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"Waste of time. That was a waste of time." Dias Flac

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  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2020-03-29 20:49:23 -0300 Thumb picture

    CHECK-IN

    Na verdade check-in atrasado...

    Comecei há alguns dias, e estou progredindo devagar. Paguei pouco mais de 20 reais nesse aqui, e até que estou curtindo.

    Pelo que vi, é um jogo que saiu do Kickstarter ou afins. Resumindo, o jogo é um apanhado de várias mecânicas interessantes... Ele tem um esquema de administração de cidades que lembra Darkest Dungeon, etc, em que você precisa construir e dar upgrades nas construções da cidade, e elas oferecem serviços, como craft, venda de itens, poções, etc. À medida em que o jogo avança vários personagens vão entrando na cidade/equipe, alguns sem uma razão muito aparente, enquanto outros com um objetivo específico, e um aspecto interessante é que eles têm personalidades bem diferentes. É possível melhorar o nível de afinidade com cada personagem da cidade e com cada personagem combatente, que destranca habilidades e perks. À medida que o nível do time avança (não existem níveis individuais), vão abrindo slots onde se pode equipar estes perks, que variam de habilidade genéricas, como +3% de dano, ou específicas que melhoram as habilidades dos personagens em combate. Cada personagem possui uma habilidade passiva e cinco habilidades de combate, sendo uma delas que pode ser usada todo turno, uma especial skill, que consome  2 pontos de autoridade, além de 3 skills com cooldown.

    Tela de Status - dá pra ver embaixo que tem personagem com vontade...

    Fora isso, tem as dungeons. Elas possuem camps, pra curar personagens mortos em combate, quests de texto, em que você faz escolhas e tem um resultado, e quests de combate. Terminando todas em uma dungeon, ela fica limpa, e você não pode ir lá de novo.

    Combate tático por turnos

    O combate é por turnos, com a ordem definida pela iniciativa, conforme o canto superior direito. No canto superior esquerdo, numa espécie de cristal, tem um "authority point", ou ponto de autoridade. Ele serve pra ativar as ultimate skills dos personagens, ou usado para oferecer outro turno pra qualquer personagem (ativando aquela lupinha no quadrado). Um poder muito interessante e que pode mudar o rumo das batalhas.

    Pequeno resumo da história, com poucos spoilers:

    Você herdou uma castelo, num fim de mundo, e tem um monte de dívidas que seus antepassados deixaram, e você, suas duas irmãs e um fiel cavalheiro vão pra lá, tentar repovoar a vila e transformá-la num reino decente e lucrativo.

    Enfim, achei o jogo interessante. Várias dungeons pra explorar, personagens diferentes pra recrutar, dependendo de suas escolhas, combate na medida certa, desafios em cada combate, que se realizados aumentam as chances de drop, e diálogos interessantes. É aquele jogo leve, que não exige esforço demais, nem te pede pra salvar o mundo. 

    Recomendo!

    Regalia: Of Men and Monarchs - Royal Edition

    Platform: Playstation 4
    1 Players

    19
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2020-03-03 23:13:41 -0300 Thumb picture

    Joguei a demo...

    Vamos às considerações, a quem interessar possa...

    Mas primeiro uma imagem dessa lindeza

    E tem Spoilers...

    Bom, vamos às notas (voz do responsável pela apuração das notas do desfiles das escolas de samba do RJ):

    Gráficos: Excelentes... Uma ótima recriação de Midgard, que parece enorme. Uma beleza a atenção que deram aos detalhes do personagens. Barret muito bem recriado e caracterizado. Aerith, a moça das flores também, e mesmo os personagens secundários (Wedge, Biggs, Jessie) têm uma personalidade. Isso foi interessante.

    Jogabilidade: Ação frenética durante os combates, comandos bem responsivos. Depois que você pega a manha dos atalhos, a batalha dobra de velocidade e você consegue fazer as coisas bem rápido. Achei Cloud, apesar de rápido, meio pesado. Barret é bem mais leve, e acabei jogando mais com ele mesmo.

