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  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-10-31 03:23:45 -0200 Thumb picture

    Check-out de Outubro

    Aproveitando os feriados, tirei mais alguns jogos do backlog

    Bloodstained: Curse of the Moon

    Na onda dos jogos retrô, Curse of the Moon se inspira bastante no clássico Castlevania III e entrega um jogo com o que tínhamos de melhor para a época. Os gráficos são altamente detalhados mas sem perder a estética de 8-bit, a trilha sonora é fantástica e a dificuldade e mecânicas remetem fielmente aos clássicos dos anos 80, o que talvez desagrade jogadores mais novos. Levei pouco mais de 8 horas pra finalizar 100% e praticamente nem vi o tempo passar.

    Sonic Mania Plus

    Simplesmente o ápice de level design e jogabilidade clássica dos jogos do Sonic. Diversas fases, trilha sonora fenomenal e a quantidade de detalhes tanto nos personagens quanto nos cenários me surpreendeu diversas vezes. No entanto, sempre fui péssimo e odiava as fases bônus nos jogos do Mega Drive e isso não mudou com as fases bônus do Sonic Mania. Ainda assim, recomendo fortemente, o jogo base e parte das DLCs me renderam pouco mais de 10 horas de jogo.

    Murdered: Soul Suspect

    Dá pra resumir esse jogo em uma simples frase: história e ambientação bacanas, mecânicas de merda. Nele você controla um policial que foi assassinado e virou fantasma por ter "assuntos não resolvidos". Tirando proveito de suas novas habilidades sobrenaturais, você precisa desvendar o que aconteceu antes que possa descansar em paz. O andamento do jogo se resume a cenas de investigação e exploração estilo L.A. Noire seguido de cutscenes que aos poucos revelam a história. Em alguns pontos existem seções de "combate" que são tão ruins e mal feitas que removê-las completamente do jogo seria um ponto muito positivo. Junte isso a 43769237 colecionáveis onde a maioria não tem nenhum valor ou importância significativos  e o resultado é um jogo de mediano para ruim. Pra mim valeu a pena pela história, que rendeu pouco mais de 9 horas.

    99 Vidas - The Game

    Temos aqui um beat 'em up brasileiro, cheio de referências que com certeza deixei passar visto que não acompanho o pessoal do 99Vidas (nem podcasts no geral). Os pontos positivos ficam pelo co-op local ou online para até 4 pessoas e pelos gráficos que até são bacaninhas. No entanto, as mecânicas de combate são um pouquinho travadas, o comportamento da IA dos inimigos é super irritante e a dificuldade do jogo é uma bagunça inconstante, mostrando saltos e quedas bruscas ao longo da campanha. Demorei 6 horas pra terminar a campanha na dificuldade normal, mas provavelmente teria terminado na metade do tempo jogando com mais pessoas. Ainda assim recomendo por conta das várias opções de co-op.

    25
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-09-22 23:04:36 -0300 Thumb picture
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    Post by mbc07: <p>Check-out, pra mim, do melhor jogo de puzzle/sim
    Untitled Goose Game

    Platform: PC
    11 Players
    5 Check-ins

    Check-out, pra mim, do melhor jogo de puzzle/simulação de 2019.

    Você controla um ganso e precisa completar diversas tarefas para avançar, a maioria envolvendo bagunçar a vida dos residentes da cidade. As tarefas na maioria dos casos possuem mais de uma solução e a trilha sonora, inspirada em piano clássico, é outro grande destaque, pois se adapta dinamicamente de acordo com o que está acontecendo no momento. 

    O único defeito desse jogo é que ele acaba, e infelizmente, acaba rápido. Levei cerca de 4 horas pra terminar as missões principais, o que libera um New Game+ com o mapa inteiro desbloqueado logo no início e com novas tarefas, um pouco mais complicadas. Ainda assim, recomendo fortemente, o jogo saiu pra PC e pra Nintendo Switch...

    7
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-09-08 02:17:33 -0300 Thumb picture
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    Post by mbc07: <p>Check-out. Tecnicamente não tá finalizado visto
    Crypt of the NecroDancer

    Platform: PC
    127 Players
    43 Check-ins

    Check-out. Tecnicamente não tá finalizado visto que ainda falta desbloquear 2 personagens, mas vou parar por aqui mesmo. 

    A progressão da história é meio zoada mas nada disso importa visto que a trilha sonora é excelente e a jogabilidade atrelada ao ritmo da música funciona muito bem. O jogo base e a DLC me renderam 14 horas de jogo, terminei as 5 zonas com a maior parte dos personagens. 

