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  • wjoanes Wellington Joanes
    2019-07-18 23:02:38 -0300 Thumb picture
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    Preciso de ajuda, Brasil!

    Gente, na última semana o meu PS4 fica tipo ejetando sozinho, como se o botão estivesse sendo pressionado. Já fiz os tutoriais que achei na internet e nada... 

    Alguém já passou por isso? Não quero nem posso pensar em mandar para um técnico nesse momento por motivos de dinheiro mesmo hahaha

    HELP

    29
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      rax · about 8 hours ago · 2 pontos

      Não tenho PS4 para te ajudar,mas compartilhei :)

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      thecriticgames · about 8 hours ago · 2 pontos

      Aquele share pra ajudar.

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      wjoanes · about 8 hours ago · 2 pontos

      Obrigado, meozamigo! Que Deus lhes paguem! ❤❤❤🥰

  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2019-07-18 22:47:00 -0300 Thumb picture
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    Uma (não tão) breve introdução a ATELIER

    Atelier, essa série que em 2017 completou seus 20 aninhos de vida com praticamente um lançamento (as vezes até mais) por ano, e que se tornou a IP principal da Gust, que apesar de não parecer.......

    Não faz só Atelier !

    Mas enfim, o interesse na série cresceu com o anuncio de Atelier Ryza (e em toda sua....saúde) , fazendo muita gente que até então ,cagava, não ligava muito pra Atelier se interessar em correr atrás dos antigos games da série, mas que nem sabe por onde começar.

    Assim como eu fiz com Neptunia algumas semanas atrás e você pode conferir clicando nesse enorme e bonito link , eu resolvi fazer outro post citando por ordem de lançamento os games da série Atelier com uma breve introdução de cada um. E lá no final do post aqueles que eu considero os melhores pra cada um começar suas aventuras por essa série que é tão cuti-cuti e excelente pra te deixar louco com tanta lista de item q vc vai precisar seguir =D.

    Lembrando que, as datas de lançamento correspondem ao primeiro lançamento de cada game, eu também não sei quais dos lançamentos em Japonês, receberam patches de fãs, então entre ficar incompleto e falar merda, resolvi não citar quais tem tradução por fãs disponíveis, caso alguém queira completar aí nos comentários, de preferência educadamente, ficarei feliz em adicionar ao post depois e dar os devidos créditos

    Estamos entendidos ?

    Bora

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    Trilogia Salburg

    Atelier Marie - The Alchemist of Salburg 1 - 23/05/1997 -  PSX e Saturn

    Salburg é a cidade onde se localiza a Academia de Salburg, famosa por graduar os melhores alquimistas do continente. MARIE é uma das estudantes dessa academia e apesar das notas desastrosas dela, Marie é esforçada, mesmo que esse seu esforço nunca traga resultados. Como solução Ingrid, sua instrutora, resolve de que Marie precisa aprender alquimia de modos não convencionais, ela autoriza a garota a abrir um Workshop e prestar serviços de alquimia na prática, enquanto continua seus estudos, entretanto Marie tem 5 ANOS para criar um item que seja do agrado de Ingrid e se formar na academia.

    O jogo tem 7 finais (6 na versão original) cada final depende de ações que o jogador realiza no decorrer do jogo.

    Atelier Elie - The Alchemist of Salburg 2 - 17/12/1998 - PSX

    Se passando 6 anos após os eventos de Marie, em Atelier Elie, nossa heroína Elie é salva por Marie e como inspiração ela resolve seguir os passos de sua salvadora, para isso ela se inscreve na mesma academia de Salburg para estudar. O jogo tem uma natureza meio "open-world" dando liberdade ao jogador e possuí 10 finais além de 2 Bad Endings

    Em 2001 o Dreamcast recebeu uma versão dupla de Atelier Marie+Elie esse disco ficou famoso por trazer um virus destruidor para os computadores da época, o Kriz que apagava o seu windows no dia de Natal

    Atelier Lilie - The Alchemist of Salburg 3 - 21/06/2001 - PS2

    Mesmo sendo o terceiro jogo da trilogia, Lilie se passa 20 anos ANTES de Marie, e quase 25 anos antes de Elie, apresentando novos personagens além de mostrar a versão mais nova de vários personagens que eram conhecidos dos outros dois jogos. 

    Ao chegar no continente de Salburg a Alquimista Lilie tem o sonho de criar uma Academia no continente, visto que Salburg era muito atrasado em relação ao continente vizinho de El Baldor, Lilie precisa da aprovação do rei, Schigsal, para que sua academia seja criada, para isso ela conta com a ajuda de Hermina e Ingrid (a mesma Ingrid instrutora de Marie) alquimistas renomadas de El Baldor.

    Hermina, é outra personagem que recebeu um game próprio completamente obscuro fora do Japão chamado de Atelier Hermina and Culus : Atelier Lilie Another Story no PS2 em 2001.

    A trilogia de Salburg teve vários spin-offs e adaptações, além da já citada versão virótica de Dreamcast, o Game Boy Color recebeu suas versões de Marie e Elie, o GBA recebeu Marie, Elie & Anis : Message on the Gentle Breeze, além do já citado Hermina do PS2, todos entre 2001 e 2003.

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    Duologia Gramnad

    Atelier Judie : The Alchemist of Gramnad - 26/06/2002 - PS2

    O primeiro game da série Gramnad é outro que ficou só no Japão, 8 anos mais tarde o PSP recebeu uma versão chamada Atelier Judie : The Alchemist of Gramand - Imprisioned Guardian (porque claramente eles não tinham como deixar o nome ainda maior) mas a versão do PSP também não viu solo ocidental mesmo em 2010.

    A protagonista é Judith Volltone que vive sozinha no Workshop herdado de seus pais, Judie é especialista na criação de medicamentos e pega pedidos de habitantes da vila onde vive para sobreviver.

    Um dia um aventureiro pede para que Judie cria um item chamado de "Hourgalss of the Dragon" item esse que possuí habilidades de alterar o espaço tempo. Enquanto sintetizava tal item um fio de cabelo de Judie cai dentro do caldeirão, fazendo com que ela viaje 200 anos no futuro.

    O objetivo principal de Judie é recriar o Hourglass of the Dragon, para isso ela viaja por 5 cidades e conhece aliados e inimigos no processo. A versão original do PS2 possuí 2 finais, um em que Judie volta ao seu próprio tempo e outro onde ela fica no futuro. A versão do PSP recebeu um terceiro final.

    Atelier Viorate : The Alchemist of Gramnad 2 - 26/06/2003 - PS2

    Viorate se passa 20 anos após os acontecimentos de Judie, e curiosamente algo em torno de 1 ano após os eventos de Atelier Elie. O game também foi lançado para o PSP dessa vez em 2011 mas não com um nome menor Atelier Viorate : The Alchemist of Gramnad 2 : The Memories of Ultramarine.

