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A história do Sega CD (Mega-CD)

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Em 1991, a Sega lançava um dos videogames mais controversos da história. Para alguns foi um retumbante fracasso; outros respeitam, embora nunca tenham se empolgado, e uma minoria o vê como uma máquina decente com poucos excelentes jogos.

O Mega-CD (Sega CD no Ocidente) foi a tentativa da empresa de barrar o crescimento da NEC, e ao mesmo tempo ganhar experiência com a mídia digital, que dava os primeiros passos na dominação do mercado, tudo sem perder a grande base de usuários que haviam conquistado com o Mega Drive.

Melhorando o hardware do 16-bit e trazendo junto o som cristalino dos CDs, as primeiras impressões foram boas, mas não houve oferta adequada de jogos. Enquanto a própria Sega e parceiros se empenhavam em produzir nos cartuchos, eram raros os lançamentos de qualidade em CD, e sem jogos = sem interesse público.

As vendas não foram das melhores também pelo alto preço para algo que sequer funcionava sozinho, e mesmo com versões redesenhadas, como o Sega CD 2 e os híbridos X'Eye e Sega CDX, nunca emplacou. No fim da vida comercial, não alcançou 10% dos donos de Mega Drive pelo mundo, com uma biblioteca curta entremeada por títulos ocasionais acima da (baixa) média.

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