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  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-05-06 23:49:00 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong>Jogo finalizado #250 -Final Fantasy VII

    Medium 705911 3309110367

    Jogo finalizado #250 -Final Fantasy VII Remake (PS4)

    #18º em 2020

    Sensacional, grandioso, divertido e espetáculo visual. Faltam bons adjetivos para descrever a qualidade dessa nova entrada na subsérie de FF VII. O Remake ao mesmo tempo que é fiel ao começo do game original, oferece pequenas alterações no curso de suas mais de 40 horas que no capítulo final revelam-se possíveis grandes alterações para o futuro de seus próximos capítulos. 

    Não preciso falar muito mais sobre as qualidades desse game, todos já sabem que a gameplay é refinada, com um sistema de batalha único no mercado que mistura menus com ações diretas, e sim, é um deleite. A qualidade gráfica nem se fala, não sei quantos prints tirei enquanto jogava, mas foram muitos, modelagem das personagens está incrível, cenários muito bem feitos (apesar de certos delays de render nos slums do setor 7), e ainda por cima o game tem algumas cut-scenes pré renderizadas que assustam por ser ainda mais bonitas que as cenas in game - algo que pode ser um gostinho da próxima geração. 

    Minha experiência com o game foi deliciosa, minha cópia chegou em casa no dia do lançamento e fui jogando aos poucos, devagarinho, aproveitando ao máximo a experiência durante todos esses dias de jogatina e quarentena. Fiz todas as side quests e cumpri todos os desafios - maldito seja aquele Jules kkkk quem jogou sabe! - porém a platina ainda precisa ser suadamente conquistada!

    O jogo me surpreendeu pelo seu final, eu acreditava que os acontecimentos seriam pausados na saída de Midgar, como no original, mas aqui nesse fim, os diretores resolveram fazer drásticas mudanças, falo mais depois na parte com Spoilers.

    Como experiência em si, eu não achei que as side quests são ruins como as críticas dizem, só não são tão inspiradas como em The Witcher 3, por exemplo. Mas o que me incomodou um pouco foi a "estendida" que deram em certos trechos, sinto dizer, mas senti sim certa encheção de linguiça... Trechos como aquele que separa a favela do setor 7 e o 5, ou os longos corredores no esgoto, parece que colocaram um monte de corredores que ficam entres os pontos chave onde a história se desenrola. No meu ponto de vista, dava pra esse primeiro capítulo ir até o fatídico evento em que AQUELA personagem falece... Ok, o game ta com enredo muito mais bem desenvolvido, mas sei lá, esse vai e vem nos mesmos corredores ficou um pouquinho enjoativo. Mas isso eu relevo, não tira nem um pingo do brilho do game. 

    Enfim, o jogo é maravilhoso, fiquei eufórico jogando. O futuro parece enigmático, quem jogou sabe do que to falando, pode ser que siga fielmente o resto da história do original, como podem fazer algo totalmente novo (ou parcialmente novo, vai saber kkk). Amei esse jogo, meu abril se resumiu a isso ( e a GTA antigo tbm u.u), vou rejogar os capítulos na dificuldade elevada pra tentar a platina querida. 

    4,5/5 estrelas

    SEÇÃO DE SPOILERS:

    Para começar vou falar algo que me desagradou desde o início e foi um incomodo no decorrer do game: os Sussurros (murmúrios na legenda). Toda vez que aparecia eu pensava: "ê Nomura, enfiando suas maluquices nesse game?!". Metaforicamente falando, os Sussurros basicamente representam a nós, os jogadores. Os fãs puristas. Aqueles que querem que os acontecimentos sejam idênticos ao do original.Pois bem, tudo isso é sim uma viajadinha, mas tem um propósito interessante: possibilitar eventual modificação na história a partir do final desta primeira parte. A própria fase final pré créditos diz que uma jornada inesperada nos aguarda.

    Outro detalhe interessante é que aparentemente Zack Fair está vivo, pois não é mostrada a cena de sua derrota como no final emocionante de Crisis Core. Se isso for verdade, tudo pode acontecer na segunda parte, mesmo que isso implique uma realidade alternativa.

