o_arco_da_velha

Persona dedicada ao resgate de animações retrô

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  • 2020-09-28 09:34:58 -0300 Thumb picture

    Dai mahou touge

    Ano - 2006

    Número de episódios - 4

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Punie Tanaka é a próxima rainha do Mundo da Magia, porém antes de assumir seu posto precisa passar 1 ano na Terra, e por isso é transferida para uma escola no Japão. Ela é uma garota meiga e doce, e com isso fará muitos amigos nesse curto período que irá passar em outro mundo... Ou será que não?

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    Você deve estar se perguntando se a Velha ficou caduca ao recomendar um mahou shoujo açucarado e genérico aqui no arco, porém Dai Mahou Touge usa essa aparência fofinha só de fachada, e o Reino Mágico de onde a protagonista veio, é na verdade um governo ditatorial que deu um golpe de estado no regente anterior (a cor vermelha da roupa da protagonista, e sua frase mágica ser "Lyrical Tokarev", certamente não é coincidência, ahuahua).

    E Punie só banca a personagem "kawaii" por pouco tempo, já que é uma dona violenta e brutal, que usa técnicas de vale tudo para quebrar as juntas dos outros, já que teve que desenvolver defesa pessoal pois o que não faltavam eram assassinos querendo matá-la usando itens que cancelavam magia (e que por algum motivo, pareciam ter vindo de algum Gundam), ahuahua

    Até seu mascotinho, Paya, todo bonitinho, é na verdade um coronel veterano da Guerra do Vietnã, e normalmente fuma cigarro e tem a voz grossa, além de secretamente querer matar a Punie, já que ela fez ele virar seu mascote na base da porrada, ahauahuahuaEm resumo, Dai Mahou Touge é uma sátira com os estereótipos de mahou shoujo (e de um monte de anime por aí também), usando bastante violência e uma protagonista lutadora de vale tudo que quebra juntas dos outros. Ele é bem curtinho, tem apenas 4 episódios (e 4 OVAs curtos, de 2 minutos cada, mostrando mais do mundo mágico de onde Punie veio), então não existe bem um enredo acontecendo na narrativa, só mesmo uma comédia de humor negro, que dá pra dar muitas risadas (minha barriga até doeu de tanto rir, isso só da abertura, huahua) e certamente que a Velha, que já teve seus tempos áureos no ringue, assina embaixo!

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    7
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      supernova · about 14 hours ago · 2 pontos

      Gostei deste nunca tinha ouvido falar maa ainda estou vdndo outras sua recomendações este vai demorar k

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  • 2020-09-27 10:44:26 -0300 Thumb picture

    Narutaru: Mukuro Naru Hoshi Tama Taru Ko

    Ano - 2003

    Número de episódios - 13

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Narutaru: Mukuro Naru Hoshi Tama Taru Ko (ou Shadow Star, em inglês) é uma trama protagonizada pela garota Shiina Tamai, que em uma viagem de férias para a casa dos avós acaba encontrando uma estranha criatura no formato de estrela que possui a habilidade de voar, e decide levá-lo consigo para casa e lhe dá o nome de Hoshimaru. Porém, o que parecia ser apenas o início de uma bela amizade se tornaria uma mudança catastrófica na vida da garota, tal como das pessoas que lhe cercavam.

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    Narutaru é mais um dos clones de Pokémon advindos no final da década de 90 (já que o mangá foi lançado em 1998), porém, ao contrário dos outros animes do tipo (como Bucky e Digimon), ele foi lançado originalmente numa revista seinen, ou seja: de publicações focadas no público adulto. Isso nem sempre significa alguma coisa (já que o que não falta são obras "seinen" que são totalmente ignóbeis), mas nesse caso já é uma palhinha sobre o quão perturbadora essa obra pode ser, ainda mais com uma das figurinhas responsáveis por Lain, Chiaki J. Konaka, estar na produção da animação.

    Basicamente a protagonista Shiina, uma menina de seus 12 anos, encontra uma criatura meio gorda em formato de estrela que pode virar uma prancha de surfe na qual ela pode voar, e decide chamá-lo de Hoshimaru e levá-lo pra todo canto. Mas nessas andanças ela acaba topando com uma garota motherfucker problemática chamada Akira Sakura (que costuma cortar os próprios pulsos), que também possui um daqueles seres, com o qual ela possui contato sensorial completo, ou seja: o que ele vê e sente, ela consegue captar e vice-versa.

