maria_luiza

Put on your red shoes and dance the blues

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  • gradash Elton Gradash
    2017-02-22 19:51:44 -0300 Thumb picture
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      wildwolf · about 3 years ago · 7 pontos

      "[...] I don't think you got what it takes to be in an open world rpg."

      *cough cough* A Link to the Past *cough cough*

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      guilherme_gondin · about 3 years ago · 2 pontos

      Meio errado o principal de Skyrim não entender o preço de matar uma galinha XD

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      phillcs · about 3 years ago · 2 pontos

      Querendo "ensinar o Padre a rezar a missa"... Heheheh.

  • joanan_van_dort Joanan Oliveira Batista
    2017-02-22 21:31:48 -0300 Thumb picture
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    Post by joanan_van_dort: <p>#img#[402135]</p><p>Xaruto...</p><p>...Poquenãos

    Xaruto...

    ...Poquenãos

    hahahahahahhaahahha

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      manoelnsn · about 3 years ago · 4 pontos

      As piadas da turma da mônica são sempre boas, ahuehauheuaha

      PS: as da clássica, claro

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      santz · about 3 years ago · 4 pontos

      Como assim eles falando da Turma da Mônica Jovem? Pode isso?

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      katsuragi · almost 3 years ago · 3 pontos

      PORRA, MAURICIO

  • gradash Elton Gradash
    2017-02-20 14:26:53 -0300 Thumb picture
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      jessie · about 3 years ago · 1 ponto

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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      caramatur · about 3 years ago · 1 ponto

      Os dois últimos são fodas, hahahaha.

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      fpsdungeon · about 3 years ago · 1 ponto

      Haha, é assim mesmo.

  • 2017-02-20 16:52:36 -0300 Thumb picture
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    [Álbuns] #5 - The Number Of The Beast (Iron Maiden)

    E o álbum de hoje é de uma das maiores instituições do heavy metal, uma das bandas mais queridas e com muitos fãs fervorosos aqui no Brasil, Iron Maiden.

    E entre os muitos discos excelentes dessa banda, decidi ir um pouco pelo óbvio e pegar o provavelmente mais famoso deles, que marcou o início de uma nova fase: The Number of the Beast.

    Sendo o terceiro álbum da banda, o primeiro com Bruce Dickinson e o último com Clive Burr, foi o primeiro a chegar ao primeiro lugar das paradas britânicas, vendendo 14 milhões de cópias  mundialmente.

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    Ficha Técnica

    Lançamento: 22 de março de 1982

    Gravação: Janeiro a fevereiro de 1982, no Battery Studios, Londres

    Gênero: Heavy metal

    Duração: 39:11

    Gravadora: EMI

    Produtor: Martin Birch

    Músicos:  Steve Harris – baixo, segunda voz,

                        Dave Murray – guitarra,

                        Clive Burr - bateria,

                        Adrian Smith – guitarra, segunda voz,

                        Bruce Dickinson – voz.

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    História

    No ano de 1981, o Maiden já era uma das principais bandas da Nova Onda do Metal Britânico (NWOBHM), com dois álbuns lançados, bem conhecidos no circuito europeu e com relativo sucesso no Japão e Estados Unidos. 

    Entretanto, o vocalista Paul Di'anno, que era visto como um punk dentro do meio metal, já mostrava sinais de desgaste devido às extensivas turnês e seu comportamento auto-destrutivo. Além disso, Steve Harris estava começando a ter novas ideias para a banda, que necessitariam de alguém com maior alcance vocal.

    Assim, Di'anno é demitido e Steve chama o vocalista da banda Samson, que já havia tocado várias vezes com o Maiden no circuito dos pubs ingleses, Bruce Dickinson.

    A performance operística de Dickinson o fez um ícone metal imediato, desafiando até Rob Halford, e ajudando a elevar a banda às alturas. Falando no Judas Priest, a sonoridade do Maiden foi fortemente influenciada pelo seu material do final dos anos 70, com ritmos agressivos, alternância entre as duplas guitarras e vocais poderosos de alto alcance.

    Com uma intensidade sonora que não comprometeu a excelente técnica dos músicos, o álbum é uma coletânea de canções icônicas, onde o nível de composição de Harris se torna ainda mais ambicioso, abandonando em grande parte a violência das ruas e partindo para temáticas históricas, de ficção científica e terror. Diferentemente do álbum anterior Killers, nenhuma música era alguma sobra pronta, dando à banda um verdadeiro novo começo.