    A teoria é que o tal "remake" no título seja a tentativa do Sephiroth pós Advent Children de alterar os acontecimentos do passado e tudo que jogamos nesse game seja essa linha paralela. Tanto que tem toda aquela cena no final entre o Cloud e o Seph em que este tenta persuadir aquele a vir para seu lado, coisa que não acontece no original. 

    Bom, é de se pensar, e o futuro é nebuloso. Eu a princípio não fui muito fã das mudanças, mas deixei o lado purista de lado e me abri às nova possibilidades, e pra mim foi fácil, não tenho o fator nostalgia em mim, afinal, joguei e terminei o original não tem nem dois meses kkk (mas já sou apaixonado pelos personagens e mundo u.u).

    Final Fantasy VII Remake

    Platform: Playstation 4
    432 Players
    182 Check-ins

    11
    • Micro picture
      jcelove · 20 days ago · 3 pontos

      Caramba man nao tinha pensado nisso, se o remake for uma tentativa do seph de mudar o jogo original eu bato palmas! Mas acho dificil pq seria uma pessima ideia pra galera q ta jogando apenas o remake. Vamo ver no q da qdo terminarem em 2045

      3 replies
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-04-27 00:43:06 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 703704 3309110367

    Jogo finalizado #249 - Grand Theft Auto: Vice City (PC)

    #17º em 2020

    Mais um buraco na vida gamer que foi tampado! Já joguei bastante VIce City durante minha infância na época do PS2, mas sabe como é, jogava só para andar pela cidade, curtir na motoquinha e atasanar todos os transeuntes da cidade, porém agora finalmente peguei para jogar a sério e cara.. que vibe gostosa essa obra prima da Rockstar passa.

    GTA Vice City é um jogo que transmite muito a sensação de você começar por baixo e dominar uma cidade por meios criminosos, como o clássico filme Scarface. É  muito interessante ver Tommy Vercetti começar do zero em uma cidade que ele não conhecia após ficar em cana por 15 anos pela família Forelli, que comandava Liberty City, e aos poucos ir ganhando a confiança dos chefões locais e aos poucos indo ganhando seu sespaço. 

    Metade do jogo se baseia em ir fazendo trabalhos pela cidade e descobrir quem armou a emboscada do começo do game que ceifou a vida do irmão de Lance Vance e depois disso um plano de vingança que culminou na tomada de poder de Tommy e seu "amigo" de alguns negócios da cidade. A sensação de crescer no crime, de ir aos poucos comprando estabelecimentos que atuam na área do ilícito. 

    Tommy virou dono de uma gráfica que lava imprime dinheiro, estúdio de cinema que faz filmes pornô, balada top da cidade, clube de pole dance, "sorveteria", agência de taxi, loja de veículos que aceita carros roubados, pier da cidade que distribui drogas, entre outros imóveis. 

    Enfim, a história do game, apesar de não muito complexa, é bem divertida, todos os personagens são hilários, o protagonista é bem nervosinho e decidido, dos secundários se destacam Lance Vance Dance, Ken Rosenberg e Paul Cassidy. A Rockstar evoluiu muito do III a VC no sentido narrativo, as cutscenes são bem desenvolvidas e a trama muito mais bem contada, além de o protagonista FALAR né?!

    A Gameplay é basicamente igual a do III, mas com algumas ótimas adições, como motocicletas, helicópteros, a própria possiblidade de comprar imóveis, etc. Algumas deficiências do jogo anterior voltaram, como a impossibilidade de girar a câmera, a mira tenebrosa e alguns pequenos bugzinhos, mas nada que estrague a experiência. As músicas da rádio são ótimas, muito rock do bom, pop da época e até o Michael Jackson!!

    Bom, o jogo é muito bom, uma evolução assustadora em comparação ao anterior e sabendo do tempo que teve de desenvolvimento. Não considero o melhor, mas entendo pra quem jogou na época o golpe que foi! Mal posso esperar pra ver Vice City num futuro game da série!

