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  • 2021-12-01 23:47:11 -0200 Thumb picture
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    PlayStation Plus - Dezembro/2021

    Medium 800906 3309110367

    A Sony revelou os jogos que estão de graça para os assinantes da Playstation Plus em Dezembro.

    Godfall: Challenger Edition (PS5) - Nova edição de um dos primeiros títulos lançados para Playstation 5. Escolha seu cavaleiro e entre em combates agressivos na sua caça por tesouros e recompensas. A Challenge Edition traz 3 novos: Lightbringer, Dreamstones, e The Ascended Tower of Trials

    LEGO DC Super Villiains (PS4) - Em mais uma parceria entre DC e LEGO, os vilões mais temidos dos quadrinhos da DC estão prontos para espalhar o caos. Junte-se ao Coringa, Lex Luthor, Flash Reverso, Darkseid, entre outros, e cause o maior terror na cidade (e monte alguns blocos).

    Mortal Shell (PS4) - RPG de ação implacável que testa a tua sanidade e resiliência em mundo em ruínas, onde a humanidade apodrece e seus inimigos vagam por aí, preparados para te eliminar sem misericórdia Encontre santuários ocultos de seguidores devotos e descobre o teu verdadeiro propósito.

    https://blog.playstation.com/2021/12/01/playstatio...

    Visite: PortalGameBoxBR

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      infernape · 3 days ago · 2 pontos

      Que morte horrível

  • douggycandido 'Douggy' Candido
    2021-12-01 16:40:28 -0200 Thumb picture
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    Que filadaputagem da Sony

    Eu crente que não iria comprar o Godfall pelo fato que iria sair na PS Plus, e me vem com essa:

    Título estará no serviço com a "Challenger Edition", que é composta apenas por três modos de "endgame".

    No entanto, há um “pequeno” adendo: a versão que estará disponível no serviço não conta com campanha, apenas três modos de “endgame”.

    Chamada de “Challenger Edition”, a edição, aparentemente, foi criada apenas para o  PS Plus. Os jogadores precisarão fazer um upgrade pago para a “Deluxe Edition” caso desejem jogar a história do título. No momento, não tem confirmação de quanto custará, mas há uma opção de “Godfall Deluxe Contents” na PS Store por R$ 53,90

    Fonte: https://meups.com.br/noticias/versao-godfall-do-ps-plus-nao-tem-campanha/

    GodFall

    Platform: Playstation 5
    19 Players
    6 Check-ins

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      xch_choram · 8 days ago · 1 ponto

      Oloco que sacanagem

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      santosmurilo · 7 days ago · 1 ponto

      P@u no 🆒 da Sony! (Oq não é ruim, na vdd)

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      seufi · 6 days ago · 1 ponto

      Impressionante como mesmo num mês bom eles conseguem estragar alguma coisa

  • iuritoadstool Iuri Patias
    2021-11-28 14:04:39 -0200 Thumb picture
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    Donkey Kong Country e o trágico destino da humanidade

    Medium 3891023 featured image

    OBS: Este é meu primeiro artigo publicado na Alvanista. Assim como qualquer produção do gênero, o trabalho de pesquisa e de construção é exaustivo, portanto, caso você tenha gostado e deseja a continuidade deste tipo de conteúdo por aqui, curta, compartilhe e comente. Será um prazer interagir com todos e ler o feedback da comunidade. 

    Decifrar ou construir o significado de uma obra é um dos desafios mais atraentes para os aventureiros que adoram mergulhar no infinito mundo da interpretação.

    Aqueles que lançam o seu espírito nos mistérios da arte, devem, de antemão, conhecer os fundamentos da hermenêutica. O primeiro é a intertextualização, onde o sentido de um texto depende do conhecimento prévio de outros textos; o segundo é a inesgotabilidade do sentido, pois este é livre, mutável e infinito.

    Isso quer dizer, em termos práticos, que tão logo uma obra é posta no mundo, a sua significação deixa de ser propriedade exclusiva do seu criador e fica sujeita à ressignificação por toda coletividade de intérpretes.

    Nesse liame, boa parte das maiores obras da nossa curta história tem um traço em comum: o seu criador original teve o propósito consciente de estimular uma postura intelectual ativa dos seus destinatários. Para atingir esse fim, uma narrativa densa e surpreendente ou, por vezes, macabra e aterrorizante, foi escondida em alegorias e metáforas que exigem, além de atenção, amplo conhecimento preliminar daquele que se desafia nesse mergulho.


