retroninjas

Um clã de Ninjas especializados em tudo que abrange o universo retrogamer!

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  • 2019-04-15 09:16:13 -0300 Thumb picture
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    Combo#139 [Mega Drive] (1989): Revenge of Shinobi & Sword of Vermilion

    Para demonstrar as capacidades do Mega Drive, a Sega desenvolve a continuação da versão de Shinobi lançado para o Master System. O clã Zeed ressurge como Neo Zeed e se vinga do ninja Joe Musashi, assassinando seu mestre e raptando sua noiva. O ninja vai ao resgate percorrendo várias áreas pelo mundo e enfrentando chefes pelo caminho. As novidades na jogabilidade incluem o uso de ninjutsu e pulo extra no ar. - O novo jogo é uma baita evolução. Os gráficos estão ainda mais ricos em detalhes e a trilha sonora é simplesmente sensacional. Há várias caixas espalhadas pela fase e dão power-ups e vidas, mas às vezes, pode aparecer uma armadilha e acaba frustrando bastante. O número limitado de kunai também é algo que deixa o jogo mais difícil.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Yu Suzuki, o gênio dos Arcades, produz seu primeiro jogo exclusivo para console. Se trata de um RPG inovador com várias perspectivas, onde os combates é com ação em campo aberto ou 2D contra chefes e a exploração é tradicional, mas no mapa e em calabouços é em primeira pessoa. A história começa com a morte de Blade, que revela não ser o pai verdadeiro do protagonista e lhe passa a missão de viajar pelo mundo a fim de recuperar os anéis mágicos para destruir o rei Tsarkon. - Outro RPG para o Mega Drive com uma pegada muito diferente. Além dos belos gráficos e trilha sonora, o jogo diverte e é bem equilibrado, mas a falta de parceiros na equipe faz falta.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @lipherus, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    The Revenge of Shinobi

    Platform: Genesis
    1797 Players
    21 Check-ins

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      darlanfagundes · 7 days ago · 2 pontos

      Aí sim! Duas pérolas Ninjas! Amo o Shinobi até hoje!

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      andre_andricopoulos · 7 days ago · 2 pontos

      Mano...SHINOBI é top demais! 😍

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      leandro · 6 days ago · 2 pontos

      Shinobi e excelente. Deve ser o Arcade que mais joguei na vida. Aí fui jogar o do Master e achei um port ruim. Agora The Revenge Of Shinobi é uma maravilha. Eu daria 5 estrelas sem pestanejar

      1 reply
  • supermarcosbros マルコス・アントニオ
    2019-04-15 05:45:53 -0300 Thumb picture
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    Post by supermarcosbros: <p>https://youtu.be/IBUtALk7Q2k</p>

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      rafaelbarbosa · 6 days ago · 2 pontos

      É um bom remédio mas, ainda assim, melhor investir em uma VGA Box, pois a mesma permite plugar um S-Video ou RCA, e plugar na TV, alterando a fonte sem precisar ficar arrancando e colocando cabos. Esse HDMI apenas é um conversor do sinal VGA, e há jogos do Dreamcast que não são compatíveis.

  • mastershadow mastershadow
    2019-04-12 17:41:55 -0300 Thumb picture
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    Daemon Summoner

    FPS de Terror. Esse eu não conhecia, parece bizarro e maneiro, vou baixar  e gravar um DVD pra testar.

    Gosto desse tipo de FPS, no estilo Darkwatch do PS2 ou os antigos Painkillers do PC.

    Daemon Summoner

    Platform: Playstation 2
    5 Players

    25
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      rax · 9 days ago · 2 pontos

      Teve um outro carinha que deu 1 pro jogo credo haha xD

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      0blivion · 9 days ago · 1 ponto

      Não é a toa que não conhecia, tem 4 jogadores no alva ahueaueh, mas parece bom msm

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      jclove · 9 days ago · 1 ponto

      Esse é obscuro mermo, mas não me parece grande coisa não, ta mais pra Nosferatu do PC que pra Painkiller.hehe

      3 replies
  • jugemu 寿限無
    2019-04-05 05:44:05 -0300 Thumb picture
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    Nintendo Consoles Timeline 🎮

    Nintendo Consoles Timeline 🎮
    53
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      santz · 17 days ago · 3 pontos

      Ninguém lembra do Color TV-Game.