    Na peninsula a sudoeste de Gramnad fica o continente de Kanalland, onde numa vila pequena chamada de Karotte Village, nossa protagonista Violet vive com seus pais. os pais de Violet querem sair de Karotte Village a ponto de dar uma vida melhor para Violet e seu irmão, Bartholomaus, entretando a idéia não agrada Violet, que quer continuar na vila.

    Após um sonho, Bartholomaus acorda Violet, contando a ela que chegou o dia em que seus pais deixarão a vila, Violet tem uma idéia fixa de abrir um shop na cidade, mesmo sem o suporte de seu pai. Os pais de Violet voltarão a Karotte Village 3 ANOS depois, nesse tempo Violet e seu irmão precisam provar que são capazes de tocar o shop sozinhos.

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    Trilogia Iris - A partir da trilogia Iris todos foram lançados oficialmente em inglês (exceto os que forem falados) então as datas passam a ser dos lançamentos americanos.

    Atelier Iris: Eternal Mana - 28/06/2005 - PS2

    O game segue a história do jovem Klein Kiesling, um aventureiro que esta viajando com seu amigo, o Wood Mana, chamado Popo a fim de aprender mais sobre alquimia. Um dia ele é salvo por Lita Blanchimont, uma jovem caçadora de monstros, chamados de Galgazit, ela logo oferece uma vaga no grupo para Klein e ambos passam a trabalhar juntos na cidade de Kavoc.

    A Alquimia em Regallzine, a terra da saga Iris  não é o foco principal como nos games anteriores, Alquimistas são raros e normalmente se focam em estudar a lendária cidade de Avenberry e os feitos de Iris Blanchimont (notaram a semelhança de sobrenome com Lita ?) que viveu em Avenberry's Fall. Aqueles que não se focam em estudar o mundo, buscam por receitas, ou artefatos que podem ser sintetizados. Na perspectiva do gameplay, dessa vez a sintetização se dividia em Itens de Mana, que são criados com a ajuda de espiritos chamados de Manas e Itens Normais, como as receitas e explosivos, para criar itens com o poder de Mana, os alquimistas precisam destruir itens, como pedras e barris de madeira, transformando-os em elemento base.

    Atelier Iris 2 : The Azoth of Destiny - 26/04/2006 - PS2

    Mais um Prequel,  The Azoth of Destiny conta fatos passados antes de Eternal Mana, e gira em torno de Felt Blanchimont e Viese Blanchimont, Enquanto Felt luta na guerra civil, Viese o ajuda criando itens. Dessa vez o jogador explora dois mundos diferentes ao mesmo tempo, Belkhyde com Felt e Eden com Viese. O Segundo game também é o primeiro a mostrar a aparência de Iris, que da nome a saga.

    Atelier Iris 3: Grand Phantasm - 29/05/2007 - PS2

    Provavelmente a porta de entrada de muitos na série, a história se passa em Zey Meruze, uma cidade que lembra muito a arquitetura e construção de Veneza, pois ela é cortada por canais com Fairies oferecendo serviços de gondoleiros. Entretanto, Meruze também possuí portais para outras dimensões, chamadas "Alterworlds" onde humanos não conseguem ficar por muito tempo sem serem expulsos. Iris, que nesse jogo é uma Alquimista amadora, e seus amigos Edge e Nell trabalham como Raiders para a Guilda, uma organização que troca serviços com a população por dinheiro, quase sempre tais missões envolvem em adentrar um Alterworld, mas também podem ser missões básicas, como encontrar um pet perdido.

    Quase todo o game se desenrola no time de Iris e os ranks da Guilda, mas a história real do jogo está no livro selado que Iris possuí e que só pode ser aberto quando 8 gemas forem coletadas.

    A série Iris não recebeu nenhum port para outros consoles além dos originais do PS2, entretanto, ela recebeu um spin-off chamado Iris no Atelier : Eternal Mana 2 After Episode para Softbank 3G e FOMA90x sistemas de celulares do Japão em 2006

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    Duologia Mana

    Mana Khemia: Alchemists of Al-Revis - 01/04/2008 - PS2

    Apesar de contradições, ambos os games da série Mana são contados pela Gust como games da série principal e não spin-offs.

    Mana Khemia conta a história de Vayne Aurelius, filho do lendário alquimista Theofratus que desapareceu pouco depois do nascimento de Vayne. Desde então Vayne passou a viver como um eremita solitário, acompanhado apenas de Sulpher, seu mana em forma de gato. Vayne então é convidado a ingressar na Al-Revis Academy, para alquimistas em treinamento e liderados pelo reitor Zeppel. Logo Vayne cria laços com alguns amigos e é designado a fazer parte do Atelier de Flay Gunnar, um estudante repetente auto-proclamado "Defender of Justice",  Jess uma garota um pouco desastrada e Nikki uma garota-fera, mais tarde Pamela a fantasma residente da escola, Anna um espadachim de 11 anos que teve seu nome trocado com o de sua irmã (por isso ele tem o nome de mulher) , Roxis o filho de um famoso alquimista e Muppy um alien encontrado pela equipe integram o time de 8 personagens que ajudarão Flay e Vayne a elevar o rank do Workshop de Alquimia. O jogo se desenrola nos 3 ANOS em que Vayne passa na academia com o desenrolar ele descobre ter um importante papel na trama, quando forças do mal começam a enviar outros alunos atrás de Vayne.

    Mana Khemia recebeu em 2008 um port para o PSP, chamado de Mana Khemia : Student Alliance.

    Mana Khemia 2 : Fall of Alchemy - 28/08/2009 - PS2

    O ultimo game de Atelier no PS2 . Mana Khemia 2 possuí Razeluxe Meitzen ou Raze e Ulrika Mulberry como protagonistas de uma mesma história, mas que pode ser jogada separadamente, onde na história o time de Raze cruzará com o time de Ulrika dentro de Al-Revis.

    Ele se passa 15 anos após o primeiro Mana Khemia, onde tanto os Manas quanto a alquimia estão em declinio e Al-Revis está prestes a ser fechada. Raze é um jovem trabalhando para a casa Valendorf, um exímio guerreiro sem quando interesse em alquimia. E Ulrika é uma jovem de uma pequena vila com zero conhecimento em alquimia, mas que ingressa em Al-Revis para estudar e aprender mais sobre o seu ovo de Mana. o Caminho de Raze foca no seu passado de maneira mais séria, enquanto o de Ulrika tem um tom mais comico, e foca na origem dos Manas.

    Mana Khemia 2 foi um dos ultimos lançamentos oficiais do PS2 em inglês já quase no final da vida do console, uma versão extendida assim como do primeiro, foi lançada para o PSP, mas ficou apenas no Japão.