    Sherlock Holmes pode ser um grande professor do pensamento lógico e da ciência da dedução.

    A linguagem do cinema é especialmente apropriada para o uso de alegorias. Por esta razão, permita-me ilustrar essa afirmação com dois dos inúmeros exemplos possíveis.

    O primeiro é o longa O Iluminado, dirigido por Stanley Kubrick. Quem assiste a essa obra, vivenciará um excelente terror psicológico. Quem a analisa, porém, poderá juntar as pistas da sua surpreendente narrativa oculta: uma alegoria aos conflitos indígenas durante a colonização dos Estados Unidos e uma crítica à história oficial dessa guerra, com suporte em conceitos filosóficos de Michael Foucault.

    Foco neste diálogo do filme.

    O segundo é o musical Cantando na Chuva, dirigido por Gene Kelly e Stanley Donen. Esse filme, sob o pretexto de um inocente musical, adota a técnica da metalinguagem para contar a história da transição do cinema mudo para o falado.

    Na linguagem do cinema, a chuva indica mudança. Cantando na mudança!

    Nossa introdução foi grande, mas valeu a pena porque, agora, podemos fazer a pergunta central: Poderiam os videogames transpor a narrativa alegórica para a sua linguagem e introduzir mensagens subliminares ou críticas políticas absolutamente ocultas, apenas aguardando para serem descobertas?

    Respondo: é claro que sim!

    Ao mesmo tempo em que existem jogos como a popular franquia Metal Gear Solid, que aborda o perigo e as consequências da fabricação de armas nucleares como tema imediatamente identificável, há outros games que optam por introduzir mensagens por meio de alegorias que, geralmente, passam desapercebidas quando estamos preocupados em salvar o mundo ou resgatar a princesa.

    Primeiro, um exemplo simples e bem conhecido: Super Mario Bros. 3 é apenas uma peça de teatro. O sequestro da princesa Peach é “de mentirinha”, os inimigos são meros atores e o cenário está lá montado em um palco. Você até pode observar os parafusos que seguram os blocos no cenário ou notar a sombra que fazem sobre a lona.

    Depois de décadas de discussão, o próprio criador do Super Mario confirmou a suspeita dos fãs.

    Porém, de forma bem mais ambiciosa do que Super Mario, a série Donkey Kong Country pode esconder os seus mistérios e nos alertar para a possibilidade de extinção da raça humana. Sim, é isso mesmo que você leu, e o que vou provar a partir de agora!

    Desenvolvido originalmente pelos ingleses da Rareware, sob a supervisão da Nintendo, Donkey Kong Country ganhou três jogos no Super Nintendo que, até hoje, rendem sorrisos para aqueles que jogaram a trilogia dos anos 1990.

    Três dos melhores jogos de todos os tempos. Obrigado, Rare <3

    No primeiro Donkey Kong Country, a missão dos parceiros Donkey e Diddy é resgatar as diversas pencas de bananas que foram roubadas pelo vilão King K. Rool e sua trupe de crocodilos apelidados de Kremlings.

    Uuuuh... ba-na-na

    Ambientado na DK Island, uma ilha com o formato do rosto do gorilão, a primeira aventura da franquia possui ambientes predominantemente bucólicos, mas que dão sinal de algum evento misterioso: as florestas, selvas, lagos e cavernas são, aos poucos, sucedidos por minas de trem abandonadas, cavernas com iluminação artificial e até uma indústria

    Spoiler: Não é a Amazônia

    A pergunta é inquietante: quem teria construído a tecnologia presente nesta ilha ficcional? Os gorilas ainda são primitivos e moram em casas na árvore, parecendo, portanto, muito distantes da industrialização. Os Kremlings, igualmente, ainda são bárbaros e sua tecnologia própria se resume a objetos construídos com madeira.

    A embarcação do King K. Rool é construída com cordas e madeira.

    A resposta pode ser bem desagradável. A tecnologia parece pertencer aos seres humanos, e Donkey Kong Country aparenta ser ambientado em um futuro distópico, onde a raça humana foi extinta ou suprimida por um evento cataclísmico.

    Monarquia, Grandes Navegações e Revolução Industrial?

    Se você gosta de cinema, provavelmente já viu essa história antes: as semelhanças com a narrativa de Planeta dos Macacos são inegáveis.

