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  • 2019-02-18 14:00:12 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Começando mais um, mas consegui jogar ba - Alvanista
    Batman: Arkham Knight

    Plataforma: Playstation 4
    1304 Jogadores
    320 Check-ins

    Começando mais um, mas consegui jogar bastante nos últimos dois dias. 

    Gostei dos últimos dois games do Batman que joguei (Asylum e City), e acredito que não será muito diferente com esse. 

    Estranhei um pouco os comandos no início. Acabo de sair de um jogo com comandos mais simples e em Batman sempre temos muitos recursos, mas já me acostumei e consigo dominar melhor

    Achei bem interessante a adição do batmóvel. Os recursos dele são realmente bons e ajudam em muitos momentos, e olha que eu sou o tipo de jogador que não consegue se adaptar muito bem na utilização de automóveis em jogos, bem por isso não costumo gostar muito de jogo de corrida. 

    A quantidade de missões também está me parecendo boa, bem distribuída. As missões envolvendo o charada eram minhas favoritas nos jogos anteriores, e nesse não está sendo diferente. O único detalhe é que o personagem do charada nesse jogo está bem enfadonho. 

    Além disso, estou gostando bastante da possibilidade que esse game oferece de controlarmos, mesmo que por um curto período de tempo, outros personagens durante missões e batalhas, intercalando entre o Batman e outro personagem, como o Azrael, a Mulher-Gato e o Asa-Noturna, por exemplo. Aliás, Asa Noturna, meu novo crush dos games.

    Por enquanto, o Arkham City ainda é o meu favorito, da série, mas vamos ver onde Arkham Knight irá me levar. A jogabilidade é fluida como nos outros e a narrativa me parece um pouquinho mais fraca, mas com grandes sacadas, como a presença desse Joker nos lugares mais absurdos, fazendo comentários certeiros. 

    As missões secundárias também me parecem um pouco menos elaboradas, misturando histórias do universo do Batman e usando também o padrão "eliminar presença inimiga" que a maioria dos jogos com mapas abertos costumam adotar, destruindo torres de vigia e coisas do tipo. Ainda assim, é bem divertido e não é cansativo, por enquanto.

    Mas vamos ver o que mais o game irá me proporcionar. Enquanto isso, mais um pouco de Asa Noturna, porque nunca me canso. Quero.

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    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 1 dia atrás · 2 pontos

      Exato... dá até um pânico tantos comandos.
      Mas rápido acostuma...
      ...
      Game muito massa...

  • 2019-02-14 18:15:52 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>DLC's finalizadas. É impossível eu estar - Alvanista
    Resident Evil 7 Biohazard: Gold Edition

    Plataforma: Playstation 4
    21 Jogadores
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    DLC's finalizadas. É impossível eu estar mais contente com um jogo e seus complementos. 

    Pergunto-me: por quê eu demorei tanto pra jogar isso? As DLC's são tão dinâmicas quanto o jogo principal, ou seja, não são cansativas, trazem experiências distintas em termos de jogabilidade e história, o que faz com que não sejam meras repetições da mecânica do jogo principal, mas sim outra experiência. 

    Comecei com a "Banned Footage", que é dividida em 4 partes. As partes "Quarto" e "Filhas" são as melhores. "Quarto" traz uma interessante experiência estilo "escape room ", sendo o jogador uma vítima antiga dos Bakers sob a tutela da vilã que mais me meteu medo e me causou aflição, a mãe Marguerite. 

    Já em "Filhas" temos os eventos que antecedem a história principal de RE7, quando a família encontra você sabe quem e acontece você sabe o que. É assustador. 

    "Pesadelo" e "21" são os mais fracos, e também os mais simples. 

    Outra DLC foi "Not a Hero", estrelando Chris Redfield. Os eventos dessa DLC acontecem imediatamente depois do fim do jogo principal. Essa me lembrou bastante os Resident Evil focados na ação, como o 5 e o 6. Apesar do estilo não ser o meu favorito eu me diverti bastante jogando a DLC. 