    Sendo muito bem recebido na Europa, a situação foi diferente nos Estados Unidos, onde The Number of the Beast criou grande controvérsia com os conservadores por utilizar temáticas religiosas em algumas das composições e na arte da capa, gerando acusações de satanismo contra a banda. Entretanto, isso acabou funcionando como publicidade gratuita, alavancando ainda mais as vendas do álbum.

    (Ahh Rock N Roll... Desde o Elvis causando polêmica rsrsrs)

    A banda alega que nenhum deles possui qualquer ligação com assunto, e a ideia da adoção da temática iniciou quando compuseram a faixa título do álbum (conto essa história logo ali em baixo), pensando que poderia ser algo engraçado, e não levado tão a sério.

    Apesar disso, dizem as lendas que diversos incidentes estranhos ocorreram durante a gravação, como luzes que acendiam e apagavam sem motivo aparente e um equipamento que se quebrou misteriosamente. Estes incidentes chegaram ao seu clímax quando o produtor Martin Birch bateu seu automóvel contra um ônibus com, se não me engano, seis freiras. O custo do conserto de seu carro foi de exatamente 666 libras esterlinas.

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    Capa

    A imagem da capa, assim como nos álbuns anteriores, foi feita pelo ilustrador Derek Riggs. O design original possuía uma coloração acinzentada (como a imagem no começo desse post), mas devido à um erro de prensagem, acabou sendo lançado com um fundo azul, deixando a imagem mais colorida.

    Uma curiosidade é que durante a turnê desse álbum o até então baterista da banda francesa Trust, Nicko McBrain, foi convidado para se fantasiar do demônio da capa e encenar junto com o Eddie no palco. No ano seguinte ele assumiria as baquetas da banda.

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    Músicas

    Antes de ir para o que interessa, só mais um pequeno detalhe.

    Segundo entrevistas, Bruce estava fortemente envolvido na composição de várias das faixas do álbum, especialmente "Children of the Damned", "The Prisoner" e "Run to the Hills". Porém, devido a assuntos contratuais com sua banda anterior, ele não poderia assinar nenhuma das novas músicas, fazendo com que ele apenas realizasse "contribuições morais", ajudando na construção das canções.

    Praticamente todos os créditos de composição vão para Steve Harris, com algumas parcerias dele com Adrian Smith e Clive Burr.

    1. Invaders (3:25)

    Uma acelerada música de abertura com a letra fazendo referência ao tempo das navegações vikings, já possui um pouco do estilo de baixo galopante que se intensificaria em músicas futuras.

    2. Children of the Damned (4:35)

    A mais melódica do disco, lenta porém pesada, nos moldes das canções mais suaves de Ronnie James Dio no Sabbath e Rainbow. A letra é inspirada no filme de ficção científica e terror de 1964 com o mesmo nome escrito por John Briley.

    3. The Prisoner (6:04)

    Bruce Dickinson teve a ideia inicial para essa música a partir da frase "I'm not a number, I'm a free man" tirada de uma série de TV britânica de mesmo nome, em que um ex-agente secreto é raptado e levado para uma estranha prisão. 

    Uma curiosidade é que o trecho inicial da música foi retirado diretamente do seriado, com o produtor tendo ligado para o criador Patrick McGoohan e pedido autorização para o uso.

    4. 22 Acacia Avenue (6:37)

    Uma das músicas que foge da temática geral do disco, é uma continuação da música "Charlotte The Harlot" do primeiro álbum. Segundo Adrian Smith, esse seria o endereço de Charlotte, uma garota de programa que supostamente vivia no número 22 da Avenida Acacia.

    5. The Number of the Beast (4:52)

    Escolhida para dar nome ao álbum, a história contada nessa faixa surgiu a partir de um pesadelo recorrente de Steve Harris. O início climático, com uma narração inicial e uma parte cantada finalizada por um grito antes de ir para a sessão mais acelerada, foi moldado pelo produtor Martin Birch, que segundo Bruce o fez gravar essa única parte por cerca de quatro horas seguidas

    Apesar da polêmica, a letra da música não cultua o diabo ou coisa do tipo, e sim conta uma história de terror assim como Sabbath sempre fez. Claro que eles imaginavam que havia a hipótese de dar alguma polêmica, especialmente nos EUA, mas eles obviamente não se preocuparam com isso.

