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  • 2019-06-17 13:11:08 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Finalizado!</strong></p><p><strong></str
    Shadow of the Tomb Raider

    Platform: Playstation 4
    166 Players
    34 Check-ins

    Finalizado!

    Jogar qualquer Tomb Raider pra mim é sempre revisitar o motivo pelo qual eu peguei gosto pelo mundo dos games, é voltar às minhas origens de gamer. E dos três jogos da retomada da franquia, esse último é, sem dúvida, o mais voltado para a "Lara Croft raíz", lá dos quatro jogos "originais". 

    O game é, 90% do tempo, um jogo de exploração de ambientes, o que me deixou com um sorriso que ia de orelha a orelha durante todo o jogo. Foi o que sempre gostei de fazer: explorar os cenários, prestar atenção aos detalhes, entender as histórias. 

    Entendo que alguns não irão gostar, achar o game muito parado, fraco, mas não estou nem aí. Tem um monte de jogo pra vocês saírem atirando em tudo e todos pelo caminho, deixem a Lara em paz. (Aliás, é por isso que não gosto do primeiro Uncharted. Cenário cheio de possibilidade pra explorar, mas não dá, porque tem sempre um zé atirando em você.) Comparando com os dois jogos anteriores, Shadow realmente tem pouquíssimos momentos de ação. O Tomb Raider de 2013 foi fenomenal, mas  como fã das antigas eu percebi a repaginada e senti a grande atenção dada aos momentos de ação, sendo algumas sequências de tiroteio e perseguição bem longas. Em alguns momentos eu ficava incomodado. O que sempre me fez gostar da franquia era o foco na exploração, mas ainda assim, a ação casou bem com a história e até hoje gosto muito dele. O segundo, Rise of the Tomb Raider é bom, mas foi muito genérico e o menos Tomb Raider de todos, também com muitos momentos de ação, com uma história interessante. Não que a história de Shadow seja muito melhor, mas funciona mais isoladamente do que dentro da trilogia, na verdade. 

    Já em Shadow of the Tomb Raider eu me senti absolutamente em casa. O tema, os cenários, tudo me fazia recordar dos antigos games da franquia. Com pouca ação percebe-se como o mecanismo de armas e melhoras delas ficou meio que em segundo plano, sem muita elaboração. Temos algumas opções de armas sim, mas o combate é tão pouco que quase não dei atenção para as armas, o que tinha me satisfazia e era o suficiente para os combates. Gosto de jogos de ação, mas esse Tomb Raider mais paradão parece ter sido feito sob medida pra mim. 

    Aliás, percebe-se pouquíssima evolução, em termos técnicos, entre os jogos da trilogia atual. Não mudou quase nada do jogo de 2013 para o de 2018, pelo menos pra mim. Parece o filme do O Senhor dos Anéis, foi tudo filmado de uma vez, mas lançado um por ano. Tomb Raider me passou essa sensação. Isso me deixou um pouquinho frustrado quanto aos gráficos e carregamento de um jogo lançado em 2018. Apesar de Shadow estar muito bonito e exuberante, tem uma quantidade média de bugs, pedras soltas no ar, uma ponte que cai mas os corpos continuam lá como se tivessem sobre uma ponte invisível, enfim, falhas normais, mas que acontecem mais do que deveriam ao longo do jogo (lembrando que joguei no PS4, pode ser que uma experiência em outra plataforma tenha sido diferente). Claro que nada disso atrapalhou a fruição do game. Eu queria simplesmente mais.

    As habilidades de Lara foram construídas para você  dar atenção para os aspectos que realmente se identifica, mas misturar um pouco de cada uma acaba se tornando o ideal. No meu caso, terminei o game sem usar muitas dessas habilidades. Algumas sequer desbloqueei. 

    No final das contas, o que eu gostei nessa trilogia é que todos os tipos de fãs foram contemplados. Quem gosta mais de ação e tiros tem os dois primeiros games, quem prefere exploração tem o Shadow (claramente voltado para os antigos), o primeiro e um pouco do Rise, que apesar de genérico não deixa de ter cenários muito legais de explorar. Lara é Lara, onde essa guria for eu tô indo com ela. Uma coisa é certa, vou jogar esse Shadow novamente.

