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  • infernape aaaaaa
    2016-03-07 20:39:37 -0300 Thumb picture
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    Queria só dizer

    que to bem satisfeito com a Alvanista

    Sei lá sempre vejo post reclamando etc a Alvanista isso Alvanista aquilo

    Então queria dizer que to curtindo muito só acho que ta meio parado, mas de resto ta de boas

    Obrigado a todos que sigo

    35
  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-03-07 19:17:35 -0300 Thumb picture
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    A Alvanista

    Sabe, vi esses dias um post, obviamente de humor, sobre como ser popular na ~rede social de games~ e as dicas eram tipo "Poste action figures", "Seja um troll", "Poste off topics" e coisa do tipo. Claro que dei risada, mas comecei a reparar que é a realidade.

    Infelizmente poucos aqui estão com vontade de realmente discutir videogames, de conversar sobre isso. Mas há alguns motivos para isso...

    Ninguém está mais muito interessado em ler textos. Estamos na era do visual, ou melhor, do audiovisual... só que nem o audiovisual é tão forte mais, porque, se o vídeo tem mais de 10 segundos, as pessoas normalmente "não têm tempo para assistir". Então o melhor reduto é postar um quadrinho rápido, especialmente se for parodiando um jogo.

    Falo isso com propriedade, pois possuo um site de jogos  há 5 anos e meio (o http://jogadorpensante.com) onde 99% do conteúdo é escrito, e normalmente são textos bem longos, claro que intercalados com imagens e com formatação, mas é difícil encontrar alguém que lê do começo ao fim... o normal dos meus posts no site é ter 0 curtida e 0 comentário. De vez em quando algum artigo ou análise bomba, e aí temos tipo 10 comentários, 2 curtidas... Obviamente também não temos tanta fama porque nunca tivemos nenhum parceiro grande para propagandear.

    Claro que também há o fator de haver muitas pessoas extremamente tímidas, eu acredito que mais da metade da internet mantém o modo sombra ativado e nunca comenta em nada e nem posta nada, apenas lê. Há muitos fatores para isso, mas é de se levar em conta essa galera.

    O problema é que a Alvanista (@lola) também não colabora com os produtores de conteúdo escrito. Vejam as críticas... não sei se vocês repararam, mas diminuiu MUITO a quantidade de críticas publicadas. Passo dias sem ver nenhuma crítica nova de um jogo, e eu sigo 1500 pessoas (o máximo, e a Alvanista deveria rever esse número, já que é inviável ficar desseguindo umas 1200 pessoas que não acessam mais a rede, e que eu sigo desde que entrei, há muitos anos - não tenho esse tempo).

    Por exemplo, é horrível você escrever um texto onde você aplicou bastante tempo e reflexão, além de gastar suas impressões digitais em um teclado, e ter, no máximo, reações "Essa crítica foi útil: Sim ou Não". A burocracia de ter que COMPARTILHAR A CRÍTICA para comentar é muito lamentável... é chato, simplesmente. Eu não preciso querer compartilhar a crítica para fazer um comentário. @sikora, por que não podemos comentar nas críticas? Criar debate nelas?

    A @ssa entrou na rede há alguns meses e gostei muito do trabalho deles, de fazer as pessoas obterem novos seguidores e também novas pessoas para seguir, mas sei lá, eu ando vendo extrema morosidade. A rede parece ter reaquecido por um mês e parado de novo. 

    Eu fico muito triste, porque gostaria que houvessem muitos debates por aqui, mas o produtor de conteúdo escrito é deixado de lado. O post que comentei no início era muito engraçado, mas falava verdades: parece que o pessoal daqui não está muito a fim de discutir a indústria, o status do videogame, jogos... parece que estamos aqui para aplaudir a coleção alheia, irritar o coleguinha com zoeiras, postar memes, mostrar o novo vídeo falando sobre o novo filme do Capitão América (e marcando um jogo do Capitão América, claro, para criar a relação do FILME com o jogo, afinal essa é uma rede social de games).

    Eu queria que isso aqui fosse referência de debates construtivos sobre jogos. Poxa, eu vivo comentando sobre o que estou jogando, fazendo grandes postagens (em tamanho, se a qualidade é grande, cabe a quem lê) e sei lá, fico sinceramente chateado de ver um meme do "homem aranha nos Vingadores" (exemplo) ter mais curtidas do que meus check-ins, e de muitos outros. Entre nas páginas dos jogos e vá vendo as postagens, faça isso, e você verá quanto post com texto não tem sequer um comentário, sequer uma curtida. É desanimador.

    Temos que entender que a Alvanista NÃO É O YOUTUBE. Aqui a maioria só consegue recorrer à escrita e, quando essa é desmotivada, a rede social morre. 

    Não deixem o Alvanista morrer. Comente mais. Discuta. Apresente seu contraponto. Escreva sobre algo. Escreva algo inédito, como a relação que você fez entre Zelda Twilight Princess com o Pós-Modernismo alemão! Fuja do trivial, fuja do "Hueeeeeeeeeebrbhrbrbrbrbrbrrbr".