    6. Run to the Hills (3:54)

    Sendo escolhida como single para ser lançada antes do álbum, foi o primeiro da banda a entrar no Top 10 Britânico. Um hino que narra os conflitos entre nativo-americanos e os invasores ingleses, possuindo um ritmo galopante comandado pelo baixo de Harris, algo que se tornaria característico da banda.

    7. Gangland (3:48)

    Um conto das ruas que não teve Harris na composição da letra, juntamente com 22 Acacia Avenue é uma exceção temática ao disco, trazendo as leves influências punk deixadas por Paul Di'anno.

    8. Hallowed Be Thy Name (7:14)

    E para finalizar um hino, uma das favoritas de alguns membros da banda, Hallowed Be Thy Name entra inteiramente na definição de um épico. Narra a história de um prisioneiro prestes a ser enforcado refletindo sobre seus últimos momentos de vida, apresentando uma das letras mais filosóficas de Harris.

    Com um início bem climático que abre para sequências instrumentais memoráveis e uma profunda interpretação de Dickinson, consegue transitar suavemente entre as mudanças de tempo, e nas performances ao vivo costumava acelerar cada vez mais até o final. (Chegando perto do ridículo segundo Bruce rsrs)

    A versão remasterizada do disco lançada em 1998 ainda trouxe como extra a música Total Eclipse.

                               -------------------------//-----------------------

    Então é isso.

    Um clássico do Iron Maiden para deixar sua semana mais metal, uma boa pedida para uma preparação mental antes do carnaval hahaha.

    Queria deixar como última recomendação o episódio da série de documentários Classic Albums que fala desse disco. Tirei várias coisas desse texto de lá, incluindo as imagens do Nicko e do Mustaine. Confere lá que tem algumas outras histórias e fatos bacanas.

    Dica: tem até no YouTube, o legendado em português está faltando uma parte mas acha inteiro em inglês.

    Abraços.

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      volstag · about 3 years ago · 2 pontos

      Uma curiosidade interessante é que o nome verdadeiro do Bruce Dickinson é Paul também.

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      ogawara · about 3 years ago · 2 pontos

      Clássico!

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      diegomatias · about 3 years ago · 2 pontos

      Já tenho um álbum pra ouvir no caminho pro trabalho. Obrigado!

      1 reply
  • 2017-02-17 19:08:33 -0200 Thumb picture
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    [Filmes] #4 - Philadelphia

    E a indicação de filme de hoje é esse filme do gênero drama lançado em 1993, dirigido por Jonathan Demme (de O Silêncio dos Inocentes) e estrelado por Tom Hanks e Denzel Washington: Filadélfia.

    Considerado uma das primeiras produções comerciais de Hollywood a abordar temas como HIV, homossexualidade e homofobia; o filme recebeu dois Oscars (entre cinco indicações), dois Globos de Ouro, um Grammy para a música tema Philadelphia escrita por Bruce Springsteen e um prêmio BAFTA.

                                          -----------------------//-------------------    

    Sinopse

    Andrew Beckett (Tom Hanks) é um promissor advogado que trabalha para um tradicional escritório da Filadélfia. Após seus superiores descobrirem que ele é portador do vírus da AIDS, Andrew é demitido da empresa.

    Beckett vai então atrás da justiça para entrar com um processo contra a firma. Porém, acaba tendo como única ajuda o advogado Joe Miller (Denzel Washington), famoso por processar grandes empresas por danos físicos e morais à cidadãos comuns, mas que é homofóbico e acaba tendo que lidar com seus próprios medos e preconceitos durante o julgamento.

    Obs: Se não escorrer pelo menos uma lágrima durante a cena final em que toca a música do Neil Young... Provavelmente você não tem coração amiguinho... Porque até eu que dificilmente me emociono, choro só de ouvir a música XD

                                          -----------------------//-------------------- 

    Segundo o IMDB, 53 atores gays apareceram em várias cenas do filme. No ano seguinte, 43 deles morreram devido a complicações resultantes da AIDS.

    O ator Tom Hanks precisou perder 12 quilos para interpretar o personagem no estágio mais avançado da doença.

                                         -----------------------//-------------------- 

    Então é isso.

    Texto mais curto que o último porque estou tendo que arrumar minhas malas rsrs.

