santz

Fazendo do Alva meu registro histórico de jogos zerados. Personas: @historia_dos_games @goty @top10

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  • santz Santz
    2019-03-29 08:58:03 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 332 - Decepção

     Série Castlevania estreou no GameBoy com um jogo ruim, mas beleza, era o primeiro ano de vida do portátil e um novo paradigma. O segundo jogo veio com tudo e brilhou especialmente na trilha sonora. Eu estava bem ansioso para jogar o último da série no GameBoy, principalmente por ser com uma protagonista mulher, Sonia Belmont. A história do jogo é OK, sem grandes novidades, exceto pela presença do Alucard em seu visual SotN. A jogabilidade é um pouco mais fluída, onde Sonia pode controlar o pulo no ar, possui habilidades extras depois de matar algum chefe e um especial de invencibilidade que deixa qualquer chefe mamata.

     O resto do jogo é tudo porcaria. Lembremos que o jogo saiu em 1997, depois de excelentes jogos da série para plataformas caseiras e quase no final da vida do GameBoy. Os gráficos do jogo são de uma total falta de capricho e muito sem graça. Ao menos os sprites dos chefes são legais. A música é chatíssima, sem nenhum tema marcante. O que mais me irritou neste jogo é o respawn dos inimigos. Basta uma leve mudança de quadro e FDP volta a vida. Outra coisa mega irritante são os morcegos. Tem morcego pra cacete no jogo e eles possuem um padrão de movimento muito maldito que quase sempre te atinge. Outra coisa que incomoda muito são as armadilhas. Tem algumas velas que depois que são destruídas, te levam para uma sala cheio de bicho e se fode aí. O jogo em uns coletáveis, 5 no total, para liberar o final verdadeiro. Coletei 4, mas não tive paciência de revisitar esse jogo lixo para completar 100%.

    Castlevania Legends

    Platform: Gameboy
    389 Players
    14 Check-ins

    41
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      rax · 8 months ago · 4 pontos

      Esses Castlevanias do Game Boy Original são ruins os 3.So fica bom mesmo De Castlevania pra portáteis no GBA

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      sartor · 8 months ago · 3 pontos

      caraca 332 jogos zerados

      9 replies
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      filipessoa · 8 months ago · 2 pontos

      Parabéns!

      1 reply
  • santz Santz
    2019-03-26 09:37:23 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 331 - Veloz, mas ainda genérico

     Zerei o primeiro Burnout a uns anos e fui ver o que tinha no segundo de tão especial para justificar o terceiro jogo, que foi grande divisor de águas para a série. Além de uma clara melhoria gráfica, o jogo tem grande foco na velocidade. Rapidamente você já libera o carro com a velocidade no talo e percebe que o controle de drift e atenção nos carros comuns se fazem altamente necessário. Há poucas pistas no jogo e se elas se repetem para dar mais opções, como rotas alternativas ou percursos contrários. O modo campanha funciona tipo assim: Vença as corridas das pistas 1, 2 e 3, beleza. Depois, vença 1, 2, 3 e 4, ok. Depois, vença 1, 2, 3, 4 e 5. Pô, enche o saco. Você já correu a primeira pista dezenas de vezes.

     O jogo não possui músicas licenciadas, como geralmente acontece nesses jogos de corrida, o que deixa tudo meio paia. Tem um modo de missões separado, que é aquele lance de causar um acidente e ir ganhando pontos, só que é meio chato e fiz só umas 5 delas. No percurso contrário, começou a ficar muito difícil. Os carros começaram a ficar MUITO rápidos e me fazia ter que ficar correndo na contra mão para ganhar turbo e se bater, já era. Ah sim, as animações das batidas são muito bem feitas, com carros voando e se despedaçando todo. No geral, é um bom jogo de corrida, sem um grande diferencial.

    Minhas conquistas:

    *Todos os carros liberados;
    *Ouro em todas as corridas.