    4,5/5 estrelas

    Grand Theft Auto: Vice City

    Platform: PC
    12189 Players
    65 Check-ins

    8
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      jcelove · 30 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Muita gente jogaca gta 3 ao sa so pela zoeira na cidade, ja vi gebte dizendo q NEM HISTÓRIA TINHA, ai da uma alegria ver alguem aproveitabdo a narrativa maneiraça do Tommy, que é um canalha inescrupuloso carusmatico pacas.hehe

      Terminou o SA? Se nao joga pq eke é o pincaro da evoluçao de gta na sua epica, melhira e expabde muito tudo do VC e tem uma historia legal tbm.

      1 reply
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      santz · 30 days ago · 2 pontos

      Esse eu joguei demais na locadora até chegar San Andreas com seu multiplayer absurdo. Nunca peguei para zerar, mas meu irmão tentou uma vez na locadora e chegou numa fase de carrinho de controle remoto difícil pá porra.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-04-17 00:37:03 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 701459 3309110367

    Jogo finalizado #248 - Grand Theft Auto III (PC)

    #16º em 2020

    Ahhh depois de quase duas décadas revirando no meu imaginário finalmente peguei firme pra terminar a primeira incursão da renomada franquia de simulador de bandidagem no mundo 3D. 

    Lembro de ter jogado esse jogo pela primeira vez no começo dos anos 2000, acho que era 2003/2004 e eu não tinha nem 10 anos e mesmo assim fiquei estonteado de ver aquilo. Por muito tempo quis jogar mas quando ganhei um PS2 dos meus pais o jogo de feira que eu tinha, à princípio, era GTA San Andreas (ah vá) kkkk Com o tempo eu fui buscando conhecer mais da franquia e acabei por pegar GTA Liberty City Stories do PS2 e por esse motivo eu tenho uma conexão tão grande com a cidade deste jogo, especialmente a ilha de Portland. Conheço aquelas ruas como minha própria mão hehe. 

    Mas falando sobre esse jogo em si, ao jogar fiquei imaginando o tempo todo o espanto das pessoas que  o jogaram na época do lançamento. Os gráficos são até que simples, mas o mapa é bem construído e passa a sensação de estarmos mesmo numa cidade. Apesar de que nessa cidade ter, em sua maioria, gangster, putas e policiais na rua, com poucos civis por aí. Da para ver que ele é bem cru em relação aos posteriores, mas é compreensível e também é injusto julgar este comparando com seus sucessores. 

    Os controles são beeeeem limitados, não dá nem para girar a câmera enquanto dirige. O sistema de mirar e atirar é terrível, sofri para passar os pontos de combate, usando muito a sniper para mirar com um pouco de decência.

    A história é mega simples, e a Rockstar na época não se preocupava em ser tão cinematográfica, porque as cutscenes são bem simples e consiste em basicamente o npc passando as ordens para Claude. Por falar nisso, o caladão do protagonista deseja vingança por sua ex-namorada psicopata Catalina, e a fim de obter recursos para isso, ele trabalha para a Máfia Italiana, Japonesa e até com o político fanfarrão, Donald Trump Love. No jogo a gente tem que simplesmente dirigir para os bandidos, ganhar corridas, destruir veículos, matar alvos específicos e outros objetivos variados e criativos. 

    Cada missão é diferenciada uma da outra, e é bem legal que esse é o GTA mais ~videogame de todos que joguei. É um bom começo para o sucesso que se procedeu, mas não envelheceu tão bem assim, principalmente em sua jogabilidade, que as vezes chega a irritar com as limitações.

    3/5 estrelas

    Grand Theft Auto III

    Platform: PC
    3896 Players
    41 Check-ins

    8
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Parabéns! Terminar o 3 hj em dia é pauleira, principalmente depoiams de ter jogado qq um dos sues sucessores. Aquela ultima missao era um inferno.

      2 replies
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-04-06 02:35:56 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 699004 3309110367

    Jogo finalizado #247 -Dirge of Cerberus: Final Fantasy VII (PS2)

    #15º em 2020

    A canção triste de Vincent Valentine, o sórdido lamento do jogador e o game mais inusitado da franquia.