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    Nesse meio tempo o Nintendo DS,  recebeu 3 games de Atelier exclusivamente para ele

    Os 3 games do DS trouxeram de volta o estilo dos games clássicos da era PSX de volta.O primeiro que ficou apenas no Japão foi Atelier Lise : The Alchemist of Orde -  19/04/2007

    Em Atelier Lise, controlamos Lisette Randal, a filha mais nova da familia real de Randel. O Rei Randal é um homem doce e gentil com seus subalternos, e ele faz questão de que sua familia viva de acordo o seu rank. Infelizmente ele consegue tal feito emprestando dinheiro do banco de Rockheim a maior instituição financeira do continente, que como clausula coloca a posse de todo o reino caso o valor não seja pago até a data limite. A princesa Lisette foge e se abriga no reino vizinho de Orde, onde logo ela percebe o grande crescimento do reino no ramo da alquimia, ela logo  usa todo o seu dinheiro para montar um Atelier a fundo de recuperar o dinheiro devido pela sua familia e conquistar o reino novamente

    O jogo tem multiplos finais, que dependem de quão rapido Lise conseguiu pagar a divida

    Atelier Annie : The Alchemist of Sera Island - Foi o único game do DS com lançamento oficial em inglês - 27/10/2009

    Annie Eilenberg é uma garota preguiçosa que espera se casar com um homem rico para nunca precisar trabalhar. Seus pais preocupados consultam o avô de Annie que foi um grande alquimista e ele decide enviar Annie para a Ilha de Sera a fim de força-la a estudar alquimia e criar uma carreira, chegando na ilha Annie involuntariamente se torna uma das participantes de uma competição a fim de desenvolver um resort na ilha.

    Ela aprende alquimia pela tutela de Pepe, uma fada que seu avô contratou para ajuda-la, Annie também conhece Hans Arlens, um dos membros do comite de desenvolvimento da ilha, ele leva Annie até a cerimonia de inicio da competição, onde ela descobre que o premio principal é a mão do filho do rei da ilha, assim como o título de Meister. Annie percebendo a possibilidade do casamento perfeito tão almeijado por ela, se compromete em trabalhar duro para vencer a competição.

    O jogo tem 7 finais que dependem das ações do jogador no decorrer do game.

    Atelier Lina : The Alchemists of Stralh - 22/12/2009

    Foi o ultimo Atelier de DS também lançado apenas no Japão, alias, um dos ultimos games da série a ficar restrito ao solo Japones.

    A protagonista Lina Alterier recém-graduada Alquimista encontra seu melhor amigo Luon Volk para contar a novidade quando eles percebem que a floresta ao norte está em chamas. Mesmo com os esforços de Lina e Luon para impedir a destruição completa da floresta as fadas que ali viviam culpam os humanos pelo ocorrido. Agora Lina e Luon tem 3 ANOS para reviver a floresta ao seu estado original.

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    Quadrilogia Arland

    Atelier Rorona : The Alchemist of Arland - 28/09/2010 - PS3

    A entrada da série na era PS3 trouxe grandes mudanças em visuais e combate

    O game inicia mostrando a cidade de Arland, que está apresentando leves traços de uma industrialização, e também do uso de tecnologia magica de uma civilização antiga. Nós somos introduzidos então a Rorolina Frixell (ou Rorona, para encurtar), que é forçada a trabalhar sob as ordens de Astrid Zexis uma alquimista mestra, para quitar uma dívida de seus pais que estão sempre viajando para explorar o continente.

    Um dia Sterkenburg Cranach (Sterk) , um cavaleiro de Arland, vai até o Atelier de Astrid para informar que o shop deverá ser fechado a menos que Astrid e Rorona provem que o Shop pode ajudar na economia da cidade que é desacreditada com a alquimia. Astrid então joga toda a responsabilidade na coitada da Rorona, que precisa passar por 12 exames no periodo de 3 ANOS.

    Atelier Totori : The Adventurer of Arland - 27/11/2011 - PS3

    Atelier Totori acontece 8 anos após Rorona, no jogo Totooria Helmold é uma jovem aspirante a alquimia treinando sob a tutela da grande Rorolina Frixell.

    Gisela Helmold mãe de Totori é uma famosa aventureira, que misteriosamente parou de realizar visitas a sua casa nos ultimos 2 anos. Assim que Totori fica mais velha ela deseja descobrir o paradeiro de sua mãe, tornando esse o objetivo principal do game.

    Atelier Meruru: The Apprentice of Arland - 22/05/2012

    Atelier Meruru é o primeiro jogo da série que ocorre "in between". Durante os eventos de Atelier Totori, Gio, o comandante da republica de Arland estava visitando seu velho amigo Dessier, rei de Arls, um reino na zona rural, muito longe de Arland. Gio propoe a Dessier unir os reinos. Esse plano de união não começa até um ano após os eventos da aventura de Totori chegarem ao fim.

    Diferente de Arland, Arls não utiliza de alquimia ou ve a pratica como algo "util", assim o reino de Arland resolve mandar uma alquimista de renome para Arls. Totori é enviada para abrir um Workshop nos arredores de Arls. A Princesa Merurulince Rede Arls, não é muito ligada na politica do reino e seguidamente escapa do castelo, logo conhecendo Totori e criando certo interesse pela prática da Alquimia. Meruru passa a visitar "Miss Totori" com frenquencia para aprender mais sobre a alquimia.Durante o prologo Totori envia Meruru e sua amiga Keina Swaya para coletar ingredientes na floresta onde Keina é atacada por um grupo de monstros, após a vitória as garotas retornam para Arls.

    Meruru então é confrontada pelo serviçal do castelo Rufus Falken, Rufus leva Meruru de volta ao castelo onde ela é forçada a confrontar seu pai.Bravo porque ela saiu do castelo, e da cidade novamente Dessier rejeita o sonho da garota de se tornar uma alquimista; Ele insiste que ela deve cumprir com suas obrigações reais e auxiliar na junção dos reinos que acontecerá em 5 anos. Frustrada Meruru sai da sala do trono determinada a realizar seu sonho, indo até Totori e se auto declarando sua aprendiz, mesmo alertada que ela não poderá se tornar uma alquimista sem aprovação de seu Pai. Meruru então se compromete em cuidar do Atelier até que ele mude sua visão das coisas.

    A trilogia inicial de Arland foi portada para o Vita recebendo o sufixo PLUS entre 2012 e 2013. Atelier Rorona foi portado também para o 3DS com o nome acrescido do prefixo NEW em 2015 apenas no Japão. E a trilogia foi então portada para o PC, PS4 e Switch em Dezembro de 2018 chamado de Atelier Arland Series DX contendo os 3 games com todo o conteúdo das versões de PS3 e Vita.

    Atelier Lulua: The Scion of Arland - 21/05/2019 - PC. PS4 e Switch

    Atelier Lulua é o quarto jogo da série Arland. No game Elmerulia Frixell é a filha de Rorona, ela vive em Arklys uma cidade na fronteira do reino de Arland, e é treinada sob a tutela da agora alquimista renomada Piana. O grande sonho de Lulua é superar sua mãe, um dia ela encontra um livro que apenas ela consegue ler, este livro contém toda a verdade sobre o reino de Arland, assim como revelações especiais sobre os poderes de Lulua.

