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"Waste of time. That was a waste of time." Dias Flac

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  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-09-22 23:18:27 -0300 Thumb picture

    Master ou Remaster

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    Acabo de ver um post de @_gustavo abordando a possibilidade de um remaster de SplatterHouse e klonoa, o que me deu a ideia deste texto. Na prática, posts de remasters tem se multiplicado nos últimos anos entre as empresas de games.

    Mas por qual razão temos visto, entre as grandes softhouses (nome que davam na época que comecei a me interessar por games às empresas produtoras de jogos), uma abordagem mais agressiva com relação a remasters e muitíssimo mais conservadora com relação a novos IPs?

    A resposta pode parecer, numa análise superficial, muito óbvia: Remasters dão retorno mais ou menos garantido, tem um público próprio, ao se apelar para a nostalgia, enquanto novas criações tem um risco maior por não ter ambos.

    Analisando mais a fundo, entretanto, podemos encontrar outros aspectos, e assim sendo, queria propor algumas reflexões em torno deles:

    Público - remasters sempre tem um público muito específico. Vamos nos dirigir aos grandes jogos em remaster atualmente. Todos eles remontam à década de 90/2000. Esse público, entre infantil e pré-adolescente até então, ganhava jogos de presente dos pais. Hoje o mesmo público está na idade madura, e boa parte dele ainda consome jogos com regularidade, destinando sempre, na medida do possível, uma parte da renda mensal à aquisição de jogos e outros relacionados. Sob esta ótica, quando uma empresa decide lançar, por exemplo, um remaster de Klonoa ela tem um público específico, que teoricamente vai consumir o produto, o que diminui os riscos do jogo "Flopar". Mas como a empresa sabe se o público que conheceu o jogo realmente vai se interessar em adquiri-lo de novo? Propaganda é uma das formas... Uma fonte ligada a uma third party que produziu um jogo, solta uma imagem de um possível remaster no Twitter... ali, as expectativas tomam forma, e as empresas conseguem perceber, pela publicidade, comoção e etc se os custos de "remasters" vão justificar a publicação. Em alguns casos, os custos são tão ínfimos, que se lança assim mesmo, e o que vier é lucro. De um jeito ou de outro se tem um público em mente... Mas e jogos novos? Não são

    direcionados a um público específico também? Sim, mas tem outros problemas... O mercado de consumo de jogos aumentou ao longo do tempo, de modo que cada vez mais pessoas têm contato com este tipo de lazer.

    Contudo, os públicos variam imensamente. Há 30 anos, PC não era uma plataforma viável para venda massiva de jogos. Portáteis ainda rastejavam (e alguns até faziam sucesso), de modo que, grosso modo, haviam um foco em consoles caseiros. Hoje, ao se criar algum jogo, precisa-se ter em mente em qual plataforma será lançado: android, pc ou consoles; entre estes últimos, para qual plataforma em específico, e se serão para portáteis ou não. Dado o exposto, fica muito mais complicado e arriscado lançar algo novo no mercado de consoles.

    Crowfunding - Há alguns anos, como forma de resolver ambas as questões (público-alvo e avaliar o interesse das pessoas), surgiu esta forma de financiamento coletivo, em que uma produtora apresenta a idéia de um jogo, e as pessoas pagam para que a idéia seja convertida em um produto. É interessante que a produtora vende uma idéia, e as pessoas, sem nenhuma segurança do que vai ser lançado, pagam para que a idéia seja convertida em um jogo. Isso garante uma relativa segurança para quem vai fabricar o jogo, uma vez que ele (se financiado) já está pago, mas tem um preço alto do ponto de vista da qualidade. O exemplo de Mighty nº 9 está aí para não ser esquecido. O jogo arrecadou mais de 3.800.00 dólares, e entregou um jogo, segundo boa parte da crítica, apenas mediano, além de entregar com atrasos e outros problemas ao longo do desenvolvimento. Mas esta segurança, além de aparentemente resolver facilmente todos os problemas, traz outros: precisa haver uma enorme transparência no projeto, e apesar de não necessário, é sempre bom apresentar um nome de peso na produção, para atrair os recursos, além de precisar lidar com a frustração de todas as centenas ou milhares de pessoas que pagaram para que aquilo se realize, cada um com suas críticas e expectativas com relação ao produto final, ou seja, é preciso agradar, de modo geral, a todos os que pagaram.

