player_urso

Mais um dia existindo e questionando de tudo um pouco, porque não?

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  • 2018-05-23 18:09:01 -0300 Thumb picture

    O peso de uma decisão...

    Medium 3631721 featured image

    Não é preciso dizer da importância de suas escolhas e decisões como ser humano, para mudar o rumo de nossa história...

    Jogos com trama interativa não são novidades na industria dos games. Em 2005 o icônico Fahrenheit (Indigo Prophecy), da pioneira no gênero Quantic Dream, trouxe a verdadeira importância de uma escolha e decisões no mundo dos games.

    Anos mais tarde o aclamado Heavy Rain, apresentou uma trama totalmente envolvente em cima de um suspense policial, onde a vida de quatro protagonistas diferentes se entrelaçavam ao longo de uma narrativa decidida por você.

    Não satisfeita em trazer histórias envolventes, a empresa decide abordar assuntos mais delicados como espiritualidade e vida após a morte, em Beyond Two Souls. Contando a história de uma menina que nasceu presa a uma entidade misteriosa, o jogador passa por todas as fases de sua vida, com o importante papel de decidir se ela terá uma vida difícil ou muito difícil, através de escolhas que influenciarão muito a vida dela.

    Nem entrarei no quesito de importância que o jogo possui, em abordar tal tema, quanto em trazer um elenco de atores renomados como Ellen Page e Willem Dafoe, dando muito mais valor a vida e aos sentimentos e emoções que o jogo transmite.

    Vindo para provar que não é só a pioneira: Quantic Dream, que consegue criar jogos de narrativa interativa extraordinária no gênero. A Square Enix decide apoiar um pequeno estúdio francês, a dar vida a uma obra, totalmente diferente do tradicional da empresa, eis então que nasce Life is Strange.

    Narrando em formato episódico, a obra, conta a história de Maxine Caulfield - Max, para os íntimos - na pacata cidade de Arcadia Bay, onde ela descobre possuir o estranho poder de voltar no tempo. Ao prever a chegada de uma enorme tempestade, que destruirá sua cidade, Max ainda confusa, assume a responsabilidade de impedir que tal desastre aconteça.

    Em um primeiro momento você se depara com tal sinopse e pensa se tratar de um jogo simples, com uma abordagem até interessante, afinal, viagens no tempo são muito legais. Eis o diferencial do jogo, ele vai muito além disso, trazendo a tona diversos temas de importância social, como: abuso sexual, uso abusivo de drogas, depressão, sucídio, perseguição religiosa, bullying, entre outros diversos temas delicados, que exgigem uma certa atenção nos dias de hoje. 

    - pois é, anos antes de 13 Reasons Why, um jogo eletrônico já abordava isso -  

    Tudo isso é visto na perspectiva de Max, que ao avançar no enredo, vai de encontro a diversos personagens que se somam a trama. Desde o aluno sem condições financeiras que precisa se manter no esporte para conseguir uma bolsa de estudos; o aluno rico com uso abusivo de drogas; a garota estranha que possui uma fé cega imposta pela família religiosa, até ao professor misterioso mais simpático e legal da escola.

    Cada personagem é muito bem construído, isso da início a um processo de escolhas que vão começar a dar sinais de suas consequências, é aqui que cada decisão começa a ter um peso real e diferente.

    Mas até onde é legal o fato de tomar decisões e voltar no tempo podendo alterar elas?

    - Até o final do jogo!

    Obviamente, cada decisão tomada por Max, desencadeia uma cascata de efeitos borboletas, que leva você a pensar se esta fazendo certo ao tentar mudar o curso da história, por mais doloroso que isso seja. O jogo aos poucos ai desenrolando sua história, e se torna envolvente a cada episódio. São pouco os momentos onde o entusiasmo do jogo apresenta uma desacelerada.  Cada escolha que você faz, começa a criar sua própria linha temporal de enredo, isso somado a uma trilha sonora impecável, que foi propositalmente criada para transmitir um sentimento de vazio e culpa, Life is Strange caminha entre as diversas tramas até seu desfecho espetacular, junto de seu plot twist, onde pela ultima vez uma decisão tem que ser tomada.

    Life is Strange traz a tona toda uma reflexão de como certas atitudes e decisões tomados em nosso cotidiano podem ter consequências diretas suas. Assim como os filmes, séries, livros problematizar algo é muito fácil, mas quando você se sente na pele de outra pessoa, tudo é diferente. O poder de matar ou deixar algum personagem viver, ao longo da narrativa te faz refletir sobre como seria se você pudesse tomar uma decisão e mudar ela voltando no tempo. Já pensou como tudo seria fácil se você simplesmente pudesse voltar? Pois é, acho que você não jogou Life is Strange! A obra traz um desfecho simplório, talvez previsível, mas nos deixa a reflexão de que não importa se é um jogo eletrônico ou é a vida, todas as escolhas e decisões que tomamos - ou não - tem consequências, e algumas delas irreversíveis.

