You aren't following rogerlopezx.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • gradash Elton Gradash
    2019-10-27 13:42:20 -0200 Thumb picture
    Thumb picture
    14
    • Micro picture
      tiagotrigger · 9 months ago · 1 ponto

      Ah, esses últimos ai não deveriam contar, o mapa é gerado e o limite é de hardware. Senão, pode colocar esses infinite runners de celular como mapa tamanho infinito, hehe.

      1 reply
    • Micro picture
      rogerlopezx · 3 months ago · 1 ponto

      Bom saber

  • 2020-01-11 19:38:01 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    O incrível jogo feito no RPG Maker que ganhou um remake para PS1

    Medium 3768558 featured image

    (Repost)

    Eu lembro que a uns anos atrás (2013-2015), jogos feitos no RPG Maker eram febre, mais ainda do que hoje em dia. A todo o momento eu via pessoas falando de Ib, desenterrando Yume Nikki, e Ao Oni ganhando centenas de versões diferentes. Mas, como já vimos com Corpse Party, jogos feitos nessa engine do Maker já existem a mais tempo.

    No ano de 1998 a empresa ASCII Entertainment organizou um evento onde vários desenvolvedores indies competiriam entre si, cada um apresentando um jogo de autoria própria.

    Nessa competição, um cara chamado Nishida Yoshitaka apresentou um jogo muito diferente do usual, intitulado: Palette.

    Em Palette, você começa vendo o famoso psiquiatra Cyanos B. Syan em seu consultório falando em um jornal, sobre seu trabalho. Mais tarde ele decide ir embora, mas antes que pudesse sair de seu consultório, uma mulher do lado de fora de sua sala o interrompe, dizendo que ele precisa urgentemente atender uma garota no telefone. Cyanos logo se vê coagido a aceitar a chamada, e é ai que a trama começa de fato.

    Assim que o psiquiatra atende a menina, ela diz que se chama B.D e que tudo que ela vê é vermelho. A garota é cega e perdeu a memória, e Cyanos tenta fazer a garota recuperar sua memória de pouco em pouco.

    Na maior parte do jogo, você controla a garota, que é limitada por uma barra de “energia” que representa quantidade de memórias que ela já tem. Essa barra de energia existe pois como a personagem está comprometida mentalmente, a cada esforço que ela faz, a barra perde uma parte, e conforme a história vai avançando, a barra fica maior e com mais “energia” para gastar sem chegar no zero. Caso a barra chegue no zero, B.D fica com uma forte dor de cabeça, a chamada encerra e Cyanos tem que ligar para ela de novo.

    Esses esforços são feitos quando B.D “quebra” uma espécie de parede de vidro, que são as limitações de sua memória ou quando ela “desbloqueia” algum “interruptor” que seria algo ou alguém que representa uma memória muito importante e que abre uma nova cena para que B.D recupere mais memórias.

    Sem dar spoilers, apenas direi que esse jogo me surpreendeu muito. A história é extremamente bem construída, original, misteriosa e te prende do inicio ao fim. É um jogo que definitivamente merecia mais jogadores e admiradores.

    Merecidamente, Nishida foi o vencedor do concurso, e não só ganhou uma quantia generosa de dinheiro, como teve um remake de seu jogo feito para o Playstation intitulado Forget me Not: Palette.

    O jogo teve seus gráficos melhorados, músicas originais, cenas com animações diferentes e até dublagem em algumas partes.

    Abertura do jogo de Playstation: 

    Download: Infelizmente essa versão foi lançada apenas no Japão, mas para a nossa sorte, o jogo original foi traduzido para o Inglês e pode ser baixado aqui: http://www.vgperson.com/games/palette.htm

    58
    • Micro picture
      hanzy · 6 months ago · 2 pontos

      Nossa, é muito louco ver alguém tentar algo tão diferente assim com as limitações que existiam na época. Se for pensar esse jogo funcionaria muito bem hoje seguindo essa linha de jogos de terror/suspense que não tem muita ação, tendo foco maior na narrativa.
      Fiquei bem curioso pra ver como esse jogo funciona, talvez eu baixe ele pra dar uma olhada

      1 reply
    • Micro picture
      topogigio999 · 6 months ago · 2 pontos

      Quero pra ontem :)

      1 reply
    • Micro picture
      kess · 6 months ago · 2 pontos

      Já tinha entrado na minha lista, agora tendo acesso, melhor ainda! Adoro essas raridades excelentes, verdadeiras pérolas escondidas!