    Pode parecer um post de inveja e recalque, mas é só o que sinto. Nós, que escrevemos, estamos morrendo, mas ainda temos outros lugares para fazer isso. Se a Alvanista meramente virar apenas um mural para postarmos nossos vídeos e canais, é melhor apenas redirecionar o fã direto para o Facebook. Penso na Alvanista como local de debate e troca de informações... mas não vejo muito isso acontecendo.

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    • Micro picture
      zir0 · quase 3 anos atrás · 8 pontos

      teve uma época que fiz alvoroço por isso, postei varias vezes o slogam : "ninguém lê mais que 3 linhas no alvanita" , mas te asseguro ja fiz muitos artigos e textos mas 2 fatores me fizeram parar um pouco, 1 foi conhecer a falta de maturidade seria de algumas coissas na rede sobre se empontar com isso, e o segundo que notei que mais escrevia que jogava, chegou um ponto que só escrevia texto e jogava vezes por semana. tento abrir dialogo, postar porcaria, motivar a galera, posta noticias e principalmente experiencias de jogo, mas as vezes a galera so vai dar vida pela droga do gif..... fazer oque o mundo ta rápido nao esta morrendo so esta... bem mudando pra um treco que minha geração (25 - 32 anos) não compreende de forma tao facil.

      1 resposta
    • Micro picture
      tassio · quase 3 anos atrás · 7 pontos

      Eu leio (lia) as coisas, debato (debatia)... mas a gente acaba sendo o chato pros outros quando faz isso... povo não gosta de ser confrontado, não gosta de debater, tem que concordar e pronto se não é hater... não acho que a culpa seja da lola, ou do kawens ou de quem mais mantenha o site, a culpa é de quem está na rede mesmo... por isso que tem o player.me... ou o VK...

      3 respostas
    • Micro picture
      matheusps92 · quase 3 anos atrás · 6 pontos

      E ainda tem o detalhe de quando você tenta debater alguma coisa nos comentários a) ou você é ignorado completamente ou b) as pessoas discordam de uma maneira agressiva e te ofendem sem motivo. Eu até tento comentar nos check-ins que a galera faz em alguns jogos que eu já joguei e tal, mas muitas vezes nem mesmo a pessoa que fez o check-in quer conversar =/

      4 respostas
  • burningorpheus Mauricio Cesar Ramos de Souza
    2016-03-07 20:08:30 -0300 Thumb picture
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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2016-03-05 19:32:19 -0300 Thumb picture
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    Desafio da boa trilha sonora !!

    O que eu mais temia, aconteceu

    Fui marcado no @desafio pelo @caesar a fazer a lista da Trilha Sonora boa

    E porque eu temia ? Bom, porque eu sou péssimo com nomes de OST, apesar de terem muitas marcantes pra mim, eu não vou conseguir encontrar muitas porque não sei o nome
     kkkkkkkk

    Portanto os mais ligados a OST, já peço desculpas por não saber nomes de compositores e afins

    Mas , bora lá, eu montei essa lista bem diferente das outras q vi a galera postando, porque sempre usei soundtracks de games para descobrir bandas novas, sempre me focando mais nas soundtracks licenciadas.

    De qualquer maneira segue !

    Série Guilty Gear e Blazblue

    Oq é melhor do que descer a porrada ao som de solos de compositores japoneses ? Nada meus amigos, e tanto BlazBlue quanto Guilty Gear desde os seus primórdios, conseguem muito bem mesclar uma ost do c*ralho que dita bem o ritmo das lutas

    Outrun

    Eu acho que Outrun foi o primeiro jogo que me fez se ligar no que tava rolando ao fundo além do som estridente dos pneus fritando

    Mas o meu destaque não vai para os mids e sim para a versão de 2006 de Outrun lançada para ps2,xbox e psp

    Principalmente a versão de Risky Ride

    Legal que em Outrun 2 Coast to Coast vc podia comprar as versões de Mega pra ouvir tb

    Série Shin Megami Tensei

    SMT é um rpg que eu sempre atentei para a OST, e ela está no patamar de clássicos como FF e DQ

    Mas mesmo Persona 2 tendo uma OST absurdamente FODA, é aquele chiclete do Persona 4 que me fez cantar uma musica de batalha no chuveiro

    E não só Reach out the truth. Your Affection é outra q da um baita feels na memória quando ouvida tb

    E, pra fechar com SMT tenho que citar a OST do Persona 3 tb, q apesar de não ter zerado, tb tem o mesmo poder de ost do p4

    E pra finalizar....

    Série Tony Hawk's Pro Skater

    Eu não poderia colocar outra coisa aqui por "primeiro" lugar da lista

    THPS foi o jogo que me fez comprar um skate e praticar um esporte por quase 15 anos

    Além disso ele me apresentou ao punk rock e ao hardcore, sabe lá o q eu estaria ouvindo hoje em dia se nunca tivesse jogado THPS no lançamento do primeiro jogo.