    Burnout 2: Point of Impact

    Platform: Playstation 2
    163 Players

    31
  • santz Santz
    2019-03-19 08:50:12 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 330 - Iniciando a série de guerra mais famosa

     Para ir testando os jogos para  a minha persona, venho baixando os jogos para ver como é se funcionam e tals. Quando cheguei e 2003, baixei o primeiro Call of Duty e me bateu uma puta vontade de conhecer o jogo para ver o porque da série ser tão aclamada e ter ficado mais de uma década como uma dos FPS mais relevantes da história. O primeiro jogo é a tradicional Segunda Guerra Mundial e inicialmente me fez lembrar muito o clássico Medal of Honor, mas havia uma grande diferença que acho que era a grande novidade da época: Você não partia para as missões sozinho. Havia uma série de soldados junto com você para enfrentar seus inimigos, como era na vida real.

     O jogo segue tradicional, mas há fases únicas que dão um tcham para o game. A missões que estamos no veículo e de trás do carro temos que atirar nos soldados enquanto o motorista faz os trajetos mais malucos possíveis. Teve uma outra missão que tinha que metralhar os aviões com um antiaéreo e cuidar dos inimigos terrestres ao mesmo tempo, tenso demais. Mas o momento que me explodiu a cabeça e virei fã do jogo instantaneamente. Do nada, estava jogando um soldado nazista! Cara, que doido. Eu estava na pele dos caras maus matando americanos. E a forma de comandar dos nazista é totalmente diferente. Por exemplo, um monte de soldado retardo morria porque tinha que sair correndo com a bandeira em campo aberto. Mesmo não sendo muito fã de FPS, acabei de começar a curtir mais o gênero e pretendo jogar mais alguns clássicos.

    Call of Duty

    Platform: PC
    1549 Players
    35 Check-ins

    37
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      filipessoa · 8 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Sim, ele lembra bastante o Medal of Honor clássico.

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      marlonfonseca · 8 months ago · 2 pontos

      No começo ele parece um MOH mesmo mas aos poucos vai ganhando sua própria identidade. Diria que do 3 em diante ele já entra no seu próprio ritmo. Vai maratonar a franquia?

      1 reply
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      ederpezawm · 8 months ago · 2 pontos

      Esse é o que eu mais gosto. Muito bom, zerei várias vezes.

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  • santz Santz
    2019-03-14 09:51:20 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 329 - Tony Hawk de verdade portátil

     Sempre fui um fã pela franquia Tony Hawk, desde o PS1 e no PS2, mas depois do American Wasteland do Play 2, parei de dar importância aos jogos de skate. Depois de vários anos anos, me deu uma puta vontade de jogar algum game novo do cara e queria fazer isso no celular. Eu conhecia as versões de GBA, mas aquela visão isométrica era terrível e eu não estava a fim de me acostumar com ela. O Nintendo DS tinha uma versão totalmente 3D com direito a um mapinha, era perfeito! O único problema do jogo é que ele, assim como todos os outros Tony Hawk de portátil, se tratava de uma versão do mesmo jogo para console.

     A jogabilidade do game é excelente. Tudo está lá, as manobras, revert, manual, especiais e até o Nata's Spin, só que não dava para fazer altas manobras enquanto rodopiava. Outra coisa que ficou de fora é a possibilidade de pegar o skate na mão e fazer acrobacias a pé. De resto, o jogo está completo. O modo história não é o mesmo do Wasteland, mas uma versão mais simplificada e bem paia por sinal. É muito curto e as missões são simples e não fazem o menor sentido. O que me impressionou foi o fato de ter ainda o modo clássico, com várias missões em 2 minutos, porém, se passavam nas mesmas pistas do modo história. O que mais me impressionou no jogo foram os gráficos. Eram 100% 3D e com cel shading que deixava tudo ainda mais belo.

    Minhas conquistas:

    *Todas as missões do modo história;
    *Todas as missões do modo clássico.

    Tony Hawk's American Sk8land

    Platform: Nintendo DS
    60 Players

    31
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      filipessoa · 8 months ago · 2 pontos

      Parabéns!

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      bartd3 · 8 months ago · 2 pontos

      Gostava muito na época do ps1 agora portátil nem sabia q tinha jogos do Tony hawnk bom

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  • santz Santz
    2019-03-11 09:19:51 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 328 - Bruxa feia comedora de meleca

     Depois de Super Mario 64, parti para um outro clássico do Nintendo 64 que todos elogiam e dizem ser melhor que o jogo do bigode e de fato é, claro, ele saiu 2 anos depois de Mario mostrar ao mundo como deve ser feito um jogo de plataforma em 3 dimensões. A história do jogo é simples. A bruxa Gruntilda rapta a pequena Tooty para roubar sua beleza. O irmão dela, Banjo e sua parceira Kazooie partem para a aventura em vários mundos interligados como no jogo do Mario 64. O humor do jogo é seu grande charme, onde Kazooie vai xingando todos que vem falar com ela e deixa os diálogos sempre divertidos.

