marcusmatheus

Enfrentando perigos e salvando o mundo desde 1987...

Você não está seguindo marcusmatheus.

Siga-o para acompanhar suas atualizações.

Seguir

  • volstag Guilherme De Assis Pinto
    2018-07-15 12:17:39 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    volstag fez um check-in em:
    <p>Acho que já faz uma semana e pouco que eu termin - Alvanista
    Choplifter!

    Plataforma: Master System
    340 Jogadores
    4 Check-ins

    Acho que já faz uma semana e pouco que eu terminei, e esqueci de ”checkinhar” aqui, o jogo tem 3 fases e depois você joga as mesmas com a dificuldade um pouco maior, e com cores simulando que você estaria em outro horário.

    A primeira já chega na bordoada, aqui não tem essa de ”vá se acostumando com os controles”, a pegada é violenta, se dormir demais no chão recuperando os prisioneiros, vem o tanque e te explode sem dó.

    A terceira sempre foi o meu verdadeiro desafio, que na infância eu nem sonhava em passar, se trata de uma caverna onde tudo que você esbarra é mortal, felizmente agora eu consegui passar, mas claro que não antes de morrer muito.

    Ahh sim, antes que eu me esqueça, vai que daqui uns anos algum jogador inusitado dê uma lida nisso quando estiver jogando esse jogo, fica a dica, metralhar antigos cativeiros fazem o Super Homem sair de lá, bizarro demais eu sei, e conta pontos extras.

    Bom, após as três fases iniciais, vem a segunda rodada, a próxima então, é a primeira, só que a noite.

    Em seguida temos então a segunda fase, a do mar, mas ela está num tom que lembra um entardecer agora.
    Essa talvez tenha sido a que o nivel de dificuldade menos mudou em relação a sua versão original.

    Bem, a fase da caverna não muda o visual, mas a dificuldade é insuportável, o numero de inimigos aumenta, e também tem mais bolas de lava explodindo do fundo da caverna, essa fase é pra quem realmente quer finalizar, tem que ter muita paciência e sorte.

    E é isso ai, agora vem o tão esperado e grandioso final cheeeeio de... texto? 

    Poxa vida, nem um mísero desenhinho?? pois é, mas tá valendo, era um desafio pessoal, eu tive essa fita e jogava a décadas atrás, e no máximo consegui passar da passava da terceira fase umas duas vezes só, então agora o sentimento de dever cumprido foi obtido hahaha, 

    34
  • mbomnis Marcelo Oliveira
    2018-07-13 12:22:11 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    mbomnis fez um check-in em:
    <p>Terminei. Very bon. Clichê para um caralho, mas - Alvanista
    Starcraft II: Legacy of the Void

    Plataforma: PC
    35 Jogadores
    32 Check-ins

    Terminei. Very bon. Clichê para um caralho, mas ótimo.

    E já comecei as missões da Nova.

    11
    • Micro picture
      marcusmatheus · 4 meses atrás · 1 ponto

      A história do primeiro StarcraftCraft é infinitamente melhor justamente por fugir destes clichês em boa parte do tempo, mas o segundo game dá um fim digno para as três raças né.

      O que me leva a preferir o segundo título no lugar do primeiro é o gameplay e os extras para jogar solo. É tanta coisa pra fazer forever alone que as vezes até me esqueço que se trata de um jogo com foco principal no competitivo e a quase 20 anos firme e forte. ^_^

      2 respostas
  • raiden Raiden
    2018-07-13 00:47:57 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    raiden fez um check-in em:
    <p><a href="http://alvanista.com/raiden/posts/36507 - Alvanista
    Salt and Sanctuary

    Plataforma: Playstation 4
    71 Jogadores
    65 Check-ins

    Conforme relatado aqui, eis um pequeno vídeo de agradecimento que fiz porque eu quis!!! O Renato não me pediu. Simplesmente me citou no vídeo dele por gentileza pura!!! E o cara merece mais de 1 milhão de inscritos. Esse  vídeo é pouco pra expressar tamanha honra que tive recentemente. Grande abraço Renatão!!! E que você mantenha a chama SoulsBorne sempre acesa na comunidade br!!!