    E em seguida aparecem pessoas que usam aquelas criaturas, chamadas de filhotes de dragão, que possuem um objetivo mais megalomaníaco em mente, utilizando o poderio dos mesmos para matar e destruir populações inteiras e até mesmo alterar a ordem mundial!

    Estranhamente o anime, com apenas 13 episódios, não aborda toda a trama do mangá, e acabou não ganhando continuações (mesmo que o material original tenha terminado exatamente no mesmo ano, 2003), muito provavelmente porque a obra vai ficando mais violenta e pesada com o passar do tempo e, mesmo com a censura e o resumo de certos acontecimentos sendo utilizados na animação, o que não faltam são pessoas citando Narutaru como um dos animes mais perturbadores já feitos e tudo o mais, então fica difícil imaginar algo assim passando na TV aberta por lá.

    Mas mesmo assim, não é sempre que se vê uma obra que trata de monstros fantásticos coloridos controlados por jovens que são usados para objetivos hediondos, e apesar do pacing um tanto lento (e do final inconclusivo) vale a pena dar uma conferida em Narutaru: Mukuro Naru Hoshi Tama Taru Ko (ou só Narutaru, se preferir), com a Velha certamente assinando embaixo!

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    18
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      yamisekai · 1 day ago · 2 pontos

      Eu achava que era o unico do mundo que conhecia essa coisa kkkk , é meio nostalgico por ter sido um dos primeiros animes que eu vi, mas eu realmente nunca gostei (Pelas cenas pertubadoras e personagens idiotas), o manga é bom?, por algum motivo sinto que tenho que ver o resto da historia....

      1 reply
  • 2020-09-26 00:38:55 -0300 Thumb picture

    Jubei-chan: The Ninja Girl

    Ano - 1999

    Número de episódios - 26

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Yagyu Jubei foi o maior espadachim do Japão, porém ao se aproximar de sua morte, deixou a cargo do seu discípulo, Koinosuke, a missão de encontrar seu sucessor, e este não poderia sequer morrer até conseguir realizar esse objetivo. 300 anos depois, o mesmo se encontra com a estudante Jiyu Nanohana, que por ser chamada de Jubei pelo seu pai, acaba se tornando a descendente das habilidades da figura lendária assim que coloca um enigmático tapa-olho.

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    Pela premissa do anime, e pelas imagens dele que se acham pela net, pode-se pensar que se trata de um mahou shoujo (uma animação no estilo de Sailor Moon e Guerreiras Mágicas de Rayearth, por exemplo), mas não é o caso pois a animação está mais para um battle shounen, onde a protagonista, Jiyu, após colocar o tapa-olho do lendário Yagyu Jubei, se torna uma ninja badass e protagoniza cenas de batalha sensacionais!

    Como o portador do tapa-olho herda todas as habilidades do espadachim, vários ninjas aparecem querendo roubá-lo (todos eles de clãs que esperaram 300 anos por vingança), e a priori Jiyu até prefere que levem ele e a deixem em paz (já que ela literalmente tá cagando e andando pra tudo isso), mas o acaso (sendo esse acaso, na maioria das vezes, o discípulo de Yagyu Jubei, Koinosuke ) acaba fazendo ela colocar o mesmo e quebrar a cara de todo mundo que aparece na sua frente querendo o objeto!

    O anime é dividido em duas temporadas de 13 episódios e na segunda a trama perde bastante seriedade e tem até uns lances bem nonsense, mas conseguiram deixar a animação ainda melhor (ambas são feitas pelo estúdio Madhouse), lá tem as melhores piadas e ainda por cima surge outra ninja, uma dona loira chamada Freesia, ou seja: mais porradaria ainda!

    Outro detalhe bem peculiar dessa animação é a participação do pai da protagonista na coisa toda, um escritor meio maluco chamado Sai. Ele não fica só a ver navios enquanto a filha coloca um tapa olho macumbado e vira uma ninja fodona chutadora de traseiros e possui um papel importante na narrativa e protagoniza algumas das melhores cenas dramáticas da história. 

    No mais, Jubei-chan the ninja girl é um anime bem legal, com bastante comédia pastelão e uma trama até interessante (e que consegue separar bem cenas engraçadas de dramáticas) e vale a pena dar uma conferida, com a Velha assinando embaixo!

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    13
  • 2020-09-23 10:40:32 -0300 Thumb picture

    Tales of Vesperia: The First Strike

    Ano - 2009

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: The First Strike é um prequel do RPG Tales of Vesperia (lançado para Xbox 360, Xbox One, Ps3, PS4, Nintendo Switch e PC) e conta o passado do protagonista Yuri Lowell e seu amigo de longa data Flynn Scifo, mostrando os eventos que os motivaram a agir da maneira que é mostrada no jogo.