    20
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      reasel · 3 months ago · 2 pontos

      pra mim é o mais fraco da trilogia, mas continua sendo bom
      eu n vejo esse foco de exploração como algo ruim, minha reclamação é mais quanto a falta de evolução das mecãnicas e a história ter dado uma decaida se comparado ao anterior

      2 replies
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      filipessoa · 3 months ago · 2 pontos

      Parabéns!

      1 reply
  • 2019-06-12 10:26:19 -0300 Thumb picture

    Feliz dia dos namorados!

    Meus crushes digitais e eu desejamos um Feliz dia dos Namorados inventado pelo pai do João Doria para vocês. Agora deixa eu ir que tenho que preparar a surpresa do mozão.

    Joel, o eterno daddy pra casar.

    Nathan, o atrapalhado que não para de fazer besteira, mas quando vem com esse olhar de cachorro arrependido eu fico como?

    Chris Redfield, quando você torce pra ser infectado pela praga viral transformadora de monstros do momento só pra ele vir atrás de você.

    Bayek, o siuano de ouro, inshalá! Querendo ser faraó só para contar com os serviços do medjai. 

    E o bruxão, porque sim. 

    Assassin's Creed Origins

    Platform: Playstation 4
    348 Players
    162 Check-ins

    17
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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Joel, Drake, Bayek...😍

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      miss_dani · 3 months ago · 2 pontos

      Um feliz dia pra ti =)
      Tirando o Bayek, que eu ainda não joguei, esses personagens são mesmo puro amores <3 hihihi

  • 2019-06-11 17:14:18 -0300 Thumb picture
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Finalizado!</strong>&nbsp;</p><p>Termine

    Finalizado! 

    Terminei esse jogo incrível e não satisfeito em fazer apenas um check-in resolvi fazer uma crítica. O jogo me estimulou muito em pensamentos, mas certamente não dá para colocar tudo por escrito. Talvez depois, quando terminar de digerir. O que consegui verbalizar coloquei nessa crítica. Convido todos vocês para a leitura e espero que gostem. Está liberado não gostar também, rsrsrs.

    Nem sei bem se sou eu quem em mim sente.

    Review by: @sergiosamsa

    Depois da experiência morna que tive com “Heavy rain” e da história mais robusta e bem elaborada de “Beyond: Two souls”, esta...

    Keep Reading →
    14
  • 2019-06-08 16:23:57 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p>Apenas registrando o início de jogo. Nem bem com
    Detroit: Become Human

    Platform: Playstation 4
    567 Players
    182 Check-ins

    Apenas registrando o início de jogo. Nem bem começou e terminei o primeiro capítulo já todo tremendo com aquela situação. Minha nossa! Sem muitos comentários para evitar spoilers. 

    Já joguei alguns capítulos, mas nem preciso de muito mais para perceber que a experiência será toda de alto nível. E todas as questões morais por trás da história, simbologias, achei forte e contemporânea. Como disse, só no primeiro capítulo já terminei tremendo e com uma lágrima segurando no olho esquerdo. 

    Sempre tem alguém para colocarem a culpa pela desgraça do país. Se não é nos estrangeiros é nos androides. Percebe-se o quão o jogo quer jogar na nossa cara o pior e o melhor que há no ser humano. Muitas reflexões pipocando já. Mas vamos com calma.

    Onde que consegue esses androides? Alguém tem o telefone da Cyberlife aí?

    20
  • 2019-06-05 20:50:04 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Finalizado!</strong></p><p>Terminado mai
    Whispering Willows

    Platform: Playstation 4
    14 Players
    3 Check-ins

    Finalizado!

    Terminado mais um game cuja ênfase se dá na experiência narrativa. A história sombria de Elena, em Whispering Willows é interessante, mas estranhamente, ao longo do jogo, eu senti como se estivesse jogando um mobile game, ou um game daqueles básicos para PC. Suponho que seja algo na jogabilidade, somado ao estilo dos gráficos e ao tipo de animação. 