    Lembro a primeira vez que vi esse filme, que apesar de ter várias cenas bem difíceis e dolorosas, e se passar boa parte em um só cenário, me cativou fortemente até o final.

    Brilhante atuação de ambos Hanks e Washington , além de uma excelente trilha sonora que, além do Bruce Springsteen, também tem nomes como Neil Young e Peter Gabriel.

    Abraços.

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      tinahorta · about 3 years ago · 3 pontos

      Também gosto do filme. Essa é uma época em que eu ainda acreditava na premiação do Oscar. A cerimônia parecia uma eternidade e era sensacional, rs. Tom Hanks levaria a estatueta para a sua casa dois anos seguidos. Merecidamente! ;-)

      2 replies
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      herics · about 3 years ago · 2 pontos

      Não conhecia esse filme, já botei na minha lista

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      ogawara · about 3 years ago · 2 pontos

      Adoro a música tema. :)

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  • jessie Jéssica Nicoletti
    2017-02-16 16:46:33 -0200 Thumb picture
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    Post by jessie: <p>glacia sempre foi minha favorita mesmo.#img#[400

    glacia sempre foi minha favorita mesmo.

    Pokémon Super Mystery Dungeon

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      waterstill · about 3 years ago · 2 pontos

      Sou Eevee + Flareon + Espeon

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      bakujirou · about 3 years ago · 2 pontos

      Acho que puxo mais pra lado Espeon mermo. :X

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      felipefabricio · about 3 years ago · 1 ponto

      meu favorito é o eevee e eu tenho medo

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  • 2017-02-15 01:54:14 -0200 Thumb picture
    maria_luiza checked-in to:
    Post by maria_luiza: <p>E lá vamos nós para o topo novamente huehuehue @
    Tetris

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    E lá vamos nós para o topo novamente huehuehue @tetrisoldschool

    Provavelmente minha última contribuição, pelo menos por agora, pelos próximos meses vou estar meio ocupada... Vou dar um tempinho para vocês no tetris hehehe

    26
  • 2017-02-14 16:04:22 -0200 Thumb picture
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    [Biografia Musical] #3 - Cream

    Antes de começar, você que acompanhou os posts que eu fazia no meu perfil pessoal sabe que eu já falei dessa banda, mas como muito tempo passou desde então, achei justo fazer um post mais completo aqui na persona. Enjoy!

                                            --------------------//----------------

    Então a biografia musical de hoje é dessa banda considerada a pioneira nos formatos de supergrupo  e power trio, formada pela "nata" (crème de la crème) dos músicos da época: Cream.

    Para analisar a origem dessa banda, primeiramente vamos ver um pouco de cada um de seus membros: Jack Bruce, Ginger Baker e Eric Clapton.

    A começar pelo mais famoso deles, a primeira grande banda do guitarrista Clapton foi os Yardbirds, a qual acabou saindo antes da banda começar a fazer sucesso (essa inclusive teve nomes como Jeff Beck e Jimmy Page em formações posteriores). Após os Yardbirds, foi tocar com John Mayall’s and the Bluesbreakers, ficando bem famoso na cena inglesa e sendo até chamado de "deus da guitarra".

    Enquanto isso, Baker e Bruce tocavam juntos no Graham Bond Organization, uma banda mais importante na cena local, mas que já mostrava o alto nível técnico de ambos músicos. Principalmente de Baker, que tinha uma grande influência de jazz, e era considerado um dos melhores bateristas da época.

    Jack Bruce conhece Clapton ao tocar por um curto período com os Bluesbreakers. Entretanto, foi Ginger Baker quem teve a ideia inicial de fazer uma banda com Clapton, que decidiu convidar seu amigo Bruce para ser baixista e vocalista principal. Mas logo de início os problemas começam, pois Ginger, apesar de já ter tocado com Bruce, tinha sérios problemas com o cara. Os dois viviam brigando e quase não aceitaram o fato de estarem juntos novamente em uma nova banda.

    No começo, Clapton tinha a ideia de fazer um quarteto ao invés de um trio, com Steve Winwood nos teclados, fator que daria mais espaço e segurança para ele solar com a guitarra, e também poderia ajudar a equilibrar o clima de tensão entre os outros dois membros. Entretanto essa parceria não deu certo, e Clapton só foi conseguir tocar com Steve anos depois em outro projeto, o Blind Faith.