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    Recentemente vi algumas pessoas jogando Tales of Vesperia aqui na rede, e daí me lembrei na hora deste filme, que é uma prequel do game, contando um pouco mais sobre o melhor protagonista da franquia, e um dos melhores já saídos dos RPGs japoneses: Yuri Lowell. Infelizmente, no seu jogo de origem, o espadachim de cabelos negros não teve muita sorte, já que a história lá era bem ruim e o resto do cast piorava ainda mais as coisas (Estellise e Karol que o digam), mas felizmente nesse filme os miseráveis mal aparecem (alguns nem dão notícia), o que o torna uma experiência bem agradável de se ver!

    A história mostra basicamente um caso que Yuri e Flynn estavam trabalhando, assim o filme também conta com vários personagens novos bem interessantes, como o comandante Niren, as duas gêmeas Hista e Chastel e até mesmo o pai do cachorro Rapede, mascote do jogo, que aqui ainda era um filhote, e não era fumante, ahauahua

    A animação está muito boa, como praticamente tudo vindo de Tales of nesse sentido, e o character design é o mesmo usado nos jogos, o que é muito legal para quem já jogou. Detalhe que, apesar de ser uma prequel, não é necessário assistir o filme para entender o jogo, tal como também não é obrigatório ter jogado o RPG antes de ver o longa, com o mesmo sendo uma boa pedida para quem quer uma motivação para encarar as 40 e tantas horas do mesmo (que, já adiantando, só valem a pena pelo cel shading e pelo Yuri, porque de resto não é lá algo muito agradável).

    Enfim, Tales of Vesperia: The First Strike é um anime interessante, mostrando um pouco do passado de uma das melhores coisas já oriundas da franquia de RPG da Bandai Namco, e vale a pena dar uma conferida nele, com a Velha assinando embaixo!

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    Tales of Vesperia: Definitive Edition

    Platform: PC
    23 Players
    15 Check-ins

    21
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      wcleyton · 6 days ago · 2 pontos

      Cara, assiste o Royal space force, vc vai gostar, animação foda e design a lá Moebius

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      carlospenajr · 6 days ago · 2 pontos

      O Repede pequeno ficou engraçadinho, mas não me deu vontade de assistir esse (que eu nem sabia da existencia), achei o geral desse Takes bem fraco, me decepcionei legal pq o pessoal fala tanto dessa porra...
      Prefiro o Xillia (1 e 2) e o Berseria, alem do Eternia :P

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      luchta · 5 days ago · 2 pontos

      Devo ver antes ou depois de terminar o jogo? Tô com o remaster instalado aqui.

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  • 2020-09-21 11:57:21 -0300 Thumb picture

    Bucky

    Ano - 1999

    Número de episódios - 26

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Bucky (Baku, no original japonês) é um garoto nem um pouco parecido com àqueles da sua idade, já que ele possui uma grande ambição de dominar todo o mundo, que, na história, é formado por 12 continentes, cada um simbolizando um número do relógio. Cada um desses locais conta com um poderoso guerreiro protegendo-o de ataques dos monstros, sendo este indivíduo chamado de Grande Criança e, num certo dia, Spaak (En, no original japonês), o responsável pelo Primeiro Mundo, vê o potencial de Bucky e faz dele seu sucessor e assim começa a aventura do jovem... Ou seria sua conquista global?

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    Bucky (Jibaku-kun, no original japonês) é mais um dos clones de Pokémon que surgiram no final da década de 90 mas, ao contrário de Digimon (que já tinha uma história de longa data com seus tamagotchis), não teve uma fama muito grande no seu país de origem, só vindo mesmo a ser conhecido e adorado aqui na nossa república das bananas, onde passou no Band Kids às tardes e depois foi exaustivamente reprisado para tapar buracos na programação. Eu conheci Bucky ainda no Band Kids (apresentado por uma japinha chamada Kira) e minha primeira impressão foi: CARALHO, QUE PROTAGONISTA HORROROSO! Mas depois de alguns episódios (e de ficar com a música de abertura e de encerramento na cabeça) acabei vidrando no anime, e naquele plot bem exótico, misterioso e hilário!