    Life Is Strange

    Platform: Playstation 4
    958 Players
    294 Check-ins

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      artigos · over 1 year ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      leopoldino · over 1 year ago · 3 pontos

      Gostei do Fahrenheit, pena que ele só tem 3 finais que só são definidos pelas ultimas escolhas do jogo, exatamente como no Deus EX original.

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      alphagaara · over 1 year ago · 2 pontos

      Excelente artigo!

      Joguei todos os jogos (menos o Fahrenheit) e adorei todos! A meu ver: Life Is Strange > Beyond Two Souls > Heavy Rain.

      O Life Is Strange, como tu o disseste, é simplesmente LINDO. Eu passei duas semanas a ouvir a banda sonora no Spotify e dava por mim a chorar ao mesmo tempo! Só para ver o quanto uma pessoa pode ligar-se às personagens 'fictícias' e às histórias das mesmas!

      Agora estou bastante curioso com o Detroit Become Human. Parece que vai ser o jogo do estilo mais evoluído até hoje!

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  • 2018-05-18 20:32:40 -0300 Thumb picture

    Sendo diferente no meio do igual...

    Medium 3630478 featured image

    É nítido o choque de gerações ao se discutir um específico assunto relacionado aos games: o sentimento.

    Nós - falo por mim - que vivemos em uma época de transição da tecnologia em geral do fim dos anos 90, nos vemos no meio de uma constante adaptação de ideias e criatividade. Grande parte disso tudo acaba se tornando "muito do mesmo", fazendo com que tenhamos um sentimento de estar incompleto, a saudade de sentir algo, quando jogamos algum jogo.

    É muito fácil citar alguns jogos que marcaram a infância de grande parte aqui do Alvanista, posso começar citando o lendário e épico: Chrono Trigger - que ao meu ver, é um dos melhores jogos já criados - em uma época onde o limiar do avanço tecnológico não estava nem perto de ser o que ele é hoje, o título trouxe o extraordinário aos consoles. Com uma narrativa singular, personagens marcantes e uma mecânica divertida, o jogo conseguia transmitir diferentes ecstases a cada hora avançada, até que finalmente, depois de muito tempo que você passava ali com aquela "família", encontrava seu desfecho. A sensação era de um imenso vazio. Depois de dias ou meses tão ligado a cada personagem, você simplesmente desenvolvia um afeto pela narrativa e vida de cada um ali envolvido, e esse sentimento de vazio, significava uma simples coisa: o extraordinário.

    - você acabou de sentir e viver várias histórias e vidas do outro lado da tela -

    Alguns anos se passaram, você está mais velho, a era da tecnologia começa a caminhar para um novo patamar, eis que você mais uma vez é surpreendido por aquele mesmo sentimento de alguns anos atrás. Posso agora citar mais um marco de toda a história dos consoles, o belíssimo: Shadow of the Colossus.

    Um jogo de poucas palavras, mas muito a dizer. A obra de Fumito Ueda, que muito antes já havia dado luz ao icônico - e infelizmente pouco conhecido - ICO, consegue atingir a muitos com seu game melancólico e sentimental.

    Onde você é um menino, que veio de uma terra distante, a ponto de arriscar tudo para devolver a vida de uma bela moça que é muito importante pra você, junto de seu único amigo, um cavalo. Determinação essa que o leva a uma terra considerada proibida, onde uma entidade milenar está adormecida. - em pouquíssimas palavras não rebuscadas -

    O jogo com poucas horas de duração, que foi criado há mais de uma década atrás, nos faz refletir até hoje, sobre como um enredo simples, pode carregar tantos mistérios e sentimentos diferentes, focados em uma mecânica single player solitária, em uma era onde estar conectado a vários jogadores e histórias começa a nascer. Shadow of the Colossus é um dos meus jogos favoritos, justamente por conta disso, sendo uma obra calada, com diversas mensagens subliminares, te traz um buraco negro de diversos questionamentos sobre a natureza e veridicidade de uma ótima narrativa.

    Passaram-se mais alguns anos e você se questiona: Onde está esse sentimento? Será que fiquei velho? Os jogos de hoje em dia não são como os de antigamente? - Charles, o mundo não é mais o mesmo -

    Emergindo da escuridão surgem os títulos indies, que a cada ano estão ganhando mais espaço no mercado, e é exatamente aqui onde queria chegar. Serei muito sincero com você, eu tinha um certo preconceito com os esses títulos, "jogos bobos", "coloridos", "sem narrativa", "sem história".

    Ledo engano!

