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  • natnitro Renata
    2019-05-29 03:14:11 -0300 Thumb picture
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    natnitro checked-in to:
    Post by natnitro: <p>#Desafio 10 de 12 jogos finalizados: Castlevania
    Castlevania: Symphony of the Night

    Platform: Playstation
    9884 Players
    303 Check-ins

    #Desafio 10 de 12 jogos finalizados: Castlevania Symphony of the Night... ♥♥♥

    Foi só ver o pessoal daqui jogando o SotN, que não deu outra... E lá fui eu jogar tudo de novo, pra matar saudades também... ♥♥♥

    E dessa vez fui na paciência mesmo pra conseguir tudo e fazer o final bom e, quase 7h depois, enfim o SotN fechado nos lendários 200.6% \o/

    E como tinha umas coisas importantes no mapa que quase me esqueci delas depois de um tempinho sem jogar, vou deixar registrado aqui um guia bem basicão dos 200.6% e do "final bom", pra uso próprio, quando minha memória não estiver aquela maravilha... xD

    #Final "bom" completo:

    -- 1º missão - Chegar até a Biblioteca/Long Library e comprar a Jewel of Open:

    #Rota inicial: seguir direto pelos corredores, passando pela Entrada/Alchemy Laboratory/Marble Gallery até a Outer Wall, que é a torre do Castelo;

    Obs: 

    1: Não esquecer de pegar a armadura Mirror Cuirass que fica na parte baixa da torre, passando por um Armor Lord que protege a entrada de uma sala que parece vazia, mas é só quebrar a parede e ficar lá no buraco parado por uns 20s que o elevador descerá pra sala onde está o Mirror Cuirass, que protege contra petrificação, e o Jewel Knuckles.

    2: Não esquecer de equipar o Mirror Cuirass e ir farmar o Medusa Shield nas medusa heads que ficam zanzando na área, já que esse é o melhor escudo do início, e também é ótimo pra derrotar o Doppelganger, que é o chefe que bloqueia o acesso à biblioteca. 

    #Biblioteca: chegar até o Master Librarian e comprar a Jewel of Open para abrir as portas mágicas e poder entrar nas área bloqueadas e comprar também o mapa do castelo, pra facilitar a vida.

    Mapa do castelo completo, com todos os itens (clique pra ampliar)

    -- 2ª missão: Ir para a Royal Chapel e pegar o Leap Stone para liberar a habilidade de salto duplo. 

    Depois de sair da biblioteca é só subir até o teleporte, que fica pouco acima dela, e ai também é bom ativar o elevador da Outer Wall, empurrando a alavanca pra frente até ele voltar a funcionar, e então pegar a Soul of wolf dentro do elevador, que transforma o Alucard em lobo, antes de entrar no teleporte, que levará até a entrada do castelo de novo.

    Ao voltar à entrada do castelo, é só refazer a rota até chegar à torre que vai pra área da luta com o Gaibon e Slogra, mas em vez de ir pra essa área da luta, ai é só virar à esquerda logo acima do savepoint, onde tem uma porta selada com mágica que abrirá com a Jewel of Open.

    Essa área nova já é a Royal Chapel e ai basta seguir em frente, subindo as torres e enfrentando os inimigos e chefes da área, até encontrar a Maria outra vez. Depois de conversar com ela é só seguir direto até a área externa que a Leap Stone fica na última coluna do castelo, no final da área aberta.

    -- 3ª missão: Olrox Quarter, Colliseum e Form of Mist pra se transformar em névoa.

     Depois de pegar a skill do salto duplo é hora de voltar até a entrada do castelo outra vez, seguindo até a sala do relógio central, na Marble Gallery. 

    Na sala do relógio grande há dois mecanismos que abrem passagens, sendo que um deles se abre e se fecha sozinho, de 1 em 1 minuto, e o outro só vai abrir se usarmos a subweapon Stop Watch (o relógio que para o tempo) nessa área. 

    Pra ir até o Olrox Quarters é só esperar o mecanismo se abrir sozinho e dar um salto duplo pra cima e seguir em frente até chegar ao corredor e depois limpar a área dos monstros até conseguir chegar no Coliseu, onde está a Mist Form. 

    ==> Não esquecer de quebrar a parede à direita da Spectral Sword, porque ali tem uma área secreta e logo acima dela tem um corredor bem longo que não aparece no mapa e no final dele tem um teleporte, que será muito útil depois.

    Já o coliseu é um amontoado de torres, mas basta ter um pouco de paciência pra explorar a área e derrotar os inimigos da área que logo chegamos no lugar onde está o Mist Form, que é a habilidade do Alucard se transformar em névoa.

    Depois de pegar a skill de névoa, é só usar o library card pra voltar pra biblioteca, que é lá que está a próxima skill.

    ==> Não esquecer o Shield Rod no Coliseu:

    O Coliseu é uma grande bagunça de torres pra subir e descer, com inimigos pra todos os lados, mas vale muitíssimo a pena explora -lo completamente, já que alguns dos melhores equipamentos estão no final dos corredores, como a Blood Cape, que transforma o dano sofrido em MP, e o Shield Rod, que fica logo baixo do savepoint da esquerda no mapa, e se for combinado com escudos certos, vai fazer um baita estrago até nos chefes mais fortes, etc.

    - 4ª missão: Biblioteca, Soul of Bat e a Fada:

    Depois de pegar a habilidade de se transformar em névoa, é só voltar para a Biblioteca outra vez, porque lá está o Soul of Bat, que fica em uma área alta, que é acessível pela escadaria que vai para o master Librarian, e que depende de salto duplo chegar até lá. E no meio desse corredor tem um savepoint, ai é só passar por ele e continuar em frente, até chegar em uma salinha que tem a entrada bloqueada por uma grade, por onde só se pode passar na forma de névoa, e, lá dentro, está a Soul of Bat, para o Alucard se transformar em morcego.