    A trama se passa numa terra chamada de "Os Doze Mundos", um lugar no formato de um relógio, onde todos os continentes são interligados por uma torre enorme bem visível chamada de "Torre Pontiaguda" e, como o lugar está sendo assolado por uma energia estranha chamada de "Veneno do despertar" que deixa monstros incontroláveis, 12 jovens foram escolhidos para proteger cada um dos mundos, que então passam a se chamar de Grandes Crianças (detalhe que nenhum deles é criança mais, talvez por isso o nome, huahua), cada uma com um bicho cor de rosa redondo com a cara das estátuas da Ilha de Páscoa chamado de Espírito, que explode quando abre a mão.

    E onde entra Bucky, nisso tudo? Spaak, a Grande Criança do primeiro mundo, Primas (um cara todo fodão com duas espadas e uma capa), conhece o cara e sua ambição absurda para alguém da sua idade, e decide torná-lo seu sucessor. E diz que se ele realmente queria dominar o mundo, precisaria se tornar a melhor das 12 Grandes Crianças, pois só alguém com muita determinação conseguiria isso.

    Depois ele diz que o mesmo precisa ir até a Torre Pontiaguda se quiser realizar seu objetivo de dominar o mundo, mas não basta ir direto no centro e escalá-la, seria necessário andar TODOS os mundos, no sentido horário, e assim começa a jornada do protagonista, e no meio do caminho ele se encontra com outras pessoas que também querem ver Spaak, como Pink de Secandas (2º mundo) e Kai de Trios (3º mundo) e passa a seguir jornada com eles, chamando-os de escravos, ahauhauaAssim a trama vai mostrando cada um desses lugares, assim como vai mostrando os mistérios e problemas (e também muita comédia) existentes em cada um desses lugares, sempre com cada mundo tendo uma Grande Criança, um espírito e uma cultura totalmente diferente dos demais. O destaque da história vai obviamente para o protagonista de cabelo espetado e cara feia que quer dominar o mundo, mas também existem vários personagens memoráveis, como Reo , Alibaba, Joan, Silva... Só assistindo mesmo para conferir essa trupe toda!

    O character design é bem peculiar, com o anime tendo um estilo mais battle shounen do que aquele apresentado em outros animes do tipo (como Digimon e Pokémon), tudo bem anos 90 mesmo. A animação é satisfatória, a dublagem brasileira também (não me imagino chamando o Bucky de Baku) e a trilha sonora é igualmente competente, com o destaque indo para as já comentadas opening e ending.

    No mais, Bucky é um anime bem peculiar e certamente um dos melhores derivados de Pokémon da época, e vale a pena dar uma conferida, com a Velha assinando embaixo!Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

    42
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      thiagobrugnolo · 7 days ago · 3 pontos

      Cara adorava Buck ( Jibaku-Kun) nas tarde do Band Kids, apesar do traço bem peculiar e até meio estranho, a música de abertura é um show à parte, até em português ficou legal, e ainda tinha umas coisas e personagens bem bizarros no anime hahaha.

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      wcleyton · 8 days ago · 2 pontos

      tu ja viu o canal retrocrush do youtube?

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      supernova · 8 days ago · 2 pontos

      Kkk acho que deveria incluir ali se é dublado ou não 😏💛
      Este passava na bandkids né, saudades eu achei que faltou mais desde mundo sabe anime excelente, parabens pela analise excelente como sempre. Continue com este bom trabalho que vem fazendo.🙏👍( e otimas indicações por sinal)

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  • 2020-09-18 19:59:19 -0300 Thumb picture

    Guerreiras Mágicas de Rayearth

    Ano - 1994

    Número de episódios - 49

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Em uma excursão escolar, onde 3 escolas diferentes fizeram uma visita à Torre de Tóquio, Hikari, Umi e Fuu (Lucy, Marine e Anne na versão brasileira), após escutarem uma voz desconhecida e de verem um clarão perante seus olhos, são transportadas para o mundo de Cephiro, onde precisarão se tornar as guerreiras lendárias do lugar e salvar a Princesa Esmeralda das mãos do feiticeiro Zagato para então conseguirem voltar para casa.

    ___________________________________________________________________

    MKR (sigla para Magic Knight Rayearth, o nome da obra em inglês) é uma das crias de Sailor Moon que surgiram na década de 90, só que ao invés de ter a pegada tokusatsu de lá, a trama utiliza um setting mais de RPG, com as 3 protagonistas sendo transportadas para um mundo desconhecido (um estilo conhecido como isekai) onde precisam aprender magia na marra, despertar os Mashins (fucking robôs gigantes) e então voltar para o mundo de onde vieram. Na época chegou a passar no SBT, mas pessoalmente tenho poucas lembranças da animação quando criança, tanto que quando fui baixar a mesma depois de velho era tudo novidade (e também pude ver a versão brasileira horrível da música de abertura, ugh).

