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  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-03-14 16:04:23 -0300 Thumb picture

    Jogos finalizados em Fevereiro

    Continuando os check-outs da postagem anterior, dessa vez com os jogos finalizados em Fevereiro:

    Panoramical [03/02/2019]

    Panoramical é um jogo um tanto quanto peculiar, eu o definiria mais como uma experiência musical interativa do que como um jogo propriamente dito. Cada "fase" é composta de uma trilha musical em que o jogador tem o controle de determinados instrumentos e efeitos sonoros. Cada um desses controles tem um efeito visual associado, que vão se formando e se misturando com os outros elementos já presentes, ao mesmo tempo que reagem com a música.

    O jogo tem uma funcionalidade embutida para gravar pequenos trechos da sua experiência e compartilhar os pequenos vídeos em algumas redes sociais ou em um arquivo local no seu computador. A duração da campanha é bem variável e depende de quanto tempo você investe em cada fase, e no meu caso eu gastei cerca de uma hora e meia para percorrer todas as "fases".

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    Never Alone + DLC Foxtales [10/02/2019]

    Aqui temos um exemplo de jogabilidade ruim estragando um jogo que era pra ser excelente. Never Alone segue uma pegada no estilo de Valiant Hearts, onde a história é baseada em fatos reais e os colecionáveis do jogo liberam mais informações. No caso de Never Alone, cada colecionável libera um pequeno vídeo, que juntos formam uma espécie de documentário a respeito da vida do povo Inupiaq, nativos do Alaska.

    O jogo é de plataforma 2.5D com alguns puzzles, mas os controles e movimentação dos personagens são tão imprecisos e tão bugados, muitas vezes resultando em mortes injustas, que eu sinceramente só não abandonei por causa do enredo e dos vídeos que os colecionáveis liberavam. Também joguei a DLC, que não melhora em nada a jogabilidade mas que pelo menos conta com mais uma história própria e mini documentário. Enfim, o jogo e a DLC me renderam cerca de 6 horas de entretenimento e também de ódio dos controles bugados.

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    Pony Island [11/02/2019]

    Se você gosta de jogos que quebram a quarta parede, não deixe de conferir Pony Island. No início parece ser um simples indie em que você bagunça com a programação dele pra seguir adiante, mas no decorrer do jogo você descobre que as coisas não são exatamente o que aparentam e um determinado "boss" usará até mesmo sua lista de amigos do Steam pra te distrair e atrapalhar.

    Editar o save externamente também provoca reações específicas dentro do jogo, o único ponto negativo é que ele acaba, e relativamente rápido (cerca de 5 horas, no meu caso).

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    Odallus: The Dark Call [12/02/2019]

    Temos aqui um indie brasileiro muito bem feito, inspirado fortemente nos Castlevanias do NES. Mesmo sendo um jogo relativamente recente, é visível o apreço dos desenvolvedores em cada detalhe, todas os sprites, sons, efeitos gráficos e músicas tem essa vibe que os consoles de 8-bits passavam na época, ao mesmo tempo em que também implementaram recursos que eram pouco viáveis na época, com direito a cutscenes elaboradas e fases bem grandes e detalhadas com diversos caminhos a seguir.

    A dificuldade do jogo é alta e aumenta progressivamente, e novas relíquias, armaduras e armas secundárias, cuidadosamente escondidas nas fases, se encarregam de facilitar um pouquinho no combate (mas não muito) e de conceder novas habilidades pra acessar áreas que antes eram inacessíveis. Terminei todas as fases no modo normal, o que rendeu 7 horas e muitas mortes ao longo da aventura.

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    Undertale + Deltarune: Chapter 1 [15/02/2019]

    Quando decidi jogar Undertale, estava um pouco receoso do jogo não ser tudo isso e ser apenas hype, mas felizmente, não foi o caso aqui, a trilha sonora é sensacional, o enredo é ótimo, cheio de personagens carismáticos e seu sistema de batalha corrigiu praticamente todos os pontos que considero massantes nos RPGs clássicos por turno. Junte isso com os 3 finais diferentes e com as quebras da 4ª parede onde suas ações em jogadas anteriores podem alterar completamente alguns diálogos e até mesmo o rumo da história e posso dizer que o jogo realmente merece esse hype todo que teve no lançamento. Obtive os finais neutro, pacifista e genocida (nesta ordem), o que rendeu 20 horas de jogatina.

    Assim que terminei Undertale, já parti para o capítulo 1 do Deltarune, e gostei bastante das mudanças, pra mim evoluíram as mecânicas todas para melhor. Os gráficos estão mais detalhados mas sem perder o visual pixelado inspirado no Earthbound, a trilha sonora continua fantástica e o novo sistema de batalhas, com vários inimigos e personagens, funciona muito bem, sem deixar de lado as características que diferenciavam o Undertale da multidão. O capítulo 1 me rendeu mais 3 horas de jogo e embora vá demorar um pouco pra sair o jogo completo, pretendo comprar a versão final do Deltarune assim que for lançada.

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    Contrast [18/02/2019]

    O carro chefe do Contrast fica na habilidade da protagonista, que consegue entrar e sair das sombras para acessar locais antes inacessíveis e para resolver puzzles de maneiras criativas, mas a impressão que fica é que acabou a grana durante o desenvolvimento e entregaram o que deu tempo de fazer.

    Os visuais não são lá essas coisas e a trilha sonora casa muito bem com a ambientação do jogo, mas o mundo em si é bem vazio e a campanha é curta demais (levei cerca de 4 horas pra terminar), quando a história começa a ficar boa e os puzzles começam a ficar mais elaborados... o jogo acaba ¯\_(ツ)_/¯

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    Vanquish [04/03/2019]

    Não finalizei esse em Fevereiro, mas entra como check-out extra. Temos aqui mais um jogo de ação frenética, marca registrada da Platinum Games. Ele peca no enredo e na trilha sonora que são bem fraquinhas, mas compensa (e muito) essas deficiências com suas mecânicas excelentes, misturando tiro em terceira pessoa com as artimanhas tecnológicas da armadura do protagonista e até mesmo com elementos de bullet hell, integrando tudo isso de maneira muito fluída (e rápida!).

    Outro destaque ficam para as batalhas contra os Bosses, que podem ser derrotados de várias maneiras diferentes inclusive com a IA reagindo de formas diferentes dependendo do dano causado pelo protagonista. A campanha infelizmente não é muito comprida, me rendeu 7 horas, mas de qualquer forma é um puta jogaço, pra você que ainda não jogou Vanquish, jogue assim que tiver oportunidade!