    Mobiles - há 30 anos um fator impensável, hoje jogar no celular é uma realidade das novas gerações. Meu filho tem um ps4, um ps3 abarrotado de emuladores de vários sistemas, e ainda passa mais tempos jogando no celular do que com algum dos consoles. E não é falta de oferecer ou de opções, como eu citei. É uma questão de praticidade e mobilidade (leva o aparelho para onde quer). Mobiles surgem, como um fator de produção de jogos, a partir do momento que é relativamente mais fácil e menos arriscado lançar um mobile game do que um jogo de ps4, por exemplo. Temos um exemplo na indústria brasileira recenete disso. Aquiris produziu o Horizon chase, primeiramente para mobiles, a um preço módico. Utilizou os feedbacks e aprendizados para, posteriormente, lançar o mesmo jogo, na versão turbo, para PCs. Lá obteve know-how e receita para fazer a produção para XBOX e PS4, e hoje já possui versão em Switch também. O exemplo citado permite perceber que a produção para mobiles apresenta um custo relativamente mais baixo do que para outras plataformas, aliado ao fato de se poder melhorá-lo, aprimorá-lo e colher feedbacks e receitas para produções em plataformas mais específicas. Toda semana, ao se ver as promoções da PSN, vemos novos conversões de jogos de celulares para ps4, ou de pcs para ps4 chegando.

    Qualidade - o público que possui um ps4, um x360 ou Switch é muito mais exigente com relação a qualidade do que qualquer outro. Na verdade, não é per si, mas para o jogo ser lançado em uma plataforma como o PS4, há um mínimo de padrões exigidos, que começa com a Sony e termina na escolha do consumidor se deve ou não adquiri-lo. Pessoal das antigas, que conheceu os jogos originais, e hoje vê remasters aparecendo aos quilos na loja da Microsoft, é sempre muito seletivo com relação a jogos novos que vai comprar (4x mais seletivo no Brasil, onde um dólar vale mais que 4 reais), seletibilidade esta que é embaçada pela nostalgia dos clássicos. Assim sendo, qualquer jogo novo que se vai lançar, precisa ter um gráfico muito bom (se for remaster, não precisa de muita coisa não, já que joguei no original e era bom sem precisar demais), uma jogabilidade muito boa (nos remasters, a segurança da mesma jogabilidade é um fator importante) e uma história no mínimo interessante, ou seja, uma qualidade de excelência. E a gente vê estes jogos aparecendo, como The Last of Us, ou God of War, ou ainda Horizon Zero Down. Outros, se destacam em um dos quesitos citados acima, e apresenta os seguintes de maneira mediana, mas apelam para a publicidade fora do jogo (youtubers, principalmente) ou dentro (a bunda da 2B) para garantir umas vendas a mais. Em resumo, os padrões para a produção de jogos mais novos é relativamente mais alto do que os exigidos para remaster.

    Publisher - Tomemos Square-enix, por exemplo. Ela tem, pra quem não sabe, um serviço chamado "Square-Enix Collective", uma plataforma mantida para que criadores de jogos e jogadores julguem quais ideias devem se tornar realidade e quais não, através de votações abertas ocasionalmente. Em alguns casos, caso a comunidade julgue que um projeto merece atenção e suporte, a SE se oferece pra financiar o projeto, inclusive via financiamento coletivo (olha ele, olha ele - Nhonho), com vistas a dar visibilidade aos projeto de pequenas equipes indies até a publicação. Na prática, ela assina em baixo do projeto, o que garante, teoricamente, um mínimo de qualidade. Sabemos que os jogos unem as pessoas, mas sabemos que de graça nem cascudo a gente ganha, ou seja, alguma coisa a SE ganha com isso. É um "greenlight" da Square, em resumo. Esta prática de se aproximar de indies é benéfica pra quem produz, porque garante uma plataforma e apoio para a publicação do projeto, bem como, imagino, sugestões para melhor direção comercial do projeto. Por outro lado, ele garante, para a publisher, uma comissão das vendas, ou seja, é mutuamente benéfica.