    16
    • Micro picture
      marcusmatheus · 4 meses atrás · 2 pontos

      Poxa brother o Renato é o melhor br que faz vídeos de Dark Souls. Teve um filho a pouco tempo mas sempre retorna às fogueiras pra absorver umas almas kkkk.
      Depois que terminei DS II pela primeira vez, foram os videos dele que me mostraram o quanto de coisas eu tinha deixado pra tras kkkk. ^_^

      3 respostas
    • Micro picture
      kleber7777 · 4 meses atrás · 2 pontos

      Que legal. O cara do TaticasDS é bem simpático. Ele é um ótimo youtuber. Acompanho as dicas dele desde o DS1.
      Compartilho sua felicidade em ter te citado. :)

      1 resposta
  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2018-07-10 09:30:46 -0300 Thumb picture

    De volta à 1994: The Elder Scrolls Arena

    Medium 3649749 featured image

    Tudo começou dois meses atrás quando senti vontade de relembrar joguinhos do meu passado utilizando o you tube. Eu tinha em mente apenas assistir revisões e gameplays dos títulos mesmo – coisa simples, para saciar minha nostalgia.

    Entretanto em pouco tempo eu só consegui sentir foi muita raiva! No You Tube atualmente existe uma “cultura retro game” maldita que leva um monte de adolescente panaca à ficarem fazendo vídeos de jogos antigos que nunca se deram ao trabalho de jogar de verdade, pesquisando por informações na Wikpédia (ou nem mesmo se dando ao trabalho de pesquisar!) e falando um monte de bobagens durante um gameplay curto.

    Assisti à tantos reviews bizarros e gameplays tediosos que acabei mudando de ideia: Baixei The Elder Scrolls Arena mais uma vez e decidi que, desta vez, gravaria todo o gameplay para enviar ao youtube (ao menos, quando eu tivesse a fim de revisar o game no futuro, não seria obrigado a rodar por esses canais bizarros novamente!).

    E assim acabei fazendo: Finalizei The Elder Scrolls Arena uma vez mais (e já perdi as contas de quantas!); mas desta vez vou aproveitar para fazer um artigo bacana sobre ele, para deixar registradas minhas opiniões e também informar um pouco suas particularidades ao pessoal que nunca teve a oportunidade ou interesse de joga-lo:

    Porque diabos “ARENA” ?!

    Bem, eu imagino que a maioria das pessoas que já se interessou pelo passado (ou o início) da franquia Elder Scrolls conhece essa história, mas é muito difícil iniciar um artigo abrangente sobre o game sem falar dela, então por isso lá vai:

    O primeiro The Elder Scrolls foi concebido como obviamente seu nome previa: Seria um jogo de gladiadores lutando em uma Arena. A ideia inicial era que o jogador tivesse uma equipe de lutadores e viajasse o mundo combatendo contra outras equipes nas arenas de cada cidade até se tornar um grande campeão na Cidade Imperial.

    Nesta época o mundo usado para o jogo já era Tamriel, que nada mais foi do que um mundo da fantasia medieval criado por alguns membros da equipe de desenvolvimento para partidas em uma campanha semanal de RPG de mesa (mais precisamente falando: D & D). Durante o desenvolvimento do game a equipe ia se empolgando e mais elementos de RPG de mesa iam sendo adicionados ao game. Eles pensavam: E se você pudesse andar por essas cidades? E se você pudesse levar sua equipe para uma masmorra? E conforme o projeto ia avançando logo ficou claro que “Arena” precisava ser um game de RPG mais completo.

    Inspirado por jogos da série Ultima, Arena então passou a recriar a experiência de um RPG de papel e caneta – deixando o jogador ser quem ele bem quisesse! Uma diferença bacana é que no início você tinha uma equipe e liderava o grupo de aventureiros. Mas esse “estilo” de gameplay se mostrou pouco divertido em primeira pessoa, então a equipe de desenvolvimento optou por deixar a exploração do mundo para um personagem único.

    O MAIOR MAPA DA SÉRIE!