    E com a habilidade de virar morcego, praticamente todo o mapa poderá ser explorado dai pra frente, e, ali na própria biblioteca, ao sair do savepoint que levou até a Soul of Bat, bem no andar de cima onde entramos com salto duplo, tem outra salinha que só é acessível pelo morcego e nela está a Faerie Card, para sumonar a fada mascote do Alucard.

    E com a habilidade de voar livremente pelo castelo, vale a pena pegar os seguintes itens antes de avançar mais na campanha:

    #Clock Tower:

    -- Fire of Bat (ataque de fogo do morcego): fica logo na entrada da Clock Tower, pela porta de acesso da Outer Wall, e antes de avançar na direção da primeira plataforma que cai ao pisar nela, é só parar diante dela e voar pra cima, em linha reta até o limite do mapa, que lá no alto há uma área secreta onde fica a relíquia do Fire of Bat;

    (meu par favorito de heaven swords em ação ♥♥)

    ==> É bom aproveitar pra explorar também a Clock Tower, devidamente equipado com o Mirror Cuirass, já que a área é infestada de medusa heads, e quebrar a parede pra poder chegar à "torre do tetris", que é uma área secreta do mapa onde tem um Cloaked Knight, e esse é o lugar perfeito pra se farmar as Heaven Swords, que são espadas flutuantes que ao combinar duas delas (uma equipada em cada mão), elas tem um ataque com dano massivo de área, que é um dos mais estilosos de todas as armas do arsenal do Alucard, e limpam a área inteira de inimigos que estiverem visíveis na tela.

    #Alchemy Laboratory:

    -- Bat Card (Morcego pet do Alucard): fica na mesma sala da luta com o Gaibon e Slogra, no alto, acima da saída para a sala do relógio;

    -- Skill of Wolf: fica em uma área secreta no teto da área principal do Alchemy Lab, na saída das torres para a área do Gaibon e Slogra. É só voar perto do teto que a passagem é bem fácil de ver.

    #Entrada do castelo:

    -- Power of Wolf: fica no mesmíssimo lugar da entrada por onde começamos o jogo, bem no alto, e só é acessível pelo morcego. 

    #Castle Keep:

    -- Power of Mist: basta voltar na mesma área onde estava a Leap Stone, a relíquia do salto duplo, e ai é só voar para o alto em linha reta até chegar à parte de baixo da sala do trono, que é o lugar onde o Richter lutou com o Drácula no prólogo e ali está a Power of Mist, que aumenta a duração da forma de névoa do Alucard. Nessa área ai é importante NÃO ENTRAR ainda na sala do trono, porque só de atravessar a porta, já vai começar a luta final e sem o equipamento necessário, ai virá o final curto e ruim da história.

    -- Ghost Card: Partindo do local onde está a power of mist, é só voar em linha reta na horizontal até atravessar toda a área, alinhando com a entrada da sala do trono, e do outro lado há uma sala que só é acessível pelo alto e lá dentro tem vários upgrades de HP e MP, e no piso fica o Ghost Card, que libera o pet caveira fantasma do Alucard.

    -- 5ª Missão: Olrox e a skill "Echo of Bat"

    Depois de dar um belo passeio pelo castelo pra juntar umas coisinhas úteis ou nem tanto, é só pegar um teleporte e voltar até o do final do corredor do Olrox Quarters, já que logo na saída desse teleporte tem uma entrada no teto que leva a uma nova área, onde só é possível entrar com o morcego...

    Ai basta subir o corredor vertical e ir em frente até chegar a uma sala bem grande onde estará o chefão Olrox propriamente dito, que nos convidará pra uma bossfight básica. 

    Depois de despachar o Olrox, ai é só transformar em morcego de novo e voar no alto da sala, que por ali tem uma área onde está a skill do Echo of Bat, que dá a habilidade de sonar para o morcego, e é essencial para conseguir o spike breaker e enfim chegar até uma área restrita do mapa.

    ==> Não esquecer o Sword Card que libera o pet Sword Familiar do Alucard, que fica em uma área secreta na sala da bossfight com o Olrox. Pra chegar até lá basta sair da sala do Olrox voando pelo alto e seguir na direção do pátio onde fica a fonte de água e ai é só descer e procurar a outra entrada na parte de baixo, no mesmo alinhamento da entrada para a área do Olrox. Pra descobrir o local certo de entrar pelo teto é só usar o spell "soul steal" bem no meio da área, que ele fará a parede se quebrar pra liberar a passagem.

    -- 6ª missão: Underground Caverns: Gold Ring, Merman Statue e Holy Symbol.

    A próxima parada é justamente a Marble Gallery, e pra chegar lá rápido é só pegar o teleporte pra entrada do castelo ou mesmo ir a pé, atravessando o Olrox Quarters, já que a entrada da área ai é justamente pela sala do relógio central. 

    Depois é só explorar a área de cima na Marble Gallery até encontrar a porta selada por mágica e então pisar na placa do chão, que irá abrir dois alçapões na área debaixo, sendo que um deles é o acesso para a região de Underground Caverns.

    #Gold Ring:

    Logo na entrada da Underground Caverns tem um grande buraco que leva para as profundezas e basta se transformar em morcego pra descer bem devagar e poder ver a entrada de um savepoint. E logo abaixo dele tem a entrada para uma área secreta e ai basta seguir nessa área secreta até o final, onde haverá um savepoint normal e outro especial, que é roxo. 