    Mas a maior vantagem para o "Mecenas", neste caso, é comprar a IP/ estúdio produtor por um valor bem abaixo do que ele poderia se tornar, caso o jogo seja um sucesso.

    Um exemplo disso é o caso da franquia tomb raider. O 1º game foi produzido pela Core Design e publicado pela Eidos Interactive, detentora dos seus direitos. Tomb Raider, enquanto franquia, vendeu mais de 30 milhões de cópias. No fim, num momento de relativo declínio da franquia, a Eidos, detentora de seus direitos, foi adquirida pela SE, pelo equivalente hoje a mais de 105 milhões de trumps. As vendas dos jogos baseados no remake da franquia já somaram mais de 22 milhões.

    No fim, assediando indies ou adquindo Ips e revendendo, o lucro é garantido!

    Fatores menores - Há alguns outros fatores menores que poderíamos citar, como o a ausência prolongada de bons roteiros, os quais vem sendo, em alguns casos, vencidos com a cada vez aproximação entre literatura e games. The witcher, antes de ser um jogo, era uma série de livros, que contém todo um mundo a ser explorado, mundo este mais tarde adaptado aos gostos de jogadores do mundo inteiro. Ainda que a falta de um bom roteiro possa não configurar um grande problema para uma franquia de luta ou de esportes por exemplo, cujo foco é dado na jogabilidade e competição, o mesmo não se dá entre RPGs, ou numa menor escala em  jogos de aventura e exploração. A falta de roteiros originais vem sendo um grande problema na indústria dos jogos, de modo geral. Mas a dúvida que fica é:  a falta de bons roteiros que determina os tipos de jogos que temos recebidos, ou temos recebido jogos mais voltados à competição por falta de um bom roteiro? Ainda que a razão não seja nenhuma das duas, vale a pena a reflexão. Outro fator que vale a pena abordar é a expectativa. Recentemente vimos um híbrido de remake e new IP, o Project Resistance. Até então, a comunidade se dividia aguardando o anúncio de um RE:8, ou um remake do RE:Outbreak, e a maioria tinha certeza que era o remake de RE:3. No fim, o que se apresentou foi um game com a jogabilidade muito semelhante a outbreak, bons gráficos, mas as expectativas dos fãs eram diferentes. Neste momento em que redijo o texto, a reação de quase 3 mil pessoas ao vídeo era negativa, num total de 15,9k avaliações, uma média de quase 20%, de modo que ela é um fator a ser considerado, até porque, dizem que cada pessoa que não gosta de algo, espalha para mais cinco, enquanto as que gostam espalham para mais 2, o que torna uma rejeição de 20% algo a ser seriamente considerado.

    Enfim, espero ter contribuído para que todos entendamos por quais razões as empresas têm se proposto a lançar mais remakes do que indies. Se encontrarem algum erro, por favor me corrijam, inclusive com relação ao conteúdo, já que o texto trata da minha percepção - o que não necessariamente pode corresponder à realidade

    Resident Evil 2 Remake

    Platform: Playstation 4
    342 Players
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      salvianosilva · 22 days ago · 2 pontos

      Ótimo artigo, mano

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      artigos · 21 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      kess · 9 days ago · 2 pontos

      Sua visão não está equivocada. Mas com toda a mídia que temos, poderiam arranjar um jeito de testar novas IPs sem terem que correr o risco de não dar certo. Claro, se fosse algo do tipo mostrar 5, e só a melhor iria pra frente, teriam os fãs das outras quatro enchendo o saco por não ter ido pra frente sua preferência.

