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Novidades (ou quase) sobre o mundo dos games antigos.

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    2018-09-03 21:07:08 -0300 Thumb picture
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    2016-12-05 20:51:03 -0200 Thumb picture

    Taito WOWOW: jogos por satélite em 1992 (quase)

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    Três anos antes da Nintendo com o Satellaview, a Taito quase entrou no mercado de consoles com jogos via satélite, mas o WOWOW foi cancelado antes de ver a luz do dia.

    Aliás, com um nome como WOWOW, faria sucesso ou não?
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    2016-11-30 19:58:04 -0200 Thumb picture

    Uma rara entrevista com Gunpei Yokoi, em 1997

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    Gunpei Yokoi foi um dos grandes nomes na história da Nintendo. Criando brinquedos mecânicos e eletrônicos como Ultra Hand, Ten Billion Barrel e a série de portáteis Game & Watch, o designer entrou de vez para o time das lendas com sua obra mais famosa, o Game Boy.

    Falecido em outubro de 1997 de modo tão triste quando esdrúxulo — atropelado ao sair do carro para examinar os estragos num acidente de pequenas proporções —, ele já não estava mais na companhia que o revelou. Depois do fracasso do Virtual Boy, saiu para fundar sua própria, a Koto Laboratory, e ainda teve tempo de projetar o WonderSwan, portátil colorido da Bandai — lançamento póstumo.

    Sua mentalidade foi sempre voltada para produtos simples e de fácil uso, em contraste com um mercado que seguia rumos distintos. Nessa entrevista de 1997, ele e Yukihito Morikawa, (da menos conhecida MuuMuu, creditado em Jumping Flash! e Jumping Flash! 2), conversam sobre temas como tendências da geração como jogos com muita ajuda, game design e planos.

    Ele parecia inclinado a "desconectar-se" dos aparelhos de TV e tentar novas abordagens. Infelizmente pra todos nós, não teve tempo.

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      mardones · over 2 years ago · 2 pontos

      Grande homem!

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    2016-11-25 16:59:50 -0200 Thumb picture

    Produtos da Nintendo antes de Mario

    Entre os produtos da Nintendo antes de Mario, tinha baralhos de moças seminuas, armas de plástico e "testadores de amor"... Veja essa e outras aqui. 

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    2
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    2016-11-12 23:03:21 -0200 Thumb picture

    25 anos, 10 curiosidades de A Link to the Past

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    Um dos maiores clássicos de todos os tempos completa 25 anos este mês. The Legend of Zelda: A Link to the Past foi lançado no Japão em 21/11/1991, para elevar o status que o nome carregava desde o NES. Num misto de ação, aventura e estratégia, mostrou um pouco mais do poder do Super Famicom, então com um ano em circulação.

    Em qualquer lista digna da elite dos 16-bit, a criação de Miyamoto e sua trupe estará por cima. Dentro do universo do console, então, é tranquilo top 5, opinião em massa de revisores antigos e modernos. Fora a nota máxima de GamePro, e muito altas de Famitsu, IGN e outros, ALttP esteve por quase cinco anos consecutivos entre os melhores da Nintendo Power, saindo só quando o SNES foi descontinuado. Com mais de 4 milhões de unidades, foi quinto entre os mais vendidos da plataforma, atrás de Super Mario World, Donkey Kong Country, Super Mario Kart e Street Fighter II.

    Para entender melhor a relevância dessa grande obra e marcar a data, confira nossa seleção de 10 curiosidades de A Link to the Past. Será que você sabe todas?

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    The Legend of Zelda: A Link to the Past

    Platform: SNES
    10774 Players
    317 Check-ins

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    2016-11-11 19:19:25 -0200 Thumb picture

    Preço do NES Classic dispara após lançamento

    O preço sugerido de US$59,99 triplicou (ou muito mais que isso) no eBay. A baixa oferta inicial, com revendedores de leilão, fez alguns lances chegarem a 500 dólares. 

    A Nintendo promete mais unidades nas próximas semanas, então se considerou entrar na onda de histeria, respire e mantenha a calma.

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    5
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    2016-11-10 16:55:51 -0200 Thumb picture

    Games com bandas e músicos nos anos 80 e 90

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    No começo dos videogames, aqueles bips eletrônicos e quadrados toscos na tela faziam tudo parecer um brinquedo bobo. Mas a partir do fim dos anos 80, a coisa começou a ficar séria. Mais recursos gráficos e de áudio atraíram olhos na mídia, seduzidos pela novidade que ganhava adeptos sem parar. 

    A então poderosa banda Journey, famosa por hits como Don't Stop Believin' e Who's Crying Now, estrelou um game bizarro para arcade, e pouco depois o pobríssimo Escape para Atari 2600. Frankie Goes to Hollywood, do pegajoso Relax, um dos hinos gays mais reconhecidos da década, virou tema de um jogo para Commodore, ZX Spectrum e Amstrad CPC em 1985. No fim dos anos 80 e ao longo dos 90, mais tentativas variando do sólido Moonwalker para arcade, Mega Drive e Master System, aos medianos Revolution X com Aerosmith, o pinball (Motley) Crüe Ball, e a horrorosa série de criação de videoclipes Make My Video para o Sega CD.