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    And that's all, folks. Check-outs regularizados com sucesso :P

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      jorgegt · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu achei Never Alone bem legal, inclusive obriguei minha mãe a assistir os vídeos comigo. Vanquish e Odallus estão na minha biblioteca, só esperando a hora de jogá-los.

      1 reply
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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse Pony Island parece ser bem interessante.

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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      CONTRAST tinha tudo pra ser surpreendente, não?
      Dae vem seu comentário final...que faz jus ao nome do jogo (que CONTRASTE o game ficar interessante bem perto do fim)

  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-03-13 02:22:24 -0300 Thumb picture

    Jogos finalizados em Janeiro

    Comecei 2019 com uma abordagem diferente, optando por priorizar jogos curtos, que estão mofando faz tempo no meu backlog quase infinito. E bom, parece que foi super efetivo, pois bastaram cerca de 2 meses pra finalizar praticamente a mesma quantidade de jogos que finalizei no ano passado inteiro. Como deixei os check-outs acumularem, vou focar esse post apenas nos jogos finalizados em Janeiro:

    Super Mario 3D World [30/12/2018]

    Tá, esse aqui na verdade é left-over do ano passado, mas vamos lá. O Mario com power-up de gatinho mescla elementos dos jogos 2D com a movimentação 3D vista no Mario 64/Sunshine/Galaxy e multiplayer estilo New Super Mario Bros e o resultado final é sensacional. Fazia tempo que um jogo do Mario não prendia meu interesse como o 3D World prendeu, a ponto de eu ter praticamente feito 100% no jogo nas 40 horas que dediquei a ele.

    Único ponto um pouco negativo pra mim foi a progressão do jogo, especialmente nos mundos bônus. Terminou os 8 mundos da campanha principal? Parabéns, mas não acabou, liberou o mundo Estrela. E depois o mundo Cogumelo. E depois o mudo Flor. Você pegou todas as estrelas das fases anteriores? E todas as estampas? Alcançou o topo do mastro no final de cada fase? Beleza, agora você pode acessar o mundo Coroa, que se resume à Champion's Road (sério, gastei umas 300 vidas nessa fase). Passou da Champion's Road? Meus parabéns, mas ainda não acabou, faltam 5 estampas (chutei o balde nessa parte).

    As fases dos mundos bônus são todas excelentes e embora algumas reaproveitem o design de fases anteriores com mecânicas diferentes, pra mim muitas dessas fases deveriam fazer parte da campanha principal e não dos mundos bônus (que a propósito acho que não precisava ter tantos), e pro japonês que achou uma boa ideia forçar o jogador a repetir cada uma das fases do jogo com cada um dos 5 personagens jogáveis pra destravar as últimas estampas eu desejo apenas uma morte lenta e dolorosa. Enfim, deixando isso de lado, o jogo é excelente e estou surpreso da Nintendo ainda não ter portado ele pro Switch (como anda fazendo com todos os exclusivos relevantes do Wii U).

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    Crossing Souls [14/01/2019]

    Dá pra definir Crossing Souls como uma salada de ideias e mecânicas que resultaram em um jogo mediano,  rendendo cerca de 10 horas de jogatina. Seu visual em pixel art e a trilha sonora agradam, as cut-scenes em vídeo são bem feitas e o enredo dá uma viajada legal nas partes finais mas de forma geral prende a atenção, embora  alguns acontecimentos sejam um pouco apelativos considerando que os protagonistas são um grupo de crianças e pré-adolescentes.

    As mecânicas se assemelham a RPGs de Ação da era dos 16 bits, o combate mistura elementos de beat'em up e até uma barra de stamina, a exploração tenta incorporar alguns elementos de plataforma no meio dos puzzles e também temos mini-games em determinados pontos da história. O jogo também conta com colecionáveis cheios de paródias e referências aos anos 90, mas que na prática não servem pra nada. Enfim a sensação que fica é a de um indie que faz de tudo um pouco, mas nada direito.

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    Firewatch [20/01/2019]

    Temos aqui um walking simulator mais, digamos, "requintado" do que o que normalmente se encontra em outros jogos do gênero, a ambientação e o estilo gráfico casam bem e os visuais, apesar de cartunescos, são muito bonitos. A história se desenrola de forma natural, acompanhado de uma trilha sonora que agrada, e é contada a partir das conversas por rádio entre o protagonista e sua colega de trabalho, com direito a alguns pequenos plot twists e acontecimentos inesperados.

    Firewatch me rendeu 6 horas de jogatina e ver as fotos tiradas com a câmera do jogo nos créditos, contando até com a possibilidade de encomendar cópias impressas a serem entregues na sua porta (se você estiver nos Estados Unidos, é claro) foi a cereja do bolo pra mim.

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    The Count Lucanor [21/01/2019]

    Esse jogo me cativou desde o seu trailer. A trilha sonora e a maneira como a história é contada, que a princípio parece ser um conto de fadas mas que toma um rumo bem macabro e que pode terminar em finais diferentes são o maior destaque nesse indie, que também conta com elementos de stealth e até mesmo alguns conceitos típicos de jogos survival horror nas suas mecânicas. As únicas possíveis reclamações que eu poderia fazer são em relação à movimentação do personagem, que achei um pouco lenta demais, e que o jogo acaba rápido (fiz todos os finais em 6 horas). 

    Recentemente os desenvolvedores liberaram uma atualização que disponibiliza uma demo do seu próximo jogo, Yuppie Psycho, que aparenta utilizar a mesma engine do Count Lucanor mas com melhorias pontuais (agora é possível correr com o personagem, YAY!) e uma nova história, aparentemente tão intrigante quanto a do Count Lucanor. Não foi lançado ainda mas entrou pra minha wish list assim que terminei a demo. 

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    Brothers: A Tale of Two Sons [27/01/2019]

    Dois irmãos partem em busca de um medicamento para seu pai, que se encontra a beira da morte, e você controla ambos durante a aventura. A jogabilidade e os puzzles são simples mas funcionam muito bem, a trilha sonora é sensacional e o estilo gráfico agrada bastante, mas fiquei com muita pena do irmão menor pois como fica evidente no final do jogo, sua infância é cercada de perdas e tragédia.

    O jogo rendeu cerca de 7 horas de jogatina e, embora as mecânicas de controlar cada irmão com um analógico do controle gritem "CO-OP LOCAL", não se engane, pois ele é totalmente single-player.