    Depois de "velho", me afogando em meio a rotina de um adulto qualquer, de trabalho, faculdade, sem tempo livre, eis que me vejo obrigado a jogar jogos mais curtos e objetivos, onde eu poderia maximizar meus "intervalos". E é aí que volto a ter as emoções e sentimentos de vivenciar uma excelente narrativa: Journey.

    O jogo com uma proposta sem ambição nenhuma: trazer um sentimento de solidão, menosprezando o jogador em meio a grandiosidade do mundo, onde seu objetivo é percorrer a imensidão dos locais para alcançar uma alta montanha, que a cada instante parece mais perto e mais longe.

    - similar a vida não? hahaha -

    Jogos independentes, single players de narrativa, são uma luz no fim do túnel pra essa geração que ao meu ver, está muito sobrecarregada do mesmo. Em plena era da inovação, vemos a cada ano um mercado sendo reabastecido com os mesmos produtos, vira e mexe temos apostas ousadas e diferentes, o que me leva a o ultimo jogo dessa pequena lista: Hellblade Senua's Sacrifice.

    Desenvolvido por uma empresa grande e renomada, o projeto foi justamente fugir da mesmice. Com uma equipe de pouco mais de 20 pessoas, a intenção era criar um jogo focado numa narrativa sublime e nova, provando que não é necessário um jogo de orçamento milionário para atingir e cativar o publico.

    - Mas qual é a tal novidade?

    - Que tal colocarmos uma protagonista com um distúrbio mental, tal distúrbio que poderia mexer com o jogador, a ponto de imergir ele em tal sensação, influenciando suas decisões, suas ações e sua capacidade de pensar!?

    - Nossa, parece legal, que distúrbio seria esse?

    - Psicose!

    E é exatamente isso que Hellblade faz! Trazendo uma atmosfera totalmente agoniante, posso dizer que foi um sentimento diferente de todos os jogos mencionados antes, dessa vez não era gratidão, alívio ou alegria, mas sim agonia e aflição. Senua's Sacrifice traz essa proposta muito bem, com uma equipe que conseguiu transmitir a aflição de pessoas que convivem realmente com a doença.

    Na minha singela opinião, acho que isso é um pouco do que realmente significa possuir um console da oitava geração. A possibilidade de você ser pego por uma narrativa diferente, inovadora em meio a tudo que parece ser igual a tudo. A capacidade de você imergir dentro de um título, a ponto de sentir o que o protagonista esta sentindo, se conectar a ele. Os videosgames evoluíram muito desde que nasci, e a cada fase dessa evolução, pude presenciar algo diferente, espero viver muitos anos e muitos títulos ainda...

    Hellblade: Senua’s Sacrifice

    Platform: Playstation 4
    373 Players
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      rafaelssn · over 1 year ago · 3 pontos

      Estou jogando RiME que tem essa mesma pegada do Journey e confesso que está sendo uma experiência diferente de tudo que já vi nos games, quando zerá-lo ainda terei uma opinião melhor, mas até agora o enredo interpretativo e a trilha sonora só cativam.

      Quanto a essa questão ''de mais do mesmo'', não tem jeito, os jogos seguem padrões hoje em dia (Battle Royale, recentemente) e cabe a empresas como essa do Hellblade fazer algo diferente de vez em quando, sendo indie ou não.

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      artigos · over 1 year ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      lordsearj · over 1 year ago · 2 pontos

      Excelente texto. Eu sou um pouco mais antigo. Rs. Mas volta e meia repito que o jogo que me fez um Gamer foi Castlevania. Zerei o 1, depois o III no Nintendinho (esse último com revista, outro saudosismo, pq ficava perdido naqueles corredores intermináveis). Jogos curtos, mas já com uma narrativa. Depois, SNES, PS1, PS2 e aí.... A sétima geração. O "PC" Xbox 360 e o PS3, para mim o último vídeo game genuíno, mas ainda tivemos grandes jogos. Vide a quantidade de remasters e remakes. Não jogo muito, mas pelo que vejo são os indies que estão salvando a indústria.

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  • 2017-02-14 15:51:25 -0200 Thumb picture

    Little Big Planet 3 de Graça na PLUS ?!

    Não é de hoje que estamos vivendo um período de secas na PS Plus, muitos jogos meias boca, outros que valem a pena, mas em uma grande maioria os games tem estado muito fracos!

    Esse mês a SONY resolveu dar Little Big Planet 3 de graça para os membros de PS Plus! Uhul, finalmente um jogo bom? Ná.

    Baixei o game claro, e me deparei com o maravilhoso mundo de LBP mais uma vez, agora no PS4, porém minha alegria foi rapidamente destruída com o péssimo servidor que o jogo possui

    Meu Deus, fiquei impressionado com os constantes lags e bugs que o jogo mantém em seu modo online, com as frequentes quedas de servidores, frustrante!

