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    2019-11-08 15:47:52 -0200 Thumb picture
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    2019-10-24 11:37:13 -0200 Thumb picture
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      hilquias · 19 days ago · 2 pontos

      mawile, chandelure e vikavolt,
      dos que eu não sabia q estavam confirmados

  • mutux Rodrigo Braga
    2019-10-21 14:56:46 -0200 Thumb picture
    mutux checked-in to:
    Post by mutux: <p>Finalizado da maneira correta, no limite!</p><p>
    Pokemon Trading Card Game

    Platform: Gameboy Color
    1701 Players
    18 Check-ins

    Finalizado da maneira correta, no limite!

    9
  • mutux Rodrigo Braga
    2019-10-20 11:44:27 -0200 Thumb picture

    Mais barato na Colombia

    Pra quem tem o Nintendo Switch, acabou de lançar esse jogo (já tinha no PC há um ano) e ta com um preço ótimo na eshop da Colombia.

    Claro que ainda entra uma parte de impostos em cima desse preço, mas o jogo sai por uns R$ 8,00 aproximadamente!

    Return of the Obra Dinn

    Platform: Nintendo Switch
    1 Players

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      jcelove · 23 days ago · 1 ponto

      é, ta beeeem mais barato que nas promos do Steam. Preciso pegar ele.

      1 reply
  • mutux Rodrigo Braga
    2019-09-25 12:14:39 -0300 Thumb picture
    mutux checked-in to:
    Post by mutux: <p>Fazendo esse check-out só pra constar que finali
    The Legend of Zelda: A Link to the Past

    Platform: SNES
    10931 Players
    332 Check-ins

    Fazendo esse check-out só pra constar que finalizei esse jogo no Switch (valeu Nintendo, não fez mais que a obrigação) e que prazer poder jogar um dos melhores jogos da infância/adolescência agora na fase adulta e ver como muito do que  se joga hoje ainda se inspira em clássicos assim!

    9
  • 2019-09-07 18:46:04 -0300 Thumb picture
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    Mitos sobre os RPGs por turno

    Medium 3743847 featured image

    Recentemente tivemos finalmente o anúncio de Indivisible, um RPG indie que era muito aguardado pelos fãs do gênero, seja por possuir sprites em alta definição (afinal ele é produzido pela mesma empresa que fez Skullgirls) ou pelo gameplay ser inspirado em um clássico do Play Station: Valkyrie Profile. Porém, o que era pra ser uma boa notícia para todos nós da equipe (afinal, nosso objetivo é que mais e mais pessoas joguem e se divirtam com RPGs eletrônicos), acabou se tornando motivo de preocupação. Não pelo jogo em si, que ainda aparenta estar espetacular, e sim pela forma com que a empresa está o vendendo: como um RPG de ação.

    A nova tela de combate de Indivisible, presente na versão final do jogo

    Action RPG, em suma, é um subgnênero do RPG eletrônico que enfatiza a ação em tempo real, onde o jogador controla diretamente os personagens e a maneira como o combate acontece depende única e exclusivamente dos inputs do mesmo, podendo mover o personagem pra bem longe do adversário ou mesmo atacá-lo por ângulos diferentes. Em Indivisible, as batalhas acontecem com os personagens jogáveis de um lado e os inimigos de outro e uma ação direta só ocorre quando um marcador localizado abaixo do mesmo (que na versão demo era simbolizado por uma barra e nessa versão final é na forma de pequenos círculos) se completa, permitindo assim que o jogador faça os combos devidamente. O mesmo vale pros inimigos, que apesar de não terem o marcador à mostra, também ficam imóveis e só fazem uma ação após determinado tempo, o que não se encaixa como um RPG de ação e sim por turnos, que usa uma função bastante conhecida pelos jogadores de Final Fantasy: a ATB, ou active time battle.

    Quando surgiu, em FFIV, a ATB sequer era mostrada na tela, só vindo a aparecer no jogo seguinte, e perdurando na franquia por um bom tempo, além de ser reaproveitada em vários outros jogos

    Mas, se é algo tão notável o fato de Indivisible ser um RPG por turnos, por que estão vendendo ele como se fosse um Action? RPGs de ação são mais rentáveis, sendo mais atraentes pra novos públicos, e com isso para uma desenvolvedora de jogos ter lucro é muito mais fácil produzindo um jogo dessa forma. E como fora de combate o jogo possui momentos plataformer( bem no estilo de Valkyrie Profile mesmo), optaram por vender o jogo dessa maneira, assim quem queria comprar o jogo por ele ser o sucessor espiritual de Valkyrie Profile ainda vai fazê-lo, e aqueles que têm preconceito contra RPGs de turno também o farão, já que com a ATB, a ação em plataformas e o sistema de combos, dificilmente descobrirão que foram “enganados”.

    Não é de se espantar se memes desse tipo surgirem depois do lançamento do jogo...

