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  • papm22 Galard Malvic
    2016-05-16 15:12:43 -0300 Thumb picture

    O 3 RPG`s que marcaram a minha vida

    Medium 3319156 featured image

    Fala galera! Acabei de ver o vídeo do sidão do game com uma corrente sensacional sobre o meu gênero de games favorito: o RPG. E gente, como tenho o que dizer sobre cada subgênero (western, jrpg, rougue like, action, turn base rpg, etc.) mas isto fica para um possível futuro artigo dedicado somente sobre o gêneros de rpg que existem no mercado gamer.


    Sem mais, vamos às explicações: trata-se de, como o próprio nome diz para falar dos 3 games de rpgs que me marcaram mais e, obviamente, os considero como os melhores que já tive a oportunidade de jogar. A lista está em ordem cronológica e não de preferência, já que se fosse assim, haveria um empate técnico em dois jogos desta.

    Ao final da lista, colocarei algumas menções honrosas. 

    Diablo II (Lord of Destruction)


    Um dos meus jogos favoritos de todos os tempos e um dos melhores rpgs que já joguei na vida. Viciante, macabro, desafiador e com o melhor multiplayer online que já joguei na vida. Já fiz mais de 100 personagens neste jogo, tanto no multi quanto no single. Foi o primeiro jogo que busquei tutoriais na internet de como fazer um bom personagem, e meu primeiro multiplayer online. E isto eu não me esqueço.  Jogo até hoje o single player dele quando tenho oportunidade. 

    OBS: o multiplayer dele ainda está firme e forte na battlenet
    https://us.battle.net/shop/pt/product/diablo-ii#te...

    https://us.battle.net/shop/pt/product/diablo-ii-lo...

    The Witcher 3: Wild Hunt


    O melhor jogo da oitava geração que joguei até agora! Que espetáculo de jogo! Gigantesco, com um dos melhores personagens de todos os tempos, Geralt de Rivia (só não é o melhor pois não da para competir com Big Boss, do Metal Gear), mundo aberto lindo com excelentes efeitos de vento, absolutamente imersivo e com a MELHOR narrativa que já vi em um game. Foi o jogo do ano de 2015 com louvor. Incrivelmente memorável, ele faz parte da minha história pessoal e uma referência a ser seguida e parâmetro de qualidade para um bom action rpg. Se um dia eu fizer um top dos melhores jogos de minha vida, este certamente estará lá!

    Alem disso eu preciso parabenizar a incrível atitude da sua produtora, a CD Project Red, sempre atualizando o game com boas DLCs gratuitas e uma expansão gigantesca (e no hype por Blood and Wine!!), alem dos extras físicos, como um mapa, cd de trilha sonora e manual traduzido. 


    The Elder Scrolls V: Skyrim

    O meu jogo favorito de todos os tempos não poderia deixar de estar aqui. É o jogo mais imersivo que já joguei e provavelmente o que mais joguei na vida. Imersivo, gigantesco e ... bugado? Sim, muito bugado.
    Foi por causa de seus bugs que eu me esforcei para aprender um mínimo de programação para não perder um save. E com isso, aprendi a ser mais perseverante.
    Foi com este jogo que aprendi a não me estressar mais enquanto jogo por perder.
    Foi por causa dele que eu vivi alguns dos meus melhores momentos com a minha ex.
    Foi o primeiro jogo que eu subestimei e me fez quebrar a cara.
    Foi com ele que eu testei o upgrade do meu computador.
    Foi por causa dele que eu voltei a jogar games depois de um intervalo de anos sem jogar nada. 
    Foi com Skyrim que decidi começar a colecionar games e abandonar a pirataria.
    Foi o primeiro jogo que fez meus olhos brilharem com a vastidão do mundo que tenho a explorar.
    Foi o jogo que chegou mais perto de um bom rpg de mesa (junto com The Witcher 3)!

    E foi por causa dele que tomei coragem de escrever alguns artigos para o alvanista. Até fiz uma análise exclusiva do ps3 para ele.

    É isso gente. Este pequeno artigo foi feito no improviso, sem roteiro e planejamento, só para expressar um pouco do carinho que tenho por este gênero. Não vou indicar ninguém para esta corrente, deixando a escolha dos leitores para escrever um artigo sobre os 3 rpgs de suas vidas se quiserem. 

    Um abraço e até mais! 

    The Elder Scrolls V: Skyrim

    Platform: PC
    17390 Players
    909 Check-ins

    2
    • Micro picture
      santz · over 4 years ago · 2 pontos

      O único que joguei foi o Skyrim, sou mais os jogos antigos. Skyrim é realmente foda pagarai! Aquele começo com o dragão é épico demais, mas o mais foda foi quando escapei da vila devastada pelo dragão e perguntei meu irmão: "-Onde eu vou agora?" e ele "-Para qualquer lugar, se vira ai.", simplesmente fantástico. Que mundo gigantesco, PQP!

      9 replies
  • papm22 Galard Malvic
    2016-05-11 01:40:09 -0300 Thumb picture
    papm22 checked-in to:
    Post by papm22: <p>Alguém vendendo o original? Tem que ser o americ
    Urban Chaos: Riot Response

    Platform: Playstation 2
    298 Players
    8 Check-ins

    Alguém vendendo o original? Tem que ser o americano e com manual.