    Música: A obre de Nobuo Uematsu fala por si só. Fizeram alguns leves arranjos, mas a maior parte do tempo da demo foi em combate, então praticamente só rolava o tema de combate mesmo. Efeitos sonoros muito bons, dos golpes encaixando, dos tiros, enfim.

    História: Como já disseram antes, mudaram a história para que a bomba não explodisse o reator, mas ainda não sabemos os efeitos disso a longo prazo na história. Achei a cena da explosão do reator muito merda. Um reator daquele tamanho explode, no centro da cidade e só acabam as luzes e sai fumaça? Não vi nenhuma construção desabando, nenhum dano visível na cidade, o que seria impossível num reator que é o coração da cidade.

    Diversão. Divertido? Sim. Mas em resumo, aparecem lutas, cenas curtas, lutas, cenas curtas, outra cena curta, lutas, Barret diz 2 palavras, luta.

    Em resumo:

     Como jogo em si, um jogo bom. Relativamente divertido, bons gráficos, diálogos interessantes, personagens carismáticos (à exceção de Cloud, que está mais antipático do que nunca, mas esse é o conceito do personagem, então, ok - coerente pelo menos). Pra mim não vale o preço que estão cobrando, A JULGAR PELA DEMO.

    Como Final Fantasy: Bom, é um remake de um jogo antigo, então ok..

    Como RPG: Vi alguns poucos elementos de RPG. Tem um Menu, onde você vai poder equipar itens e ver itens chave. De resto, o inventário é inútil: NÃO DÁ PRA USAR ITENS DO INVENTÁRIO.  Tem magia - ah, isso não conta: jogos de luta também têm... Tem ação por turnos? Não, a menos que você chame de turno cada apertada no X.  Curioso que o jogo tem um combate muito rápido prum jogo que se diz RPG, mas muito lento pro que seria um jogo de ação. Tive o tempo todo a sensação de que o jogo vai levando o jogador pela mão . O mapa diz onde você precisa ir, você sequer precisa apertar o botão em alguns momentos, já que Cloud interage sozinho. Pouquíssima exploração (Repito: a julgar pela demo), ou seja, linearidade. Em nenhum momento o jogo me fez pensar em qualquer coisa. À exceção da escolha da dificuldade inicial, a única pergunta que o jogo te faz é com qts minutos você vai armar a bomba: 20 ou 30?

    Enfim, parece ser o caso, realmente, de um jogo a ser apreciado pelas novas gerações, um novo público-alvo, e não para os saudosistas. O jogo vai acabar agradando os saudosistas pela nostalgia de rever estes personagens tão bonitos, detalhados e bem renderizados. Mas como RPG, pelo que joguei nesta demo, estes saudosistas, que vieram pra rever uma Tifa bonita, sem os braços de megaman do original, esses vão se decepcionar pelo RPG que foi entregue.

    Mas a pior coisa, o mais broxante de tudo:

    NÃO TEM A TIFA NA DEMO!!!!

    Final Fantasy VII Remake

    Platform: Playstation 4
    446 Players
    193 Check-ins

    19
    • Micro picture
      le · 4 months ago · 2 pontos

      Cloud = Guan Ping.

      1 reply
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      the_muriel · 4 months ago · 2 pontos

      Eu gostei da demo, ta muito melhor do que eu esperava kkkkkkkkkkkk
      A parte interessante e como atacar as fraquezas funciona e mudar os personagens é importante, que é algo básico para esse tipo de jogo, mas o XV e o XIII erravam até nas coisas básicas, então eu estou mais feliz do que esperava kkkkkkkkkkkkk

      6 replies
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      mastershadow · 4 months ago · 2 pontos

      Um dos melhores sistemas da série era o do FFVII em combinar matérias e fazer combos etc....é triste mudarem isso no remake pra agradar o povão dos actions,mas isso é tendência infelizmente, assim como isso de o jogo pegar o jogador na mão e mostrar tudo.