    Contudo, apesar de parecer a escolha perfeita, mascarar o jogo como algo que ele não é, é ruim por dois motivos. Primeiro porque gêneros e subgêneros existem pra que os consumidores saibam o que vão comprar, e a partir do momento que isso se tornar relativo e as empresas utilizarem eles de forma desregrada você pode acabar comprando um jogo de pesca que é vendido como shooter de nave. E segundo é porque estão vendendo a imagem que o sistema de combate por turnos em um RPG é algo ruim e que apenas se for chamado de Action poderá ser criativo e interessante, isso num jogo indie, se já não fosse ruim o suficiente empresas grandes como Square Enix fazerem a mesma coisa.

    Motivados por essa infeliz atitude por parte dos produtores desse que parece ser um dos melhores RPGs indies dos últimos anos, nós do Grindingcast decidimos desmentir alguns dos mais comuns mitos e falácias sobre RPGs turn based, muitas delas divulgadas à rodo por canais do Youtube, podcasts e influenciadores no geral. Não pra que você, leitor, se sinta obrigado a jogá-los mas para que, se não optar por sistemas de turnos, que não seja pelos motivos a seguir:

    1 – RPGs por turno são mais demorados

    Essa é bem comum. Provavelmente isso se popularizou devido ao fato dos RPGs de turno mais famosos, como Final Fantasy VII, demorarem suas 30/40 horas para serem terminados, isso além de possuírem as famigeradas random battles (que foram sendo deixadas de lado pelos RPGs com o tempo, afinal eram uma limitação tecnológica e não uma escolha criativa). Contudo, isso é uma afirmação que não se sustenta, pois assim como temos RPGs de turno mais demorados, também temos RPGs de ação longos, um bom exemplo são os jogos da franquia Tales of (com os primeiros possuindo, inclusive, batalhas random), ou mesmo os WRPGs cheios de escolhas como The Witcher 3. E não apenas isso, como também existem vários RPGs por turno curtos, sejam os mais modernos como Child of Light ou os mais antigos como Arabian Nights, todos podendo ser terminados com menos de 20 horas de duração, entregando uma experiência bem satisfatória pro jogador.

    2 – RPGs por turno são parados

    A própria expressão “combate por turno” remete e algo demorado e lento, sempre com um esperando enquanto o outro ataca e vice-versa. Essa é uma falácia muito dita por pessoas que não jogaram muitos ou mesmo nenhum RPG cujas batalhas são feitas dessa forma, já que o que não faltam são RPGs por turno dinâmicos que deixam as batalhas tão (ou até mais) animadas que as suas contrapartes Action. A ATB de Final Fantasy IV foi melhorada e reutilizada por muitos jogos, e coisas como Grandia e Atelier Iris 2 refinaram-na, com o jogador precisando ficar atento na hora da ação, seja a sua ou a do inimigo. Em Super Robot Taisen OG Saga: Endless Frontier (ou no seu sucessor espiritual, Project X Zone) é preciso combar o inimigo no timing certo, mantendo-o no ar, caso contrário ele irá contra-atacar de forma absurda. Sem contar que, em muitos jogos por turno, o jogador também terá ações quando for a vez do oponente, como em Ar Tonelico 2: Melody of Metafalica onde, se apertar o botão no momento certo do ataque inimigo, levará menos dano.

    3 – RPGs por turno são todos iguais

    Apenas com os exemplos anteriormente citados, já dá pra perceber que a coisa não é bem assim e nem tudo se resume à Final Fantasy e Dragon Quest. Com relação à variedade e criatividade, os RPGs por turno são até mais variados do que os Action (especialmente por não terem que se preocupar com a física do combate), com inúmeros jogos tendo sistemas de combate totalmente diferentes, ainda dentro do escopo do subgênero. Por exemplo, na franquia The Legend of Heroes, da Nihon Falcom, os combates ocorrem num campo aberto onde o alcance das suas armas e magias conta pra atingir o inimigo; em Bravely Default (ou mesmo em sua sequência, Bravely Second) é possível adiantar seus turnos de uma vez, mas ficando sem atacar após um tempo... Isso além dos SRPGs (RPGs táticos, que alguns nem os consideram como RPG, mas que mesmo assim ainda estão dentro dos sistemas de turno e do que eles podem oferecer) que possuem outra infinidade de variedades, como Valkyria Chronicles, onde você move os seus soldados no campo de batalha num cenário em 3 dimensões e caso o inimigo entre na sua linha de fogo quando for o turno dele, poderá ser abatido.

    4 – RPGs por turno são mais difíceis

    Muitas das pessoas que têm preconceito contra o sistema de turnos pensam que todos eles são Dragon Quests do NES, onde tu tem batalhas a cada segundo, com inimigos podendo te matar com dois petelecos e com uma quantidade de grinding imensa sendo necessária pra se terminar o jogo. Entretanto, o que não faltam são RPGs por turno extremamente fáceis que praticamente qualquer pessoa consiga terminar. Super Mario RPG é um exemplo de jogo mais antigo, e mais recente temos ambos RPGs de South Park (Stick of Truth e Fracted But Whole) que também são bem fáceis e qualquer pessoa, mesmo não acostumada com o gênero, poderá jogá-los tranquilamente. E também não quer dizer que RPGs de ação serão automaticamente mais fáceis também, Tales of Eternia (Tales of Destiny II aqui no ocidente) é um action e consegue ser mais difícil que todos os RPGs de turno mainstream do PS1.

