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  • 2019-04-10 19:05:39 -0300 Thumb picture

    JOGO 08# Bubsy in Fractured Furry Tales

    Jogar dois jogos seguidos de Bubsy podem ser uma experiencia desgastante como foi para mim após jogar o segundo game (critica aqui) e então encarei o terceiro e pouco conhecido jogo da série do mascote genérico de jogos ruins, Bubsy in Fractured Furry Tales  o jogo do felino para o AtarI Jaguar, o console de 64 bits que na verdade tinha 32 com jogos de 16 bits.

    Atari Jaguar, o console de 64 bits, que na verdade tem 32, que faz jogos de 16 para bater de frente em qualidade com os games de 8.

    Bubsy Jaguar te coloca mais uma vez no controle do felino que deve se aventurar por diversas fases, 15 ao todo dessa vez para salvar o mundo dos contos de fadas que esta um caos após a Mamãe Ganso (que pouca gente não sabe mas não é um ganso) que mantinha a ordem em tais reinos ser capturada por João e Maria, o plot do game é estranho e ilógico demais até para Bubsy uma vez que o plot é desconexo demais de tudo na série (se a conclusão fosse tudo um sonho de Bubsy tudo bem, mas spoiler, não é) não apenas isso, o plot do game menciona que diversas criaturas surgiram nos mundos dos contos de fadas uma vez que os próprios contos de fadas que enlouqueceram e viraram inimigos, então espere viajar pelos mundos de Alice no País das Maravilhas, João e o Pé de Feijão, Ali Baba, 20 Mil Léguas Submarinas e é claro João e Maria, com cada mundo tendo 3 fases com um chefe ao final.

    Não sei o que esse chefe tem a ver com João e o Pé de Feijão.

    Sendo o Jaguar o console com """""4x mais bits"""" de potencia do que o SNES e o Mega Drive, os respectivos últimos lares do felino irritante é de se esperar que alguns avanços tecnológicos seriam implementados, mas não apenas não foram como o jogo também é dono de um retrocesso escroto. No segundo jogo Bubsy havia ganhado a companhia de seus sobrinhos, havia ganhando alguns power-ups como a arma de nerf e era mais resistente do que no primeiro jogo, alem disso podíamos selecionar a fase, Bubsy de Jaguar abandona toda a evolução e volta a ter um jogo como o primeiro, aqui Bubsy novamente pode correr e planar, morre com um único ataque, não possui quaisquer power-ups nem auxílio de seus sobrinhos, e os estágios estão mais labirínticos que o primeiro jogo e imensos. Não apenas isso Bubsy de Jaguar consegue ter controles piores do que os anteriores, Bubsy é super escorregadio e difícil de se controlar, tentar joar o jogo é pedir par morrer muito e se deseja encarar o desafio de zera-lo o sistema de códigos vai ser seu melhor amigo, e o código da ultima fase sua tentação constante.

    O jogo possui graças a seus controle terríveis (somado ao joystick terrível do Jaguar) uma facilidade tremenda em te matar.

    Até visualmente Bubsy de Jaguar tem seu nível de retrocesso, o personagem possui um sprite similar, mas menor, sendo o único avanço gráfico é a menor pixelação que o personagem possuí, a galeria de inimigos de sem graça no primeiro e de sem lógica no segundo alcança o nível de irritante no terceiro jogo com as criaturas saídas dos contos de fadas e algumas táticas e movimentação deveras irritantes e imprevisíveis que as mesmas possuem para te matar. Tais fatores visuais se aplicam também a Bubsy em ação e aos chefes, o felino possui um sprite terrivelmente bugado, facilmente notável nas mortes, morra em alta velocidade ou em movimento relativamente rápido e não sera estranho ver o sprite do felino continuar seguindo em frente com o personagem sofrendo a animação cartunesca de game over característica do mesmo, sejam flutuando ou atravessando paredes e tetos e até saindo da tela, nessa brincadeira os chefes do game são a coisa medonhamente sem graça que mais me irrita no jogo, e não passam sensação nenhuma ao serem atingidos, nenhum som característico, fazendo até parecer que os saltos de Bubsy não tem efeito sobre eles, e não preciso dizer muito pra já ficar evidente ela qualidade geral da coisa que as batalhas também são mal feitas, o único fator em que o jogo se salva um pouco é nas musicas, em algumas delas e não são grande coisa, elas perdem também em qualidade para os dois primeiros games.

    Na verdade existe uma explicação para todo esse retrocesso, o jogo era na verdade para ser um port do primeiro jogo para o Atari Jaguar, mas no meio do processo resolveram usar o código fonte e fazer um jogo original e deu no que deu, isso explica o motivo, mas não perdoa.

    Bubsy de Jaguar é uma peça poco comentada da história de Bubsy e não há muito o que falar dela mesmo, é um jogo um pouco mais ruim do que o nível de Bubsy e se o Atari Jaguar já não é um console que va valer muito o seu tempo, não ira ser um jogo de Bubsy que ira mudar isso para melhor.

    PONTOS FORTE: Algumas musicas legaizinhas (e olhe lá).

    PONTO FRACO: Controle, graficos, dificuldade, retrocessos em relação aos jogos anteriores e chefes.

    NOTA FINAL: 4,0

    Bubsy in: Claws Encounters of the Furred Kind

    Platform: SNES
    505 Players
    2 Check-ins

    20
  • 2019-03-13 17:30:32 -0300 Thumb picture

    JOGO 07# ROCKMAN BATTLE & FIGHTERS

    O Neo Geo Pocket e sua versão Color diga-se de passagem são portáteis incríveis e que não fizeram o devido sucesso graças a competição desigual com o portátil da Big N. Mas tanto ele como outros portáteis esquecidos tal qual o WonderSwan que já deu as caras por aqui tiveram sua leva de jogos decentes, a maioria baseados em animes ou em franquias de games já existentes mas que valiam a compra.

