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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2020-07-07 11:35:08 -0300 Thumb picture
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    Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning dia 8 de Setembro

    Expansão anunciada para 2021

    A THQ Nordic anunciou o  adiamento da remasterização de Kingdoms of Amalur para 8 de Setembro , no PS4, XBOX One e PC via STEAM

    Re-Reckoning conterá Teeth of Naros e Legend of Dead Kel, expansões lançadas para o jogo, além disso a Kaiko, produtora do jogo agora, anunciou Fatesworm uma expansão completamente nova que deve chegar em 2021

    Kingdoms of Amalur: Reckoning

    Platform: PC
    1012 Players
    56 Check-ins

    26
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      rcukierti · 3 days ago · 3 pontos

      Uau!
      Joguei muito esse, mas achei que estivesse morto.

      2 replies
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      luchta · 3 days ago · 2 pontos

      Quero mesmo saber se vai rolar desconto para quem já tem o original. É estranho ver esse jogo recebendo expansão!

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      tiagodantas · 3 days ago · 2 pontos

      Tomara que saia logo uma continuação

  • jcelove José Carlos
    2020-07-08 23:12:56 -0300 Thumb picture
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  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-06-23 20:26:06 -0300 Thumb picture
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    Registro de finalizações: Terraria

    Zerado dia 22/06/20

    Conheci esse jogo há poucos anos atrás. A primeira impressão foi de ele ser apenas mais um jogo qualquer, até que tempos depois descobri que o mesmo era um "Minecraft 2D", rótulo que muita gente dá a ele até hoje. Com o passar do tempo, comecei a perceber que Terraria era um jogo relevante, o que foi me deixando curioso até finalmente o baixar no PS Vita. Uma coisa que me desmotivava a começar era seu visual, meio indie meia-boca, e isso me fazia acreditar que a experiência podia não ser pra mim.

    Eras depois, o jogo continuava lá e por ser tão leve, não tinha nem motivos pra jogá-lo com o intuito de liberar espaço no portátil.

    Acompanho os vídeos do Pewdiepie e os streams de Minecraft dele estavam super populares (apesar de eu não ter assistido nenhum. Após a campanha, seus seguidores indicaram o Terraria e ele começou a jogar. Assisti um episódio ou outro e fiquei muito interessado. Alguns outros youtubers, como o Vinesauce começaram a jogar também depois de pouco tempo e isso me deixou com bastante vontade!

    Dei a ideia pra uns amigos e fizemos um time de 5 pessoas comprando um daqueles pacotes de grupos (um dos amigos já tinha o jogo) e a experiência saiu por apenas R$14! Muito mais barato que os R$100 das outras plataformas.

    Infelizmente o elemento cross-play do jogo é praticamente inexistente também, mas julguei que usar o mouse pra esse tipo de jogo fosse ser melhor.

    No primeiro dia de jogatina, já tinha deixado claro que queria jogar até zerar e acho que todos meio que já tinham esse objetivo, mesmo que quase ninguém soubesse nada sobre a aventura (o que inclusive gerou questionamentos sobre a qualidade de Terraria antes da compra).

    Escolhemos uma da pessoas para criar um mundo e agir como servidor (infelizmente não vi a opção de criação de um "Realms" de Terraria). Ele escolheu a dificuldade do jogo (Normal) e o tamanho do mapa (médio), entre outros detalhes.

    Em seguida criamos nossos personagens, e há bastante personalização para um jogo de sprites tão simples. Eu mesmo fiz um personagem parecido com o Sonic, com suas cores, penteado e tudo mais.

    Ainda no espírito do recém-jogado Minecraft, fui fazendo o básico e esperava aprender tudo sem usar a internet. Logo saíram armas, machados e picaretas. O amigo que já conhecia um pouco sobre Terraria foi fazendo uma casa e a mobília necessária, sendo a mesa de construção a mais importante.

    Catamos madeira para usar diretamente como paredes da casa e usamos parte dos recursos na bancada para criar o background. Logo chegaram NPCs para morar com a gente e percebi que essa era uma parte importante do jogo: criar cômodos. Quanto mais cômodos mobiliados com itens de decoração você tiver, mais pessoas vem morar na sua casa, sejam ela encontradas pelos mapas do jogo ou automaticamente conforme você avança na campanha.