    A trama é bem basicona para os padrões dos animes dos anos 90, com as protagonistas de cabelo colorido, cada uma representando um elemento, ganhando power ups para suas armaduras e indo atrás dos Mashins para derrotar o vilão que raptou a princesa da vez. Porém, MKR conta com um plot twist excelente que acontece lá pro final da primeira temporada, e o melhor de tudo é que não é algo simplesmente acontecido do nada (como algum shock factor sem vergonha), pois tem todo um foreshadowing preparando o espectador para o acontecimento!

    Após isso a trama conta com uma segunda temporada (do episódio 21 em diante), que muda o setting de uma fantasia medieval para algo mais futurista e, apesar de não ter nada do nível do plot twist da primeira temporada (tanto que os RPGs feitos do anime, o de SNES e o de Saturn, só abordam a primeira temporada) e de ter um pacing um tanto lento, ela também tem seus pontos positivos, como um maior enfoque na protagonista de cabelo vermelho, a Hikaru, tal como mostrando as consequências daquilo que aconteceu anteriormente.

    O mangá original é desenhado pelo CLAMP (as criadoras de Chobits), mas o anime teve o character design da Atsuko Ishida (que fez também Shamanic Princess), que deixou o cast com aqueles olhos enormes bem característicos que só ela sabe fazer. Enfim, Guerreiras Mágicas de Rayearth é um anime legal e vale a pena dar uma conferida (nem que seja apenas na primeira temporada), e certamente que a Velha assina embaixo!

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    Magic Knight Rayearth

    Platform: Sega Saturn
    126 Players
    28 Check-ins

    31
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      carlospenajr · 10 days ago · 3 pontos

      Ta ai um anime "pra menina" que eu gostei bastante na época XD

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      ersatzgott · 10 days ago · 2 pontos

      Acho o design do anime bem feio, podiam ter deixado mais parecido com o mangá

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      arthurluna_95 · 10 days ago · 2 pontos

      O primeiro anime que eu assisti na minha vida. Eu tinha 2 VHS das Guerreiras Mágicas. Teve até jogo delas no SNES e no Sega Saturn. Eu amava esse anime.

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  • 2020-09-17 22:53:35 -0300 Thumb picture

    Venus Wars

    Ano - 1989

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: No século XXI a humanidade passou a viver em dois mundos diferentes. Um deles sendo o planeta Terra de sempre e o outro sendo um dos astros mais próximos deste, o planeta Vênus, que após um asteroide se chocar com o mesmo se tornou habitável. Porém, após anos de colonização, a estrela d'alva passou a ser o palco de um intenso conflito entre os habitantes duas nações, e nesse cenário de guerra um grupo de jovens motoqueiros e uma repórter acabam sendo envolvidos de uma maneira que jamais imaginariam.

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    Quando se trata de planetas do sistema solar, o principal palco para histórias de ficção (com exceção da Terra, claro) é o planeta vermelho, Marte. Isso porque já sabemos, desde décadas atrás, que sua superfície é bem parecida com o que temos por aqui, o que acabou relegando Vênus (o planeta mais próximo de nós e um dos astros mais visíveis do céu noturno) a uma certa obscuridade nesse quesito (ainda mais depois que as sondas soviéticas foram pra lá e duraram apenas alguns poucos instantes).

    Venus Wars já é interessante por si só justamente por usar esse planeta como palco principal para sua narrativa, se livrando se sua atmosfera com ácido sulfúrico usando um cometa maroto e, como a gravidade de lá é quase a mesma daqui, a questão da física e tudo o mais é bem fácil de ser explorada.

    Enfim, a trama em si fala de uma guerra que está ocorrendo entre Aphrodia e Ishtar, duas potências do lugar, com um bando de motoqueiros (que andam em motos bizarras de uma roda só) sendo jogados no meio do conflito (e por serem jovens e cheios de hormônios acabam querendo destruir um tanque do inimigo por motivos não muito lógicos) e também mostra uma repórter da Terra vindo atrás de um furo de reportagem, ainda mais pelo planeta azul, ao que tudo indica, ser um local pacífico (o que é incrível, será que mandaram toda a escória da humanidade para Vênus, tipo os políticos brasileiros?).