    O pacote já possuía ambos os jogos liberados, estes recriados em 8-bits.

    Mega Man se fez presente em ambos os citados, com seu jogo de WonderSwan Rockman & Forte: Mirai kara no Chosencha e também no portatil da SNK com esse port de ambos excelentes Mega Mans de luta dos arcades, os já citados em minhas reviews Mega Man: The Power Battle e a sequencia The Power Fighters; Battle & Fighters traz ambos os jogos na forma de um collection o que era incrível ainda mais considerando que tais jogos eram até então uma exclusividade dos arcades.

    Boa parte dos sprites do jogo são oriundos dos MM 1-6 de NES, mas todos são melhores animados, com novos sprites para melhor anima-los.

    Os jogos trazem todo o conteúdo original de suas versões de arcade, no primeiro game Power Battle assumimos o controle de Mega Man, Protoman ou Bass que devem enfrentar uma leva de inimigos em uma ordem aleatória mas como em um jogo de luta, os personagens atacam com seus canhões que podem ser carregados, alem de dashs para esquivar e poderes conquistados dos inimigos, a cada inimigo o próximo acaba por ter mais energia que o anterior mas isso não é obstaculo para continues infinitos do game, ou seja, nada de fichas. O segundo jogo, Power Fighters já trazia o novato Duo para o grupo de personagens alem de dar a liberdade do jogador escolher o próximo adversário a ser enfrentado.

    Assim como no original de arcade cada um dos 4 personagens de Fighters possui um golpe original (e Duo possui sua ombrada sinistra que jogava inimigos para o outro lado da tela).

    O visual do game é digno de nota por reproduzir todos os 18 Robot Masters de seus games de origem com sprites 8-bits como de NES, mas todos com mais animações, ou até refeitos para ter melhores articulações como as do game original de arcade, tal qual é o exemplo de Guts Man de MM 1. A trilha sonora traz algumas das musicas clássicas como em seus games, mas são beeeeeeeeeeeeem menos musicas do que os dois games originais de arcade, uma pena já que o game de arcade possui alguns dos melhores remixes de trilhas sonoras clássicas da série.

    Os jogos possuem os chefes e os finais oriundos do game original, uma pena estar tudo em japa.

    Cada jogo trazia sua leva de finais, um para cada personagem (não tenho certeza se o dito cujo game possuí o multiplayer, algumas fontes dizem que sim outras dizem que não), mas o game tem ainda uma novidade exclusiva da versão portátil que é uma database com informação de 43 personagens da saga que era liberada a medida que se zerava o game fazendo seus finais. BATTLE & FIGHTERS não é la muito interessante hoje em dia devido a presença facil dos dois games originais em emuladores ou oficialmente E EM INGLÊS através do ótimo Mega Man Anniversary Collection de PS2, mas para sua época era um pacote notável pacote, ainda que hoje em dia poucas pessoas realmente saibam de sua existência.

    PONTOS FORTE: Visual 8-bits oriundo do NES mas melhor animados e mais refinados; ter ambos os jogos de luta com todo seu conteúdo e com extras.

    PONTO FRACO: Todo em japones, poucas musicas.

    NOTA FINAL: 8,3

    Mega Man: The Power Battle

    Platform: Arcade
    256 Players
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      osreverocitirco · 4 months ago · 2 pontos
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      santz · 4 months ago · 2 pontos

      Pô, que massa. Muito foda o NGP ter esse Mega Man de luta. E é uma pena o console ter fracassado, pois, ao meu ver, ele dá um banho no "novo" portátil da Nintendo, o tal do GameBoy Color. teorizo que se não fosse o Pokémon, o portátil vingaria fácil.

      5 replies
  • 2019-03-06 18:11:50 -0300 Thumb picture

    JOGO 06# Ultraman: Hikari no Kuni no Shisha

    Ultraman assim como diversos heróis de Tokusatsu são personagens que não tiveram muito exito nos games, sendo boa maioria dos jogos apenas caça-níquéis para agarrar uns trocados dos fãs da série ou para servir de marketing para a mesma, a geração 16- bits que o diga já que fora agraciada ou amaldiçoada com o Ultraman: Towards the Future baseado na série americana Ultraman Great e tido como um dos piores jogos de luta de todos os tempos. Não apenas ele, a geração recebeu também os menos piores e menos conhecidos Ultraman Ultraseven, dois títulos similares a este mas exclusivos do Japão e que não são tão ruins como ele.

    Bemular como de costume é o primeiro monstro a ser vitima das porradas do herói gigante.

    Hikari no Kuni no Shisha funciona como uma evolução de ditos jogos em si, uma que o torna um pouco mais jogável. Aqui a ideia é a mesma do game do Ultraman original de SNES, controlar o herói vermelho e prateado encarando lutas que encenamos combates da série acompanhados de cutscenes ara tal efeito. No controle de Ultraman o jogador pode atacar com golpes físicos com socos, chutes, realizar agarrões contra os inimigos inclusive contra os alvos caídos como Ultraman fazia na série ao montar nos mesmos desferindo "chops" de karate contra os monstros, alem de é claro seus poderes especiais, ao apertar de um botão Ultraman pode disparar um dos 4 poderes seus assim como no game anterior, e alem destes o mesmo também pode invocar uma barreira capaz de repelir os projéteis dos inimigos.

    O jogo conta com cutscenes retratando a história do jogo e da série inteira do primeiro ep com a chegada do herói até a fatídica batalha contra Zetton, mas logico, esta todo em japa.

    Mas uma mudança necessária se faz finalmente presente, o Ultraman não necessita mais como nos três jogos já citados esperar toda a barra de energia carregar para usar seu ataque mais forte ao fim da luta, nos games citados ao zerar a vida do adversário o jogador era obrigado a sobreviver até que a barra de poder do Ultraman se enchesse para ai sim, com o raio mais forte o assim chamado Specium derrotar o inimigo, chega disso por aqui.