    Todo mundo considera o 2 como o melhor jogo, e apesar dele ter musicas de bandas realmente importantes pro cenário

    Coloco tb a soundtrack do 4,Underground 1 e 2 e American Wasteland aqui

    thps4:

    Brody  Dalle <3

    thug1:

    thug2:

    thaw:

    BÔNUS ROUND !

    Eu tive que editar esse post porque eu nunca me perdoaria se esquecesse a soundtrack de Jet Set Radio

    Não posso colocar todos os videos aqui, mas não tem uma música ruim !

    Pronto, desafio concluído !! hsauhsausaa

    Indico @gatts porque já havia avisado ele kkkk e tb @rafael_mingato, @tiagodantas e quem mais quiser fazer !! =D

    Regras do desafio:

    - Poste 3 trilhas sonoras de um jogo (pode ser de jogos diferentes se quiser);  - QUEBREI ESSA REGRA LOL

    - Caso queira falar um pouco da trilha e do porquê ela te marcou, fique a vontade, senão apenas poste a trilha;

    - Tente diversificar o estilo das trilhas, caso tenha escolhido o mesmo jogo para as 3 (tipo uma música mais animada, outra pra momentos mais tristes, etc).

    Shin Megami Tensei: Persona 4

    Plataforma: Playstation 2
    1485 Jogadores
    214 Check-ins

    17
  • 2016-03-05 17:06:44 -0300 Thumb picture
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    <p>#img#[256659]</p><p>#img#[256660]</p><p>#img#[25 - Alvanista

    Shin Megami Tensei: Persona

    Plataforma: PSP
    429 Jogadores
    138 Check-ins

    17
  • vector Gabriel
    2016-03-05 17:57:03 -0300 Thumb picture
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    Você conhece Crash Landed?

    Medium 3276016 featured image

    Crash Landed foi o último projeto da franquia Crash para consoles de mesa, logo após Crash Mind Over Mutant em 2008 a Radical Entertainment começou a trabalhar em um novo jogo da franquia, mas precisamente um reboot, ele seria desenvolvido para PS3 e Xbox 360 e depois portado para Wii e DS, junto com ele também estava sendo trabalhado um spin-off para acompanha-lo, de nome provisório "Crash Team Racing 2010". 

    O jogo foi cancelado após 2 anos de desenvolvimento, quando a Activision adquiriu a Sierra e suas subsidiárias, que incluía a Radical Entertainment, durante uma onda de demissões em massa que ocorreu em 2010, a Activision fechou a divisão que estava em cargo de Crash Landed e não passou para nenhuma outra desenvolvedora, assim cancelando o mesmo.

    Como eu tinha adiantado Crash Landed seria um reboot, a história do jogo seria sobre Crash resgatando seus amigos bandicoots que são sequestrados por Dingodile a mando de Cortex, depois do Crash ter sido mutado e descartado por não ter adquirido maldade, aquela velha história que já conhecemos, em uma das artes conceituais é mostrado que os bandicoots estariam em locais bem perigosos até Crash os salvar.

    O mundo seria semi-aberto como Twinsanity com caminhos lineares a seguir e áreas opcionais para explorar, teria uma variedade de gadgets que seriam possíveis de cria-los encontrando itens pelo cenário, entre os gadgets revelados tínhamos um sapo dentro de uma garrafa, apelidado de frogzooca, que permitia capturar inimigos com a língua e um jetpack feito de garrafas e vaga-lumes. 

    Também teríamos momentos de montaria no jogo, com um javali, remetendo ao primeiro jogo do Crash de 1996. 

    Assim como nos últimos jogos lançados "of the Titans e Mind over Mutant", Crash teria uma barra de vida e teria um detalhe engraçado sobre isso, ele perderia as calças e correria só de cueca se sofresse um dano muito alto, uma referência a Ghosts'n Goblins.

    O jogo também teria efeitos do tempo, como ciclos de dia/noite e mudanças climáticas, mas não se sabe se isso afetaria o gameplay, apenas que a noite Crash enfrentaria inimigos bem maiores.

    A trilha sonora seria feita pelo grupo Spiralmouth, o mesmo que cuidou da trilha sonora de Twinsanity e Tag Team Racing. Essa seria a música tema, foi liberada pelo Gabriel Mann um dos membros do grupo.

    Demo de DS

    Também foi feita uma demo, pela Renegade Kid, que estava concorrendo com outras desenvolvedoras para fazer o port de DS, essa demo foi feita em 1 semana.

    O jogo teria uma grande campanha publicitária, o McDonald's iria lançar uma promoção com um case de DVD, que teria a demo do jogo, um mapa detalhado de Wumpa Island com suas características e o lanche especial chamado McWumpa. 