  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2020-04-02 19:19:21 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    5 Motivos Pra Começar "Tales of" Por XILLIA!!

    Medium 3787779 featured image

    1 - Roteiro:

    Diferente dos outros Tales que geralmente são mais complexos como Abyss, Vesperia, Berseria, Zestiria, e outros. Esse é mais simples. O roteiro tem uma premissa simples onde você controla o protagonista e o líder.

    2 - Grupo pequeno

    Sabe quando a frase "menos é mais" faz sentido? Então. Esse aqui segue uma receita pouco comum na franquia de terem poucos personagens mas todos diferentes ao extremo seja em gameplay, visual, motivação e etc. Além do mais, subir de nível até o máximo com grupo menor é mais simples e fica ao o gostinho pra quem curte

    3 - Fator replay

    O jogo tem um enorme fator replay por dois motivos, um deles agrada o público casual podendo escolher entre Jude (líder) e Milla (protagonista), o outro pro público hardcore (que gosta de pegar tudo, platinar, nível máximo) está no grade shop podendo ter enormes vantagens na sua segunda jogada, e o jogo tem um tempo de campanha normalmente menor que dos demais da franquia, justamente pra uma segunda jogada não ser cansativa.

    Ah, vale citar que cerca de 20% da campanha muda dependendo do personagem escolhido.

    4 - Sistema de arcos

    Narrativamente falando, o jogo segue a receita de sempre. São três arcos de historia. E temos 3 músicas de batalha pra CADA personagem em cada arco.

    5 - Sistema de combate

    O jogo oferece um sistema simples, divertido, prático e com gameplay diferente pra todos os personagens (dá pra ficar muito tempo citando as diferenças), tem links de personagens que permitem habilidades secundárias e ataques combinados, além de estratégias de cada personagem.

    Somando tudo isso, temos um jogo que comemora os 15 anos da franquia com muito estilo, trazendo uma abordagem mais leve no roteiro (mas com Plot twists), sistema simples e muita coisa pra fazer e te prender por pelo menos 80 horas se for fazer tudo sem pensar em platinar (E umas 10 ou 15 a mais se for).

    Como o jogo tem pouca referência mas tem muitos elementos da franquia, sem sombra de dúvidas é o melhor ponta pé inicial pra começar na franquia. Que pena ser exclusivo. Espero que algum dia isso mude.

    Sou fã da franquia, joguei e zerei 5 jogos até o momento, Eternia, Abyss, World, Destiny e agora Xillia. O melhor ponto de partida é sem dúvidas o Xillia, pra conhecer e tudo mais, porém meu favorito fica sendo o Abyss de muito mas MUITO longe.

    Tales of Xillia

    Platform: Playstation 3
    722 Players
    191 Check-ins

    46
  • rogerlopezx Paulo R. B. Lopes
    2020-03-15 20:44:33 -0300 Thumb picture
    rogerlopezx checked-in to:
    Post by rogerlopezx: <p>Até que enfim ...</p>
    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
    895 Players
    128 Check-ins

    Até que enfim ...

    8
  • 2019-11-27 20:06:24 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Top 10 Jogos de SNES (Parte 1)

    Medium 3759872 featured image

    Shounen Ninja Sasuke

    Um beat em up com elementos de plataforma e RPG que com certeza merecia mais visibilidade. Apesar da história clichê (um ninja que sai em busca de uma princesa raptada, ao lado de seu amigo), o jogo garante muita diversão com seus vários inimigos interessantes e ótima jogabilidade, mesmo sendo infelizmente um jogo curto.

    Ele foi planejado para sair também nas Américas, mas acabou não rolando. Por sorte o jogo foi traduzido para o Inglês e pode ser encontrado facilmente. Também tem uma versão Multiplayer, que eu nunca testei, mas deve ser incrível.

    Uncharted Waters: New Horizons

    Eu não costumo jogar jogos de estratégia/simulação semelhantes a Sid Meyers Civilization, mas Uncharted Waters é um título ao qual abri uma exceção.