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      sam456 · 17 days ago · 3 pontos

      Virtual Boy aheuaheua

      1 reply
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      vante · 17 days ago · 2 pontos

      Caraca, não sabia que o DS tinha vendido tanto.

  • 2019-03-28 11:19:30 -0300 Thumb picture

    New BittBoy, um “mini-Game Boy” com tela iluminada e boas ideias

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    O Game Boy é um dos maiores sucessos da história do videogame. Ainda hoje, 30 anos após seu lançamento, carrega uma base de fãs muito fiel. E que colecionam, conversam sobre seus games, e buscam, assim, preservar um console que nos presenteou com Pokémon, a série Super Mario Land, Tetris, e muitos outros jogos inesquecíveis.

    E, como forma de preservação, muitos projetos surgiram, nos últimos anos. Com iniciativas que fazem com que o Game Boy original ganhem novas funcionalidades. Ou com projetos novos, que emulam o portátil, garantindo novos meios de se aproveitar os clássicos de antigamente.

    Entre eles, o New BittBoy. O projeto, que segue em evolução, apresenta ideias bem interessantes, para os fãs de Game Boy curtirem todos os seus jogos clássicos. Recebemos uma unidade para conhecer e jogar. Por isso, se você se interessa pelo portátil da Nintendo, acompanhe com a gente as nossas impressões quanto ao aparelho, que está a venda neste link.

    Primeiras impressões

    O BittBoy chega em uma embalagem simples, mas bem caprichada. Há um espaço para o aparelho, e um compartimento para os cabos, e manuais. Quando se tira o console da caixa, logo de cara dá pra se impressionar por seu tamanho. Ele é muito pequeno. Muito mesmo. Dá só uma olhada nas comparações que fiz.

    Com um 2DS:

    Com um controle de PS4:

    Com uma capa de disco de PS4:

    Com um cartucho de Game Boy:

    Como você conferiu, ele é, de fato, muito pequeno. Porém, se isso dá a impressão de que o console não é lá muito bom para se jogar, a realidade é, positivamente, bem diferente. Como ele empresta o design do Game Boyoriginal, é muito agradável segurá-lo, bastando uma pequena adaptação. Depois disso, você nem vai se recordar de seu tamanho.

    O seu acabamento não é premium, mas não compromete. É possível ver luz vazando de suas laterais, iluminando o plástico que o envolve. Não há nenhum problema com isso, e o aparelho funciona perfeitamente. Apenas não espere nada com um super acabamento. É o famoso “pobre, mas limpinho”. E totalmente funcional, o que é o mais importante.

    O New BittBoy acompanha uma tela de 2.4″ IPS, um slot micro USB para recarga, e saída para fones de ouvido, além de uma saída de som interna. Também conta com um botão R, feito para resetar o sistema, e acessar a tela de Save State. E os direcionais padrão do Game Boy, junto aos botões A e B. Também há botões turbo, que, tal qual os games de antigamente, pressionados dão tiros contínuos, por exemplo.

    Jogando com o New BittBoy

    Jogar com o New BittBoy é uma sensação muito agradável. Além do formato, que o deixa agradável de jogar, apesar de seu tamanho bem pequeno, a tela IPS que o acompanha é bem competente. É possível jogar durante a noite, sem nenhum problema. Independente do ângulo de visão, dá pra ver bem a tela, e aproveitar a jogatina.

    O New BittBoy roda games de três sistemas: NES, Game Boy e Game Boy Color. Na pequena tela, ainda é possível configurar a proporção. A tela não conta com a mesma proporção dos sistemas originais, mas como não é tão diferente assim, dá pra aproveitar a tela cheia, sem se incomodar muito com as proporções originais.

