouco sobre o chip de som do SNES e como foi desenvolver pra ele.

    “Eu não me lembro muito, mas sei que o chip [SPC7000] tinha 8 canais simultâneos e isso era maravilhoso na época… Mais tarde a gente descobriu que o kit de desenvolvimento do console tinha uma placa de som removível que era uma placa ISA, e então a gente conseguia plugar ela num PC normal. Nisso, a gente usava um software que desenvolvi, junto com MEDIT (Software de composição utilizado pela Ocean no SNES) para compôr. Dessa forma era possível desenvolver uma música que pudesse ser reproduzida em várias plataformas, porém a gente nunca conseguiu fazer isso funcionar no Mega Drive. Quando eu comecei a trabalhar em Top Gear, eu gastei um dia em média só pra ver o que esse driver de som poderia alcançar. A maioria dos manuais estavam em japonês, então a gente não fazia ideia de explicação alguma dali, mas a estrutura de dados era bem óbvia.

    Depois de muitos erros e acertos, a gente descobriu a capacidade do efeito de eco do SNES, e isso explodiu nossas cabeças na época porque era um efeito de audio DSP em tempo real. Nenhum outro console no mercado fazia aquilo. Mas isso teve um preço… Ele usava memória para cada milisegundo de eco que a gente aplicava. É por isso que Top Gear tinha um eco exatamente sempre na 16ª nota, é tudo que a gente podia fazer.”

    Depois do sucesso do primeiro jogo, a Kemco tentou registrar a marca Top Gear para atrelar a jogos de corrida no geral, só que talvez ela não estivesse sabendo, mas desde os anos 70 há um programa de TV chamado Top Gear, que também é sobre automobilismo. O registro foi negado.

    Manual do Game

    Top Gear, por fim, é uma franquia morta, tendo seu último jogo sido lançado no PS2 (Top Gear Dare Devil). Pena que, o jogo não tem nada a ver com os jogos originais e francamente achamos que Top Gear é um nome altamente atrelado a títulos 2D ou que simulam o 2D utilizando o 3D, como o excelente Horizon Chase, que é fruto do amor brasileiro a Top Gear e consegue ser um jogo lindamente adaptado para os dias de hoje.


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    Top Gear

    Platform: SNES
    13832 Players
    72 Check-ins

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    2018-10-08 16:00:22 -0300 Thumb picture

    Games & Desgaste: Como os anos podem cansar sua atividade preferida

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    Você é uma daquelas pessoas que tem dificuldades para se apegar a alguns jogos, onde hoje em dia raramente irá ficar por horas e horas até que tenha alcançado o final da história?

    Se apegar naquele jogo em que todo mundo está jogando atualmente lhe causa até uma certa inveja?

    Vamos falar sobre isso e mais.

    “ Eu acho que não consigo gostar mais de videogames como eu gostava. Não! O que que eu tô falando?? Me interna!”

    Uma pessoa que joga videogames por muitos anos provavelmente teve ou terá esse pensamento? A causa disso pode variar bastante.

    E se a vida de repente parece pequena demais para tantos jogos, um desespero bobo pode aparecer. Não vai soar tão bobo quando paramos pra pensar que gastamos tanto dinheiro com isso, construímos todo o momento para estar em nossas salas, confortáveis, prontos para aproveitar suas novas aquisições, mas o aproveitamento não dura nem trinta minutos. A causa disso tudo pode ter várias fontes.

    Jogar um videogame como um jogador significa entrar na atmosfera videogame, não necessariamente no mundo do jogo, mas na zona de conforto da mídia, que pode ser acompanhada com nostalgia ou zeitgeist (que é ser compelido em algum furor causado por algum jogo, em nosso caso, quando toda a comunidade está por exemplo falando do novo Fallout e o prazer mora em saber que você está por dentro também, da forma mais oficial, aproveitando aqueles novos bytes que pouca gente do mundo tenha descoberto até então). Aproveitar esses jogos fora de sua janela quente de furor para alguns jogadores significa aproveitar uma mesma fruta, mas não tão fresca, não com o mesmo sabor inicial, o que por si próprio já impede de continuar alguma tentativa de gameplay extensa. O preço disso tem correlação quase literal: tudo pode resultar em gastos indesejados para uma faixa de pessoas que ainda estão potencialmente correndo atrás de se estabilizarem na vida. O problema ainda é maior quando você descobre que o produto adquirido na verdade não é tudo aquilo, quando despido pelo pouco tempo que se passou após o furor propriamente dito.

    Algumas pessoas porém tem paciência e sabedoria suficiente para aguentar os gritos de regozijo do vizinho e negam seguir o que a indústria quer e mais ainda: muitas vezes querem seu dinheiro até bem antes de algo existir oficialmente (pre orders) ou até antes de algo existir como objeto realizado em si (campanhas de crowdfunding).

