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  • 2019-03-25 15:42:18 -0300 Thumb picture

    Desafio 30 dias de games 2019

    Simbora fazer mais 5 itens do @desafio

    Dia 6 - Jogo para relaxar

    Journey - tudo nesse game parece que foi feito para me deixar no mais completo relaxamento, os cenários, a trilha sonora, a paleta de cores...


    Dia 7 - Mobile Favorito

    Spotlight room escape - jogo poucos mobile, mas teve uma época em que fiquei particularmente viciado em jogos estilo "room escape", e o Spotlight foi o meu favorito e o responsável por esse gosto.

    Dia 8 - Melhor multiplayer

    Nenhum - não gosto de jogos multiplayer. Poderia colocar algum de luta aqui, já que falei do Mortal Kombat anteriormente, mas no geral não tenho grandes predileções por jogo multiplayer. 

    Dia 9 - Pior protagonista

    Ajay Ghale, de Far Cry 4 - aliás, jogar o jogo inteiro pra mim foi bem enfadonho, não consegui me sentir bem com nada: jagabilidade ruim, história ruim, personagens incapazes de provocar qualquer tipo de empatia e um protagonista bem apagado, sem personalidade e tonto. 


    Dia 10 - Personagem mais irritante

    Derek C. Simmons, em Resident Evil 6 - eu não tenho paciência pra vilão que aparece 300 vezes ao longo do jogo e a gente tem que ficar gastando munição e tempo com ele até ele sair correndo,fugir, se fingir de morto e reaparecer mais ultra, mega, super, blaster maior. Quando enfrento um vilão principal quero fazer isso uma vez, e que ele morra nessa vez, por favor, manda o próximo. Estranhamente isso aconteceu também com o vilão em Resident Evil 7 (isso é algo do tipo Resident Evil things??) só que ali no 7 eu gostei bastante, funcionou, foi incrível, mas no 6 pra mim não colou e eu só achei o Simmons irritante mesmo. 

    Journey

    Plataforma: Playstation 4
    735 Jogadores
    85 Check-ins

    12
  • 2019-03-24 14:13:59 -0300 Thumb picture

    Desafio 30 dias de games 2019

    Hoje farei 4 itens do @desafio

    Dia 2 - Remaster/Remake favorito

    Praticamente todos os jogos remaster/remake que eu joguei eu nunca tinha jogado no original então é meio difícil eu ter como comparar e escolher um favorito, vou simplesmente escolher um sem saber como era no original, apenas por ter gostado de jogar na versão mais nova mesmo: ICO, para PS3.


    Dia 3 - Merece um remake

    Queria todos os jogos de Silent Hill para PS4. Sim, TODOS. Melhor franquia de todos os tempos no gênero que eu mais gosto.


    Dia 4 - Último jogo que concluiu

    The Witness


    Dia 5 - Jogo para jogar junto

    Mortal Kombat (qualquer um)... jogar jogo de luta contra a máquina é meio deprimente

    ICO

    Plataforma: Playstation 3
    1426 Jogadores
    106 Check-ins

    19
  • 2019-03-23 13:03:27 -0300 Thumb picture
    <p>Olha lá o Desafio 30 dias de Games versão 2019. - Alvanista

    Olha lá o Desafio 30 dias de Games versão 2019. Vi que tem muitos itens diferentes em comparação com o @desafio do ano passado, então vai ser bacana. Começando hoje com um item, mas depois vou juntar em grupos pra não ficar cansativo.

    Dia 1: Jogando atualmente

    Assassin's Creed Origins - na realidade estou jogando pela segunda vez. Eu já fiz 100% em 2018 e platinei. Acontece que bateu saudades, pelo tanto que eu gostei do jogo, dos personagens, da história, da ambientação, do mapa. Ando pelo Egito como se fosse minha casa. E também voltei porque queria tirar aquela sensação esquisita que o Odyssey me deixou então cá estou de regresso.