    Fonte: Crash Mania

    Crash: Mind Over Mutant

    Plataforma: Playstation 2
    601 Jogadores
    5 Check-ins

    33
    • Micro picture
      vieira_san · quase 3 anos atrás · 3 pontos

      Não sabia dessa. Maldita Activision, esse teria potencial pra ser do nível dos do PS1.

    • Micro picture
      joaoleonardo015 · quase 3 anos atrás · 2 pontos

      Muda esta postagem para o formato "Artigo", é um tema muito grande para um simples texto.

      13 respostas
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      andrexdl23 · quase 3 anos atrás · 2 pontos

      Que tristeza!!! Esse seria definitivamente um jogo perfeito... =/

      1 resposta
  • ryusei Felipe Ryusei
    2016-02-29 18:32:28 -0300 Thumb picture
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    Cade o conteúdo?!

    Pessoas, seguinte, desde o meu recém "ensaio" de retorno a rede, percebi que meu feed anda bem parado. Muita coisa deve ter mudado por aqui nesse tempo, pessoas saíram, gente nova chegou, logo, preciso de pessoas pra seguir!

    Nunca fui muito relevante por aqui, mas alguns poucos me conheciam. Fui ativo aqui na rede a mais ou menos uma ano e meio atras, mas por diversos motivos pessoais, alguns delicados outros nem tanto, acabei me afastando. Porém, recentemente caí em uma massa de tédio sem fim e acabei lembrando da existência desse site.

    Costumava usar avatares da Naoto

    Mas daqui pra frente passarei a usar avatares do Shinjiro, que além de ser meu personagem favorito da ficção, tem muito mais a ver com o meu ser.

    Enfim, preciso de quem seguir pra dar um up no meu feed. Não sou a pessoa mais participativa do planeta, mas preciso de posts pra olhar, se não a rede perde o sentido. Vou seguir todo mundo que de certa forma interagir com esse post, da maneira que for. Quem puder ajudar a expalhar isso aqui, agradeço!

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  • dantedias Raul
    2016-03-02 19:59:28 -0300 Thumb picture
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    Estava internado

    Galera vocês  devem ter notado a minha ausência na persona e poucas postagens. 

    Mas tem uma razão, estava internado com uma forte alergia. 

    Tudo porque eu inventei de comer o que não posso.

    Obs: Depois dessa eu nunca mais vou  ser teimoso

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  • 2016-02-27 18:24:12 -0300 Thumb picture
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    Você deveria jogar: Vagrant Story

    Medium 3270459 featured image

    Vagrant Story é um action RPG lançado pela Squaresoft em 2000 que marcou muitos jogadores por sua excelência técnica, enredo envolvente e principalmente pela dificuldade implacável.

    Desenvolvido pela mesma equipe que produziu os icônicos Tactics Ogre Final Fantasy Tactics,   chefiada por Yasumi Matsuno, o jogo trazia muitas idéias que saiam dos clichês do gênero: nada de lojas, NPCs te dando dicas, wolrd map e nem mesmo o tradicional ganho de xp ao se matar inimigos, algo que  era uma das características que definiam um  RPG de videogame (ao menos na época porque hoje até jogo de puzzle tem level up XD).

    Praticante durante toda a aventura o jogador controla o protagonista Ashley Riot sozinho, enfurnado em catacumbas escuras ou templos abandonados enquanto massacra todo tipo de ser MALÉGNO que se possa imaginar, indo de zumbis a caranguejos gigantes, golens de pedra e dragões, muitos dragões,  enquanto tenta ao mesmo tempo, capturar o "vilão" Sidney Losstarot, resgatar o filho de um poderoso duke e entender que diabos está acontecendo consigo e com a cidade amaldiçoada de Leá Monde.

    Logo temos um dungeon crawler que se resume a exploração de labirintos e coleta de itens, mas com elementos bem únicos em termos de gameplay, até hoje por sinal. Mas falemos primeiro do enredo.

    Senta que la vem a história

    VS se situa no reino de New Valendia, que supostamente faz parte do mundo de Ivalice (Matsuno chegou a desmentir a ligação apesar de ter muitas referências a FFT)  mesmo universo de Final Fantasy Tactics e Final Fantasy XII, mas se passando em uma era diferente, provavelmente séculos depois do primeiro que por sua vez se passa séculos após os eventos do jogo de PS2. 

    O jogo começa em meio a uma crise política que beira a guerra civíl envolvendo as três forças que disputam o poder no lugar: O parlamento, representado pela  Valendia Knights of Peace (VKP), a igreja de St. Locus comandada pelo Cardeal e seus Crimson Blades e o Mullenkamp, um culto regioso que tem como líder o carismático e misterioso "profeta" Sidney Losstarot.

    O jogo inteiro se passa durante um período de 24 horas, com um epílogo contando os eventos de 2 semanas depois. Tudo começa quando Sidney lidera uma invasão a mansão do Duque Bardorba, um dos homens mais poderosos do parlamento afim de supostamente sequestra-lo aumentando a já complicada crise política do reino.