    Relembre alguns games com bandas e músicos que divertiram ou atormentaram o público entre os anos 80 e 90.

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    Michael Jackson's Moonwalker

    Platform: Arcade
    190 Players
    4 Check-ins

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    2016-11-06 15:15:07 -0200 Thumb picture

    A história do Virtual Boy

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    O ano de 1995 sopraria ventos de mudança no mercado de videogames. No dezembro anterior, o Japão conhecia um promissor PlayStation. A Sega, que pintou como força dominante no começo da década, tropeçava nas próprias pernas — ou melhor, num bisonho 32X antes de soltar o problemático Saturn.

    A Nintendo, um dia onipotente com o NES, não tinha mais conforto. Com o SNES, viram-se obrigados a dividir o estrelato da 4ª geração com a concorrência do Mega Drive. E agora que o rival ofegava, surgia a sombra da Sony. Sabiam que não bastava manter clientes: era preciso conquistar outros, e inovação importava. As principais mentes da casa estavam ocupadas com o Project Reality, mas havia ideias paralelas a explorar.

    Poucos antes, uma empresa americana de tecnologia apareceu com algo promissor. Simples, potencialmente barato e divertido, tinha o perfil exato que Gunpei Yokoi adorava. Depois de portáteis aclamados como Game & Watch e Game Boy, por que não sair na frente com a "realidade virtual"? Ele viu futuro na criação dos estrangeiros, demonstrada num jogo simples de tanques.

    Mas ao evoluir, as coisas foram pouco a pouco saindo do roteiro de Yokoi. Alguns anos de trabalho depois, o projeto se afastara do conceito original. Não parecia polido o bastante para apreciação em massa, mas de qualquer forma, o resultado foi ao mercado naquele 1995.

    E virou o maior flop da história da Nintendo.

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    4
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    2016-11-03 14:34:48 -0200 Thumb picture

    Vale a pena ter um Sega CD? 10 games pra dizer sim.

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    "O Sega CD foi um lixo igual ao 32X."

    Quem teve Sega CD sabe que essa opinião é ignorante e carente de argumentos válidos, mas antiga e corriqueira. É quase consenso entre quem não conhece o acervo de jogos do dispositivo (ou nutre antipatia infantiloide pela Sega) repetir essa bobagem. É verdade que sua irrelevância frente a máquinas populares da época colabora na impressão negativa. 

    Mas apesar de limitado em quantidade, alguns jogos nele merecem o adjetivo "imperdível". Para você que ainda acredita na cretinice afirmação que abre o post, uma pequena lista de títulos que valem a pena no CD-ROM da Sega.

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    Heart of the Alien: Out of this World Parts I and II

    Platform: Sega CD
    48 Players
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      lgd · over 2 years ago · 2 pontos

      Muito bom, é um console que tive contato uma vez na vida.

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      tassio · over 2 years ago · 2 pontos

      Só digo uma coisa: Quer ter um Mega Drive? TENHA UM SEGA CD TAMBÉM! Mega Drive sem Sega CD fica capado pra mim, não é a mesma coisa...

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      tassio · over 2 years ago · 1 ponto

      32X sim, é totalmente dispensável, mas SEGA CD não!

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  • memoriabit Memória BIT
    2016-10-31 17:43:59 -0200 Thumb picture

    O início da série Pokémon em três gerações do Game Boy

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    Em 1996, o Game Boy era um aparelho consagrado, mas já um tanto antigo. Lançada em 1989 no Japão, a tecnologia simples e divertida de Gunpei Yokoi estava quase atravessando a segunda geração de consoles, e seguia firme como grande nome dos portáteis. Tinha visto rivais coloridos como Game Gear e Lynx chegar e partir sem maiores traumas, e resistente ao tempo, teimava em ficar no mercado.

    Antes de arrasar aqueles concorrentes, a Nintendo já caçava grandes títulos. Foi quando o jovem Satoshi Tajiri, com seu pequeno estúdio Game Freak, apareceu com o conceito de um novo RPG. Baseado em sua própria experiência de colecionar insetos na infância, ele pensou numa coleção de monstros, que usando um cabo de conexão entre os Game Boys, permitiria não só duelos, mas a troca de espécimes coletados. Seriam os "monstros de bolso".

    Entre a apresentação do projeto e o lançamento dos primeiros jogos, Pocket Monsters Red e Green, foram quase seis anos. Claro que um upgrade do Game Boy seria bem vindo, mas afinal, não era tão importante. Se uma coisa ele tinha aos montes, como sempre, era público fiel, e sabem como funciona a vida lá pela Big N: se não precisa ser atualizado, não será. Então, apesar do "atraso", foi na telinha em preto e branco mesmo que rolou a estreia humilde.

    Eles nem imaginavam o monstro que nascia. Depois de iniciada, a série não pararia mais, se convertendo numa fonte de dinheiro quase sem fim para as empresas envolvidas, como Nintendo, Game Freak, Creatures Inc e Pokémon Company, em produtos e mídias diversas.

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