    A barreira não apenas o protege dos raios, como também reflete de volta os projéteis inimigos.

    São 13 personagens ao todo, Ultraman mais 12 monstros tirados direto da série, alguns clássicos como Bemular, Red King, Baltan e Gomora marcam presença obvia, alem de outros como o poderoso Alien Zetton que mata o heroi no final da série. Alguns monstros importantes e que são sempre esquecidos são o destaque aqui, é o caso de Alien Méfilas o monstro que empatou com Ultraman em batalha e o Falso Ultraman/Alien Zarab que quase nunca aparecem nos jogos do estilo, apesar de o modo história só permitir o controle do heroi há um modo VS no qual o jogador pode jogar contra a CPU ou outro jogador com o Wonderswan usando o herói ou os monstros. Os controles do jogo são meio rígidos como nos games anteriores devido ao próprio Ultra que é travadão, visualmente o jogo é por cortesia do hardware do Wonderswan mais bonito que os games de SNES tanto em personagens como em efeito de poderes, a trilha sonora é decente retratando as musicas da série mas muito inferior em qualidade aos jogos de SNES.

    Mefilas finalmente é jogável, o monstro teve um empate em confronto contra o heroi e foi embora, só retornando anos depois na série do Ultraman Mebius para um novo confronto e um papel maior.

    Ultraman não é o melhor jogo do herói e nem do Wonderswan, mas o fã do herói que por um acaso tiver o game pode encontrar diversão no mesmo com certeza.

    PONTOS FORTE: Modo VS, não ser mais necessário usar o Specium pra matar os monstros, seleção de monstros.

    PONTO FRACO: Trilha sonora e o fato do jogo estar inteiro em japonês.

    NOTA FINAL: 7,5

    Ultraman: Towards the Future

    Platform: SNES
    197 Players
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      santz · 4 months ago · 2 pontos

      Tokusatsu não fez parte da minha infância, então não sou muito chegado em jogos desse estilo.

      3 replies
  • 2019-02-27 19:44:31 -0300 Thumb picture

    JOGO 05# Virtual Boy Wario Land

    Nascido como um inimigo e rival de Mario, Wario se tornou um personagem deveras adorado pelos jogadores rapidamente pelo seu jeito mesquinho, ganancioso e azarado ao contrario do todo boa pinta e humilde Mario que encara o inferno pra salvar a Princesa a troco de nada :v. 

    Eis que após estrear seu titulo próprio Wario Land: Super Mario Land 3 o mesmo demorou longos 4 anos para receber sua sequencia no Game Boy Color, o que poucos sabem é que ele na verdade recebeu um outro jogo excelente entre estes dois titulos e foi o Wario Land de Virtual Boy (hoje referido como Virtual Boy Wario Land para diferenciar do jogo original) e apesar do nome o mesmo não é um port do primeiro para o fracassado portátil da Big N, mas sim um jogo próprio.

    A aventura envolve Wario mais uma vez sendo punido pelo karma de sua ganancia quando o mesmo decide tirar férias em uma floresta próximo a um lago o mesmo presencia 3 Mask Guys, um tipo de nativo da região levando tesouros coletados para uma passagem debaixo de uma cachoeira, Wario obviamente os segue localizando um cofre onde os mesmos guardam suas economias, Wario acaba por cair de um alçapão ao tentar roubar os tesouros dando inicio a aventura com o objetivo de fugir do lugar e de pegar o tesouro.

    O visual é estranho e incomoda a vista, mas o jogo vale a pena.

    O jogo funciona como um bom e velho sidescroller nas capacidades do portátil bizarro da Nintendo ou seja, espere por cenários em preto e vermelho e recheado de efeitos tridimensionais que eram a novidade do console, sã 14 fases ao todo com 4 chefes, sendo cada batalha protegida por um inimigo que serve de guarda chamado Guard que fica mais forte a cada encontro. Nos estágios o objetivo do jogador é prosseguir através do mesmo derrotando inimigos e afins e coletar uma chave escondida que permite abrir o portão de acesso a um elevador no fim do estagio, nos 10 estágios que não possuem chefe o jogador tem a chance de encontrar ainda um tesouro escondido, coletar os 10 é essencial para se realizar o melhor final de forma similar a coleta de moedas no primeiro game, só que tanto esse objetivo quando o de coleta da chave se tornam gradativamente mais difíceis pois a medida que se avança os estágios se tornam maiores e mais labirínticos, Waio Land de VB consegue ser extremamente sólido em seu gameplay e nível de desafio, até melhor do que o jogo anterior nesse aspecto.

    O mapa mesmo que simples do manual dão uma ideia de como funciona os segmentos e o mapa que interligam os estagios.

    Assim como no game original Wario possui varias formas e ações, em sua forma normal Wario pode saltar para matar inimigos, dar investidas, agarrar e jogar inimigos tontos, realizar uma jogada corporal caindo sobre os inimigos de barriga, alem das habilidades relacionadas a movimentação. Na área de power-ups os mesmos conferem diferente formas, do game anterior o Small Wario; a forma do mesmo quado ferido volta a tona, Bull Wario retorna podendo causar terremotos ao aterrizar de bunda e detonar alguns blocos mais resistentes, Sea Dragon Wario entra em cena para substituir o Dragon Wario do anterior podendo como seu predecessor cuspir fogo, o extremamente útil Jet Wario deu lugar ao similar porem menos efetivo Eagle Wario que pode voar ao se segurar o botão de salto no ar e realizar alguns ataques aéreos mas não fornece a velocidade do anterior, podem o jogo tem a novidade do King Dragon Wario, uma forma conquistada ao coletar dois dos power-ups das formas e que fornece poder de todas elas ao mesmo tempo.

    Apesar de só ter  chefes as batalhas são bem desafiantes e os chefes usam do recurso de profundidade do jogo em todas as lutas pra mostrar o potencial do console.