    A grande importância disso é que todos os NPCs tem funções diferentes (geralmente vendem coisas específicas ou prestam algum serviço). Tem a enfermeira que te cura completamente pagando uma acerta quantia, o velhote que vende umas armas, o Guia, que te diz tudo o que você pode criar com as armas e recursos que você o mostrar, o Goblin, que reforja seus equipamentos para conseguir diferentes modificadores/bônus e muito mais.

    O jogo tem um relógio ingame que faz com que transições aconteçam, como anoitecer/amanhecer (fora as mudanças de clima). Durante a noite é comum ver inimigos nas proximidades da casa e que tudo escureça (coloque tochas pra todo lado)! Esse período é importante, pois é apenas durante a noite que certos eventos podem acontecer, como ataques zumbi e mesmo a aparição de chefes!

    Há uma mecânica no jogo que conforme você se fortalece, certas coisas começam a acontecer, impossibilitando que fique muito forte antes de certos desafios. Além disso, alguns eventos só podem acontecer se outros objetivos tiverem sido cumpridos anteriormente.

    Nesses primeiros ataques percebemos que deveríamos nos fortalecer, e é aí que entra uma das partes mais legais de Terraria: minerar! Escolha um lugar em algum dos diferentes biomas e comece a minerar com a sua picareta. Quebre e colete blocos de terra, areia, pedra etc etc etc.

    Abaixo da terra você vai encontrar de tudo: diferentes inimigos, baús, minérios, lava e equipamentos!

    Assim como Minecraft, as coisas vão escurecendo conforme você cava, então ponha muitas tochas. Uma diferença muito bacana em Terraria é o mapa! Você sabe onde já explorou ou não, onde morreu e o quão longe está de casa.

    Nossas primeiras expedições tiverem um bom gosto de Steamworld Dig com Spelunky e focamos em achar minérios para melhorar nossa situação. Começamos com equipamentos de pedra, bronze, prata e fomos pros de tungstênio e ouro. Não há sistema de níveis, apenas equipamentos, e a diferença é notável. O primeiro chefe, que era bem tenso, logo ficou super fácil.

    Minerar em grupo é obviamente bem mais rápido. Procurávamos minérios para todos poderem sobreviver. O lado negativo é que, depois que você se equipa, você quer ir pra próxima, mas acabava tendo que continuar explorando para ajudar o próximo.

    Outra parte legal são os achados. Encontrar um baú é sempre um motivo de felicidade e garante quase sempre novas armas, armadura ou acessórios bacanas (você tem cerca de 10 slots de acessórios, embora metade seja exclusivo para alguns tipos deles).

    Alguns desses acessórios mudam drasticamente a experiência, como as botas que fazem correr ou a nuvem na garrafa, que permite o pulo duplo. O pessoal invejou bastante quando fui o primeiro a encontrar um gancho, que me permitia sair agarrando a paredes e tetos, sendo bem mais rápido para alcançar diferentes áreas.

    Outros tipos de acessórios incluem melhorias em status do personagem, regeneração mais rápida de vida, montarias, pets (apenas estéticos) e por aí vai. Todos nos tornamos personagens diferentes, em habilidades, status e até mesmo nos tipos de ataque e outras ações, conforme cada um recolhia loot.

    Eu foquei em armas e acessórios de força bruta, enquanto entregava todos os itens mágicos pra um amigo, focado em ser mago e uso de mana (que inclusive se tornou consideravelmente melhor que o meu durante a aventura quase toda).

    Ganhei confiança no meu guerreiro, derrotamos chefes e mais chefes e logo terminávamos a primeira parte da campanha, que basicamente se foca em enfrentar chefes em todos os biomas até chegar ao inferno, no fundo do mapa. Terminando por lá, o jogo automaticamente muda pro chamado "Hardmode".

    Eu achei que o Hardmode era o mesmo jogo, só que mais difícil, tipo que nem em Diablo, mas estava errado. Nesse modo, o mapa não reseta e nada muda senão a dificuldade dos monstros. Na verdade, você só vai perceber que algo mudou quando ver monstros diferentes e mais fortes por aí, pois não há créditos nem transições entre os modos.