    Voltando ao Cream, como os três eram membros de outras bandas naquele momento, começaram a ensaiar em segredo. Isso até Baker contar sobre o projeto em uma entrevista e a banda acabar tendo que começar a fazer shows em julho de 1966, antes mesmo do lançamento do primeiro álbum. 

    (A banda mal havia começado, e Bruce já tinha chamado Baker para a briga por causa desse deslize. E quando eu digo que eles brigavam, era na porrada mesmo. Enfim, voltando.)

    Logo de cara, já se destacam pelo som diferente que faziam, uma mistura de influências do rock blues, com uma pitada de jazz e psicodelia. Com um curto repertório em mãos, a banda é obrigada a fazer longas versões das músicas para prolongar o show, popularizando as hoje conhecidas como 'jam sessions'. Esses podem ser considerados os dois principais fatores musicais que a banda deixou como influência para o mundo.

    Em dezembro de 1966, eles finalmente lançam seu primeiro álbum: Fresh Cream.

    O álbum, apesar de não ter nenhuma composição de Clapton e vários covers de blues, consegue chegar ao Top 10 das paradas britânicas. Algumas músicas interessantes para se citar são: a balada 'Dreaming', 'I'm So Glad' que é uma ótima música apesar da letra simples, e 'Toad' que foi uma das primeiras músicas de estúdio a ter um solo de bateria.

    Mas o destaque mesmo fica com 'I Feel Free', composta por Jack Bruce, pode ser considerada a principal faixa do disco. Com suas harmonias vocais e uma sonoridade única, encaixou e foi abraçada pelo movimento hippie que estava em seu auge.

    Com isso, a banda que no primeiro álbum era mais voltada ao blues, começa a cair para o psicodélico, fato que fica bem expressivo no próximo álbum. Aliás, o lançamento deste segundo disco chegou a ser adiado para que a capa fosse refeita, inserindo uma nova arte multicolorida que desse uma imagem para a banda que a conectasse ainda mais ao som psicodélico.

    Assim, em 2 de novembro de 1967, é lançado Disraeli Gears, um álbum que eu particularmente considero perfeito do início ao fim. (E que eu até faria um faixa a faixa aqui, mas vamos deixar isso para a "sessão álbuns")

    Gravado nos EUA, o disco atinge o Top 5 das paradas, e a banda faz uma turnê no país para sua divulgação, onde toca em estádios com longas jams para que o show alcançasse duas horas de duração.

    Nesse álbum tem simplesmente o maior hit da banda, e um dos maiores riffs de guitarra da história, 'Sunshine of your Love'. (Saudades Guitar Hero)

    Outros destaques desse álbum, na minha opinião, são: Strange Brew, World of Pain, Dance The Night Away, Tales Of Brave Ulysses, SWLABR e Take It Back, que era uma clara crítica à Guerra do Vietnã, mostrando mais uma vez a ligação da banda com a contracultura e com os EUA.

    No ano seguinte, em 1968, eles já eram comparados às grandes bandas da época, como The Who e Beatles. Lançam então, em agosto daquele ano, seu terceiro álbum Wheels of Fire, um disco duplo que foi gravado metade em estúdio e metade ao vivo.

    Sendo um álbum ainda mais experimental, acabou passando mais baixo no radar da crítica comparado aos anteriores, e possui várias músicas menos lembradas como 'Sitting On Top Of The World' 'Deserted Cities of the Heart'.

    Mas isso não significa que ele não tenha feito sucesso, já que tem duas músicas que se tornaram grandes: White Room, uma das minhas favoritas, e um cover do lendário Robert Johnson, em 'Crossroads'.

    Para divulgar o álbum, a banda faz uma turnê de 5 meses, e os problemas começam a se agravar. Um dos principais e mais curiosos fatores era a competição entre Baker e Bruce no estilo "quem toca mais alto", com Bruce adquirindo uma enorme parede de amplificadores, só com a intenção de irritar o baterista.

    Todo esse clima de brigas e "infantilidade", acaba sendo um dos fatores que fazem Clapton começar a perder interesse pela banda. Outro ponto foi o surgimento da The Band e do estilo 'Americana', que começou uma nova onda musical para além do blues. Sem falar do fato que, em 1968, Clapton é convidado para tocar com os Beatles no White Album, e lá se torna um amigo próximo de George Harrison que futuramente o convidaria para outras parcerias.