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    Pra Janeiro, isso é tudo. Em breve farei outro post com os jogos de Fevereiro, pra deixar os check-outs em dia novamente...

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      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      O Super Mario 3D World você zerou no Wii U mesmo ou em emulador?

      4 replies
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2018-12-31 22:15:28 -0200 Thumb picture

    Jogos finalizados em 2018

    Pra não quebrar a tradição, postando a lista de jogos finalizados em 2018. Neste ano foram 11, um aumento de 2 jogos em relação ao ano anterior e com uma predominância maior de jogos mobile ou emulados.

    Terminei o ano com Super Mario 3D World, mas o post de check-out vai ficar pra 2019 mesmo :P

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      jorgegt · 4 months ago · 3 pontos

      Estava empolgado pra fazer uma dessas também, mas não joguei nada nesse último semestre do ano. A lista que fiz no meio do ano já serve. XD

  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2018-12-05 17:36:14 -0200 Thumb picture
    mbc07 checked-in to:
    Post by mbc07: <p>Check-out. Sabe quando você vê uma propaganda de
    The Legend of Zelda: Breath of the Wild - The Champions' Ballad DLC

    Platform: Wii U
    13 Players
    1 Check-in

    Check-out. Sabe quando você vê uma propaganda de praticamente qualquer rede de fast food, onde eles mostram uma foto perfeita do produto, mas quando você finalmente compra o produto a aparência é meio duvidosa? Então, acho que é a melhor forma de descrever essa segunda (e última) DLC do Zelda Breath of the Wild.

    A DLC tem boas ideias mas a execução delas derrapa um pouco, podemos dividi-la em 3 partes. Primeiramente, para acessar essa DLC você precisa ter completado todas as 4 Divine Beasts e ter finalizado o jogo pelo menos uma vez (EDIT: erro meu, não precisa ter finalizado o jogo), feito isso você pode ir na Shrine of Resurrection pra iniciar a primeira parte da DLC colocando o Sheikah Slate no terminal, o que te dá acesso ao One-Hit Obliterator, uma arma inquebrável e que pode matar qualquer inimigo do jogo com apenas 1 hit, mas em compensação o Link também morre com apenas um hit.

    Nessa parte você precisa eliminar 4 bases de inimigos, todas localizadas no Great Plateau, área inicial do jogo. Uma nova shrine (as mini dungeons do Breath of the Wild) é revelada ao eliminar cada base inimiga, garantindo mais 4 Spirit Orbs. Você termina essa primeira parte da DLC ao completar a última shrine (não tem uma ordem específica), o que retornará o One-Hit Obliterator para a Shrine of Ressurection e marcará 4 pontos específicos no mapa do jogo.

    Aqui começa a parte mais tediosa e repetitiva de toda a DLC. Em cada ponto que foi marcado no mapa brota um monumento como o da screenshot acima, e você vai encontrar o Kass tocando sua sanfona em todos eles. A música do Kass é diferente em cada monumento, mas os versos dela sempre darão 3 dicas beeeeeem vagas do que fazer/onde ir. Ao completar cada tarefa, uma nova shrine brotará no mapa, mas a recompensa ao completá-la será um emblema referente à Divine Beast citada na música e não um Spirit Orb, como o habitual. 

    Completando as 3 shrines você ganha acesso novamente à Divine Beast em questão, mas a diferença é que você vai cair diretamente na luta com o mesmo boss, porém limitado apenas a um conjunto de equipamentos pré-definidos. Sua recompensa vai ser uma cutscene de 2 ou 3 minutos que supostamente era pra revelar mais sobre o back-story dos campeões mas que na prática não tem nada de útil pro enredo do jogo e um pequeno upgrade na habilidade do campeão em questão, que agora recarrega na metade do tempo. Terminou? Agora repita tudo isso mais 3 vezes para os outros campeões/Divine Beasts.

    Algumas das tarefas necessárias pra revelar as shrines dessa parte são divertidas, como a de enfrentar um Molduking ou um Igneo Talus Titan (versões mais poderosas e fortes do Molduga e do Igneo Talus, respectivamente) ou a de descer a Hebra Mountain com Shield Surfing, passando em checkpoints específicos, mas outras são MEGA tediosas, como ir em um ponto específico no mapa e ficar parado fazendo vários nadas esperando um anel de luz brotar na água ou a boa vontade do Great Dragon aparecer.

    Tendo completado a parte dos monumentos, você deve retornar à Shrine of Resurrection para começar a última (e melhor) parte da DLC. Usando o Sheikah Slate no terminal te dará acesso a um nível subterrâneo onde se encontra uma Divine Beast escondida, com tudo que se tem direito. Nesse jogo o que mais se aproxima das dungeons clássicas são as Divine Beasts e ter acesso a uma inteiramente nova com certeza é algo muito bem vindo, especialmente considerando que o jogo base contém apenas 4.

    Os puzzles da nova Divine Beast são mais elaborados e você precisa utilizar tudo que aprendeu ao longo do jogo para resolvê-los, temos também um boss novo que me atrevo a dizer ser muito mais interessante e desafiador que as reciclagens variações do Ganon que apareceram nas Divine Beasts do jogo base, e ao vencê-lo temos acesso a uma ótima recompensa, a Master Cycle Zero, a motocicleta do Link que também apareceu no Mario Kart 8 Deluxe.

    A Master Cycle Zero é acessível através de uma nova runa no Sheikah Slate, permitindo que você a invoque em virtualmente qualquer lugar do jogo, além de possuir um farol relativamente forte e ser mais rápida que uma grande parte dos cavalos disponíveis, sem contar que você pode cair de praticamente qualquer altura com ela sem que o Link sofra dano. Como todo veículo automatizado, a motoca possui um tanque de combustível, que pode ser reabastecido com praticamente qualquer material coletável (frutas, partes de monstros, minerais, etc).

    Isso basicamente resume o conteúdo principal da DLC 2 do Zelda Breath of the Wild. Outras adições incluem o diário de cada campeão, acessível em sua respectiva "cidade-natal", contendo alguns detalhes do back-story deles, mas assim como as cutscenes dos monumentos não adicionam nada de útil para o enredo geral do jogo. Já na parte das side-quests você encontra algumas roupinhas cosméticas com referências a outros jogos da franquia (não fui atrás) e uma muito útil que te recompensa com o Ancient Horse Gear. 