    Essa intro da reunião do parlamento você só vê se deixar o jogo parado na tela inicial e mostra os eventos que antecedem o inicio do jogo. Muita gente nunca assistiu ela.XD

    O parlamento resolve enviar dois Riskbreakers (a divisão "black ops" dos agentes do parlamento) para investigar a situação: o protagonista Ashley Riot (A.K.A. o Solid Snake medieval) e a novata Callo Merlose, que inicialmente deveriam apenas colher informações mas ao ver que a força tarefa do cardeal, os Crimson Blades liderados por Romeo Gilderstern ja haviam invadido o local também, supostamente caçando o Sidney, Ashley resolve aproveitar a confusão pra entrar na festa.

    Reinforcements? I am the reinforcements.—Ashley Riot

    Após alguns combates Ashley encurrala Sidney, que aparentemente não estava atrás do duque mas de algum segredo seu, e termina acertando uma flecha no coração do cultista. Para surpresa do heroi, o adversário parece imortal e se levanta invocando um dragão para "distrair" Ashley e  o convidando para descobrir a "verdade" na cidade amaldiçoda de Leá Monde,  para onde foge em seguida levando consigo o filho mais novo do Duque.

    Cara esse efeito de luz era awesome na época!

    A partir dai todos os eventos irão se desenrrolar na cidade de Leá Monde, um local abandonado a muitos séculos após um terremoto misterioso o deixar praticamente inacessível e cheio de seres bizarros e sendo conhecida como um local amaldiçoado  onde os poderes das trevas são mais fortes. Ashley e Merlose vão para o lugar seguidos pelos Crimson Blades que buscam algo que Sidnney possui.

    Como Ashley prefere trabalhar sozinho, deixa Merlose na entrada da cidade onde rapidamente é capturada por Sidney sem que o heroi saiba de imediato e ai o  jogo começa de verdade com Ashley explorando as muitas dungeons que compõem Leá Monde e percebendo que nem tudo que ele acreditava sobre o reino e principalmente sobre si mesmo era verdade. 

    O enredo é muito bom, com aquele clima de intriga política que Matsuno adora colocar em seus jogos, só que dessa vez tem um toque sheakspeareano: os diálogos usam um inglês mais arcaico e os personagens tem nomes de obras do escritor, como Gilderstern e Rosencratz, personagens de Hamlet, no entanto ele pode ser bem confuso numa primeira jogada por ter muita coisa interligada acontecendo e nada ser o que parece. 

    Sidney é mesmo um vilão? Ashley é mesmo um heroi? O cardeal quer mesmo acabar com as trevas? Que diabos são essas trevas? Dá trabalho conseguir essas respostas mas vale o esforço.

    Gameplay

    Bem, ja foi dito que se trata de um dungeon crawler de ação baseado em loot, mas o jogo tem um sistema de combate que difere de qualquer coisa, até hoje. 

    Como não existem NPCs  ou lojas,  a única forma de Ashley conseguir itens é através da coleta do que os inimigos deixam cair ao morrer: itens, armas, livros de magias (as magias são aprendidas usando livros chamados de Grimoires) e chaves são encontrados derrotando inimigos nas dungeons. 

    Não existe sistema de level up, mas Ashley pode ter seus atributos RPGisticos (SRT, LUCK, MAG, HP, MP) aumentados de duas formas: sempre quem matar um chefe ou através de itens especifícos encontrados em baús ou dropados pelos inimigos. Nas duas formas o personagem aumenta um desses atributos em até 5 pontos mas sempre de forma aleatória (dificilmente cai nos 5), mas existem uma coisa ainda mais importante que os atributos do Ashley, são as afinidades.

    No jogo cada arma e equipamento, tanto seu quanto dos inimigos tem afinidades em relação a tipos de adversário (besta, fantasma, maligno, humano...) e aos elementos: água, fogo, terra, ar, escuridão e luz e essas afinidades influenciam DIRETAMENTE no dano ou capacidade de atacar ou se defender.

    Dai chegamos ao elemento chave dos sitema de combate que deixou muita gente maluca (no bom e mal sentido) na época pois o jogo não explica muita coisa mas exige que o jogador domine as afinidades das armas para poder vencer os inimigos. É muito fácil (e frustrante) chegar num boss e ver que todas as armas que tem dão no máximo 1 ou 2hp de dano nele.

    Não existem weapon shops em Leá Monde mas Ashley como bom Rambo medieval sabe se virar sozinho e pode forjar armas novas combinando peças (lâminas e grips), também pode combinar peças das armaduras para criar outras e até reparar equipamentos usando as workshops abandonadas espalhadas pela cidade.