    Consumir videogames pode ser uma tarefa ingrata se fora dele há algum problema persistente, acontecimento crônico ou momentâneo que abala seu psicológico de alguma maneira. Definitivamente não só afeta a atividade videogame como outras. Na forma de jogo, um breve remediamento pode ser aplicado quando o usuário recorre à nostalgia, para figurar o que ele define como os bons tempos, mesmo que aqueles tempos tivessem coisas ruins, mas que a mente preferiu ignorar. Por si própria, essa atividade é bem sadia, mas pode comprometer o engajamento em material inédito que a pessoa procura consumir e em alguns indivíduos pode produzir uma alienação contínua, o famoso cara que só sabe dizer “antes que era bom”.

    Talvez pelo fato de termos tantos amigos que falam e até trabalham com isso e as outras mídias que consumimos também estarem muitas vezes conversando com jogos, nos sentimos pressionados a andar num ritmo que não é mais natural comparado ao ritmo de quando tínhamos todo tempo do mundo. Isso faz com que você queira abraçar muitas coisas ao mesmo tempo e então as deixe cair, não ficando com nenhuma no fim das contas. Essas coisas podem ser os jogos em si. Mas saiba que as pessoas possuem outros problemas.

    Assim como existem pessoas compulsivas por compras, gastar exorbitantes quantias em dinheiro em shoppings só para ter a sensação de ter algo desejado, ou simplesmente ter algo, nunca deixando um vazio que elas inventam imperar em seus dias, existem jogadores que adquirem jogos de forma desordenada e fica difícil se focar em consumir plenamente uma coisa apenas.

    Para um comprador compulsivo, a parte mais angustiante é não ter. Pesquisar pode ser a hora mais emocionante, tendo em vista de que a compra para este já está realizada, e que seja apenas uma questão de tempo até que ponha as mãos no produto. O ápice do prazer mora nos segundos em que primeiro é recebido o jogo, mas também pode aparecer em pequenas doses ao se olhar para a estante (virtual ou não) e ter o rápido pensamento “eu tenho isso!”. Definitivamente é uma sensação tão curta que de forma alguma valeria o valor cobrado. Após isso, o produto é descartado do uso e segue-se para o pensamento de uma próxima aquisição.

    Esse processo todo pode ser encurtado e muito se colocarmos no exemplo a prática de compra de jogos digitais, principalmente no Steam e suas promoções e política de quantidade versus preços baixos.

    Assim, o aglomerado de jogos adquiridos que sequer foram jogados ou terminados só aumenta e dificulta mais que um dia qualquer um desses seja lembrado.

    A paixão pelos games pode ser recuperada depois de um descanso da atividade, o foco em outra coisa, mas também o avanço da bancada intelectual de desenvolvedores, escritores e diretores, serpenteando pela indústria de jogos, com novidades em jogabilidade e narrativa pode ajudar bastante nesse refresco.

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    Dota 2

    Platform: PC
    5159 Players
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    2018-10-05 18:37:28 -0300 Thumb picture

    Nintendo estaria para revelar um Game Boy no celular

    Medium 3676881 featured image

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    Patentes e mais patentes. Ela ultimamente têm revelado planos da Nintendo, como a existência do NES e SNES Classic, agora há pouco o N64 Classic. Acontece que a última foi de uma carcaça, uma espécie de capa de celular que se encaixa no seu aparelho como uma luva e se transforma num Game Boy.

    A ideia pode ir longe, sem que você possa dizer “nossa, como esse site tá viajando”. O potencial desse acessório é que você pode por exemplo acessar um app da Nintendo, baixado na Play Store e comprar os jogos de Game Boy para usar com o acessório.

    E preciso dizer que, a idéia já existe de várias formas. A mais interessante vem da empresa Hyperkin, famosa pelo Super Nes portátil, o Supaboy. com o aparelho da Hyperkin você encaixa o que chamo de metade de um game boy embaixo do celular e usa a parte de cima da tela do celular como a tela de um Game Boy. Atrás você pode colocar cartuchos reais de Game Boy e essa carcaça é ajustável para diferentes tamanhos de telefones.

    Mas voltando à empresa oficial, no mesmo documento vazado ontem (04) é observado que o acessório da Nintendo também poderia ser usado em coisas como tablets. Isso faz com que imaginemos algo no Switch. E olha, pessoalmente não achamos NADA charmosa a ideia de transformar o Switch num Game Boy gigante, por mais que o portátil dos anos 80 seja algo icônico.

    De qualquer forma, não fugiríamos do fato de que teríamos que usar botões que entram em contato com a tela capacitiva invés de botões com circuitos individuais, clássicos. E isso não é nada bom.

    Acreditamos que isso seja porém, um documento para assegurar que essas ideias não oficiais que já vimos antes não prossigam existindo, pois através da patente a Nintendo pode tomar providências legais para impedir a comercialização. Motivo? Tirar os celulares e suas transformações bizarras do caminho afim de que não apaguem o brilho de futuras ideias. Ideias essas que poderiam ou significar a vinda de um Game Boy Classic ou a ida do sistema para o serviço online do Nintendo Switch.

    Ou seria essa a versão do Game Boy Classic que muita gente espera. Mas… depender do celular?

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    Super Mario Land 2

    Platform: Gameboy
    699 Players
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