    O Game Boy original roda apenas em preto e branco. Não há um filtro verde nele, porém o problema foi corrigido em uma nova versão. Já o Game Boy Color, roda em toda a sua glória. Como a tela é iluminada, é praticamente um sonho poder jogar todos estes games sem forçar muito a vista. Em um dos maiores problemas que o Game Boy enfrentou em sua vida útil.

    Os jogos de NES também rodam bem, entretanto a tela pequena atrapalha um pouco. Os games para portáteis já foram projetados para telas pequenas. Com isso, os caracteres estão em leitura adequada. Já os games de NESapresentam sprites muito menores, e fontes pequenas. Nada que atrapalhe tanto. E o portátil acompanha um cabo para conectar na TV. Porém, dá pra afirmar sem problemas que o console é mais adequado para jogar os clássicos portáteis.

    Desempenho e comparações

    É lógico que não dá pra afirmar que o New BittBoy oferece o mesmo desempenho do Game Boy original. Ele é 100% funcional, e rodou com todos os games testados. Mas há seus prós e contras.

    Um problema grave do aparelho, é a sua incapacidade de salvar o game nativamente. Se você estiver jogando Pokémon, salvar o game no próprio menu, e desligar o portátil, ligando-o novamente, vai perceber que não há nenhum progresso. A saída, aqui, é acessar o menu no botão R e salvar no emulador. Há três slots para o salvamento, que dão conta do recado.

    Os games não rodam todos exatamente iguais. Há manchas de sprites quase que imperceptíveis na tela, e alguns games oferecem, vez ou outra, alguma queda de frames. Mas nada que atrapalhe a jogatina. O New BittBoy foi feito para resgatar a nostalgia, e não ser um console idêntico ao original. Por isso, apesar de não ter o desempenho na mais alta excelência, entrega um resultado muito bom.

    Joguei vários tipos de games, e todos entregaram um desempenho satisfatório. Nos games de plataforma, como Super Mario Land, ou Donkey Kong Land, o controle foi sempre preciso. Já em títulos como Mario Tennis, que exige mais agilidade, também tudo correu bem. E, obviamente, os RPGs, e os games Pokémon, rodaram satisfatoriamente bem.

    O aparelho conta com controle de brilho e volume, acessíveis segurando Select, e apertando os botões de ação. Tanto brilho e volume contam com configurações muito acima da média, o que é ótimo para personalizar o portátil ao seu gosto.

    Vale a pena um New BittBoy?

    Se você quer revisitar alguns clássicos do Game Boy e Game Boy Color, e ainda aproveitar uns games de NES, o New BittBoy foi feito pra você. O console é bastante honesto. Pelo preço que oferece, entrega tudo o que promete, e garante uma jogatina satisfatória. A tela é boa, os botões são precisos, e a bateria que o acompanha dá conta do recado.

    Seus probleminhas, que precisam ser mencionados aqui, na verdade não atrapalham a experiência. O salvamento via save state funciona perfeitamente, a luz que aparece nas laterais não incomoda muito (e o brilho pode ser diminuído, se incomodar), e seu acabamento, apesar de simples, é extremamente competente.

    Não é um portátil com acabamento premium, mas também dá pra perceber que não foi construído com material de qualidade inferior. Por isso, dá pra recomendar tranqüilamente o New BittBoy. Ele pode ser útil para colecionadores terem algo pra jogar, enquanto seus consoles originais ficam preservados. Ou para jogadores nostálgicos, que não se importam com questões técnicas e querem apenas relembrar os games de sua infância.

    É possível comprar o New BittBoy neste link. Neste momento, ele está custando R$ 140,53. Ou, com o cartão SD incluso, sai por R$ 172,16. Já há até uma nova versão disponível, com mais emuladores, e algumas melhorias. Que iremos falar melhor, em breve."