    Em "Not a Hero" temos monstros para todos os lados e o negócio é sair atirando, descobrindo enigmas, encontrando armas militares, coisas do gênero. Em certos momentos o ritmo é frenético. A jogabilidade é bem parecida com a do jogo principal, mas com mais elementos, levando em conta que estamos controlando um personagem com treinamento militar, enquanto que o Ethan, do jogo principal, era um cara normal. 

    Mas a melhor DLC foi sem dúvida "End of Zoe". Primeiro porque trouxe uma personagem que eu fiquei com uma dó absurda durante o jogo principal. Sim, eu escolhi salvar a Mia. Então aqui foi bacana ver um desfecho para a Zoe. 

    Antes uma reclamação: o personagem que controlamos nessa DLC, Joe, tio da Zoe e irmão do Jack, o patriarca da família infectada, praticamente não usa armas. O cara é quase um boxeador e faz o estilo "vivendo na selva, sou forte pra kcete e fico comendo centopeia e lesma pra sobreviver". Com DOIS socos dele matamos vários inimigos, sendo que no jogo principal a gente dá 300 tiros na cabeça dos bichos e eles ainda levantam pra te atazanar. Ah vá! Sim, os punhos do Joe são mais poderosos que escopetas, pistolas e granadas. Mas tirando isso, é divertidíssimo você sair vencendo os monstros na base da porrada. E consertar a treta?

    ♫ ♫ Ella, ella, ê, ê, ê, under my Umbrella, ella, ella ♫ ♫

    Sim, tudo culpa da Rihanna 

    Além de liberar novos territórios para exploração, "End of Zoe" nos permite uma nova perspectiva da história, um olhar ampliado da geografia ao redor do complexo de construções em que ocorrem os eventos do jogo principal e um novo tipo de combate.  O vilão ao estilo monstro do pântano também me agradou. 

    Além disso temos duas espécies de mini games.

    O "Jack's 55th Birthday" é o mais divertido deles. Nele temos que sair pelos cenários já conhecidos coletando comida para alimentar Jack, o pai, enquanto os monstros clássicos tentam matar a gente. Tem algumas regras e contagem regressiva. É um modo de perdermos o medo e a sensação de desconforto que tínhamos na casa, pois tudo fica bem descontraído (ainda que macabro e tétrico) 

    E por fim temos o "Ethan must die", o mais chatinho deles. É basicamente você com um canivete tentando matar uns demonhão e morrendo em cada esquina porque né....aliás, a proposta do mini game é essa mesmo, como o nome já diz. 

    Minha experiência com RE7 foi sem dúvida a melhor desse começo de 2019, e mesmo que ainda tenhamos um longo caminho pela frente, é muito provável que o jogo figure no meu top 10 no final do ano. E também é bem capaz de eu jogar novamente. 

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      andre_andricopoulos · 6 dias atrás · 2 pontos

      Kkkk ..esses mini games.
      Sim...RE7 é muito foda e também amo 😍

    • Micro picture
      0blivion · 6 dias atrás · 1 ponto

      Você pode dizer então de consciência limpa que é melhor pegar a gold edition então?

      1 resposta
  • 2019-02-14 13:30:55 -0200 Thumb picture
    <p>Aqui em casa eu jogo no "modo recompensa". É o j - Alvanista

    Aqui em casa eu jogo no "modo recompensa". É o joystick numa mão e um prato com uma fatia de cheesecake na outra. E eu falo "Sérgio, você só pode pegar um pedaço depois de matar esse monstrengo, ou passar dessa seção, ou achar um savepoint." Assim eu vou o jogo todo e como a torta inteira. Calorias? Pff....who cares? Queimo tudo apertando os botões.

    Resident Evil 7 Biohazard: Gold Edition

    Plataforma: Playstation 4
    21 Jogadores
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    16
  • 2019-02-13 12:47:40 -0200 Thumb picture
    <p>Eu já gosto de fazer lista, e quando vejo uma pi - Alvanista

    Eu já gosto de fazer lista, e quando vejo uma pipocando por aqui eu não resisto, pego ela emprestado e faço a minha. Já fiz uma parecida, mas como apaguei praticamente todos os meus posts até o final do ano passado e recomecei do zero, é como se eu nunca tivesse feito.