    Ao interagir com o savepoint roxo, o Alucard terá que enfrentar a Succubus, que é outra amiga de longa data, e basta derrotá -la que o Gold Ring aparecerá no chão, na mesma sala onde estava o savepoint roxo, depois da luta. 

    (- In your dreams... -- Foi dessa cena do SotN que saiu um dos melhores eastereggs ditos pelo Drácula no Lords of Shadow 2 ♥♥♥)

    Ai basta pegar o gold ring e equipá -lo que esse é um dos itens essenciais para o final "bom" e os 200.6% de exploração do mapa.

    ==> Depois da luta com a Succubus ainda não é recomendável descer pra área mais em baixo do fosso onde fica o boss Scylla, porque poderá ser morte certa para o Alucard que é vulnerável à água (será como ele toma banho então?! o_O) e, pra evitar danos por água, é preciso conseguir duas relíquias que são o Merman Statue e o Holy Symbol.

    #Merman Statue:

    Depois de sair da área da Succubus é só voltar ao savepoint externo no fosso, e seguir em frente, alinhado com o savepoint, que ai tem outra rota que leva até uma cachoeira e basta descer por ela e seguir até a última sala no corredor mais baixo da Underground Caverns, que é o local onde está a merman statue.

    ==> Na volta é só não esquecer de abrir o atalho da Underground Caverns para a entrada do castelo, que isso facilita bastante a vida...

    #Holy Symbol:

    Depois de pegar a merman statue que desbloqueia o gondoleiro pra nos levar para um passeio nas áreas com água, é só voltar até o fosso que leva pra área da Succubus, caindo direto no fundo (sem entrar na área do boss Scylla ao lado, que ainda NÃO é segura por causa da água) e então quebrar o chão, que isso irá revelar outra área secreta. 

    Ai basta descer na nova área e seguir em frente que aparecerá o Ferryman, que é um homem em uma canoa, e basta embarcar que ele fará abrir a passagem que bloqueia o caminho, enquanto vamos para a outra extremidade do mapa. Ai, ao chegar em terra firme, é só seguir em frente que na última sala do corredor estará o Holy Symbol e basta pegá -lo que o Alucard então poderá tomar banho à vontade...

    E com o problema do dano com água resolvido, ai é hora de passear a vontade pela Underground Caverns e juntar mais umas tranqueiras antes de continuar a missão rumo ao final "bom" e aos 200.6%

    -- 7ª missão: Spike Breaker, Abandoned Mine e Catacombs

    A área da Abandoned Mine e das Catacumbas fica logo na entrada da Underground Cavern, mas ela é bloqueada por uma madeira que só vai ser quebrada se o Alucard for até a última sala no corredor (em linha reta, sem descer na cachoeira) e empurrar um botão na parede que fará um macaco-esqueleto aparecer e arremessar um barril explosivo na direção dele. Ai é só fazer aquele bait básico pra atrair o macaco até a área bloqueada pela madeira e esperar que ele arremesse um barril no lugar certo, que ai a passagem pra área subterrânea estará liberada.

    # Spike Breaker

    Essas duas áreas juntas são basicamente corredores retos e bem fáceis de explorar e ai basta descer direto, dando umas porradas nos monstrinhos que aparecerem pela frente, até chegar no savepoint que é bem tranquilo de ser encontrado e ai basta seguir até uma sala cheia de Gremlins que dará duas opções de direção: 

    - À direita estará uma área escura e coberta com espinhos que o Alucard só consegue passar por ela na forma de morcego, usando o Sonar pra ver onde estão os espinhos e, bem no meio dela, tem um interruptor no chão que liga a luz da área e ai basta seguir em frente, até chegar à última sala no final do corredor, que lá está o Spike Breaker e ai é só equipá -lo e sair correndo de boas pelos espinhos sem tomar dano...

     À esquerda é o caminho para o boss opcional Granfaloon, que é o mais casca-grossa do SotN, (junto com o Galamoth), e pra ir lá descer porrada nele é bom estar bem preparado mesmo, porque o bichinho é chato pra caraca... o_O

    ==> Só não esquecer de pegar o Demon Card pra liberar o pet diabinho do Alucard, que fica em uma caverna escondida que é bem fácil de achar, bastando sair do teleporte da Abandoned Mine e seguir direto, em linha reta, até o final do corredor. 

    E nessa área ai, logo acima do teleporte, tem uma sala bloqueada por uma parede, com um botão que o Alucard não consegue acionar e, pra conseguir entrar nessa sala, é só convocar o pet capetinha que ele apertará o botão pra liberar a entrada.

    -- 8 missão: Silver Ring ( o último anel)

    Depois de voltar do fundão do castelo, ai é hora de ir para a Royal Chapel outra vez, mais exatamente no corredor à esquerda no alto da primeira torre, que é coberto de espinhos. Ai basta estar equipado com o Spike Breaker pra passar por eles ileso e chegar até o local onde a Maria está nos esperando e ai é só falar com ela que no final da conversa irá pra outro lugar e deixará lá o Silver Ring.

    -- 9ª missão: Sala do Relógio e Holy Glasses

    Depois de falar com a Maria, basta equipar o Gold Ring e o Silver Ring e ir para a sala do relógio central na Marble Gallery, que, ao ter os dois anéis equipados, uma passagem nova se abrirá e ai basta descer por ela e explorar a área nova até encontrar a Maria outra vez, e ela então entregará outro item que são os Holy Glasses, que é um par de óculos que permite enxergar a verdade por trás das ilusões mágicas e ai é hora de equipá -los e, enfim, seguir para a batalha final (dessa parte).

