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  • 2019-03-23 13:03:27 -0300 Thumb picture
    Post by sergiosamsa: <p>Olha lá o Desafio 30 dias de Games versão 2019.

    Olha lá o Desafio 30 dias de Games versão 2019. Vi que tem muitos itens diferentes em comparação com o @desafio do ano passado, então vai ser bacana. Começando hoje com um item, mas depois vou juntar em grupos pra não ficar cansativo.

    Dia 1: Jogando atualmente

    Assassin's Creed Origins - na realidade estou jogando pela segunda vez. Eu já fiz 100% em 2018 e platinei. Acontece que bateu saudades, pelo tanto que eu gostei do jogo, dos personagens, da história, da ambientação, do mapa. Ando pelo Egito como se fosse minha casa. E também voltei porque queria tirar aquela sensação esquisita que o Odyssey me deixou então cá estou de regresso.

    Assassin's Creed Origins

    Platform: Playstation 4
    313 Players
    149 Check-ins

    23
  • 2019-03-15 00:03:08 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Finalizado!</strong></p><p>Comecei gosta
    The Witness

    Platform: Playstation 4
    111 Players
    17 Check-ins

    Finalizado!

    Comecei gostando muito do jogo e da proposta dele, de verdade. Mas depois, por volta do painel 220 foi ficando tudo muito repetitivo.

    Depois desses mais de 200 puzzles você já começa a procurar atalhos.

    O jogo possui cerca de 650, mas não é necessário passar por todos para finalizá-lo, metade deles já basta para liberar os caminhos até o fim, então começamos a prestar atenção para não perder tempo com puzzles que não levariam a lugar algum.

    Em certos momentos a dificuldade dos puzzles chega a ser desafiadora e o que acaba pesando mais é o nosso cansaço diante de tanto puzzle. Sabe aqueles jogos de celular com níveis sem fim? Pois então, a minha sensação foi mais ou menos essa no final das contas.

    Não sei se há a necessidade de o jogo ser grande desse jeito, mas a proposta não deixa de ser interessante. Se ele fosse bem menor e não fizesse a gente gastar tanto tempo em puzzles fáceis e jogassem logo puzzles médios e difíceis e deixassem o jogo mais curto, talvez fosse menos enjoativo.

    A ausência de uma linha narrativa também acaba tirando um pouco a nossa curiosidade para seguir adiante, pois é tudo muito disperso e no fim das contas não tem nada. Achei o final bem decepcionante.

    De certa forma, acredito que a história que o game quer contar é, na realidade, uma espécie de passeio pela própria concepção filosófica de “epifania”. Não tem como negar, o game investe muito nesses momentos de “eureka!”, e toda a questão da epifania envolve a percepção do início e do fim como uma coisa só, um ciclo. Na base, o fim da epifania é você descobrir o seu início, a linha inicial de algo e chegar a uma conclusão. E quando o jogo termina daquele jeito a única coisa que eu consigo pensar é isso mesmo. É quase como se fosse uma teoria do conhecimento, de como é desencadeado o processo de aprendizado e replicação de resultado na nossa cabeça. É, eu sei, viajei jogando isso. Esse moço entende meu desespero.

    Sendo assim, se você vai começar o jogo achando “ah, deixa eu pegar esse joguinho de puzzle aqui pra me distrair porque não estou afim de começar nenhum jogo específico agora, só relaxar",  esquece, vai jogar Tetris, fazer ioga, arranje um jardim zen daqueles com pedrinha, areinha e pazinha pra ficar mexendo pra lá e pra cá porque The Witness vai te tirar do sério em alguns momentos, até você sentir alguma dor de cabeça e achar o caminho certo pra concluir o puzzle.

    Não achei o jogo ruim, só poderia ser menor. Gosto muito de puzzles, mas quando o jogo acaba me lembrando mais esses joguinhos de celular de níveis eternos eu não curto muito.

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      lipherus · about 1 month ago · 2 pontos

      Parabéns! Pôxa eu achava que o game possuia uma linha narrativa firme tipo a de Portal que também é um jogo cheio de puzzles mas tem um enredo a ser seguido... não que eu tenha desistido de jogar este The Witness sóa cabei fiquei menos empolgado :-(

      1 reply
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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      São só elogios...
      Eu quem não tenho paciência pra games somente PUZZLES...

  • 2019-03-13 20:53:00 -0300 Thumb picture

    Estudo da Universidade de Oxford sobre videogames e violência juvenil

    Estudo da Universidade de Oxford atesta que não há relação entre violência praticada por adolescentes e o gosto destes por jogos violentos.