      1 reply
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-08-30 18:12:14 -0300 Thumb picture

    Não teve jeito...

    Coloquei um mês pra ver se o classic estava legal... Bom, em meia hora encontrei gente que não vi há anos, convites pra criar chars em outros servers, joguei mais de 4 horas e se descuidasse nem teria dormido a noite jogando... Tenso... E a dificuldade tá muito  lá... Mais um pouquinho daqui a pouco depois do banho...

    Fiz um Tauren Druid, Icatian, já que Druid sempre foi meu main no azuresong... Não peguei fila nenhuma, Já que é um reino de baixa população. Se alguém for criar pra testar, cria lá e manda o Nick pra adicionar. Se eu puder ajudar...

    FOR THE HORDE!!!!

    World of Warcraft

    Platform: PC
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  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-08-25 20:25:43 -0300 Thumb picture

    Platina Nº "sei lá"

    Finalmente, against all odds...

    Ops... não esse...

    Pra ser sincero, platinar o jogo nem passava por minha cabeça... sobreviver às estações era o que mais importava... e aos poucos, um a um, os boss foram vencidos, as estações foram sendo superadas... E quando vimos, faltava pouca coisa... Um pouco de organização, tática, um mundo customizado e conseguimos o que faltava... 

    E vou te ser sincero... Puta emoção quando essa platina surgiu... Perdi a conta dos rollbacks... perdi a conta de quantas vezes morri pras aranhas... quantas vezes precisei reconstruir a base do zero, seja pelas pisadas do Deerclops, seja pelo verão desgraçado... Mas aí está...

    E não é check-out não... Ontem mesmo começamos outro jogo customizado pra curtir outros personagens... E vamo que vamo!

    Don't Starve Together

    Platform: Playstation 4
    21 Players
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      thiones · about 2 months ago · 3 pontos

      Nunca dei bola pra esse jogo, mas tua empolgação ao falar sobre me fez mudar de ideia.

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      matsugaki · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns man! Puta jogo difícil hahaha. Platina bacanissima!!

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      filipessoa · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Eu nem sabia que era possível platiná-lo no PS4 heuhue

  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-08-16 11:00:23 -0300 Thumb picture

    Começando

    Instalei o jogo base e a build alpha com melhorias gráficas, do jogo refeito em unity...

    E uma cidade assim...

    Fica refeita assim

    Se vocês repararem na imagem, além da melhoria gráfica tem mais um detalhe: as barras vermelha e verde estão invertidas...

    Além da melhoria gráfica, o jogo oferece melhorias de jogabilidade, como melhora a AI dos inimigos  - o que eu não peguei, inverter a cor das barras, já que neste a barra de stamina e hp tem a cor invertida dos padrões de oblivion, por exemplo, atacar com um clique do mouse (porque em geral você clica, segura e movimenta o mouse para desferir o ataque) e uma série de pequenas detalhes que melhora a jogabilidade...

    Enfim, vamos ao jogo:

    Você começa o jogo atirado pela tempestade em Privateer's Hold, na gordura da veia da hemorróida do C% do mundo.

    Vejamos o exemplo:

    Repare a seta na esquerda da imagem... aquela é a região que você sai... Cada divisão entre traços amarelos é uma região...

    Dentro daquela região, você sai naquela ponto milimétrico amarelo na setinha do canto superior esquerdo, numa dungeon, praticamente só com a roupa do corpo...

    O personagem criado foi esse:

    Um argonian - claro e sempre - com uma classe custom diplomata... Totalmente com skills de talk, e de combate apenas arqueiria e esquiva... 

    Resultado: morri, só pro primeiro rato, umas 3 vezes apenas pra aprender a atacar... Depois que aprendi, acabava morrendo nos primeiros inimigos, porque neste jogo, apesar de seu ataque "atingir" o inimigo, o ataque só é bem-sucedido se você passar num teste de "to hit"... e como não tinha skill de ataque, comi o pão que o diabo amassou...