    O Ancient Horse Gear é composto de dois itens que dão um belo upgrade em um cavalo registrado de sua preferência, o Ancient Saddle permite chamar o seu cavalo em qualquer parte do mapa (e não apenas no continente do mapa específico em que você o largou da última vez), e o Ancient Bridle adiciona mais 2 "turbos" no seu cavalo. Outra parte interessante é que você não precisa necessariamente equipar ambos no mesmo cavalo.

    Enfim, apesar dos seus altos e baixos, a segunda DLC me rendeu mais 13 horas de jogatina, totalizando meu progresso no Zelda Breath of the Wild em 78 horas (incluindo o jogo base e a primeira DLC). A Korok Mask que obtive na primeira DLC se provou extremamente útil, pois sem muito esforço consegui praticamente dobrar a quantidade de Korok Seeds que havia coletado durante a jogatina do jogo base, o que aliviou bastante a limitação na quantidade de armas que o Link pode carregar, uma das minhas principais reclamações. Meu progresso geral terminou assim:

    Nessa segunda DLC a Nintendo fez o mínimo pra entregar o que prometeu, ficou meio que feito as coxas. No anúncio prometeram novos bosses: entregaram apenas 1 novo boss (muito bom por sinal) e reciclaram mais uma vez os que já tinham. Prometeram também novos detalhes do enredo: entregaram uma meia duzia de cutscenes pequenas e o diário dos campeões, mas só tem filler e nenhuma adição útil ou importante para o enredo. Ponto mais alto, não prometeram uma nova Divine Beast, mas entregaram (de longe a melhor parte dessa DLC). E pra mim o ponto mais baixo, prometeram novas shrines e entregaram, porém tirando o principal objetivo delas, que é aumentar a quantidade máxima de vida ou stamina. 

    A segunda DLC adiciona 16 novas shrines, o que somado com as 120 shrines do jogo base seriam suficientes para conseguir o máximo de vida (30 corações) e também o máximo de stamina (3 rodas completas) caso resolvesse platinar o jogo. No entanto, 12 das novas shrines não te recompensam com Spirit Orbs, o que te limita a no máximo 28 corações e 3 barras de stamina ou então 30 corações e 2 barras e meia de stamina. Tirar o principal objetivo das novas shrines só aumentou mais minha sensação de tédio e repetição na parte dos monumentos, pois foi resumidamente decifrar e completar tarefas chatas (salvo algumas exceções) pra liberar shrines que NÃO me recompensam com Spirit Orbs pra então liberar uma batalha com um boss repetido do jogo base e assistir uma cutscene breve que não adiciona nada de útil no enredo. 

    O que (parcialmente) salvou a parte chata dos monumentos foi o upgrade na habilidade do campeão, mas que nessa altura do jogo não é tão útil assim visto que você já estará bem forte quando atingir os requisitos pra iniciar a segunda DLC. Dito isso, poderiam ter melhorado bastante o andamento dessa DLC pulando da parte do One-Hit Obliterator diretamente para a parte da nova Divine Beast, por fim oferecendo o upgrade das habilidades dos campeões através de side-quests, mas paciência ¯\_(ツ)_/¯

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      manoelnsn · 5 months ago · 1 ponto

      Uma pequena correção: você não precisa ter terminado o jogo pra completar as DLCs, apenas ter passado as 4 divine beasts.

      Apesar da DLC se chamar Champion's Ballad ela não adiciona nada muito novo pros personagens, apenas mais background pra... Zelda! E tu também se esqueceu de falar do desafio da Master Sword, que infelizmente só adiciona alguma dificuldade limitando seu personagem, assim como a rebatalha contra os minions do Ganon usando um equipamento específico(que neste caso é mais do que suficiente pra derrubar esses babacas).

      Eu acho que a Nintendo deveria lançar mais uma DLC de BOTW. Seria duca ter uma missão pós game junto com a Zelda por exemplo, ou mesmo uma batalha decente contra o Ganon.

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  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2018-09-01 01:00:00 -0300 Thumb picture
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    Post by mbc07: <p>Nesta semana, procrastinando no YouTube, fiquei
    Super Mario World

    Platform: SNES
    26175 Players
    356 Check-ins

    Nesta semana, procrastinando no YouTube, fiquei sabendo da existência do Super Mario World Redrawn, um pacote de sprites redesenhado no estilo dos jogos clássicos do GBA e Nintendo DS. O estilo visual me pareceu bem interessante, então resolvi aplicá-lo na ROM original e ver com meus próprios olhos:

    O pack gráfico é completo, todos os sprites do jogo foram redesenhados. Aproveitando a deixa de estar testando um visual alternativo, pra ter algo mais "autêntico" do que teria se estivesse jogando em uma TV CRT, optei pelo filtro NTSC do blargg (bastante elogiado pelos puristas) ao invés de utilizar o 2xSal de sempre, e o resultado final ficou excelente, mesmo jogando numa LCD de 40 polegadas (o filtro não fica tão aparente nas screenshots, recomendo testar diretamente no emulador).

    Outro ponto positivo do pack gráfico é que o autor aproveitou pra redesenhar alguns inimigos (destaque para os Goombas, Hammer Bros e os Beach Koopas), deixando-os muito mais consistentes com o visual adotado nos jogos subsequentes do Mario ao invés das escolhas um tanto quanto peculiares do Super Mario World original (*cof cof* Goomba que parece uma bolita marrom *cof cof*). Ah, os sprites do Bowser também tiveram melhorias, a principal foi abandonar aquela paleta de cores quase totalmente verde (YAY).

    No entanto, alguns sprites poderiam melhorar um pouquinho mais. O principal é o Fire Mario, que no pack gráfico é idêntico ao Super Mario, apenas com um tom de cor mais puxado pro laranja. Não ficou ruim, mas a semelhança com o Super Mario é muito grande, tanto que em vários momentos fiquei confuso sobre estar ou não com a Fire Flower ativa. Outra mudança que me pareceu completamente sem sentido foram os Ninji (aqueles inimigos parecidos com gatos que aparecem no castelo do Bowser), em todos os jogos em que estão presentes eles são pretos ou então um roxo bem escuro, mas no pack gráfico eles ficaram... vermelhos? Ok.

    Também notei pequenos glitches em alguns sprites do mapa e no background semi-transparente de algumas fases aquáticas, no entanto estou dando o benefício da dúvida ao pack gráfico visto que tive que aplicá-lo manualmente na ROM original e suspeito que posso ter feito alguma caca durante o processo. De qualquer forma, zerei sem problemas 100% do jogo mais uma vez, liberando todas as suas 96 saídas em aproximadamente 4 horas.