    Nesse sistema de forja/combinação reside 80% da compllexidade mecânica do game e definitivamente não conseguirei explicar aqui (até porque nem eu entendo isso direito), mas basta dizer que o jogo será mais fácil ou extremamente dificil se você dominar as regras confusas para combinação dos diferentes materiais e afinidades porque assim como as armas, cada inimigo pertence a uma classe e tem afinidades específicas, dai pra matar um fantasma por exemplo, é muito mais eficaz usar um cetro de prata que uma greatsword de ferro.

    Existem oito classes de armas e elas tem variações em suas lâminas: uma greatsword geralmente atinge mais pelo impacto que pelo corte da lâmina, ou pode-se ter um crossbow que usa flechas boas em perfuração ou em impacto. É "um pouquinho" complexo de entender mas com o tempo se pega o jeito. Dificil é dominar todas as fórmulas de combinações para conseguir armas do melhor materia (damascus) e com as afinidades maximizadas.

    É possível "grindar" as armas usando os dummies, bonecos de treino espalhados em pontos estratégcos de Leá monde. Existem bonecos de todas as classes e afinidades, dai se tiver MUITA paciência e disposição você pode tornar qualquer arma eficiente contra qualquer inimigo bastando bater por algumas horas no boneco com as afinidades contrárias as dos inimigos que quer matar. Parece horrível né? E é. MAS a boa notícia é que é possível encontrar armas prontas ja com afinidades certas pra cada ameaça. Assim pode-se ignorar completamente o sistema de forja. Palavra de quem jogou 3 vezes sem usar XD.

    Como Ashley só pode carregar até oito armas por vez, é recomendável ir separando oito armas com atributos e classes diferentes pra ter uma chance maior em áreas de inimigos novos.

    O combate do jogo mistura tempo real com turnos. Dá ra se movimentar livremente pelo cenário e apertando o botão círculo  Ashley saca a arma equipada e entra em modo de combate. Apertando círculo mais uma vez irá aparecer um grid esférico cujo tamanho depende da arma equipada (uma faca vai ter um range muito menor que uma lança né?). Esse sistema lembra muito o modo de combate de Parasite Eve, só que bem mais encorpado pois o jogo mostra todas as partes do corpo do inimigo que podem ser acertadas, te mostra também a afiidade e tipo  de inimigo e ainda quanto de dano e a probabilidade de acerto (de 0 a 100%).

    Se mostrar que o dano vai ser muito pequeno significa que a arma que está usando não tem atributos bons contra esse inimigo e não adianta insistir com ela, por isso é bom ter várias diferentes sempre a mão.

    Mas não acaba por ai, ainda existem as chain abilities e o Risk. Ashley começa a "relembrar" após o primeiro chefe de habilidades secretas que ele tinha em sua carreira como riskbreaker. Essas habilidades podem ser associadas a um dos botões de ataque (quadrado, triângulo e círculo) e permitem fazer combos. Para isso, basta apertar um dos botões ao atacar os inimigos, mais ou menos em meio segundo aparece uma exclamação na cabeça de Ashley e se apertar outro botão nesse momento ele emenda outro ataque, dai pode-se ir emendando ataques e encaixando efeitos dos mais diversos, tipo, repetir 100% do dano do ataque anterior, deixar o inimigo com status negativos como poison, paralisia, etc e até sugar hp e mp deles.

    Parece bacana né? Só tem um probleminha: quanto mais hits vc dá no inimigo mais aumenta o Risk de Ashley. Quando esse valor que é mostrado abaixo da barra de HP dele chega a 100 o personagem vai errar a grande maioria dos golpes e ficar extremamente vulneravel a receber critical hits dos inimigos, mas tem uma chance maior de fazer ataques críticos tbm.

    Por isso é bom usar as chain abilities e combos com cuidado. Geralmente é recomendável deixar o Risk sempre o mais baixo possivel. Tanto risk quanto HP e MP do Ashley se recuperam sozinhos com o tempo principalmente se ele estiver fora do modo de combate. É possivel recuperar usando itens tbm.

    Definitivamente não é um sistema amigável, mas também não é impossível de conseguir entender ao menos o suficiente pra terminar o jogo. As chain abilities aliás, são uma boa forma de ignorar completamente o sistema de afinidades, pois usando algumas vc pode infligir danos altos as qualquer inimigo independente do status e da arma utilizada. Cada arma tem uma quanidade de Phantom Points que se acumulam conforme você as usa. Quando eles chegam ao máximo a arma fica menos eficiente causando menos dano nos ataques. Você pode ir num workshop e reperar a arma pra ele voltar a sua capacidade normal OU pode usar a chain ability phantom pain para descarregar esse valor no inimigo. 

    Como muitas armas tem mais de 100 pontos e a maioria dos bosses não tem mais que 500hp  (incluindo o final boss) dá pra usar a estratégia de acumular PP nas oito armas (usando a chain ability Instill) e descarrega-las no boss com a Phantom Pain. Garanto que funciona, só não é muito elegante XD

     Existem as defense abilities tambem. Elas funcionam apertando um dos botões quando Ashley está pra ser acertado por golpe ou magia inimiga, no mesmo esquema das chains, na hora em que aparecer a exclamação aperta-se o botão e a defense ability associada a ele entra em ação. Muitoo util, principalmente as que absorvem o dano e as reflect damage/magic, que jogam até 40% do dano sofrido de volta no inimigo.