      1 reply
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2020-02-01 09:14:26 -0200 Thumb picture
    Post by seufi: "É simples, mas funciona." foi uma Excelente descri

    "É simples, mas funciona." foi uma Excelente descrição...De boa, nos últimos anos, o que mais joguei foram RPGs complexos que não funcionam. Esse pelo menos é simples, entrega o que promete... os personagens são, a meu ver interessantes, e se destacam pela história...Na minha opinião, sua nota está correta...

    Uma continuação pra colocar a série no mapa.

    Review by: @darlanfagundes

    Breath of Fire recentemente voltou à minha atenção quando eu decidi jogar os RPG's do NES e SNES novamente. Nesse r...

    Keep Reading →
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    • Micro picture
      darlanfagundes · 5 months ago · 2 pontos

      Vlw, eu tmbm tenho muitas ressalvas com relação a RPG's que tentam parecer algo apenas colocando mais e mais horas sem sentido pra jogarmos...nesse aspecto a série BOF inteira é um alívio...rsrs

  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2020-01-30 01:26:06 -0200 Thumb picture

    Terminando...

    Plataforma real - Android.

    Aproveitei uns dias na praia e nas horas vagas fui adiantando jogo. Terminei a campanha principal há uns 2 dias, e comecei o modo Souls of Rebirth, que se abre após o fim do jogo.

    Era uma vez um monstro malvado

    Esse ultima weapon tava com tudo...

    Mas ele esbarrou num dragoon mago

    Tomou uma magia e saiu aos pulos...

    Tava usando um Guia, e li que era possível derrotá-lo transformando o ultima weapon em sapo. Aí fui atrás pra ver se conseguia... Castel dispel com o Minwu, depois de ter farmado 3 levels da magia, usei uma sage seed pra maximizar a inteligência dele... Proteção derrubada... Farmei até o level 8 de toad com o Ricard, e depois de usar outra sage seed nele, mais duas tentativas fizeram o malvado sair pulando...

    Sério... É muito louco transformar um omega weapon em sapo... Não me lembro de nenhum outro FF que te permita isso...

    Devo fechar o souls of rebirth nos próximos dias... E partir para o FFI... Primeirao... Vamos ver se aguento...

    Final Fantasy II

    Platform: Playstation 3
    0 Players

    23
    • Micro picture
      santz · 5 months ago · 2 pontos

      O gamer vai para a praia jogar videogame.

    • Micro picture
      santosmurilo · 5 months ago · 2 pontos

      Os únicos FFs q não consegui zerar foram esse e o primeiro! 🤦🏻‍♂️

  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-12-16 22:52:45 -0200 Thumb picture

    O bom, o mau e o feio

    Neste ano, vimos por aqui os melhores jogos do ano,  The Game Awards...

    Não satisfeito, @lukenakama propôs a lista dos piores de 2019...

    E como tivemos o bom, e o mau, vamos ao feio...

    E nada é mais feio para gamers do que seu backlog, aquela lista da vergonha de jogos ainda a jogar, que só vão se acumulando ao longos dos anos - no meu caso décadas...

    Assim sendo, gostaria de propor um @desafio novo, considerando que vem aí um novo ano, e com ele, planos para o 2020. E como estamos num ambiente gamer, planejemos juntos o que iremos jogar no próximo ano, a exemplo do que fez @grindingcast, no anúncio de seu calendário de jogos.

    Regras:

    1 - Faça uma lista de 5  jogos que você pretende jogar em 2020, se possível com a sigla da plataforma.

    2 - Explique o porquê de cada jogo. As posições não importam.

    3 - Jogos antigos, novos, a serem lançados, hacks...cite o que quiser.

    4 - Marque alguns amigos e a persona  @desafio para que todos possam ver sua lista.