    1
  • papm22 Galard Malvic
    2016-03-18 02:18:50 -0300 Thumb picture
    Post by papm22: <p><a href="http://alvanista.com/papm22/posts/32503

    http://alvanista.com/papm22/posts/3250355-o-ano-em...

    UPDATE!

    0
  • papm22 Galard Malvic
    2016-03-17 23:40:39 -0300 Thumb picture
    papm22 checked-in to:
    Post by papm22: <p>Agora é oficial! The Witcher 3: Wild Hunt é o jo
    The Witcher 3: Wild Hunt

    Platform: PC
    1185 Players
    696 Check-ins

    Agora é oficial! The Witcher 3: Wild Hunt é o jogo com mais premiações GOTY da história!!

    É nois que voa bruxão!

    http://gotypicks.blogspot.com.br/

    2
  • papm22 Galard Malvic
    2016-02-29 01:07:58 -0300 Thumb picture
    papm22 checked-in to:
    Post by papm22: <p>Voltando às origens ...</p>
    Final Fantasy XII

    Platform: Playstation 2
    5772 Players
    192 Check-ins

    Voltando às origens ...

    3
    • Micro picture
      ffb1 · almost 5 years ago · 1 ponto

      quero sabeer em relação a tradução desse game q ta iimpossivel de achar

      1 reply
  • papm22 Galard Malvic
    2016-01-31 03:37:29 -0200 Thumb picture

    O ano em foco - 2014: o pior ano dos games?

    Medium 3250355 featured image

    Salve galera! Aqui é Galard em mais uma opinião sobre meu assunto favorito: games! Desta vez irei começar a fazer o que pretendo que se torne uma série de artigos comentando sobre os melhores lançamentos, decepções, inovações. Estou começando por 2014  principalmente por ser um ano bem complicado de se falar eu o considero como uma ótima oportunidade para o início desta série.

    A minha ideia é fazer algo parecido com este vídeo do WatchMojo: Top 10 Years in Gaming History, mas comentando sobre um ano de cada vez.

    Será feito um apanhado geral dos lançamentos, seguido de um top 10 dos melhores games do ano de 2014, com breves comentários sobre cada um etc. 

    Por último falarei sobre o "the big winner" daquele ano, se mereceu realmente ou não.

    Eventuais surpresas poderão surgir ao longo do artigo também! Sem mais, vamos lá!

    OBS: a imagem é meramente ilustrativa. Não me resumirei apenas ao TGA 2014.

    1) Promessas e mais promessas: o ano do Hype!

    Como todo ano inicial de uma geração de consoles (ok, 2012 foi o início da 8ª geração de fato, com o lançamento do WiiU, sendo o ps4 e xone lançados em 2013, mas o ano em que ela realmente teve início, com boa parte dos games voltados para ela foi em 2014), as empresas ainda estavam se habituando com os novos hardwares ( e ainda estão), nem tudo sai como o planejado. Basta lembrar de 2006, que o padrão gráfico ainda estava se habituando e só teve a grande transformação com o Gears of War 1. Contudo, o problema é que desta vez foi pior.  Um marketing diferente estava (e está!) sendo utilizado cada vez mais intensamente: o Hype. Criar expectativas nos jogadores sobre jogos com padrões gráficos inacreditáveis para a tão cansada 7ª geração, com mundos gigantescos e conteúdo de sobra parecia o óbvio para chamar à atenção de todo mundo. E como isso deu certo ...

    Começando pelo levantador da bandeira do hype, Watch_Dogs! Desde 2012, com aquele trailer fatídico da E3 (a mais nova vitrine de enganações), que este jogo era esperado. Nele, a iluminação era super realista, totalmente dinâmica, algo nunca visto antes, colisões realista, vento, reflexos, iluminação noturna impecável. Era um dos candidatos a jogo do ano de seu lançamento desde já.

    O trailer mentiroso da E3 de 2012:

    A publicidade não parava, novas imagens "vazavam", todos as mídias voltadas para os gamers falavam sobre uma coisinha aqui, outra ali. Toda informação era valiosa. A Ubisoft estava tão confiante que até cutucou a Rockstar em uma publicidade.

    Outra publicidade irada bagarai também foi esta daqui próxima do lançamento:


    E tenho que admitir que  tudo isso deu muito certo. Se tornou um dos jogos mais esperados de 2013 e por pouco não foi o eleito pelo VGX de 2013 como o jogo mais esperado do ano de 2014. O negócio ficou tão chamativo que até o jornal da globosta fez uma reportagem sobre o jogo:

    Em 27 de maio de 2014 ele foi lançado ... e não cumpriu o que prometeu. Os gráficos estavam muito aquém do esperado, a história era simples demais, com motivações duvidosas do protagonista, a dirigibilidade dos carros não agradou (eu particularmente detestei!), o jogo veio bugado, a versão de pc crashava o tempo todo e nunca funcionava bem, versão do WiiU adiada para o fim do ano e a cereja do bolo do jogo, o hacking era simples demais para segurar as pontas.