    --10ª missão: Batalha final na sala do trono

    Para chegar até a sala do trono é só descer no teleporte do Olrox Quarter e, usando a forma de morcego, voar para a área externa até o alto e então aparecerá o mesmo local onde o Richter derrotou o Drácula no passado e ai basta seguir em frente que logo começará a batalha final dessa fase.

    E se o Alucard estiver equipado com os Holy Glasses, aparecerá uma bola verde flutuante e é ela que deverá ser destruída, sem atacar o Richter, pra evitar que ele morra na luta. 

    Ao destruir a bola verde flutuante, o verdadeiro inimigo aparecerá e ai a verdade será revelada e o Richter estará livre da maldição. Ai, depois do diálogo, o final bom já está garantido e então virá a melhor surpresa do jogo: o Castelo Invertido...


    Mapa do castelo invertido com todos os itens (clique pra ampliar)

    #Castelo Invertido:

    É exatamente o mesmo castelo original, só que virado de cabeça pra baixo e ai basta saber os locais das áreas secretas do castelo normal que elas estarão no mesmo lugar no castelo invertido, só que elas terão itens diferentes...

    Já a missão do Alucard no Reverse Castle é encontrar as 5 relíquias que abrirão a passagem para o local da bossfight final, e são os seguintes itens:

    -- Heart of Vlad: fica na Anti-Chapel, que é a Royal Chapel invertida, com a Medusa, que está na mesma sala onde o  Alucard derrotou o Hippogryph e falou com a Maria sobre o desaparecimento do Richter, no castelo normal.

    -- Tooth of Vlad: está na Outer Wall invertida, na mesma sala onde o Alucard derrotou o Doppelganger;

    -- Eye of Vlad: está em uma sala perto do savepoint de Cave, que é a área de Underground Caverns invertida;

    -- Ring of Vlad: está na Clock Tower invertida, na mesma sala onde o Alucard derrotou o Karasuman.

    -- Rib of Vlad: está na mesma sala onde o Alucard derrotou o Olrox, que no castelo invertido se chama Death's Wing Lair.

    Depois de juntar tudo, ai é só ir até a sala do relógio central na Black Marble Gallery que a passagem vai se abrir e o Alucard poderá ir lá dizer um olá pro paizão Drácula...

    E quem não tiver mais nada útil pra fazer e quiser dar um passeio pela sala do Castelo Invertido, que é a mesma onde o Alucard enfrentou o Gaibon e o Slogra pela primeira vez no castelo normal, vai poder conhecer o Beelzebub - The Lord of the Flies, que no ranking dos chefes mais nojentos de todos os tempos, é com certeza o top 1 absoluto até hoje... o_O

    Ufa, depois desse textão, acho que da próxima vez não terá o risco de esquecer mais nada... xD

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      jcelove · 6 months ago · 2 pontos

      Caraca, detonou e ainda deixou o detonado. Essa é fera mesmo!vou salvar pra prox. Nunca consegui esses 200% hehe^^

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      realgex · 6 months ago · 2 pontos

      Vou compartilhar pra deixar na minha timeline porque eu to jogando esse Castle kkk.

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      santz · 6 months ago · 2 pontos

      Top demais. Joguei tanto esse jogo que sei tudo de cabeça. Minha espada preferida é aquela invoca exércitos, tá ligada? Enfrentar chefes com ela bom demais. E se você quiser um guia de do que fazer para começar a explorar fora do castelo, basta me perguntar aqui que eu te passo as instruções.

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  • 2019-05-27 21:42:51 -0300 Thumb picture
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      andre_andricopoulos · 6 months ago · 3 pontos

      Ah não...todos tem sua própria magia.
      Gosto de todos os games...🤩

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      spider · 6 months ago · 2 pontos

      Pois é, acho que estou nessa também...

  • 2019-05-13 09:16:42 -0300 Thumb picture
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    Os computadores da segunda metade dos anos 80

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    Como visto no post anterior sobre o assunto, o lançamento do Macintosh lançou a nova tendência de interfaces gráficas e todas as fabricantes começaram a trabalhar em modelos de computadores com suporte a isso. Em 1986, a britânica Acorn lança o BBC Master, o mais potente computador 8-bits da empresa. A Amstrad lança o PC1512, compatível com a família IBM-PC e vem com o sistema GEM de interface gráfica, presente geralmente em computadores Atari ST. A Apple lança o mais poderoso computador da linha II, o Apple IIGS, com destaque para o primeiro sistema com interface gráfica colorida e foco na parte sonora. Há também uma atualização na sua linha principal, com o Macintosh Plus, melhorando recursos de memória e processador.

     NA CES de 1987, a Commodore lança 2 novos computadores da linha Amiga. O Amiga 500 é o de baixo custo que ajudou a popularizar a sistema e o Amiga 2000 é o high-end que permitia diversos cartões de expansão. O Acorn Archimedes é um dos primeiro computadores com arquitetura ARM de 32 bits lançado também em 1987. No mesmo ano, chega o IBM PS/2, um dos maiores sucessos da empresa que popularizou o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows. No Japão, o Sharp X68000 é mais robusto e caro computador do mercado, capaz de rodar jogos de Arcade com extrema fidelidade. O Apple IIc Plus é o último modelo da linha 8-bits da empresa, que logo caiu no esquecimento dada a grande demanda por processadores de 16-bits.