    Existem ainda mais falácias e mentiras ditas sobre o sistema de turnos, mas deixaremos para abordá-las em no futuro. É comum que as pessoas inventem falsas afirmações quando não possuem um grande conhecimento sobre determinado assunto, e sabemos muito bem que o sistema de combate por turno nos RPGs eletrônicos não conseguiu acompanhar as mudanças tecnológicas que foram surgindo como sua contraparte action fez. Contudo também é fato que existe muita coisa legal e única nesse subgênero, e é triste que muitos sequer façam ideia disso apenas por causa da desinformação massiva que acontece com ele, seja por parte dos jogadores ou mesmo pela própria indústria (como com o infeliz caso de Indivisble) . 

    Nós, do Grindingcast, queremos que mais pessoas joguem RPG eletrônico (seja ocidental ou oriental, seja turno ou action) , mas também desejamos que o maior número possível de pessoas consiga perceber o quão incrível os Role Playing Games são, seja controlando o seu personagem livremente ou aguardando a sua vez de atacar pacientemente.

    Indivisible

    Platform: PC
    40 Players
    15 Check-ins

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      santz · 2 months ago · 3 pontos

      Baita informação e realmente os RPGs por turnos sofrem dessas falácias, especialmente o tal do "jogo parado". Mas pra mim, é nítido que se trata de um gênero bem consolidado e uma escolha de design, agora, jogo recente adotar o combate do nada, aí já acho putaria.

      3 replies
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      wilford_fernandes · 2 months ago · 2 pontos

      é tiro no pe marketing errado.... triste.... vou jogar mas espero q o jogo n seja prejudicado por isso ;p

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      gennosuke6 · 2 months ago · 2 pontos

      Eu não cheguei a ver vídeo de gameplay, e estava achando que era RPG de ação, tipo um Tales da vida... Bom saber.
      Eu gosto de ambos os estilos, de turno, ou de ação, mas realmente, tem gente que só joga um ou outro, e o jogo sendo vendido pelo que ele não é, pode enganar mta gente.

      1 reply
  • mutux Rodrigo Braga
    2019-09-03 13:18:12 -0300 Thumb picture
  • mutux Rodrigo Braga
    2019-08-06 10:40:57 -0300 Thumb picture
    mutux checked-in to:
    Post by mutux: <p>Tinha esquecido de registrar a finalização desse
    Ninjin: Clash of Carrots

    Platform: Nintendo Switch
    3 Players
    2 Check-ins

    Tinha esquecido de registrar a finalização desse indie brasileiro (que eu comprei com moedas de ouro quando entrou em promoção).

    Esse jogo mescla os estilo beat´n up com a progressão automática (quase um shoot´em up de espada ninja) e em alguns bosses você tem a movimentação classica dos brigas de rua.

    Um jogo muito legalzinho, uma história divertida e ótimos personagens!

    8
  • mutux Rodrigo Braga
    2019-07-30 12:30:06 -0300 Thumb picture
    mutux checked-in to:
    Post by mutux: <p>Mais um indie curtinho finalizado em 2019</p><p>
    Xeodrifter

    Platform: Nintendo Switch
    5 Players
    2 Check-ins

    Mais um indie curtinho finalizado em 2019

    Foi praticamente de graça porque eu tinha umas moedas de ouro na conta!

    Jogo bem legal, ótimas mecânicas e poderes interessantes que vão se adquirindo ao longo da jornada.

    Nota 8

    10
  • mutux Rodrigo Braga
    2019-07-19 12:26:45 -0300 Thumb picture
    mutux checked-in to:
    Post by mutux: <p>Mais um pra conta de 2019</p><p>Esse deu um cert
    Cuphead

    Platform: Nintendo Switch
    22 Players
    9 Check-ins

    Mais um pra conta de 2019

    Esse deu um certo trabalho, mas é uma questão de entender os padrões e reagir na hora pra conseguir finalizar!

    Desde que foi anunciado esse jogo eu quis joga-lo e graças a essa amizade da MS com a Nintendo eu consegui. Jogão, vale muito a pena (apesar do stress causado).

    Entre uma xingada no boss e outra eu finalizei a DLC do The Messenger e recomendo demais pra quem tem o jogo... é maravilhosa (porém curta)

    Agora vou ver se termino Sundered e queimo a cabeça em Baba is you

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      gus_sander · 4 months ago · 2 pontos

      Parabéns rapaz, esse aí é bem complicadinho mesmo!! xD

      1 reply
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      playeremaster1 · 4 months ago · 2 pontos

      ae vai no meu canal tem video de cuphead lá bem zuero nome: player remasterizado

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