    Dirge of Cerberus é uma continuação um tanto quando desnecessária para os eventos de FF VII e o filme Advent Children. O game é basicamente um shooter em terceira pessoa pouco inspirado com uma história interessante porém demasiadamente viajada (tem cenas que parecem anime) mas que ao menos nos levam por algum tempo mais naquele universo tão querido.

    Eu desconhecia a existência desse game até poucas semanas atrás e só fui o conhecer enquanto jogava FF VII. Vi muita gente falar que esse é a ovelha negra da compilação da história de Gaia, mas mesmo assim fui atrás para jogar o máximo que posso daquele universo antes do aguardado remake. Joguei pelo PCSX2, e o game ficou parecendo um remaster com tudo definido e 60fps.

    A trama se passa 3 anos após os eventos de Advent Children e mostra que esse mundo dificilmente verá paz, sendo a ameaça da vez uma equipe dissidente da SOLDIER conhecida como Deepground. Essa equipe estava sendo mantida presa no subterrâneo de Midgar e após conseguirem se libertar tinham como objetivo reviver a Ultimate Weapon Omega a fim de guiar toda a vida do planeta mediante o Lifestream para as estrelas, ocasionando assim a destruição de Gaia. Cabe a Vincent Valentine a árdua missão de derrotar caricatos novos figurões como Azul the Cerulean, Rosso the Crimson, Nero the Sable e Weiss the Immaculate (SPOILERS = que na verdade era mentalmente controlado pelo cientista maluco Hojo). 

    O problema é que esses vilões são bem caricatos, uns parecem sair de Castlevania e outros de animes ou mangas de segunda linha kkk Sem brincadeira TODOS eles dão risadas malignas em toda cena que aparecem, Hojo então parece um Coringa japonês de cabelos longos e jaleco. 

    Bom, pelo menos é interessante ver o que houve com Vincent Valentine, seu relacionamento esquisito com Lucrecia e os fatos que o levaram a ser transformado num "Vampiro". Do game original retornam Yuffie, Cid, Reeve (que controla o detestável Cait Sith), além de aparições relâmpago do trio principal, os amados Claud, Tifa e Barret - sério aparecem por 5 seg no meio do jogo e depois para incentivar Vincent no ato final... De novos personagens temos Shelke e Shalua, que são irmãs e desempenham seu papel no game, sendo a primeira de maior importância, estabelecendo conexões mentais entre Vincent, Lucrecia e outros personagens. 

    A gameplay do jogo é bem limitada,  até mesmo para a época - saiu na mesma época de um Resident Evil 4 da vida - e por sorte o game tem a opção de mapear os botões, por isso eu deixei a jogabilidade um pouco mais palatável para os tempos atuais (atirar com R2, mapa no select, etc).  A mecânica de tiro é simplória, como nos GTAs antigos, com a mira no centro da tela, semi-travada nos inimigos. Dá para aprimorar as armas,  foquei em melhorar a Cérberus, pistola que dispara três balas (dur), e a metralhadora Griffon. Dá pra soltar poderes com as matérias de fogo, raio e gelo, além de usar o Limit Break em que Vincent vira um monstrengo que bate e solta fogo da mão. 

    O game é beeeeem fácil, sendo mamão com açúcar até as batalhas de chefe. Só carcar o dedo no gatilho, usar poções e ficar rodando o mapa. Sorte que o game tem apenas 12 levels e dá pra terminar em 3 sentadas, eu mesmo levei 9 horas. 

    Não gostei muito não, só aprecie a expansão do Lore, mas não via necessidade de outra ameaça mundial naquele universo, e muito menos que fosse resolvida pelo Vincent (ok, é um personagem maneiro, foi o que mais usei depois da santa trindade no FF VII, mas sei lá, meio secundário demais pra ter um game próprio e ainda ter tanta importância no enredo, salvou o mundo pow kkk). Só vale a pena se você tiver curtido muito o universo da sub franquia!!