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    Trilogia Dusk/Twilight

    Atelier Ayesha : The Alchemist of Dusk - 05/04/2013 - PS3

    Ayesha passa numa terra remota chamada de Land of Dusk. Essa terra foi uma vez o lar de uma civilização avançada e prospera na arte da alquimia mas com o passar dos anos essa arte foi esquecida e a vestígios dessa civilização apagados da história.

    Nossa protagonista é Ayesha Altugle, uma garota vivendo num workshop remoto onde ela cria medicamentos. Após a morte de seu avô e o desaparecimento de sua irmã Nio, ela passou a viver sozinha com Pana, sua vaca de estimação.

    Um dia Ayesha ve um vulto do que aparenta ter a silhueta de sua irmã nas ruínas de Altugle Herb Garden, onde ela se encontra com Keithgriff Hazeldine um alquimista andarilho. Assim Ayesha e Pana partem numa jornada atrás de Nio.

    Atelier Escha & Logy: The Alchemists of the Dusk Sky - 11/03/2014 - PS3

    O jogo começa 4 anos após o inicio de Atelier Ayesha, mas se passa na Land of Twilight, uma terra que no passado foi muito próspera na arte da alquimia, no presente para impedir o previsto "End of Dusk" o povo de Land of Twilight resolve redescobrir a arte da alquimia e concentrar seus poderes em revive-la.

    A história se passa na cidade remota de Colseit onde o desenvolvimento de um projeto para atingir a "Unexplored Ruin" esta acontecendo. Essas ruínas foram descobertas nos céus onde Colseit foi construída.

    Os dois protagonistas são um jovem chamado Logix "Logy" Fiscario, um alquimista que deixou sua antiga vida para trás depois de tristes circunstancias, para viver em Colseit e ajudar na exploração das ruínas, lá ele conhece Escha Malier, uma jovem alquimista que será sua companheira de trabalho no projeto. O foco do game da uma "guinada" quando ele passa a ser focado na criação de uma "Airship" para chegar nas ruínas nunca exploradas, um dos grandes problemas é conseguir o motor para a máquina, que leva o passado de Logy à ser trazido de volta.

    Atelier Shallie: Alchemists of the Dusk Sea -13/03/2015 - PS3

    Shallie conta duas histórias com duas protagonistas que compartilham, o mesmo nome...Shallie

    Ela começa 10 anos após o inicio de Ayesha e 6 anos após o inicio de Escha e Logy. Quando as reservas de água de Oasis Town começam a secar as plantas e animais começam a sentir fome e sede. Duas alquimistas com métodos diferentes de trabalho se encontram. Enquanto Shallistera pretende encontrar uma maneira de salvar sua aldeia da morte, Shallotte Elminus busca se tornar uma alquimista renomada.  A história de Shallistera irá revelar a verdade e os mistérios que foram descritos ao longo da série Dusk, enquanto a história de Shallotte vai girar em torno da vida diária do mundo. Depois de se conhecerem, Shallistera e Shallotte crescerão cumprindo metas, trabalhando juntas e a amizade entre ambas passa a ser o foco principal da história.

    A trilogia Dusk também foi lançada no Vita com o sufixo PLUS entre 2014 e 2016

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    Trilogia Mysterious

    A mais recente e completa trilogia de Atelier.

    Atelier Sophie : The Alchemist and the Mysterious Book - 10/06/2016 - PC, PS4, PS3 (apenas no Japão), Vita 

    O jogo conta a história de Sophie Neuenmuller, uma jovem e inexperiente alquimista que vive na cidade de Kirchen Bell e segue os passos de sua falecida vó ajudando os habitantes da cidade na criação de itens de cura e outras tarefas, um dia Sophie encontra um livro falante chamado Plachta, cujas memórias estão ligadas à alquimia e com todas as páginas em branco, Sophie deve completar Plachta para que ela recupere suas memórias. Nessa missão Sophie conta com a ajuda de Monika Ellmenreich e Oskar Behlmer seus dois melhores amigos, além de novos habitantes que vão chegando a Kirchen Bell e a história passa de uma pacata vida na cidadezinha para uma luta pelo destino do mundo.

    Atelier Firis : The Alchemist and the Mysterious Journey - 07/03/2017  - PC, PS4 e Vita

    Firis Mistlud é uma jovem garota que vive na cidade de Ertona, cidade essa que é isolada do resto do mundo por um enorme portão onde apenas algumas pessoas podem passar. Um dia, Sophie de passagem acaba entrando em Ertona (explodindo a parede mesmo) e descobre a peculiar habilidade de Firis de encontrar pedras preciosas apenas pelo instinto, mostrando que Firis pode se tornar uma grande alquimista, Sophie decide que Firis deverá sair para o mundo exterior pelo período de 1 ANO, a fim de realizar o exame para alquimistas na cidade de Reisenberg acompanhada de sua irmã, a caçadora Liane Mistlud, caso Firis consiga passar no exame, ela ficará livre para viajar o mundo o quanto quiser.

    Atelier Firis foi o primeiro game da série a ser totalmente Open-World mudança essa que não foi muito bem aceita por vários fãs da franquia, principalmente pelas limitações do PS Vita que prenderam a Gust em extrair todo o potencial da engine.

    Atelier Lydie e Suelle: The Alchemists and the Mysterious Paintings - 27/03/2018 - PC,PS4, Switch e Vita (só no Japão)

    Os eventos do jogo se passam 4 anos após Firis, as gêmeas Lydie e Suelle Malen vivem na cidade de Merveille, na capital de Adalett, num atelier que não muito respeitado que é regido pelo pai delas. O sonho das garotas é um dia ter o melhor atelier do reino, um dia enquanto trabalhavam em uma encomenda elas escutam vozes vindas do subsolo do atelier onde seu pai nunca havia as permitido entrar, lá elas descobrem pinturas que permitem viajar a outros mundos repletos de materiais unicos para alquimia que nunca haviam sido utilizados.

    Da trilogia Mysterious Sophie e Lydie & Suelle deixaram o limite de tempo característico da série de lado o jogador é livre para explorar os games do inicio ao fim como bem entender.