    Diferentes blocos e engenhocas compõe o estagio, mas o destaque fica por conta de inimigos e elementos que utilizam do efeito tridimensional de profundidade e proximidade do portátil que é utilizado tanto com algumas ameaças, como com áreas do fundo do mapa acessadas através de moldas especiais e geram um efeito bem interessante para a época. O bestiário do jogo conta com 33 inimigos, um sub-chefe e 4 chefes, e embora justamente os chefes sejam esquisitos a leva de inimigos é interessante, parecendo assim como os do game anterior em variações exóticas dos típicos inimigos do Mario, ameaças exóticas para um anti-herói exótico. Visualmente o jogo tem aquela característica mistura de visual 2D e 3D todo preto e vermelho que é para uns estranhos mas para a grande maioria decente e até impressivo, a trilha sonora do jogo é boa ainda que não se destaque como a do primeiro, o jogo tem ainda alguns efeitos sonoros bem altos que podem facilmente incomodar o jogador, ainda mais quando o som vem de um aparato grudado na cabeça deste.

    Coletar todos os tesouros é essencial pra se conquistar o melhor final, há vários e como de praxe os piores sempre são tragicamente cômicos e são 8 ao todo.

    Virtual Boy Wario Land é mais um desses jogos de consoles não tão populares que merecem sua atenção, o jogo é simplesmente ótimo, não é a toa o mesmo é facilmente o melhor jogo de Virtual Boy e um dos jogos mais pedidos para ser relançado na loja online da Big N em seus consoles atuais.

    PONTOS FORTE: Sistema de profundidade, gameplay sólido e chefes.

    PONTO FRACO: Algumas fases ficam um tanto confusas pro final do game.

    NOTA FINAL: 8,5

    Wario Land: Shake It!

    Platform: Nintendo Wii
    615 Players
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      santz · 5 months ago · 2 pontos

      O jogo cansa as vistas jogando no emulador, imagina isso no Virtual Boy de verdade. Mas vendo assim, parece ser um jogo bem competente.

      1 reply
  • thecriticgames Matheus Pontes
    2018-12-28 20:08:07 -0200 Thumb picture
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    Podcast do Game Awards.

    Olá pessoas, estou mais uma vez participando de um episódio do Podcast do @joystickterrivel sobre o Game Awards, junto do @gustavobiazoli   do @renansd e do Vinicius Szabo criador do jogo de tabuleiro de terror Cursed Town  com nossas opiniões sobre os lançamentos de 2018 (incluindo minha decepção com um jogo muito esperado por mim :/) assim como expectativas nossas pro que ta por vir em 2019.

    Link para o site e para quem quer ouvir no Spotify.

    http://joystickterrivel.com.br/joystick-terrivel-p...

    https://open.spotify.com/episode/0faa2wIlHQHUb7acG...

    "Teorize conosco do porque Red Dead Redemption não ganhou o premio de jogo do ano, se surpreenda com a vitória de Monster Hunter, se assuste com a feiura premiada de Obra Dinn, se decepcione com Call of Cleiton e lembre-se que a primeira regra do Clube do Joystick é a de não falar sobre o Red Dead de PS2"

    Duração : 1:41 

    Red Dead Redemption 2

    Platform: Playstation 4
    538 Players
    218 Check-ins

    16
  • 2018-09-19 19:02:11 -0300 Thumb picture

    JOGO 04# Gunpey

    Puzzles são um gênero feitos para jogadores casuais, e normalmente para passar o tempo como Tetris por exemplo, e poucos alcançaram o mesmo sucesso deste, mas um bem original e altura do mesmo, ainda que desconhecido se encontrava no portátil da Bandai, trata-se de GunPey, que sim tem seu nome inspirado no Gunpei Yokoi, o pai do Game Boy, do Wonderswan, do Virtaul Boy (que é um fracasso curiosidades a parte), produtor de Metroid e Kid Icarus, e inclusive do direcional em forma de cruz do Nintendo e que serviu de modelo a todos na industria.

    Voltando ao jogo, o mesmo é um puzzle relativamente simples e eficaz em seu gameplay que envolve um grid divido em 5 retas verticais que vão subindo preenchendo a tela com linhas quebradas que surgem nessas 5 retas, seu objetivo? Mover as peças conectando as linhas para elimina-las antes que elas subam até o topo da tela.

    Se minha descrição não valeu nada, a imagem pode lhe ajudar a entender o conceito das linhas.

    O básico do gameplay envolve isso, é bem, simples, é bem funcional, e é bem viciante. Com esse grid 5x 10 todo o gameplay se desenrola, você pode mover as peças apenas de cima para baixo e vice versa através do seletor em formato retangular acinzentado da imagem, apesar de simples a premissa a jogabilidade é muito viciante e divertida, e o nível de desafio como todo bom puzzle desse naipe vai aumentado com o decorrer do tempo.

    Há 5 modos ao todo de jogo, o Endless como o nome indica é um modo infinito de jogo, praticamente um survival em que a velocidade vai aumentando, o Stage Mode é parecido com o primeiro, mas aqui o gameplay é dividido em estágios que são concluídos ao se conectar um determinado numero de linhas apontada no inicio de cada estagio, logicamente a velocidade e o numero de linhas também sobe gradativamente, o Puzzle Mode é parecido com o Stage, mas em uma tela fixa lhe é dado varias linhas quebradas e você deve conectar todas sem deixar nenhuma para trás num tempo limite,o Free Mode é essencialmente um modo de pratica.

    Se combinar varias linhas juntas no mesmo segmento você realiza combos que dão mais pontos alem de livrar a sua cara.