    Vídeo do Digital Foundry sobre o downgrad gráfico do jogo:

    No final das contas, foi vítima de sua própria estratégia de publicidade excessiva. Longe de ser um jogo ruim, mas toda essa geração de expectativas, a porrada vem muito maior:  os jogadores massificaram negativamente o jogo, enquanto que a crítica especializada achou apenas um jogo bom.

    Médias do metacritic:
    http://www.metacritic.com/game/playstation-4/watch...

    http://www.metacritic.com/game/pc/watch-dogs

    http://www.metacritic.com/game/playstation-3/watch...

    http://www.metacritic.com/game/wii-u/watch-dogs

    http://www.metacritic.com/game/xbox-one/watch-dogs

    Um segundo jogo igualmente hypado deste ano foi o Destiny

    Novamente, muito investimento em propaganda, imagens vazadas, "sucessor espiritual de Halo" e tudo o que o bom e velho hype pode permitir. Mas ao ser lançado ... um jogo viciante, lindo (melhores gráficos da 8ª geração até então) com a melhor jogabilidade do gênero para os consoles, porém com uma história incompleta, morna e que a conclusão deveria ser adquirida pelas expansões! Isto foi uma sacanagem gigantesca com o consumidor ! É claro que deu certo e as expansões venderam feito água.


    Justiça seja feita: Destiny era um bom jogo no que se propunha, mas só. Borderlands 1 e 2 se encaixavam muito bem no papel de te prender no grinding por mais level e loot. Atualmente a situação dele é outra. Mas isto é papo para  um "O ano em foco - 2015".

    E mais uma vez os jogadores desceram o pau na avaliação do jogo:

    http://www.metacritic.com/game/playstation-4/desti...

    http://www.metacritic.com/game/playstation-3/desti...

    http://www.metacritic.com/game/xbox-360/destiny/cr...

    http://www.metacritic.com/game/xbox-one/destiny

    Estes dois foram os cargos-chefe que puxaram o trem do hype. Só que não foram os únicos:  muito pelo contrário, foram tantos que nem vou detalhar muito, só tecer breves comentários. Ressalto que há outros jogos, como o Murded Soul Suspect, com o "mal do hype" que não listarei aqui. Apenas comentarei os mais relevantes e decepcionantes.


    Assassins Creed Unity: 

    Bugado, crashado, com quedas de frame-rate e injogável nos primeiros dias. Alem de ter uma história sem-vergonha chupada de Romeu e Julieta. O negócio era tão defeituoso que as listas de bugs eram mais populares do que vídeos que elogiavam o jogo. A Ubisoft conseguiu ferrar com quase todos os seus grandes lançamentos de 2014 de uma forma sublime, pqp ...

    Lista de bugs:



    Thief:

    Injogável no lançamento na versão de pc, repetitivo, chato, monótono, história babaca, personagens chatos e prometeu o que não cumpriu: revitalizar uma franquia importantíssima para o gênero stealth. Apesar de ter gostado um pouquinho do jogo, não escondo a decepção.
    Ah, e desta vez o jogo não é bom. 

    Driveclub:

    Aqui foi diferente: o jogo é bom, apesar de não trazer nada de inovador ou muito chamativo. A ironia é que toda a propaganda do jogo foi feita em torno do multiplayer e dos efeitos climáticos que seriam ultrarealistas ... mas que nada disso funcionava ou tinha na data de lançamento. Que mancada, Sony!

    The Crew:


    Mais um jogo de corrida que decepcionou. Prometeu um mundo gigantesco com um padrão gráfico sublime. Sobre o mundo, é ... ele é bem grande mesmo. Mas os gráficos ... DE NOVO, muito àquem do que prometeram na vitrine de mentiras E3 de 2013! E mais: a ideia de Ubisoft (sim, ela novamente furando com seus fãs!) era a de fazê-lo como um MMO de carros ... pena que só suporta até 8 jogadores simultâneos. Isso sem falar nos bugs, pop ins constantes, delay de renderização, mais um história babaca e desinteressante.

    Comparação gráfica E3 2013 vs 2014:

    Titanfall:

    Ironicamente e parece até estranho de dizer isso mas esse jogo não decepcionou no lançamento e sim a longo prazo. Os motivos: aparentemente ele fica desinteressante com o tempo e os jogadores abandonaram as salas muito rapidamente. Isso porque foi o jogo mais esperado de 2014 segundo o VGX 2013...

    Sonic Boom Rise Of Lyric:

    Teve decepção até no WiiU, a plataforma que mais teve bons lançamentos em 2014! E esta "pérola" clone do Temple Run com beat`n up genérico que modificou o design de alguns personagens  tão amados, é ruim e chato em quase tudo o que se propõe: história, jogabilidade, gráficos etc. Nem preciso comentar mais.

    The Elder Scrolls Online:


    Até uma série premiadíssima e revolucionária com The Elder Scrolls teve uma péssima recepção em 2014! Basta pensar num jogo caro, com assinadora mensal caríssima, sem nada de novo a oferecer que já não exista em qualquer outro MMO. Atualmente só se precisa pagar pelo jogo, mas mesmo assim ele não vai muito bem.

    2) Versões capadas: 

    Eu já escrevi um artigo sobre isso antes. E que não deixa de ser um tipo de decepção também. Apenas irei citar um nome: Shadow of Mordor de ps3 e 360. Isso resume tudo!