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    Considerações finais

    Ufa, eu falei q não seria tão breve assim kkkk

    Como eu comentei lá no inicio ao meu ponto de vista, para quem nunca pegou um game da série, e quer experimentar, eu recomendaria começar pelos Mana Khemia de PS2 se vc quer uma experiência mais "old-school"  ( o em inglês do DS, seria ainda mais perto dos de PSX). depois seria a trilogia Iris. Para quem quer uma coisa mais atual, vai logo no Sophie, ele é o mais tranquilo de todos os recentes em dificuldade. O acesso mais fácil aos 4 de Arland também é bacana mas o Rorona é um inicio bem punitivo pra se jogar sem um guia, pois ele tem limite de tempo apertado

    É isso aí galera

    [off] E PELOAMORDARABADA2B @grindingcast, a Gust é a produtora do Atelier, não sei quem leu meu comentário no feedquest mas isso aí é conhecimento básico porra kkkkkkkk [/off]

    Fuis ! Até o próximo o/

    Atelier Sophie: The Alchemist of The Mysterious Book

    Platform: PC
    23 Players
    24 Check-ins

    32
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      rax · about 9 hours ago · 2 pontos

      Mana Khemia 1 e 2 S2 <3 S2

      Excelente post aliás.Já tava precisando um post aqui dessa série :D

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      jcelove · about 8 hours ago · 2 pontos

      Caraca senpai, és o mestre dos rpgs com lolitas. Não sabia que era pós graduado em Atelier tbm.hehe
      Apresentação muito boa da série, eu so conhecia alguns, de vista.hehe

      1 reply
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      zefie · about 8 hours ago · 2 pontos

      O PS3 é era 128-bits? Eu achava que era o PS2 O_o

      E uma curiosidade legal: o nome original do Atelier Ayesha fica traduzido literalmente como "the alchemist of the dusk land" (Tasogare no Daichi no Renkinjutsushi). Eu não sei por que demônios eles tiraram o "land" do título em inglês, já que isso justamente faz os nomes dos três jogos combinarem e dá muito mais sentido para o plot do jogo.

      2 replies
  • rax
    2019-07-18 18:30:03 -0300 Thumb picture
    rax checked-in to:
    Post by rax: <p>Da série famosa "piscou o olho bem rápido eo o R
    Hyper Light Drifter

    Platform: PC
    169 Players
    56 Check-ins

    Da série famosa "piscou o olho bem rápido eo o Raquix já zerou outro game."

    K7,eu sabia que o game era bom pelos elogios e pelo pouco que eu joguei,mas não sabia que seria algo que me surpreendesse sinceramente.

    Esse era um que tava querendo jogar faz um tempo.Ainda mais que é um indie de respeito e foi feito pelo Game Maker (que eu saiba foi feito pelo game maker ao menos,mas enfim...)

    O game é basicamente falando,uma mistura um tanto doida,futuristica,bem executada e melancólica de Zelda a Link to The Past e Diablo,mas com uma originalidade sem igual.

    Primeiro indie que jogo no qual praticamente não tem texto no game.Ele tenta se expressar e se comunicar visualmente e pela trilha sonora (que é um show.)

    Não pretendo falar do plot nem momentos finais pq como eu disse é tudo visual praticamente no game (salvo alguns pequenos textos em warps e etc.,mas bem poucos.)

    Hyper Light Drifter é um dos casos raros que o game chega num ponto que por muito pouco,e eu digo,por MUITO POUCO eu poderia considerar um game simplesmente perfeito.

    Não estou exagerando.A pixel art desse game é uma das mais lindas que eu já vi se não a mais linda que eu já vi até hoje.

    Jogabilidade ótima,trilha sonora excelente,forma de narrativa executada de uma forma excelente,fator replay ótimo,game com bastante auxilio ao jogador com várias warps,checkpoints,dificuldade desafiadora na medida certa,inimigos variados,ambientação excelente que combina com o universo caótico e ainda com uma duração boa que te da um gostinho a mais depois de terminar.

    Meu unico problema que eu tive é que eu achei a navegação meio confusa desse game (mesmo com o mapa) e um pouco do desing em alguns lugares do jogo.

    Me surpreende como esse jogo combina em ser divertido e ao mesmo tempo ter um nivel artístico e de expressão incrível.

    Fora que ainda tem algumas partes de descontração (tem uma parte assim no game mas quero que descubram jogando mesmo haha.)

    Simplesmente,uma Masterpiece esse game.

    Já faz 3 anos que o game lançou e parece que lançou ontem ele,pq não parece um game de anos (ao meu ver.)

    Baita surpresa esse game.

    Concerteza um game e tanto que me surpeendeu esse ano.

    Quem curte games indies (ou nem curte),de uma olhada nesse game sério vale apena.

    Se vc curte games de ação e aventura,curte games com uma "pegada" Zelda Link to The Past e curte games desafiadores,esse jogo é pra você simplesmente.

    Mas se não tudo bem.Vale apena a jogatina de qualquer forma.

    Mais do que recomendado o game.

    Review do Nautilus para quem quiser ver ou estiver curioso:

    Faixas da OST que eu mais gostei reescutando agora pouco:

    The Midnight Wood

    A Chorus of Tongue

    Cascades

    24
  • 2019-07-17 19:52:19 -0300 Thumb picture
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    Memória nos games 5

    Jogo: Super Mario 64

    Plataforma: Nintendo 64

    Deixei de postar esse dias mais uma memória compartilhada de algum game pra vocês,mas bora lá.

    Esse aqui foi um caso até engraçado numa jogatina descompromissada minha no Super Mario 64.

    Basicamente eu tava jogando o game normalmente até conseguir a Wing Cap.

    Depois voltei ao Mundo 1 e usei a Wing Cap pra ficar voando na fase.

    Na boa,a sensação de usar a Wing Cap e voar em uma fase que você só andava,pulava e corria é uma sensação sem igual.

    No meio das minhas "voadas" (uahsuahsuahsuahsh) eu pensei "será que eu consigo chegar até ao Sol da fase?",e pronto,foi só esse pensamento que me fez levar a ficar inspirado e tirar esse print.

    Basicamente voei até os céus no game (sério aushaushaush) e tentei ir o mais perto do Sol que eu consegui e tirei esse print.

    Na hora quis tirar esse print porquê eu achei bem poético esse print e uma sensação excelente tentar voar até o Sol da fase.

    Logicamente não cheguei a encostar no Sol,mas valeu a tentativa.

    Se for parar para interpretar esse print,realmente é algo lindo de se ver e de uma certa forma,acabei me expressando ter tirando esse print também.

    Uma sensação única simplesmente.

    Legal que pras gerações futuras,eu posso dizer que "voei até o Sol no Super Mario 64" uahsuahushaushaushaus.

    Só falta depois eu dizer "No meu tempo,eu ia até o Sol nos games pra ver no que dava" UAHSUAHSUHAUSHAUSHUAHS XD.