    Assassin's Creed Origins

    Plataforma: Playstation 4
    309 Jogadores
    146 Check-ins

    23
  • 2019-03-15 00:03:08 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Finalizado!</strong></p><p>Comecei gosta - Alvanista
    The Witness

    Plataforma: Playstation 4
    103 Jogadores
    16 Check-ins

    Finalizado!

    Comecei gostando muito do jogo e da proposta dele, de verdade. Mas depois, por volta do painel 220 foi ficando tudo muito repetitivo.

    Depois desses mais de 200 puzzles você já começa a procurar atalhos.

    O jogo possui cerca de 650, mas não é necessário passar por todos para finalizá-lo, metade deles já basta para liberar os caminhos até o fim, então começamos a prestar atenção para não perder tempo com puzzles que não levariam a lugar algum.

    Em certos momentos a dificuldade dos puzzles chega a ser desafiadora e o que acaba pesando mais é o nosso cansaço diante de tanto puzzle. Sabe aqueles jogos de celular com níveis sem fim? Pois então, a minha sensação foi mais ou menos essa no final das contas.

    Não sei se há a necessidade de o jogo ser grande desse jeito, mas a proposta não deixa de ser interessante. Se ele fosse bem menor e não fizesse a gente gastar tanto tempo em puzzles fáceis e jogassem logo puzzles médios e difíceis e deixassem o jogo mais curto, talvez fosse menos enjoativo.

    A ausência de uma linha narrativa também acaba tirando um pouco a nossa curiosidade para seguir adiante, pois é tudo muito disperso e no fim das contas não tem nada. Achei o final bem decepcionante.

    De certa forma, acredito que a história que o game quer contar é, na realidade, uma espécie de passeio pela própria concepção filosófica de “epifania”. Não tem como negar, o game investe muito nesses momentos de “eureka!”, e toda a questão da epifania envolve a percepção do início e do fim como uma coisa só, um ciclo. Na base, o fim da epifania é você descobrir o seu início, a linha inicial de algo e chegar a uma conclusão. E quando o jogo termina daquele jeito a única coisa que eu consigo pensar é isso mesmo. É quase como se fosse uma teoria do conhecimento, de como é desencadeado o processo de aprendizado e replicação de resultado na nossa cabeça. É, eu sei, viajei jogando isso. Esse moço entende meu desespero.

    Sendo assim, se você vai começar o jogo achando “ah, deixa eu pegar esse joguinho de puzzle aqui pra me distrair porque não estou afim de começar nenhum jogo específico agora, só relaxar",  esquece, vai jogar Tetris, fazer ioga, arranje um jardim zen daqueles com pedrinha, areinha e pazinha pra ficar mexendo pra lá e pra cá porque The Witness vai te tirar do sério em alguns momentos, até você sentir alguma dor de cabeça e achar o caminho certo pra concluir o puzzle.

    Não achei o jogo ruim, só poderia ser menor. Gosto muito de puzzles, mas quando o jogo acaba me lembrando mais esses joguinhos de celular de níveis eternos eu não curto muito.

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      lipherus · 11 dias atrás · 2 pontos

      Parabéns! Pôxa eu achava que o game possuia uma linha narrativa firme tipo a de Portal que também é um jogo cheio de puzzles mas tem um enredo a ser seguido... não que eu tenha desistido de jogar este The Witness sóa cabei fiquei menos empolgado :-(

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      andre_andricopoulos · 11 dias atrás · 2 pontos

      São só elogios...
      Eu quem não tenho paciência pra games somente PUZZLES...

  • 2019-03-13 20:53:00 -0300 Thumb picture

    Estudo da Universidade de Oxford sobre videogames e violência juvenil

    Estudo da Universidade de Oxford atesta que não há relação entre violência praticada por adolescentes e o gosto destes por jogos violentos.