    3 - O ano Kinder-Ovo: um ano cheio de surpresas!



    Se por um lado quem prometeu descumpriu, por outro, os jogos subestimados, que chegaram sem muito alarde, ou até mesmo sem nenhum, foram alguns dos melhores jogos do ano! 2014, de fato, foi o ano mais atípico para os videogames que eu já vivenciei! Vamos falar de algumas surpresas.

    Hearthstone: Heroes of Warcraft:

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)


    Hearthstone foi uma das melhores surpresas. Ele trouxe uma mecânica que lembra muito o jogo de cards, Magic, The Gathering, inclusive com a possibilidade de comprar busters para melhorar o seu exército. E o melhor: não é um pay2win que necessita gastar milhares de reais para vencer. Basta jogar e ter paciência. Excelente jogo mobile!

    Alien Isolation:

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    Que fique claro: eu detesto jogos de survival-horror. Acho um gênero chato, maçante e insuportavelmente irritante. Mas tenho que reconhecer que Isolation foi muito surpreendente. Ele salvou a franquia Alien no mundo dos games depois do fraquíssimo Aliens Colonial Marines. Uma boa jogabilidade para o estilo e um único Alien com a melhor inteligência artificial de 2014 completam esta brincadeira de gato e rato virtual. Imperdível para os fãs do gênero.

    South Park: The Stick of Truth:

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Tão bom que até parece um episódio da série! Ninguém dava muita coisa para este jogo por dois motivos: 

    A antiga publicadora, a THQ faliu no meio da produção do game e deixou a Obsidian numa saia justa até encontrar uma nova publicadora, que foi a Ubisoft. 

    E segundo, porque jogos licenciados não costumam ser muito bons. Mas este daqui não e trouxe uma verdadeira homenagem aos jogos de RPG!

    Child of Light:

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    Ironicamente, um dos "indies" da Ubisoft foi um dos seus melhores lançamentos. Despretensioso e dono da melhor trilha sonora de 2014, em minha opinião, ele cativou os corações de muitos gamers metidos a machões e principalmente do público feminino.  Ótimo combate e exploração completam a trama poética deste game. Recomendadíssimo!

    Valiant Hearts: The Great War:

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    Um jogo lindo, emocionante, envolvente, dono da melhor narrativa de 2014. Esta homenagem aos 100 anos da 1ª Guerra Mundial (e mais um "indie" excelente da Ubisoft!) é um dos jogos mais memoráveis que já joguei. A prova perfeita de algo naturalmente bem-feito, sem ter que se submeter a qualquer hype. 

    Assassin's Creed Rogue:

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    O jogo que era para ser o patinho feio da Ubisoft mas fez muito bonito. A Ubi resolveu lançar três jogos da série  Assassin's (Rogue, Unity e Memories), sendo que dos três, a jovem promessa era o Unity, que foi a maior decepção. Longe de inovar e com visuais e mecânicas muito recicladas do Black Flag, Rogue fez o feijão com arroz trazendo bons personagens para uma trama muito envolvente. Bom para os fãs da série!

    This War of Mine:

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    Inteligente, inovador,  brutal, realista e impactante. Este indie (agora um indie de verdade mesmo) mostra a guerra como ela é: nada divertida e muito dramática. Trata-se de um jogo de sobrevivência e estratégia (com uma pitada de horror também) no qual o jogador controla e gerencia um grupo de sobreviventes civis em um casarão abandonado os quais estão suscetíveis a todos os terrores da guerra:  medo, fome, doença, depressão e etc. É um game genial!


    P.T.:

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)


    E quem disse que toda jogada de marketing de 2014 deu errado? P.T., ou melhor, playable teaser, foi um minigame do PS4 distribuído gratuitamente para anunciar a parceria de Kojima com Guilhermo Del Toro e Norman Reedus no novo Sillent Hills! Mesmo detestando o gênero, não posso deixar de parabenizar essa jogada ... que jamais irá existir, mas isso fica para comentar quando for a vez de 2015.


    Middle-Earth: Shadow of Mordor:

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    A melhor surpresa de 2014 em minha opinião. Trouxe o ótimo sistema Nêmesis, com uma boa jogabilidade, chupada de Batman Arkhan no combate e na exploração da série Assassin's Creed. E que gráficos lindos! Um dos poucos que realmente é next gen! Para nenhum fã de Tolkien chiar! Isto obviamente não vale para as versões de PS2 PS3/360.


    3) Top 10 melhores games de 2014:

    10º:
    Wolfenstein: The New Order 

    http://dl.pcgamer.com/LPC/wolfenstein/Wolfenstein_Ne...(img)


    Eis uma gratíssima surpresa deste ano. Um jogo com mecânicas old school super robustas e interessantes, ótima jogabilidade e uma das melhores narrativas deste ano. Com o avô dos jogos de tiro não se brinca!

    9º: This War of Mine

    http://www.irmandadegames.com.br/wp-content/uploads/...(img)


    Mais uma surpresa! E que jogo tenso! Que jogo envolvente! Que jogo diferente e inovador. Não é novidade nenhuma que a Polônia tem se tornado um novo polo cultural na área, mas não precisava esculachar fazendo o maior rpg de todos os tempos no ano seguinte ...