    Fonte: https://www.arkade.com.br/testamos-new-bittboy-mini-game-boy-tela-iluminada/

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  • 2019-03-28 11:16:30 -0300 Thumb picture

    Estúdio de Shovel Knight anuncia Cyber Shadow, novo game com ninjas

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    Depois do excelente The Messenger, agora um novo game de ação retrô com um ninja badass vem aí! Cyber Shadow é um game que está sendo produzido pela Mechanical Head, um estúdio formado por uma pessoa só! E o game está tão impressionante que a produtora de Shovel Knight, a Yatch Club, vai distribuir o game.

    Em Cyber Shadow, o jogador controlará um ninja tentando salvar o que restou de seu clã em um mundo futurista distópico dominado por robôs. E para isso, o ninja vai encarar muita ação em um game de plataforma com combate rápido, diferentes skills para se aprender e a possibilidade de se explorar áreas já visitadas em busca de upgrades.

    Confira aí o trailer do game:

    Trailer Cyber Shadow

    O game está sendo produzido sozinho por Aarne “Mekaskull” Hunziker, que já está trabalhando no projeto há cerca de 10 anos! Mas enfim seu trabalho será concluído e será lançado. E se você gostou do que viu no trailer de Cyber Shadow, então precisa conferir o divertido The Messenger! Aproveite que está aqui e confira nossas análises do game, uma mais aprofundada e outra focando em seu fator nostalgia.

    O game ainda não possui data de lançamento, mas já está em pré-venda para a Steam. Cyber Shadow terá versões para PC, Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch."

    Fonte: https://www.arkade.com.br/estudio-shovel-knight-anuncia-cyber-shadow-novo-game-retro/

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      xch_choram · 25 days ago · 2 pontos

      Ah então não ta sendo feito pelo povo da Yatch Club Games, quer dizer que eles podem estar desenvolvendo alguma outra coisa tbm.

      1 reply
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      firerockbird · 24 days ago · 2 pontos

      só achei desrespeito da parte deles ignorar a seção de comentários no twitter deles, custa ao menos dar uma resposta pequena aos fãs que te respeitam tanto?

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      artoriasblack · 23 days ago · 2 pontos

      parece promissor

  • 2019-03-24 15:51:55 -0300 Thumb picture

    A invasão dos games em CD na Ação Games de novembro de 1991

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    O mundo dos videogames sempre fica alvoroçado quando surge uma grande novidade. Se hoje, iniciativas como o streaming nos games, que dispensam um videogame, geram comentários dos mais diversos tipos, no passado, era o CD quem garantia assunto nas rodas de conversa. Será que esse negócio de “disquinho” poderia dar certo? Deu. E muito.

    A Revista Ação Games #7, de novembro de 1991, deu destaque para a “invasão do laser”. Nesta época, já se falava em consoles de 32-bits, como o “Mega Drive/32“, que é o 32X que conhecemos. Mas, o que “assustava”, de fato, era os CD-ROMs.

    Naqueles dias, os games vinham quase que unicamente em cartucho. Haviam games em disquetes, para PCs, ou mesmo iniciativas como os cartões do PC Engine / TurboGraphx-16. Mas todos os consoles populares da época, entre eles, o Mega Drive, o Master System, ou mesmo o Atari, que teve sobrevida por estes lados, usavam as famosas “fitas”.

    E a própria matéria se inicia dizendo que “este reinado está ameaçado”. “A onda já contagiou os japoneses e promete espalhar-se pelo mundo todo”, dizia Angelo Ishi, correspondente japonês para a revista, e responsável pela matéria.

    O que é um CD-ROM?

    “A revolução do áudio”, dizia a Sony…

    Temos que levar em consideração que a matéria é de 1991, e o abismo tecnológico entre Brasil e Japão já era imenso. Tanto que a revista precisou explicar o que era o CD-ROM. De acordo com a revista, a memória dos CDs, em comparação com os cartuchos da época, era o mesmo que comparar um elefante com uma formiga.