    Segue link da matéria da própria universidade britânica. Na mesma página vocês encontrarão o link para o estudo completo, com todas as fontes e dados da pesquisa, hospedada na Royal Society Open Science.

    http://www.ox.ac.uk/news/2019-02-13-violent-video-...

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      thecriticgames · 12 dias atrás · 5 pontos

      Quanto mais tempo eu jogo menos tempo tenho pra matar pessoas :v

      3 respostas
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      sam456 · 12 dias atrás · 3 pontos

      Os jogos são uma das coisas que me ensinaram a não matar as pessoas

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      sam456 · 12 dias atrás · 3 pontos

      E também a não fazer mal a ninguém

  • 2019-03-13 19:40:05 -0300 Thumb picture

    Mais um colocando na conta dos videogames violência na juventude

    'Essas coisas não aconteciam no Brasil', diz Mourão sobre ataque a tiros em SP

    O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta quarta-feira (13) lamentar profundamente a morte de oito pessoas em Suzano (SP) e ressaltou que agora é necessário compreender por que têm ocorrido ataques a tiros em escolas brasileiras.

    Para o general, a flexibilização da posse de armas, autorizada pelo presidente Jair Bolsonaro, não tem relação com a tragédia, uma vez que o armamento utilizado pelos responsáveis, segundo ele, provavelmente não era legalizado.

    “Eu não vejo essa questão [flexibilização]. Vai dizer que a arma que eles estavam usando era legal? Não tem nada a ver”, disse, negando que a questão enfraquece também o debate para mudanças nas atuais regras de porte de armas.

    Até o momento, o presidente manteve silêncio sobre o ataque, diferentemente de sua equipe ministerial, que se manifestou por redes sociais e notas públicas ao longo da manhã.

    Em entrevista à imprensa, Mourão lembrou de episódio semelhante ocorrido em 2011, em uma unidade de ensino em Realengo (RJ), e disse que a tragédia pode estar relacionada ao acesso de jovens e adolescentes a jogos de vídeo games com conteúdos violentos.

    “É muito triste e temos de chegar à conclusão por que isso está acontecendo. Essas coisas não aconteciam no Brasil”, afirmou. “A minha opinião é que hoje a gente vê essa garotada viciada em videogame. E videogames violentos. É só isso que fazem”, acrescentou.

    O vice-presidente disse que o assunto deve ser motivo de preocupação da sociedade e pregou a ampliação das escolas de tempo integral como uma forma de evitar que a juventude entre para o mundo do crime.

    “Eu tenho netos e vejo meus netos muitas vezes mergulhados nisso aí. É isso que a gente tem de estar preocupado”, disse.

    Mais cedo, o ministro da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto, classificou o episódio como "tristíssimo". E o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, desejou sentimentos às famílias das vítimas.

    Mourão preferiu não comentar declaração feita pelo senador Major Olímpio (PSL-SP), para o qual se os professores da unidade de ensino estivessem armados, a tragédia não teria acontecido.

    “Como dizia Armando Falcão, no comments”, respondeu.

    Segundo informações da Polícia Militar, dois homens encapuzados, que aparentam ser adolescentes, atiraram contra os estudantes e, em seguida, se mataram na unidade educacional Raul Brasil, na região central da cidade.

    Um funcionário da escola também foi atingido pelos disparos e morreu. Informações da equipe médica no local são de que há ao menos outras nove pessoas feridas.

    Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/03/essas-coisas-nao-aconteciam-no-brasil-lamenta-mourao.shtml

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      mateusfv · 12 dias atrás · 2 pontos

      Caramba fui influenciado demais pela violência nos vídeo joojs, vou lá matar um deus no soco ou quem sabe cortar ele no meio com minha faca ginsu gigante hsushsh

      9 respostas
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      manoelnsn · 12 dias atrás · 2 pontos

      #CALAABOCAMOURAO

      Né possível que esse vice só abre a boca pra falar merda! Eu não vi ele dando uma bola dentro desde que o ano começou, puta que pariu!