    Aqui você joga com um Capitão de navio (podendo escolher entre seis personagens, cada um com objetivos diferentes), e o jogo é praticamente um “simulador de tripulação”, onde você pode aumentar seu navio (mandando fazer ou comprando), mas com isso terá que cuidar da tripulação (como não deixar faltar comida), que pode ser cada vez maior dependendo do navio, e você deve colocar cada companheiro para desempenhar uma função, para que o navio funcione corretamente. Apesar do jogo ter uma história a ser seguida, a navegação no mae acaba sendo bem livre e ampla, onde você pode ser atacado por piratas, descobrir lugares escondidos e até encontrar com sereias.

    O jogo também é um RPG, principalmente no quesito batalhas. Você deve estar bem equipado para que vença as batalhas e não tenha suas coisas roubadas.

    Fora tudo isso que eu falei, o jogo também possui um sistema de venda e troca, um bar onde você pode ir arrumar novos companheiros e até alianças com a realeza.

    The Legend of Bishin

    Um jogo futurista para a época que foi lançado (por ser dos anos 90 e se passar em 2010-20). Ele é uma mistura interessante de beat em up com corrida.

    Depois de uma série de catástrofes em Tokyo (como a erupção do Monte Fuji), as pessoas tentam sobreviver e voltar a vida que tinham antes; só que no meio disso, muitas pessoas se aproveitaram; entre elas, várias gangues de motoqueiros.

    É ai que você escolhe entre dois protagonistas, e o que você escolher precisa dirigir pelas ruas e lutar com os motoqueiros, para resgatar o companheiro que foi sequestrado por eles.

    Para quem gosta de beat em up, ou melhor ainda, de corrida também, com certeza vai adorar o jogo, que tem uma jogabilidade boa e gráficos bonitos.

    Magna Braban

    Um RPG com um sistema diferente para a época. Um garoto chamado Alex certa vez foi atacado por demônios controlados por um rei demoníaco , porém foi salvo por um guerreiro, e desde então o garoto passou a sonhar em futuramente ser como ele, mesmo com seus pais desaprovando. Quando atingiu certa idade, o garoto entrou em um torneio, mas perdeu logo no começo. Ele foi mandado para se recuperar, junto com outros dois guerreiros; porém, enquanto ausentes, o rei demônio reaparece com seu exército e mata todos que estavam no torneio, restando apenas Alex e os outros dois guerreiros. Por conta de serem os únicos sobreviventes, as pessoas assumem que eles sobreviveram por força, e o rei os manda em uma jornada para acabar com o Rei Demoníaco e seu exército.

    O jogo nunca lançou fora do Japão, mas por sorte, foi traduzido. O sistema de batalha se difere: antes das batalhas, através de um menu, você deve fazer um esquema de ataques que você deseja que os personagens usem, e a cada batalha randômica, os personagens lutam sozinhos usando o esquema que você escolheu; e a única coisa que você pode fazer é pausar a batalha e mudar o esquema.

    Os gráficos são bonitinhos, as músicas são bem características para a época e tanto os protagonistas quanto os npcs são personagens muito interessantes. 

    Obitus

    Um interessante RPG de Ação em primeira pessoa com muitos elementos de Aventura. Aqui você controla o famoso protagonista perdido que não sabe onde está, o motivo de estar ali e como sair; pois é um professor que sofreu um acidente e se refugiou em uma caverna, acabando por acordar em um lugar estranho.

    Enquanto se aventura pelos interessantes cenários e lida com combates, você também precisa resolver puzzles enquanto tenta não se perder na infinidade de labirintos que é esse jogo, pois sério mesmo, se você não desenhar onde você está, pode se perder e acabar morrendo; por isso o jogo pode ser frustrante para alguns. O personagem também precisa se alimentar e descansar. 

    The Lawnmower Man

    Inspirado em um filme e livro do mesmo nome (muito bons, por sinal). Nele, um cientista chamado Angelo trabalha em uma indústria VSI, e ele usa drogas psicotrópicas e realidade virtual para aumentar a inteligência de primatas; porém, Angelo pretende testar em humanos, e descobre o protagonista Jobe, que possui uma falha em seu intelecto. 

    A inteligência dele logo aumenta, mas alguns problemas fazem com que Angelo interrompa os experimentos e que Jobe fique agressivo devido a efeitos colaterais. Logo eles continuam o tratamento e Jobe acaba adquirindo poderes telecinéticos. O mesmo decide a procurar vingança contra quem usou ele como teste e a tomar todos os computadores do mundo.

    É um jogo de Ação e tiro, onde o protagonista corre pelos cenários e atinge seus inimigos. O jogo não tem muitos níveis, e algumas partes são 3D e em primeira pessoa. O jogador pode coletar discos e upgrades para armas. 