    1 - Terranigma - SNES

    É uma vergonha um amante de RPGs, como eu, nunca ter jogado esse jogo, altamente aclamado. Pretendo corrigir isso ainda este ano...

    2 - Demon's Crest - SNES

    Na verdade, este eu já joguei, mas era criança demais para explorar todos os locais e entender a grandiosidade do jogo. Joguei, na época, como jogo de plataforma... pretendo jogar agora considerando seu lado RPG, explorando melhor e tendo a experiência completa.

    3 - Star Ocean First Departure R - PS4

    Esta é uma de minhas maiores vergonhas como RPGista...Joguei absurdamente o 2, um pouco do 3, muito o 4 e muito o SO 5... Mas o 1, este ainda não joguei mais do que 15 minutos... uma falha que pretendo corrigir logo com este port de PS4 que saiu agora no finzinho deste ano...

    4 - Vampires Bloodlines 2 - PS4

    Recentemente, um dos meus amigos adquiriu Death Stranding, Jedi Fallen Order e Outer Worlds, todos em mídia física, o que vai me poupar uma boa grana. Com isso, ele já juntou 180 incêndios de cashback pro Cyberpunk... Me propus, assim, a comprar o Vampire Bloodlines, e o RE3Remake, e estou bem animado. Apesar de ter o 1º na steam, nunca joguei, mas este pode esperar...

    5 - Live a Live

    Descobri recentemente este jogo, e curti a premissa. Pelo pedaço de gameplay que vi, tem um fator estratégico interessante, e histórias que se entrecruzam à la Saga. Fiquei muito interessado, e já baixe a rom traduzida pra inglês...

    desafio @gradash @luchta @le  @_gustavo @fonsaca @leopoldino @andre_andricopoulos  @rax @jcelove @palomaref  @mastershadow @santz @darlanfagundes @onai_onai

    Tom Clancy's Splinter Cell: Blacklist

    Platform: PC
    434 Players
    20 Check-ins

    36
    • Micro picture
      grindingcast · 7 months ago · 2 pontos

      Boa!

      Star Ocean 1 é legalzinho, mas esse artwork da versão de PS4 é meio zoado, ficou moe demais. Tem alguma DLC pras artes da versão de PSP? Ali sim o jogo ficou lindão...

      Terranigma é interessante, tem a melhor representação do Brasil ever num RPG, ahuahua

      Live a Live é muito legal, só que de estratégico ele não tem nada mesmo, é tudo bem fácil até. Mas é bem único, uma das pérolas 16 bits do snes XD

      2 replies
    • Micro picture
      rax · 7 months ago · 2 pontos

      desafio interessante.

      honestamente não sei qual jogos vou botar.Vou pensar aqui,mas sinceramente não tem nada muito pendente não que eu queira muito jogar...

    • Micro picture
      luchta · 7 months ago · 2 pontos

      É uma lista bem interessante essa Sua, BEM diversificada. Eu já ia fazer algo parecido nas minhas postagens de fim de ano, mas é tenso demais, por que tem tanta coisa que preciso jogar acumulada, nem sei por onde começar.

      1 reply
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-12-03 20:31:54 -0200 Thumb picture

    Aquela hora

    Aquela hora que você tá procurando uns Hack diferenciado e dá de cara com isso...

    @docrow, és tu mesmo, meu brother?

    Hacker Evolution: Untold

    Platform: PC
    45 Players

    25
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-12-02 20:18:29 -0200 Thumb picture

    Vale a pena

    @le, vi uns check-ins seus e queria uma análise sua sobre o jogo... Ele tá em promoção na PSN, a R$18,38... A pergunta é simples: Vale a pena?

    Earthlock: Festival of Magic

    Platform: Playstation 4
    5 Players

    18
    • Micro picture
      le · 7 months ago · 2 pontos

      Olha, eu tô gostando. Tem umas mecânicas de batalha bem diferentes do padrão. Pelo preço, acho que vale. Eu peguei por uns 10 na Steam e tô achando um bom jogo com uns valores de produção bons pelo preço que cobram.