    Vamos lá:

    1. The Last of Us

    2. Aloy (Horizon Zero Dawn) 

    3. Terror

    4. Aquela que meu dinheiro pode pagar. Atualmente PS4.

    5. As DLC's de Resident Evil 7

    6. Silent Hills, mas como a Konami não facilitou minha vida, escolho um jogo que existe, Shadow of the Tomb Raider

    7. Ultimate Mortal Kombat 3

    8. Alex Kidd in Miracle World

    9. Master System 

    10. Até um tempo atrás só diversão, gosto de consumir histórias, mas nos últimos tempos somei a isso esquecer, por algumas horas, os problemas e o estresse do dia-a-dia. 

    The Last of Us

    Plataforma: Playstation 3
    11370 Jogadores
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    11
  • 2019-02-12 12:44:33 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Finalizado com 16 horas e 30 min. de cam - Alvanista
    Resident Evil 7 Biohazard: Gold Edition

    Plataforma: Playstation 4
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    Finalizado com 16 horas e 30 min. de campanha. Vamos aos comentários.

    Eu estou muito feliz com esse game, de verdade. É a primeira vez que eu jogo um Resident Evil gostando de tudo, inclusive da história. 

    No geral, nos outros games da franquia, apesar de serem divertidos, acho a história enfadonha e, no meio dos jogos, paro de prestar atenção e sigo simplesmente matando o que aparece na minha frente. Isso não aconteceu em RE7. Nele a história me absorveu 100% do tempo.

    Não quero dizer com isso que a história de RE7 seja maravilhosa e inovadora, pois não é. Ela é extremamente simples e clássica do ponto de vista de uma narrativa de terror. Qualquer um que goste do gênero vai lembrar de meia dúzia de filmes que seguem pelo mesmo caminho: uma casa grande no interior, longe dos olhos da civilização, celeiros, minas, porão, sótão, um silêncio sepulcral quebrado vez ou outra por barulhos estranhos, uma família insana que tortura e mata forasteiros. Mas apesar de batidas, essas histórias, quando bem contadas, continuam prendendo nossa atenção, instigando a curiosidade, provocando medo e sustos, e foi isso o que aconteceu com RE7 pra mim. O gameplay e a história estão muito bem equilibrados e entrosados, coisa que eu nunca tinha sentido antes nos jogos da franquia que já joguei, em que esses dois elementos sempre me pareceram desconectados (uma exceção talvez seja o RE4).

    Sendo assim, o quesito imersão foi bem executado. A história liberando elementos para você ir montando aos poucos os acontecimentos e entender o que está rolando com os personagens e com a casa; a câmera em primeira pessoa muito bem administrada (esse comentário está vindo de alguém que costuma detestar jogos em primeira pessoa, então entendam isso como um grande elogio); a movimentação é fluida; os itens como munição e kit médico não chegam a ser raros, ainda assim não são muito frequentes em certas partes do jogo e precisam ser utilizados com cautela, principalmente se você é do tipo que recorre ao kit médico sempre que toma dano, mesmo que pequeno, só para se sentir mais distante da morte; apesar de ter um número razoável de armas, quase nenhuma delas te oferece muita segurança, pois os inimigos, em sua maioria, são bem resistentes. As únicas que são muitos eficientes são a Magnum .44 e a Espingarda M21, além da munição aprimorada para arma de mão. 

    RE7 também soube equilibrar um estilo stealth, que é o elemento predominante nas primeiras horas de gameplay, com enfrentamentos diretos, mais comuns quando os traços de Resident Evil entram na narrativa. Isso me causou a impressão de dinamismo, o que faz com que o jogo não seja repetitivo e esteja sempre provocando nosso senso de estratégia. 

    Agora falarei sobre uma virada importante no plano narrativo, então atenção para o spoiler.