     Em 1989, o britânico SAM Coupé é um clone de ZX Spectrum que ficou muito popular no Reino Unido. No Japão, a Fujitsu lança o FM Towns, um computador em forma de torre com grande foco em games e aplicações multimídia. A Apple lança uma série produtos baseado na linha Macintosh II, que iniciou em 1987. Em 1989 Macintosh IIcx é o sucessor do IIx lançado no ano anterior e traz ainda mais poder tecnológico, seguido pelo Macintosh IIci com 3 slots de expansão. A linha principal também recebe upgrade com o Macintosh SE/30. A Apple também lança seu primeiro computador portátil, o Macintosh Portable, com grande duração de bateria, tela monocromática e uma trackball para simular os movimentos do mouse.

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      leandro · 6 months ago · 2 pontos

      Como sempre fui mais consolista ( fui ter contato com PC´s em 1997, em um curso básico de informatica e, em 2005, fui ter o meu primeiro PC ( já com Doom 3, instalado ). Esses posts sobre a historia dos PC´s é sempre bem vindo pra mim. Valeu

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      andre_andricopoulos · 6 months ago · 2 pontos

      Bizarro esses modelos... já tivemos um desses ou a variação deles...

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      onai_onai · 6 months ago · 2 pontos

      Só fui ter acesso a um PC depois dos anos 2000...

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  • 2019-05-09 09:16:06 -0300 Thumb picture
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    #146 - DuckTales [NES] 1989

     A Capcom fecha parceria com a Disney e produz um jogo do Tio Patinhas, o pato mais rico do mundo. Grande parte do time de desenvolvimento do jogo veio de Mega Man e segue um estilo semelhante. Podemos escolher qual das 5 fases começar e há itens chave espalhados por cada uma que garante ao Tio Patinhas explorar áreas de outras fases. Sua principal arma é sua bengala que pode ser usada para pisar nos inimigos ou também usada como pula-pula para alcançar lugares mais altos. Há vários segredos espalhados pela fase e em sua maioria são itens valiosos que garantem dinheiro ao Tio Patinhas, que serve como pontuação, ou comida, para restaurar sua vida.

     - Mais um jogo primoroso da Capcom para o NES. Apesar do personagem do Tio Patinhas não ser tão famoso como os outros personagens da Disney, a Capcom conseguiu criar um jogo único e super divertido. Tio Patinhas deve viajar para diferentes lugares no mundo para adquirir tesouros para a sua fortuna. Há também uma fase na lua e após completar todas, vamos para a Transilvânia enfrentar o chefe final Dracula Duck. Além dos gráficos charmosos e trilha sonora fantástica, especialmente o tema da lua e da Amazônia, a jogabilidade é perfeita e a dinâmica com a bengala funciona muito bem. O design das fases é não linear, o que permite uma ampla exploração pelo cenário em busca de segredos.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    DuckTales

    Platform: NES
    977 Players
    10 Check-ins

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  • rafael_mingato Rafael Mingato
    2019-05-06 21:18:43 -0300 Thumb picture
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      fagnerale · 6 months ago · 2 pontos

      Já dei ultras, humilhations, mais até hj acho que não fiz todos os "fatalitys"(não sei o nome), tinha personagem que tinha 2 ou até 3

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  • 2019-05-06 08:53:22 -0300 Thumb picture
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    Atari Lynx: o primeiro portátil com tela colorida

    Medium 3720003 featured image

    Em 1986, 3 ex-funcionários do Amiga se unem para criar um novo sistema de aparelho portátil e logo foram contratados pela Epyx para trabalhar no projeto. Em janeiro de 1989, na CES, é apresentado pela primeira vez o Handy Game, em forma de protótipo. Com 4 botões de controle, 5 botões de ação, 2 alto-falantes estéreo e uma inovadora tela LCD colorida. Devido a dificuldades financeiras que a Epyx estava enfrentando, ela foi a procura de parceiros e a Atari fecha negócio com ela, financiando a propaganda e a produção enquanto a Epyx fazia os jogos. Ao final do ano, a Epyx declara falência e a Atari dá continuidade ao portátil, fazendo um redesenho completo do aparelho e o lançando sob o nome de Atari Lynx em setembro de 1989.

     O primeiro portátil com tela colorida da história também era o primeiro a apresentar configurações para destros e canhotos, bastando girar o aparelho ao contrário. Com uma orientação horizontal, o sistema vinha com um direcional em cruz, 2 pares de botões de ação, uma saída de som mono, mas ficava estéreo quando conectado com fones de ouvido, botões para ligar o aparelho, opções e reiniciar. Por dentro, ele vinha equipado com uma CPU de 16-bits customizada, Mikey e uma GPU de 16-bits, Suzy, que era capaz de escalonar e distorcer sprites na tela, permitindo efeitos de pseudo 3D belíssimos. Os jogos vinham formato de cartuchos e o cabo ComLynx permitia que até 15 outros portáteis pudessem ser conectados para permitir partidas em multiplayer. Tanta tecnologia devorava 6 pilhas AA em 4 ou 5 horas de uso.

     Foram lançados 5 títulos junto do aparelho. ElectroCop trazia um jogo de tiro com plataforma bem simples. Gates of Zendocon é um shoot ‘em up horizontal com 51 fases e uma jogabilidade bem rápida. Blue Lightning é o título de maior destaque do portátil, apresentando um jogo no estilo de After Burner com belíssimos efeitos de pseudo 3D para um portátil. Chip’s Challenge é um jogo de quebra-cabeças com visão superior e California Games, um porte de um dos maiores sucessos da Epyx para computadores domésticos, onde era apresentado uma série de jogos esportivos ambientados no verão. O portátil vendeu muito bem no mês de seu lançamento, mesmo custando mais do que o dobro que o GameBoy, 190 dólares.

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      andre_andricopoulos · 6 months ago · 4 pontos

      Protótipo sinistro...
      ...
      Super curioso.
      Não conhecia.
      ...