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      wilford_fernandes · 12 dias atrás · 2 pontos

      pfff, velhos decrépitos....

  • 2019-03-07 13:55:30 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Iniciado.</strong></p><p>#img#[622114]</ - Alvanista
    The Witness

    Plataforma: Playstation 4
    103 Jogadores
    16 Check-ins

    Iniciado.

    Eu já tinha ouvido falar desse jogo há muito tempo, e sempre tive curiosidade em jogar. Os puzzles são uma de minhas partes favoritas nos games, e o que dizer de um jogo que é feito basicamente de puzzles e nada mais? Pra mim, perfeito.

    Em "The Witness" surgimos em uma ilha misteriosa, repleta de ruínas em um cenário que simula diversos ambientes. Temos um deserto, florestas, pântanos, uma montanha, construções em árvores e instalações subterrâneas. Não sabemos quem é esse personagem.

    O acesso à essas áreas é liberado aos poucos, partindo da resolução dos puzzles. Ao final de cada "sessão" de puzzles um mecanismo é ativado, liberando um raio laser que aponta na direção de uma construção no topo do ponto mais alto do mapa.

    Claro, já dei um pulo lá pra ver o que tem.

    Ainda não entendi o que significa essa estrutura e essas estátuas, mas claramente faz parte do objetivo do jogo você ir montando uma possível história (e que, acho, tem cara de ser meio triste, mas não sei, vamos ver).

    Os puzzles vão de simples ao mais complicado. Observação é a palavra-chave para quem quer passar por eles. O ambiente, sombras, objetos, elementos do cenário, enfim, qualquer coisa pode acabar oferecendo a dica necessária para resolver os enigmas. Alguns são bem desafiadores e, depois de muito pensar e observar, quando você se dá conta da resolução, você se sente O SUPER GÊNIO. A sensação de epifania é mágica. 

    A jogabilidade é bem simples, assim como os gráficos, que são bem coloridos e bonitos para a proposta. Desde o início eu tenho aquela sensação de déjà-vu, e acho que isso se deve, em grande medida, ao fato de "The Witness" me lembrar bastante da experiência que eu tive jogando "Myst" na adolescência, no PC. A proposta de ambos me parece muito semelhante. Inclusive as capas dão essa sensação. Vejam uma das capas de "The Witness":

    E uma das capas de "Myst":

    Os pressupostos são parecidos: uma ilha e muitos enigmas, mas "Myst" é mais complexo por focar muito na história, em comparação com "The Witness" que até agora parece, basicamente, puzzles sem conexão com algo maior. Ainda tenho muito o que explorar no mapa, até então encontrei um único arquivo de áudio, com uma dica de resolução de puzzle que pede interpretação do que você escuta. De resto, a narrativa é silenciosa e pede uma leitura mais aberta de nossa parte. Estou gostando bastante, vamos ver como andarei. Completei, até agora, 104 painéis, e segundo fiquei sabendo, são mais de 600, então tem chão pela frente ainda...

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  • 2019-02-27 10:56:34 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Campanha principal finalizada!</strong>< - Alvanista
    HITMAN

    Plataforma: Playstation 4
    175 Jogadores
    38 Check-ins

    Campanha principal finalizada!

    (E pausa nas publicações) 

    Os dois últimos cenários (Colorado e Japão) foram realmente desafiadores. 

    Acessos restritos, janelas para ação muito reduzidas, disfarces cada vez mais complicados e perigosos de se conseguir, realmente tudo muito bem bolado. A missão passada no Japão, principalmente, não admite trabalho lambão, cada paço precisa ser cuidadosamente planejado. 

    Gostei do game mais do que achei que iria gostar e passarei um tempo ainda jogando as missões complementares de cada cenário.

    Já concluí, também, a maioria das missões do "Os seis de Sarajevo". Ainda estou um pouco empacado na última missão (sim, também no Japão), mas uma hora vai. 