      1 reply
  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2019-11-28 21:32:02 -0200 Thumb picture
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    25
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-11-03 18:19:01 -0200 Thumb picture

    A Coroa de Ferro

    Há algumas semanas atrás, assisti à série de vídeos do @raiden no youtube, com dicas para os iniciantes em Darkest Dungeon... Motivado, e com algumas dicas a mais na mente, resolve tentar o Stygian, o modo mais hardcore do jogo... 12 mortes máximas, luz drenando mais rápido, melhorias o dobro do preço, inimigos com status melhores e causando ainda mais stress que o de costume... 86 semanas para fechar o jogo ou seu save deletado...e fui ver no que dava... e no fim

    Taí o troféu,,, De quebra peguei junto o das dificuldades anteriores: o de terminar na dificuldade padrão, no hard e esse... E ainda peguei o de terminar o jogo em menos de 99 semanas (terminei na semana 52)..

    Claro que só foi possível porque assino a PSN... Explico: Sem o esquema de fazer backup do seu save e de vez em quando baixar ele porque fez escolhas erradas e o jogo te arrebentou a cara, ou simplesmente porque o RNG não gostou de você, não teria nem como... ou até teria, mas eu teria perdido toda a minha sanidade... Fora isso, mapas da última dungeon na internet ajudaram mt

    Analisando bem, é outro jogo... as escolhas de grupo, controle de stress, reconhecimento, parcimônia no uso do dinheiro e heranças, enfim... é outra experiência.

    Como já tinha pegado os troféus mais difíceis, faltava perder o herói para uma armadilha e matar um chefe com apenas um herói sobrando... Voltei ao meu save, e eu não tinha matado "a Carne Instável"... Mas antes desse, tentei umas 3 horas matar um herói nas armadilhas e não conseguia... acabei tentando o outro e comecei a ir no boss.... Em algumas tentativas, eu wipava, ou sobrava 2 heróis vivos... numa dessas, ao sair do boss, vi uma armadilha no mapa e matei uma abominação, pegando o primeiro troféu... Aí faltou apenas o boss... Fiquei tentando manter o bandido vivo, e no fim foi o Mestre de cães que sobrou... bom, aí está...

    THE IRON F%$##ING CROW!!!!!!

    Mais um a platina pra coleção...

    Agora, o jeito é esperar uma boa promoção pra pegar as expansões e fechar os outros boss delas... Mas por enquanto é check-out!

    Sobre a última luta...

    Spoilers abaixo...

    --------------------------------------------------------------------------------

    Fui com um Leper, Reinauld, Dismas e uma Vestal...

    O Leper ao longo das lutas, chegou na última forma com mais de 150 de stress, e paranóico... o resto da galera tava legal... Na primeira morte, o Leper disse: "Leve'me... poupe os outros..." Eu até ia levar a Vestal, mas já que ele pediu, o coração o levou... RIP... Depois, foi a vez da Vestal, porque nem ferrando eu ia matar o Reinauld ou o Dismas... afinal, eles são os primeiros de você pega... Matei bem de boas...

    ___________________________________________________________________________

    Darkest Dungeon

    Platform: Playstation 4
    35 Players
    16 Check-ins

    19
    • Micro picture
      raiden · 8 months ago · 2 pontos

      Caramba!! Fico feliz que meus vídeos de dicas tenham lhe ajudado ao menos um pouco pra essa platina!! Meus mais sinceros parabéns!! E sem backup de save realmente é impossível. O rng do jogo estupra a gente. E se prepare!! Porque com as dlcs o jogo é IMPOSSÍVEL de difícil. Prepare mais backup de saves. Milhões deles!! Kkkkkkkkkk...

      4 replies
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-09-22 23:18:27 -0300 Thumb picture

    Master ou Remaster

    Medium 3746796 featured image

    Acabo de ver um post de @_gustavo abordando a possibilidade de um remaster de SplatterHouse e klonoa, o que me deu a ideia deste texto. Na prática, posts de remasters tem se multiplicado nos últimos anos entre as empresas de games.