    This War of Mine se trata de uma experiência de vários gêneros, mas o prevalece aqui é a estratégia, o survival e o terror. Sim, o terror realista que uma guerra passa. O seu objetivo aqui é a sobrevivência da forma mais crua possível. Doenças, fome, inimigos. Se você procura um jogo realista sobre a guerra, este é o seu jogo.

    8º: Child of Light

    http://static9.cdn.ubi.com/resource/en-GB/game/child...(img)

    Epa? Só da surpresa por aqui? Sim, meus amigos este "indie" da Ubisoft me agradou demais. Um jogo de história tocante, artístico, todo narrado em versos, com uma jogabilidade simples e extramente funcional. A ideia de utilizar exploração em plataforma com combate tático ficou muito bem-feita e funcional. Junte isto ao uso da engine UbiArt, a mesma de Rayman Legends que não há nada para se reclamar.

    7º: Valiant Hearts The Great War

    http://static9.cdn.ubi.com/resource/pt-BR/game/valia...(img)


    Mais um "indie" da Ubisoft, mais uma pérola artística. Ahh se lançassem pelo menos um jogo destes por ano invés de trocentos Assassins Creeds da vida! Valiant Hearts é um jogo com um propósito bem definido: homenagear os 100 anos do início da 1ª guerra mundial, não a guerra em si, mas aos soldados e famílias que a vivenciaram. Trata-se de um jogo de puzzles simples, com uma narrativa emocionante sobre a força da amizade. Alem do mais tem o Walt! E só por causa deste cãozinho ele já merece o 7º lugar!

    6º: Pokémon Alpha Sapphire/Omega Ruby

    http://play-media.nintendo.com/images/EN_V1_p22_03_o...(img)


    Eu sei que a Nintendo foi A produtora de 2014. Eu sei que estes remakes (e não remaster!) são bem inferiores aos idolatrados Soul Silver e Heart Gold e que também trouxeram menos inovações que as versões X e Y. Mas ainda assim, trouxeram ótimas inovações, melhorias gráficas, complemento gigantesco na história e o principal: diversão. Pokemon é o principal motivo de me ter feito comprar um 3DS em 2014, então merece esta posição. Jogo viciante da p#$$@!

    5º: South Park: The Stick of Truth 

    http://www.gamereactor.eu/media/86/southpark_1078664.jpg

    O melhor jogo adaptado de 2014. Subversivo, irreverente, nojento e cativante. The Stick of the Truth é um episódio de South Park no formato de um jogo. E que game divertido! Além da diversão, também possui ótima narrativa (exatamente como num episódio da série), ótimo sistema de jogo e a possibilidade de se ouvir o Cartman dizer que nunca seremos amigos pois escolhi começar com a classe "Judeu" ... O politicamente incorreto nunca foi tão engraçado num game.

    4º: Far Cry 4

    http://s2.dmcdn.net/Ig1Sx/1280x720-Bpu.jpg


    O jogo que eu mais joguei em 2014. De longe. Far Cry 4 veio jogando na safezone, sem diferenciar muito do seu antecessor (que eu particularmente gosto mais), com os mesmo elementos que o consagraram, como uma ótima jogabilidade, boa exploração, belíssimos cenários e um vilão marcante (que não aparece muito).  Some isto ao fato de ter um ótimo multiplayer cooperativo e temos o melhor jogo de tiro de 2014. Isso sem contar que eu joguei a sua versão capada do PS3 e adorei ...

    3º: Mario Kart 8

    https://i.ytimg.com/vi/89i-NHYMXyY/maxresdefault.jpg


    De longe, o melhor multiplayer dos últimos anos. Virei dezenas de noites jogando na casa de um amigo nos seus diversos modos online e em tela dividida. Não bastasse o multiplayer, o single também é excelente. Junte isto a melhor jogabilidade da série, os melhores gráficos do Wii U e ao Luigi death stare que temos o melhor jogo da Nintendo dos últimos anos. Não ficava tão feliz de jogar algo num console de mesa da Big N desde o saudoso Metroid Prime do Game Cube.  Simplesmente o melhor jogo já lançado para o Wii U e a principal razão pelo qual eu tanto quero comprar um ...

    2º: Middle-Earth: Shadow of Mordor (PS4/XBONE/PC)

    https://i.ytimg.com/vi/1MuHCzLDjk8/maxresdefault.jpg


    A melhor surpresa de 2014 e o jogo que revitalizou a franquia de Tolkien para os games. Tecnicamente impecável, um dos melhores gráficos do ano (só perde para o Driveclub), divertido e com uma jogabilidade sólida que mescla a dos Assassins Creed com o combate da série Batman Arkhan. Ele tem os seus defeitos, como uma história simples e desinteressante, falta de originalidade na jogabilidade, e mais para o final do jogo, pode se tornar bem enjoativo, mas que tudo isto não atrapalha ou mesmo retira o seu mérito de ser um excelente jogo de ação com o trunfo do sistema Nemesis de geração procedural de chefes e capitães. Uma pérola para os fãs de Tolkien com excelente qualidade técnica.