    Planeta dos Macacos tem uma das reviravoltas mais memoráveis da história do cinema.

    Criado pelo autor francês Pierre Boulle, Planeta dos Macacos conta a história de um astronauta que sobrevive a uma missão espacial e aterrissa em um planeta, supostamente apenas similar à Terra, onde uma raça de macacos falantes domina e escraviza os seres humanos. No final do filme e, com a licença de um spoiler de uma obra de 1968, descobrimos que o planeta em questão é, em verdade, o nosso.


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    “Same energy”

    Em apertada síntese, as sequências de Planeta dos Macacos explicam o evento cataclísmico com suporte em uma terapia genética experimental – ALX – 112, que empregava um vírus para o tratamento de Alzheimer. Essa tecnologia, porém, utilizava primatas como cobaias, fazendo com que as suas proles nascessem superdesenvolvidas. Já, nos humanos, descobre-se que o vírus tem efeito reverso graças aos anticorpos.

    Por sua vez, em Donkey Kong Country, o evento cataclísmico parece ter outra causa que só foi trazida à baila nos últimos dois jogos desenvolvidos pelos texanos da Retro Studios.

    Após um hiato de 16 anos, Donkey Kong Country Returns foi lançado para o Nintendo Wii em novembro de 2010, trazendo como palco, novamente, a DK Island, com uma notável diferença: as calotas polares não fazem mais parte da paisagem.

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    DK Island sem as calotas polares... querem nos dizer algo?

    Nesse episódio da série, os inimigos Kremlings foram retirados para que fossemos apresentados à Tribo Tik Tak, nascida de uma misteriosa erupção vulcânica no topo da ilha.

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    Uma das paisagens de Returns exibe um Wiimote, controle por movimento lançado em novembro de 2006.

    Quatro anos depois, em fevereiro de 2014, a Nintendo publicou a sequência de Returns, chamada Donkey Kong Country: Tropical Freeze (DKCYF), lançada originalmente para o Wii U e remasterizada para o Nintendo Switch em 2018. E o mais recente título foi o escolhido para trazer pistas que nos alertam para um possível trágico destino da humanidade

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    Snowmads: os vilões de Tropical Freeze, mas talvez não tão vilões assim...

    Na história de DKCTF, um grupo de vikings árticos chamados Snowmads estão navegando à procura de outras ilhas para colonizar, até que avistam um balão nos céus e a Ilha Donkey Kong. Em seguida, o líder desse grupo usa seu berrante para evocar um dragão de gelo que congela o local e arremessa os gorilas para outras ilhas bem distantes de seu lar.

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    A ilha onde a aventura se inicia em Tropical Freeze

    Para ajudar a compor os mistérios sobre a narrativa escondida, Tropical Freeze é o jogo da série mais insistente na referência aos criadores da tecnologia das ilhas. Suas paisagens contêm resquícios da civilização humana, como aviões, submarinos, moinhos, correias, televisões e até janelas de vidro transparente.

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    Em tradução livre: Caramba, fomos atingidos pelo triângulo das Bermudas ou algo assim? Você vê todos aqueles destroços retorcidos por aí?

    E muitos desses elementos já são apresentados durante o primeiro cenário, que possui um nome, digamos, bem peculiar: “Lost Man”grooves... Sacou?

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    Eu também, Capitão América.

    Não obstante, assim como apenas as sequências de O Planeta dos Macacos explicaram a decadência dos homo sapiens, Tropical Freeze foi o jogo escolhido para fornecer algumas pistas que podem explicar o evento cataclísmico que culminou no desaparecimento do ser humano.

    Está preparado para algumas perguntas?

    1- Qual evento destrutivo levaria animais árticos a migrarem para outras regiões à procura de sobrevivência?

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    2- Qual evento cataclísmico leva o resfriamento temporário de regiões tropicais devido ao derretimento de calotas polares?

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    3- O que a emissão de CO2 tem a ver com o efeito estufa?

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    4- O desmatamento de áreas naturais contribuiu para o desequilíbrio das temperaturas e dos regimes de chuva?

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    No sentir deste autor, Tropical Freeze não é uma parábola sobre a destruição da nossa civilização, mas, sim, sobre a autodestruição do ser humano pelo aquecimento global ocasionado pelo uso irracional dos recursos naturais. E a possível mensagem que a Nintendo, Rareware e Retro Studios quiseram nos transmitir possui muito prestígio entre as hipóteses científicas.