    Por terminar o modo anterior, ganhamos um martelo que pode quebrar altares que víamos pelo mapa. Ao quebrar os três primeiros, cada um deles irá determinar quais novos minérios aparecerão pelo jogo, capazes de nos fortalecermos ainda além. Os nossos foram: cobalto, oricalco e titânio, sendo esse último o mais raro.

    Até então estávamos usando equipamentos de pedras do inferno, mas graças à poções e radares, conseguíamos saber quando tinha algum minério por perto e os pegar. Tivemos que fazer picaretas melhores para conseguir os recolher e depois de maratonas de jogo, fechamos os próximos sets de armaduras. Já estávamos usando ferramentas muito mais rápidas nesse momento, como uma furadeira que cavava SUPER rápido pelo mapa.

    Depois disso, tivemos que ir atrás dos próximos chefes e conferir novas coisas que apareciam pelo mundo. Os próximos sets de armadura consistiam em matar diversas vezes os novos chefes ou matar inimigos um zilhão de vezes atrás de itens com até 1% de chance de serem derrubados.

    Chegou um ponto que já tínhamos testemunhado todo tipo de chefe, eventos, raridades, referência e tínhamos ótimos equipamentos com efeitos diferentes, criando torretas e familiars para nos ajudar. Sabres de luz, uma pistola que atira arco-íris, uma espada que invoca meteoros com cada ataque, voava em um OVNI, espadas gigantes que atiravam raios, muitas conquistas da Steam e um vício absurdo!

    Eu dependia do meu amigo abrir o jogo para acessar nosso mapa e ficava meio que com vergonha de ficar pedindo, mas eu não parava de querer jogar esse jogo! Em 8 dias, fizemos 80 horas de jogo. 10 horas por dia e indo dormir às 5 da manhã.

    É tanta coisa pra fazer, é tanto conteúdo e um jogo tão incrivelmente profundo que mesmo tendo finalmente matado o verdadeiro chefe final no Hardmore, continuamos jogando atrás de mais coisas e "farmando" a última batalha para fazer as melhores armas do jogo e rezando pra conseguir itens de pouca chance de aparecer. Na verdade, até agora tenho vontade de voltar lá, apesar de não ter quase nada mais pra fazer.

    Resumindo: Terraria foi uma experiência incrivelmente completa e totalmente surpreendente a ponto de eu achar que R$14 não foi um preço justo a ser pago. Uma ótima jogatina que não conseguíamos largar, enquanto conversávamos sobre ela e estratégias do que fazer em seguida e fazer piadas ou falar sobre a vida. O jogo chegou a me desmotivar em alguns pontos nas primeiras horas do Hardmode, principalmente quando fui atrás das melhores armaduras possíveis e ainda estava sofrendo com os dois primeiros chefes, mas logo conseguimos ir além e no final das contas, me tornei praticamente invencível, o que eu realmente achei que não fosse acontecer. Duvido que eu jogue algo melhor esse ano!

    De bom: jogabilidade simples (acabei jogando com um controle de Switch e achei bem melhor que mouse e teclado, sendo que eu imaginava o contrário pra esse jogo). O visual não é feio como eu lembrava e até lembra bastante jogos como Final Fantasy V. Muito conteúdo e variedade. Muita variedade. Muitas opções de customização, começando pelo personagem, armaduras e armas e até mesmo cores que você pode modificar. É uma delícia ficar forte e meter a porrada naquele chefe que era tão difícil. Explorar é sempre um mistério e sempre uma fonte de achados legais. Ótima experiência multiplayer. O NPC que revela tudo o que você pode fazer com qualquer coisa que mostrar pra ele é uma super boa ideia do jogo pois se você estiver em dúvida se vale a pena guardar alguma coisa, basta mostrar pra ele. As coisas no jogo mudam conforme você derrota certos chefes (eventos ficam mais difíceis e nos monstros aparecem).