    MENÇÕES HONROSAS:

    Alien Isolation

    Bayonetta 2

    Transistor

    Banished

    Super Smash Bros. (Nintendo 3DS/ Wii U)

    Sunset Overdrive

    Hearthstone: Heroes of Warcraft

    Hohokum

    The Banner Saga

    Divinity: Original Sin


    E finalmente em 1º lugar:

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    (pausa dramática)

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    Dragon Age: Inquisition!

    http://assets.vg247.com/current//2014/11/1415505240-...(img)


    De todos os jogos de 2014 que joguei, nenhum deles reuniu elementos tão sólidos quanto este e nem passou perto de ser memorável como este. DA:I é majestosamente grande, possui uma narrativa envolvente com uma trama política envolvente, a melhor jogabilidade da série, o que demonstra que a Bioware aprendeu com os erros do passado. Se tem algum jogo que realmente "prestou" em todos os aspectos em 2014 e não decepcionou, foi este daqui. Vamos falar mais detalhadamente dele abaixo.

    4 - O GOTY de 2014

    https://i.ytimg.com/vi/nqkWkklJKhU/maxresdefault.jpg


    Dragon Age: Inquisition foi também o GOTY absoluto de 2014, com 134 prêmios. E como o dito acima, foi merecido. É um RPG muito envolvente, com mapas bem diversificados,  mecânica de jogo agradável e acessível (mas que preserva o desafio) e narrativa envolvente. Junte isto à ótima trilha sonora com personagens extremamente carismáticos, como Varric e Iron Bull que DA:I se encaixa muito bem naquela gama seleta de jogos memoráveis. 

    Então, ele é nota 10? Não, no máximo nota 9. Mesmo sendo o único jogo de 2014 com ótimas qualidades técnicas em todos os aspectos, sempre existem pequenos problemas, e alguns destes atrapalham a jogatina, como o já conhecido corrompimento de saves, raros travamentos em momentos cruciais do jogo.  Sem falar que nos primeiros dias de lançamento estava bem problemático. Não quero falar mais sobre seus defeitos pois ainda não o zerei e agora não é o momento para uma análise. Só preciso dizer que é um jogo OBRIGATÓRIO para os fãs de rpg medieval!

    5) Conclusão

    2014 foi um ano complicado, não vou mentir. Muitas promessas, poucas entregas e muitas decepções. Tudo bem que as decepções não nos entregaram jogos ruins, mas o que Destiny e Watch Dogs prometeram, era para no mínimo que competissem a jogo do ano, e não foi bem assim. Tivemos muitos jogos ruins também, como o catastrófico Rambo: The Videogame. Fora os vários adiamentos que prejudicaram bastante a safra deste ano.


    Contudo, apesar dos erros e decepções ficarem em evidência em 2014, não se pode esquecer que diversos games simples e inovadores foram lançados, como o This War of Mine e Valiant Hearts. E se formos falar em matéria de diversão, a Nintendo salvou o ano com diversos exclusivos de peso no melhor ano do Wii U até então. Os consumidores da Nintendo não tem do que reclamar. E apenas eles.


    Dizer que 2014 foi o pior ano dos videogames pode ser um certo exagero (e eu acho que nada vai superar 1983 e o crash dos videogames), mas ele foi bem fraquinho. Tivemos poucos lançamentos interessantes triple A, sendo a maioria deles sequências de baixa criatividade e inovação. Em contrapartida, jogos com uma proposta mais simplista e indies se sobressaíram. E ainda assim foram poucos.

    Por fim, eu digo que 2014 foi um ano único e digno de ser um objeto de estudo, pois trouxe consigo a valiosa lição de não cair na onda do hype, e saber esperar o momento certo de investir num console de nova geração. Como o 1º ano de fato da 8ª geração consolidada, o saldo ainda é ruim, já que em anos semelhantes, como 2006, o segundo ano da 7ª geração, por exemplo, já tínhamos verdadeiras revoluções gráficas (Gears of War e Ghost Recon Advanced Warfare) e jogos de peso em maior quantidade e qualidade do que em 2014.  

    Dragon Age: Inquisition

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      anderson_costa · about 4 years ago · 2 pontos

      Muito bom, se tivesse mais alguns minutinhos aqui no trampo eu terminava a leitura, então vou deixar para ler sobre o DA: I, amanhã no almoço, até porque eu tenho o jogo e não joguei porque não me dei bem com a mecânica, mas quem sabe não volto a jogar.

      1 reply
  • papm22 Galard Malvic
    2016-01-24 03:35:52 -0200 Thumb picture
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    Post by papm22: <p>Finalmente consegui mais companheiros para a min
    Dragon Age: Inquisition

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    Finalmente consegui mais companheiros para a minha party! Vivienne (enjoada do caralho), Sera (chata da porra!), Iron Bull e Blackwall.
    Será que alguém me da uma força com o grupo? Estou testando a Sera, Blackwall e Vivienne agora. ainda não tive acesso às especializações. Mas lendo por aqui já montei uma eventual build e um grupo: vou de knight-enchanter (inquisitor), Dorian, Blackwall e não sei quem vou colocar de rouge, talvez a Sera ou o maluco do Cole. E Cassandra para romance s2s2!