    Enfim, se um dia você for revisitar esse clássico e quiser algo um pouquinho diferente mas ainda assim familiar, recomendo fortemente dar uma chance ao Super Mario World Redrawn (especialmente quando combinado com o filtro NTSC do blargg). Pra quem quiser ver um pouco mais, também fiz upload no Imgur de um álbum com diversas screenshots mostrando o pack gráfico em ação. Aproveitem!

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      tassio · 8 months ago · 2 pontos

      Esse NTSC blargg é bem legal mesmo.

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      danialmeida182 · 8 months ago · 2 pontos

      Ficou show. Mano, como eu odeio aquele inimigo magico. rs

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      tiagotrigger · 8 months ago · 2 pontos

      Aproveita e aplica a mudança das músicas, com o MSU1. Esse MSU-1 tem as músicas em qualidade alta. No SMW tem algumas legais e outras que prefiro a original (a música da fase de água, por exemplo).
      https://www.youtube.com/watch?v=Vxta_tvvXyg

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    2018-07-08 02:15:17 -0300 Thumb picture
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    Post by mbc07: <p>Check-out do joguinho de plataforma de um dos Yo
    PewDiePie: Legend of the Brofist

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    Check-out do joguinho de plataforma de um dos YouTubers mais famosos (e também controversos). Após muitas mortes e pouco mais de 10 horas de jogatina, meus resultados foram esses:

    Não acompanho o canal do PewDiePie mas sabia da existência do jogo devido às sugestões da Google Play Store, assistindo o trailer parecia ser apenas mais um indie pixelado de plataforma na multidão (algo a se evitar em smartphones, já que os controles no touch não ajudam), no entanto resolvi adicioná-lo na lista de desejos da Steam quando o port pra PC foi anunciado.

    Um pouco antes da Summer Sale desse ano o jogo entrou em promoção com um belo desconto, então resolvi dar uma chance. Apesar de não estar esperando nada de mais, o jogo foi uma surpresa positiva. A trilha sonora em chiptune agrada, existe co-op local para 2 jogadores, as cutscenes contam com voice-acting (incomum nesse tipo de jogo), os personagens e cenários são bem detalhados, existe uma porrada de referências e até mecânicas inspiradas em jogos clássicos e dá pra perceber que houve atenção especial até para os mínimos detalhes.

    O enredo segue uma linha um pouco clichê, resumidamente uma gangue de barris raptam todos os fãs do PewDiePie com o propósito de adquirir o poder do "Brofist legendário" e o YouTuber tem que salvá-los. Ao longo da jornada, outros YouTubers se juntam à aventura (e também são personagens jogáveis), entre eles Markiplier, CinnamonToastKen, JackSepticEye, Cryaotic e CutiePieMarzia.

    Cada fase pode ser finalizada em até 4 dificuldades diferentes, fácil, difícil, "mano" e modo Pug (liberado ao zerar o jogo), mas não se deixe enganar, o jogo é bem desafiador até mesmo na dificuldade fácil. Nos níveis de dificuldade mais elevados o que muda é a quantidade de inimigos na fase e o dano causado no seu personagem, enquanto no modo "mano" os checkpoints são completamente removidos e no modo Pug você não pode tomar nenhum hit (nem utilizar power-ups).

    Outro ponto interessante é a diversidade das fases, o jogo evita repetição alternando fases com jogabilidade diferenciada entre as fases de plataforma tradicionais, no geral cada nível sempre traz algo novo. Pra mim os destaques ficam com os níveis de sobrevivência, onde você deve manter seu personagem vivo por alguns minutos enquanto hordas e mais hordas de inimigos surgem na tela (a fase do metrô é a minha favorita!) e com as fases dos chefes, que são sempre diferentes umas das outras.

    Mesmo nas dificuldades mais baixas você precisará ter um bom timing, pois enrolar demais pra matar os inimigos ou pra chegar em determinada parte da fase provavelmente resultará em uma plataforma que você não consegue mais alcançar ou uma grande quantidade de inimigos acumulados vindo na sua direção, resultando em uma morte certa ou maiores dores de cabeça. 

    E no meio de todo esse caos, você encontrará a Snappie! Ela é uma câmera-polvo rosa que aparece uma vez por fase e tira automaticamente uma screenshot após 3 segundos, que pode ser salva ou compartilhada ao terminar o nível. As fotos tiradas acabam saindo na maioria cômicas, principalmente nas dificuldades mais altas, e da maneira que foi feito eu achei uma adição muito legal no jogo.

    Também existem colecionáveis espalhados nas fases na forma de patches, que conforme liberados vão formando uma galeria de arte do jogo, com todos os personagens e inimigos. Falando nos personagens, existe uma loja onde você pode comprá-los, assim como power-ups, após terem sido desbloqueados com o decorrer da história do jogo. Os power-ups variam entre ofensivos e defensivos e alguns são restritos apenas a personagens específicos. Também é possível dar um "upgrade" em um personagem já liberado aumentando sua vida máxima, através da compra de novos recipientes de corações .

    Para completar o pacote, cada personagem conta com um ou dois buddies (por exemplo, os pugs do casal caso esteja jogando com o PewDiePie ou CutiePieMarzia ou um olho verde com asas caso esteja jogando com o JackSepticEye) que sempre te acompanham nas fases e podem prevenir até 2 hits de dano ao se sacrificarem automaticamente quando você está prestes a morrer. Você também pode equipar simultaneamente até 2 power-ups pra usar a qualquer momento e que se recarregam conforme você mata inimigos. Embora ajudem bastante, não pensem que o jogo fica mais fácil, pois como comentei anteriormente, o jogo é desafiador até mesmo no fácil!

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    Enfim, PewDiePie: Legend of the Brofist é um jogo sensacional e eu o recomendo fortemente, mas apenas no PC (ou em algum console, caso seja portado pra eles algum dia). Embora eu tire o chapéu pra Outerminds por ter lançado primeiramente nos smartphones um jogo super divertido e bem polido, com um preço super justo (especialmente considerando a quantidade de fases e personagens jogáveis), sem as famigeradas micro-transações e grinding forçado (uma raridade nos dias de hoje), eu honestamente não consigo imaginar alguém zerando isso somente no touch sem passar raiva, muito menos nas dificuldades mais altas como no modo mano e no modo pug...