    Fiquem com a Disco Descent, minha música favorita da trilha sonora desse jogo, e até a próxima

    11
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      tassio · 3 months ago · 2 pontos

      Nossa e eu não fechei esse daí ainda! Sou bem ruim nesse jogo kkkk

  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-08-30 20:21:43 -0300 Thumb picture
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    Post by mbc07: <p>Check-out. Assim como Odallus, Oniken é outra ho
    Oniken

    Platform: PC
    320 Players
    55 Check-ins

    Check-out. Assim como Odallus, Oniken é outra homenagem aos clássicos jogos de ação da era do NES, feito pelo mesmo estúdio. Enquanto Odallus segue mais pra uma pegada de Castlevania, podemos dizer que Oniken segue mais pro lado de Contra, e como de costume com praticamente todos os jogos da época, a dificuldade é bem alta.

    Após 98237823 mortes e pouco mais de 3 horas de jogo, finalizei as 6 missões juntamente com a missão extra, disponível somente na "Unstoppable Edition" do Oniken. Ah, finalizar o jogo também libera o modo hardcore e o modo boss rush, pra galera que curte...

    12
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-08-28 19:41:50 -0300 Thumb picture
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    Post by mbc07: <p>Check-out. Ode é um indie curtinho, dos mesmos a
    Ode

    Platform: PC
    1 Players
    1 Check-in

    Check-out. Ode é um indie curtinho, dos mesmos autores de Grow Home e Grow Up, terminei as 4 fases do jogo em aproximadamente 3 horas. A trilha sonora é o destaque, pois as fases começam em silêncio e tanto a música quanto o cenário vão evoluindo aos poucos conforme você "resgata" estrelas caídas e as devolve para o céu no final de cada fase. Achei a movimentação do personagem um pouco zoada, mas pelo troco de salgado que paguei no jogo (que se encontra em promoção na Uplay até o dia 2 de setembro), valeu cada centavo.

    8
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-08-09 18:22:40 -0300 Thumb picture

    Check-out das férias

    Julho foi meu mês de férias na faculdade e também foi o mês de Xbox Game Pass para PC por 1 real, depois de sair baixando praticamente tudo que tinha no catálogo, me dediquei aos seguintes jogos:

    Lumines Remastered [07/07/2019]

    Sempre fui fã da franquia Lumines porém acompanhando apenas os poucos ports que saíram no mobile, visto que o PC nunca teve um port decente do jogo. Isso felizmente mudou com o lançamento de Lumines Remastered no ano passado, finalmente levando o jogo original em sua totalidade e com gráficos em alta definição para o Nintendo Switch, PC, PS4 e Xbox One.

    Não tenho nem o que dizer, só a trilha sonora (que continua ótima mesmo após todos esses anos) já valeu a compra, juntamente com as pequenas melhorias no gameplay e a vibração do controle em sincronia com suas ações, adicionando um toque especial nesse remaster. Peguei o jogo durante a Summer Sale da Steam e finalizei quase que no mesmo dia da compra. Investi cerca de 10 horas nele e consegui 100% em todos os modos, exceto no modo Puzzle (que sempre achei meio Meh), onde completei somente os puzzles fáceis e larguei. 

    Hellblade: Senua's Sacrifice [11/07/2019]

    Começando com os jogos do Game Pass, o primeiro foi Hellblade. A ambientação nórdica e a direção sonora desse jogo é fantástica, especialmente as vozes na cabeça da Senua, e o enredo consegue prender a atenção do começo ao fim, embora talvez você não saque o final logo de primeira. As mecânicas de exploração e combate são simples mas extremamente polidas e também temos um modo fotografia completando o "pacote". 

    Ah, antes que me esqueça, embora seja apenas uma recomendação do próprio jogo, fones de ouvido aumentam consideravelmente a imersão, especialmente se você estiver utilizando alguma solução de surround virtual. Hellblade me rendeu 10 horas na primeira zerada e mais 4 horas na segunda (que dei uma rushada apenas para encontrar as 2 Lore Stones que deixei passar batido na primeira zerada).

    Sunset Overdrive + todas as DLCs [16/07/2019]

    Ah, o que dizer desse jogo? Sunset Overdrive é, de longe, o melhor jogo que finalizei durante esse ano (pelo menos até agora). Me atrevo até a dizer que o único defeito desse jogo é que ele acaba. Sério, não deixem passar batido, pra quem ainda não jogou, estão perdendo uma pérola da Insomniac Games, mesmo estúdio que também nos trouxe Spyro, Ratchet & Clank e mais recentemente o Marvel's Spider-Man do PS4. Primeiro destaque fica para a dublagem em português, que está sensacional. Tiveram o cuidado de adaptar desde nomes de armas até mesmo as piadas e indiretas de maneira que fizessem total sentido no nosso idioma, e a narrativa do jogo vive quebrando a quarta parede e é cheia de bom humor, mesmo nos momentos mais tensos. 