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      joanan_van_dort · 6 months ago · 2 pontos

      Já joguei nessa jabironga ae...
      Apesar das boas ideias que ele apresentou parte da execução não foi das melhores. Mas tem seus méritos. Ele é desconfortável de usar, os botões parecem longe demais uns dos outros e lembro também que tinha um certo delay entre acionar os comandos e o aparelho responder.
      Mas rodava super bem e os jogos eram bem bonitos por estarem na tela de um portátil, e isso fazia esses probleminhas desaparecerem.
      Pena que não era meu, acabava brincando emprestado. Se na época eu tivesse grana teria comprado um desses fácil, fácil. Era um bom aparelho.

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      darlanfagundes · 6 months ago · 2 pontos

      Que louco hein! Essa tela tá ótima! Mano, esse negócio tava muito a frente de seu tempo!

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  • 2019-04-26 08:47:05 -0300 Thumb picture
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    A importância e o desenvolvimento de Super Mario Bros. 3

    Medium 3718294 featured image

    Depois do sucesso massivo de Super Mario Bros. e a fraca aceitação do segundo jogo, que inclui apenas novas fases, uma super equipe de desenvolvedores da Nintendo se uniram para criar um jogo que extraia o potencial máximo do console na época, criando um jogo revolucionário e que é considerado, até hoje, como um dos melhores jogos de todos os tempos. Além de uma série de novos power-ups para Mario, o grande destaque do jogo é seu mapa separado por mundos que permite ao jogador escolher as melhores rotas para prosseguir. A equipe se esforçou ao máximo para trazer fases sempre diferentes, que acabou se tornando outro elemento de destaque do jogo. O jogo é ousado, que há conteúdo que aparece em apenas 1 fase e a torna especial, por exemplo, o sol e a botinha verde.

     Uma adição interessante para o jogo foi o inventário de itens, onde Mario podia guardar power-ups para usar na tela do mapa ou mesmo usar algum item especial no mapa, como o martelo, a nuvem e a caixa de música. Ao invés de enfrentar o Bowser várias vezes, o chefe final de cada mundo é um dos seus 7 filhos, com características e habilidades únicas. Claro que o jogo estava repleto de segredos. Dentre eles, temos a flauta, que serve como Warp Zone para viajar para outros mundos, o navio dourado de moedas e o jogo Mario Bros. de Arcade, que pode ser acessado apenas com 2 jogadores. As fases foram planejadas para dar muitas vidas e moedas no começo e níveis mais complicados conforme o jogo se aproxima do final.

     Para aprimorar os gráficos e dá uma diversidade maior a elementos de sprites para o jogo, foi criado um novo chip que criava coleção de sprites, permitia rolagem diagonal e dividia a tela em duas instâncias diferentes. O chip foi chamado de MMC3. O jogo apresenta um universo que dá a entender que tudo se passa em uma peça de teatro, pois vários objetos estão suspensos por cordas e ao final de cada fase temos o fim do palco. O compositor Koji Kondo foi o responsável pelas músicas do jogo e foi uma das tarefas mais difíceis de sua carreira. Ele experimentou músicas de vários gêneros e conseguiu casar cada trilha com a proposta de cada fase, mesmo que com melodias mais curtas nas telas de mapa.

     Durante 1988, uma grande crise de chips assolava a produção de cartuchos. Junto disso, os EUA se preparavam para o grande lançamento da versão americana de Super Mario Bros. 2. Devido a esses fatores, houve atraso de vários jogos japoneses em território americano, até mesmo Super Mario Bros. 3. Houve então uma oportunidade de divulgar o jogo e a marca Nintendo através de um filme. The Wizard, ou, O Gênio dos Videogames, saiu em dezembro de 1989 e mostrava vários jovens e adolescentes em uma cidade com várias competições de videogame. Vários jogos do NES apareciam no filme, mas o grande destaque ia para Super Mario Bros. 3 no final, apresentando o jogo ao público americano pela primeira vez.

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      old_gamer · 7 months ago · 5 pontos

      Esse é o game !

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      andre_andricopoulos · 7 months ago · 3 pontos

      Mano...e essa imagem do garoto jogando?
      ...
      Programa de tv ou feira de games?
      ...

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      joanan_van_dort · 7 months ago · 3 pontos

      Há relatos de pessoas que foram ao cinema ver o filme e iam embora depois que o novo jogo do Mario aparecia no concurso hahaha

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  • 2019-04-24 09:22:34 -0300 Thumb picture
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    #142 - Tetris [GameBoy] 1989

     Tetris foi criado para um computador russo em 1984. Desde então, o jogo foi portado para vários computadores e plataformas da época. Henk Rogers viu a demonstração do jogo em uma CES e procurou os direitos de licenciamento do jogo para Nintendo lançar junto com o Game Boy. A jornada para adquirir os direitos demorou para ser concluída, mas depois do lançamento do jogo, o GameBoy vendeu muito mais do que quando tinha só Super Mario Land no pacote. O jogo é bem simples. Peças de diferentes formatos vão descer pela tela e o jogador deve remanejá-las para formar linhas e liberar espaço. Foi o primeiro jogo a fazer o uso cabo Link, que permitia 2 jogadores disputarem uma partida, mas cada um com seu próprio GameBoy.