    Não tenho conhecimento sobre o processo de desenvolvimento do game, nem do lançamento, mas parece algo que era para PC e depois liberaram para console. Não vejo problemas nisso, é apenas a impressão que tive. Em muitos momentos a sensação era a mesma de quando eu joguei alguns jogos em uma maratona de mobile games que fiz ano passado para conhecer mais o formato, que não costumo jogar muito (determinados instantes me lembrei do Distraint).

    No geral, o game prendeu minha atenção, instigou minha curiosidade. A história - que segue uma linha que gosto, sombria e macabra -é a da jovem Elena, que vai em busca do pai desaparecido e se vê no meio de uma trama envolvendo a invasão dos territórios indígenas norte-americanos pelos colonizadores europeus, misturando rituais xamânicos, espíritos vingativos e histórias sórdidas de chefes tirânicos e gananciosos. 

    Eu comentei sobre a jogabilidade ser um dos motivos que me fizeram lembrar um mobile game. De fato ela é bem simples: caminhar, pegar item, usar item (no mesmo botão do "pegar), subir e descer escadas, enquanto isso os cenários se revelam linearmente. Há alguns puzzles, bem básicos no geral, que revelam novas passagens. Temos também um recurso de "desencarnar", em que o espírito da protagonista sai do corpo para podermos entrar por frestas, desbloquear portas e falarmos com outros espíritos. 

    Esperava mais da finalização. Achei o final um tanto abrupto e não condizente com o crescendo que a história vai armando durante o jogo. Quando terminou fiquei meio...

    Ainda assim acho que valeu pela atmosfera criada e pela história contada. Os gráficos são bonitos. Tudo o que sabemos se dá pela leitura dos documentos, pois que eu me lembre não há dublagens no jogo, apenas texto. Sendo assim, se você quer um jogo apenas para passar o tempo, siga adiante. 

    O game é curto, durando em média umas três horas, ideal para quem estiver com falta de tempo para jogar algo maior. Ouvi dizer que os desenvolvedores estão trabalhando em uma continuação. Veremos.

    (Para quem tem interesse em troféu, ele é do tipo "100%", e bem fácil de conseguir...dá para perder alguns ao longo do jogo, mas se você for um jogador do tipo curioso feito eu, e sair fuçando em tudo quanto é canto do cenário, é tranquilo chegar nos 100% em uma partida)

    13
  • 2019-06-02 14:57:46 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Finalizado!</strong></p><p>Que jogo baca
    What Remains of Edith Finch

    Platform: Playstation 4
    86 Players
    23 Check-ins

    Finalizado!

    Que jogo bacana! Joguei sem saber do que se tratava, apenas baixei e comecei, e que surpresa boa! Rápido e reflexivo. 

    Fiquei especialmente tocado pela narrativa pois, por coincidência, eu mesmo estou em uma pesquisa cansativa para remontar a árvore genealógica da minha família e parte da história por trás dela. 

    Meu avô materno, nascido em Portugal em 1917, veio para o Brasil e se suicidou em 1956. Isso gerou uma certa comoção misturada com rancor e minha avó meio que apagou a história dele entre a família, e muitas outras narrativas desapareceram nesse processo. Só eu agora é que tive a iniciativa de querer saber tudo e ir atrás das informações, bem no clima desse jogo, por isso fiquei um tanto fascinado.

    Absolutamente focado em história, ao mesmo tempo em que diverte com sua aparência fantástica, te coloca pra pensar nos próprios acontecimentos cotidianos familiares, como cada coisa se desenrola, para o bem e para o mal...  o único defeito é que é muito rápido. Eu gostaria de poder explorar mais as narrativas de alguns personagens, como o Sven, mas o pouco que o jogo entrega já me encantou e foi suficiente.

    Um ponto positivo para as representações das histórias é a diversidade de formas escolhidas para isso. Depois que passamos pela narrativa da Molly (a primeira) esperamos que todas as outras sigam a mesma mecânica, mas na realidade não é o que acontece, cada história se utiliza de recursos diferentes, o que dinamiza a experiência com cada personagem. Em termos gráficos, a história da morte de Bárbara (acima) foi a minha favorita. 