    Mas o modo mais importante é sem duvida nenhuma o Story Mode, que como indica o jogo, é um modo de história, aqui a história contada através de cutscenes envolvendo animais antropomórficos assumimos o controle do gecko ou sapo mascote do game, GunPey (ou Vincent como já vi ser chamado por ai, não confirmo o nome) um charmoso gecko (ou sapo) de sombreiro e violão de aspecto tranquilo que acaba por chegar a uma cidade tomada de foras da lei, ao topar com uma gata Sherry esta perseguida por alguns dos foras da lei o mesmo resolve intervir e ai que o game começa.  Os confrontos de GunPey contra os vilões antropomórficos acontece todo através dos puzzles, há diferença deste modo com relação ao gameplay é que primeiro, temos há presença de caixas  com sinais de "?" que impedem você de ver a linha escondida ali, e segundo, cada inimigo enfrentado possui ataques especiais que usa contra você, Hank, o galinho preto por exemplo move sua tela da direita pra esquerda arruinando seu jogo, enquanto Domingo, o abutre escurece grande parte da tela impedindo você temporariamente de entender o que ocorre, são 7 adversarios ao todo, e geralmente quando derrotados os mesmos são abatidos por GunPey nas cutscenes, geralmente envolvendo um misterioso poder do mesmo de criar objetos como marretas ou bombas de ar para detonar os inimigos. GunPey claro contem um especial próprio ativado ao carregar uma barra, através do mesmo ele elimina as irritantes caixas com "?" dando alguma vantagem ao jogador.

    As cutscenes são bem legais e bem feitas, e a história a se acompanhar é um charme a mais do jogo.

    Graficamente e sonoramente também o game não faz nada feio, demonstrando que o mesmo possuía ambos aspectos acima da qualidade visual e sonora do Game Boy clássico que rivalizava com ele, quase como um Game Boy Advance monocromático. GunPey é um puzzle incrivelmente legal e viciante, não é a toa que o mesmo se transformou em toda uma série de games não tão populares quanto seu primogênito, mas que chegou a outros consoles como Nintendo DS e PSP.

    PONTOS FORTE: Sistema de puzzle bem original, funcional, divertido e viciante.

    PONTO FRACO: Dificuldade do modo história.

    NOTA FINAL: 8,8

    Gunpey

    Platform: Playstation
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      filipessoa · 10 months ago · 2 pontos

      Esse aí eu não conhecia MESMO! Achei legal que ele já tinha cutscenes e um modo história.

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      santz · 10 months ago · 2 pontos

      Apesar da explicação, não entendi direito como funciona a mecânica, preciso ver um vídeo. Esse lance de alta dificuldade no modo história eu também sofri no Tetris Attack do SNES.

      1 reply
  • 2018-09-12 19:38:10 -0300 Thumb picture

    JOGO 03# Digimon Battle Spirit 1.5

    Digimon é uma franquia muito ligada ao mundo dos games, em parte pela mesma ser uma IP da Bandai cujo produto principal sempre foram os games, e nessa onda tivemos toda uma série de jogos de RPG memoraveis no Playstation alem de alguns spin-offs, dentre eles o amado spin-off de luta Digimon Rumble Arena. Quem tinha o portátil da Nintendo pode, anos depois experimentar um jogo a la Rumble Arena no portatil o legalzinho Digimon Battle Spirit, que eventualmente teve uma sequencia, Battle Spirit 2 (você pode conferir minhas emboloradas críticas de ambos os jogos aquiaqui caso se interesse). O que poucos sabem é que na verdade tal franquia não nasceu no GBA mas sim no próprio console da Bandai o portátil Wonderswan Color (que menos gente ainda sabia da existência) e o seu primeiro game, que é o melhor dos dois recebeu um update muito bom que jamais foi portado para GBA nem saiu do Japão. Digimon Battle Spirit 1.5.

    O jogo, assim como o 1 original tem como foco batalhas entre dois Digimons que podem usar ataques normais, correndo, pulando alem de característicos golpes especiais, boa parte em sequencias simples ou com apenas um botão a la Super Smash Bros. Os personagens não possuíam barras de vida, ao invés disso quando acertados expeliam bolinhas que deviam ser coletadas pelo adversário, quem tivesse coletado mais bolinhas do inimigo ganhava. As lutas tinham alguns power-ups e os cenarios representavam algumas localidades dos três primeiros animes, alem de conterem Digimons selvagens que as vezes apareciam causando dano e podendo ser atingidos para conquistar Power-ups, sendo o mais notavel de todos o Culumon, o pequeno Digimon voador de Tamers que aparecia voando e quando coletado fazia seu digimon ir direto pro nivel Mega temporariamente causando um estrago absurdo com seus golpes no rival, e como apenas um jogador podia coletar o pequeno elemento a batalha virava temporariamente uma fuga pela vida.

    Novos personagens são debloqueareis após zerar varias vezes com grandes quantidades de bolinhas, para facilitar vale até aumentar a duração de todas as lutas para o tempo máximo no OPTIONS.

    O update trás todos os personagens da versão original, incluindo os secretos já liberados, dentre eles temos os digimons e suas digievoluções Agumon (que digivolve para Wargreymon), Terriermon (Mega Gargomon), Renamon (Sakuyamon), Veemon (Imperiadramon PM), Wormmon (Imperialdramon FM), Guilmon (Gallantmon) e Sukamon (Etemon), alem deles os secretos do game anterior já estavam liberados desde o inicio: Gabumon (Ominimon), EX Agumon (um Agumon com habilidade de flutuar e que também se transforma em Ominimon), Black Agumon (Agumon lento e mais poderoso que evolui para Black Wargreymon) e Lopmon (Cherubimon), totalizando 11 digimons do game anterior jogáveis + as suas 10 digievoluções. Alem deles temos 2 novos estreantes já liberados de inicio, Patamon (com Seraphimon de Mega) e Tailmon (com Ophanimon de Mega), com respeito aos secretos há apenas dois digimons desbloquaveis, um deles é Impmon também presente no game anterior, a diferença é que aqui alem do mesmo ser enfrentado normalmente no modo arcade (no jogo original era necessário derrotar todos os inimigos sem perder nenhuma vez) aqui o mesmo possui um cenário próprio e também uma digievolução (o fodástico Belzeebulmon Blast Mode), o outro personagem é o EX Guilmon (um Guilmon mais agressivo e com alguns golpes diferentes e que possuía o fabuloso Gallantmon Crimson Mode como evolução).