    0
  • papm22 Galard Malvic
    2016-01-23 02:02:45 -0200 Thumb picture
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    Post by papm22: <p>Fechando mais um cenário: Costa da Tormenta. Só
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    Fechando mais um cenário: Costa da Tormenta. Só falta matar aquele maldito dragão e o gigante. Vai ficar para depois, quando tiver acima do nível 10 hehehe. E ainda não consegui me acostumar com a câmera tática no mouse, só no controle mesmo. Jogo bem viciante!

    1
  • papm22 Galard Malvic
    2016-01-22 03:53:05 -0200 Thumb picture
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    Post by papm22: <p>Chegando finalmente às minhas 10 primeiras horas
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    Chegando finalmente às minhas 10 primeiras horas de jogo no pc! Jogo bacana, bem viciante, mas achei alguns problemas pequenos:
    -jogabilidade bem ruim na configuração padrão do pc e nem alterando o mapeamento das teclas fica 100% bom. Sempre falta alguma coisa. Neste ponto as versões de console dão de 10 a 0! E sem noção ter que ficar pressionando o botão direito do mouse para ficar girando a câmera que se posiciona muito mal em alguns combates!
    -história meio dispersa no início, tem várias sidequests babacas, como catar 10 carnes de carneiro, quebra-cabeças, etc. Não faz muito sentido o líder da inquisição e único no mundo que pode fechar as fissuras fazer esse tipo de coisa 
    -não gostei muito dos designs das armaduras, dos armamentos e nem da sua customização. Mas da para quebrar o galho.

    Por hora é isso. De resto, estou achando muito bom. Espero que me surpreenda mais esse goty de 2014! 

    0
  • papm22 Galard Malvic
    2016-01-20 01:15:08 -0200 Thumb picture

    O jogo do ano: o que faz de um jogo um goty??

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    Salve galera, aqui é Galard mais uma vez com um artigo diferente para vocês. Todo gamer adora bons jogos, mas nem todos sabem o que faz de um jogo ser considerado o melhor do ano. Não estou aqui para puxar saco de nenhum jogo em específico de 2015 (a imagem do The Witcher 3 é meramente ilustrativa, apenas reparem na hora do dia e vejam se não tem nada de estranho ...), mas para apresentar as principais características de um candidato à este prêmio tão cobiçado entre as produtoras. Claro que o goty nem sempre agrada a todos, mas ele geralmente une características que agradam pelo menos um maior público alvo. Vamos à elas!

    OBS: a única fonte que usarei será o gotypicks.blogspot.com. Por isso não me basearei em uma única mídia, mas no somatório delas que esse fantástico blog reune. 


    OBS2: usarei APENAS os gotys absolutos (os "big winners", segundo o blog) como exemplo. Qualquer outro jogo utilizado eu contextualizarei.


    1) Revolucionário/Inovador:

    Essa é de longe o que mais atrai esse prêmio, o que mostra que a criatividade é um ponto essencial para nós gamers. Seja uma narrativa inovadora, uma mecânica de jogo inovadora ou qualquer coisa fora do comum e que agrade ao público já é meio caminho andado para um goty. Querem exemplos? Basta lembrar principalmente do ano de 2012, no qual os maiores vencedores, Journey e The Walking Dead (goty deste ano): ambos trouxerem inovações nas narrativas. Só que se pararmos para reparar:

    2013 - The Last of Us: revolucionou a narrativa de um jogo usando e abusando do drama cinematográfico (se fosse um filme, seria indicado ao oscar!)

    2012 - The Walking Dead -revolucionou a narrativa com drama e emoção

    2011 - Skyrim - revolucionou os jogos de mundo aberto com um mundo enorme, vivo e nunca visto antes

    2009 -Uncharted 2 - incluiu uma narrativa no melhor estilo cinema pipoca
    2007 - Bioshock - um jogo que discute moral, sociedade, política e ainda traz uma crítica social

    2004 - Half-Life 2 - revolucionou a física, gráficos, mecânicas e narrativa

    Estes são os exemplos mais claros.

    2) Ser envolvente: 

    De uma forma ou de outra o jogo do ano deve te prender à tela por algum motivo. Seja por ele ser muito divertido e viciante, ou por uma narrativa que te prende enquanto não finaliza o game, ou algo muito instigante que te deixa curioso para saber como o personagem vai sair da situação, ou até mesmo algo impactante. É a característica mais comum de um jogo do ano.  Nem preciso exemplificar.

    3) Ser completo, massivo: 

    Apesar de parecer óbvio, podemos perceber que esta característica, que não é recente, sempre conquistou este título. Basta se lembrar lá no longínquo ano de 1998, ano em que teve uma excelente safra de jogos, considerado por muitos como o melhor ano para a história do videogame, no qual o com as melhores médias foi o The Legend of Zelda: Ocarina of Time.  E ser completo aqui me refiro diretamente ao número de possibilidades que um  jogo pode oferecer bem como a sua duração. Ele deve ser completo no que ele propõe ser. Neste caso, os melhores exemplos são os jogos de RPG e os produzidos pela Bethesda e  Rockstar:

    2011 - Skyrim

    2010- Red Dead Redemption
    2008 - Fallout 3

    2006 - Oblivion

    4) Criar tendência e se tornar uma referência no gênero: 

    Aqui é quase auto-explicativo. Se algo é tão bom, divertido, revolucionário a ponto de ser copiado, referenciado, homenageado, geralmente é merecedor deste título. Exemplos:

    2011 - Skyrim - criou um mundo aberto muito vivo e se tornou referência em mapas gigantescos

    2006 - Oblivion - revolucionou a mecânica do fast travel muito utilizada nos jogos atuais

    2005 - Resident Evil 4 - trouxe a mecânica de ação para a temática de terror

    2004 - Half-Life 2 - inovou com várias peculiaridades gráficas para a época, como expressão facial e água

    5) Não decepcionar: 

    Essa é bem simples - basta cumprir tudo o que prometeu e não enrolar para entregar o produto final. O que parece o óbvio têm se tornado algo difícil de ocorrer. A E3 se tornou uma vitrine de mentiras, o "mal do hype" domina as previews e a pressa para lançar logo o produto e ele chega nas lojas com um downgrade gráfico gigantesco, bugado e com mecânicas repetitivas sendo mais do mesmo. O melhor exemplo que posso dar é o Dragon Age Inquisition - 2014, não por ele ser um ótimo jogo, mas porque ele foi o jogo que cumpriu o que prometeu (alem de reunir outras características como ser muito imersivo, grandioso e completo, etc.), diferente dos seus "concorrentes" que decepcionaram no lançamento como Watch_Dogs, Destiny, Titanfall, Driveclub, Thief, Murded Soul Suspect, The Crew, Sonic Boom, The Elder Scrolls Online, Assassins Creed Unity ... E chega! 2014 realmente foi muito fraco por causa disso. Quanta decepção ...

    6) Ser uma continuação 

    Parece bobo, mas a maioria dos gotys são continuações. É bem complicado de se afirmar isso, mas se formos ponderar na balança, dos 12 gotys que tivemos desde 2003, apenas 4 são franquias novas, ou seja, 1/3. Essa é a característica mais questionável, sem dúvidas.

    7) Ser eclético e não ser voltado para um público alvo muito específico:

    Ou seja, agradar ao maior número de pessoas. Vamos voltar para 2014 para explicar esta, especificamente na premiação do The Game Awards daquele ano. O indicados foram Bayonetta 2, Shadows of Mordor, Dark Souls 2, Dragon Age Inquisition e Hearthstone. Dark Souls 2 e Bayonetta 2, apesar de não decepcionarem, agradam um público alvo de nicho, sendo o 1º àqueles que curtem um desafio cruel e o 2º aos consumidores da Nintendo que curtem um hack´n slash (!). Os únicos que possuíam a maior quantidade de características de um jogo do ano eram o Inquisition e Shadows of Mordor, uma vez atingiam aos fãs de fantasia medieval e RPG, algo bem mais eclético. Mas eu juro que ficaria feliz em ver um jogo de mobile ganhando essa premiação ...

    8) Ter boas qualidades técnicas:

    Seja na qualidade da história, gráfica, sonora, gameplay, o conjunto da obra deve ser tecnicamente diferenciado dos demais. E isso não está ligado a não ter bugs, já que a bugsheda ganhou três vezes já! Suas qualidades técnicas vão sempre superar os seus defeitos. Exemplos? 

    2012 - The Walking Dead - tão limitado quanto envolvente. A sua história e narrativa são tão boas que vc se esquece dos seus gráficos e movimentação datados

    2011 - Skyrim - o jogo mais bugado que já joguei ainda consegue ser o melhor do ano e o meu favorito de todos os tempos, com todo o resto impecável

    2003 - Star Wars: The Knights of The Old Republic - que jogo feio! Mas todo o resto do jogo é impecável, principalmente a jogabilidade e história

    9) Ser memorável:

    Deve ser aquele jogo inesquecível por alguma razão. Pode ser por qualquer uma das características acima ou simplesmente por ter algo único que só ele tem. Exemplos:

    2013 - The Last of Us - o drama de Joel e Ellie nunca envolveu tanto o jogador quanto neste jogo

    2010 - Red Dead Redemption - nunca houve uma reconstituição tão perfeita e memorável do velho oeste num jogo como neste game

    2005 - Resident Evil 4 - nunca houve uma personagem tão filha da p#$@, imbecil, idiota quanto a Ashley (quem disse que ele tem que ser memorável positivamente? Ok, eu só quis sacanear essa bosta de personagem mesmo!)


    Por hoje é isso galera. Lembrando que esta é a minha opinião. Discordou? Argumente com educação ai embaixo. Gostou? Da um like, comenta, uma vida, um continue, uma ficha, um joinha e repasse esse artigo aos seus amigos gamers também! Abraços pessoal!

    The Witcher 3: Wild Hunt

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      xualexandre · over 3 years ago · 4 pontos

      Boa análise, sempre legal ver todos os prêmios de goty de um ano, e também entender o porquê que tal jogo ganhou mais prêmios

      1 reply
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      kratos1998 · over 3 years ago · 3 pontos

      Ótimo artigo, realmente os Gotys seguem um padrão, assim como foi citado. Geralmente o jogo precisa ser destaque em algo, e na minha opinião o que mais pesa é a história e jogabilidade, que são os principais elementos da diversão.

      3 replies
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      rafaelssn · over 3 years ago · 2 pontos

      É difícil um jogo ter todas essas qualificações hoje em dia.

      1 reply
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