    E o final, apesar de meio previsível depois de um tempo jogando, é realmente instigante. Fiquei com o famoso "gosto de quero mais". 

     Preciso dizer que me identifiquei também com essa casa abarrotada de livros, parece aqui em casa, daqui a pouco os livros me expulsam de dentro e tomam conta, tem livro até na cozinha. Mas o que mais chamou minha atenção para a história do jogo (e para as nossas histórias no geral) foi o tanto de histórias alheias que consumimos, em livros, filmes, jogos (o que é muito bom), mas por vezes sabemos muito pouco das nossas próprias histórias, desde as mais antigas, para além dos bisavós, daquelas que nos fizeram chegar onde chegamos. É isso o que acontece com a família de Edith, eles leram tantos livros, tantas narrativas, mas as histórias da própria família foram seladas e sofreram tentativas de apagamento por parte da mãe dela, que foi mais ou menos o que aconteceu depois do meu avô.

      

    22
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      andre_andricopoulos · 4 months ago · 2 pontos

      Wow ..tua casa é cheia de livros? Curioso manter essa cultura tendo em vista a tecnologia...(atualmente lemos muito via celular / PC).
      ...
      Esse game tá na lista...

      2 replies
    • Micro picture
      leopoldino · 3 months ago · 2 pontos

      Se procurar bem toda família acaba tendo uma boa história pra contar, talvez a sua dê um bom livro ou quem sabe um jogo.

      3 replies
  • 2019-05-31 12:11:02 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Finalizado!</strong></p><p>E aí, galere!
    Outlast II

    Platform: Playstation 4
    103 Players
    30 Check-ins

    Finalizado!

    E aí, galere! Depois de muito tempo sem consegui jogar nada (work, work, work) tirei uns poucos dias de férias, viajei pra relaxar e na volta ainda encontrei tempo pra jogar Outlast II, que estava na fila de espera tem tempo.

    Achei o game visualmente muito bonito e bem feito. A criação de cenários, a ambientação opressiva e macabra criou toda a atmosfera que eu realmente gosto em jogos de terror.

    Já tem um tempo que joguei o primeiro, não lembro em detalhes, mas o segundo me pareceu mais diverso em termos de cenários. Enquanto o primeiro acontecia basicamente dentro de um hospital psiquiátrico, o 2 passa por floresta, vila, escola, mina...

    Em termos de coerência interna eu gostei mais do primeiro jogo. Em Outlast II sinto que o roteiro se perdeu um pouco na viagem entre o que acontecia no presente e o que o protagonista tinha na memória e como os dois momentos se embaralhavam. Mesmo assim, funcionou.

    Como a mecânica do jogo é quase a mesma do anterior não tem muito mistério. E se tiver que apontar um defeito talvez seja um pouco da locomoção do personagem no cenário. Às vezes eu me atrapalhava para me locomover por conta de uma pedrinha no chão, enquanto isso tinha obstáculos maiores pelos quais o personagem passava sem problemas. Ou seja, não fica muito claro o que vai empacar seu caminho na hora de uma fuga e isso pode fazer com que você precise repetir algumas sequências do jogo, mas não foi nada que atrapalhasse, pois não aconteceu com frequência. 

    Por ter uma dinamização maior dos cenários em comparação com o 1, a tensão é muito maior, pois logo quando você parece se acostumar com o funcionamento de um local, o jogo te passa para outra localidade. Os momentos dentro da escola foram os que mais me deram aflição... Num estalar de dedos você vai de um lugar amplo (o que, em um primeiro momento, te deixa desesperado sem saber pra que lado ir), para um lugar claustrofóbico, com corredores estreitos ou passagens que você só atravessa se arrastando enquanto rola um tremor de terra. No 1, depois de um tempo, você se acostuma com o cenário, no 2 não tem essa.