    Fiquei sabendo que o primeiro nível do "Hitman 2" está gratuito, vou atrás disso também. 

    Japão, melhor missão ( ͡° ͜ʖ ͡°) .

    E é isso! Aproveito também para contar que vou dar uma diminuída nas minhas publicações por aqui. Preciso dar um gás na escrita da minha tese, escrever uns artigos acadêmicos, voltar pras aulas de alemão, enfim, coisas que vão demandar bastante dedicação, sobrando menos para algumas outras coisas. Vou continuar jogando, claro, caso contrário eu surto (nem só de trabalho vive a humanidade), só que menos do que o de costume, por isso entrarei menos aqui para compartilhar minhas experiências. Não sumirei, vou entrar de vez em quando pra dar uma espairecida, ver como andam as coisas, mas produzir alguma coisa em termos de publicação vai ser mais difícil...não que vá fazer falta pra alguém, hahahaha, mas fará pra mim, pois curto compartilhar os bons e maus momentos dos games por aqui. Sendo assim, quando encontrar uma brecha, eu compartilho algo. 

    Enquanto isso fico aqui curtindo minha cama, de kimono, um luxo. 

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      muser · 27 dias atrás · 2 pontos

      Mas ainda assim Japão saiu mais fácil que Colorado, lá tem muitos guardas armados e nem todas as oportunidades funcionam.

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      kevinryman · 25 dias atrás · 2 pontos

      Não apaga seus checkins, não, mano. Acho que já fez isso umas duas vezes. Eles são tão ricos em detalhes da jogatina. Fora que sempre tem uma opinião bem embasada; sem fanboysmo.

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  • 2019-02-23 12:37:15 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Começando (e na verdade quase acabando a - Alvanista
    HITMAN

    Plataforma: Playstation 4
    175 Jogadores
    38 Check-ins

    Começando (e na verdade quase acabando a campanha principal) 

    Está aí uma boa surpresa! Eu pensava outra coisa do que seria esse jogo: ação, tiro pra tudo quanto é lado, mas não, o foco na estratégia, nos disfarces, é realmente muito interessante, e quando me dei conta estava lá todo entretido e gostando de praticamente tudo.

    Os gráficos do jogo são bem bonitos no geral, e os cenários muito bem elaborados e criativos, afinal, já que a estratégia é um grande elemento do game, uma atenção aos mínimos detalhes do cenário não poderia ficar de fora da produção.

    Algumas coisas da história eu não entendo muito bem, nada demais, apenas questões quanto a natureza do personagem que controlamos. Não conheço ele, nem nunca joguei nenhum outro game da série, sequer vi o filme.

    A ideia de repetir a mesma missão várias vezes, experimentando ações diferentes em cada tentativa, é ótima para perceber todas as variantes do game, como ele nos possibilita uma grande possibilidade de concluir os objetivos.

    Eles também oferecem as tais das "oportunidades", informações e planos de ação que nos ajudam a cumprir nossas tarefas. Em grande medida, algumas dessas oportunidades são tranquilas, mas muitas delas também são um tanto difíceis de seguir, a IA é boa e os eventos às vezes mudam pequenos detalhes só porque você deu três passos pra direita e não um pra esquerda. Tem horas que o melhor mesmo é pegar a pistola com silenciador, "apagar" o alvo e dar um jeito de sair do lugar o quanto antes. Trabalho lambão eu sei, mas a oportunidade às vezes não é tão oportuna. 

    E observação é tudo nesse jogo. Todo cuidado é pouco. Quando você acha que está seguro para neutralizar um alvo, pense quinze vezes, dê uma olhada 360 graus pra ter certeza, porque às vezes tem alguém andando e passando do lado de fora de onde você está, e por um buraco de três centímetros na parede a pessoa viu/ouviu a sua ação, resultado: se ferrou. 

    Eu já vi que dá pra fazer inúmeras outras missões nos mesmos cenários além da principal, mas vou deixar pra explorar essas variantes depois que terminar o principal. 