    2/5 estrelas

    Dirge of Cerberus: Final Fantasy VII

    Platform: Playstation 2
    3209 Players
    24 Check-ins

    5
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      santz · about 2 months ago · 1 ponto

      Esse aí eu joguei antes do FFVII e não curti muito, apesar de ter chegado na metade do jogo, eu acho.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-04-02 15:07:40 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong>Jogo finalizado #246 -&nbsp;</strong><st

    Medium 698239 3309110367

    Jogo finalizado #246 - Crisis Core: Final Fantasy VII (PSP)

    #14º em 2020

    É normal gostar mais do Zack do que do Cloud? 

    Crisis Core é uma prequel do glorioso FFVII, focado na narrativa e em seu gameplay estilo Action RPG para o pequeno notável da Sony. O game expande eventos e adiciona ótimos personagens para o lore daquele universo. Divertido, mas com seus problemas, o que realmente me prendeu foi sua narrativa e personagens.

    Sempre via muita gente falando desse game na internet desde quando comprei meu PSP, por volta de 2007 e 2008, mas só agora, após jogar a obra prima que é FF VII tive ânimo para jogar esse game. E me agradou bastante, joguei freneticamente por 4 dias nessa quarentena da vida.

    Os personagens são o ponto forte, sendo o protagonista o mais carismático de todos, acima ainda de Cloud que até me irrita de lembrar kkkk É interessante ver o desenvolvimento de Zack, seu amadurecimento e seu otimismo em relação ao acontecimentos. Ele se inspira em seu mentor, Angeal, que é outro bom personagem, sempre honrado e maduro. Também é bonito e triste ver a ligação de Zack com Aerith, da um aperto só de ver. Cloud nesse jogo está apenas funcional, afinal, fica desacordado pelo maior tempo em que está em tela. Sephiroth e Genesis cumprem seu papel como antagonistas e todo seu problemático passado visto que eles (e Angeal) são cobaias dos cientistas malignos da Shinra. O game tbm introduz uma nova agente dos Turks, Cissnei, mas fica estranho seu papel no jogo, sendo que as vezes ela flerta com Zack.

    A trama desse game é bem contada, tem momentos emocionantes e outros um pouco bizarros - como a parte em que Zack está de férias na praia de Costa del Sol, com um abdômen estranhaço, tendo que lutar com um guarda sol e ainda a presença de Cissnei só de bikini kkkkk. Tem umas coisas que ficam um pouco confusas, como o desaparecimento do diretor dos SOLDIERS, que precisei ver na internet para saber que ele era o clone falho de Angeal. Porém o trunfo do game é, ao mesmo tempo, mostrar os eventos que culminaram na transformação de Sephiroth em vilão, os projetos secretos da Shinra envolvendo Jenova e a vida, relacionamento, amadurecimento e queda de Zack Fair. 

    A trilha sonora é boa, tem vários novos arranjos da maravilhosa trilha do VII e ainda tem boas batidas de rock no combate.

    Sobre a gameplay, confesso que não fui tão fã assim, os inimigos brotam do chão aleatóriamente e a batalha é bem limitada devido a falta de botões do PSP. Mas admito que fizeram um bom trabalho no limite do possível. O que irrita um pouco é o sistema de DMW que bota um roleta pra rodar na frente da tela, em que personagens da trama aparecem e podem dar especiais pro Zack (como limit breakers) ou efeitos específicos. É legal ver que no final do game (Spoilers!) utilizam esse sistema de forma poética pra mostrar que Zack pensava em seus amigos durante sua batalha final e aos poucos isso vai se esvaindo dele. As batalhas são bem fáceis, sendo que 95% do game foi baseado em ficar indo para as costas do inimigo para dar espadadas, rolar para desviar de golpes e usar materia de cura. As melhores batalhas são contra chefes, e requerem um cuidado maior

    Ainda sobre o final do game (Spoilers!) fiquei emocionado ein kkk Que isso cara, a gente se apega muito ao Zack e ver ele morrendo (mesmo já sabendo desde o começo) é triste e bonito ao mesmo tempo, já que ele se vai em paz, sabendo que Cloud carregaria seu legado e sua honra - além de passar a Bust Sword para o loirinho. A música emociona, a sua "ida ao céu' com Angeal tbm, e ele falando diretamente com o jogador no final questionando se ele foi um herói foi de A-R-R-E-P-I-A-R.