    Resolvi então fazer minhas pesquisas sobre. Perguntei a amigos meus que tinham e tem o game, TODOS, sem exceção, disseram que o online do jogo era: "muito zoado", "muito ruim", etc. 

    Resolvi então entrar no Little Big Planet 2, para tirar minhas conclusões e percebi que LBP3 estava realmente sucateado! 

    Logo associei: "Por isso o jogo estava de graça!". 

    O servidor do segundo game da franquia estava MUITO MELHOR que o terceiro jogo, não sei porque, talvez sejam os mesmo servidores, quem sabe? Só que não tive absolutamente NENHUMA QUEDA, nenhum LAG jogando LTB2!

    Achei uma total desconsideração com o game, um jogo promissor, que considero um dos MELHORES e MAIS CRIATIVOS games das duas gerações - presente e passada - com um servidor tão péssimo.

    Fica aqui minha indignação com a experiencia que tive ontem.

    Ressalto, não estou falando mal do jogo, muito pelo contrário, estou frustrado por um game tão belo, estar recebendo um tratamento tão ruim.

    7
  • 2016-07-27 23:38:31 -0300 Thumb picture

    Tales of Xillia 2 - Primeiras impressões

    Enfim, inicio mais um game da franquia Tales of...

    Dando continuidade a minha meta que é: platinar todos os games da franquia disponíveis para Playstation 3 até o final do ano.

    Após platinar Tales of Graces f e Tales of Xillia, me deparo com a continuação direta desse ultimo! Porém com uma atmosfera diferente e muito mais aconchegante!

    ---------------------  O velho, novo outra vez ------------------------

    Em Xillia 2 temos Ludger, o novo protagonista do game, um personagem simpático mas ao mesmo tempo muito misterioso que inicia o game numa pegada bem tranquila... De cara fui apresentado ao novo mecanismo do game de "escolhas" em eventos.

    Ou seja, eu posso escolher o que dizer e consequentemente que rumo a história vai tomar. Uma pegada muito legal, que deixa o jogo ainda mais dinâmico... Porém com algo bem pequeno que me incomoda muito! A falta de fala de Ludger!

    Pois é! O personagem praticamente não fala, a escolha que você faz, ecoa como a resposta dele, seguida de uma reação do outro personagem... Sem que Ludger solte uma palavrinha sequer, é como jogar no mudo!

    Os personagens antigos estão de volta, totalmente diferentes do jogo anterior. Mais maduros, carismáticos e com um novo estilo.

    ------------------------------- A reciclagem ----------------------------

    O game é basicamente todo reaproveitado em cima do primeiro. As cidades, o mapa, os inimigos, até mesmo as skill-list dos personagens. 

    Pode soar um tanto que preguiçoso por parte dos desenvolvedores, mas se formos parar para pensar, o game é a continuação direta de Xillia, se passa no mesmo mundo. Não teria sentido mudarem muita coisa.

    Porém... O game ainda traz muitas novidades e mapas novos, que são inseridos como desconhecidos até então. Sem falar nos recentes personagens que entram na história, como o irmão mais velho e estranho de Ludger, Julius - possível vilão -

    -------------------  A nova história e antiga gameplay ---------------------

    Estou bem no começo do game, a história em si esta meio confusa. Mas posso adiantar que temos uma novidade bem interessante que são as viagens temporais. Vislumbres entre o presente e o passado, que fazem com que os eventos se pareçam como deja-vu's. 

    Tudo isso se inicia quando um atendado contra um político ocorre na estação de trem de onde Ludger ia começar a trabalhar, desencadeando um grave acidente. Daí temos a primeira cena em animação do game, muito bem trabalhada como de costume. Com isso, os personagens se cruzam e se enxergam e uma grande confusão que aponta para um possível plano maligno. (Tcharaaam, clichê).

    Pode ser uma leve impressão, mas acho que o game terá mais cenas em animação do que o primeiro - que foram bem escassas por sinal - estou bem no começo e já apareceram duas cenas, haha.

    A gameplay do game continua exatamente a mesma. Um sistema livre e frenético de combos e "artes" que possibilita uma infinidade de variedades dependendo de como o jogador joga!

    Estou com 7 horas de game e gostando bastante... Espero conseguir platinar mesmo sem um guia descente disponível na internet. Afinal, tem coisas no jogo que são muito específicas é muito difícil de se adivinhar em uma gameplay apenas. Mas vamos lá... Assim que finalizar o game, pretendo criar uma análise.

    Tales of Xillia 2

    Platform: Playstation 3
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    6
  • 2016-06-09 14:41:34 -0300 Thumb picture

    CAPCOM em promoção na PSN!

    Já não deve ser mais novidade para ninguém, maaas...

    Os jogos da CAPCOM estão em promoção na PSN, alguns títulos até o dia 13/06/16, não sei se essa data é válida para todos os games.