    Usando os bits de referência, um game considerado excelente para a época, possuía 8 Megabits. Streets of Rage, lançado em agosto daquele ano, tinha 4 MBits. Os “2.400 Megabits” de um CD, de fato, assustava tanto quanto a promessa do Google de levar jogos a 8K e 120 FPS com seu Stadia.

    Assim, foi explicado que os discos, que eram mais conhecidos como dispositivos de música, também serviam para guardar dados, incluindo games. A revista atribui o sucesso dos CDs ao sucesso dos Laser Discs, aqueles discos do tamanho de discos de vinil que continham, em sua maioria, filmes. E que os fabricantes desejavam aparelhos “4 em 1”, com toca-fitas, videocassete, disc player, e videogames.

    O “tudo em 1” da Pionner tocava músicas e rodava games de Mega Drive / Sega CD.

    E, apesar de não ter se transformado em padrão na indústria, em 1993 a Pionner, junto com a Sega e a NEC, lançou o LaserActive. O aparelho lia filmes em Laser Disc, tocava músicas, tinha Karaokê, e aceitava óculos 3D. E, através de módulos, também aceitava jogos de Mega Drive, PC Engine, e SEGA CD.

    Os videogames em CD acabaram se transformando em centrais multimídia. Os consoles 32-bits tocavam música e até aceitavam, com acessórios, CDs de filmes e música. E o Playstation 2 fez sucesso, entre outros fatores, justamente por ser um player de DVD mais barato do que os disponíveis em sua época de lançamento.

    “Videogame com CD? Existe isso?”

    O CD no PC Engine, e o primeiro “Megazord” dos games.

    Primeiramente, foi citado o acessório de CD para o PC Engine. Assim como seu primeiro game, o Tengai Mario Giraya, lançado em 1989. E a segunda versão do aparelho, além da empolgação dos desenvolvedores, que, segundo a matéria, estavam animados em produzirem games melhores, ou colocar vários games em um disco só.

    O Mega CD (Sega CD para nós) também foi mencionado. O acessório foi lançado naquele ano no Japão. E chegaria dois anos depois nos EUA, e Europa. E até no Brasil, através da Tec Toy. Mas, apesar de ser considerado já naqueles dias mais sofisticado do que o concorrente da NEC (e de fato, era), o preço inicial assustou. O aparelho era vendido a US$ 450, em média, algo como R$ 3 mil hoje em dia, atualizando os valores da época e fazendo a conversão.

    E os novos jogos traziam previsões para o futuro. Os games em CD, de acordo com especialistas na época, poderiam evoluir a ponto de atores reais representarem os personagens. Seria como assistir a um filme, só que mudando seu rumo. Não foi exatamente com pessoas de carne e osso, mas Ellen Page e Willem Dafoe viveram exatamente isso em Beyond: Two Souls, de 2013.

    De fato, esta coisa de “ter pessoas reais nos games” era uma obsessão da época. Mortal Kombat levou atores reais para seu game, enquanto FMVs faziam o papel de “filme interativo”. Mas, com a melhora dos polígonos, e a climatização cinematográfica, usada em games como Resident Evil ou Metal Gear Solid, acabaram deixando os atores na dublagem, uma vez que os polígonos poderiam “atuar” sem nenhum problema.

    Nintendo Playstation

    Como seria o mundo com um Nintendo Playstation?

    A matéria conta sobre a tentativa de um projeto de CD da Nintendo com a Sony. E, a história voltou aos holofotes recentemente, quando um exemplar do Nintendo Playstation foi apresentado, e funcionando. E é interessante ver como as duas empresas, hoje gigantes do videogame, lidavam com a novidade que era o CD. Como todos sabemos, o Nintendo Playstation teria o know-how da Nintendo mais as novas tecnologias da Sony.