    Umihara Kawase

    Conhecido por muitos como o jogo que fez um Japonês deixar seu SNES ligado por 20 anos para não perder o save. Um jogo simples, mas desafiador. Cada fase do jogo são campos interligados que possuem plataformas estáticas ou que se mexem, espinhos e outros tipos de obstáculos, inclusive bichos marinhos estranhos. 

    Tudo que a personagem tem é uma corda que ela deve usar corretamente para se deslocar entre os obstáculos e chegar até as portas. A corda é uma linha de pesca que se prende nas superfícies. A personagem também pode correr, pular e subir nos lugares. Existem várias rotas possíveis para vencer as fases.

    Deae Tonosama Appare Ichiban

    Com certeza um dos jogos mais bizarros do SNES, envolvendo alienígenas que querem dominar o Japão, e por isso os dois protagonistas devem impedir. Um deles é o filho de um lorde feudal que morreu; e apesar dele não ser forte, seu pai entra em seu corpo e cede sua força. O outro personagem é um príncipe Francês que acabou indo parar no Japão por acidente; ele é rápido e atira flores; e também pode se transformar em seu pai.

    Depois de escolher um dos protagonistas, você descobre que eles também possuem ajudantes que os ajudam fazendo mágicas. Os garotos ficam muito mais fortes quando se transformam em seus pais musculosos, mas a cada ataque que eles levam, a barra de poder diminui até chegar a zero. Vale a pena checar o jogo e ver inimigos e personagens extremamente bizarros.

    Neugier: Umi to Kaze no Koudou

    Um jogo de ação e aventura que lançou apenas no Japão, mas que foi traduzido por fãs. É um jogo bem simples e curto, porém divertido e com gráficos interessantes. No jogo existe um reino chamado Neugier sob o reinado do Conde Wein. Em um navio, ele, seu assistente e sua tripulação foram subitamente atacados por piratas , e a situação só piora. O protagonista é o filho banido de Wein, e ele deve salvar o reino.

    Como eu disse antes, é um jogo simples e rápido, mas que vale a pena tirar um tempo para desfrutar de sua tradução. O personagem pode também se equipar com armas e armaduras, em um menu estilo RPG.

    The Twisted Tales of Spike McFang

    Um jogo de Ação extremamente bom e que não recebeu tanto reconhecimento como merecia. Aqui você controla Spike, filho de Dracuman que é líder da Ilha de Dracuman. Spike é um vampiro e mágico em treinamento, e ele deve salvar não só a ilha que General Von Hesler pretende atacar, como também sua amiga, que está sendo ameaçada pelo General.

    As fases são vistas por cima e muito bem desenhadas. Spike conta com diversos ataques, como jogar seu chapéu (mais de um modelo disponível), e também o uso de cartas que lhe dão poderes mágicos, como invisibilidade, recuperar vida, summonar morcegos e anjos, flutuar com balões, transformar pessoas em pequenos animais, etc.

    Espero que tenham curtido a primeira lista de SNES!

    Ps: O jogo na capa á Famicon Detective Club II

    @srdeath

    86
    • Micro picture
      davidchagas123 · 8 months ago · 3 pontos

      conhecia nenhum dos jogos, irei experimentar cada um

      1 reply
    • Micro picture
      vinicios_santana · 8 months ago · 3 pontos

      Não conhecia absolutamente nenhum. kkk
      O beat n up do ninja e o dos piratas me chamaram a atenção.

      4 replies
    • Micro picture
      onai_onai · 8 months ago · 3 pontos

      Como um apreciador de jogos de estratégia me interessei por esse Uncharted Waters: New Horizons.

      3 replies
  • 2019-02-11 10:04:21 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    S01EP10 - Macete #2

    Uma das funcionalidade mais desejadas hoje em dia pelos usuários da Alvanista é a volta das listas aqui na rede. Gostaria de ordenar os jogos que você começou a jogar e desistiu? Quer falar para todo mundo os zilhões de jogos que você está jogando ao mesmo tempo? Ordenar os jogos da sua franquia favorita? Com as listas isso era possível:

    Infelizmente não há um botão ou um link no perfil do usuário que dê acesso às listas que ele criou (antes de a funcionalidade ser descontinuada, claro), mas é possível acessar suas listas através da barra de endereço do navegador.