    Segue link da matéria da própria universidade britânica. Na mesma página vocês encontrarão o link para o estudo completo, com todas as fontes e dados da pesquisa, hospedada na Royal Society Open Science.

    http://www.ox.ac.uk/news/2019-02-13-violent-video-...

    41
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      thecriticgames · about 1 month ago · 5 pontos

      Quanto mais tempo eu jogo menos tempo tenho pra matar pessoas :v

      3 replies
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      sam456 · about 1 month ago · 3 pontos

      Os jogos são uma das coisas que me ensinaram a não matar as pessoas

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      sam456 · about 1 month ago · 3 pontos

      E também a não fazer mal a ninguém

  • 2019-03-13 19:40:05 -0300 Thumb picture

    Mais um colocando na conta dos videogames violência na juventude

    'Essas coisas não aconteciam no Brasil', diz Mourão sobre ataque a tiros em SP

    O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta quarta-feira (13) lamentar profundamente a morte de oito pessoas em Suzano (SP) e ressaltou que agora é necessário compreender por que têm ocorrido ataques a tiros em escolas brasileiras.

    Para o general, a flexibilização da posse de armas, autorizada pelo presidente Jair Bolsonaro, não tem relação com a tragédia, uma vez que o armamento utilizado pelos responsáveis, segundo ele, provavelmente não era legalizado.

    “Eu não vejo essa questão [flexibilização]. Vai dizer que a arma que eles estavam usando era legal? Não tem nada a ver”, disse, negando que a questão enfraquece também o debate para mudanças nas atuais regras de porte de armas.

    Até o momento, o presidente manteve silêncio sobre o ataque, diferentemente de sua equipe ministerial, que se manifestou por redes sociais e notas públicas ao longo da manhã.

    Em entrevista à imprensa, Mourão lembrou de episódio semelhante ocorrido em 2011, em uma unidade de ensino em Realengo (RJ), e disse que a tragédia pode estar relacionada ao acesso de jovens e adolescentes a jogos de vídeo games com conteúdos violentos.

    “É muito triste e temos de chegar à conclusão por que isso está acontecendo. Essas coisas não aconteciam no Brasil”, afirmou. “A minha opinião é que hoje a gente vê essa garotada viciada em videogame. E videogames violentos. É só isso que fazem”, acrescentou.

    O vice-presidente disse que o assunto deve ser motivo de preocupação da sociedade e pregou a ampliação das escolas de tempo integral como uma forma de evitar que a juventude entre para o mundo do crime.

    “Eu tenho netos e vejo meus netos muitas vezes mergulhados nisso aí. É isso que a gente tem de estar preocupado”, disse.

    Mais cedo, o ministro da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto, classificou o episódio como "tristíssimo". E o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, desejou sentimentos às famílias das vítimas.

    Mourão preferiu não comentar declaração feita pelo senador Major Olímpio (PSL-SP), para o qual se os professores da unidade de ensino estivessem armados, a tragédia não teria acontecido.

    “Como dizia Armando Falcão, no comments”, respondeu.

    Segundo informações da Polícia Militar, dois homens encapuzados, que aparentam ser adolescentes, atiraram contra os estudantes e, em seguida, se mataram na unidade educacional Raul Brasil, na região central da cidade.

    Um funcionário da escola também foi atingido pelos disparos e morreu. Informações da equipe médica no local são de que há ao menos outras nove pessoas feridas.

    Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/03/essas-coisas-nao-aconteciam-no-brasil-lamenta-mourao.shtml

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      mateusfv · about 1 month ago · 2 pontos

      Caramba fui influenciado demais pela violência nos vídeo joojs, vou lá matar um deus no soco ou quem sabe cortar ele no meio com minha faca ginsu gigante hsushsh

      9 replies
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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      #CALAABOCAMOURAO

      Né possível que esse vice só abre a boca pra falar merda! Eu não vi ele dando uma bola dentro desde que o ano começou, puta que pariu!

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      wilford_fernandes · about 1 month ago · 2 pontos

      pfff, velhos decrépitos....

  • 2019-03-07 13:55:30 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Iniciado.</strong></p><p>#img#[622114]</
    The Witness

    Platform: Playstation 4
    111 Players
    17 Check-ins

    Iniciado.

    Eu já tinha ouvido falar desse jogo há muito tempo, e sempre tive curiosidade em jogar. Os puzzles são uma de minhas partes favoritas nos games, e o que dizer de um jogo que é feito basicamente de puzzles e nada mais? Pra mim, perfeito.