    Outro ponto de destaque fica para a trilha sonora, composta de músicas próprias em rock e eletrônica que são dinâmicas, se tornando mais intensas ou mais calmas de acordo com seu multiplicador de combos, a movimentação e combate nesse jogo são tão divertidas que mesmo tendo uma opção de Fast Travel disponível, não cheguei a utilizá-la nem sequer uma vez, pois era muito mais satisfatório sair por aí deslizando pelos postes e quicando nos toldos e carros até o próximo destino enquanto matava uns ODs no meio do caminho. Enfim, fiz todas as missões principais do jogo base e de suas duas DLCs e uma parte das missões secundárias, o que me rendeu 18 horas de jogatina e é um jogo que com certeza vou retomar qualquer dia desses para fazer os 100%.

    Vampyr [22/07/2019]

    Londres, 1918. Você é o doutor Jonathan Reid, que acabou de ser misteriosamente transformado em vampiro e que acabou de acidentalmente matar sua irmã. É assim que começamos Vampyr, que passei a considerar como um sucessor espiritual de L.A. Noire após zerá-lo. Os cenários de época e a trilha sonora são fabulosas, e as mecânicas de investigação e diálogo, com escolhas que podem alterar o rumo da história permanentemente (que por sinal é excelente) funcionam muito bem e são os pontos mais altos desse jogo. 

    Nos pontos baixos, temos as mecânicas de combate, que não funcionam tão bem quanto deveriam, e na narrativa do epílogo, que acelera subitamente os acontecimentos e fica meio que feito nas coxas, especialmente se comparado com o andamento cuidadoso e intrigante dos capítulos anteriores do jogo. Como eu comentei, suas escolhas afetam permanentemente o rumo da história, o que pode te levar a um dos 4 finais diferentes (1 bom, 1 neutro e 2 ruins). Após 32 horas de jogo, cheguei no final neutro, que descobri depois que poderia ter sido o final bom se não tivesse cometido um deslize com um personagem importante, próximo do final do jogo.

    Ah, fica o aviso sobre um bug sério que presenciei (não encontrei outros relatos dele então acredito que possa ter sido um caso isolado): resumidamente, faça um backup do seu save caso pretenda resetar a "build" do personagem (opção disponível em qualquer um dos esconderijos). Fiz isso durante a missão final do capítulo 3 (O Santo Triste de East End) e não subi para o nível 2 após liberar a habilidade autofagia, como normalmente deveria acontecer, o que me deixou preso no nível 1 mesmo tendo mais de 11 mil de XP. Junte isso ao fato de que o jogo salva automaticamente quase a todo momento e tive que recomeçar do zero, perdendo cerca de 14 horas de progresso. Ouch!

    Tetris Effect [24/07/2019]

    Tetris Effect foi lançado somente para PS4 no ano passado mas finalmente chegou em Julho ao PC, mas pro meu desgosto chegou como um exclusivo temporário daquele projeto de loja da Epic Games. Um ponto que chega a ser cômico, é que assim como no PS4, o port pra PC conta com um modo VR opcional, mas que exige ter o SteamVR instalado para funcionar. Sim, isso mesmo que você leu, um jogo exclusivo da Epic Store que requer o launcher da concorrência pra acessar o modo VR ¯\_(ツ)_/¯

    Mas enfim, sobre o jogo, estava hypado por ele desde que foi anunciado na E3 de 2018. A trilha sonora interativa feita pro Tetris Effect (especialmente nos estágios com vocais), na minha sincera opinião, é de longe o melhor trabalho do Tetsuya Mizuguchi até então, superando com louvor o Rez e o Lumines, e a nova mecânica de zona, juntamente com os visuais fantásticos e o modo VR opcional completam o pacote, revitalizando o Tetris de um jeito que eu nunca imaginei ser possível. Terminei o modo principal (Journey) em cerca de 3 horas, mas tenho jogado com frequência os modos alternativos (Effects), principalmente nos eventos comunitários que acontecem nos finais de semana.

    Dead Rising 4 [25/07/2019]

    Esse foi meu primeiro contato com a franquia Dead Rising e achei mediano. O jogo em si é bem feito, ótimos gráficos, trilha sonora e dublagem (não só em português mas em diversos outros idiomas), as mecânicas de combate funcionam bem, a engine é capaz de colocar centenas de zumbis na tela ao mesmo tempo sem dificuldades e é possível construir diversas armas e veículos muito inusitados, mas os pontos positivos terminam por aí. 