    Basta adicionar "/lists" (sem aspas) ao final da url do perfil do usuário.

    No caso das prints, utilizei o perfil do @shinobiterry como exemplo. Portanto, para acessar suas listas, basta acessar o endereço: alvanista.com/shinobiterry/lists

    Além de ordenar os jogos da maneira que desejasse, era possível ainda escrever comentários sobre a lista e sobre cada jogo adicionado(Um boost e tanto para a rede hoje em dia, não concordam?).

    A descontinuidade da funcionalidade de listas foi anunciada no Blog de 13 de julho de 2013. Segundo o post:

    "Após um ano de Alvanista, observamos que esse recurso não foi muito bem aceito pela base de jogadores, e poderíamos usar o nosso tempo melhor focando em outros recursos. Esperamos que nos compreendam. São passos necessários para que possamos melhorar cada vez mais os aspectos mais importantes da Alvanista."

    #voltaLista

    ===================

    Curiosidade: Alguns exemplos de lista:

    http://alvanista.com/spider/lists

    http://alvanista.com/shinobiterry/lists

    http://alvanista.com/sikora/lists

    http://alvanista.com/bruno/lists

    http://alvanista.com/lleogame/lists

    http://alvanista.com/niveabarbosa/lists

    http://alvanista.com/lica/lists

    http://alvanista.com/zir0/lists

    http://alvanista.com/sucodelarangela/lists

    http://alvanista.com/mateusmassa/lists

    http://alvanista.com/montanaro/lists

    * Foi marcado aqui e não gostaria? Avise nos comentário que retiro a marcação!

    ===================

    Gostou dessa dica? Sabe de alguma coisa interessante sobre a Alvanista? Compartilhe com a persona!

    ===================

    Post sugerido por: @spider

    64
    • Micro picture
      polarxenon · over 1 year ago · 4 pontos

      Ta ai uma função q em todos os anos q estou aqui eu nunca nem vi kkkkkk

    • Micro picture
      montanaro · over 1 year ago · 3 pontos

      Caraca... eu nem lembrava que tinha feito essa lista. E o pior é que nem sei se concordo tanto assim com ela agora. hau8hauahuahuahuahauha

      3 replies
    • Micro picture
      santz · over 1 year ago · 3 pontos

      Legal essa parada aí de listas. Desconhecia totalmente.

  • santosmurilo Murilo
    2019-04-09 18:29:56 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    20
    • Micro picture
      thecriticgames · over 1 year ago · 2 pontos

      Ficou foda demais, só senti sdd de ver o Goro numa dessas rotações.

    • Micro picture
      thiagoreis · over 1 year ago · 2 pontos

      O mais Sombrio dos Mortal Kombats.. gosto demais desse jogo !! Ficou massa

  • rogerlopezx Paulo R. B. Lopes
    2019-04-09 20:01:33 -0300 Thumb picture
  • rogerlopezx Paulo R. B. Lopes
    2019-04-05 18:58:26 -0300 Thumb picture

    Bora matar essa fissura

    Medium 628686 3309110367

    So pra dizer que tô com a alegria de ter adquirido meu PS4 somente agora mas compensar o tempo perdido.

    Call of Duty: Black Ops 3

    Platform: Playstation 4
    334 Players
    51 Check-ins

    9
  • 2018-10-23 11:43:08 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Desenvolvimento de games: ferramentas e cursos

    Medium 3680614 featured image

    Desenvolver o próprio game pode parecer uma tarefa complicada, um trabalho para grandes empresas. Mas não é. Para quem é amante dos jogos, essa pode ser uma realização em muitos sentidos, como a de assumir o papel de criador e jogador, ao mesmo tempo. Construir seu próprio jogo é mais fácil do que você imagina.

    Acesse o curso completo sobre Unity, a engine que possibilita a criação de jogos.

    Geralmente o processo de desenvolvimento de um jogo passa pela mão de muitos profissionais. Programadores são responsáveis pela funcionalidade do jogo e por gerar um código-fonte; designers são responsáveis por projetá-lo; redatores criam a história do game; entre muitos outros cargos e funções. Mas se você quer desenvolver um projeto por conta própria, pode incorporar a função de todos eles. Na verdade, durante o processo de criação do primeiro jogo, o ideal é meter a mão na massa em todas essas etapas e aprender sobre cada uma delas.