    "Você será meu legado vivo. Minha honra, meus sonhos"

    Zack Fair para Cloud

    4/5 estrelas

    Crisis Core: Final Fantasy VII

    Platform: PSP
    3110 Players
    221 Check-ins

    3
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-03-27 21:05:53 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 696933 3309110367

    Jogo finalizado #245 - Final Fantasy VII (PSONE)

    #13º em 2020

    Porque demorei tanto para jogar? Clássico comprovado! Segundo JRPG que eu joguei (Pokémon Yellow conta? kkk) e confesso que gostei do estilo, com toda a aparente simplicidade da batalha por turno que na realidade pode ficar bem complexa. 

    O que me prendeu a este jogo a princípio foi a história e os personagens. Impressionante o carisma que aqueles bichos poligonais podem passar kkkk Admito que com o decorrer do jogo fui apreciando a gameplay, sentindo diversas emoções durantes as batalhas mais difíceis (tensão, êxtase, euforia, raiva, etc). 

    Sempre fui meio "hater" com JRPGs até uns anos atrás e agora se tinha algum preconceito, não existe mais. Batalha por turno consegue ser tão cativante quanto combates em tempo real - até melhores, em MUITOS casos. 

    O mundo deste game é muito bem feito, combina estética meio cyberpunk com magia e fantasia e com elementos do mundo real tbm. As personagens são ótimas. Fico feliz por ter completado a party (porém vacilei e não fiz a side quest da Yuffie). Cait Sith é odiável demais, ô bixo chato kkkk Geralmente utilizava a Tiffa, Barret e o Vincent nas batalhas, negligenciei demais os outros kkkk 

    Achei doido que os caras colocaram um monte de mecânicas doidas no meio desse JRPG: Tem perseguição de motocicleta, snowboard com obstáculos, corrida de chocobos, dá para atravessar o mundo com aereonaves, submarinos, entre outras maluquices. 

    Meu gameplay durou 43 horas de acordo com o save, mas certeza que passou das 50 se contar as vezes que falhei. Confesso que quase desisti no final com o Sephiroth, mas voltei um save e fui upar e pegar uns itens e depois voltei pimpão pra derrotar esse maldito!

    Nossa e é realmente bem triste a parte que envolve o MAIOR SPOILER do mundos dos games: morte da Aerith... Olho lacrimejou com os dizeres de Cláudio: "Aerith is gone. Aerith will no longer talk, no longer laugh, cry...... or get angry......What about us...... what are WE supposed to do? What about my pain? My fingers are tingling. My mouth is dry. My eyes are burning!" :c bem dramático mas pega no peito hahah E finalmente vi essa cena jogando, sei desse spoilers há mais de 12 anos via uma revista de playstation que eu costumava ler.

    Ahhh após terminar o game, pude ver o filme Advent Children que é razoável, não é estritamente necessário para a história do original mas expande sem agredir o lore. Dá um desfecho (closure) mais agradável para a história, Cloud esse tapadão kkkkkk

    Agora vou pegar o Crisis Core para jogar e aguardar ansiosamente o Remake xD

    Enfim, é um ótimo game, história quase impecável, música perfeita que não saí da mente e gameplay divertida, porém tem muitos elementos que envelheceram mal com o tempo. Mas vale muito pra conhecer um dos maiores clássicos dos videogames. Cloud e sua turma ficarão sempre no meu imaginário. 

    Fico intrigado com o tamanho das tetas da Tifa, tanto no modo polígono quanto ainda mais nas cinemáticas kkkk esses japoneses....

    5/5 estrelas

    Final Fantasy VII

    Platform: Playstation
    10003 Players
    282 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-03-18 21:55:52 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 694301 3309110367

    Jogo finalizado #244 - A Plague Tale: Innocence (XBOX ONE)

    #12º em 2020

    Esse jogo segue à risca a fórmula de "game exclusivo da sony" só que sem ser um exclusivo. Muito bem feito, com uma boa trama, e que prende pela temática de praga nos tempos medievais. Nunca mais vejo um rato na rua sem pensar duas vezes.