    O personagem principal tem zero carisma e a história, juntamente com os outros personagens presentes nela, são tão rasos e sem sentido que prefiro nem comentar. O ápice, no entanto, fica para o desfecho da campanha, que é péssimo e que nem é o verdadeiro final, pois esse você só tem acesso através de uma DLC de história separada e paga (Capcom fazendo escola com a EA), mas mesmo no final da DLC o desfecho não melhora muito.  

    Uma surpresa positiva foi o modo Capcom Heroes, que resumidamente transforma a campanha do jogo em um Musou. Fliperamas são espalhadas pelo mapa e através delas você pode se transformar temporariamente em personagens clássicos da Capcom, como Megaman, Ryu, Dante, Morrigan, entre outros, tendo acesso a combos baseados nas armas e poderes do personagem em questão. Enfim, a campanha do Dead Rising 4 me rendeu cerca de 11 horas e investi mais umas 3 horas no modo Capcom Heroes (mas não cheguei a terminar a campanha novamente nesse modo).

    The Messenger + DLC Picnic Panic [04/08/2019]

    Pense num indie que começa como uma homenagem aos jogos de plataforma em 8-bit, mas que de repente vira um plataforma em 16-bit e em seu ato final se transforma em um Metroidvania com mecânicas baseadas em viagens no tempo (que são refletidas através das transições entre o mundo em 8-bit e 16-bit). Pois bem, esse é o The Messenger, jogo que me deixou surpreso a cada novidade.

    A história dele se desenrola em um ótimo ritmo, os personagens encontrados ao longo dela são memoráveis e os diálogos com o logista às vezes quebram a 4ª parede, me rendendo cerca 14 horas de jogatina (relativamente longo pra esse tipo de jogo). Aí entra a DLC gratuita, Picnic Panic, que é a primeira de 3 DLCs que planejam ser lançadas pro The Messenger dependendo da reação do público, segundo o desenvolvedor.

    Na DLC você é transportado para um universo paralelo e em adição às mecânicas já introduzidas no jogo base, a DLC experimenta sem medo em alguns mini-games com jogabilidade diferente, alguns claramente inspirados em outros jogos clássicos como Punch Out! e Excite Bike. A primeira DLC rendeu mais 4 horas e um cliffhanger que não vejo a hora de sair a próxima DLC pra saber no que vai dar. Indie altamente recomendado!

    Coincidentemente, terminei o The Messenger no mesmo dia que a minha assinatura do Game Pass expirou. Optei por não renová-la até porque só vou ter tempo para aproveitar bem nas próximas férias durante o final do ano, e até lá dá tempo da Microsoft resolver alguns problemas com o Game Pass no PC, visto que ainda está em beta. O catálogo é bem vasto e cheguei a jogar outros jogos, mas que acabei abandonando por um motivo ou outro:

    Thumper: me lembrou bastante Audiosurf, mas a trilha sonora é fraca e acabei abandonando após a segunda fase.

    Sea of Thieves: gráficos bacanas, porém tudo que encontrei foram sessões quase sempre vazias e quase nada pra fazer no mapa imenso.

    Snake Pass: movimentação zoada, um jogo que provavelmente faria muito mais sucesso se tivesse saído para smartphones. Abandonado após as primeiras fases.

    The Surge: me pareceu bacana, mas as similaridades com o Dark Souls (principalmente no combate e os check-points lá na PQP) me fizeram largar após poucas horas.

    State of Decay 2: similar ao Dead Rising 4, personagens e história rasos e sem graça, porém diferente do Dead Rising 4, nem a jogabilidade se salva nesse, que é bem meh. Abandonado após algumas missões para estabelecer a base.

    Supermarket Shriek: jogo super inusitado, controle um carrinho de supermercado fazendo uma cabra e um homem gritarem. Divertido, mas enjoa rápido, abandonei após as primeiras fases.

    Super Lucky Tales: jogo bonitinho, personagem carismático, mas nada realmente excepcional ou que prendesse meu interesse a ponto de terminá-lo. Larguei logo após concluir o primeiro mundo.

    Shenmue 1 & 2: esse aqui foi mais pra ver como ficou no PC, visto que são jogos longos demais pra se terminar em apenas um mês. Infelizmente é um remaster feito nas coxas e só devo comprá-lo quando aparecer com um bom desconto, pelo preço atual, sem chances.