    8
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2018-06-12 17:59:02 -0300 Thumb picture

    Ranking pessoal / review da E3 2018

    Ok, a E3 de 2018, no geral, foi mais fraca que a do ano anterior. A Nintendo Treehouse ainda vai rolar por mais uns dias mas as "conferências" já terminaram, depois de assistir todas, avaliando da melhor pra pior, esse é o meu ranking nesse ano:

    1) Microsoft
    2) PC Gaming Show
    3) Ubisoft
    4) Bethesda
    5) Sony
    6) Nintendo
    7) Devolver Digital
    8) Electronic Arts
    9) Square Enix

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    A maior surpresa foi a PC Gaming Show que mudou completamente, seguindo um ritmo constante de trailer atrás de trailer, às vezes com algum desenvolvedor subindo no palco pra fazer um comentário breve e sem enrolação, além de terem mostrado jogo pra todos os gostos ao invés de focar apenas no nicho RTS/MOBA/MMO que é predominante nos PCs. Nada de apresentador fazendo piada ou trocadilho sem graça como nas conferências chatas dos anos anteriores, nem 1823748348 propagandas de hardware a cada minuto, só teve um único anúncio de um cara da Acer (que não durou nem 30 segundos) e o apresentador fazendo uma menção rapidinha dos patrocinadores no final da conferência. Na minha opinião os destaques ficaram com a SEGA trazendo Yakuza Kiwami, Yakuza 0, Valkyria Chronicles 4, Shining Resonance: Refrain e Shenmue 1&2 pro PC e o indie Sable, que me surpreendeu com seu estilo gráfico muito bonito e trilha sonora foda.

    Não entendi pra que a Square Enix se deu ao trabalho de fazer uma conferência própria sendo que de inédito mesmo só tinham o trailer do jogo da Platinum Games (Babylon's Fall) e do The Quiet Man, visto que todo o resto já tinha vazado/sido confirmado antes da E3 ou já tinha aparecido na conferência das outras empresas.

    Microsoft foi a melhor nesse ano porque foi a que mais trouxe jogos (embora quase tudo que foi mostrado ali chegará em outras plataformas na mesma data do lançamento ou um pouco mais tarde, como sempre). Pra mim o destaque ficou com Devil May Cry 5, Battletoads e a DLC do Cuphead.

    A Nintendo começou bem mostrando uma meia dúzia de port e de DLC ou joguinhos inéditos pra Switch mas caiu na repetição de mais do mesmo (Pokémon Let's Go e outras coisas que já tinham mostrado na conferência da Ubisoft) e terminou no Smash Bros Ultimate, seguindo diretamente pra Treehouse. Não acho ruim dedicarem um tempo pro Smash Bros. Ultimate (e o jogo tá bem bacana), mas foi basicamente um Smash Bros Direct ao invés de algo nível E3, como no ano passado. Cadê os detalhes do online pago do Switch que já tá quase aí? Disseram que não abandonaram o 3DS mas cadê jogo novo/port/qualquer coisa?

    Continuando com o hall of shame, Sony teve a incrível ideia de trocar seu público de palco durante a conferência e deixar um povo tagarelando ao vivo enquanto isso acontecia. De novidade só teve o trailer novo do Death Stranding e Resident Evil 2 Remake e o gameplay de Ghost of Tsushima e The Last of Us 2, o resto era mais do mesmo (Spider-Man) ou joguinhos pra VR que pra mim foram irrelevantes ou não eram novidade.

    A Devolver Digital seguiu com a sua ótima conferência satírica, criticando pontos polêmicos ou controversos da indústria de jogos, como as loot boxes e jogos remasterizados. No entanto, trouxeram consideravelmente menos jogos que no ano anterior (apenas 3), onde haviam seguido pra uma transmissão de várias horas (no estilo da Nintendo Treehouse) com uma caralhada de indies após a conferência de 2017EDIT das 19h: OK, abri o site da Steam e estão fazendo uma transmissão nos mesmos moldes do ano anterior, inclusive os jogos mostrados entraram em promoção.

    A conferência da EA foi outra super fraca, um monte de jogo de esporte anual que eu não poderia me importar menos ou apenas mais do mesmo, fora as "novidades" do Anthem que só serviram pra baixar o meu hype. Unravel 2 pareceu apenas mais um plataforma com co-op mas felizmente tivemos o anúncio do Sea of Solitude, que foi o que salvou a conferência pra mim.

    Bethesda teve bons anúncios e fez bonito com o Fallout 76, embora ainda não tenham conseguido me convencer com a sua premissa sempre online. The Elder Scrolls Mobile vai ser mais um free to play entupido de micro-transações (BOO!) e o teaser do The Elder Scrolls 6 eu vi mais como um "já estamos fazendo mas vai demorar, parem de encher o saco" do que como um anúncio digno da franquia, mas paciência ¯\_(ツ)_/¯ , foi melhor que nada (eu acho).

    Por fim tivemos a Ubisoft, abrindo a conferência mais uma vez com o anúncio do próximo Just Dance (já virou clichê) e também não faltou o momento vergonha alheia de cada ano, dessa vez no anúncio do Trials Rising (precisava mesmo chamar um entregador de pizza e botar ele pra quebrar o palco?). O Assassins Creed Odyssey parece promissor, Beyond Good and Evil 2 teve mais um trailer levanta hype (mas de novo, puro CG) e também gostei do que vi no trailer de Transference.

    10
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2018-06-11 02:28:13 -0300 Thumb picture
    mbc07 checked-in to:
    Post by mbc07: <p>Check-out.</p><p><a href="https://youtu.be/dBgdG
    Xeodrifter

    Platform: PC
    36 Players
    12 Check-ins

    Check-out.

    Final do mês começa a promoção de inverno da Nuuvem e pra dar um "esquenta", se você efetuar uma compra de qualquer valor até o dia 21/06, ganha um cupom de 14% de desconto pra usar durante a promoção. Foi assim que descobri (e comprei) o Xeodrifter pela bagatela de R$ 1,99. 

    Dado o valor, não estava esperando nada do jogo, tinha comprado mesmo só pra garantir o cupom na promoção, mas foi uma surpresa positiva, um indie de plataforma pixelado estilo metroidvânia que acabei zerando em uma única sentada. Depois de 4 horas de jogatina, 100% de progresso:

    Sim, o jogo é curtinho mas é bem caprichado, são 4 planetas diferentes para explorar, temos power ups interessantes (especialmente o que permite alternar de plano) e a dificuldade é na medida certa, nem muito fácil nem muito difícil. O único ponto fraco fica por conta dos bosses (ou melhor, o boss) que é sempre o mesmo, porém com um número cada vez maior de ataques e "fases" diferentes a cada batalha.