    Mas por qual razão temos visto, entre as grandes softhouses (nome que davam na época que comecei a me interessar por games às empresas produtoras de jogos), uma abordagem mais agressiva com relação a remasters e muitíssimo mais conservadora com relação a novos IPs?

    A resposta pode parecer, numa análise superficial, muito óbvia: Remasters dão retorno mais ou menos garantido, tem um público próprio, ao se apelar para a nostalgia, enquanto novas criações tem um risco maior por não ter ambos.

    Analisando mais a fundo, entretanto, podemos encontrar outros aspectos, e assim sendo, queria propor algumas reflexões em torno deles:

    Público - remasters sempre tem um público muito específico. Vamos nos dirigir aos grandes jogos em remaster atualmente. Todos eles remontam à década de 90/2000. Esse público, entre infantil e pré-adolescente até então, ganhava jogos de presente dos pais. Hoje o mesmo público está na idade madura, e boa parte dele ainda consome jogos com regularidade, destinando sempre, na medida do possível, uma parte da renda mensal à aquisição de jogos e outros relacionados. Sob esta ótica, quando uma empresa decide lançar, por exemplo, um remaster de Klonoa ela tem um público específico, que teoricamente vai consumir o produto, o que diminui os riscos do jogo "Flopar". Mas como a empresa sabe se o público que conheceu o jogo realmente vai se interessar em adquiri-lo de novo? Propaganda é uma das formas... Uma fonte ligada a uma third party que produziu um jogo, solta uma imagem de um possível remaster no Twitter... ali, as expectativas tomam forma, e as empresas conseguem perceber, pela publicidade, comoção e etc se os custos de "remasters" vão justificar a publicação. Em alguns casos, os custos são tão ínfimos, que se lança assim mesmo, e o que vier é lucro. De um jeito ou de outro se tem um público em mente... Mas e jogos novos? Não são

    direcionados a um público específico também? Sim, mas tem outros problemas... O mercado de consumo de jogos aumentou ao longo do tempo, de modo que cada vez mais pessoas têm contato com este tipo de lazer.

    Contudo, os públicos variam imensamente. Há 30 anos, PC não era uma plataforma viável para venda massiva de jogos. Portáteis ainda rastejavam (e alguns até faziam sucesso), de modo que, grosso modo, haviam um foco em consoles caseiros. Hoje, ao se criar algum jogo, precisa-se ter em mente em qual plataforma será lançado: android, pc ou consoles; entre estes últimos, para qual plataforma em específico, e se serão para portáteis ou não. Dado o exposto, fica muito mais complicado e arriscado lançar algo novo no mercado de consoles.

    Crowfunding - Há alguns anos, como forma de resolver ambas as questões (público-alvo e avaliar o interesse das pessoas), surgiu esta forma de financiamento coletivo, em que uma produtora apresenta a idéia de um jogo, e as pessoas pagam para que a idéia seja convertida em um produto. É interessante que a produtora vende uma idéia, e as pessoas, sem nenhuma segurança do que vai ser lançado, pagam para que a idéia seja convertida em um jogo. Isso garante uma relativa segurança para quem vai fabricar o jogo, uma vez que ele (se financiado) já está pago, mas tem um preço alto do ponto de vista da qualidade. O exemplo de Mighty nº 9 está aí para não ser esquecido. O jogo arrecadou mais de 3.800.00 dólares, e entregou um jogo, segundo boa parte da crítica, apenas mediano, além de entregar com atrasos e outros problemas ao longo do desenvolvimento. Mas esta segurança, além de aparentemente resolver facilmente todos os problemas, traz outros: precisa haver uma enorme transparência no projeto, e apesar de não necessário, é sempre bom apresentar um nome de peso na produção, para atrair os recursos, além de precisar lidar com a frustração de todas as centenas ou milhares de pessoas que pagaram para que aquilo se realize, cada um com suas críticas e expectativas com relação ao produto final, ou seja, é preciso agradar, de modo geral, a todos os que pagaram.