    Vale muito a pena em algumas ocasiões, como foi o caso de Resident Evil HD Chronicles, que conta com os dois jogos completos: Resident Evil Umbrella Chronicles HD e Darkside Chronicles HD por R$14,29 (os dois).

    Para quem é fã -como eu- da franquia, é uma ótima oportunidade. E jogar no joystick Dualshock3 não é tão ruim quanto imaginava não, vale a pena.

    Resident Evil HD Remaster

    Platform: Playstation 4
    918 Players
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    5
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      montanaro · over 3 years ago · 2 pontos

      Já se foi o meu rico dinheirinho no RE0...

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  • luciano_juunior Luciano Junior
    2016-06-09 02:26:03 -0300 Thumb picture
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    Enfim, FINALIZADO!

    Tem muitos e muitos anos que comecei a jogar Persona 3 Portable. Na época eu não tinha conhecimento da franquia "Shin Megami Tensei" e achava que o mesmo era mais um desses jogos "chatinhos" de diálogo em japonês.

    Porém, alguns anos depois eu me deparei com Persona 4 no Playstation 2 e fiquei abismado com o JRPG investigativo nessa pegada teen de narrar os fatos! Finalizei P4 árduamente, até  que sem querer passei o New Game + por cima do save atual do jogo, perdendo assim uma contrapartida de completar assuntos pendentes do jogo atual, rs.

    Resultado: isso me fez voltar atrás e conhecer melhor P3P e hoje, depois de alguns anos com ele parado finalmente finalizei o game!

    Achei o final muito bacana, melhor que o de P4 até, sem falar que consegui me virar muito bem, por mais que tenha perdido muitos "Social Links", pois na época em que comecei não fazia ideia de como e pra que funcionava isso!

    Eis as minhas "proezas" na primeira jogada, em 115 horas de jogo e alguns anos parado em uma gaveta:

    • Todos os personagens em LV Máximo (99);

    • Compedium em 94%

    • Todas as "Requests" feitas com exceção de 4;

    • Margaret derrotada;

    • Todos os personas "Lendários" (de S.Link maximizado) em LV Máximo (99);

    • Reaper/Death Derrotado

    • "Ultimate Weapon" para 5 de 8 personagens jogáveis(pelo menos os que são possíveis na primeira jogada);

    Acho que de mais notável é isso, rs. Agora estou pensando em seguir rumo a segunda jogada, dessa vez com a personagem feminina!

    Vou fazer uma análise mais detalhada em breve, mas de fato é um excelente jogo, com um final muito legal que dá aquela sensação de vitória, somados a uma trilha sonora bem aconchegante e gostosa de se ouvir! Ansioso para Persona 5! haha

    Shin Megami Tensei: Persona 3 Portable

    Platform: PSP
    831 Players
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    8
  • 2016-05-16 23:03:08 -0300 Thumb picture

    MagnaCarta II - Primeiras Impressões

    Esse ano ganhei mais entusiasmo em JRPGs, após platinar dois jogos seguidos da franquia "Tales of", do qual eu nunca havia jogado, o game da vez é MagnaCarta II.

    Ouço falar desse titulo há anos, na verdade, quando eu nem tinha Xbox 360 esse game era um tanto que "aguardado" na época, pelo menos ao meu ver.

    ---------------------------  A Primeira hora do jogo -------------------------- 

    O game dá uma introdução de onde a história se passa, mostrando uma Guerra que ocasiona a morte da rainha Ibrin que era dona por direito de um trono que estava tentando ser roubado de seu ministro Schuenzeit. Isso gera um caos ao Reino de Lanzhein que sofre até os atuais dias narrados, onde o jogo começa...

    [Estou falando de uma maneira bem superficial da coisa, para evitar SPOILERs, considerem.]

    Após esse eventos que são mostrados em CG o jogo de fato começa. Introduzindo o protagonista ao jogador de uma maneira bem característica do estilo japonês -com piadas e bom humor- logo ganhamos o controle de Juto, um menino que sofre amnésia e não lembra absolutamente nada de seu passado. Juto foi acolhido e criado por Melissa, que o considera seu irmão mais novo, numa pequena ilha. Logo, o jogador é posto para realizar diversas sub-missões para conhecer a ilha e os primeiros comandos do game(batalha, uso de itens, etc).

    A ilha era local de pesquisas bancadas pela "Capital Sul", portanto, algumas vezes por ano era motivo de visitas da "Corte do Sul ou Rebeldes" para averiguar como andariam as pesquisas.Conhecemos então a Princesa Rzephillda e seu companheiro Argo, durante uma das visitas a Ilha para ver o andamento da pesquisa. Um Mecanismo poderoso, conhecidos por ser uma arma mecânicas chamadas de "Guardian" era pesquisado na pequena ilha. 