    Além de tudo isso ainda temos as Break Arts, técnicas especiais que Ashley aprende com as armas e causam diversos efeitos ou muito dano, mas consomem hp dele também. Cada classe de arma tem 4 break arts e eleas desbloqueam conforme se mata inimigos com essa arma. Olha todas ai:

    E o resto?

    Na parte técnica o jogo e um dos tops do PS1. Lançado perto do fim da vida comercial do console o jogo extraiu o máximo do que o Playstation tinha a oferecer em termos visuais: os modelos dos personagens são muito bem feitos, cheios de detalhes e bem expressivos, mexendo até a boca quando falam. 

    Parece pouco hoje em dia mas se comparar com outros clássicos do PS1 como Resident Evil ou principalmente Metal Gear Solid vai ver que a coisa estava em outro nível. Pena que o jogo não tem dublagem.

    Os gráficos do game eram destaque nas avaliações das revistas e sites, com efeitos sensacionais pra época como o esquema da luz sobre os personagens e texturas em "alta definição". Definitivamente um dos melhores visuais poligonais de sua geração!

    Na parte musical a trilha foi composta pelo respeitável Hitoshi Sakimoto (FFT, TO, FF XII, Valkyria Chronicles) e tem aquele pegada orquestral épica que ele costuma fazer, destaque para os temas de batalha:

    O visual excepcional e extravagante dos Ashley e de seus parceiros/inimigos vem do incrível Akihiko Yoshida, que assim como Sakimoto é antigo parceiro do diretor Matsuno desde Ogre Battle no Snes e tem aquele estilo visual bem único e cheio de detalhes, com endumentárias bem esquisitas mas ao mesmo tempo estilosas. Vai dizer que a bermuda com nádegas à mostra do Ashley não é cool pacas?hehe.

    Ah, quase esquecia de dizer que o jogo tem uma estranha (as vezes irritante) fixação por puzzles envolvendo caixas e blocos. No começo são bem simples mas alguns das dungeons opcionais são bem infernais de resolver.Mas dá pra relevar.

    Personagens principais:

    Da esquerda pra direita temos:

    Callo Merlose

    Agente de inteligência e espionagem novata dos Riskbreakers é enviada pra colher informações no caso da invasão da mansão Bardoba e encarregada de auxiliar Ashley. Não tem experiência em combate e passa quase o jogo inteiro como refém de Sidney e Hardin, mas até que consegue ajudar o Ashley em alguns (poucos) momentos graças a um inesperado poder.

    Joshua Bardorba

    Filho caçula do duque Bardorba e chamado por ele em alguns momentos do jogo de "minha alma". É levado cativo por Sidney e Hardin no prólogo do jogo e permanece mudo devido ao trauma até o final dele.

    John Hardin

    Escudeiro e a coisa mais próxima de um amigo de Sidney, Hardin o segue meio relutante na incursão por Leá Monde, sempre questionando o verdadeiro propósito de Sidney, apesar de manter-se leal a ele até o fim. Ele tem o poder da clarevidência, podendo projetar sua visão para lugares distantes e é o responsável pelas irritantes portas seladas com magia que você terá de destrancar durante o jogo

    Duke Aldous Byron Bardorba

    Um dos homens mais poderesos do parlamento, aparece bem pouco no jogo mas é a fonte de grande maioria dos eventos ocorridos. Tem um segredo importantíssimo para a trama.

    Ashley Riot

    O protagonista do jogo é um dos melhores Riskbreakers dos VKP, frio e mestre de praticamente todos os estilos de luta existentes, é uma verdadeira máquina de matar totalmente focada na missão dada por seus superiores, prefere agir sempre sozinho e encara qualquer coisa que vem pela frente. Tem um trauma do passado que quando esclarecido muda completamente sua percepção do mundo.

    Sidney Losstarot

    Carismático líder do culto Mullerkamp, Sidney é chamado de profeta por seus seguidores, temm poderes sobrenatrais, capacidade de invorcar criaturas e monstros das trevas, teleporte e ainda é aparentemente imortal. Ele captura o finho do duque e atrai Ashley para a cidade amaldiçoada de Leá Monde com um objetivo em mente que só se esclarece no final.

    Romeo Gilderstern

    Líder dos Crimson Blades, a guarda de elite do Cardeal, Gilderstern tem um interesse por algo que Sidney possui e fará o possível para conseguir. É muito poderoso e está sempre acompanhado por sua noiva Samantha.

    Jean Rozencratz

     Um misterioso Riskbreaker que  aparece dizendo ser enviado como apoio para Ashley e lhe dá várias informações sobre seu passado. Mas como tudo no jogo tem outros objetivos não tão nobres  também.