    Até saí da dungeon, depois de umas 3 horas de muito sofrimento de atacar os inimigos e não atingir e tentar uns 30 ataque pra acertar um...

    Aí, resolvi recriar o personagem...

    E dessa vez mudei muito as skills... coloquei lâminas longas, blunt weapon, e um monte de coisas... mas acabei esquecendo de colocar magia de ataque... é bom que faço outro depois...

    E assim que você sai, você olha pro mapa e pensa: WOW!!!! 

    E cumpri algumas missões...

    Comprei um cavalo, um carrinho pra guardar as coisas e deixei um dinheiro depositado no banco... Pelo que vi, dá pra pegar dinheiro emprestado no banco, adquirir "letras de crédito", comprar casa, etc...

    O cavalo aumenta sua velocidade de movimento, o que é excelente prum jogo com esta distância... E o carrinho, bem, ele guarda até 750kg de peso, o que é excelente, já que o char carrega, dependendo da força uns 80-90, o que inclui as armaduras que você está vestindo...

    Cumpri uma missão prum templo, uma missão da guilda dos magos e uma da guilda dos guerreiros, e cumpri uma missão de resgatar uma criança numa casa mantida pela Dark Brotherhood (a guilda dos assassinos)... o que parece ter me dado uma reputação negativa com eles... O bom que dá pra fazer fast travel entre os lugares, digitando no mapa o nome do lugar, então poupa tempo...  Outra coisa: pra descansar na cidade, tem que pagar na taverna. Não dá pra "rest" do lado de fora... e quando vc chega na cidade á noite, tem que esperar o dia amanhecer, ou então escalar os muros da cidade e entrar na estalagem...

    E vamos continuando...

    The Elder Scrolls: Chapter II - Daggerfall

    Platform: PC
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      realgex · about 2 months ago · 2 pontos

      Se eu não estiver enganado é o maior mapa já criado pra jogo de RPG, eu acho.

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      salvianosilva · about 2 months ago · 2 pontos

      Um dia ainda zero esses jogos mais antigos da franquia Elder Scrolls

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      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Ué, podia jurar que já te seguia a anos.

      1 reply
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-07-01 21:57:21 -0300 Thumb picture
    seufi checked-in to:
    Post by seufi: <p>E Vamos continuando...</p>
    Wasteland 2: Director's Cut

    Platform: Playstation 4
    16 Players
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    E Vamos continuando...

    14
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-06-26 21:23:24 -0300 Thumb picture
    Post by seufi: Sou suspeito de falar, mas considero BoF 2 um jogão

    Sou suspeito de falar, mas considero BoF 2 um jogão. Claro que neste ponto a nostalgia pesa - e aluguei muito esta fita que não salvava até que um dia resolvi abrir a fita, trocar a bateria e ser feliz. Jogão.!

    Religiões, Aventuras, Motivações, Profundidade - Basicamente Uma Evolução Monstruosa

    Review by: @juninhonash

    Breath of Fire foi uma franquia que nasceu interessante, com seu sistema de dragões pra um personagem, motivações simples e obj...

    Keep Reading →
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      manoelnsn · 4 months ago · 2 pontos

      É um puta jogo mesmo

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      juninhonash · 4 months ago · 2 pontos

      Obrigado, mas eu gostei MUITO mesmo, pqp, nao gasta nostalgia nesse.

  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-06-25 22:03:24 -0300 Thumb picture

    Comprinhas...

    Não foi na steam, mas consegui garimpar uns preços bons...

    Isso ontem, no submarino, com 20 reais de frete somado...

    E esse aqui, bem, o frete saiu a 7,62 para a cidade vizinha, no estado do RJ... na minha, sairia a 33 reais, mais do que a soma do jogo + frete.

    E ainda iria pegar o ESO: Morrowind a R$ a 24,90, mas aumentaram o preço pra R$34,90 e desanimei...