     - Um jogo tão simples, mas altamente viciante. Não tem como jogar um pouco desse jogo, pois depois que você perde, logo quer tentar de novo para alcançar pontuações mais altas. É possível escolher a velocidade que as peças caem e quanto mais rápida, mais pontos valem as linhas. O nível também sobe naturalmente assim que se apaga 10 linhas. No modo que as peças vem embaralhadas na base, devemos completar um certo número de linhas para concluir o jogo. A trilha sonora do jogo é muito clássica, mas tem poucas opções e tem hora que é melhor jogar sem música. O principal do jogo é manter uma estratégia para não ficar refém da peça comprida.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Tetris

    Platform: Gameboy
    785 Players
    26 Check-ins

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      joanan_van_dort · 7 months ago · 3 pontos

      Tem MUITA curiosidade sobre esse jogo que eu AMO.
      -É o jogo mais vendido de todos os tempos se somadas todas as plataformas e variações em que ele já foi lançado. Os números oficiais passam facilmente de 170 milhões de unidades físicas e digitais variáveis dos direitos iniciais de distribuição.

      -Não há como mensurar as versões e cópias piratas dele. Mas, assim como os Famiclones são para os consoles, Tetris é, sem dúvidas, o jogo mais pirateado de todos os tempos. Nem Mario ou Mario 3 estiveram em tantos lugares durante tanto tempo quanto esses bloquinhos. Eu mesmo tive vários Brick Games daqueles 9 in 1, 99 in 1, 999 in 1 e assim por diante, que tinham todo tipo de Tetris que poderíamos imaginar! Alguns inclusive que nem eram funcionais hahaha E ele apareceu em calculadoras, celulares, estava incluso em programas de PCs, relógios digitais e etc. Se sua impressora tiver um visor digital, pode ter certeza que alguém programou um Tetris pra rodar ali.

      -No documentário sobre a história e a febre que teve dele no final dos anos 80 e metade dos anos 90, diz que o criador, o Patjinov, "perdeu" os direitos para a URSS, já que lá dentro não havia a noção de posse e tudo pertencia ao estado soviético. Como ele havia desenvolvido dentro de uma instituição oficial em um computador do governo, a documentação simplesmente inexistia. Quando a URSS foi desfeita ele brigou pra conseguir recuperar os direitos e o dinheiro, mas até aquela data não havia conseguido muito sucesso, uma vez que a patente dele tinha sérios problemas pra ser legalizada na Europa e, por consequência, no resto do mundo. Fora da Rússia ela pertencia a uma empresa que nada tinha a ver com ele. Hoje, pelo que li sobre o assunto a última vez uns anos atrás, estava pra ser revertido, pois ele tinha a programação original salva em disquetes, mas não sei dizer se conseguiu. Tomara que sim! Até então ele vivia de dar aulas e palestras sobre sua experiência e história como criador de um dos maiores ícones da cultura pop mundial. Aos poucos foi se tornando uma celebridade.

      -A Sega ia lançar seu próprio Tetris no Mega Drive. Chegou até a produzir os cartuchos, caixas e manuais. Mas quando a Nintendo anunciou que havia conseguido negociar com essa empresa o licenciamento oficial em consoles caseiros, a Sega foi obrigada a tirar todos os jogos da linha de distribuição pouco antes de serem vendidos. Assim, essa versão não chegou a ser vendida oficialmente em lojas, apesar de ter sido "lançada" e algumas cópias distribuídas. Hoje custa os dois rins mais um carro zero km e talvez um olho também.

      -Tempos depois quando as produtoras descobriram que o contrato da Nintendo não tinha validade pra proibir variações do jogo nos consoles, cada uma lançou a sua. Isso aumentou ainda mais a Tetris Mania.

      -Sabendo disso, antes de perder os direitos, a Nintendo lançou sua própria versão alternativa variando de Tetris: Dr. Mario. Logo em seguida surgiu uma variação de Dr. Mario: Puyo Puyo, ou Puyo Pop aqui no ocidente, que se tornou o maior "rival" de Tetris e fez muito, mas muito, mas muito sucesso. Ainda hoje é uma marca extremamente rentável. Depois a Nintendo lançou suas versões de Puyo Puyo com Kirby's Avalanche e Wario's Woods. Os direitos de Puyo Puyo foram comprados pela Sega em 1998.

      -A Tetris Mania causa efeitos neurológicos temporários em quem fica muito tempo viciado no jogo. Estudos mostraram que a parte lógica e matemática do cérebro buga, e tem gente que começa imaginar peças de Tetris sendo conectadas em qualquer lugar, tipo em nuvens, pessoas, carros... Isso passa depois que a pessoa fica alguns dias sem jogar Tetris. Mas volta se a pessoa se viciar de novo.

      E por aí vai... É um jogo memorável tanto pela sua capacidade de prender o jogador em algo aparentemente tão simples mas ao mesmo tempo tão complexo, quanto pelo contexto em que surgiu e estourou no mundo e ainda repercute até os dias atuais. Mesmo depois de tanto tempo ainda é um sucesso mundial! Tanto que saiu recentemente um crossover entre Tetris e Puyo Puyo e que, assumo, é uma delicinha de jogar xD

      Chega que tá grande demais já! hahaha

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      joanan_van_dort · 7 months ago · 3 pontos

      Ah, e um adendo que esqueci. Tem quem diga que o sucesso de Tetris se deu por ter saído também no Gameboy, e isso impulsionou o jogo mundialmente. E que o Gameboy só fez o sucesso que fez por vir com Tetris incluso no pacote inicial. Foi uma simbiose, uma parceria mais que perfeita.