    21
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      mastermune · 4 months ago · 2 pontos

      Caraca, bastante jogatina nessas férias, muito bom mano ^^

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      salvianosilva · 4 months ago · 2 pontos

      Hellblade foi um dos melhores jogos que ja zerei <3

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      dan8d · 4 months ago · 2 pontos

      Mano Sunset Overdrive é foda demais, geral devia conhecer ele melhor, é muito bom

  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-06-12 02:55:15 -0300 Thumb picture

    Ranking pessoal / review da E3 2019

    É estranho descrever a E3 desse ano pois ao mesmo tempo em que tivemos grandes novidades ficou aquela sensação de regressão por conta de um foco maior em assinaturas e streaming e também pela maior parte dos trailers focar mais em cenas de computação gráfica com pouco ou nenhum gameplay (que afinal é o que importa), mas vamos lá, meu ranking nesse ano ficou assim:

    1) Nintendo
    2) PC Gaming Show
    3) Square Enix
    4) Ubisoft
    5) Microsoft
    6) Devolver Digital
    7) Electronic Arts
    8) Bethesda

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    A Nintendo continua seguindo com seu roteiro de uma Direct seguido da Treehouse, e embora eu tenha sentido falta de alguma novidade sobre o Metroid 4 e da revisão do Nintendo Switch (que segundo rumores já é iminente), teve anúncios suficientes pra suprir essas ausências. O levanta hype pra mim foi o Luigi's Mansion 3 que tá simplesmente sensacional e a sequência de Zelda Breath of the Wild. O remake do Link's Awakening DX, Astral Chain e Cadence of Hyrule também merecem uma menção.

    A PC Gaming Show no geral seguiu no mesmo ritmo do ano anterior, jogo atrás de jogo e as vezes com um breve comentário do desenvolvedor, porém não sei se curti muito os trocadilhos e piadinhas da nova co-apresentadora e também achei meio desnecessário dedicar 5 minutos apenas pra anunciar um monitor gamer. De qualquer forma, teve jogo pra todos os gostos e me interessei bastante na continuação do Vampires: The Masquerade, Starmancer, Midnight Ghost Hunt, Telling Lies, El Hijo e Cris Tales.

    A Square Enix foi, de longe, a conferência que mais "evoluiu" em relação ao ano anterior, que se resumiu apenas a uma série de trailers repetidos e sem novidades, que inclusive já haviam sido mostrados nas conferências das outras empresas. Neste ano foram bem diretos, já mostrando logo de cara o gameplay dos seus próximos projetos, às vezes com um breve comentário dos desenvolvedores e também se arriscando com jogos independentes. Os destaques foram Final Fantasy 7 Remake, Marvel's Avengers, Life's Strange 2 e Dying Light 2 pra mim.

    A Ubisoft mostrou alguns jogos novos e uma porrada de DLCs e expansões pra jogos existentes mas que infelizmente eu não poderia me importar menos (*cof cof* franquia Tom Clancy's *cof cof*). O que salvou a conferência (e que me deixou mega hypado) foi o gameplay do Watch_Dogs Legion, embora também tenha me interessado no Gods & Monsters e no Roller Champions.

    Na conferência da Microsoft tivemos a maior quantidade de jogos anunciados, no entanto muito do que foi mostrado não me chamou a atenção e me incomodou um pouco o uso e abuso de GC na maioria dos anúncios, salvo pouquíssimas exceções. Os pontos altos pra mim foram Cyberpunk 2077 e Keanu Reeves no palco (óbvio), Battletoads, Ori and the Will of the Wisps e o lançamento do Xbox Game Pass no PC.

    A cada ano que passa a conferência da Devolver Digital prende mais a minha atenção, dificilmente eles mostram jogo novo, mas as sátiras com a indústria dos jogos são ótimas e o fato da conferência do ano atual seguir exatamente do ponto onde terminou a conferência do ano anterior só aumenta mais o interesse. Como habitual, teve um stream ao vivo de várias horas mostrando os indies da Devolver,  logo após a "Devolver Direct" desse ano, e vários jogos mostrados entraram em promoção. Não posso deixar de mencionar a bela alfinetada na loja bugada da Epic com o "Devolver Bootleg".

    A EA teve uma abordagem diferente esse ano, já divulgando logo no início o que seria mostrado e quando seria mostrado, o que foi útil pra decidir quais segmentos assistir. Assisti o segmento do Star Wars Jedi: The Fallen Order, que voltou a ser um action-adventure single player e me interessou bastante, porém continuo receoso de ter lootbox ou micro-transação em algum canto, visto que estamos falando da EA. Já os segmentos restantes, pulei com gosto (interesse zero em APEX, Battlefield, FIFA e Madden), embora tenha lido mais tarde um resumo da nova expansão do The Sims 4.

    E por fim, tivemos a Bethesda, que foi mais uma que abusou das CGs nos trailers, sem contar da platéia irritante que parecia ter um orgasmo a cada segundo, chegando a atrapalhar até mesmo o apresentador que estava no palco. Vale mencionar a expansão gratuita pro Fallout 76, com conteúdo que honestamente já deveria estar no jogo desde o seu lançamento e também o teaser de Ghostwire Tokyo, único jogo da conferência da Bethesda que me interessou ¯\_(ツ)_/¯

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      andre_andricopoulos · 6 months ago · 2 pontos

      Achei a Nintendo a melhor também mas...
      PC em segundo? Horrível os jogos mostrados...