    Mas, de acordo com a matéria, a Sony queria o mesmo padrão dos CDs de áudio. Enquanto a Nintendo, com medo da pirataria, defendia um padrão próprio. Como todos sabemos, a Phillips também tentou a parceria, não vingou. E a Sony lançou sozinha seu Playstation. Enquanto a Nintendo foi usar discos em seus consoles apenas em 2001, com o GameCube. Além disso, GameCube e Dreamcast provaram que, mesmo usando mídias próprias, não eram capazes de evitar pirataria.

    Assim, a Sony acertou e muito, ao manter o padrão de CDs como já conhecemos. É claro que a previsão da Nintendo quanto a pirataria estava completamente correta. Mas não tem como negar que foi justamente a pirataria que fez com que muitos consoles Playstation fossem vendidos. Incluindo no Brasil. Pensando apenas no lado financeiro, as perdas com jogos piratas acabavam compensando com a chegada de consoles em locais os quais a Sony não investia nada, seja com propaganda, ou com assistência técnica.

    A Nintendo, por sua vez, demorou para entrar no mundo dos discos. Surpreendentemente, não lançou nada de CD para o Super Nintendo. Insistiu nos cartuchos no Nintendo 64 e viu desenvolvedoras de seus dias de glória se mudando para a rival Sony. E, quanto a aquele “formato próprio” que a matéria disse, é muito fácil associar isso a bomba que a Big N lançou, anos mais tarde: o 64DD.

    É interessante ver que, mesmo em 1991, ano em que o Super Nintendo chegou e se transformou em um fenômeno, a Nintendo já tomava decisões que atrapalhariam, e muito, o seu futuro. E, ao pular a “febre do CD”, deu espaço para que a sua antiga parceira se transformasse no próximo sucesso dos videogames.

    E os games?

    Entre os games da matéria, tinha um “tal de” Fighting Street. Era o primeiro Street Fighter, com outro nome.

    Voltando para a matéria, o piloto Christian Zaharic (lembra de quando as revistas tinham “pilotos” para testar os jogos?) trouxe alguns dos games que eram sucesso no Japão. Foi apresentado aos leitores o PC Engine com o kit em CD-ROM e alguns de seus games. “Parece até que está se assistindo a um desenho animado”, diz o texto.

    Vallis 3, chamou atenção pelos diálogos em momentos chave do jogo. Final Zone 2 se destacou pelas suas animações incríveis para a época. Fighting Street é o primeiro Street Fighter, mas com outro nome. Mas pelo visto, ninguém na revista se deu conta disso. Mesmo citando que o game te “fazia se sentir em uma luta de O Grande Dragão Branco”.

    Também foram mostrados jogos de esporte, como um de baseball, e outro de golfe. Ambos chamaram a atenção por somar narração às partidas. E também por trazer uma ambientação mais próxima das TVs. E Download 2, um jogo de ação que também trazia uma apresentação muito mais sofisticada do que o normal.

    Todos estes games, somados a outros que viriam, como Sonic CD, ou Earnest Evans, mostravam muito dos games daquela época. Os desenvolvedores não sabiam o que fazer com o espaço extra. Então acabavam apresentando jogos no padrão 16-bits, mas com trilha sonora mais caprichada, e animações de introdução.

    Foi apenas com a chegada de 3DO, Playstation e Saturn que os games foram, de fato, se aproximando mais com o que temos hoje. Seja pelos games em 2D, que contavam com mais detalhes, ou nos games em 3D e seus polígonos, demorou um pouco para que os CDs tivessem, de fato, seu espaço bem utilizado.

    Os CDs invadiram a sua tela

    Assim como dizia na capa, a previsão foi acertada na mosca. Mesmo com aparelhos caros e games que só contavam com animações extras e músicas melhores no começo, com o passar do tempo, a maior capacidade dos discos, somado a preços muito menores de produção, garantiram o CD como mídia padrão dos consoles no futuro.