    Extras

    Se você é daqueles que curte "platinar" jogos esse game pode ser um desafio e tanto. Ele tem uma lista de Achievements, chamados de Titles no jogo que vão de terminar o jogo em menos de 10h a usar todas as classes de armas 500 vezes ou matar 5000 inimigos. Coisa hardcore.

    Existem duas porcentagens no jogo: uma para os mapas e uma para os baús e é impossível completa-las na primeira jogada pois só no New game+ se tem acesso a todas as áreas do game, incluindo a temível Iron Maien B2 (um inferno) e a boss mais difícil do jogo, Asura, além do modo time attack conta bosses. 

    Dai se quiser completar o mapa e baús do jogo tem que terminar ao menos duas vezes.A duração media do game na primeira vez é em torno de 35h, com boas armas no NG+ da pra reduzir esse tempo pela metade ou ainda menos pegando alguns atalhos e pulando algumas dungeons.

    Trívia

    Vagrant Story é considerado como um jogo da Ivalice Alliance pois o mundo de Valendia tem muitas similaridades com Ivalice e o jogo é repleto de itens que fazem referencia a FF Tactics e seus personagens como o perfume da Lady Agrias, ou os ossos de Orlandu/Orlandeu, o colar de Beowulf e outras referências a "Zodiac Brave Story"

    Tentaram fazer uma HQ na época do lançamento do jogo, mas feita por americanos ficou meio tosquinha e acredito que só tenha tido a primeira edição vendida em feiras de comics na época.

    Se alguém achar completa em PDF manda o link pffv ^^

    -Foi o único jogo do Playstation a conseguir nota máxima na famosa revista japonesa Famitsu. Nessa época tal nota era extremamente rara, tanto que dezenas de excelentes jogos do console nunca conseguiram. Hoje ela sai distribuindo 40/40 pra qualquer visual novel famosa ou simulador de gatinhos.

    -O jogo foi sucesso de crítica mas o complexo sistema de combate acabou afastanto muita gente. Ha quem o compare hoje em dia ao "Demon Souls" do PS1 de tão punitivo e sem orientação que é o gamepplay.

    -O final deixa em aberto uma possibilidade de continuação mas o fato de não ter tido grande impato comercial e não ter mais ninguém da equipe original trabalhando na Square-Enix dificulta a chance de vermos Ashley novamente.

    Porque você precisa jogar

    Bem, se leu esse wall of text e ainda não se convenceu fica difícil, mas insisto que deveria ao menos dar uma chance pro esse clássico absoluto do PS1. A narrativa é muito boa, o visual ainda é agradável se você não for daqueles que só joga new gen e a experiência que ele proporciona é única.

    É possível emular facilmente no PC ou em smartfones, e tem baratinho na PSN podendo ser jogado no PS3 e PSP (recomendado) tranquilamente. 

    Pode ser meio assustador no começo pela falta de orientaçã, mas depois que pega o jeito fica viciante. Jogo ele a anos e nunca enjoou.

    Se é daqueles que curte desafios e acha que a série souls é hardcore, vale dar uma olhada também.

    Como sempre seu comentário é a recompensa pelas horas que gastamos escrevendo essa montanha de texto (que provavelmente a maioria nem lerá U_U) então diz ai se jogou, se tem algum trauma como jogo se também tem saudades do Ashley ou tatuou a Blood sin nas costas como esses malucos: https://www.google.com.br/search?q=blood+sin+tatt... ^^

    Vagrant Story

    Plataforma: Playstation
    2519 Jogadores
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      axlrage · mais de 2 anos atrás · 4 pontos

      Me pergunto até hj por que esse jogo não tem um remake?! As vezes a Square se porta feito uma babaca querendo viver só de Final Fantasy --' Deixando outros títulos bons serem engavetados. U_U

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      vieira_san · quase 3 anos atrás · 3 pontos

      Um dos RPGs mais brutais que existe, um game que se você não souber jogar vai te bater e muito. Obra prima, pena nunca ter conseguido terminá-lo por problemas de emulação, qualquer dia compro na PSN.

      1 resposta
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      burningorpheus · quase 3 anos atrás · 3 pontos

      Alguém Leu minha mente, eu ia pesquisar sobre esse jogo agora pra dar uma olhada

      1 resposta
  • arai Thiago Arai
    2016-02-27 21:08:58 -0300 Thumb picture
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      jclove · quase 3 anos atrás · 3 pontos

      Pior que isso só quando ELA era caia no Marin Karin do final boss e soltava diarahan nele depois de meia hora de batalha U_U

      Mas amo a Mitsuru-sama assim mesmo S2 hehe

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      deathcorps · quase 3 anos atrás · 2 pontos

      Meme saído do pessoal que não botava Heal/Support.

      Btw porque cura da Mitsuru se ela só pega em alvo? Yukari ta no jogo desde a primeira dungeon .-.

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      burningorpheus · quase 3 anos atrás · 1 ponto

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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