    Com dois membros que não se suportam, e um terceiro membro sem ânimo para intermediar, a banda decide lançar fazer uma última turnê e encerrar as atividades.

    Os últimos dois shows, feitos no Royal Albert Hall, foram gravados e mostram uma banda cansada, desgastada e sem ânimo para tocar. (É só olhar a cara do Jack no começo do vídeo para ter uma ideia)

    Os shows dessa turnê, inclusive, têm entre as bandas de abertura o Deep Purple, Taste e Yes, todas no início de carreira, e que receberam influências do Cream mesmo seguindo vertentes diferentes.

    Em 1969, já após o término da banda, é lançado o último álbum com nome e capa bem irônicos: Goodbye.

    Com apenas 30 minutos de duração, três versões ao vivo de músicas previamente lançadas e três inéditas, o álbum foi mais feito por pressão da gravadora do que por vontade da banda.

    A partir daí, cada um segue o seu caminho, com Eric e Ginger ainda chegando a tocar juntos no Blind Faith, mas que logo após sua curta duração, separou os três músicos definitivamente...

                                           --------------------//------------------

    Isso até 2005, quando eles fizeram quatro shows de reunião na casa em que haviam se despedido, Royal Albert Hall, lançando um disco ao vivo e um dvd compilando as quatro noites.

    Poderia ser um sinal de uma volta, mas foi só uma semana para ficar para história. Atualmente, com o falecimento de Jack Bruce em 2014 e Ginger com a saúde bem debilitada, pode se considerar a história do Cream encerrada.

                                                --------------------//----------------

    Então é isso.

    Apesar da curta duração de pouco mais de dois anos, o Cream foi uma banda muito importante como um power trio e jam band. Influenciou e foi influenciada pelo jazz, blues, psicodélico e até progressivo.

    Após ela, o guitarrista Eric Clapton se aventurou em diversos outros projetos como o já citado Blind Faith, o Derek and the Dominoes, além de sua extensa carreira solo. Assim, entre todas essas, qual fase do Clapton é a sua favorita?

    Abraços.

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      igor_park · about 3 years ago · 2 pontos

      O riff de sunshine of love não sai da cabeça e foi criado no baixo essa música

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      onai_onai · about 3 years ago · 2 pontos

      Não sei bem qual fase do Eric Clapton foi a melhor pois nunca escutei a discografia dele. Mas tem uma música dele que acho muito foda, e é uma das melhores que ouvi na vida: Layla. Escutei ela pela primeira vez no filme Os Bons Companheiros, outro filme doideira. Eis a música, mas na certa você deve conhecer: https://www.youtube.com/watch?v=3n92zksrhbc

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  • 2017-02-09 22:44:37 -0200 Thumb picture
    maria_luiza checked-in to:
    Post by maria_luiza: <p>O ranking do Tetris está meio parado por esses d
    Tetris

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    O ranking do Tetris está meio parado por esses dias... Então vamos dar uma movimentada nisso hehehe

    @tetrisoldschool

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      riki_samejima · about 3 years ago · 5 pontos

      Menina tetriseira, não dá uma folga, tá loko...

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      santz · about 3 years ago · 4 pontos

      :OOOOOOOOOOOOOOOOOO

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      ryuuzaki · about 3 years ago · 4 pontos

      Caraca! Essa menina deve ser biônica do Tetris O.O

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  • 2017-02-09 19:39:04 -0200 Thumb picture
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    [Álbuns] #4 - Houses Of The Holy (Led Zeppelin)

    E o disco de hoje é o meu favorito da maior banda de rock n' roll de todos os tempos, Led Zeppelin com seu 5º álbum de estúdio, Houses of the Holy (o primeiro sem numeração rsrs).

    Desde seu lançamento o álbum foi certificado pela RIAA, nos Estados Unidos, como 11 Discos de Platina, por ter vendido uma quantidade superior a 11 milhões de cópias. Também foi classificado em 148° lugar na lista dos 500 melhores álbuns da revista Rolling Stone.

                                                     ----------------------//------------------

    Ficha Técnica

    Lançamento: 28 de março de 1973

    Gravação: Janeiro a Agosto de 1972

    Gênero: Hard Rock, Blues Rock, Folk Rock e Rock Progressivo

    Duração: 40:58

    Gravadora: Atlantic Records

    Produtor: Jimmy Page

                                             ------------------------//------------------

    História

    O álbum foi gravado em vários lugares diferentes, sendo boa parte dele em uma antiga propriedade rural de Mick Jagger em Berkshre, utilizando o estúdio móvel dos Rolling Stones.