    Eu tive algumas mudanças de opinião ao longo do jogo. Eu estava gostando muitíssimo de tudo até o momento em que enfrentamos o monstro de muitos olhos, o Pai em mutação pela última vez. O jogo parecia que iria terminar, mas de repente surge o navio naufragado e a história, que parecia algo muito diferente de um RE reencontra seus elementos. Como não fã de RE, ver esses traços aparecendo foi um pequeno banho de água fria. Parecia que a história estava mudando de rumo, chegou mesmo a parecer que era outro jogo, com muito mais ação. Mas aos poucos fui percebendo que os elementos de RE estavam sendo muito bem combinados e acoplados com a atmosfera de terror que eles construíram ao longo de todo o game, e indicando que aquilo fazia parte de algo muito maior. Fiquei muito feliz com essa surpresa e com minha mudança de opinião. E por fim, o jogo se mostrou muito bom, e diversos aspectos. Capcom fez um excelente trabalho aqui. Fiquei até com vontade de jogar o 1 e o 2, os únicos que ainda não joguei, e conhecer mais do tema base. 

    Falando em tema base, é impressão minha ou esse Chris Redfield que aparece no final é bem diferente dos jogos anteriores? É outro modelo, não? Não me importo, continuo gostando ( ͡° ͜ʖ ͡°  ).

    Agora o que me resta é jogar as DLC's, pelas quais estou bem ansioso. De resto, também ficaria feliz com um Resident Evil 8 que continuasse explorando outras referências desse terror contemporâneo mais raiz, surgido em meados dos anos 1970 em diante, mesclado com a sua própria temática RE. Se assim for, eles vão ganhar um novo fã para essa nova leva de jogos da franquia, pois RE7 é, pelo menos pra mim, um dos melhores jogos já feitos em seu gênero nos últimos anos, junto com The evil Within. 

    20
  • 2019-02-11 18:39:57 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Meu níver caiu numa segunda-feira, e com - Alvanista
    Resident Evil 7 Biohazard: Gold Edition

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    Meu níver caiu numa segunda-feira, e como segunda pra mim não é dia de festa, e nem eu particularmente sou uma pessoa muito festiva, resolvi que o melhor jeito de terminar o dia seria como?

    Sim, levando bons sustos e dando um pau na família Baker e tentando terminar esse jogo que, pra mim, junto com os dois "The evil within" e todos os"Silent Hill", está entrando na lista de um dos melhores jogos de terror que já experimentei. 

    E que mudança na narrativa foi essa quando eu pensei que já estava acabando o jogo? A atmosfera de terror continua, mas mudou completamente o clima, e agora sim, perto do fim, tem elementos que me remetem ao Resident Evil mais diretamente, principalmente o Revelations. Ok, não quero falar muito ainda, melhor eu seguir, terminar e depois eu volto pra uma análise final.

    16
  • 2019-02-07 11:23:18 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Continuando com quase cinco horas de jog - Alvanista
    Resident Evil 7 Biohazard: Gold Edition

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    Continuando com quase cinco horas de jogo.

    Apesar de jogos de terror serem os meus favoritos, eu nunca curti muito Resident Evil, esse é o primeiro da franquia que eu jogo realmente gostando de tudo, ambientação, história, e tem uns momentos muito insanos. Esse sim está mais próximo do estilo que gosto.

    Depois do  7, o único que cheguei a gostar mesmo foi o Resident Evil Revelations (adoro todo aquele clima de navio fantasma). O restante achei apenas "ok". Lembrando que nunca joguei o 1 e nem o 2, e como a maioria costuma gostar muito desses, pode ser que eu não seja fã de RE por ainda não ter passado por eles. 

    Mas o 7 está ótimo, é a primeira vez que eu realmente sinto medo e aflição jogando um RE. 

    E como faz um tempo que não jogo um jogo com escassez de itens, e limitações de inventário, está sendo aquela experiência que repito determinados momentos do jogo algumas vezes, até conseguir parar de morrer e fazer a sequência certa de movimentos. O encontro com o Papai na garagem, por exemplo, tive que jogar algumas vezes até acertar, porque cada hora acontecia uma coisa diferente, foi insano.

    O próximo passo vai ser enfrentar o Papai com a serra elétrica, um momento clássico que já vi em muitos lugares por aí e já sei que vai dar um pouco de trabalho.

    Vou fazer uma lista com jogos de terror que não tenham manequins no cenário, porque TODOS parecem ter. E mesmo assim eu sempre me assusto quando do nada faço sobra em um deles com minha lanterna. Acho que é por isso que todo mundo coloca manequins em jogos de terror.