    Uma excelente memória desse game para se lembrar e guardar ;)

    Super Mario 64

    Platform: N64
    14988 Players
    198 Check-ins

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      thecriticgames · 1 day ago · 2 pontos

      Eu conheci o Super Mario 64 por revistas e fui poder jogar ele somente nas locadoras por curto tempo, demorei até o tempo dos emuladores para vivencia-lo dignamente, sobre a emoção de se voar como você falou eu consigo imaginar principalmente por causa dessa geração (PS1, N64) que abria os horizontes tridmensionais pra gente, poder ir até o fundo do cenário, tentar chegar aos limites daquele mundo acho que toda criança sempre tentava isso. E sobre voar ara o SOL, eu sempre fazia isso no Ace Combat 3 do PS1 a cada caça eu tentava ver até onde ele conseguia chegar, o legal é que quanto mais potente mais longe o caça ia, mais legal que isso só tentar fazer isso nas fases do espaço.

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-07-17 16:11:43 -0300 Thumb picture
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    Especial 10 dos 1000 (parte 2): Os 10 Prediletos

    Depois de zerar 1000 jogos, comecei a pensar em várias listinhas e outras coisinhas para se fazer aqui no Alvanista, mas acabo sem tempo de fazer ou mesmo esquecendo.

    Pensei comigo "quais são os jogos que mais curti? Quais jogos fazem valer a pena jogar videogame? Quais eu amo tudo o que é relacionado e quero ter colecionáveis, tatuagens etc?"

    De cabeça lembrei de um bocado, sendo eles novos e velhos. Alguns bem clichês, outros mais incomuns. Cheguei a olhar a lista aqui no site de tudo que terminei pra ver se não faltavam alguns e depois de muito trabalho, cheguei a conclusão que amo muitos títulos. Depois dei uma peneirada e tirei jogos que não se zera (como Fortnite) e outros que dependem de galera pra ser melhor ou que são apenas versões mais atualizadas de séries consagradas (como Mario Karts). No final ficaram 19 jogos, que penei pra eliminar 9 e deixar as coisas o mais breve possível (mas que serão mencionados no final da postagem.

    Vale lembrar que não há uma ordem lógica aqui e que são jogos do MEU gosto!

    -10: Mario 3 e World

    Comecei roubando e já com dois clichês: Super Mario Bros 3 (Nes) e Super Mario World (Snes). O 3 foi o primeiro jogo que joguei, e muito, na vida e já colocou os meus "standards" lá em cima. O único jogo que me divertiu de maneira  igual foi o World, quando ganhei meu primeiro console: o Snes. Há muita discussão na internet até hoje sobre qual é o melhor, e geralmente concluímos que a resposta se baseia em qual você cresceu jogando. Pessoalmente, fico um pouco puxado pro lado do 3 por toda a temática e inimigos (o World tem muito elemento esquisito que nunca mais apareceu, como aqueles Rex, Galoomba e muitos outros). Felizmente ambos os estilos estão sempre voltando nos Mario Makers da vida e muitas de suas características destroem jogos como New Super Mario Bros. U.

    |

    -09: The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Falei sobre esse jogo na crítica que fiz assim que o terminei, mas resumindo: foi um jogo que eu achei que seria overrrated, que comecei e deixei de lado antes de sair da área inicial e que acreditei que não seria mais Zelda. Quando comecei pra valer e fui explorando e curtindo o jogo com calma, BotW foi se abrindo e mostrando sua verdadeira face. Um enredo simples, um mundo vivo e cheio de detalhes, que dá graça de explorar e conhecer. Ótimo pra quem só quer terminá-lo e para quem quer ir além (que com certeza vai curtir ainda mais). Referências pra todo lado, coletáveis, equipamentos de todos os tipos, puzzles, cores. Esse jogo é um amor que até hoje me seguro para não comprar novamente. Na minha opinião, o Zelda definitivo e daqueles jogos que dá pra recomendar pra todo tipo de jogador (apesar que sua dificuldade as vezes é meio alta).

    |

    -08: Star Fox 64

    A época do N64 foi épica! Não tinha lá muitos jogos, olhando agora, mas a qualidade das experiências era excepcional. Jogos como Mario 64, Donkey Kong 64, Ocarina of Time e outros tinham um carisma e um fator replay louco, assim como Star Fox 64. Nesse jogo, a primeira impressão era de que você voava e destruía os inimigos na tela e era isso. Mas na verdade o jogo tem uma estória muito bacana, caminhos alternativos, segredos e muitos motivos para explorar coisas que parecem apenas cenário. Depois de ganhar o jogo e fazer sempre a mesa rota, lutei bastante para descobrir como seguir pelos outros planetas daquela galáxia. Depois de MUITAS horas e finalmente conseguir, voltei meu foco a conseguir medalha em cada planeta e isso exigiu conhecer o jogo a fundo e extrair tudo dele. Muito divertido!

    |

    -07: Shenmue

    ESSE JOGO! Nada se compara a ele, nem mesmo Shenmue 2.

    Em Shenmue seu pai é assassinado e você vai atrás de vingança, buscando pistas de como achar os criminosos por trás do incidente. É como um filme de artes marciais, mas com um encanto da cultura japonesa e dos jogos da época.

    O fato é que a aventura simula a vida real, com você acordando de manhã, resolvendo as coisas pelo dia, que vai passando continuamente, marcando compromissos em determinados horários e dias, indo trabalhar etc. Na cidade onde você mora tem vida. Você vê as pessoas indo pra escola, pro trabalho, abrindo e fechando o comércio na hora certa. Elas sempre tem coisas diferentes para dizer e puts, é tudo muito lindo. No Shenmue 2 mesmo, o cenário deixar de ser o japão pra ser na China, muito mais feia e com pessoas ignorantes. Shenmue 1 ainda conta com outras coisas pra fazer além da campanha, sistema de estações e festividades conforme o dia e muita ação nas lutas cheias de artas marciais!

    |

    -06: Pokémon Crystal

    Aaaaah eu tô sempre falando desse jogo. Eu AMO a segunda geração do Pokémon. O visual do jogo é incrível, colorido e consagrou os Pokémons como conhecemos hoje (mais tarde voltei pro Pokémon Yellow e os monstrengos são bem feios). PC tem as duas primeiras gerações de Pokémon, 2 continentes com um total de 16 ginásios, uma trilha sonora fantásticas, um sistema de dia e noite, eventos que acontecem em dias específicos da semana e muita coisa pra você fazer e explorar. Eu adoro cada sprite desse jogos!

    Até curti as gerações seguintes e jogo até hoje, mas curto os designs dessa época, além de que ainda era uma coisa original e que todos os meus amigos próximos jogavam e amavam.

    |

    05: Fallout 3

    Todo mundo sempre falava de Fallout e eu curtia toda a estética. Resolvi começar dos princípios e achei meh. A galera daqui do site me recomendou começar pelos mais modernos mesmo, especificamente o 3. Comprei o jogo, levei mais um ano pra começar (já tinha o 4) e quando resolvi experimentar, apesar de esperar algo datado, eu AMEI F3. Cara, a estória é bem contada, o jogo é simples e complexo ao mesmo tempo, decisões tem efeitos, muitos monstros, equipamentos, personagens, habilidades para desbloquear, muita imersão, uma trilha sonora de primeira e, claro, um sistema de RPG original e muito bem feito.