    Não demorou tanto para que o "Norte/Reino Usurpado" invadisse a ilha na intenção de atrapalhar as pesquisas e roubar seus segredos, com isso o "Guardian".  Isso gera uma fatalidade e logo os "heróis" são obrigados a bater em retirada iniciando de fato o jogo...

    -------------------------  As primeiras reais batalhas  -----------------------

    Durante a introdução, o jogador é obrigado a batalhar com criaturas de merd*, tais como caranguejos, lesmas, etc. Juto o protagonista sofria de um estranho distúrbio no qual não podia usar armas de metais. Isso faz com que você use uma espada de madeira durante as duas primeiras horas de game.

    Confesso que isso que isso me deixou bem desanimado em relação ao jogo. O jogo não parecia empolgar, chato e enjoativo. PORÉM, fui apresentado ao real sistema de batalha do jogo.

    As batalhas em equipe, deixam o jogo muito mais fluido e dinâmico. Com um sistema de "Overlimit" o jogador é capaz de realizar uma quantidade X de ataques até que o personagem canse, abrindo uma janela para O "Chain" e "Chain Break" que é um mecanismo que possibilita que o ataque continue com outro membro da equipe se trocado no momento certo evitando o "cansaço/overheaed". 

    Quando peguei a manha desse sistema, eu derrotei o primeiro boss do jogo sem cansar uma vez sequer, foram cerca de 32 ataques contínuos, um sistema que exige muita atenção do jogador. Afinal, cansar e ficar impossibilitando de realizar ações por quase 10 segundos na frente do chefe é uma merda!

    Seguindo a risca os elementos de um RPG Japonês, o jogo te oferece uma infinidade de side-quests, um mapa de exploração livre entre outros elementos típicos de um J-RPG.

    -----------------------------  Diálogos infinitos  ----------------------------

    De três horas de jogo que tenho em meu "save" posso dizer que uma hora e meia foram de diálogos, rs. O jogo começa com uma frequência equilibrada de conversas, porém isso muda rapidamente e se torna extremamente cansativo acompanhar algumas conversas desnecessárias e chatas -com todo aquele sentimentalismo japonês- isso somados com a não tradução. Obviamente! 

    O jogo é de fato antigo, então é muito improvável esperar algo em PT-BR, haha

    ---------------------  Vamos ver até onde isso vai dar  -------------------

    Espero continuar entusiasmado ao decorrer do jogo, afinal, são dois discos, o que pode dar errado? rs

    O jogo tem um certo capricho na produção. Conta com gráficos medianos, apresentando uma leve queda na taxa de quadros em alguns momentos, mas ao todo são belos. Os traços característicos dos animes deixam uma certa empolgação, ainda mais quando os novos personagens são introduzidos no enredo.

    -Ou quando o fodão de cabelo branco aparece, sempre tem-

    Espero finalizar pelo menos a história, se for bom como "Tales of" eu mileto/platino e posto a recomendação inteira! Valeu!

    Magnacarta 2

    Platform: XBOX 360
    141 Players

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  • 2016-03-02 12:25:10 -0300 Thumb picture

    CHECK IN SEMANAL [01/03/16 - 06/03/16]

    Fala Alvanistas, tranquilo? Rio de Janeiro, frio - graças a Darwin - estava um calor infernal por aqui e com a gloriosa chegada do frio tudo fica mais gostoso e melhor de se fazer, inclusive jogar!

    Nessa semana fiz algumas aquisições, iniciei alguns games e estou no finalzinho de outros, então venho aqui compartilhar desse meu acervo de intretenimento semanal, haha.

    - AQUISIÇÕES

    Nesse final de semana que passou, fiz a aquisição de alguns títulos, são eles:

    # Gran Turismo 6 - Ouço muitos comentários positivos desde sempre!

    Confesso não ser um grande fã de jogos de corrida, mas após 14 horas baixando o jogo - pois comprei em mídia digital - e instalando suas 21 atualizações, até que valeu a pena, o jogo apresenta uma belíssima ambientação e computação gráfica, além de uma jogabilidade muito bem elaborada e realista, sem falar dos impressionantes 1.200 carros disponíveis para uso!


    # Tales of Symphonia Chronicles & Xillia 2

    Mais jogos da saga Tales of, rs.

    Após zerar o primeiro jogo da franquia - jogado por eu, Tales of Graces f - minha sede por jogos do estilo J-RPG aumentou demais, então decidi fazer essa pequena coleção da franquia disponível para o PS3 -após saber que existem mais de 10 títulos já lançados, a vontade financeira deu uma pausada-

    Comecei no domingo Tales of Xillia e gostei muito do que vi até o momento, com um enredo suave e aconchegante o jogo se mostrou mais maduro e adulto em relação a Tales of Graces f - mesmo não havendo qualquer ligação direta de enredo - em sentidos de personagens, design e trilha sonora.