     O jogo em si é muito bonito, com texturas bem aplicadas e mundos com muito mais detalhes e coisas para fazer. A trilha sonora também é marcante, com temas únicos e marcantes para cada etapa do jogo. O jogo meio que inaugura o gênero Colecatom (não sei como se escreve), onde em cada mundo temos que coletar várias paradas para abrir as fases seguintes. Cada mundo possui 100 notas, 10 peças de quebra-cabeças, 2 favos de mel, 5 Jinjos e várias outras coisas que variam de cada mundo. Banjo pode transformar em bichos com habilidade únicas por meio de magias do Mumbo. A abóbora é a mais sem graça. A fase do tabuleiro no final do jogo é uma droga, pois vai testar seu conhecimento adquirido durante todo o jogo, então, a não ser que você tenha anotado tudo feito um maluco ou seguir um guia, vai se ferrar bonito. No geral, é um jogo espetacular e viciante.

    Minhas conquistas:

    *Todas as notas musicais;
    *Todas as peças de quebra-cabeças;
    *Todos os Cheatos encontrados;
    *Todos os favos de mel coletados.

    Banjo-Kazooie

    Platform: N64
    4324 Players
    98 Check-ins

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      lukenakama · 8 months ago · 5 pontos

      7 pro gráfico e som de Banjo é sacanagem, a trilha sonora dele é uma das melhores do console.

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      mastershadow · 8 months ago · 2 pontos

      Comprei ele a uns 2 meses, ta na lista dos proximos serem jogados!

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      lukenakama · 8 months ago · 2 pontos

      Ah, e dando uma pesquisada, o termo pra esse tipo de jogo é "Collect a thon" ou no termo abrasileirado "Coletaton"

      1 reply
  • santz Santz
    2019-03-01 09:43:29 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 327 - Os demônios também choram

     Depois de um tempão sem zerar nada no Play 2, resolvi dar uma segunda chance para o primeiro Devil May Cry. Na época que joguei, tinha acabado de zerar o 3 e achei esse primeiro uma bosta e difícil pra porra. Depois de ouvi o podcast do Jogabilidade, deu muita vontade de revisitar o jogo que inaugurou o gênero de Hack 'n' Slash. A história do jogo é sobre Dante, o filho do capetão Sparda, que trabalha numa agência de caça aos demônios. Do nada, uma mulher entra no escritório do cara de moto, quebrando tudo e mete uma espada no peito de Dante. Ele se recompõe e vai para uma ilha com um castelo, onde se passa o jogo.

     O jogo não tem te ensina nada, você vai ter que descobrir tudo da raça. Dante pode atacar com a espada, atirar e pular. Posteriormente, vamos pegar novas armas. Minhas favoritas eram a Ifrit e o lança granadas. O jogo não é tão difícil depois que se acostuma, mas o primeiro chefe é um puta salto de dificuldade. Há vários segredos no jogo e coletar os fragmentos azuis para aumentar a barra de HP é o mais importante de pegar. Há missões secretas no jogo, mas só fiz uma. Dante é todo estiloso e a história é bem elaborada, mas quando tanta forçar partes emocionantes fica ridiculamente engraçado.

    Devil May Cry

    Platform: Playstation 2
    4624 Players
    32 Check-ins

    43
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      wiegraf_folles_ · 9 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é bom problema é que ele não tem cancels entre outras mordomias de jogos de ação mais novos e pensar bem antes de atacar e tentar saber o máximo da frame data é como você consegue vantagem nele já que nessa época ele ainda carrega pesadamente aspectos de Resident Evil já que nasceu como uma ideia de spin off da série.

      Olha pelo lado bom, as pistolas conseguem matar alguma coisa.

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      fredson · 9 months ago · 2 pontos

      Foi meu primeiro jogo do PS2, junto com Zone of Enders.

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      andre_andricopoulos · 9 months ago · 2 pontos

      DMC 1 e 2 é massa.