    The place that is supposed to be safe

    O que me dá mais aflição é o fato de ser um jogo em que temos que nos esconder uma boa parte do tempo, e os lugares para se fazer isso são poucos e os cômodos são pequenos. 

    E sim, eu só estou jogando depois que escurece e com fones.

    E não sei por que razão, durante todo o game eu fico com essa música na cabeça. É do filme "Insidious", não está na trilha do RE7, mas ela fica ecoando na minha cabeça. 

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      filipessoa · 13 dias atrás · 4 pontos

      RE7 parece animal mesmo, e acho que você o curtiu pra valer pq pra mim ele é o jogo que mais abraçou o gênero terror na franquia inteira.

      1 resposta
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      marlonfonseca · 13 dias atrás · 3 pontos

      Esse RE7 é excelente. Pena que foi vítima de um "mimimi" desnecessário

      1 resposta
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      andre_andricopoulos · 13 dias atrás · 3 pontos

      Muito bom mesmo.
      Também adoro RE7, bem assustador.

  • 2019-02-04 09:37:27 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Começo acanhado de jogo.</strong></p><p> - Alvanista
    Resident Evil 7 Biohazard: Gold Edition

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    Começo acanhado de jogo.

    Enquanto estão todos aí na vibe do RE2, eu resolvi começar o 7. 

    Eu, sem sono, 3:15 da manhã, qual é a coisa mais inteligente a se fazer?

    Claro, por que não entrar naquela casa que berra "você vai se ferrar muito aqui dentro"?

    Eu joguei muito pouco, pois ao ver a atmosfera de terror tão bem construída eu resolvi desligar porque, se eu já estava sem sono, com os sustos que eu sabia que iria levar aí mesmo é que eu não ia mais dormir.

    Daí então eu comecei também o "Batmam Arkham Knight", dublado em português brasileiro, e tive uma crise de riso ao ouvir a dublagem do Batman. Que coisa horrível! A dublagem de todos os personagens estava ótima, mas quando o morcegão abriu a boca parecia aquelas coisas fan-made bem amadora do youtube, é sério isso? Ok, vou botar no inglês porque  não vai rolar ouvir o Batman com aquela voz até o final sem dar risada pra cada vez que ele abrir a boca. O que pra mim vai ser normal, já que os outros 2 jogos da série eu também joguei no original mesmo. 

    Mas isso vai ficar pra depois, pois a atenção será dada para o RE7 primeiro.

    Nesse caminho o sono voltou e eu fui dormir. 

    Boa semana pra vocês!

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      andre_andricopoulos · 16 dias atrás · 2 pontos

      Kkkkkk..."arregou"
      To jogando o REMAKE de madruga e sim, RE7 ta assustador.

  • 2019-01-30 11:44:10 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong><em>105 horas - Platinado</em></strong>< - Alvanista
    Assassin's Creed Odyssey

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    105 horas - Platinado

    Apenas um troféu considerei chatinho de conseguir, o "Lord of the Seas", em que você precisa melhorar completamente a embarcação Adrastea. A quantidade de recursos necessários para isso é absurda, mas nada que umas batalhas navais partindo navios ao meio não resolvesse, assim como desmontar aquele monte de armas e armaduras que eu nunca iria utilizar. 

    14
  • 2019-01-25 13:01:27 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa fez um check-in em:
    <p><strong>Campanha principal finalizada com 90 hor - Alvanista
    Assassin's Creed Odyssey

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    Campanha principal finalizada com 90 horas. 

    Um excelente e lindo jogo de ação e aventura, indico 9.0/10.0. 

    Em termos narrativos de um jogo AC? Olha, eu nem sou fã da franquia e fiquei com pena de quem é fã das antigas. 

    E que final tosco foi aquele? Desculpa quem gostou, mas com toda a grandiosidade que o Origins me entregou em termos de história, Odyssey é um banho de água fria. Em primeiro lugar, eu nem percebi que o jogo principal tinha terminado. 

    Eu só fui perceber que era o fim quando abri o menu de missões e todas as principais da Odisseia tinham acabado. E eu fiquei "ué......foi isso???....cadê aqueles finais porra loca cheio de conteúdo que provoca mind explosion graças ao teor sci-fi?" 