    O chamado Paradoxo de Fermi consiste na aparente contradição existente entre as altas probabilidades de existência de civilizações extraterrestres e, por outro lado, a falta de evidências sobre essas civilizações.

    Uma das possíveis explicações apresentadas por aqueles que assumem que a vida extraterrestre existe é o chamado Grande Filtro, que discorre que em algum momento na história da civilização, existirá uma espécie de barreira improvável ou impossível de se passar porque a vida inteligente tende a se autodestruir.

    Este é o argumento que diz que civilizações tecnológicas geralmente destroem a si mesmas antes ou pouco depois de desenvolver tecnologias de rádio e viagem espacial. Entre as causas para a nossa ruína estão as guerras nucleares (como em Dr. Fantástico), contaminação acidental (Planeta dos Macacos) ou mesmo uma catástrofe malthusiana após a deterioração da ecosfera de um planeta, o que, tudo indica, parece ser a incrível, macabra e aterrorizante história de Donkey Kong Country.

    Apesar da complexidade em enxugar a presente teoria aqui disposta, espero que os leitores deste artigo possam ter, ao menos, percebido que, assim como qualquer outra obra artística, os videogames não só podem como realizam com primor a mágica da alegoria como recurso narrativo.

    Nunca mais percam de vista que aquele seu jogo favorito pode ter muito mais a apresentar do que uma simples história linear,  boba e colorida!

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      jcelove · 11 days ago · 4 pontos

      Rapaz que loko. Nunca tinha imaginado dk como uma metafora prum futuro pos apocaliptico pra humanidade...to passada e chocada hehe

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      eikesaur · 11 days ago · 3 pontos

      Nossa mano, teu artigo ficou muito bom, de verdade mesmo. Parabéns pelo esforço, e apesar de nunca ter pensado sobre isso antes, compartilho da opinião embasada no artigo.

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      msvalle · 11 days ago · 3 pontos

      Parabéns pelo excelente artigo! Quanto às imagens, o Alvanista tem um limite de 10 imagens por artigo.

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  • msvalle Marcos
    2021-11-27 09:11:53 -0200 Thumb picture
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      luis_f · 12 days ago · 2 pontos

      Texto bacana mesmo. Recentemente adquiri um Xbox360 e cogitei não desbloqueá-lo, mas então percebi que muitos jogos não se encontram mais na loja virtual e em mídias usadas estão cada vez mais caros e raros!

  • taironecass Tairone Santos
    2021-11-23 20:24:52 -0200 Thumb picture
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    taironecass checked-in to:
    Post by taironecass: <p><strong>Fala pessoal, tudo beleza?</strong></p><
    Child of Light

    Platform: PC
    988 Players
    199 Check-ins

    Fala pessoal, tudo beleza?

    Voltando de mais um período sabático nos games, resolvi  começar essa obra de arte aqui. E como era de se imaginar, já travei nessa parte. Alguém me indica o que fazer? XD

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      zefie · 15 days ago · 4 pontos

      Se bem me lembro, tem 3 mecanismos que você tem que mexer para que a luz deles combinadas fique igual ao do vitral lá no fundo. Um dos mecanismos ta ali na sua frente em uma plataforma, tem outro lá no topo do castelo eu acho, o terceiro não lembro.

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      willguigo · 16 days ago · 2 pontos

      Que bom te ver por aqui.

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      msvalle · 15 days ago · 2 pontos

      Bem vindo de volta! Não lembro dessa parte, mas os puzzles não são muito complicados. Força que você consegue!

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  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2021-11-23 22:30:48 -0200 Thumb picture
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      msvalle · 15 days ago · 4 pontos

      Playstation Game of the Year um multiplataforma? =P

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      _gustavo · 15 days ago · 2 pontos

      Será que vai refletir no Game Awards ?

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      zefie · 15 days ago · 2 pontos

      Ahhh se eu tivesse visto que já tinha sido postado eu nem tinha postado também auhahuahu

  • 2021-11-23 09:24:55 -0200 Thumb picture
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    lordsearj checked-in to:
    Post by lordsearj: <p>Pessoal, alguém sabe como passa dessa parte?</p>
    Dragon Quest III

    Platform: SNES
    308 Players
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    Pessoal, alguém sabe como passa dessa parte?

    Já olhei no YouTube e tem uma batalha com esses caras.