    A animação é simplesmente incrível, caralho é um filme com seus 31 anos (e eles até apresentam uns tanques meio exóticos e umas motocas de guerra que também são show)! O character design dos personagens é muito bom também, e o destaque em todo o cast acaba indo mesmo para a repórter Susan Sommers, que acaba sendo a mais carismática e com mais atitude de todo o elenco (com o protagonista, Hiro Seno, demorando para tomar alguma atitude perante o conflito). 

    No mais, Venus Wars é um filme bem interessante, tão lindo para os olhos quanto a estrela d'alva iluminando os instantes antes do nascer do sol, e certamente que a Velha assina embaixo!

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    15
  • 2020-09-16 10:24:23 -0300 Thumb picture

    Darkside Blues

    Ano - 1994

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Em um futuro distópico, uma empresa chamada Persona Century comprou praticamente todos os territórios do planeta inteiro, controlando todos eles com mãos de ferro e seu satélite orbital que dispara poderosos lasers. Apenas alguns lugares no globo que não estão sob seu controle, sendo um deles a cidade livre de Kabuki-cho, também conhecida como "O Lado Negro de Tóquio" e nesse cenário vive Mai, a líder de uma resistência chamada Messiah. Nesse lugar surge uma estranha figura negra, com trajes medievais e dirigindo uma carruagem a cavalos, advinda de outra dimensão: Darkside, alguém que fora banido pela própria Persona Century há anos.

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    Darkside Blues é um filme animado bem interessante, feito pelo criador de Vampire Hunter D, que conta sobre uma empresa capitalista malvadona, chamada Persona Century, que literalmente comprou o mundo inteiro! Claro que ela não fez isso de forma pacífica, pois causava por debaixo dos panos todo o tipo de problemas nos territórios visados, para depois vir como uma salvadora e adquirí-los a preço de banana!

    Numa das poucas localidades fora da jurisdição da Persona Century e sua guarda pessoal (mas não da influência do seu satélite lançador de lasers orbital), vive Mai, a líder de uma resistência e num certo dia surge um cara sinistro (que parece ter saído da mente do Yoshitaka Amano) numa carruagem, de cabelos pretos, que diz que irá fazer uma restauração ali. Ele, a priori não tinha nome, mas como o lugar era conhecido como Lado Negro de Tóquio, ele decidiu usar esse nome dali em diante: Darkside.

    Essa restauração que ele dizia era sobre usar seus fortes poderes mentais e causar alucinações nas pessoas, podendo fazê-las repensar seus atos (e emergirem como novos indivíduos) ou mesmo fazê-las surtar e acabarem morrendo! O anime também mostra o que uma empresa que comprou o mundo inteiro pode fazer, tal como também a problemática de vários outros personagens, como um terrorista que quer destruir a Persona Century e é tudo fascinante de ver.

    A animação, tal como o character design do anime, são excelentes. Tudo é muito fluído, as feições dos personagens são excelentes, tal como as poucas cenas de ação que o mesmo possui. A trilha sonora também é sensacional, destaque para a música que dá nome ao longa, Darkside Blues, que dispensa comentários!



    Com um tema tão amplo quanto uma empresa capitalista que dominou o globo, o filme acaba não abordando tudo o que poderia ser mostrado, e vários personagens interessantes só são mostrados de relance (e outros não possuem muito tempo de tela) mas ainda assim é uma boa pedida, seja para ver um futuro distópico onde o mundo foi comprado, para ver uma animação que dificilmente terá igual nos dias de hoje e também uma história sobre um cara sinistro que é tipo um psicólogo infernal, hauhaua

    No mais Darkside Blues certamente vale a pena seu tempo, e claro que a Velha, que até tem uma das suas amigas de bingo passando no filme, assina embaixo!

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      kalini · 13 days ago · 2 pontos

      Queria saber exatamente onde posso ver em japones como legendas em ingles/portugues.

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      slashgoodboy · 13 days ago · 2 pontos

      Já falaram / pretendem falar sobre X-1999?

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      kalini · 13 days ago · 2 pontos

      Eu não consigo entender porque hoje personagens de animes quase em geral tem que parecer criança/adolescente no fisico, ou ter a cabeça e olhos grandes. Ai eu vejo os animes mais antigos, e vejo uma enorme diversidade de traços e corpos, e um mais bonito e original que o outro.