    Novos personagens e novas digievoluções, o que mais um fã podia querer.

    Alem dos personagens novos, tínhamos novamente o terrível Millenniumon como chefe, só que há um chefe final secreto no jogo, caso o jogador venha a chegar até Millenniumon sem perder nenhuma vez e o derrote o mesmo também digivolve para Zeed Millenniumon em uma novidade bem foda, totalizando junto de suas evoluções 31 Digimons no jogo (ainda que dois deles o chefe e sua evolução não sejam jogáveis). O jogo possuía 4 cenários novos para os personagens Impmon, Patamon, Tailmon, e Zeed Millenniumon e basicamente isso resumia as novidades do game. Para quem não conheceu o game original o jogo ja tinha uma trilha sonora e jogabilidades decentes alem de um visual colorido e super bem feito, e no maximo o unico ponto negativo a ser mencionado dessa versão seria o fato de estar todo em japa, mas isso não atrapalha em nada porque há poucos textos e o que há para ser mexido no OPTIONS por exemplo é bem intuitivo. Poder jogar contra um amigo o jogo é uma ótima pedida, bastando usar o cabo apropriado do Wonderswan, infelizmente isso impede o jogador de usar os fones de ouvido para escutar melhor o jogo, já que tanto o fone de ouvido como o cabo para multiplayer utilizam a mesma entrada.

    Millenniumon é no lore da saga Digimon, um dos vilões mais poderosos de todos, sendo a fusão de dois poderosos digimons (a quimera robótica Mugendramon+ a quimera orgânica Kimeramon)e o mesmo ainda é capaz de evoluir.

    Battle Spirit 1.5 é um divertido update do original, se gostou dele ou se é fã de jogos de Digimon a recomendação é certa.

    PONTOS FORTE: Novos personagens jogáveis, secretos do original já liberados, chefe extra e jogabilidade em si.

    PONTO FRACO: Restrição ao Japão e incapacidade de se jogar o multiplayer com o fone de ouvido.

    NOTA FINAL: 8,3

    Digimon: BattleSpirit

    Platform: Gameboy Advance
    346 Players
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      santz · 10 months ago · 2 pontos

      Caraca mano, esse jogo é de plataforma? Sempre achei que só existisse Digimon de RPG.

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  • 2018-09-06 19:34:52 -0300 Thumb picture

    JOGO 02# Jack Bros.

    Jack Bros. foi um dos primeiros games da saga Shin Megami Tensei a vir para o ocidente, o jogo lançado para o fracasso máximo da Nintendo Virtual Boy tem uma proposta simples se o nome não deixa isso claro, controlar os irmãos Jacks presentes na saga em um jogo de fases, simples não?

    O jogador pode escolher entre três protagonistas jogáveis, Jack Frost, Jack 'O Lantern (outrora conhecido como Pyro Jack) e Jack the Ripper/Jack Skelton os assim chamados irmãos Jack, mascotes de níveis de famas variáveis dentro da saga SMT (Jack Frost é famoso a ponto de ter se tornado mascote da Atlus, já Jack the Ripper marcou presença em poucos jogos) controlando os mesmos o jogador deve enfrentar fases na forma de andares repleto de monstros onde o jogador em uma movimentação a la la Bomberman deve percorrer matando inimigos e coletando chaves para prosseguir para os andares mais baixos até um chefe.

    O plot do game tem como foco o Halloween onde um portal entre o mundo das fadas e dos humanos se abre permitindo que fadas e humanos interajam, nessa ideia os três irmãos Jacks acabam por pendurar tempo demais no mundo humano a ponto de faltar apenas uma hora para o portal se fechar, com o tempo curto e em panico os mesmos são guiados por Fairy, uma fada para o único atalho possível para os mesmos chegarem a tempo ao portal, mas o mesmo se trata de um atalho perigoso cheio de monstros.

    Hey Listen! Opa, fada errada, mas a Pixie daqui é tão irritante quanto com seus tutoriais a cada andar saltando na tela, até mesmo quando ela não tem o que ensinar a você.

    O jogo segue uma estrutura de fases em forma de andares que se dividem por 6 mundos, cada um com um numero irregular de andares (que totalizam 60 fases) e com um chefe em seu ultimo andar. Cada Jack possui sua própria forma de ataque e seu nível de força, agilidade e velocidade de ataque diferente, alem de um especial que atinge a tela inteira provido por um item: Jack Frost ataca com bolas de neve fraquíssimas mas que são disparadas que nem uma metralhadora e pode invocar uma nevasca que paralisa inimigos (mesmo os off-screen) como ataque especial, Jack 'o Lantern pode disparar bolas de fogo e tem um especial na forma de uma chuva de fogo que atinge todos os inimigos, ja Jack the Ripper ataca com uma facada de curto alcance, o único personagem sem ataque em forma de projétil, mas que é o mais forte dos ataques normais, alem disso o mesmo possui como especial uma chuva de facas que mata instantaneamente todos inimigos na tela.

    Cada personagem possui ataques e parâmetros diferentes.

    Os personagens vagam por fases estruturadas como labirintos, o objetivo é geralmente localizar chaves que destrancam a passagem para o próximo andar, as mesmas podem estar simplesmente jogadas no mapa ou em posse de um dos inimigos (acusado pelo radar do jogo), tudo em um tempo limite que vai caindo com o passar do tempo e a medida que o jogador se fere, sim o tempo funciona como vida também e ele não reseta entre andares, o objetivo é chegar ao chefe do mundo antes que o tempo acabe.