      4 replies
  • santz Santz
    2019-02-19 09:39:52 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 326 - Como tratar uma dama

     Descobri esse jogo naquelas listas de jogos obscuros que ficaram restritos apenas para o Super Famicom e de cara gostei do game. É um jogo de plataforma da Enix onde controlamos um herói Hamel e sua parceira Flute. A grande destaque do jogo é que podemos arremessar Flute nas paredes, inimigos, subir em cima dela, mas não podemos deixar ela morrer. Outro diferencial é que podemos vestir Flute com diversas roupas cômicas e cada uma dá uma habilidade diferente, como destruir paredes, nadar, voar, andar sobre espinhos, etc. Essas roupas são encontradas durante as fases ou compradas na loja.

     Os gráficos do jogo são belíssimos, com animações engraçadas e tudo muito bem colorido. Uma pena que o resto do jogo não acompanhe a qualidade dos gráficos. A jogabilidade é boa, mas irrita ter que ficar apertando Start para escolher qual roupa vestir na Flute. Era só usar os botões L e R da manete que resolvia. O enredo é fraquíssimo, onde a dupla percorre por 4 vilas devastadas por um vilão e temos que encarar várias fases para derrotar o chefe. A música, que achei que seria um dos pontos mais marcantes do jogo, é sem graça. Nenhum tema marcante. Por fim, é um jogo de plataforma comum, curto, engraçadinho, mas que só tem beleza.

    Hamelin no Violin Hiki

    Platform: SNES
    26 Players
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      fonsaca · 9 months ago · 4 pontos

      O anime tem uma premissa legal, mas é sofrível pq da matade pro final são só cenas estáticas com falas (!?).

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      andre_andricopoulos · 9 months ago · 2 pontos

      Carai...nunca ouvi falar...
      "Arremessar garota"... kkkkk

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      kipocalia · 9 months ago · 2 pontos

      É baseado num mangá de comédia, apesar do anime ser meio dramalhão. Esse jogo é bem bacana, eu curto.

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  • santz Santz
    2019-02-13 09:27:12 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 325 - Bleach com 4 lutadores na tela num portátil

    Bleach é um dos animes mais foda que já vi. Acompanhei a trajetória completa com todos os episódios, inclusive os filers lixoso. O Bleach do PS2 é um dos meus jogos de luta favorito, então tratei de buscar um outro jogo de luta do anime e encontrei esse para o NDS. Quando botei uma exibição rápida do jogo para ver como é, fiquei de cara quando vi 4 fucking personagens na tela ao mesmo tempo. A luta fica uma bagunça doida, mas o cenário possui 2 planos, tipo os jogos do Fatal Fury. É possível usar os poderes usando a segunda tela do DS ou com a comandos clássicos de jogos de luta. Tem um esquema de carta para causar desvantagens nos oponentes, mas é meio inútil.

    O modo história traz apenas até a fase da Seireitei, que é a melhor saga do anime. Na verdade, traz somente a parte da invasão na Seireitei, ignorando tudo que houve na Terra, que é meio paia. Cada personagem tem um modo história e alguns deles nem seguem o anime, é só um torneio aleatório, que deixa tudo bem sem graça. Os gráficos são belíssimos, como todo jogo da Treasure. As animações são bem fluídas e a jogabilidade é perfeita, com a possibilidade de combos aéreos e o clássico uso da Bankai, que é temporário, mas faz um estrago. A trilha sonora é decepcionante, pois não traz temas do anime. Até tentaram fazer um rock legal, mas não funcionou muito bem. Enfim, é um puta jogo, mesmo para aqueles que não conhecem o anime.

    Minhas conquistas:

    *Todos os personagens desbloqueados;
    *Modo história com todos os personagens.

    Bleach: The Blade of Fate

    Platform: Nintendo DS
    164 Players
    1 Check-in

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      speedhunter · 9 months ago · 2 pontos

      parece ser um bom jogo mesmo. Interessante...

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      rafaelssn · 9 months ago · 2 pontos

      O filler das Zanpakutō não é lixoso, é assistível.

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      vante · 9 months ago · 2 pontos

      O anime de Bleach é um dos melhores que eu já assisti na minha vida, só perde pra Saint Seiya e Dragon Ball Z na minha opinião. Quanto ao jogo em si eu não consegui liberar todos os personagens porque não sei o que tem que fazer ao certo no modo história do Ichigo.