    Boom, três RPG de ps4 por menos de R$150 vazamentos é sempre um bom negócio... Espero ficar servido por alguns meses - pelo menos!

    Torment: Tides of Numenera

    Platform: Playstation 4
    4 Players
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      mastermune · 4 months ago · 2 pontos

      Que Tormento de compra!!
      XD

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      _gustavo · 4 months ago · 2 pontos

      Eu também peguei o Pillars só que na Steam, com o Baldur's 3 vindo aí tenho q aumentar minha coleção de crpgs kkkk

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      tiagodantas · 4 months ago · 2 pontos

      Parabéns pelas aquisições!!!

      1 reply
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-06-23 23:58:13 -0300 Thumb picture

    Top 3 2019

    desafio,  e a quem interessar, pra que a gente saiba o que o pessoal anda jogando...

    1 - A Bard's Tale

    herr.... não!

    Ouvi falar que Baldur's Gate receberia um novo jogo na E3,  uma franquia famosa criada no mundo de Forgotten Realms, de D&D, e que um dos criadores havia desenvolvido este jogo... E eu me lembrei que havia comprado ele há muitos meses, por uns 8, 9 vazajatos... Peguei e fui testar... 

    Logo no começo, o personagem, que é um bardo com uma personalidade fanfarrona e só se importa com dinheiro, mulheres e bebida - não necessariamente nesta ordem, invoca um ratinho, e envia ele pra dentro de um bar. Depois de um grito, ele entra e encontra a dona, uma mulher que, nos dizeres da mãe, já traçou todo homem da cidade... Aí nosso herói, chamado simplesmente de "bardo" vai salvá-la... Aí a mocinha diz que se ele quer matar o rato, ele vai precisar de uma espada maior... e ele me sai com essa cima...

    Atributos do jogo no modo "hard". No normal, os valores iniciais são 6, e no easy, os valores são 8.

    O jogo é interessante. Você pode invocar algumas criaturas para te ajudar nas missões (e lá pro fim do jogo, o total fica em 4 simultaneamente), que ajudam a combater, iluminar, escapar de armadilhas, curar, etc. O que é mais interessante são os diálogos... Bardo é um herói com... motivações diferentes... E é seduzido a levar a missão adiante.... literalmente... Outro ponto positivo é o humor... E a parte sonora. Os diálogos sempre baseados em trocadilhos, sacanagem e jogo de palavras - e mesmo com um inglês mediano você consegue entender muito bem. Pra quem jogou Fallout, a referência ao "Chosen one" é visível em várias partes. E tem um narrador que conta a história - e com o qual o bardo interage às vezes, o que dá um tom muito cômico. 

    Fica a dica de platina - o jogo segue bem tranquilo, e permite uma platina com apenas uma run. Caso queira, você pode ativar cheats, pra ganhar dinheiro, ficar imortal, etc. Recomendo muito... E ao olhar o final, vi que o produtor era o Brian Fargo... aí tudo ficou MUITO mais claro. 

    Conhece ou já jogou este @gradash

    2 - Cavemen Warriors

    Joguinho de plataforma com 4 chars intercambiáveis ao longo da partida. 2 casais vão em busca dos filhos raptados, abduzidos por uma nave espacial - isso ambientado num mundo de homens das cavernas. Joguinho bem desafiador, com cada personagem tendo habilidades próprias... com 2 níveis de dificuldade, ambos necessários para a platina, joguinho barato, pouco conhecido, mas competente - e valeu os 12 reais investidos. Permite cooperativo inclusive, local, para até 4 jogadores. Terminei, platinei e recomendo.

    3 - Resident Evil 2 Remake

    Foi a minha primeira pré-compra, como um presente que me dei, em comemoração à quantidade que joguei este jogo no psx. Compensou muito, platinei tb, mas o modo survivors não me chamou a atenção. Terminei com Hunk e Tofu também, mas não me animei - ainda, a finalizar o resto das coisas do jogo e os modos que citei. Foi uma boa compra, e me fez passar maus bocados, mas compensou muito.