    Simbora...

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      muser · 1 mês atrás · 2 pontos

      Tenho que jogar o 2.
      Falando em mínimos detalhes é cada easter egg maroto que tem nesse jogo, procurar um guia no YouTube e fazer tudo certinho pra desativar eles não é perda de tempo, cada um mais hilário que o outro e uns curiosos também.. O 47 com seu jeito sério junto a trama também do jogo séria faz com que momentos engraçados não exista.
      E o jogo é bom mesmo, pode continuar indo na fé, foi o jogo que mais joguei ano passado.

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      andre_andricopoulos · 1 mês atrás · 2 pontos

      Caramba...que camisa florida...😎

      2 respostas
  • 2019-02-21 10:23:38 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Finalizado!&nbsp;</strong></p><p>#img#[6 - Alvanista
    Batman: Arkham Knight

    Plataforma: Playstation 4
    1313 Jogadores
    327 Check-ins

    Finalizado! 

    Mas foi o final parcial, após derrotar o vilão principal,  Scarecrow. Não sei se terei pique para ir atrás do final verdadeiro, que é o final Knightfall e envolve finalizar quase todas as missões secundárias. Mas pensarei a respeito.

    O jogo melhorou bastante ao longo das campanhas e a história, que no começo não estava chamando minha atenção, acabou se tornando bem interessante e a mais sombria e dramática dos games Arkham. Ficou muito bom.

    Enfrentar o Arkham Knight em seus veículos foi o real desafio pra mim, pois nesses momentos precisamos usar o Batmóvel, e mesmo ele sendo uma ótima ferramenta eu sempre sou um estabanado controlando veículos, então eu demorei um pouco pra dar conta dessas partes.

    As missões secundárias continuo achando menos desenvolvidas em relação aos games anteriores, sendo algumas bem enfadonhas de se fazer, pelo menos pra mim, motivo pelo qual ainda não sei se vou atrás do final Knightfall. Ainda assim, algumas são divertidas de se fazer, não foram enfadonhas ao ponto de estragar a experiência, de forma alguma. 

    Aliás, Batman sempre conseguiu essa façanha comigo: me entreter, me deixar interessado na história, e os jogos Arkham eu realmente gosto bastante.  Não gosto do mundo dos super-heróis, não gostava nem quando era criança, mas algo em Batman e na gama de vilões dele sempre me deixou muito curioso e atento. Acho que é o tratamento obscuro dado pra narrativa, sempre gostei mais desse tom mais pesado e menos idealizado. O Joker principalmente, é uma figura muito intrigante, foi o único que me fez comprar HQ nessa vida. 

    A parte final, em que "controlamos o joker" é um verdadeiro pesadelo em termos estéticos, gostei. Queria mais daquilo.

    Em temos gráficos o jogo está bonito no geral, mas a cara do Batmam sem a máscara podia ter ficado um pouco melhor. 

    Quanto à jogabilidade, a linha Arkham está sempre de parabéns. Mesmo sendo um pouco confuso lidar com toda aquela parafernália dos equipamentos tecnológicos, bem ou mal a gente sempre acaba pegando o ritmo. 

    Terminei ficando com vontade de ir atrás do Origins, que ainda não joguei. Arkham Knight é muito bom, mas enquanto jogo ainda prefiro o Arkham City.

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      wilford_fernandes · 1 mês atrás · 2 pontos

      essa skin do adam west ;p uaehuuhea

      2 respostas
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      andre_andricopoulos · 1 mês atrás · 2 pontos

      Kkkkk...e essa SKIN? Que massa...
      ...
      Coincidentemente meu próximo POST desse jogo será um CHECK OUT também...

      1 resposta
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      kevinryman · 1 mês atrás · 2 pontos

      Se eu fosse você iria atrás do Origins. É muito bom! Não ligue para o que o pessoal fala por aí. Tire suas próprias conclusões.

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