      2 replies
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      jorgegt · 6 months ago · 2 pontos

      Só gostei de Elden Ring e Minecraft Dungeons. XD

  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2019-05-28 15:52:07 -0300 Thumb picture
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    16
  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-03-14 16:04:23 -0300 Thumb picture

    Jogos finalizados em Fevereiro

    Continuando os check-outs da postagem anterior, dessa vez com os jogos finalizados em Fevereiro:

    Panoramical [03/02/2019]

    Panoramical é um jogo um tanto quanto peculiar, eu o definiria mais como uma experiência musical interativa do que como um jogo propriamente dito. Cada "fase" é composta de uma trilha musical em que o jogador tem o controle de determinados instrumentos e efeitos sonoros. Cada um desses controles tem um efeito visual associado, que vão se formando e se misturando com os outros elementos já presentes, ao mesmo tempo que reagem com a música.

    O jogo tem uma funcionalidade embutida para gravar pequenos trechos da sua experiência e compartilhar os pequenos vídeos em algumas redes sociais ou em um arquivo local no seu computador. A duração da campanha é bem variável e depende de quanto tempo você investe em cada fase, e no meu caso eu gastei cerca de uma hora e meia para percorrer todas as "fases".

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    Never Alone + DLC Foxtales [10/02/2019]

    Aqui temos um exemplo de jogabilidade ruim estragando um jogo que era pra ser excelente. Never Alone segue uma pegada no estilo de Valiant Hearts, onde a história é baseada em fatos reais e os colecionáveis do jogo liberam mais informações. No caso de Never Alone, cada colecionável libera um pequeno vídeo, que juntos formam uma espécie de documentário a respeito da vida do povo Inupiaq, nativos do Alaska.

    O jogo é de plataforma 2.5D com alguns puzzles, mas os controles e movimentação dos personagens são tão imprecisos e tão bugados, muitas vezes resultando em mortes injustas, que eu sinceramente só não abandonei por causa do enredo e dos vídeos que os colecionáveis liberavam. Também joguei a DLC, que não melhora em nada a jogabilidade mas que pelo menos conta com mais uma história própria e mini documentário. Enfim, o jogo e a DLC me renderam cerca de 6 horas de entretenimento e também de ódio dos controles bugados.

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    Pony Island [11/02/2019]

    Se você gosta de jogos que quebram a quarta parede, não deixe de conferir Pony Island. No início parece ser um simples indie em que você bagunça com a programação dele pra seguir adiante, mas no decorrer do jogo você descobre que as coisas não são exatamente o que aparentam e um determinado "boss" usará até mesmo sua lista de amigos do Steam pra te distrair e atrapalhar.

    Editar o save externamente também provoca reações específicas dentro do jogo, o único ponto negativo é que ele acaba, e relativamente rápido (cerca de 5 horas, no meu caso).

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    Odallus: The Dark Call [12/02/2019]

    Temos aqui um indie brasileiro muito bem feito, inspirado fortemente nos Castlevanias do NES. Mesmo sendo um jogo relativamente recente, é visível o apreço dos desenvolvedores em cada detalhe, todas os sprites, sons, efeitos gráficos e músicas tem essa vibe que os consoles de 8-bits passavam na época, ao mesmo tempo em que também implementaram recursos que eram pouco viáveis na época, com direito a cutscenes elaboradas e fases bem grandes e detalhadas com diversos caminhos a seguir.

    A dificuldade do jogo é alta e aumenta progressivamente, e novas relíquias, armaduras e armas secundárias, cuidadosamente escondidas nas fases, se encarregam de facilitar um pouquinho no combate (mas não muito) e de conceder novas habilidades pra acessar áreas que antes eram inacessíveis. Terminei todas as fases no modo normal, o que rendeu 7 horas e muitas mortes ao longo da aventura.

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    Undertale + Deltarune: Chapter 1 [15/02/2019]

    Quando decidi jogar Undertale, estava um pouco receoso do jogo não ser tudo isso e ser apenas hype, mas felizmente, não foi o caso aqui, a trilha sonora é sensacional, o enredo é ótimo, cheio de personagens carismáticos e seu sistema de batalha corrigiu praticamente todos os pontos que considero massantes nos RPGs clássicos por turno. Junte isso com os 3 finais diferentes e com as quebras da 4ª parede onde suas ações em jogadas anteriores podem alterar completamente alguns diálogos e até mesmo o rumo da história e posso dizer que o jogo realmente merece esse hype todo que teve no lançamento. Obtive os finais neutro, pacifista e genocida (nesta ordem), o que rendeu 20 horas de jogatina.