    Bom, é isso minha gente.

    The Bard's Tale

    Platform: Playstation 2
    41 Players

    17
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      gradash · 4 months ago · 2 pontos

      Nunca joguei Bards Tale, mas sei que é uma franquia clássica.

      10 replies
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-06-13 22:04:22 -0300 Thumb picture

    Tava de bobeira no Youtube e...

    Como mente vazia é a oficina do diabo, me deparei com este vídeo.

    Não gosto de compartilhar vídeos, sequer conheço o canal, mas valeu a pena por que me levou a pensar, e a refletir que, apesar das mudanças, realmente o ponto alto da série ainda é o mesmo, mais de uma década depois...

    Em resumo, antes que cliquem:

    3 malucos pegaram vários jogos da série Final Fantasy (os principais) e fizeram um "torneio" para qualificar o melhor da série, argumentando suas respostas.

    Marcando @manoelnsn @the_muriel, por conta do podcast, e a título de curiosidade e idéia para alguma possível análise de franquia. Pode não ser a melhor maneira, mas certamente dá ideias de como fazer uma análise comparativa.

    E a quem interessar possa, concordo com o resultado apresentado ao final do vídeo!

    Final Fantasy III (US)

    Platform: SNES
    2657 Players
    105 Check-ins

    13
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      docrow · 4 months ago · 3 pontos

      Esse video é hilário, os caras não falam o que realmente deu errado nos outros final fantasys como o xii ter toda uma guerra sendo apenas pano de fundo pra uma sucessão de quests de MMOffline com uma princesinha estressada, um clone do Han Solo e um Alladin japones, o ff9 sendo um mal-reaproveitamento de ideias anteriores, o ff8 como um harem de escolinha de light novel fingindo ser um romance, o ffx sendo pura cinematica linear com Tidus inaugurando a Era dos péssimos protagonistas de jrpg com aquela risada terrível...
      No final o cara do video bate a divina iluminação e ele acorda e finalmente percebe que ff6 é o melhor da série, LOL kkkk
      Até hoje, a melhor análise da série e do motivo de sua queda continua sendo a do Pitchfork na Socks: https://socksmakepeoplesexy.net/index.php?a=patff
      Recomendo a leitura, esse sim manja da série!

      2 replies
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      manoelnsn · 4 months ago · 2 pontos

      A única coisa que concordei com eles foi com o fato dos 3 primeiros e o 5 não contarem... E que o VI é o melhor da franquia.

      Agora todo o resto tá muito errado.

      14 minutos pra falar de uma franquia enorme como Final Fantasy é pouco tempo demais, mas mesmo assim a análise deles foi muito superficial, os méritos comparativos entre os jogos igualmente.

      Eu vejo a franquia como tendo três pilares: FFIV é o início da identidade da franquia(como eles falaram, nos 3 primeiros, Final Fantasy não sabia direito o que era e tava tonto de tanto apanhar de DQ), FFVI é o ápice criativo(não importa se a pessoa gosta ou não, FFVI melhorou TUDO que os outros jogos tinham, pegou o que tinha de melhor na franquia e elevou a uma criatividade que não vi nenhum rpg alcançar até hoje) e FFVII é o ápice econômico(graças a ele que porcarias como FF8 e FF13 vendem até hoje, além de ter introduzido o maravilhoso Limit break, melhoria dos Desesperation Moves de FFVI).

      E por deus, nem dá pra comparar FFXII com FFIV, muito menos FFIX com FFVII. Eu gosto da história do 12 e do gameplay do 9, mas a importância que esses outros e os méritos que cada um possui são inquestionáveis, e até hoje não entendo o que caralhos voadores veem nesse raio de Black Mage chamado Vivi :P

      5 replies
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      reasel · 4 months ago · 2 pontos

      eu n perderia meu tempo fazendo um vídeo sobre isso, é complicado aheuahuea

      16 replies
  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-06-11 22:44:16 -0300 Thumb picture

    Jogando errado

    Estes dias me peguei pensando em alguns jogos que a gente joga errado. Antes que me critiquem, não acredito que um jogo possa ser jogado errado, mas quando uso a expressão do título deste textículo me refiro a quando jogamos alguma coisa de maneira diferente da que se esperava, da que se deveria originalmente.