    Em "The Witness" surgimos em uma ilha misteriosa, repleta de ruínas em um cenário que simula diversos ambientes. Temos um deserto, florestas, pântanos, uma montanha, construções em árvores e instalações subterrâneas. Não sabemos quem é esse personagem.

    O acesso à essas áreas é liberado aos poucos, partindo da resolução dos puzzles. Ao final de cada "sessão" de puzzles um mecanismo é ativado, liberando um raio laser que aponta na direção de uma construção no topo do ponto mais alto do mapa.

    Claro, já dei um pulo lá pra ver o que tem.

    Ainda não entendi o que significa essa estrutura e essas estátuas, mas claramente faz parte do objetivo do jogo você ir montando uma possível história (e que, acho, tem cara de ser meio triste, mas não sei, vamos ver).

    Os puzzles vão de simples ao mais complicado. Observação é a palavra-chave para quem quer passar por eles. O ambiente, sombras, objetos, elementos do cenário, enfim, qualquer coisa pode acabar oferecendo a dica necessária para resolver os enigmas. Alguns são bem desafiadores e, depois de muito pensar e observar, quando você se dá conta da resolução, você se sente O SUPER GÊNIO. A sensação de epifania é mágica. 

    A jogabilidade é bem simples, assim como os gráficos, que são bem coloridos e bonitos para a proposta. Desde o início eu tenho aquela sensação de déjà-vu, e acho que isso se deve, em grande medida, ao fato de "The Witness" me lembrar bastante da experiência que eu tive jogando "Myst" na adolescência, no PC. A proposta de ambos me parece muito semelhante. Inclusive as capas dão essa sensação. Vejam uma das capas de "The Witness":

    E uma das capas de "Myst":

    Os pressupostos são parecidos: uma ilha e muitos enigmas, mas "Myst" é mais complexo por focar muito na história, em comparação com "The Witness" que até agora parece, basicamente, puzzles sem conexão com algo maior. Ainda tenho muito o que explorar no mapa, até então encontrei um único arquivo de áudio, com uma dica de resolução de puzzle que pede interpretação do que você escuta. De resto, a narrativa é silenciosa e pede uma leitura mais aberta de nossa parte. Estou gostando bastante, vamos ver como andarei. Completei, até agora, 104 painéis, e segundo fiquei sabendo, são mais de 600, então tem chão pela frente ainda...

    16
  • 2019-02-27 10:56:34 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Campanha principal finalizada!</strong><
    HITMAN

    Platform: Playstation 4
    182 Players
    39 Check-ins

    Campanha principal finalizada!

    (E pausa nas publicações) 

    Os dois últimos cenários (Colorado e Japão) foram realmente desafiadores. 

    Acessos restritos, janelas para ação muito reduzidas, disfarces cada vez mais complicados e perigosos de se conseguir, realmente tudo muito bem bolado. A missão passada no Japão, principalmente, não admite trabalho lambão, cada paço precisa ser cuidadosamente planejado. 

    Gostei do game mais do que achei que iria gostar e passarei um tempo ainda jogando as missões complementares de cada cenário.

    Já concluí, também, a maioria das missões do "Os seis de Sarajevo". Ainda estou um pouco empacado na última missão (sim, também no Japão), mas uma hora vai. 

    Fiquei sabendo que o primeiro nível do "Hitman 2" está gratuito, vou atrás disso também. 

    Japão, melhor missão ( ͡° ͜ʖ ͡°) .

    E é isso! Aproveito também para contar que vou dar uma diminuída nas minhas publicações por aqui. Preciso dar um gás na escrita da minha tese, escrever uns artigos acadêmicos, voltar pras aulas de alemão, enfim, coisas que vão demandar bastante dedicação, sobrando menos para algumas outras coisas. Vou continuar jogando, claro, caso contrário eu surto (nem só de trabalho vive a humanidade), só que menos do que o de costume, por isso entrarei menos aqui para compartilhar minhas experiências. Não sumirei, vou entrar de vez em quando pra dar uma espairecida, ver como andam as coisas, mas produzir alguma coisa em termos de publicação vai ser mais difícil...não que vá fazer falta pra alguém, hahahaha, mas fará pra mim, pois curto compartilhar os bons e maus momentos dos games por aqui. Sendo assim, quando encontrar uma brecha, eu compartilho algo. 

    Enquanto isso fico aqui curtindo minha cama, de kimono, um luxo. 