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  • 2020-09-15 02:12:16 -0300 Thumb picture

    Fullmetal Alchemist Brotherhood

    Ano - 2009

    Número de episódios - 64

    Disponível em Netflix - Sim

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Sim

    Sinopse: Edward Elrick e Alphonse Elrick viviam alegremente junto com sua mãe, na vila bucólica de Resembool. Tudo ia muito bem, até que um dia a progenitora dos garotos morre devido a uma doença, e ambos então decidem estudar e revivê-la através da alquimia, que é a arte de de criar algo usando outra coisa como base, a famosa lei da troca equivalente. Porém, trazer um humano de volta à vida é um tabu na alquimia, e ao fazerem isso os irmãos perdem partes de seus corpos e não conseguem reviver seu ente querido, e após isso ambos saem em jornada para recuperarem seus corpos de volta, na esperança que um artefato lendário, a Pedra Filosofal, possa ajudá-los nisso.

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    Fullmetal Alchemist é um mangá publicado a partir de 2001 e, devido ao enorme sucesso que teve, ganhou uma versão animada 2 anos depois (intitulada apenas de Fullmetal Alchemist, com 51 episódios e 1 filme ) e, como o material original ainda não havia terminado, criaram uma história alternativa a partir de determinado ponto da narrativa, deixando-a bem diferente da trama inicial. Essa versão chegou a passar aqui no Brasil via Animax, e também pela RedeTV, em meados de 2007, me lembro bem de esperar o programa do RR Soares terminar com aquela musiquinha pra poder assistir, ahauhua

    Com o término do mangá se aproximando e com a boa aceitação da primeira adaptação, uma nova animação foi feita, desta vez sendo fiel à história original, intitulada de Fullmetal Alchemist Brotherhood, que também chegou a ser dublada por aqui, sendo o último anime a ser transmitido no Animax, e me lembro muito bem de ter baixado todo ele em lanhouses, seja legendado ou dublado, e por muito tempo foi meu anime preferido disparado.

    A história é protagonizada pelos irmãos Elrick, o baixinho invocado que dá nome à série, Edward (já que seu braço e perna mecânicos o deram a alcunha de Alquimista de aço) e o sensato Alphonse, que acabou perdendo todo seu corpo quando ambos foram fazer a transmutação humana, um tabu na alquimia, obrigando Edward a colocar a alma do irmão numa armadura.

    Para conseguir acesso à mais informação sobre a Pedra Filosofal (o material lendário que diz quebrar a lei da Troca equivalente, tornando assim possível que os irmãos recuperem seus corpos), Edward decide se aliar ao exército e se torna um Alqumista Federal, e ele e seu irmão ficam vagando pelo mundo, seja fazendo missões militares ou procurando por pistas a respeito do tal artefato. Mas a trama não fica só nisso, já que muita coisa acontece na narrativa nos 64 episódios da mesma, tem sempre uma certa tensão no ar, o que deixa o espectador vidrado a cada segundo!

    O cast, sem dúvidas, é um dos melhores no quesito de shounens. Roy Mustang, Riza Hawkeye, Maes Hughes, Major Armstrong, Izumi Curtis, Maria Ross, Ling Yao (meu preferido)... É tanto personagem carismático que fica difícil mencionar todos. A animação não é a melhor coisa possível do ano de 2009, mas ela cumpre bem seu papel e a trilha sonora... É sensacional, tem uma música melhor do que a outra nessa animação!

    Aqui seria a parte onde a Velha falaria que o anime original, de 2003, deve ser ignorado totalmente, porém, apesar dele ser obviamente inferior à versão Brotherhood (não por ser "filler" e sim por não ter tantos personagens e uma narrativa tão elaborada quanto a dele), ele também tem seus pontos positivos, como uma animação e um traço bem melhores que os do seu irmão mais novo, uma trilha sonora igualmente do caralho, um desenvolvimento bem interessante para um shounen e um final bem inusitado, então não deixa de ser uma opção razoável.Enfim, com tudo isso dito, é mais do que claro que Fullmetal Alchemist Brotherhood é um ótimo anime e vale muito a pena ser assistido, e certamente que a Velha assina e carimba embaixo, com círculo de transmutação e tudo!

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    Fullmetal Alchemist

    Platform: Gameboy Advance
    108 Players
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      topogigio999 · 14 days ago · 3 pontos

      Pra mim essa versão é bem melhor que a original... FMA um dos melhores animes da vida!