    É focado na narrativa, com cenas marcantes e outras mais intimistas; tem personagens bem construídos que ajudam nas batalhas e sempre tem algo para conversar ou interagir; é em terceira pessoa com a câmera próxima da protagonista; tem gráficos muito bonitos e realistas e é linearzão, com duração de  12 horas mais ou menos kkkkkk Ingredientes perfeitos da "fórmula sony" de ser.

    E o jogo brilha nisso. Me apeguei bastante aos personagens, Amicia, Hugo, Lucas, Rodrick, Mellie, Arthur e a mãe da protagonista. O jogo é tenso e nos faz pensar bem antes de entrar em combate aberto. É divertido usar uma funda (tipo estilingue) para atirar pedras nos inimigos. O jogo tem vários momentos tensos em que temos que usar a iluminação para passar dos milhares de ratos que devastam a França medieval em que o jogo se passa. 

    O final tem um plot twist meio sem explicações, mas a gente aceita pela fantasia da obra ehhehe O Dorimê do jogo traz uma batalha de chefão até que digna.

    Enfim, é um ótimo game, se tiver acesso ao Gamepass, jogue sem medo. Se gosta de games como The Last of Us não pense duas vezes.

    4/5 estrelas

    A Plague Tale: Innocence

    Platform: Xbox One
    23 Players
    25 Check-ins

    6
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      thiagoreis · 2 months ago · 2 pontos

      Te adicionei na live lá amigo !! Depois segue lá também 👍🏻

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-03-07 00:46:50 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 691842 3309110367

    Jogo finalizado #243 - Wolfenstein: Youngblood (XBOX ONE)

    #11º em 2020

    Looter-Shooter sem Loot!! Pois é, nem sempre um estúdio acerta...

    Depois de dois jogos maravilhosos e insanos, a Machine Games lança um spin off que, infelizmente, decepciona por falta de identidade com o material base. 

    A história é bem simplória e o jogo basicamente só tem cutscenes no começo e no final da história!! Diferente do segundo game que é lotado de cenas avassaladoras em que muita doideira acontece. No final tem um plot twiste engraçado que eu não estava esperando, mas...

    As personagens até que são legais, gostei do jeito bobo e divertido das irmãs gêmeas Jess e Sophi, além de sua amiga Abby, PORÉM a impressão que fica é que o game rebaixou os nazistas de inimigos malditos odiáveis e hipócritas para um saco de pancada fútil que faz mal apenas por ser mal, tipo, toda hora elas falam que tão doidas para "matar uns nazis" kkkkk ficou banalizado até demais, saca?

    A gameplay é basicamente a mesma que a do segundo game, porém um pouco mais leve. Simplificaram alguns aspectos e tiraram muito do "peso" do combate. O jogo em si é construído nos moldes de um Destiny ou The Division da vida - odiei! - os inimigos tem level, as fases são feitas para permitir o vai e vem e com respawn contínuo dos nazista. Que saco! O jogo é tipo um looter shoter, SÓ QUE SEM LOOT kkkk a gente só pega munição, vida e escudo na fase. 

    O jogo em si é divertido, mas não passa muito disso não, vale jogar suas 11 horas já que está de graça no Gamepass. Ok, é um jogo coop (e eu joguei forever alone), talvez jogando com amigos a diversão seja ainda maior.

    PS: Achei cagado que o jogo fica constantemente dando spoilers do vindouro Wolfenstein III!!! Como assim caraaaa - demonstra que esse game deveria ter saído após a conclusão da saga principal.

    2,5/5 estrelas

    Wolfenstein: Youngblood

    Platform: Xbox One
    8 Players
    4 Check-ins

    4
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      thiagoreis · 3 months ago · 2 pontos

      É um spin off da série, esse game ? Eu vi umas gameplays e achei interessante, ainda mais porque saiu no Game Pass... mas estava meio assim de jogar, porque não joguei os outros .... Acho que vou jogar esse Young blood então kkk..

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-02-28 14:22:14 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 690227 3309110367

    Jogo finalizado #242 - Wolfenstein II: The New Colossus (XBOX ONE)

    #10º em 2020

    Que jogo foi esse? Insano, épico e ácido, esse FPS maravilhoso é divertido, engraçado, ultraviolento e carismático de uma forma que poucos shooters conseguem.