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      muser · about 2 months ago · 2 pontos

      Mas ainda assim Japão saiu mais fácil que Colorado, lá tem muitos guardas armados e nem todas as oportunidades funcionam.

      3 replies
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      kevinryman · about 2 months ago · 2 pontos

      Não apaga seus checkins, não, mano. Acho que já fez isso umas duas vezes. Eles são tão ricos em detalhes da jogatina. Fora que sempre tem uma opinião bem embasada; sem fanboysmo.

      1 reply
  • 2019-02-23 12:37:15 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Começando (e na verdade quase acabando a
    HITMAN

    Platform: Playstation 4
    182 Players
    39 Check-ins

    Começando (e na verdade quase acabando a campanha principal) 

    Está aí uma boa surpresa! Eu pensava outra coisa do que seria esse jogo: ação, tiro pra tudo quanto é lado, mas não, o foco na estratégia, nos disfarces, é realmente muito interessante, e quando me dei conta estava lá todo entretido e gostando de praticamente tudo.

    Os gráficos do jogo são bem bonitos no geral, e os cenários muito bem elaborados e criativos, afinal, já que a estratégia é um grande elemento do game, uma atenção aos mínimos detalhes do cenário não poderia ficar de fora da produção.

    Algumas coisas da história eu não entendo muito bem, nada demais, apenas questões quanto a natureza do personagem que controlamos. Não conheço ele, nem nunca joguei nenhum outro game da série, sequer vi o filme.

    A ideia de repetir a mesma missão várias vezes, experimentando ações diferentes em cada tentativa, é ótima para perceber todas as variantes do game, como ele nos possibilita uma grande possibilidade de concluir os objetivos.

    Eles também oferecem as tais das "oportunidades", informações e planos de ação que nos ajudam a cumprir nossas tarefas. Em grande medida, algumas dessas oportunidades são tranquilas, mas muitas delas também são um tanto difíceis de seguir, a IA é boa e os eventos às vezes mudam pequenos detalhes só porque você deu três passos pra direita e não um pra esquerda. Tem horas que o melhor mesmo é pegar a pistola com silenciador, "apagar" o alvo e dar um jeito de sair do lugar o quanto antes. Trabalho lambão eu sei, mas a oportunidade às vezes não é tão oportuna. 

    E observação é tudo nesse jogo. Todo cuidado é pouco. Quando você acha que está seguro para neutralizar um alvo, pense quinze vezes, dê uma olhada 360 graus pra ter certeza, porque às vezes tem alguém andando e passando do lado de fora de onde você está, e por um buraco de três centímetros na parede a pessoa viu/ouviu a sua ação, resultado: se ferrou. 

    Eu já vi que dá pra fazer inúmeras outras missões nos mesmos cenários além da principal, mas vou deixar pra explorar essas variantes depois que terminar o principal. 

    Simbora...

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      muser · 2 months ago · 2 pontos

      Tenho que jogar o 2.
      Falando em mínimos detalhes é cada easter egg maroto que tem nesse jogo, procurar um guia no YouTube e fazer tudo certinho pra desativar eles não é perda de tempo, cada um mais hilário que o outro e uns curiosos também.. O 47 com seu jeito sério junto a trama também do jogo séria faz com que momentos engraçados não exista.
      E o jogo é bom mesmo, pode continuar indo na fé, foi o jogo que mais joguei ano passado.

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Caramba...que camisa florida...😎

      2 replies
  • 2019-02-21 10:23:38 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Finalizado!&nbsp;</strong></p><p>#img#[6
    Batman: Arkham Knight

    Platform: Playstation 4
    1319 Players
    328 Check-ins

    Finalizado! 

    Mas foi o final parcial, após derrotar o vilão principal,  Scarecrow. Não sei se terei pique para ir atrás do final verdadeiro, que é o final Knightfall e envolve finalizar quase todas as missões secundárias. Mas pensarei a respeito.

    O jogo melhorou bastante ao longo das campanhas e a história, que no começo não estava chamando minha atenção, acabou se tornando bem interessante e a mais sombria e dramática dos games Arkham. Ficou muito bom.

    Enfrentar o Arkham Knight em seus veículos foi o real desafio pra mim, pois nesses momentos precisamos usar o Batmóvel, e mesmo ele sendo uma ótima ferramenta eu sempre sou um estabanado controlando veículos, então eu demorei um pouco pra dar conta dessas partes.