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      andre_andricopoulos · 7 months ago · 2 pontos

      Clássico...
      Sucesso de vendas...
      Criativo...
      Eu em particular não gosto mas é perfeito pra passar o tempo em filas de banco...🤩

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  • 2019-04-23 10:06:53 -0300 Thumb picture
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    Combo#141 [NES] (1989): Adventures of Lolo & Little Ninja Brothers

    A Hal Laboratory compila a série de jogos do MSX, Eggerland, em um jogo único para o Famicom. Na história, Lolo adentra uma torre com 50 salas e 10 andares para salvar Lala das mãos do rei Egger. O jogo é um puzzle de lógica com visão de cima, onde Lolo deve pegar todos os corações espalhados pela sala para abrir o baú com a gema que destrói todos os inimigos da tela e libera a passagem para a próxima sala. Tanto o tiro quanto alguns poderes simples são consumíveis. - Um jogo com gráficos e música voltado para crianças, mas que se mostra um complexo quebra-cabeça. Várias vezes temos novos inimigos e perdemos uma vida, pois ainda não sabemos como ele age, mas pelo menos temos passwords.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     A Culture Brain lança uma espécie de continuação do jogo Kung Fu Heroes lançado para Arcade em 1984. O jogo conta a história de Jack e Ryu, que partem para uma jornada a fim de descobrir os mistérios sobre a invasão de Chinaland. O jogo é um RPG tradicional, mas com o diferencial de permitir 2 jogadores e contar com um combate de ação com artes marciais. - Um jogo muito divertido ambientado na China antiga. O combate é simples, mas funcional. A exploração e a evolução dos personagens é típica de RPG, mas para ganhar novas habilidades, os irmãos devem passar por uma espécie de mini-game, que podem ser jogados individualmente na outra modalidade disponível no menu principal. A trilha sonora é legal e os gráficos bem variados.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Adventures of Lolo

    Platform: NES
    112 Players
    5 Check-ins

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  • 2019-04-18 10:06:56 -0300 Thumb picture
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    As séries animadas dos anos 80 baseada em games

    Medium 3716713 featured image

    A verdadeira explosão dos games veio em 1980 com Pac-Man da Namco. A Hanna-Barbera produziu a primeira animação baseada em games da história. A série foi ao ar em 25 de setembro de 1982 pela emissora ABC e contava o dia a dia da família Pac-Man na Pac-Land e suas desventuras com os tradicionais fantasmas. Teve um total de 44 episódios, 2 temporadas e foi encerrada em 1983. A rival CBS foi ainda mais ousada, lançando uma animação com 97 segmentos em setembro de 1983, a Saturday Supercade, produzida pela Ruby-Spears. A animação contava com história dos maiores ícones dos Arcades, cada um em seu próprio universo, mas com alguns crossovers. Frogger, Donkey Kong, Donkey Kong Jr., Q*Bert, Pitfall! e para a segunda temporada, Space Ace e Kangaroo. A animação teve seu fim em dezembro de 1984.

     Ainda na CBS, a produtora DIC Audiovisual, usando os direitos da Namco, lança uma curta animação com 13 episódios baseada no jogo Pole Position. O desenho iniciou em setembro de 1984 e terminou em dezembro do mesmo ano. Tinha personagens e tramas próprias, com apenas o carro vermelho semelhante ao jogo. Outra animação lançada entre setembro e dezembro do mesmo ano foi Dragon’s Lair pela Ruby-Spears. O desenho narrava as aventuras de Dirk e Daphne no castelo do dragão, mas o grande diferencial desta animação era quando o cavaleiro se via em uma enrascada, o narrador perguntava ao espectador quais ações ele poderia tomar. Durante o intervalo, mostrava cenas Dirk se ferrando com as opções erradas, simulando o jogo original.

     Após a crise de 1983 e a reviravolta nos games promovida pelo NES, a DIC conseguiu fechar uma parceria com a Nintendo depois de um ano para lançar episódios animados dos jogos mais populares do console. Super Mario Bros Super Show! trazia episódios animados baseada nos dois primeiros jogos dos irmãos encanadores. No começo e no final de cada episódio, havia uma atuação com atores reais interpretando Mario e Luigi, cheio de convidados especiais. A DIC também produziu The Legend of Zelda, baseada também nos dois primeiros jogos da franquia. Ambas tiveram péssima aceitação do público em geral e foram transmitidas, entre setembro e dezembro de 1989.

     Apesar do fracasso das animações anteriores, a DIC conseguiu emplacar com certo sucesso Captain N: The Game Master, que estreou também em setembro de 1989. O desenho narrava a história do jovem Kevin que foi sugado pela televisão e foi parar na Videoland. Lá, ele forma a N Team, formado pela nativa princesa Lana, seu cachorro Duke, Simon Belmont, Kid Icarus, Mega Man e o GameBoy. Os vilões também vinham de jogos mistos, como a Mother Brain, Dr. Willy, Ganon e outros. No Japão, o primeiro anime baseado em games surge em dezembro do mesmo ano. Dragon Quest narra as aventuras Abel e Tiala nas terras de fantasia baseada nos 3 jogos da série para enfrentar o vilão Baramos.

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      joanan_van_dort · 7 months ago · 3 pontos

      A maioria desses desenhos são dolorosos de assistir... principalmente os da DIC com as franquias da Nintendo. São grandes, enormes, gigantescos buracos negros da nossa força vital, do nosso desejo de viver. Eles sugam nossa alegria pra ser exposta como troféu em algum inferno por aí.

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      artigos · 7 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      volstag · 7 months ago · 2 pontos

      Parabéns, o seu artigo virou destaqu... digo digo...
      Cara, muito foda!! desses desenhos os que mais tenho saudade são do Mario Bros que a Globo passou, que eram baseados no mundo do Mario 3, o Capitão N cheguei a ver um pouquinho também.
      E no SBT o Pole Position era febre né, apesar de poucos episódios todo mundo adorava, passava no programa da Mara se não me engano.

      2 replies
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