    De ruim: achei que o jogo poderia ter tido uma continuidade mais lógica, visto que no Hardmode alguns coisas são absurdamente difíceis no começo e mesmo gastando horas para achar a melhor armadura do minério mais raro, eu ainda apanhava. É uma grande infelicidade que o personagem não fique atrelado à uma conta, mas sim ao save no seu PC, pois gostaria de usá-lo em jogatinas casuais futuras e no meu PS Vita. Alguns itens são exageradamente raros de serem conseguidos, como um casco de tartaruga do gelo, que tem 1% de chance de ser derrubado e passei horas as matando e derrubando outro item múltiplas vezes, de 1.33%. O jogo é traduzido para o português, mas cheio de erros.

    No geral, eu realmente adorei Terraria e finalmente entendo o amor por ele em tantas plataformas, inclusive alguns amigos com centenas de horas no meu Nintendo Switch. Adorei as surpresas, todas as modificações e melhorias que meu personagem passou e o quão profundo esse jogo pode ser em relação à mecânicas e itens. Nem lembro a última vez que um jogo de exploração assim me divertiu tanto. Sem querer intriga, mas isso daqui dá de mil a zero em qualquer Minecraft.

    Terraria

    Platform: PC
    3441 Players
    304 Check-ins

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      volstag · 17 days ago · 3 pontos

      Amo Terraria, já faz um tempinho que não jogo, mas eu tinha visto um trailer esses tempos que falava que eu iria ter final de verdade agora, mas acho que estou longe pra poder fazer ele, seja lá como se faz hahaha

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      andrexdl23 · 16 days ago · 3 pontos

      Meu irmão e os colegas deles jogaram MUITO isso em 2012, e por algum motivo voltaram a jogar agora. O end game me atrai muito, com aqueles chefes enormes e pomposos, armas extremamente destacadas, coloridas e poderosas, tudo um caos! Devido a isso, tenho muita curiosidade em jogar, hehe.

      1 reply
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      xch_choram · 16 days ago · 2 pontos

      Basicamente oque mudou na atualização nova no PC não está traduzido.

      2 replies
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-06-22 03:03:37 -0300 Thumb picture
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    Pokémon Pinball (Game Boy Color)

    Como o próprio nome sugere, é um jogo de pinball com temática de Pokémon.
    Trata-se de um spin-off da primeira geração da franquia. Nesse jogo, além de acumular pontos para ficar no topo do ranking, seu objetivo é capturar todos os 151 Pokémon.

    Análise completa: https://bit.ly/2APWaWS

    Pokemon Pinball

    Platform: Gameboy Color
    1057 Players
    5 Check-ins

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  • 2020-06-19 18:16:36 -0300 Thumb picture
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    OUKAY

    Eu parei de jogar na 4° gen por causa do meu celular bugado, mas ainda sim me surpreendo que esse jogo continua ganhando atenção até hoje.

    Pokémon GO

    Platform: Android
    818 Players
    1970 Check-ins

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      1977rider · 21 days ago · 4 pontos

      Eu jogo ate hoje e te digo que provavelmente e um dos jogos de celular mais jogáveis sem investir grana que existe

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  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2020-06-18 13:56:41 -0300 Thumb picture
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    Um Dia/Um Game - Jogos Curtos, Porém Memoráveis

    Medium 3806966 featured image

    E se te restasse somente um dia para jogar qualquer coisa? Seja porque você vai ficar um tempo longe dos consoles devido alguma viagem, estudos ou por.. sei lá… o fim do mundo talvez? Er.. Nunca se sabe. De qualquer forma, você só pode escolher um game, mas entre tantos bons títulos disponíveis, seria muito provável que você começasse algum jogo mas não conseguisse terminá-lo, não usufruindo da experiência completa, entretanto, alguns games podem ser terminados em apenas um dia, alguns até em uma tarde, são games curtos porém com alguma história (ou intenção dela), para os aprofundar satisfatoriamente e com um bom uso da jogabilidade em prol da mesma.

    Pegue uns snacks, aquela água ou suco para matar a sede durante a jornada, se aconchegue bem no sofá e aproveite a experiência.

    Brothers: A Tale of Two Sons

    O game tem como subtítulo “Um Conto de Dois Filhos” não por acaso, nele jogamos com esses dois personagem e temos que nos reimaginar a cada instante, levando em conta com quem estamos jogando e o cenário em qual estamos no momento, pois se jogamos com o irmão mais velho somos mais fortes e hábeis para desafios físicos, já com o menor, nos tornamos mais úteis para puzzles, abrindo passagens para ambos ao se utilizar do nosso peso ou estatura. E o visual do game é realmente charmoso, apelando para um tom mais sóbrio e fantasioso.

