2019-06-04 22:36:31 -0300 2019-06-04 22:36:31 -0300
vinicios_santana Cristiano Santos checked-in to:
Post by vinicios_santana: <p>#img#[639991]</p><p>Vendo as postagens do@jclove
Valkyrie Profile

Platform: Playstation
2199 Players
70 Check-ins

Vendo as postagens do@jclove, fui ficando com vontade de jogar um RPG 2D. Estava em dúvida entre alguns títulos, mas depois de escutar o episódio do Grindingcast sobre Valkyre Profile, que o @manoelnsn participa, o jogo estava escolhido.

De antemão algo que me deixou bastante desanimado, foi o fato de precisar de um detonado, que as coisas que ligam a história não são nada intuitivas, o que nos leva direto para o final B.

Iria simplesmente jogar e depois ver o final A no youtube, mas assim que vi o prólogo carregado de drama, com a história trágica de Lucian e Platina, decidi que quero ver o máximo que conseguir dessa jornada.

Como dito, o prólogo é bem trágico, Platina, que buscava água para sua mãe, é constantemente mal tratada pela mesma e num dia, dois misteriosos homens de preto vão até sua casa, sem saber , sua mãe tramava contra ela.

Naquela noite, Lucian, amigo de infância de Platina, a acorda durante a noite, a advertindo que sua mãe a havia vendido como escrava.

Os dois fogem pra longe, eles param num campo florido, mas as flores são venenosas.

Lucian quer partir, mas Platina já se entregou ao destino, já cansada de tanto sofrimento, prefere morrer para só assim ser livre.

Uma cena triste, mas que em poucos minutos roubou meu coração.

Terminada a cena, da-se espaço para uma bela abertura ao estilo anime, nela vemos que o jogo também terá ação.

Iniciando o jogo, uma figura caminha em campos floridos, "que nostálgico!", ela proclama.

Na primeira vez que testei o jogo, não fazia ideia do que se tratava e pra mim aquelas palavras nada significavam, mas agora, depois de ter visto o prólogo, fica claro quem é aquela figura.

A figura se dirige até um luxuoso castelo, onde Odin e Freya a esperam.

Nossa personagem se Chama Lenneth, ela é uma valquíria, uma deusa nórdica, que serve à Odin, buscando as almas de pessoas valentes que morreram em batalha.

E esta é nossa missão.

Freya diz que acabamos de reencarnar, e que vou demorar a me acostumar, então, ela me acompanha até Midgard, a terra dos humanos, onde iremos procurar por soldados para Odin.

Em Midgard, Freya nos ensina a nos concentrarmos para escutarmos o clamor dos aflitos próximo a morte.

Em outro lugar, até mesmo em outro tempo, um bravo soldado salva seus homens de uma besta.

Ele é condecorado, mas menospreza o rei fraco que se esconde de batalhas.

Esse soldado mercenário, é Arngrim.

Ele é forte e destemido, mas sua conduta é um pouco questionável.

Mora com seu irmão, que passa os dias pintando, mesmo que sem ganhar dinheiro, usa a pintura como escapismo da vida que vivem.

Arngrim trabalha como mercenário para sustentar a casa e dar certo conforto ao seu irmão, que parece ter algum problema de locomoção.

Enquanto conversavam, um visitante desconhecido entra pedindo seus serviços, mas tarde descobrimos que se tratava da princesa Jelanda, filha do rei covarde.

Ela se disfarçou e queria de alguma maneira se vingar de Arngrim pelo constrangimento que ele fez seu pai passar.

Ela vai embora, ainda achando que ele nada sabe de sua identidade. Ele lamenta o ocorrido e promete se desculpar no dia seguinte.

Mas tudo muda.

A princesa não retorna para o suposto trabalho, em vez disso, é chamado por outro agente, que lhe incube de levarem uma carga valiosa para a cidade vizinha.

Relutante, aceita o trabalho, para mais tarde descobrir que se tratava de uma armadilha.

Parados na estrada por soldados, são forçados a mostrar a carga, que não haviam aberto desde então.

Para a surpresa de todos, é a princesa desacordada.

Arngrim e seu companheiro, são tidos como traidores e perseguidos.

Pouco depois, já escondidos, escutam uma gritaria de uma menina e vários soldados. Os gritos param.

Chegando no local, uma besta diabólica fitava o último soldado de pé. Ele foge, pedindo ajuda.

Questionado sobre onde estava a princesa, o soldado diz que AQUELA é a princesa.

Ela estava desacordada e ao tomar um remédio mandado por seu tutor, ela se transformou naquela fera.

Todos fogem, ficando apenas Arngrime a princesa.

É uma batalha perdida, mas ele é orgulhoso demais para fugir, ele gosta e anceia pela batalha.

Nesse instante, a valquíria aparece, pronta para ceifar uma vida.

Mas de quem? Ela luta ao lado dele com tremenda destreza e logo a fera é derrotada e morta para sempre.

Seu espírito acompanha a valquíria que parte.

Inconformado Arngrim, jura vingança.

Volta até o castelo e enfrenta o tutor de Jelanda, ele é um mago poderoso, mas é facilmente vencido.

O castelo é tomado por soldados que buscam agradar seus superiores ou em busca de glória derrotando um soldado condecorado.

Cansado da batalha ou já imaginado seu fatídico destino, Arngrim larga sua arma e com uma faca de caça, da um fim a sua vida. Acordando do lado da valquíria no além vida.

Lenneth retorna com as almas cativas, mas Freya pouco se importa e muda de assunto.

Há espíritos que se recusam a morrer, vagando em corpos sem vida, cabe aos 4 purificar essas regiões.