    Mas para mim só perguntam o que fui fazer ali e mandam eu ir embora.

    Empaquei.

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      mateusfv · 16 days ago · 3 pontos

      @manoelnsn talvez saiba, senão me engano esse é o DQ favorito dele

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      fonsaca · 16 days ago · 2 pontos

      Puts, não joguei esse e não sei. Hehe! Só quis comentar que tem uns RPGs marotos que sacaneiam assim. Tipo, você até vai atrás de vídeos, mas não funciona, pq falta algum detalhezinho que perdeu anteriormente.

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      noyluiz · 16 days ago · 2 pontos

      Acho que tem que pegar um baú na própria dungeon ai eles liberam o caminho ou começa a batalha kkkk

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  • msvalle Marcos
    2021-11-22 21:51:38 -0200 Thumb picture
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      volstag · 16 days ago · 1 ponto

      Bonito mesmo, um remake nesse estilo estaria perfeito

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      thiagobrugnolo · 16 days ago · 1 ponto

      Que coisa linda, não custava a Square fazer um remake nesse nível.

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      thecriticgames · 16 days ago · 1 ponto

      Cara que foda, FF IX é um jogo que mora no meu coração, mas sinto que se um dia rolasse um remake ele seria algo mais de ação como FF VII Remake e um remake do IX ao meu ver deveria se manter no combate por turno, mesmo eu não sendo fã disso, mas pelo simples fato que FF IX é o tributo definitivo a tudo que a saga Final Fantasy foi até ali.

  • msvalle Marcos
    2021-11-22 21:49:01 -0200 Thumb picture

    Jogos demais, tempo de menos

    Artigo muito bom do site Meu PlaysStation que casou muito bem pela fase que estou passando. Recomendo a leitura.

    Jogos demais, tempo de menos: estamos “embriagados” diante de tantos games?
    Usamos nosso tempo para trabalhar e ter dinheiro aos jogos. Mas aí não sobram brechas para jogar tudo que compramos. Esse paradoxo só deve “piorar” no futuro. 
    https://meups.com.br/clube-meups/jogos-demais-temp...

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      natnitro · 16 days ago · 5 pontos

      Nesse fim de ano entrei naquela vibe da música paciência do Lenine e resolvi desacelerar um pouco para descansar e realmente valeu a pena porque eu estava exatamente nessa fase ai de querer dar conta de tudo ao mesmo e no final só sobrava frustração de não conseguir cumprir quase nada... E essa desacelerada ai ajudou até a ver melhor as coisas e ativar os filtros seletivos do que vale a pena ou nem tanto, pra saber aproveitar bem o tempo... :-)

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      jcelove · 16 days ago · 3 pontos

      o grande dilema do gamer adulto pagador de boletos.hehe

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      kingsysiphos · 16 days ago · 1 ponto

      Artigo bem escrito, muito bom questionamento.
      Existe um paralelo entre a indústria de alimentícios e a de entretenimento:
      a forma mais lucrativa de segurar consumidores é concentrando ao máximo o estímulo positivo e derrubar o tempo de processamento no organismo, o que leva ao caráter viciante das atividades.
      Isso somado ao medo da finitude gera o ímpeto de "aproveitar ao máximo" como mecanismo de defesa psicológico. já que montar uma lista infinda e ser comprometido com ela gera inconscientemente a ideia de ser intocável pela morte, que simboliza só o final definitivo do seu prazer mundano.

      1 reply
  • 2021-11-20 19:08:12 -0200 Thumb picture
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    Nostalvinista - @KATSURAGI EDITION

    Lady @katsuragi foi o/a usuárix mais zoado na Alvanista, tanto que recebeu a honra de ter uma série de Zoeiras exclusivas. Que tal relembrarmos um pouco hoje?

    @katsuragi - 1ª Temporada (Mar/2016)

    @katsuragi - 2ª Temporada (Nov/2016)

    @katsuragi - 3ª Temporada (Mai/2017)

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      katsuragi · 19 days ago · 4 pontos

      Pelo amor de deus AEHOAEOHEAUOHAEUOHUAEOHOAEIEHEOEUOAEHUOA

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      jcelove · 19 days ago · 2 pontos

      Sdds da epoca em que todo dia alguem confundia zefie e katsu-chans com molieres. Hehe

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      ziul92 · 19 days ago · 2 pontos

      Mds kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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