    Prometendo a época uma jogabilidade um tanto incomum, ao nos fazer controlar durante todo o game, ambos os protagonistas ao mesmo tempo, Brothers, surpreende também entregando uma narrativa solida sobre perdas e amadurecimento durante o tempo que nos é oferecido por ele, entregando uma junção muito coesa e em determinado momento do jogo, genial, de como usar a jogabilidade proposta, em prol da sua história e do sentimento que se quer passar.

    Disponível para PC, Xbox 360 e One, Playstation 3 e 4, IOS, Android e Windows Phone.

    Trailer:

    Rime

    Pra quem gosta de direção de arte colorida e minimalista, Rime, se torna um prato cheio. O game é visualmente muito bonito, só devendo bastante na sua versão de Nintendo Switch onde não foi muito bem portado. E não é só de beleza que é feito Rime, em sua jornada cheia de exploração e puzzles, há espaço para uma interessante e tocante narrativa da qual é possível ir juntando as peças conforme nos aproximamos do seu fim, teorizando o que teria acontecido e sobre o que o game se trata.

    Rime tem em sua essência, beleza similar a seus visuais e design. Sua arte é minimalista, sua mensagem e história são minimalistas, mas como dizem, as vezes menos é mais e o jogo consegue trazer na delicadeza de pequenos grandes momentos, um bom exemplo desse feito.

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4 e Nintendo Switch.

    Trailer:

    Inside

    Também minimalista, porém mais sombrio e introspectivo. Tem uma história e atmosfera única, mantendo sempre a tensão e a sua curiosidade e se mostrando cada vez mais bizarro conforme se avança ao nos entregar diversos momentos mind blowing, deixando a seu cargo interpretar o que está sendo mostrado em tela. Somado a isso, o jogo possui ótimos efeitos sonoros e uma das melhores coisas animadas em games do tipo em sua reta final.

    Inside, consegue ser muito bonito dentro do que lhe é proposto, sendo bem brutal quando quer, tanto pelas suas animações muito bem polidas quanto pelo seu visual macabro. Algo que é de bom tom ressaltar, pois o game no geral não poupa nas mortes, que são até bem gráficas, podendo causar desconforto para aqueles que são mais sensíveis a isso, para todos os outros, apenas joguem!

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4 e Nintendo Switch.

    Trailer:

    What Remains of Edith Finch

    Ganhador da melhor narrativa no The Game Awards de 2017, What Remains of Edith Finch é um jogo de aventura em primeira pessoa, tendo a condução dos acontecimentos e a inserção dos textos em suas telas como um diferencial.

    O game é composto por mini histórias, cada uma contada de uma maneira diferente, tanto narrativamente quanto visualmente, cabendo alternar até a estética artística empregada, tendo o significado e a interpretação das coisas muitas vezes cabendo a você, pois cada história é abordada de um jeito. Podendo ser direto, lúdico, metafórico e até, poético.

    Atualmente disponível para PC, Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

    Trailer:

    Sayonara Wild Hearts

    Sayonara Wild Hearts, trás no cerne da sua belíssima direção artística, uma coletânea de referencias da cultura pop como Sailor Moon, F-Zero, Punch Out e tantas outras inspirações perceptíveis. O game tem a proposta de ser como um álbum de música Pop interativo, em que nós não só podemos escutá-lo como jogá-lo, sendo quase como se o nosso gameplay fosse a sua coreografia e com uma narrativa sutil, nos oferece a experiência de mergulhar no subconsciente para enfrentarmos o medo de lidar com a dor de se ter o coração partido.

    O jogo oferece uma mescla de mecânicas diferentes que mudam o tempo todo, para exigir novas habilidades logo em seguida, nunca ficando cansativo ou deixando diminuir seu ritmo. Somado a um excelente level design, que te faz experimentar diversos tipos de intensidades a todo instante. Sayonara Wild Hearts se torna um jogo neon psicodélico, mecanicamente eletrizante, artisticamente estonteante e surpreendentemente, tocante.