    Assim que terminei Undertale, já parti para o capítulo 1 do Deltarune, e gostei bastante das mudanças, pra mim evoluíram as mecânicas todas para melhor. Os gráficos estão mais detalhados mas sem perder o visual pixelado inspirado no Earthbound, a trilha sonora continua fantástica e o novo sistema de batalhas, com vários inimigos e personagens, funciona muito bem, sem deixar de lado as características que diferenciavam o Undertale da multidão. O capítulo 1 me rendeu mais 3 horas de jogo e embora vá demorar um pouco pra sair o jogo completo, pretendo comprar a versão final do Deltarune assim que for lançada.

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    Contrast [18/02/2019]

    O carro chefe do Contrast fica na habilidade da protagonista, que consegue entrar e sair das sombras para acessar locais antes inacessíveis e para resolver puzzles de maneiras criativas, mas a impressão que fica é que acabou a grana durante o desenvolvimento e entregaram o que deu tempo de fazer.

    Os visuais não são lá essas coisas e a trilha sonora casa muito bem com a ambientação do jogo, mas o mundo em si é bem vazio e a campanha é curta demais (levei cerca de 4 horas pra terminar), quando a história começa a ficar boa e os puzzles começam a ficar mais elaborados... o jogo acaba ¯\_(ツ)_/¯

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    Vanquish [04/03/2019]

    Não finalizei esse em Fevereiro, mas entra como check-out extra. Temos aqui mais um jogo de ação frenética, marca registrada da Platinum Games. Ele peca no enredo e na trilha sonora que são bem fraquinhas, mas compensa (e muito) essas deficiências com suas mecânicas excelentes, misturando tiro em terceira pessoa com as artimanhas tecnológicas da armadura do protagonista e até mesmo com elementos de bullet hell, integrando tudo isso de maneira muito fluída (e rápida!).

    Outro destaque ficam para as batalhas contra os Bosses, que podem ser derrotados de várias maneiras diferentes inclusive com a IA reagindo de formas diferentes dependendo do dano causado pelo protagonista. A campanha infelizmente não é muito comprida, me rendeu 7 horas, mas de qualquer forma é um puta jogaço, pra você que ainda não jogou Vanquish, jogue assim que tiver oportunidade!

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    And that's all, folks. Check-outs regularizados com sucesso :P

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      jorgegt · 9 months ago · 3 pontos

      Eu achei Never Alone bem legal, inclusive obriguei minha mãe a assistir os vídeos comigo. Vanquish e Odallus estão na minha biblioteca, só esperando a hora de jogá-los.

      1 reply
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      santz · 9 months ago · 2 pontos

      Esse Pony Island parece ser bem interessante.

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      andre_andricopoulos · 9 months ago · 2 pontos

      CONTRAST tinha tudo pra ser surpreendente, não?
      Dae vem seu comentário final...que faz jus ao nome do jogo (que CONTRASTE o game ficar interessante bem perto do fim)

  • mbc07 Mateus B. Cassiano
    2019-03-13 02:22:24 -0300 Thumb picture

    Jogos finalizados em Janeiro

    Comecei 2019 com uma abordagem diferente, optando por priorizar jogos curtos, que estão mofando faz tempo no meu backlog quase infinito. E bom, parece que foi super efetivo, pois bastaram cerca de 2 meses pra finalizar praticamente a mesma quantidade de jogos que finalizei no ano passado inteiro. Como deixei os check-outs acumularem, vou focar esse post apenas nos jogos finalizados em Janeiro:

    Super Mario 3D World [30/12/2018]

    Tá, esse aqui na verdade é left-over do ano passado, mas vamos lá. O Mario com power-up de gatinho mescla elementos dos jogos 2D com a movimentação 3D vista no Mario 64/Sunshine/Galaxy e multiplayer estilo New Super Mario Bros e o resultado final é sensacional. Fazia tempo que um jogo do Mario não prendia meu interesse como o 3D World prendeu, a ponto de eu ter praticamente feito 100% no jogo nas 40 horas que dediquei a ele.

    Único ponto um pouco negativo pra mim foi a progressão do jogo, especialmente nos mundos bônus. Terminou os 8 mundos da campanha principal? Parabéns, mas não acabou, liberou o mundo Estrela. E depois o mundo Cogumelo. E depois o mudo Flor. Você pegou todas as estrelas das fases anteriores? E todas as estampas? Alcançou o topo do mastro no final de cada fase? Beleza, agora você pode acessar o mundo Coroa, que se resume à Champion's Road (sério, gastei umas 300 vidas nessa fase). Passou da Champion's Road? Meus parabéns, mas ainda não acabou, faltam 5 estampas (chutei o balde nessa parte).