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  • santz Santz
    2019-01-31 09:14:47 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 324 - Dê uma chance e se surpreenda

     Sempre que falavam de jogos do Mario, muita gente nem considerava o Sunshine por dizerem que não seguia o nível de excelência que os jogos principais do Mario possuía (tipo quando falam do Super Mario 3D World). Quando comecei a jogar, notei que era tudo balela. O jogo é incrível e certamente é um dos melhores jogos do Mario 3D fácil. A trilha sonora é muito massa e divertida, com temas praianos e que casaram muito bem com a proposta do game, onde Mario e sua turma vão para uma ilha curtir umas boas férias. Um Mario dark aparece para acabar com a moleza do grupo e várias coisas acontecem no decorrer do jogo.

     O jogo segue o mesmo estilo do Super Mario 64, onde temos que repetir as fases várias vezes para coletar os coletáveis, que dessa vez são os sóis. A grande novidade do jogo é seu equipamento que esguicha água e grande parte dos desafios envolvem o uso desse equipamento. No começo, ele parece meio complicado de usar, mas depois que se pega as manhas, ele se torna um item indispensável, especialmente para corrigir pulos. A água recebe um grande destaque no jogo, de fato, pois eles queriam mostrar como se faz uma água realista. De fato, a Nintendo mostrou um belíssimo trabalho com fluidos que acho que o PS2 nunca conseguiu chegar perto. O maior destaque do jogo vai para os gráficos, que são uma obra prima e capaz de renderizar objetos a vários metros de distância com bastante detalhes. Então, é como o título diz, dê uma chance a esse jogo injustiçado e seja surpreendido com a qualidade.

    Minhas conquistas:

    112/120 sóis coletados

    Super Mario Sunshine

    Platform: Gamecube
    2244 Players
    83 Check-ins

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      mateusfv · 10 months ago · 3 pontos

      É oque sempre digo até o pior jogo do Mario é melhor que o melhor jogo do Sonic hsushsh, Mario Sushine é ótimo, só não é melhor que os outros hsushsh

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      zetsubou · 10 months ago · 2 pontos

      Ta na lista pra jogar em breve

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      andre_andricopoulos · 10 months ago · 2 pontos

      Também não o achei difícil e fiz questão de coletar tudo.
      ...
      Super lindo e super divertido mesmo.

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  • santz Santz
    2018-12-28 14:33:47 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 323 - RPG de NES com músicas FODAS!

     A série Mother é uma das que mais tinha curiosidade de conhecer, então, como de costume, fui para o primeiro jogo da série, que nasceu lá no Famicom. Logo de cara, me deparei com uma música de abertura sensacional e logo quando sai da casa, ouvi a trilha do mapa e é outra música foda. No decorrer do jogo, vários ambientes possuem trilha sonora fantástica, sendo a minha preferida, o tema do trem. Que beleza. Preferi jogar essa versão de NES do que a versão de GBA que tem tradução PT-BR por causa da música e valeu muito a pena. Tirando a música e os gráficos, que são bem simpáticos e diferentes dos que tínhamos na época, o jogo peca em todo resto.

     A dificuldade do jogo é bastante alta, até mesmo no começo, pois demora você pegar um parceiro para te ajudar nos combates. Com exceção do último integrante, todos os personagens que entram para a sua equipe, começam no LV 1 e é um saco ter que ficar lutando até que eles alcancem um level decente. O enredo não faz muito sentido e a forma que é contada também deixa a coisa bastante confusa. Por fim, eu não entendi nada da história. Além disso, tive que recorrer ao detonado constantemente. A jogabilidade lembra Dragon Quest, com menu de falar, checar, etc., algo bem ultrapassado para a época. Acabei gastando várias horas no jogo por que tinha que parar para upar toda hora. É um jogo bem legal e vale total a pena para curtir uma música foda no NES, mas serviu apenas para me preparar para o grandioso Earthbound.

    Mother

    Platform: NES
    235 Players
    49 Check-ins

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      darlanfagundes · 11 months ago · 2 pontos

      Hehehhee...esse é o que mais gosto da série inteirinha!

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      kipocalia · 11 months ago · 2 pontos

      Entre os jogos da série mother, o que menos gostei foi esse. É muito facil tu fazer alguma coisa errada., se perder...

      1 reply
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