    Tem cada absurdo nesse jogo que faz o jogador aceitar a maluquice e só se divertir com ela.Cenas marcantes demais, como, por exemplo, uma grávida ensanguentada pelada matando nazistas com sorriso estampado no roto!! Ou quem sabe uma decapitação que é revertida com um corpo artificial! 

    Esse jogo me ganhou pelo absurdo. O anterior já era maneiro, mas nesse aqui os caras botaram o pé na jaca e fizeram algo único. As personagens são ótimas, Fergus continua devido minha escolha no primeiro jogo, a Pantera Negra da Grace arrebenta, Anya, a mina do BJ é bad-ass mesmo grávida, e o Terror Bily é O protagonista :)

    A Vilã, Irene Engel, está mais insana do que nunca. É realmente odiável e tem cenas memoráveis. A modelagem dela assusta de tão realista, sem falar da cicatrizes.

    Ah, a jogabilidade é boa demais, nada melhor do que o sistema de empunhar uma arma em cada mão e meter o loco! Dá pra ir no stealth ou no tiroteio desenfreado, o jogo é delicioso em ambos os jeitos. 

    Gráficos são muito bem feitos e uma evolução gritante em comparação ao primeiro (uma pena que o One base seja tão fraco, as texturas nele são bem borradas, tive que jogar a mais de 2m da tela pra ficar suave kkkk).

    Todas as sides completas, todos os capitães mortos, só faltou mesmo os coletáveis u.u

    Sempre é bom matar uns nazistas, né não? xD

    4,5/5 estrelas

    Wolfenstein 2: The New Colossus

    Platform: Xbox One
    59 Players
    36 Check-ins

    2
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-02-12 20:03:29 -0200 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 687120 3309110367

    Jogo finalizado #241 - The Outer Worlds (XBOX ONE)

    #9º em 2020

    "It's not the best choice, it's Spacers Choice.

    Finalmente terminei essa belezinha de jogo, falavam que era curto, pff levei quase 40 horas pra terminar mas valeu a pena. Amei esse RPG no estilo Fallout com temática espacial, satirizando o industrialismo e o capitalismo desenfreado!

    A princípio eu me assustei com a excessiva quantidade de diálogos e coloquei na mente que iria focar nas missões principais e não clicar em todas as opções de falas... KKK quem eu queria enganar.. Devo ter feito quase todas as missões disponíveis no jogo (porém segui fiel à Phinneas e não fiz as quests da Halcyon), li diálogo pra caramba, falei como todo mundo, enfim, destrinchei o jogo kkk

    Os personagens são ponto forte do game, principalmente os integrantes de sua tripulação (foto bunitcha que tirei né? xD). Como não se apaixonar por Parvati e ajudar ela com seu namoro lésbico? Que divertido participar da jornada pessoal e filosófica do Vigário Max. Rir com a inocência de Felix e acabar com seu antigo "colega" pirata. Me solidarizar com Nyoka e a trágica história de seu bando de caçadores rebeldes. Ahh e ver a ex-médica Ellie virar uma baita pirata. Ou, por fim, rir com o robô de limpeza S.A.M, que do anda dá uma guinchada de água no protagonista kkkkkkk Aiai, a Obsidiam fez um bom trabalho com o desenvolvimento de personagens bem construídos e divertidos,

    A história do jogo é bem elabora, até assusta a quantidade de detalhes e opções que os caras da desenvolvedora colocaram aqui.

    Bem melhor que os últimos Fallouts, e ainda por cima sem bugs como os games dessa franquia! Ahhh e eu amei o fato desse game ter um mundo aberto mais contido, cheio de detalhes e sem exagerar ou enfiar conteúdo repetido pra aumentar de forma artificial as horas de jogatina...

    Só pra lembrar no futuro, peguei todas as armas cientificas e o traje quimera que é chique e protege bem kkkkk

    4/5 estrelas

    The Outer Worlds

    Platform: Xbox One
    31 Players
    16 Check-ins

    2
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