    Mobiles - há 30 anos um fator impensável, hoje jogar no celular é uma realidade das novas gerações. Meu filho tem um ps4, um ps3 abarrotado de emuladores de vários sistemas, e ainda passa mais tempos jogando no celular do que com algum dos consoles. E não é falta de oferecer ou de opções, como eu citei. É uma questão de praticidade e mobilidade (leva o aparelho para onde quer). Mobiles surgem, como um fator de produção de jogos, a partir do momento que é relativamente mais fácil e menos arriscado lançar um mobile game do que um jogo de ps4, por exemplo. Temos um exemplo na indústria brasileira recenete disso. Aquiris produziu o Horizon chase, primeiramente para mobiles, a um preço módico. Utilizou os feedbacks e aprendizados para, posteriormente, lançar o mesmo jogo, na versão turbo, para PCs. Lá obteve know-how e receita para fazer a produção para XBOX e PS4, e hoje já possui versão em Switch também. O exemplo citado permite perceber que a produção para mobiles apresenta um custo relativamente mais baixo do que para outras plataformas, aliado ao fato de se poder melhorá-lo, aprimorá-lo e colher feedbacks e receitas para produções em plataformas mais específicas. Toda semana, ao se ver as promoções da PSN, vemos novos conversões de jogos de celulares para ps4, ou de pcs para ps4 chegando.

    Qualidade - o público que possui um ps4, um x360 ou Switch é muito mais exigente com relação a qualidade do que qualquer outro. Na verdade, não é per si, mas para o jogo ser lançado em uma plataforma como o PS4, há um mínimo de padrões exigidos, que começa com a Sony e termina na escolha do consumidor se deve ou não adquiri-lo. Pessoal das antigas, que conheceu os jogos originais, e hoje vê remasters aparecendo aos quilos na loja da Microsoft, é sempre muito seletivo com relação a jogos novos que vai comprar (4x mais seletivo no Brasil, onde um dólar vale mais que 4 reais), seletibilidade esta que é embaçada pela nostalgia dos clássicos. Assim sendo, qualquer jogo novo que se vai lançar, precisa ter um gráfico muito bom (se for remaster, não precisa de muita coisa não, já que joguei no original e era bom sem precisar demais), uma jogabilidade muito boa (nos remasters, a segurança da mesma jogabilidade é um fator importante) e uma história no mínimo interessante, ou seja, uma qualidade de excelência. E a gente vê estes jogos aparecendo, como The Last of Us, ou God of War, ou ainda Horizon Zero Down. Outros, se destacam em um dos quesitos citados acima, e apresenta os seguintes de maneira mediana, mas apelam para a publicidade fora do jogo (youtubers, principalmente) ou dentro (a bunda da 2B) para garantir umas vendas a mais. Em resumo, os padrões para a produção de jogos mais novos é relativamente mais alto do que os exigidos para remaster.

    Publisher - Tomemos Square-enix, por exemplo. Ela tem, pra quem não sabe, um serviço chamado "Square-Enix Collective", uma plataforma mantida para que criadores de jogos e jogadores julguem quais ideias devem se tornar realidade e quais não, através de votações abertas ocasionalmente. Em alguns casos, caso a comunidade julgue que um projeto merece atenção e suporte, a SE se oferece pra financiar o projeto, inclusive via financiamento coletivo (olha ele, olha ele - Nhonho), com vistas a dar visibilidade aos projeto de pequenas equipes indies até a publicação. Na prática, ela assina em baixo do projeto, o que garante, teoricamente, um mínimo de qualidade. Sabemos que os jogos unem as pessoas, mas sabemos que de graça nem cascudo a gente ganha, ou seja, alguma coisa a SE ganha com isso. É um "greenlight" da Square, em resumo. Esta prática de se aproximar de indies é benéfica pra quem produz, porque garante uma plataforma e apoio para a publicação do projeto, bem como, imagino, sugestões para melhor direção comercial do projeto. Por outro lado, ele garante, para a publisher, uma comissão das vendas, ou seja, é mutuamente benéfica.