Uma delas é uma série de ruínas, que abrigam zumbis sem vida, a dungeon é longa e o sistema de combate requer treino, mas logo estamos frente a frente ao senhor da masmorra, um lord vampiro que é facilmente derrotado.

Ao ceifar sua vida, dois baús revelam armas sagradas, que ao primeiro toque, somos advertidos de que são propriedade de Odin e devem ser devolvidas. O fiz sem pestanejar, afinal sou seu servo fiel. Ou será que não?

Aqui vale citar o ponto mais negativo do jogo.

A história, tramas e ações pouco ou de forma alguma intuitivas. Para se ter o melhor final, é preciso descobrir os planos maquiavélicos de Odin, mas sem um detonado, é uma tarefa jogada ao acaso, uma simples visita a cidade errada, pode comprometer todo seu avanço. 

Diferente de Symphony of the night por exemplo, que o jogo apresenta itens e diálogos que o adverte sobre Richter está sendo controlado, o matar ou não afeta o final, mas tudo que você precisa para prosseguir está bem explicado. Isso não acontece em Valkyre Profile, o que me priva de uma jogada mais exponente, já que há muita diferença entre os Finais A e B.

Continuando....

Assim que sai das ruínas, tenho o vasto mundo para explorar em busca de mais almas de heróis próximos a morte. Todo o drama é muito bem feito, você realmente se importa com aqueles personagens, isso me prendeu ao jogo, e mesmo ainda apanhando pro sistema de batalha, ou inconformado com o uso obrigatório de um detonado, seguirei jogando.

Bom, é isso, até o próximo check in.V

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    manoelnsn · 4 months ago · 3 pontos

    Veja só, o podcast está dando frutos! Tu vai gostar do jogo, é uma experiência bem única em se tratando de JRPGs, um dos poucos jogos do gênero que tiveram meu respeito no console 32bits da Sony, ahuahuaha

    Pois é, ele é nada intuitivo pra se conseguir o melhor final, o final B(que é o que se consegue jogando o game normalmente) é terrivelmente boring, compensa usar um fAQ pra pegar o final verdadeiro.

    E uma coisa: o soldado de espada gigante se chama Arngrim, Lenneth é o nome da Valquíria, hauhaua

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    seufi · 4 months ago · 3 pontos

    Engraçado que esses dias vi o campo florido... e me veio à cabeça o "How Nostalgic"... automaticamente... aí ela aparece e diz a mesma coisa... aí eu pensei: putz... minha memória sabe mais das coisas do que minha consciência...

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    onai_onai · 4 months ago · 2 pontos

    Eu nunca iria ver esse final então visto que não uso detonados ou qualquer tipo de trapaça...

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    rax · 4 months ago · 2 pontos

    Vai fundo é Jogão :D

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    jcelove · 4 months ago · 2 pontos

    Puxa, tava crente que entraria na jornada cruel por LeaMonde...mas VP é quase tão bom quanto Vagrant então te perdoo.hehe

    Pois é, o jogo é bem unico, tanto pelo gameplay não linear e batalhas quanto pela arte com ar ocidental incomum em jogo japa mas que casa perfeito com a tematica nordica, mas é bem pouco intuitivo. Sem guia, seguindo as orientações da Freya e jogando no normal é tranquilo chegar no final B, mas pro A é quase impossível, são muitos passos que precisam ser seguidos a risca senão não engata.

    Nem precisa de um detonado completo, só dos passos pra liberar mesmo, se uiser jogar por conta própria tipo esse: https://www.thetoptens.com/tips-for-getting-ending-valkyrie-profile/ seguindo esses passos não tem errada. Mas realmente e bom seguir um guia, tem muita coisinha ticky no jogo como o lance das armas quebrarem com o tempo.
    Logo nesse começo ai, apois recrutar Arngrin e Jelanda se voltar no quarto dele vc encontra uma dragon slayer, espadona que mata QUALQUER dragão do jogo com um ou dois hits, mas que quebra rapidinho se usar contra outros inimigos. Deixe ela guardade pq vai ter uns dragons sinistros pela frente.

    O Arngrim é o einherjar mais maneiro da série inteira. Vc pega o clone do Guts no começo e não vai querer tirar mais.hehe

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    wilford_fernandes · 4 months ago · 2 pontos

    baummm d++++

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    andre_hirosaki · 4 months ago · 2 pontos

    minha situação foi a mais engraçada possível
    na primeira run joguei sem saber de absolutamente nada e meu time tomou uma surra já no pântano porque eu esqueci q era necessario apertar select pra focar no proximo einherjiar/ dungeon e fiquei simplesmente zanzando pelo mapa sem fazer absolutamente nada e fiquei muito low level, aí resetei do zero
    a segunda run foi normal, lembrei de dar select e zerei sem muitos problemas, com exceção das mandragoras e tower of lezard valeth, fiz o final b e aí sim criei coragem para o true ending
    a terceira run foi tranquila tbm, lendo um guia nem tem como perder o true ending mas concordo em um ponto: é muito desnecessário esconder tanto assim como pegar o melhor final sem dar muitas dicas
    ou seja, foram 3 vezes vendo as mesmas cenas (do inicio até a metade), até enjoei kkkk

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    mastershadow · 4 months ago · 2 pontos

    Jogão mesmo, ainda preciso jogar no HARD e fazer o final A. De qualquer modo, é outro game que é praticamente impossivel tirar o total proveito sem Detonado, igual o Legend Of Mana.

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    the_muriel · 4 months ago · 2 pontos

    Fico feliz que o podcast esta ajudando pessoal a jogar mais RPGs o/

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    fernandovst · 4 months ago · 2 pontos

    Joguei só uma hora e alguma coisa pra da uma olhada, e adorei esse começo aí. Tô doido pra jogar alguma outra hora

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