    Saiu originalmente pro Nintendo 3DS (o power up de alternar de plano provavelmente foi designado desde o princípio pra tirar proveito do efeito da tela do 3DS) mas hoje tem pra praticamente qualquer plataforma, até pra Vita. Enfim, não dava nada por ele mas no fundo é um ótimo indie...

    8
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2018-05-29 04:55:04 -0300 Thumb picture

    Jogos finalizados no último bimestre

    Ultimamente tava sem tempo de postar aqui na Alvanista e os jogos finalizados foram acumulando, então optei por um resumão com tudo ao invés de check-ins separados...

    Super Mario Run (Android) [23/04/2018]

    Primeira aparição oficial do bigodudo nos smartphones, nesse jogo o Mario anda automaticamente e o jogador controla suas habilidades, em um gameplay bem parecido com o Rayman Jungle Run ou Fiesta Run, ou até mesmo com o free to play Rayman Adventures.

    Completei todas as fases dos mundos normais e do mundo estrela com todos os conjuntos de moedas especiais, e avancei no modo Remix-10 até a onda 15. Ficaram personagens sem liberar (como algumas variações do Toad e do Yoshi), mas liberei os principais (Luigi, Peach, Toad e Blue Yoshi). Não sei se os dados do Lifelog estão corretos, mas de acordo com o app todo esse progresso rendeu 15 horas de jogatina.

    O level design é excelente e o jogo não é tão fácil quanto aparenta (especialmente no mundo estrela), a trilha sonora do modo Remix-10 também foi uma surpresa positiva. O que não é nada positivo é o seu preço, na Play Store o passe que libera todos os mundos custa 33 reais, paguei metade do preço na promoção que teve em Outubro do ano passado mas ainda assim é um valor salgado pra um jogo mobile, especialmente quando seu principal concorrente (os Raymans que mencionei) custam uma fração desse valor e possuem muito mais fases...

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    Wonder Boy: The Dragon's Trap (PC) [26-04-2018]

    Remake do Wonder Boy III do Master System, o jogo original veio oficialmente para o Brasil como Turma da Mônica em: O Resgate, um "port" licenciado pela Tectoy onde os personagens principais do Wonder Boy receberam "skins" da turminha do bairro do limoeiro. 

    Nesse remake, destaca-se a habilidade de alternar entre o o áudio e o visual original de 1993 ou o remake em tempo real e a qualquer momento. As fases ganham muita vida com cenários e animações belíssimas e uma ótima trilha sonora orquestrada. Até mesmo os passwords fornecidos pelo jogo original de 1993 podem ser utilizados neste remake! 

    Cumpri praticamente todos os objetivos do jogo (exceto o de jogar novamente do início no modo hard), o que me renderam aproximadamente 7 horas de jogatina. Ah, não deixem de conferir o mod da Turma da Mônica disponível nesse remake, a qualidade dele é impecável, a ponto de eu ter confundido como um conteúdo oficial quando vi as screenshots pela primeira vez...

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    DLC The Master Trials - Zelda Breath of the Wild (Wii U) [29-04-2018]

    Revisitando o GOTY de 2017, o principal conteúdo da DLC é a Trial of Sword, que pode ser acessada indo no mesmo local onde você encontra a Master Sword. Em uma mecânica similar à Eventide Island, você deve passar por hordas de inimigos apenas com o equipamento que conseguir durante o desafio, se morrer, volta desde o começo.

    A trial é dividida em 3 desafios, Beginning Trials (12 níveis), Middle Trials (16 níveis) e Final Trials (23 níveis). A dificuldade aumenta bastante em cada nível/desafio, com direito até a uma horda de Guardians e Lynels ao mesmo tempo nos níveis finais. Completando cada desafio, o poder de ataque da Master Sword aumenta permanentemente em 10 pontos, mas ela ainda é propensa a "descarregar" se você utilizá-la demais (BOOO!).

    A DLC também inclui várias sidequests que te recompensam com equipamentos e máscaras, mas a maior parte é cosmética. Fui atrás apenas da Korok Mask (que se mexe quando tem Koroks por perto) e do Travel Medallion (que permite criar um ponto de fast travel em qualquer parte do mapa). Ainda assim, a DLC me rendeu mais 8 horas de jogatina.

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    Lumines Puzzle & Music (Android) [01-05-2018]

    Desde o lançamento de Lumines Electronic Symphony pro PS Vita em 2011, não tivemos mais notícias sobre Lumines, mas em 2015 a Mobcast comprou os direitos da franquia e prometeu 2 novos jogos (UHUL), porém ambos seriam lançados para smartphones (BOO!). Um desses jogos é o Lumines Puzzle & Music, lançado no final de 2016, que custa cerca de 8 reais na Play Store. 

    O jogo traz um novo álbum contendo 8 skins completamente novas e um álbum clássico contendo 6 das skins mais populares do Lumines original do PSP. Apesar de estar em um smartphone, o gameplay no touch funciona muito melhor do que eu esperava e os efeitos visuais impressionam bastante, estão muito mais animados e sincronizados com a música e a jogatina do que em qualquer Lumines anterior, ficando mais evidente ainda no álbum que traz as músicas do Lumines do PSP, é como se fosse um remake. Mas nem tudo são flores, o battle mode não está presente aqui, pois o segundo jogo que a Mobcast iria lançar supostamente seria free to play e conteria apenas o battle mode (mas tudo indica que ele foi cancelado -- não houve nenhuma notícia desde o seu anúncio).

    Também temos DLCs, que variam de medianas para ruins (especialmente as skins avulsas). As únicas interessantes são o álbum baseado no Rez e o álbum de uma banda de rock japonesa que nunca vi na vida (Sekai no Owari), mas ambas custam o dobro do preço pago pelo jogo base (HAHAHAHA).  Considerei finalizado ao liberar todas as skins e todos os modos de jogo (mas ainda restaram uma caralhada de conquistas e objetivos incompletos), o que me renderam 12 horas de jogatina, nada mal pra um jogo mobile.