    Inimigos e chefes do jogo são oriundos da própria franquia.

    Ainda que faça um uso muito pobre do 3D do Virtual Boy na forma de transição entre os andares com o próximo andar sempre visível no fundo o mesmo é tido como um dos melhores games da nanica biblioteca do portátil porque ele é extremamente divertido de se jogar, só que essa diversão vai se afunilando a medida que o jogador chega nos últimos níveis, isso porque não apenas a dificuldade aumenta, como também se torna terrivelmente difícil superar vários andares seguidos sem a porcaria de um checkpoint, se você morrer você volta ao primeiro andar do mundo, e superar os 20 andares do ultimo mundo mais seu chefe final é terrivelmente difícil e frustrante porque se você não morrer pelo tempo você sem duvida vai morrer pelos poderosos inimigos ou chefes que espreitam por ali. Os gráficos por razões obvias são todo em vermelho, mas o jogo possui ainda que pixelado um visual relativamente caprichado nos personagens e inimigos (não nas fases) por conta dos modelos 3Ds dos mesmos, alem de contar com uma trilha sonora bem decente até.

    Ajude os Jacks a voltarem pra casa.

    O jogo usa um sistema de códigos para o jogador continuar de onde parou, e ainda existe um código secreto que permite ao jogador jogar com a própria Pixie que é a mais poderosa dos 4 personagens possuindo o melhor ataque normal e especial. Um ponto interessante do jogo também é sobre seus finais, cada personagem possui um final diferente, sendo quase como conclusões em diferentes níveis de dificuldade, a la Easy (Jack Frost), Normal (Jack O'Lantern) e Hard (Jack the Ripper), sendo também o final do ultimo o melhor (a fada possui um final simples e que tem como novidade uma ilustração bem legal dela junto dos Jacks).

    Independente de seus prós e contras Jack Bros é um game bem interessante e divertido de se jogar no Virtual Boy, e a fama do mesmo só aumentou com o passar do tempo, o que acabou por gerar um curioso sucessor, o Shin Megami Tensei: Synchronicity Prologue um otimo adventure de PC com os Jacks Frost e Lantern (Ripper ficou de fora, mas foi cogitado pelos desenvolvedores).

    PONTOS FORTE: Gameplay com formula simples e boa, personagens e batalhas contra chefes.

    PONTO FRACO: A dificuldade anormal nas ultimas fases do jogo e a Pixie com seus conselhos irritantes por boa parte do jogo.

    NOTA FINAL: 8,0

    Shin Megami Tensei: Synchronicity Prologue

    Platform: PC
    28 Players
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      santz · 10 months ago · 2 pontos

      Bizarrão! Parece ser uma droga de jogar. Não dá para entender nada na tela.

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  • thecriticgames Matheus Pontes
    2018-08-30 19:30:03 -0300 Thumb picture
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    Apresentação da minha nova Persona.

    Ola pessoas, queria aqui apresentar-lhes sem maior delongas a minha nova persona @osreverocitirco cuja ideia principal é a de falar, no caso escrever criticas dos jogos de plataformas não cadastradas no Alva, como o Wonderswan, Neo Geo e afins, as criticas serão em formato de posts, pelo fato de existirem poucos jogos de meu interesse nessas plataformas a jornada dela não ira ser muito longa, e nem tão regular nas postagens (da trabalho jogar tanto jogo assim poha :v), boa leitura a quem se interessar.

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      gus_sander · 11 months ago · 2 pontos

      Gostei muito da ideia dessa persona que já está devidamente sendo seguida haha...
      Há um tempo tinha percebido que haviam uns consoles que faltavam aqui no Alva mesmo, bom saber que isso não é mais um problema pra se ter crítica do mesmo hehe
      Sucesso na persona e boas críticas!! o/

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      santz · 11 months ago · 2 pontos

      Genial, curti demais. Vai fazer posts de jogos de computadores antigos também? Tipo, Commodore 64, Apple II, MSX e tals?

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      mjdias · 11 months ago · 2 pontos

      lerei...

  • 2018-08-30 19:19:39 -0300 Thumb picture

    JOGO 01# Rockman & Forte: Mirai kara no Chōsensha

    Rockman & Forte: Mirai kara no Chōsensha (que pode ser traduzido como Desafiantes dos Futuro) é um game da saga Mega Man, lançado em 1999 para o portátil da Bandai o Wonderswan um console portátil que foi adorado pelos seus donos devido a quantidade relativamente alta de jogos baseados em animes ou de empresas nipônicas grandes como Banpresto, Squaresoft, Taito entre outros e que tinha bons resultados no mercado de portáteis ,até a chegada do GBA pelo menos.

    O jogo, que fora lançado após o Rockman & Forte de SNES colocava a dupla de heroi e anti-heroi para encarar outra ameaça, desta vez inimigos vindos do futuro para causar no passado, o jogo estava todo em japa, mas scripts traduzidos para inglês podem ser lidos aqui e uma tradução pra download aqui. Na trama robôs vindos do futuro denominados os Dimensions atacam uma cidade, estes liderados por um robô similar ao Mega Man que se autodenomina Rockman Shadow.

    O vilão da vez e seus Robot Masters.

    O mesmo com seus atos de destruição acaba por ficar no caminho de Forte/Bass e do herói azulado. A trama é um tanto... bizarra, isso porque ela mexe com o futuro da saga clássica, no caso o futuro que antecede a saga X, inclusive tal Rockman Shadow, spoilers a parte possui conhecimento da existência de Quint, o inimigo enfrentado em Mega Man II de Game Boy, sendo este uma versão de Mega Man do futuro capturado e modificado por Wily.

    Quint de Mega Man II acima, abaixo Rockman Shadow em sua aparição nos quadrinhos de Mega Man, apesar das semelhanças eles não são o mesmo robo.