    Mas, não contente, os CDs abriram portas para o DVD, que abriu portas para o Blu-Ray. Que é a mídia de Playstation 4 e Xbox One. Com uma Internet melhor, também é muito comum o game digital, que é transferido para uma unidade de armazenamento. Quer seja um HD, ou um cartão microSD. Em um momento que a indústria estava se recuperando de uma grande crise, a chegada do CD como mídia foi um incentivo enorme para que a indústria caminhasse para a forma atual.

    Assim, o CD foi uma das grandes revoluções que deram certo nos videogames. Junto com os cartuchos programáveis do Atari. Ou as redes de games, que tem o Xbox Live na vanguarda. Mas agora, a bola da vez é o streaming de games, com projetos que já existem, como o Playstation Now. E outros que virão, como o da Xbox, e o Stadia, do Google. Será que este será a “próxima invasão”? O que o streaming e o CD tem em comum?"

    Fonte: https://www.arkade.com.br/invasao-games-cd-acao-ga...

    Valis III

    Platform: TurboGrafx-16
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      santz · 28 days ago · 2 pontos

      O salto de cartucho para CD é muita loucura, mas até aparecer um jogo bom em CD demorou um bocado. Jogos que realmente usaram a memória dos CDs para armazenar coisas úteis para os jogos e não apenas cutscenes.

      1 reply
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2019-03-02 13:31:32 -0300 Thumb picture
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  • 2019-02-28 09:08:22 -0300 Thumb picture
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    #132 - Ninja Gaiden [NES] 1988

     Filmes e desenhos animados de ninjas estavam em alta, então a Tecmo decidiu criar 2 jogos de ninja, um Beat ‘em up para Arcade e um jogo de plataforma para o Famicom. Ryu Hayabusa busca vingança pelo seu pai morto em um duelo, mas acaba se envolvendo em uma trama muito maior a cerca de um par de estátuas capazes de destruir o mundo. O jogo segue o estilo de plataforma, ambientado em cenários principalmente urbanos. Podemos usar a espada para cortar o inimigos pelo caminho e itens secundários com disparo limitado. O jogo é dividido em 6 atos, totalizando 20 fases e um chefe ao final de cada ato. A grande inovação do jogo está na forma de contar a história. Ela se dá através de cutscenes que lembram bastante um anime ou um filme de cinema, com faixas pretas, diálogos e animações únicas.

     - O estilo do jogo lembra bastante Castlevania, mas a música e a história passam uma sensação de urgência. Os gráficos do jogo também são bem caprichados e riquíssimo em detalhes. A jogabilidade é fluída e rápida. Ryu pode grudar em paredes e saltar delas, permitindo escalar algumas áreas. O jogo é bastante difícil, principalmente por causa das plataformas e inimigos que reaparecem quase instantaneamente. O que deixa a coisa mais justa são os continues ilimitados. A história do jogo é o ponto chave. Não apenas a forma com que ela é contada, mas a trama em si também é cheio de segredos e reviravoltas. O jogador se esforça para passar das fases só para ver como a história vai prosseguir. São mais de 20 minutos de cutscenes, se juntar tudo.

    Nota pessoal: ★★★★★

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Ninja Gaiden

    Platform: NES
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  • 2019-02-27 22:39:23 -0300 Thumb picture
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    Homenagem rapidona

    Uma homenagem ao @erriaga que zuou todo o Pokémon Yellow e fechou em 2 minutos!

    Ele fechou o Yellow mas pediu musico do Gold ;)

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    Homenageadores - Se quiser fazer parte da lista é só pedir.

    @marcelomals

    Pokemon Yellow: Special Pikachu Edition

    Platform: Gameboy
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      rh · about 2 months ago · 2 pontos

      Shoooow!!
      Versão sensacional! Um dos melhores arranjos que já vi em uma trilha sonora da Nintendo... top demais!
      Consegui pegar essa música no violão kkkk
      Qualquer dia eu posto aqui. Muito obrigado!
      Fica ligêro que já já tem mais música

      Questão da semana: se eu pedir três músicas, eu peço música no Fantástico ou peço por aqui mesmo? 🤔

      2 replies
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