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      vinicios_santana · 14 days ago · 2 pontos

      FMA é sensacional, eu já gostava do antigo, mas depois que conheci o Brotherhood, ele se tornou meu anime favorito, é um dos poucos casos em que vi e revi, tanto dublado, quanto legendado e ambos são fodas. Cheguei a comprar os mangás também, completando a coleção meio tanko pouco antes de começar a sair a versão completa pela jbc

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      carlospenajr · 14 days ago · 2 pontos

      Essa continuação "certa" ficou muito boa mesmo, a animação ficou foda e adaptaram bem o manga

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  • 2020-09-12 11:04:56 -0300 Thumb picture

    Parasyte

    Ano - 2014

    Número de episódios - 24

    Disponível em Netflix - Sim

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Sim

    Sinopse: Em um certo dia, vários parasitas alienígenas vieram do espaço, rapidamente se infiltrando na sociedade humana. Devorando o cérebro de seus hospedeiros e adquirindo controle total sobre seus corpos, facilitava a obtenção de comida, que seriam, no caso, outras pessoas. O jovem Shinichi Izumi, assim que o parasita estava se infiltrando em seu corpo, conseguiu impedir o avanço deste para seu crânio, mantendo o mesmo na sua mão direita, o que acaba obrigando ambos a viverem de forma simbiótica.

    ___________________________________________________________________

    Parasyte (ou Kiseijuu, no Japão) é um mangá seinen de 1989, que nunca havia ganhando uma versão animada, até que em 2014, por incrível que pareça, decidiram criar vergonha na cara e adaptar a história, que ainda veio pelo estúdio Madhouse (que por mais que a sua qualidade de animação não seja sublime como a de outrora, ainda é o melhor estúdio de animação japonesa) , o que resultou num grande trabalho!

    A trama fala sobre parasitas que vieram do espaço, comendo os miolos dos seus hospedeiros, mas o infeliz que decidiu invadir Shinichi, o protagonista, acabou despertando o mesmo de seu sono, fazendo com que ele fizesse uma espécie de amarra no braço, impedindo que o invasor chegasse no seu destino final, dominando apenas a sua mão direita.

    Assim ambos acabaram tendo que chegar a um acordo, para conseguirem sobreviver de um modo simbiótico. O invasor, agora apelidado de Migi, na maior parte do tempo fica disfarçado da mão direita do protagonista, mas quando a vida deste está em perigo (o que portanto deixa sua própria existência em perigo, já que Migi não consegue sobreviver fora do corpo do Shinichi) ele toma diversas formas, como de lâminas extremamente cortantes que dilaceram outros aliens parasitas, que podem vir a ser uma ameaça.

    À primeira vista, o anime não parece ser muito diferente de um battle shounen padrão, porém a trama não fica apenas mostrando cenas de ação com aliens sendo cortados em vários pedaços, como também explora as consequências dessa convivência entre Shinichi e Migi. Por ser um alienígena, o parasita não compreende os conceitos humanos como amizade, amor, compaixão, e isso começa a afetar o protagonista aos poucos, tal como também outros invasores, que passam a ser influenciados pelo novo meio que estão vivendo, e isso é sensacional, pois dá profundidade para a história, e é excelente ver a consequência disso tudo, no decorrer da narrrativa.

    Infelizmente, por ser uma animação moderna, ela sofre de bastante censura, se comparada ao mangá (como numa parte onde Migi vira um pênis gigante no meio da escola, ahuahua), e sem contar que o character design dos personagens ficou bem genérico e bem diferente do material original (afinal ele foi influenciado pela década de 80, enquanto o anime foi pela funesta década em que estamos, dominada pela praga colorida do moe), porém como a história (e o cast) se mantiveram idênticos, o resultado final ficou muito bom!

    No mais, Parasyte é um anime bem interessante e, apesar de ser uma animação de seus 6 anos, mantêm toda sua epicidade dos anos 80 e vale com certeza a pena conferir, com a Velha assinando embaixo!

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      kalini · 17 days ago · 4 pontos

      Ser boomer é tao bom as vezes, haha! Qual o problema de adimitir que já teve epocas melhores em alguns aspectos, tipo animes, games e PRINCIPALMENTE musica? (sou full boomer quando o assunto é musica e eu nao escondo)

      Já conhecia Parasyte ha muito tempo (e sua influencia em muita coisa, como Resident Evil 4). Sò não sabia que tinha anime. Ele sempre me fascinou pela historia, mas é dureza demais pra mim não enojar e até passar mal com body horror.

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      andre_hirosaki · 17 days ago · 2 pontos

      Manoel já viu Legend of Lemnear?

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      carlospenajr · 17 days ago · 2 pontos

      Esse é legal, gore mas foda XD
      Ainda acho que poderia ter saído mais coisa, mas o que mostra no anime já foi bem interessante, nada super inovador, mas legal do mesmo jeito :P

      2 replies
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