    As missões secundárias continuo achando menos desenvolvidas em relação aos games anteriores, sendo algumas bem enfadonhas de se fazer, pelo menos pra mim, motivo pelo qual ainda não sei se vou atrás do final Knightfall. Ainda assim, algumas são divertidas de se fazer, não foram enfadonhas ao ponto de estragar a experiência, de forma alguma. 

    Aliás, Batman sempre conseguiu essa façanha comigo: me entreter, me deixar interessado na história, e os jogos Arkham eu realmente gosto bastante.  Não gosto do mundo dos super-heróis, não gostava nem quando era criança, mas algo em Batman e na gama de vilões dele sempre me deixou muito curioso e atento. Acho que é o tratamento obscuro dado pra narrativa, sempre gostei mais desse tom mais pesado e menos idealizado. O Joker principalmente, é uma figura muito intrigante, foi o único que me fez comprar HQ nessa vida. 

    A parte final, em que "controlamos o joker" é um verdadeiro pesadelo em termos estéticos, gostei. Queria mais daquilo.

    Em temos gráficos o jogo está bonito no geral, mas a cara do Batmam sem a máscara podia ter ficado um pouco melhor. 

    Quanto à jogabilidade, a linha Arkham está sempre de parabéns. Mesmo sendo um pouco confuso lidar com toda aquela parafernália dos equipamentos tecnológicos, bem ou mal a gente sempre acaba pegando o ritmo. 

    Terminei ficando com vontade de ir atrás do Origins, que ainda não joguei. Arkham Knight é muito bom, mas enquanto jogo ainda prefiro o Arkham City.

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      wilford_fernandes · 2 months ago · 2 pontos

      essa skin do adam west ;p uaehuuhea

      2 replies
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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Kkkkk...e essa SKIN? Que massa...
      ...
      Coincidentemente meu próximo POST desse jogo será um CHECK OUT também...

      1 reply
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      kevinryman · 2 months ago · 2 pontos

      Se eu fosse você iria atrás do Origins. É muito bom! Não ligue para o que o pessoal fala por aí. Tire suas próprias conclusões.

  • 2019-02-18 14:00:12 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Começando mais um, mas consegui jogar ba
    Batman: Arkham Knight

    Platform: Playstation 4
    1319 Players
    328 Check-ins

    Começando mais um, mas consegui jogar bastante nos últimos dois dias. 

    Gostei dos últimos dois games do Batman que joguei (Asylum e City), e acredito que não será muito diferente com esse. 

    Estranhei um pouco os comandos no início. Acabo de sair de um jogo com comandos mais simples e em Batman sempre temos muitos recursos, mas já me acostumei e consigo dominar melhor

    Achei bem interessante a adição do batmóvel. Os recursos dele são realmente bons e ajudam em muitos momentos, e olha que eu sou o tipo de jogador que não consegue se adaptar muito bem na utilização de automóveis em jogos, bem por isso não costumo gostar muito de jogo de corrida. 

    A quantidade de missões também está me parecendo boa, bem distribuída. As missões envolvendo o charada eram minhas favoritas nos jogos anteriores, e nesse não está sendo diferente. O único detalhe é que o personagem do charada nesse jogo está bem enfadonho. 

    Além disso, estou gostando bastante da possibilidade que esse game oferece de controlarmos, mesmo que por um curto período de tempo, outros personagens durante missões e batalhas, intercalando entre o Batman e outro personagem, como o Azrael, a Mulher-Gato e o Asa-Noturna, por exemplo. Aliás, Asa Noturna, meu novo crush dos games.

    Por enquanto, o Arkham City ainda é o meu favorito, da série, mas vamos ver onde Arkham Knight irá me levar. A jogabilidade é fluida como nos outros e a narrativa me parece um pouquinho mais fraca, mas com grandes sacadas, como a presença desse Joker nos lugares mais absurdos, fazendo comentários certeiros. 

    As missões secundárias também me parecem um pouco menos elaboradas, misturando histórias do universo do Batman e usando também o padrão "eliminar presença inimiga" que a maioria dos jogos com mapas abertos costumam adotar, destruindo torres de vigia e coisas do tipo. Ainda assim, é bem divertido e não é cansativo, por enquanto.

    Mas vamos ver o que mais o game irá me proporcionar. Enquanto isso, mais um pouco de Asa Noturna, porque nunca me canso. Quero.

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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Exato... dá até um pânico tantos comandos.
      Mas rápido acostuma...
      ...
      Game muito massa...