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    Sonic Runners Adventure (Android) [12-05-2018]

    Em 2015  a SEGA traz para os dispositivos móveis um jogo novo, Sonic Runners, porém, free to play e entupido até o talo de micro-transações. Como se não bastasse isso, os servidores do jogo viviam com problemas, o que eventualmente levou a SEGA a encerrá-los completamente e remover o jogo das lojas em 2016, apenas um ano após o seu lançamento. Avance para 2017 e temos o lançamento de Sonic Runners Adventure pela Gameloft, dessa vez pago e sem nenhum tipo de micro-transação. Anunciaram o jogo como uma sequência direta do jogo original mas o que temos aqui é na verdade o que tinha de bom no primeiro Sonic Runners, sem as famigeradas micro-transações e sem os personagens pay to win. 

    O resultado é um jogo curto, mas dos jogos mobiles do ouriço é também o que mais se aproxima do Sonic dos consoles, na minha opinião. O gameplay se baseia em um mapa de fases onde também se passa um modo história bem básico. As fases seguem o formato clássico e o personagem corre automaticamente (similar ao Super Mario Run ou ao Rayman Adventures), no entanto elas seguem de maneira infinita e só terminam mesmo quando você morre ou quando completou os objetivos da fase. Também temos batalhas contra chefes, adaptadas para o estilo de corrida infinita. Terminar todas as fases dos 4 mundos com 3 estrelas cada me rendeu 5 horas de jogatina.

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    A Lenda do Herói (PC) [24-05-2018]

    Temos aqui o jogo dos Castro Brothers, em que sua principal mecânica é a trilha sonora que "narra" praticamente tudo que está acontecendo na tela. Fora isso, temos um típico jogo de plataforma com visual inspirado nos jogos da era 16-bits. O jogo possui 8 fases, cada uma separada em 3 atos e contendo um boss no final. Também conta com itens e upgrades, que permitem acessar novas áreas.

    O enredo começa com um clichê básico do herói que precisa salvar a princesa, ocorre um pequeno plot-twist no meio e o desfecho é bem WTF,  mas mesmo assim a história consegue ser boa o suficiente pra te manter preso no jogo, querendo saber o que vai acontecer. Pensei que a cantoria seria repetitiva, mas existe uma quantidade razoável de estrofes diferentes em cada fase pra (tentar) evitar que isso ocorra (exceto se você morrer, pois vai acabar ouvindo novamente trechos repetidos). Vale ressaltar que o jogo possui uma quantidade acima do normal de bugs, felizmente a maioria deles não causam sérios problemas quanto à progressão, mas alguns podem te levar a assistir novamente uma mesma cutscene ou a obter novamente um item que já possui.

    Joguei também a DLC A Lenda dos Mortos, que adiciona mais uma fase completa (com 3 atos e um boss) em uma temática de apocalipse zumbi. A cantoria também muda pra um estilo metal, casando surpreendentemente bem com a temática. Também existem colecionáveis em cada fase na forma de notas musicais, mas não encontrei nenhuma utilidade pra elas (talvez em uma futura DLC?). Enfim, completei todas as fases e a DLC A Lenda dos Mortos, também peguei a maioria dos upgrades de vida e de energia. Isso rendeu 13 horas de jogatina e um progresso geral de 86%, segundo a tela de save do jogo. 

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    Enfim, foram esses os jogos finalizados desde meu último check-in aqui na Alvanista. Ainda não larguei do L.A. Noire, mas estou "apreciando com moderação". A temática de detetive e investigação me agrada, mas também é um pouco monótona, o que me faz pausar e jogar outros jogos de tempos em tempos pra não ficar saturado e acabar dando um rage quit no game...

    27
    • Micro picture
      santz · 11 months ago · 2 pontos

      Esse Super Mario Run parece ser realmente muito bacana, mas esse lance de ficar on-line para jogar, é uma merda.

      2 replies
    • Micro picture
      manoelnsn · 11 months ago · 1 ponto

      Não chegou a pegar a motoca da DLC?

      2 replies
  • kanata Inu Maou
    2018-04-19 17:22:23 -0300 Thumb picture
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    Mais que irmãos, são Brothers xD

    Já faz bastante tempo que ando inativo na rede, por causa de algumas situações e problemas da vida que acabaram me afastando.

    Mas mesmo estando fora da rede, a rede nunca esteve fora da minha vida,  ou da @biola, laços que construímos com a panelinha do @randomcoffee são permanentes, diariamente dando aquele "bom dia" e conversando coisas aleatórias, como sempre foi.

    Pessoal mais próximo sabe das dificuldades que a @biola e eu temos passado, e de quebra, nosso companheiro falece. Nosso PS3 morreu depois de muitos anos de batalha. Sabendo o quanto isso é doloroso, eis que esses grandes parceiros, pela união de seus poderes, nos deram um grandioso presente.

    Que era pra ser surpresa de aniversário... mas por um vacilo do @lcirilo, acabaram revelando o plano todo a aniversariante (@biola), e depois tiveram que me incluir :v

    Um novo parça, atualizado

    Com direito a cartas, que nos fizeram chorar de emoção

    Edit a pedido do @edknight:

    Quando o correio chegou e caixa foi entregue... a reação foi mais ou menos essa:

    E ainda estamos na euforia aqui doASIUDOHiuashdoiuAHSODIUHasoiudhoASUHDoiausdho

    Sem mais delongas, eu quero realmente agradecer do fundo do kokoro aos @gakuma @gan0nd0rf @lcirilo @chimianopao @folha @lica @sekto @mbc07 @xualexandre @edknight @duck @trem (@th2re acho que é assim) @guee e... e... peço desculpa se esqueci de alguns nomes AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA é que eu to eufórico xD

    Horizon Zero Dawn

    Platform: Playstation 4
    1338 Players
    771 Check-ins

    83
    • Micro picture
      edknight · about 1 year ago · 3 pontos

      Tá faltando uma foto aí hein?

      4 replies
    • Micro picture
      killerqueensmile · about 1 year ago · 3 pontos

      e alguns ainda dizem que o video-game afasta as pessoas, que nada daosihdaosdhasd

    • Micro picture
      duck · about 1 year ago · 3 pontos

      Me permitam ser brega.
      Há um tempo atrás assisti Extraordinário e passou a ser meu filme favorito.
      Ontem terminei o livro e é meu livro favorito.
      No final dele tem uma citação assim:
      "Faça todo o bem que puder,
      De todas as maneiras que puder,
      De todas as formas que puder,
      Em todo os lugares que puder,
      Em todos os momentos que puder,
      A todas as pessoas que puder,
      Sempre que puder.
      Regra de John Wesley"

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