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netobtu João Paulo Bonome Neto fez um check-in em:
<p>[Primeiras Impressões] Quantum Break</p><p>#img# - Alvanista
Quantum Break

Plataforma: PC
116 Jogadores
36 Check-ins

[Primeiras Impressões] Quantum Break

Bom, pessoal, joguei 2 atos e 2 capítulos (estou no capítulo 3 do ato 2, no início dele). Já dá pra fazer algumas considerações, já que eu acho que não vai mudar muita coisa daqui pra frente. Estou jogando no PC, versão Steam.

-> A primeira coisa que tenho a dizer é que o jogo é bem fácil. Pus direto no difícil e é sossegado demais, vão na fé nesse modo direto, pq no normal e easy deve ser tipo pra sua vovó jogar.

-> O jogo é bem bonito mesmo, não tem como negar isso... especialmente depois que eu desativei o péssimo granulado fílmico, a coisa ficou ainda melhor. Mas o toque mais especial do jogo são os efeitos de iluminação e de tempo congelado, com partículas saindo das superfícies, explosões pausadas, inimigos e objetos no ar... isso é MUITO impressionante mesmo.

-> Não percebi nada muito cativante na trilha sonora, mas a sonoplastia de explosões e tiroteio é bem legal, mas num geral nada demais, bem padrão tudo.

-> Como já dito, é fácil, e o tiroteio é bastante franco e livre. O Jack Joyce recebe bastante bala sem morrer ou ficar baqueado, mesmo no difícil. O level design é bom, mas nada primoroso... em vários momentos o jogo me lembrou os dois primeiros Max Payne, que também são da Remedy, justamente pelo tiroteio ser bem franco e o cover ser desencorajado: os inimigos te flanqueiam por vários lados, e ficar em movimento é essencial, o que dá uma boa dinâmica, e faz você utilizar os poderes temporais do Jack o tempo inteiro. Tudo isso é ponto positivo, porque usar esses poderes é muito legal: tanto para a jogabilidade quanto para o visual.

-> Até que por enquanto eu vi uma boa gama de inimigos para um jogo desses, é certamente bem melhor do que foi Alan Wake nesse ponto (mas também é um jogo de tiroteio mais intenso).

-> A exploração é padrãozona de jogos da Remedy, em especial Alan Wake: um pequeno desvio aqui e ali e você encontra alguma intel ou um ponto de upgrade... tudo mostrado na visão de raio-x, mas alguns pontos de upgrade ficam escondidos e você tem que achar ativando fendas temporais e coisa do tipo, o que vai gerar umas voltas pelas salas do jogo.

-> É bom jogar algo que não seja open world de vez em quando, há de se notar... porém estamos mal acostumados: eu perdi um upgrade uma hora achando que era pra frente, e não pude voltar pra sala anterior. Não é bem um defeito do jogo, é mais um mal costume meu, sei lá.

-> O jogo tem partes jogáveis com o Paul Serene, que é o vilão da história... a parte que joguei não tinha nada demais, só uma escolha bem dualista de ver o que aconteceria a seguir na trama do próprio jogo e do live action.

-> Não vi o Live Action e nem sei se vou ver. Sinceramente estou nem aí pra história desse jogo, só sei mais ou menos o que a narrativa fílmica me conta, o mundo do jogo não conta muita coisa por si só, e ficar lendo emails que achamos por aí, ENORMES, não faz meu estilo mais.

-> QTEs (screenshot anexa empurrando prateleira), filminhos, coletáveis em forma de intel na maioria das vezes, coletáveis que são emails enormes para serem lidos, escolhas duais: é notável que esse jogo seria um dos maiores jogos do ano lá por 2010/2011. Não é um jogo atual, é um jogo bem atrasado na estrutura, não é de narrativa mais livre e sutil, como os jogos desse ano têm desenvolvido mais... é como um Uncharted num geral, nesse ponto, mas Uncharted não te faz perder tempo lendo coisas se você quiser entender o que está acontecendo... mas também tem um enredo muito menos complexo do que Quantum Break.

Enfim, eu confesso que estou surpreso em como esse jogo é agradável de se jogar e, apesar de ter filminho pra lá e pra cá, te fazer andar devagar seguindo personagem só para ver um pedaço de historinha, ainda tem muita ação, e a ação é muito gostosa... mas é aquela coisa, o jogo não pretende alçar grandes voos, talvez pretendesse lá atrás, ficou tempo demais em produção e perdeu o timing do lançamento. Esse jogo deveria, inclusive, ser multiplataforma e estar no PS4, bem como Alan Wake deveria ter saído para o PS3.

Abraços, meus amigos.

9
  • Micro picture
    santosmurilo · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

    Super recomendo que vc assista aos filmes: há personagens de extrema relevância que só aparecem por lá. Além disso, suas ações no game se renderam nela, assim como as ondulações quânticas.

    Sem falar que o filme é de altíssima qualidade!

    Sobre ks documentos é realmente chato lê-los e eu não li nenhum, mas coletei todos!

    A dificuldade é isso mesmo que vc disse, com exceção da última batalha, que dá um salta gigantesco na dificuldade é podse ser incômoda!

    5 respostas
  • Micro picture
    mateusmassa · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

    Tu acha o tiroteio dos Max Payne 1 e 2 fracos?
    Puxa eu acho eles sensacionais, é a jogabilidade deles que fizeram esses jogos serem bons mesmo tendo muita repetição.

    2 respostas
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