  • 2019-02-14 18:15:52 -0200 Thumb picture
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    Post by sergiosamsa: <p><strong>DLC's finalizadas. É impossível eu estar
    Resident Evil 7 Biohazard: Gold Edition

    Platform: Playstation 4
    25 Players
    6 Check-ins

    DLC's finalizadas. É impossível eu estar mais contente com um jogo e seus complementos. 

    Pergunto-me: por quê eu demorei tanto pra jogar isso? As DLC's são tão dinâmicas quanto o jogo principal, ou seja, não são cansativas, trazem experiências distintas em termos de jogabilidade e história, o que faz com que não sejam meras repetições da mecânica do jogo principal, mas sim outra experiência. 

    Comecei com a "Banned Footage", que é dividida em 4 partes. As partes "Quarto" e "Filhas" são as melhores. "Quarto" traz uma interessante experiência estilo "escape room ", sendo o jogador uma vítima antiga dos Bakers sob a tutela da vilã que mais me meteu medo e me causou aflição, a mãe Marguerite. 

    Já em "Filhas" temos os eventos que antecedem a história principal de RE7, quando a família encontra você sabe quem e acontece você sabe o que. É assustador. 

    "Pesadelo" e "21" são os mais fracos, e também os mais simples. 

    Outra DLC foi "Not a Hero", estrelando Chris Redfield. Os eventos dessa DLC acontecem imediatamente depois do fim do jogo principal. Essa me lembrou bastante os Resident Evil focados na ação, como o 5 e o 6. Apesar do estilo não ser o meu favorito eu me diverti bastante jogando a DLC. 

    Em "Not a Hero" temos monstros para todos os lados e o negócio é sair atirando, descobrindo enigmas, encontrando armas militares, coisas do gênero. Em certos momentos o ritmo é frenético. A jogabilidade é bem parecida com a do jogo principal, mas com mais elementos, levando em conta que estamos controlando um personagem com treinamento militar, enquanto que o Ethan, do jogo principal, era um cara normal. 

    Mas a melhor DLC foi sem dúvida "End of Zoe". Primeiro porque trouxe uma personagem que eu fiquei com uma dó absurda durante o jogo principal. Sim, eu escolhi salvar a Mia. Então aqui foi bacana ver um desfecho para a Zoe. 

    Antes uma reclamação: o personagem que controlamos nessa DLC, Joe, tio da Zoe e irmão do Jack, o patriarca da família infectada, praticamente não usa armas. O cara é quase um boxeador e faz o estilo "vivendo na selva, sou forte pra kcete e fico comendo centopeia e lesma pra sobreviver". Com DOIS socos dele matamos vários inimigos, sendo que no jogo principal a gente dá 300 tiros na cabeça dos bichos e eles ainda levantam pra te atazanar. Ah vá! Sim, os punhos do Joe são mais poderosos que escopetas, pistolas e granadas. Mas tirando isso, é divertidíssimo você sair vencendo os monstros na base da porrada. E consertar a treta?

    ♫ ♫ Ella, ella, ê, ê, ê, under my Umbrella, ella, ella ♫ ♫

    Sim, tudo culpa da Rihanna 

    Além de liberar novos territórios para exploração, "End of Zoe" nos permite uma nova perspectiva da história, um olhar ampliado da geografia ao redor do complexo de construções em que ocorrem os eventos do jogo principal e um novo tipo de combate.  O vilão ao estilo monstro do pântano também me agradou. 

    Além disso temos duas espécies de mini games.

    O "Jack's 55th Birthday" é o mais divertido deles. Nele temos que sair pelos cenários já conhecidos coletando comida para alimentar Jack, o pai, enquanto os monstros clássicos tentam matar a gente. Tem algumas regras e contagem regressiva. É um modo de perdermos o medo e a sensação de desconforto que tínhamos na casa, pois tudo fica bem descontraído (ainda que macabro e tétrico) 

    E por fim temos o "Ethan must die", o mais chatinho deles. É basicamente você com um canivete tentando matar uns demonhão e morrendo em cada esquina porque né....aliás, a proposta do mini game é essa mesmo, como o nome já diz. 

    Minha experiência com RE7 foi sem dúvida a melhor desse começo de 2019, e mesmo que ainda tenhamos um longo caminho pela frente, é muito provável que o jogo figure no meu top 10 no final do ano. E também é bem capaz de eu jogar novamente. 

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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Kkkk ..esses mini games.
      Sim...RE7 é muito foda e também amo 😍

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      0blivion · 2 months ago · 1 ponto

      Você pode dizer então de consciência limpa que é melhor pegar a gold edition então?

      1 reply
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