    Uns amigos amam o New Vegas mas quando joguei, fui com tanta hype e nem achei muito bom e preferi o 4 a ele, mas 3 ainda é o meu favorito da série, sendo mais simples e menos enrolado (basicamente esses mais recentes meio que só repetem a fórmula mesmo). Graça a esse jogo eu virei fã da série, comprei o board game (que adoro também) e fiquei com muito mais vontade de jogar títulos mais antigos da Bethesda.

    |

    -04: Ace Attorney

    2009 e eu peguei meu primeiro Nintendo DS e fui atrás de séries que eu já queria muito jogar: Zelda e Metroid. Mais tarde, fui em busca de jogos que os donos do portátil amavam e sempre via Ace Attorney nas listas. Mas não me parecia apetitoso e nem fazia muito sentido pra mim. Baixei e comecei pelo 2 e não fui muito longe, mas algo me fez perceber que eu estava começando pelo errado e que deveria recomeçar e foi aí que eu entendi o jogo e amei. O enredo, PQP, é muito bom. A trilha sonora é uma das melhores e os casos são incrivelmente bem montados e inteligente. Nenhum jogo similar chega aos pés desa série, de verdade. 

    Mais tarde você percebe que casos do passado dentro do mesmo jogo ou dos jogos anteriores influenciam acontecimentos de casos do futuro e de uma forma brilhante. Hoje em dia existem 11 jogos, sendo 5 Phoenix Wrights, 1 Apollo Justice, 2 Miles Edgeworths, 1 com o Professor Layton e mais dois que acontecem no século 19 que não foram trazidos pro ocidente. Recomendo a  trilogia original ou pelo menos o primeirão, sem dúvidas!

    |

    -03: Diablo 2: Lord of Destruction

    Joguei esse jogo ao acaso em uma lan house com mais 3 amigos num dia a noite quando eu tinha uns 12 anos e adoramos a experiência co-op local. Anos depois eu comprei o jogo e fui atrás de terminá-lo e cara, esse jogo é excepcional, um marco da indústria de jogos. Ele faz como Pokémon Crystal fez com Yellow e aprimora a fórmula original, mas muito mais. Você cria um personagem baseado em classe, explora os incrivelmente imersivos cenários, se equipa, enfrenta monstros comuns, monstros únicos, chefes, abre mais atos com temas diferentes, curte uma estória muito boa e cheia de misticismo, aloca pontos com o level up e desbloqueia skills, faz personagens únicos, joga sozinho ou em lan ou online. Na minha opinião, Diablo 2 é como Dark Souls, sobretudo na temática e ambientação, mas de um gênero diferente.

    Entretanto, há muito mais motivos para um replay aqui, seja em dificuldades maiores depois de ter zerado, seja explorando por sets únicos super raros. O jogo está longe do conceito de pay-to-win de jogos similares recentes e longe do besteirol que é Diablo 3.

    |

    -02: Katamari Damacy

    Você conhece Katamari? Se não, tá vacilando! Na época do PS2 uns amigos falavam de jogar ele mas eu nem ligava e quando finalmente tive a oportunidade, há poucos anos atrás, fui atrás de Katamari Damacy, o primeiro de alguns jogos que saíram inclusive pra PS3, PSP e PS Vita. 

    Nesse jogo você é um rola-bosta que deve criar uma esfera com todo tipo de coisa que achar pelo chão até cegar a um tamanho mínimo por fase. A questão é que você só pode pegar coisas do tamanho ou menores que sua bola e as maiores só servem de obstáculo até que você tenha o tamanho mínimo.

    Em resumo, KD é um jogo com muita cara de Nintendo, com visuais sensacionais, cores vivas, um humor japonês muito divertido, gameplay diferente e uma trilha sonora de primeira. Hoje em dia há a versão Reroll no Switch! Recomendadíssimo!

    |

    -01: Xenoblade Chronicles

    Na época do Wii U,a Nintendo soltou num Direct o jogo "X", que fiquei muito interessado e que mais tarde seria revelado ter o nome "Xenoblade Chronicles X". Fiquei super interessado e surpreso que Xenoblade não era apenas um jogo que um amigo recomendava, mas algo relevante o bastante pra ganhar sequência e com tanto espaço num Direct. Comprei um Wii e fui atrás do primeiro jogo, que começa meio lento, mas logo se abre e se abre e se abre.

    Esse é um RPG focado em exploração que se assemelha um pouco com Final Fantasy XII, mas com cenários GRANDES e bonitos e muito mais carisma. O enredo é excelente, a trilha sonora é excelente, ambientação é sem igual. Não existe outro jogo como esse, embora seu visual seja bem "Wii" e ele já tenha duas ótimas "sequências". Se há um jogo que merece um remaster HD é esse, pois as pessoas merecem conhecê-lo!

    ============================================

    Curtiram a lista? Esses são os meus jogos favoritos, embora a lista vá além disso. Nada muito diferente nem nada, mas prometo que nas próximas a coisa será mais interessante (tipo Piores Jogos). Alguém aí também ama algum desses jogos?

    Termino o post com outros jogos que tem muita importância na minha vida:

    -Hotel Dusk

    -Professor Layton (a trilogia original, sobretudo)

    -Metal Gear V (amo a série toda, mas o 5 pra mim é o jogo que mais vale a pena, apesar de estar devendo o final da saga)

    -Banjo Kazooie

    -Warioware Touched (um dos jogos mais originais e divertidamente casuais possíveis)

    -Castlevania de GBA e DS e possivelmente o Symphony of the Night

    -Dragon Quest IV, V e talvez o IX

    -Donkey Kong Country 2 e 3 (mas amo todos eles)

    -Project Justice e Marvel vs Capcom 2 no quesito luta.

    35
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      vante · 1 day ago · 3 pontos

      Só jogaço ein! Tá que tem uns que eu não joguei, mas pelo que ouço falar são muito bons!

      5 replies
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      manoelnsn · 1 day ago · 2 pontos

      Assino embaixo do Xenoblade e Pokemon Crystal, são jogaços! Mario 3 e os Phoeniw Wright também não ficam atrás!

      1 reply
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      rax · 1 day ago · 2 pontos

      Realmente só jogão mesmo

  • 2019-07-15 12:45:22 -0300 Thumb picture
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  • rax
    2019-07-16 00:07:35 -0300 Thumb picture
    rax checked-in to:
    Post by rax: <p>Carvalho maluko que P*&¨$ AZAR eu tive hoje.</p>
    Fire Emblem Heroes

    Platform: Android
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    Carvalho maluko que P*&¨$ AZAR eu tive hoje.

    Já Não bastava eu ter criado uma conta secundária pra ficar farmando orbs em lutas aleatórias,mas ainda por cima não consegui DE JEITO FUCKING NENHUM A LYN DE BIKINI.