    Mas a maior vantagem para o "Mecenas", neste caso, é comprar a IP/ estúdio produtor por um valor bem abaixo do que ele poderia se tornar, caso o jogo seja um sucesso.

    Um exemplo disso é o caso da franquia tomb raider. O 1º game foi produzido pela Core Design e publicado pela Eidos Interactive, detentora dos seus direitos. Tomb Raider, enquanto franquia, vendeu mais de 30 milhões de cópias. No fim, num momento de relativo declínio da franquia, a Eidos, detentora de seus direitos, foi adquirida pela SE, pelo equivalente hoje a mais de 105 milhões de trumps. As vendas dos jogos baseados no remake da franquia já somaram mais de 22 milhões.

    No fim, assediando indies ou adquindo Ips e revendendo, o lucro é garantido!

    Fatores menores - Há alguns outros fatores menores que poderíamos citar, como o a ausência prolongada de bons roteiros, os quais vem sendo, em alguns casos, vencidos com a cada vez aproximação entre literatura e games. The witcher, antes de ser um jogo, era uma série de livros, que contém todo um mundo a ser explorado, mundo este mais tarde adaptado aos gostos de jogadores do mundo inteiro. Ainda que a falta de um bom roteiro possa não configurar um grande problema para uma franquia de luta ou de esportes por exemplo, cujo foco é dado na jogabilidade e competição, o mesmo não se dá entre RPGs, ou numa menor escala em  jogos de aventura e exploração. A falta de roteiros originais vem sendo um grande problema na indústria dos jogos, de modo geral. Mas a dúvida que fica é:  a falta de bons roteiros que determina os tipos de jogos que temos recebidos, ou temos recebido jogos mais voltados à competição por falta de um bom roteiro? Ainda que a razão não seja nenhuma das duas, vale a pena a reflexão. Outro fator que vale a pena abordar é a expectativa. Recentemente vimos um híbrido de remake e new IP, o Project Resistance. Até então, a comunidade se dividia aguardando o anúncio de um RE:8, ou um remake do RE:Outbreak, e a maioria tinha certeza que era o remake de RE:3. No fim, o que se apresentou foi um game com a jogabilidade muito semelhante a outbreak, bons gráficos, mas as expectativas dos fãs eram diferentes. Neste momento em que redijo o texto, a reação de quase 3 mil pessoas ao vídeo era negativa, num total de 15,9k avaliações, uma média de quase 20%, de modo que ela é um fator a ser considerado, até porque, dizem que cada pessoa que não gosta de algo, espalha para mais cinco, enquanto as que gostam espalham para mais 2, o que torna uma rejeição de 20% algo a ser seriamente considerado.

    Enfim, espero ter contribuído para que todos entendamos por quais razões as empresas têm se proposto a lançar mais remakes do que indies. Se encontrarem algum erro, por favor me corrijam, inclusive com relação ao conteúdo, já que o texto trata da minha percepção - o que não necessariamente pode corresponder à realidade

    Resident Evil 2 Remake

    Platform: Playstation 4
    455 Players
    189 Check-ins

    32
    • Micro picture
      salvianosilva · 10 months ago · 2 pontos

      Ótimo artigo, mano

      1 reply
    • Micro picture
      artigos · 10 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      kess · 9 months ago · 2 pontos

      Sua visão não está equivocada. Mas com toda a mídia que temos, poderiam arranjar um jeito de testar novas IPs sem terem que correr o risco de não dar certo. Claro, se fosse algo do tipo mostrar 5, e só a melhor iria pra frente, teriam os fãs das outras quatro enchendo o saco por não ter ido pra frente sua preferência.

      1 reply
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