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4, Nintendo Switch e IOS.

    Trailer:

    Todos os jogos acima, cada um à sua maneira, cumprem o requisito de ser fechado em si mesmo, oferecendo poucas, mas boas horas de jogatina, tanto em mecânicas quanto em narrativa, junto a um level design quase sempre bem equilibrado e de acordo com o tempo oferecido. Experiências únicas e completas, podendo ainda ficar na sua memória, por bastante tempo.

    Brothers: A Tale of Two Sons

    Platform: PC
    934 Players
    95 Check-ins

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      andre_andricopoulos · 22 days ago · 2 pontos

      Brothers e Rime...obras de arte ❤️

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      artigos · 22 days ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      arakisan · 22 days ago · 1 ponto

      Brothers: A Tale of Two Sons é um jogo dos que mais gostei de jogar. Sua simplicidade e gameplay condizem muito

  • 2020-06-15 11:27:21 -0300 Thumb picture
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    Perfect Blue

    Ano - 2006

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não (ao menos não no Brasil)

    Disponível em Amazon Video - Não (ao menos não no Brasil)

    Sinopse: Perfect Blue conta a história de Mima Kirigoe, uma idol que decide sair do seu grupo de sucesso para seguir uma carreira de atriz. Porém, a imagem de alguém pura e casta que a indústria lhe deixou, somada a um fã obsessivo farão a mesma começar a duvidar se aquilo que vive é real ou algum tipo de ficção.

    ____________________________________________________________________________

    Satoshi Kon era, e ainda é, um diretor muito conceituado no Japão e Perfect Blue é certamente a sua obra prima. No filme vemos o lado mais obscuro da indústria de idols, que vendem as cantoras como se fossem deusas puras e castas que precisam ser adoradas, e como o fandom delas pode ser obscuro e sombrio.

    E não é apenas isso, já que em Perfect Blue também temos a abordagem de como fica o lado psicológico da protagonista, Mima, com tudo isso. Não dá pra dar muitos detalhes, afinal é um longa metragem de pouco mais de 1 hora, mas o espectador consegue sentir a agonia da moça, que começa a se questionar se sua decisão foi certa, do que deve fazer da sua vida e mesmo de quem ela é afinal. A animação é do Madhouse, o melhor estúdio japonês (ou pelo menos era nessa época), e tudo é um espetáculo para os olhos!

    Quando o assunto é filmes de animação, Perfect Blue é certamente uma das melhores escolhas que se pode fazer, a Velha aprova e assina embaixo!

    Uma curiosidade é que o filme "Cisne Negro", de 2010, foi extremamente inspirado em Perfect Blue, com a temática, de confusão da realidade com ficção, e até mesmo algumas cenas, serem claramente tiradas do longa do Satoshi Kon, tamanha a influência e importância dessa obra.

    47
  • srnicko012 SrNick012
    2020-06-08 14:12:19 -0300 Thumb picture
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    O que estou jogando...

    Decidi fazer isso aqui em um "Check-in" só

    Platina #121 - Borderlands (ps3)

    começando pelo começo!, mentira eu havia começado pelo Tales from há umas 100 platinas atrás....

    Enfim, joguei uma parte em Co-op e outra no Solo, é rapaz solo é meio Méh kkkk mas gostei demais do jogo, a platina foi rápida até mas já vi que os próximos vão dar trabalho, gostei do background mas o brilho ta na gameplay :)

    Borderlands 2 (ps4)

    Comecei esse com minha namorada já que agora na quarentena a unica forma de nós nos vermos vai ser jogando Online, fiz o Arxton mas depois quero dar uma olhada nas outras classes, ela fez uma mechromancer (achei top o robozin!), de cara já o upgrade desse aqui pro 1 é bom demais e PRINCIPALMENTE por conta do mini-mapa na tela, o menu é mais organizado, dirigir é a mesma coisa mas nunca tive problema com isso

    The Last of Us: Multplayer (Online - ps4)