    Não tirei print com mais provas por tristeza mesmo,pq pela mor viu...

    Sério,foi 333 FUCKING ORBS GASTAS POR DEDICAÇÃO A TROCENTAS LUTINHAS PRA GANHAR ORB FOI TUDO PRO RALO.

    Eu não to zuando,333 orbs nesse jogo acumuladas demora pra caramba.DEMORA MUITO.

    Tive que anotar até no papel essa desgraça de azar......

    Sorte minha que foi tudo sem gastar money nenhum meu se não eu tava mais bad ainda.

    UNICA coisa que me alegro mesmo foi a Micaiah que consegui ela...mas eu já tinha ela antes (isso até mesmo na minha conta principal),então mais atrapalho a busca inalcançável pela Lyn de Biquininho do que outra coisa.

    Se não fosse pela Micaiah eu teria ainda minha porcentagem de 6% (pra variar me iludindo) deu ter UMA MISÉRIA de chance de Ter a Lyn de Bikini,mas,Nope.

    Vai parecer um tanto exagero meu mas NUNCA,NUNCAAAAA em 2 FUCKING YEARS jogando esse game eu me frustei assim por causa de uma summon.SÉRIO K7...333 FUCKING ORBS....PELAMOR.

    Tem doido que acumulou 600 FUCKING ORBES EM VÍDEO E MAIS DE UMA VEZ  conseguiu a Lyn de biquininho e eu com horas farmando Nope.

    Depois dessa eu não quero saber desse jogo PQP viu...

    "Moral" da história: A Micaiah gosta mais de min do que da Lyn.

    Moral da história: Esse game no fundo,por mais que você tenha sorte ou não,só quer acabar com o seu tempo e dinheiro.Se não for um vai ser o outro (ou os 2.)

    Eu sei que vai parecer "promessa de academia" isso mas eu não vou mais tocar nesse game.

    Pra min já foi frustrante não ter conseguido a Lyn de Casamento um bocado,mas 333 Orbs foi TENSO.

    Eu nesse momento:

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      emphighwind · 3 days ago · 3 pontos

      O que o cara não faz por uma planilha com JPEGs de garota de biquíni.

      6 replies
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      rax · 3 days ago · 2 pontos

      @vante pra vc que me acha um sortudo com as waifus,hoje foi um azar do k7...

      2 replies
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      andre_hirosaki · 2 days ago · 2 pontos

      eu tô mais ou menos nessa vibe aí, pra minha sorte a lyn veio com poucas orbs mas o bagulho foi tenso pra conseguir o resto (ursula e lilina) devo ter gastado umas 100 facinho aí veio a ursula e, algumas orbs dps, a lilina

      5 replies
  • rax
    2019-07-14 11:24:20 -0300 Thumb picture
    rax checked-in to:
    Post by rax: <p>Da série&nbsp; famosa que todo mundo já viu na N
    Sonic Generations

    Platform: Nintendo 3DS
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    Da série  famosa que todo mundo já viu na Netflix umas 30 vezes mas geral revê porquê nunca perdi a graça "piscou o olho eo Raquix já zerou outro game."

    É,realmente o que eu imaginei que seria o game foi o que eu realmente esperava.

    Não pretendo falar muito do game pq não tem tanta coisa assim pra se dizer (mesmo eu tendo falado bastante até haha.)

    Gostei dessa versão.

    Realmente o game é uma mistura de Sonic Rush com o Sonic Moderno e sua jogabilidade Boost junto com o Sonic Clássico com a mesma jogabilidade dos Sonics do Mega.

    O game não tem fases 3D com o Sonic Moderno como nas versões de Console e PC,mas eu honestamente não vi problema nisso.

    Eu particularmente até gostei e achei uma boa dessa versão que pelo que analisei jogando,essa versão NÃO é um port "Control C + Control V" do Sonic Generations e sim basicamente uma versão do mesmo game só que mais simplificada e com algumas coisas de diferente.

    Da pra dizer numa boa que é outro game interessante do Ouriço sendo honesto com vocês.

    Por ANOS eu ignorei essa versão de 3DS achando que era só um port mas eu me enganei e ainda quebrei um pouco a cara (uahsuahusahus.)

    O game é interessante.

    Unico maior defeito que eu do no game é que eu achei curto demais o jogo.

    "Ah mas o Raquix você ta reclamando de Joguinhu do Sonic.Joguinhu do Sonic é curto mermo.Ta bostejando pela boca nha nha nha nha nha" (voz malégna de Hater.)

    É Jovem mancebo eu sei disso.Eu não nasci ontem.

    Mas sinceramente,pra uma comemoração de uma série que fez 20 anos em 2011 com esse game,poderia ter botado numa boa mais fases.

    Pior que até a versão de PC e Consoles do game é curta demais também e poderia ter mais fases sim sinceramente.Mesmo que fosse umas 2/3 fases ao  menos.

    Na versão de 3DS tem 100 MISSÕES pra fazer no game.

    Tem bastante coisa pra se fazer,pra quem gosta de fazer 100% em algum game ou quiser jogar mais um pouco.

    Não quero comparar demasiado a versão de PC/Consoles com a de 3DS pq,além deu ter jogado a versão de PC a 6 anos atrás (não quero comparar só com o que eu me lembro apenas),são versões DIFERENTES.

    Só digo que achei melhor a versão principal mesmo do game (PC/Consoles.)

    A versão de 3DS é um ótimo complemento,sendo uma versão diferente.

    Enfim,recomendo o game.

    Pra quem curte o personagem e não tem grana pra jogar a versão de Consoles ou a de PC (ou não tem um PC bom ou um Xbox 360 e PS3),tenta dar uma olhada nessa versão de 3DS.

    Hoje em dia deve estar mais de boa adquirir um 3DS e o game (ou senão tiver como  usa o Citra mesmo no PC.)

    É um game que vale apena uma jogatina.

    Da pra terminar em uma tarde o game.

    Ah e PQP que Final Boss FDP.

    Passei uma tremenda raiva com o Final Boss,mas consegui.

    Morri mais de 10 vezes pra ele ontem,mas consegui zerar o game.

    Print da Zerada õ/

    25
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2019-07-13 18:51:05 -0300 Thumb picture
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  • rax
    2019-07-13 18:37:34 -0300 Thumb picture
    rax checked-in to:
    Post by rax: <p>Dando uma jogadinha no "auto presente" que me de
    Sonic Generations

    Platform: Nintendo 3DS
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    30 Check-ins

    Dando uma jogadinha no "auto presente" que me dei hoje UHAUSHAUHSUAHSAUAHSUAHSUAH.

    É foi o que imaginei haha ta legal o game :D.

    Check-in só pra dizer que to curtindo o Game e essa versão do 3DS.Yes xD õ/

    Nostalgia pura desse game ;) :3 XD <3

    21
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