    O próximo passo, portanto, é saber quais são as ferramentas certas para desenvolver seu jogo; aqui, vamos falar sobre três. Uma delas é uma game engine que permite a criação de jogos, a Unity; a outra, é uma ferramenta que permite a criação visual de um jogo old school, a Pixel Art; e, por último, um bônus: a ferramenta Raspberry, que permite a criação de uma central de jogos. Conheça mais sobre cada uma delas abaixo!

    Unity

    Unity é uma ferramenta de criação de jogos. Aliás, a maioria dos jogos tridimensionais produzidos para navegadores são feitos através da Unity. Não se preocupe se você não possui grandes conhecimentos em programação: para desenvolver seu game com este programa, é possível usar opções avançadas que realizam essas tarefas.

    É uma ferramenta paga, mas pode ser acessada de forma gratuita com algumas limitações de gráfico e licenças. A única exigência para rodá-la é uma máquina que tenha uma placa de vídeo potente e uma memoŕia RAM expandida.

    Para aprender tudo sobre o que é necessário sobre o funcionamento da Unity, indicamos o curso Aprenda Unity programando 7 jogos. Com ele, você conhece o editor do Unity, entende as principais funcionalidades e componentes, aprende o básico da linguagem de programação C# e cria projetos em 2D e 3D inspirados em jogos famosos como Angry Birds, Candy Crush e Fruit Ninja.

    Pixel Art

    Se você é fã de jogos do Atari ou Super Nintendo, também é fã da Pixel Art. Este é o termo usado para definir o design de jogos antigos, que usavam o pixel como elemento básico para a criação de artes digitais. O pixel é o menor elemento a constituir uma imagem digital e ao qual se pode atribuir uma cor. Isso significa que milhares de pixels formam o que se considera uma imagem completa ou inteira.

    A pixel art ganhou popularidade com a criação de jogos 2D. Apesar de ser um trabalho que demanda tempo e disposição para ser realizado, a criação de imagens em pixel art pode ser feita usando programas simples, como o Paint.

    Se interessou? Então se liga nessa indicação: o curso Pixel Arte para Games ensina os fundamentos desta técnica, além da criação de cenários, objetos e personagens animados. E ainda tem mais: você aprende a montar as cenas criadas para o seu projeto de game na Unity (a game engine que citamos anteriormente).

    Bônus: crie o seu próprio vídeo game!

    Você já viu que é possível criar um jogo por conta própria, mas é possível fazer o mesmo com um vídeo game? A resposta é sim, com a ajuda do Raspberry Pi. Essa ferramenta é um mini-computador, que cabe na palma da sua mão, e que permite conexões com computadores e televisores. Além disso, também é possível usá-lo para rodar sistemas operacionais baseados em GNU/Linux.

    Todas essas características permitem o uso do Raspberry Pi para a criação de uma central de jogos. Para fazer isso, é preciso ter uma versão específica da ferramenta e instalar programas como o Retropie ou Recalbox, que são configurados para exibir interfaces de emuladores, jogos e computadores antigos. Esses programas disponibilizam os principais games do Atari, Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy, Nintendo 64 e até da primeira versão do Playstation.

    Com o Raspberry Pi, você cria o seu próprio console retrô de games! E o melhor: seu projeto final de vídeo game vai sair por um custo menor do que R$300. Para quem não tem familiaridade com o Raspberry PI, mas quer muito fazer a própria central de jogos, é indicado que assista um curso para conhecer todas as possibilidades da ferramenta. Afinal, é possível usar o microprocessador para desenvolver muitos outros programas.

    Agora que você tem todas as informações e ferramentas para criar o seu próprio império de games, é hora de colocar a mão na massa! Acesse os cursos, conheça as ferramentas e boa aventura! 

    33
    • Micro picture
      artigos · over 1 year ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      jack234 · over 1 year ago · 1 ponto

      Mto bom artigo! Parabéns e obrigado pelas informações! Enriquecendo a comunidade gamística!

    • Micro picture
      venomsnake · over 1 year ago · 1 ponto

      Só mencionando que você ainda pode usar algumas IDE´s conhecidas pra desenvolver jogos, Visual Studio da MS por exemplo suporta programar em algumas linguagens, utilizar o Unity, e ainda criar UWP, versões mais antigas davam suporta a criação de jogos pro Xbox 360. Netbeans pode ser usado pra se programar jogos em JAVA e etc. Da pra explorar essas IDE´s, baixar plugins e brincar com diversas bibliotecas.

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...