    Este foi o último álbum do Led Zeppelin lançado pela gravadora Atlantic Records antes de formarem sua própria gravadora, Swan Song Records, em 1974. Foi também o único álbum da banda a conter todas as letras completas impressas no encarte.

    Musicalmente falando, ele representa um ponto de virada para o Led Zeppelin, onde começaram a usar mais camadas e técnicas de produção para gravar suas canções, além de mais experimentações em diferentes estilos.

    Foi também durante a turnê desse disco que o Led gravou seu famoso álbum ao vivo e filme, The Song Remains The Same.

                                               ------------------------//-----------------

    Capa

    A capa do álbum foi inspirada no final do livro "Childhood's End" de Arthur C. Clarke, e combina várias fotos tiradas na "Calçada dos Gigantes" na Irlanda do Norte.

    A capa foi criada pelo grupo de designers Hipgnosis, famoso por criar várias capas de rock excêntricas como boa parte das do Pink Floyd, várias do Genesis, UFO, ELO e do próprio Zeppelin.

                                                ---------------------//---------------------

    Músicas

    E se tratando de provavelmente o álbum mais variado da banda, cada faixa merece uma atenção especial.

    1. The Song Remains The Same (5:29)

    "Any little song that you know / Everything that's small has to grow"

    E já começando com o "épico" do disco, uma porrada hard rock com elementos de progressivo, com um ritmo acelerado que diminui nas partes cantadas e depois volta. Com destaque para o solo do Jimmy Page próximo dos três minutos que é sensacional.

    A versão que coloquei primeiro é do famoso filme/show, de 1976, que recebeu o mesmo nome da música. Mas recomendo muito escutarem a versão de estúdio depois, que tem bem mais camadas instrumentais, incluindo duas linhas de guitarra e uma linha baixo sensacional.

    2. The Rain Song (7:39)

    "This is the springtime of my loving / The second season I am to know / You are the sunlight in my growing / So little warmth I've felt before"

    E depois dessa porrada, o disco vai para simplesmente UMA DAS COISAS MAIS LINDAS QUE EU JÁ OUVI EM TODA MINHA VIDA. Desde a introdução calma no violão, os vocais suaves do Robert Plant, ao solo onde a música explode com vários instrumentos de corda, todo o arranjo, essa música é simplesmente perfeita

    Uma outra versão excelente dessa música foi feita, acústica, em 1994 por Page e Plant.

    Toda vez que escuto me pergunto: Como esses caras, que na época estavam no auge do "sexo, drogas e rock n' roll", conseguiram fazer algo tão lindo?

    Enfim, continuando.

    3. Over The Hills And Far Away (4:51)

    "Many is a word that only leaves you guessing / Guessing about a thing / You really ought to know"

    Mais uma música com mais de um "momento", começando acústica com uma pegada bem folk e antes da metade partindo para aquele hard rock bem estilo Zeppelin.

    4. The Crunge (3:18)

    "Tell me baby what you want me to do! / You want me to love you, love some other man too? / Ain't gonna call me Mr. pitiful, no!"

    Quase que uma peça de disco music, uma música bem atípica com um compasso esquisito, uma guitarra 'funkeada', um baixo comandando a música, e outros instrumentos, que não consegui identificar na verdade, mas que criam um efeito curioso. Se não fosse a voz do Plant talvez nem daria para dizer que é uma música do Led Zeppelin.

    Parece uma música totalmente fora de contexto mas que, na minha opinião, funciona bem nesse álbum. Se estivesse em qualquer um dos anteriores provavelmente não daria certo.

    5. Dancing Days (3:43)

    "I said it's alright, you know it's alright/ I guess it's all in my heart"

    Apesar do nome, e diferentemente da anterior, essa música não tem nada de 'dance' e que, não, não tem nada a ver com aquela novela brasileira dos anos 80 hahaha

    Pode-se dizer que é até uma música meio repetitiva, principalmente comparada com as demais mais experimentais, mas não deixa de ser muito boa e cativante.