    Esse aqui to jogando no passo de tartaruga, depois que você entende como pegar os troféus e simples e fácil, mas demorado, eu sou um peso morto nesse Online e só quero matar logo essa ultima conquista que falta, já estou na semana 8 e deixei os desafios mais fáceis agora pro final só falta é ter paciência e força de vontade kkkk, mas minha preocupação tá no Sobrevivente (ou Punitivo, ainda não decidi se vou tentar esse) mas uma hora chego lá

    Plants Vs Zombies: Battle for Neightborville (ps4)

    P#rra EA toda vez isso.. a franquia de PvZ é como uma piramide de cabeça pra baixo, ao mesmo tempo que algumas coisas melhoram muito de um jogo pra outro, elas também pioram MUITO, gosto bastante desses jogos e a unica razão de eu continuar nessa franquia é isso mesmo, ele é simples de jogar, mas com os problemas vem as exigências e ver que os caras tão cagando pra isso é complicado, ainda me pergunto se um GW3 seria uma boa ideia...

    Crash Team Racing Nitro-Fueled (ps4)

    Agora só de vez em quando no Online pra ganhar Wumpa-Coins e ir limpando o Pit-Stop, tentei fazer um mini-guia bacana pra postar no alva e ajudar a galerinha mas na hora de publicar o alva derrubou e me levou pra tela de "sorry but something went wrong" (tradução: "se f#d3u") mesmo tendo o texto salvo acho que nem vai rolar porque precisava usar .gifs e acredito que o problema ta ai.... (esse mesmo checkin caiu varias vezes então precisei otimizar as imgs -.-')

    Crash Mind Over Mutant (ps2)

    Continuando essas decepções divertidas, tentei jogar co-op, pra mim na época era legal mas agora isso é HORRÍVEL... depois vou continuar no solo e ver se arrisco outro 100% o que desanima é o backtracking

    The Legend of Spyro A New Beginning (ps2)

    O Inicio da Trilogia e o único que não joguei, ele é bem similar ao Spyro Eternal Night na questão gráfica mas a dificuldade é menor, quero terminar esse só pra preencher esse buraco que deixei, tanto porque gosto bastante dessa versão

    Harry Potter and the Sorcerer's Stone (ps2)

    Quando estava instalando alguns jogos no OPL vi esse e decidi ver como era, achei bem legalzinho então vou jogar esse aqui de vez em quando

    De momento é isso, vou deixar o PS3 de canto por um bom tempo mas quando voltar vai ser pra provavelmente fazer a franquia "Prince of Persia"

    Borderlands: The Handsome Collection

    Platform: Playstation 4
    246 Players
    71 Check-ins

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      andre_hirosaki · about 1 month ago · 2 pontos

      Last of us no sobrevivente é bem tranquilo na minha opinião. Claro, recursos nele é quase uma raridade e os inimigos dão muito dano e é por isso q basicamente vc precisa fazer muito stealth, matando na surdina e msm se morrer o checkpoint é bem generoso. Agr o online já n sei, o ideal seria marcar um boost e pelo q vi tem gente nessa rede q estaria disposto a encarar tbm.
      Crashzinho ❤️ coletar todas as skins vai demorar muito mas imagina vc dizer: "platinei e peguei todas as skins, karts, adesivos, etc". É muito orgulho ❤️

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      rax · about 1 month ago · 2 pontos

      Cara me tira uma dúvida rápida (se souber.)Precisa jogar o 1 pra entender o enredo do Borderlands 2?

      Tô querendo conhecer essa série pra não me perder (se tiver histórias sequenciais.)

      2 replies
  • noblenexus Rafael
    2020-06-09 18:12:38 -0300 Thumb picture
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    E quando você acha que já viu de tudo....

    O loco é que agora o youtube abriu pra mim um submundo de remix de GTA SA srsrsrsr 

    Grand Theft Auto: San Andreas

    Platform: PC
    20919 Players
    202 Check-ins

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  • reasel Reasel
    2020-06-07 23:20:18 -0300 Thumb picture
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      _gustavo · about 1 month ago · 5 pontos

      E eu achando que o ASMR perfeito não existia....

      6 replies
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      ersatzgott · about 1 month ago · 2 pontos

      HUAUHAUHAHUAUHHUAHUA

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      katsuragi · about 1 month ago · 2 pontos

      Haueuaheuaueishesirjsi

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