    A história ainda um pouco clichê e a relação entre os personagens se dá naquele bom e velho estilo japonês dos animes, de maneira rápida, infantil e muito alegre - muito -


    # Life is Strange

    O tão falado e elogiado game!Aproveitei uma promoção relâmpago na PSN e decidi comprar o passe de temporada do jogo, ainda não comecei pois estou esperando para começar com a namorada, rs.

    Mas pelo que vejo a respeito, não vai me decepcionar! Logo, logo postarei meu opinião sobre!

     ENQUANTO ISSO NO...

    • PS3

    Além de estar jogando Tales of Xillia, estou na incansavel luta de platinar Tales of Graces f, no qual, resta apenas um único troféu, mas um daqueles tipos longos e bem demorados!

     

    • Xbox 360

    Nos momentos finais do jogo, tenho muitos elogios para o game!

    Cresceu consideravelmente em relação ao primeiro jogo, lá de 2013, se tornando mais amplo, divertido e intrigante!

    Porém o que ainda me incomoda muito é o downgrade muito alto e relativo que a versão de Xbox 360 recebeu, deixando o jogo porco em aspectos gráficos e jogáveis, não sei o porque disso, preguiça, falta de capacidade da máquina talvez, mas infelizmente isso é notável no jogo!

    Por enquanto é isso, mas a parada aqui é que nem coração de mãe, sempre cabê mais um jogo no console, haha.

    Gran Turismo 6

    Platform: Playstation 3
    961 Players
    143 Check-ins

    2
  • 2016-01-14 11:56:11 -0200 Thumb picture

    E o survival horror?

    Alguns que me já conhecem sabem que sou um grande fã do gênero, desde a primeira vez que joguei Resident Evil 2 - meu primeiro survival horror, tinha pesadelos na época até, rs - foi algo que me conquistou de cara!

    Sinto uma escassez muito grande nesse gênero atualmente...  Desde que o público começou a ficar mais crítico - e hater -, os consoles evoluíram e a demanda de games do estilo terror decaíram muito!

    Sou de uma época onde os jogos dessa categoria vinham como água, finalizei e joguei incanssavelmente dezenas de títulos que para eu, ainda são obras-primas do terror!

    Fatal Frame, Clock Tower, Silent Hill*, Resident Evil**, Dino Crises, Rule of Roses, Hauting Ground, House of Dead, etc etc.

    (* Por mais que as franquias permaneçam ativas até hoje, o curso de seus jogos tomaram um rumo diferente e ao **mesmo tempo decaíram muito em sua qualidade)

    • A NOVA GERAÇÃO

    Não vou ser ignorante também a ponto de dizer que o gênero faleceu! Pelo contrário, com a evolução tecnológica estamos mais próximos de conhecer novos horizontes, novas possibilidades de um game realmente assustador! 

    É o caso do falecido P.T. Silent Hills, que com apenas um "teaser" jogável conquistou milhares de fã e deixou muita gente agoniada, eu tinha certeza de que esse game seria O jogo do qual eu esperei a minha vida inteira, um terror psicológico que realmente mexe com o jogador - não que outros jogos não fizeram isso, porém com a grande leva de recursos disponiveis, P.T. seria um resgatador do estilo -

    Títulos atuais como "The Evil Within" conseguiram parcialmente trazer essas sensações de volta, com um game recheado de mistérios, suspense e reviravoltas mirabolantes num estilo "gore" de ser, mas ainda sim, faltou algo! 

    Estamos tão acostumados em controlar um protagonista cheio de armas, habilidades, equipamentos que esquecemos o que realmente é "sobreviver" no jogo, rs. 

    (Não que isso já não existia à décadas passadas, mas jogar com uma colher em pleno orfanato macabro, ou controlar uma câmera em plena mansão assombrada ou ter um cachorro como compania não usando nenhum tipo de arma eram muito mais angutiantes! rs)

    Sinto uma certa falta de jogos assim... Se for para entrar em contrapartida com o que eu disse, temos diversos títulos que são ótimos games, como Dead Space, FEAR, o recém Until Dawn entre outros... Porém nenhum desses conseguiu escapar da maldição da "linearidade" de historia, ambos são games de suspense muito bons, mas não sabem retratar a finco o que é realmente o terror!

    Cenas gore em excesso, sustos em pequenos intervalos de tempo, armas mirabolantes e etc... Acho que o survival horror não é isso!