    6. D'Yer Mak'er (4:23)

    "But I still love you so, I can't let you go / I love you, oh baby, I love you"

    E quando eu disse que esse disco é cheio de experimentações com diferentes estilos musicais, eu não estava brincando, principalmente nessa e na próxima música. D'Yer Mak'er é, praticamente, um reggae, talvez um pouco mais pesado, principalmente devido à batida forte do Bonham, mas com vários elementos desse estilo claramente presentes.

    Uma curiosidade é que a expressão 'D'Yer Mak'er' vem de uma antiga piada que faz trocadilho sobre sua pronúncia no inglês britânico, que soa similar a "Jamaica", mas também pode ser confundido com "did you make her". 

    A primeira vez que eu ouvi essa música eu tive a forte impressão dela me ser bem familiar... Eu tenho quase certeza que alguém a regravou e foi essa versão que eu ouvi em algum momento da minha vida... Mas até hoje (felizmente) eu não descobri quem foi.

    7. No Quarter (7:03)

    "They choose the path where no one goes / They hold no quarter"

    Essa foi difícil de procurar uma definição. Pode-se dizer que o principal nela são os teclados, com um som que eu penso como "aquático", é difícil definir. Junto com a guitarra e os vocais meio sintetizados, meio cavernosos, criam um clima que eu definiria como uma "neblina", algo meio nebuloso. 

    Uma mistura de hard rock, com progressivo e psicodelia, que inclusive me fez dar uma definição um tanto quanto psicodélica para o som haha Mais uma figura meio atípica, que se estivesse em um dos álbuns anteriores talvez não funcionasse.

    8. The Ocean (4:31)

    "Singing about the good things and the sun that lights the day / I used to sing on the mountains, has the ocean lost it's way?"

    E o álbum termina com a música mais "tradicional" dele. Com uma base bem hard rock, um riff cativante, forte influência de blues e aquele vocal rasgado do Plant, a música poderia soar até normal demais para estar nesse disco, mas a sessão acapella na metade, e a virada de ritmo mais no final, demonstram que ela também possui leves toques experimentais. Um excelente encerramento.

                                             ----------------------//---------------------

    Então é isso.

    Eu sei que esse texto ficou gigantesco e que eu quase escrevi um livro para cada música, mas é que não teve jeito. Cada faixa desse disco é tão única, tão bem gravada, tão diferente, que não tem como não dar atenção para elas.

    Além disso, esse é um álbum extremamente especial para mim, tanto que eu até tenho a capa dele pendurado na parede do meu quarto. (Confira na foto que eu postei do desafio cara limpa, aqui)

    Se você leu até aqui, comenta aí qual é para você o melhor disco do Led Zeppelin. Eu particularmente fico bem dividida entre esse, o II e o IV.

    Abraços.

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      onai_onai · about 3 years ago · 2 pontos

      Foda! Foda! Foda demais! Esse aí foi o primeiro álbum do Led Zeppelim que escutei e também é meu preferido. Dancing Day's é também a música que mais gosto da banda, curiosamente Led Zeppelim é também a banda de rock que mais aprecio também, seguida de Legião Urbana. Quem regravou a D'yer Mak'er foi a Cláudia Leite, ainda quando ela era da banda Babado Novo, eu nem gostava e nem gosto mas tocava tanto por aí que era obrigado a escutar. Sorte sua não ter ouvido. Lembro que eu ficava puto quando estava ouvindo a versão original e vinha um maluco e falava: - Olha, a música do Babado Novo!

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      diegomatias · about 3 years ago · 2 pontos

      Acho que The Song Remains The Same é a faixa de abertura mais poderosa de todos os discos do Zeppelin. Esse álbum é sensacional e tem um fato curioso, infelizmente não sei onde eu li (deve ter sido na wikipedia): George Harrison chegou pro Page e falou "caras, a banda de vocês é sensacional mas vocês não tem nenhuma balada!" - não sei se ele ouviu o Led II, mas enfim.

      Em retribuição à sugestão do Harrison, Page compôs The Rain Song e a introdução dela usa os dois primeiros acordes de "Something" dos Beatles, composta por Harrison, um acorde maior, seguido do mesmo acorde com 7ª aumentada.

      Depois que eu soube dessa história, as duas faixas, do Zeppelin e dos Beatles ganharam uma ligação foda.

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      lgd · about 3 years ago · 2 pontos

      Pra mim, não o melhor, mas meu preferido é o IV junto ao Physical Graffiti. Ótimo texto.

      2 replies
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