    Exemplo:  O Panda pacifista de WoW

    Link: http://www.garotasgeeks.com/panda-pacifista-atinge-o-nivel-120-em-world-of-warcraft-apenas-colhendo-flores/

    Em resumo: em World of Warcraft, quando criamos um char pandaren, no nível 10 precisamos sair do mapa inicial, e neste momento o jogador decide se vai se aliar à Aliança ou à Horda. E jogador escolheu não escolher nenhuma das facções e não saiu do mapa principal, permanecendo no mapa inicial sem fazer a escolha, ou seja, claramente contrariando o que se esperava de qualquer jogador: escolher uma facção! 

    Como o exemplo acima, jogava eu estes dias Saiyuki: Journey West, no ps3 emulando psx, e fiz algo assim, mas em bem menor grau: 

    Todos os personagens do jogo, possuem um elemento, entre 5, com os quais tem afinidade, a qual é representada por um nível próprio em cada elemento. A ideia é que o jogador desenvolva o elemento de maior afinidade, já que o dano/cura é maior, à medida que o level aumenta... Pois bem: peguei um dos personagens, abandonei seu elemento de origem e comecei a equipar magias dos outros 4 elementos, tentando equilibrar os níveis entre todos.. Consegui, até o momento, um equilíbrio relativo, e estou  + - com um 3 níveis a menos que o elemento de afinidade.

    Fora isso, me lembro de uma luta em Vandal Hearts, em que é preciso escapar de um cerco, armado pelos 4 generais inimigos. E em vez de correr, o que era o esperado, fiquei pra lutar...

    Outro exemplo bem comum, são os LLG (Low Level Game), em que o jogador ganha o mínimo de níveis possível, correndo de lutas opcionais e fazendo apenas as obrigatórias; Outro exemplo é o famoso "One Character Challenge", em que se termina todo o jogo com apenas um personagem escolhido. Fiz ambos com Gau, de Final Fantasy VI. Assim que peguei Gau, obtinha todos os Rages possíveis em Veldt (lá não se ganha XP), e passei o jogo todo sozinho, jogando com apenas ele e sem lutar nenhuma luta opcional. Na última vez que joguei (não terminei o jogo - pelo menos não ainda), tinha derrotado Dullahan, na dungeon em que entramos para pegar o airship em WoR...

    Imagino que aqui no Alva, não tenhamos ninguém assim:

    https://www.comboinfinito.com.br/principal/jogador-termina-dark-souls-3-usando-um-tapete-de-danca/

    então, me digam vocês:

    Em que jogos vocês contrariaram o que era esperado e fizeram algo fora do que era esperado? O que fizeram de "errado"? Como e por quê fizeram isso?

    Saiyuki: Journey West

    Platform: Playstation
    113 Players
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      realgex · 4 months ago · 2 pontos

      Wow tem N maneiras de se jogar. Essa de ser pacifista, de ficar só pegando florzinha e tal, é bem legal viu, apesar de ser extremamente demorada. Eu joguei muito Wow e te digo, não é nem o fato da pessoa ser viciada, mas sim porque é legal e te impõe um objetivo extra. Já tinha visto outras reportagens antes, de pessoas que já tinham feito isto, mas andando pelo mundo todo do Wow. Acho bem legal essa forma de jogar, mas não é digamos, prática. Mas é louvável.

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      tecnologgamer · 4 months ago · 2 pontos

      WoW demora pra upar desse jeito pq ele não foi elaborado para ser jogado dessa forma, diferente de Fallout que é um RPG que te permite essas opções, WoW você upa de fato fazendo o core do jogo que é combate.

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