    Não é colocar o jogador num cenário manchado de sangue com várias armas, matando inimigos até chegar a um boss, acho que os enredos deviam ser mais lapidados - Alan Wake é um grande exemplo disso, mesmo não sendo de fato assustador, é uma história de suspense extremamente intrigante e bem contada, não mexe com seu coração nos sustos, e sim com sua mente na história -

    Enfim, sinto falta do gênero, acho que algo grandioso ainda esta por vir em P.T. Silent Hills, rs, tenho fé de que o projeto não tenha sido abandonado, é tudo uma questão de estratégia e tempo, hahaha! #Fé

    The Evil Within

    Platform: Playstation 4
    744 Players
    115 Check-ins

    15
    • Micro picture
      marcusmatheus · almost 4 years ago · 4 pontos

      Brother, assim: Survivor horror é o meu gênero preferido também; mas acho que você entrou bastante em contradição nos seus argumentos. Você afirmou que "Não é colocar o jogador num cenário manchado de sangue com várias armas, matando inimigos até chegar a um boss, acho que os enredos deviam ser mais lapidados..." e depois acrescentou "Estamos tão acostumados em controlar um protagonista cheio de armas, habilidades, equipamentos que esquecemos o que realmente é "sobreviver" no jogo, rs. "...
      Então brother, usando os seus próprios argumentos para defender minha opinião, como você pode dizer que Resident Evil e Silent Hill são obras primas do terror? Em termos de lore, SH ainda possui uma muito mais bem trabalhada (principalmente na ambientação), mas não deixa de ser um game com um protagonista cheio de armas e itens aonde agente pouco se preocupa com a sobrevivência (Silent Hill ainda tem um inventário infinito, o que no quesito "survivor" prejudica ainda mais na imersão). Acho que você esta se deixando levar um pouco pela nostalgia...
      Mas, deixando minha observação de lado, e de um fã de survivor para outro: Experimente jogar Outlast e Alien Isolation fera. Nestes jogos o "survivor" é levado ao extremo, e os sustos + ambientação ajudam a dar aquele clima de terror bacana (e clássico, no caso do Alien).

      4 replies
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      l_perugia · almost 4 years ago · 2 pontos

      Pra mim o auge do survival horror é o Silent Hill 2, cara você tem medo de andar por aquela bagaça de cidade, o enredo é completamente insano, você fica o tempo todo se perguntando se aquilo tudo é real ou o protagonista é apenas lélé da cabeça, você tem armas a sua disposição mas o sistema de combate é uma bosta, você atira igual um velho com parkinson, mas isso tem uma explicação, você é apenas um cara comum em uma situação incomum e não um super soldado americano, é um survival horror e não um shoter e isso é maravilhoso, saudades de jogos assim.

      1 reply
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      katsuragi · almost 4 years ago · 2 pontos

      O primeiro Clock Tower no Snes é a coisa mais tensa que já joguei.

      2 replies
  • 2016-01-11 14:08:37 -0200 Thumb picture

    Parabéns Resident Evil 4!

    Falar de Residente Evil é um tanto que delicado, apenas por se tratar da minha franquia preferida de jogos. Não sou de ficar medindo conhecimento em fóruns, não sou de postar críticas e nem de alarmar muito sobre a série, mas sou um grande fã da mesma, então não vou entrar em detalhes técnicos de enredo, jogabilidade e afins, apenas expressar uma singela homenagem ao título e uma breve opinião, rs.

    No dia 11 de janeiro de 2005 foi lançado Resident Evil 4, um dos, se não o melhor "Resident Evil" já criado - há quem não goste, sempre! - mas sejamos sinceros e sensatos, por mais que a saga tenha se desvirtuado do caminho de "casa" Resident Evil 4 foi necessário para a franquia evoluir!

    Hoje ela completa 11 anos de existência e ainda sim é falado, comentado e muito jogado por aí, há rumores de que uma remasterização esteja vindo para os consoles da nova geração, quem sabe ?

    (Na minha humilde opinião, uma remasterização do jogo é totalmente desnecessária tendo em via nenhum acréscimo de bônus, extras ou conteúdo adicional novo.  

    Acho que todos já tiveram a oportunidade de jogar esse belíssimo game, e não tem o porque a CAPCOM querer lucrar um pouco mais em cima desse título, a empresa já conseguiu sair do vermelho depois daqueles enormes deslizes com Operation Raccoon City e Resident Evil 6, lançando Revelations 2 e os Remaster's de RE1 e agora RE0, então o lucro foi um tanto que positivo, obviamente a empresa enfrenta certas dificuldades, mas outros títulos da empresa como o novo DmC nunca deixaram a empresa realmente vir a falência, mesmo que a mesma tenha passado por uma fase de colocar as ações no mercado).

    Fora esses detalhes Resident Evil 4 é e será lembrado por muitos como um clássico do Playstation 2, por mais que esteja vivo até hoje em diferentes plataformas e consoles foi um grande título do console e da franquia. ♥

    FUI.

    Resident Evil 4

    Platform: Playstation 2
    18178 Players
    121 Check-ins

    16
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