    Cheguei a ir pela rede procurando críticas para ler e ver se entendi tudo direito porque achei aquele final meio que feito "nas coxas". Li em vários lugares pessoas achando a história ótima e que a experiência de narrativa RPG foi melhor em comparação ao Origins. Duas coisas: uma - ok, foi melhor pois tem mais interatividade em termos de caminhos a serem trilhados. Mas (e aqui a segunda coisa)  isso não faz o jogo melhor necessariamente. Aliás, achei a experiência narrativa extremamente caótica. Sinceramente,  eles não souberam equilibrar mundo aberto com a experiência narrativa. 

    Digo isso pois mesmo sendo mundo aberto, é um problema de narrativo terrível você liberar que certas coisas aconteçam fora de ordem. O final da missão de Atlântida, por exemplo, eu fiz pelo menos umas 15 horas antes de terminar a Odisseia da Kassandra (que é uma das histórias mais insossas e chatas que eu já joguei, diga-se de passagem) e demorei um pouco pra entender que, seguindo a lógica, o final de Atlântida deveria ser o final do jogo todo (pelo menos é o que eu acho). Logo, quando terminei o restante fiquei esperando explicações (cadê a irmandade? cadê a Layla de volta?), mas daí percebi que era só aquilo mesmo.  Maaas...

    Parando um pouco pra pensar (não sobre a relação mundo aberto/história, sobre o lugar desse jogo na franquia mesmo, e na série que começa com o Origins) Odyssey tem cara de ser aquela história que fica no meio do caminho de alguma coisa maior e que só vai fazer sentido depois. Cito como exemplo a trilogia Matrix. O Matrix Reloaded , segundo filme da série, eu tinha achado uma bosta, saí do cinema com dor de cabeça por não ter entendido nada, só ter visto coisas explodindo, gente lutando em câmera lenta e coisas do tipo, e fiquei "tá, mas cadê a história?". Quando veio o terceiro filme, o Matrix Revolutions, tudo fez sentido. Parece-me que Odyssey é o "Reloaded" do AC, ou seja, algo que só vai fazer sentido depois. O fato de não aparecer a irmandade ou algo mais concreto pode ter um motivo além do mesmo dado no Origins, "é o começo de tudo, então não esperem nada explícito". 

    Mas mesmo assim, isso é só um desejo meu, que faça sentido depois, porque na verdade o que eu acho, tendo jogado só a trilogia do Ezio e agora esses dois mais novos, é que essa gente não tem a mínima ideia do que tá fazendo, querem pagar de não-lineares sci-fi de linha do tempo complexa, mas na verdade é só roteiro ruim mesmo, é uma farofada e pelo visto é melhor pegar os games e curtir cada um sozinho, isolado no tempo porque não vale a pena o esforço de ligá-los quando parece que nem seus desenvolvedores estão muito preocupados com isso. Até porque, prestando atenção nos jogos da Ubisoft que eu já joguei, percebo que roteiro não é bem o forte deles na maior parte das vezes, embora vários dos jogos sejam legais. E estou eu aqui, que nem sou fã da franquia, tentando uma explicação pra tudo.

    Só sei que vou ficar aqui apegado ao Origins mesmo, jogar novamente porque gostei muito. Vou atrás da platina do Odyssey porque não me parece ter troféu sádico de fazer e porque apesar dos pesares é um jogo legal, é bom, a aventura de Atlântida foi boa de fazer. E o próximo jogo da franquia não vou ter mais tanto fogo no rabo pra comprar quando for lançado. Deixar baratear beeeem barateado. 

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      msvalle · 26 dias atrás · 2 pontos

      Sintetizou tudo o que eu também percebi jogando, parabéns! Pela conclusão e pela análise.

      1 resposta
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      0blivion · 26 dias atrás · 2 pontos

      Infelizmente depois da trilogia do Ezio eu não me surpeendi mais com a franquia, aquela história dele misturada com a do Desmond era mto viajada e isso era sensacional

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      andre_andricopoulos · 26 dias atrás · 2 pontos

      E essa medusa sinistra?
      Muito foda essas fotos do prrsonagem no topo das estátuas...

      2 respostas
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