    As fases dos mundos bônus são todas excelentes e embora algumas reaproveitem o design de fases anteriores com mecânicas diferentes, pra mim muitas dessas fases deveriam fazer parte da campanha principal e não dos mundos bônus (que a propósito acho que não precisava ter tantos), e pro japonês que achou uma boa ideia forçar o jogador a repetir cada uma das fases do jogo com cada um dos 5 personagens jogáveis pra destravar as últimas estampas eu desejo apenas uma morte lenta e dolorosa. Enfim, deixando isso de lado, o jogo é excelente e estou surpreso da Nintendo ainda não ter portado ele pro Switch (como anda fazendo com todos os exclusivos relevantes do Wii U).

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    Crossing Souls [14/01/2019]

    Dá pra definir Crossing Souls como uma salada de ideias e mecânicas que resultaram em um jogo mediano,  rendendo cerca de 10 horas de jogatina. Seu visual em pixel art e a trilha sonora agradam, as cut-scenes em vídeo são bem feitas e o enredo dá uma viajada legal nas partes finais mas de forma geral prende a atenção, embora  alguns acontecimentos sejam um pouco apelativos considerando que os protagonistas são um grupo de crianças e pré-adolescentes.

    As mecânicas se assemelham a RPGs de Ação da era dos 16 bits, o combate mistura elementos de beat'em up e até uma barra de stamina, a exploração tenta incorporar alguns elementos de plataforma no meio dos puzzles e também temos mini-games em determinados pontos da história. O jogo também conta com colecionáveis cheios de paródias e referências aos anos 90, mas que na prática não servem pra nada. Enfim a sensação que fica é a de um indie que faz de tudo um pouco, mas nada direito.

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    Firewatch [20/01/2019]

    Temos aqui um walking simulator mais, digamos, "requintado" do que o que normalmente se encontra em outros jogos do gênero, a ambientação e o estilo gráfico casam bem e os visuais, apesar de cartunescos, são muito bonitos. A história se desenrola de forma natural, acompanhado de uma trilha sonora que agrada, e é contada a partir das conversas por rádio entre o protagonista e sua colega de trabalho, com direito a alguns pequenos plot twists e acontecimentos inesperados.

    Firewatch me rendeu 6 horas de jogatina e ver as fotos tiradas com a câmera do jogo nos créditos, contando até com a possibilidade de encomendar cópias impressas a serem entregues na sua porta (se você estiver nos Estados Unidos, é claro) foi a cereja do bolo pra mim.

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    The Count Lucanor [21/01/2019]

    Esse jogo me cativou desde o seu trailer. A trilha sonora e a maneira como a história é contada, que a princípio parece ser um conto de fadas mas que toma um rumo bem macabro e que pode terminar em finais diferentes são o maior destaque nesse indie, que também conta com elementos de stealth e até mesmo alguns conceitos típicos de jogos survival horror nas suas mecânicas. As únicas possíveis reclamações que eu poderia fazer são em relação à movimentação do personagem, que achei um pouco lenta demais, e que o jogo acaba rápido (fiz todos os finais em 6 horas). 

    Recentemente os desenvolvedores liberaram uma atualização que disponibiliza uma demo do seu próximo jogo, Yuppie Psycho, que aparenta utilizar a mesma engine do Count Lucanor mas com melhorias pontuais (agora é possível correr com o personagem, YAY!) e uma nova história, aparentemente tão intrigante quanto a do Count Lucanor. Não foi lançado ainda mas entrou pra minha wish list assim que terminei a demo. 

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    Brothers: A Tale of Two Sons [27/01/2019]

    Dois irmãos partem em busca de um medicamento para seu pai, que se encontra a beira da morte, e você controla ambos durante a aventura. A jogabilidade e os puzzles são simples mas funcionam muito bem, a trilha sonora é sensacional e o estilo gráfico agrada bastante, mas fiquei com muita pena do irmão menor pois como fica evidente no final do jogo, sua infância é cercada de perdas e tragédia.

    O jogo rendeu cerca de 7 horas de jogatina e, embora as mecânicas de controlar cada irmão com um analógico do controle gritem "CO-OP LOCAL", não se engane, pois ele é totalmente single-player.

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    Pra Janeiro, isso é tudo. Em breve farei outro post com os jogos de Fevereiro, pra deixar os check-outs em dia novamente...

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      santz · 9 months ago · 1 ponto

      O Super Mario 3D World você zerou no Wii U mesmo ou em emulador?

      4 replies
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