    Apesar de TODA a sua bizarrice a trama ganha um ponto por ser mais inventiva e não se resumir a Wily estava por trás de TUDO no final igual muitos plots decepcionantes da saga fizeram de tempos pra ca, Wily se quer marca presença aqui ainda que seja citado e tenha sua importância. O jogo funciona como boa parte dos MMs, escolha a fase, derrote o Robot Master, use o poder deste pra vencer outro, até chegar no chefe final, com o acréscimo do jogo ser dividido em duas campanhas uma para Mega Man e outra Bass/Forte, assim como em Mega Man & Bass de SNES, Mega Man dispara tiros carregados e pode deslizar passando por algumas áreas, enquanto Bass usa seu buster como uma metralhadora, atirando em varias direções, da dashs ao invés da deslizada do MM (o que não deixa ele passar pelos lugares que o robozinho azul passa deslizando) mas pode dar saltos duplos.

    Os Robot Masters da vez são poucos, menos do que o normal, 4 inicialmente e mais 2 (ou 3) que funcionam como pré-fases para o estagio final, sendo que apenas o primeiro funciona como um Robot Master padrão fornecendo poder após a derrota, e são eles os 4 iniciais Konro Man (Homem Fogão), Dangan Man (Homem Bala) Aircon Man (um robô ar condicionado) e Komuso Man (Komuso são um tipo de monge budista que usam uma vasilha nas cabeças), após a derrota destes 4 uma nova fase se abre com os Clock Men, isso Men o plural de Man pois são dois robôs gêmeos que fornecem um poder ao serem derrotados, e antes do chefe final Compass Man, que não fornece poderes. 

    Os Dimensions são uma série de robôs bem obscuros, mas que possuem ainda um certo charme (nota: fanart com eles e Rockman Shadow no estilo de Mega Man Powered Up).

    O gameplay do game por conta do numero curto de chefes é curto, da pra terminar em menos de 30 minutos sem duvida, mas ele consegue ser bem difícil em algumas partes, principalmente com respeito a alguns dos chefes que independente do papel de Robot Masters possuem características de chefes maiores como por exemplo, ter apenas determinada áreado corpo vulnerável, ou ser apenas vulnerável em determinada hora, em especial o Grey Devil, um dos Devils (aquele subtipo de robô INFERNAL que se divide em pedaços e que só possui o olho como parte vulnerável, bumo!) este, também parte dos Dimensions é chefe logo da primeira fase e da um trabalho do cacete pra ser derrotado até você pegar o esquema. Mega Man e Bass podem obter upgrades através da loja como em Mega Man 7 e nos games posteriores, e que incluem a participação de Tango (o gato robótico de Mega Man) e de Reggae (o corvo robótico de Bass) que já apareceram em outros games, mas demora horrores pra juntar dinheiro nesse game pra comprar o que você deseja, em especial os power-ups que funcionam como upgrades vitalícios ao personagem. Os poderes obtidos dos chefes são poucos como imaginado, 5 pra cada personagem mas alguns são diferentes entre Mega Man & Bass e são bem criativos, como as armas de Komuso Man, o Doppel Crash (uma espada de energia para Mega Man) e o Doppel Attack (mini clones de Bass que o permitem sair voando livremente pelo estagio de forma invulnerável atingindo inimigos).

    Bass como sempre tem sua campanha voltada no seu foco Vegeta, provar que é o robô mais poderoso.

    O grafico do jogo é bom, possuindo sprites maiores e mais detalhados do que os de Mega Man de Game Boy e que são tambem bem articulados, ainda que é claro, o jogo seja todo em preto e branco o que pode incomodar algumas pessoas, mas mesmo com essa melhora visual os personagens possuem uma movimentação mais travada em relação aos MMs de Game Boy e layouts de estágios um tanto repetitivos, e falando nos estágios algo digno de menção é a inutil necessidade de se mostrar a "habilidade especial" do portatil da Bandai, que é o de ser jogado na horizontal como naturalmente é jogado estilo Game Boy Advance, ou na vertical como um Game Boy, e se isso é legal por poder adaptar difrentes formas de jogo, aqui eles simplesmente pegam uma das fases do jogo (a do Aircon Man) e giram a tela e os controles lhe obrigando a jogar numa nova perspectiva.

    Esta.

    E se você estiver jogando pelo emulador prepare-se para se transtornar um pouco com essa mudança de apenas uma fase que é puro show-off, isto porque alguns emuladores não realizam bem a ida e volta dessa transição. O jogo tem umas musicas até boas, mas abaixo da qualidade normal da saga, talvez porque o hardware da Bandai ão seja melhor que o Game Boy nesse aspecto pelo menos, sem contar que o game contem um incomodo elemento sonoro, que é toda a vez que você para o jogo, indo pro menu de poderes e afins a musica reseta começando de novo, inclusive nas batalhas de chefes confundindo um pouco a emoção da coisa.

    Rockman & Forte Mirai kara no Chōsensha é um game curioso da saga do robozinho azul, mas que merece sua atenção no caso de voc^ser tão fã da saga quanto eu.

    PONTOS FORTE: Uma trama que não envolve Dr. Wily como maestro de tudo.

    PONTO FRACO: Dificuldade criada por problemas de gameplay como as hitboxes de alguns chefes e os controles rígidos dos personagens.

    NOTA FINAL: 7,8

    Mega Man & Bass

    Platform: SNES
    1753 Players
    7 Check-ins

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      mattfenrir · 11 months ago · 3 pontos

      Cadê o @hard_frolics

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      rax · 11 months ago · 2 pontos

      Caramba nunca tinha ouvido falar desse game

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      gus_sander · 11 months ago · 2 pontos

      Mais um dos MM que também nunca ouvi falar... E parece ser interessante, vou dar uma olhada depois. Lembrou um pouquinho, no começo, o MM & Bass do Snes mesmo kkkk

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