    Sem dúvida Outlast conseguiu um lugar de destaque entre os jogos do gênero e já quero o 3. A questão é: por se tratar de um game básico de um ponto de vista de jogabilidade, as histórias e cenários precisam ser reformulados a tal ponto que possibilitem experiências sensoriais distintas, que foi o que aconteceu entre o 1 e o 2 com muito êxito, pelo menos pra mim...enquanto o 1 é assustador, o 2 é perturbador....o que vão mudar agora para continuar deixando o jogo interessante?  

    20
  • 2019-04-17 19:09:29 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p>Cadê tempo pra jogar alguma coisa? Pelo andar da
    Unravel

    Platform: Playstation 4
    312 Players
    70 Check-ins

    Cadê tempo pra jogar alguma coisa? Pelo andar da carruagem, Unravel poderá ser um dos últimos jogos que conseguirei jogar esse ano. 

    Aproveitei que ele me parece ser tranquilo, sem grandes exigências. E de fato, a trilha sonora acalma, os gráficos são bonitos, me lembram alguns desenhos que eu assistia na TV Cultura e na TVE Brasil quando criança, e passam uma atmosfera doméstica muito acolhedora. 

    A calmaria me lembrou a mesma sensação que tive ao jogar Journey. Os puzzles para as passagens de nível são simples, sendo um ou outro mais trabalhado, dando a impressão de que será difícil, mas  logo percebemos a resolução e de tão evidente você se sente um parvo. 

    Eu já havia jogado a demo há algum tempo. Essa semana aproveitei os poucos dias que ainda tenho de Plus (decidi não renovar, levando em conta aquela questão que já comentei em outro post) e comprei Unravel na promoção por R$15,00. Pelo estilo do jogo, vale. 

    Os comandos são fáceis e muito práticos. Unravel 2 também está na mesma promoção, pelo mesmo preço. Talvez eu compre também para garantir o combo. 

    Passei por 5 níveis, se não me engano, e acredito que o jogo não vá muito além disso - talvez mais uns 3 ou 4 níveis. Eu estava precisando de um game mais simples como esse, sem grandes recursos. Acabou me lembrando um pouco alguns games antigos nesse quesito, da minha época de Mega Drive. 

    23
  • 2019-04-11 12:33:53 -0300 Thumb picture

    Aquela dúvida

    Galere, surgiu uma dúvida aqui sobre renovação e período inativo na PS PLUS.

    Depois de muito estudo, dedicação e noites insones de escrita, eu consegui uma bolsa de estudos para realizar parte da minha pesquisa de doutorado na Universidade de Coimbra, em Portugal (Yaaay, comemoração, fogos, essa coisa toda). Minha Plus está pra vencer no próximo mês e não vai valer eu renovar por mais um ano, sendo que em poucos meses estarei embarcando e só volto em meados de 2020. (Sim, um ano sem meu querido filho PS4, mas por uma excelente causa) 

    Minha assinatura vence agora no final de maio, talvez eu renove por um mês ou dois só pra dar conta do tempinho que ainda terei por aqui antes de ir, e depois só vou renovar quando voltar em 2020. A minha dúvida é: ao desativar minha Plus agora, quando eu voltar e reativar minha assinatura no próximo ano, todos os jogos que eu "ganhei" na PLUS e que estão na minha biblioteca continuarão lá ou eu vou perder tudo, tudo, tudo? E os meus saves que estavam na armazenagem da Plus? Alguém sabe como ficam essas coisas?

    Agradeço quem souber...

    23
    • Micro picture
      farusantos · 5 months ago · 2 pontos

      Sim, todos os jogos que você recebeu da Plus continuam na sua conta, basta você voltar a assinar para conseguir acessar de novo.

      Já os dados na nuvem têm um prazo de validade, parece que eles ficam no servidores da Sony por até seis meses sem assinatura.

      3 replies
  • 2019-03-29 16:52:19 -0300 Thumb picture

    S.O.N Cadastrado

    Fica aí pra quem não se aguentar, comprar já e for se aventurar pelas trevas do game. Foi lançado dia 28/03/2019 e é um exclusivo para PS4. Na PSN está custando R$61,50. 

    S.O.N

    Platform: Playstation 4
    Players

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