    Parece irônico, mas isso é verdade: Arena possui o maior mapa que a série Elder Scrolls já teve! Você tinha total liberdade para explorar todas as regiões, vilas, cidades e masmorras de Tamriel, bem como sair e explorar a vastidão do mundo “do lado de fora”. Tanto as vilas externas quanto as masmorras, residências e fazendas são geradas de maneira procedural, o que significa que, ao se colocar os pés para o lado de fora de uma cidade, você nunca saberá o que vai encontrar!

    Essa sensação de explorar algo totalmente desconhecido, cada vez que se joga o mesmo game, só é possível nos dois primeiros títulos da série – e por mais que eu tente descrever em palavras, é complicado me expressar de forma clara neste ponto, mas à mim basta resumir que é uma das características que mais gosto nos primeiros Elder Scrolls.

    HISTÓRIA IMPROVISADA E QUASE DISPENSÁVEL.

    A história do game por outro lado é basicamente uma justificativa forçada para obrigar o jogador à explorar o mundo do jogo. Como muitos elementos durante o desenvolvimento do game, é bem provável que toda a trama – e também o modo como ela se desenrola – foi totalmente improvisada para sustentar ou motivar as viagens do personagem. O texto à seguir possui expoilers apenas do início do game, então não considero prejudicial para quem nunca jogou este Elder Scrolls:

    Jagar Tharn, mago de batalha imperial de Uriel Septim, Imperador de Tamriel, traiu seu líder usando um artefato chamado Cajado do Caos para aprisionar Uriel em uma dimensão alternativa. Tharn então assume a identidade e o lugar do imperador no trono.

    Você e um dos aliados de Uriel, Ria Silmane, descobrem a traição de Tharn e ameaçam contar à todos. Tharn reativamente mata Ria e aprisiona você nas masmorras imperiais (pois te julgava fraco demais para ser uma ameaça!). Pouco tempo depois o fantasma de Ria te visita em um sonho e deposita em você suas últimas esperanças de resgatar o imperador: Sua tarefa é recuperar o cajado que o mago utilizou (o Staff of Chaos) e reverter o feitiço. Mas Jagar Tharn, sabendo que está arma era também seu maior ponto fraco e incapaz de destruir o poderoso artefato, divide o Cajado em oito pedaços e os esconde em masmorras perigosas espalhadas por todas as províncias de Tamriel.

    O jogo inicia com o espirito de Ria te ajudando a escapar de sua cela. Sua primeira missão: Escapar das masmorras da Cidade Imperial...

    Basicamente é tudo bem previsível e clichê, mas o ponto alto da trama principal são justamente as histórias individuais de cada masmorra, além dos pontos interessantes das regiões que visitamos. Muitos desses lugares serão importantes ou revisitados nos próximos jogos da série. Como exemplo, temos o Palácio Imperial e a Imperial Dungeon no Oblivion, Fang Lair em Elder Scrolls Online, Labyrinthian em Skyrim, Dagoth-Ur em Morrowind e muitos outros!

    EMPODERAMENTO DA NARRATIVA E NÃO DO JOGADOR!

    Quer saber outra grande diferença entre os dois primeiros games principais da série Elder Scrolls (Arena e Daggerfall) para os dois últimos e mais conhecidos (Oblivion e Skyrim)? O jogo não se importa com o jogador e nem se adapta ao personagem que você criou!

    Logo na primeira missão de The Elder Scrolls Arena (escapar das masmorras imperiais) é onde a maioria dos jogadores abandona o jogo!

    O que o jogo te mostra visualmente – e narrativamente – quando você inicia o game?! 

    Que você é uma pessoa fraca (personagem nv 1), sem equipamentos e provisões (sem itens, armas ou armaduras) dentro de uma masmorra escura e cheia de ratos gigantes, goblins e homens lagarto! Quais seriam suas chances de sair com vida de dentro deste lugar? Narrativamente falando: Bem poucas!

    As mecânicas do game então funcionam para empoderar a narrativa, mostrando pra você que um simples rato pode te matar! Mostrando que se você quiser dormir em qualquer canto dentro da masmorra você será atacado por inimigos! Mostrando que você é fraco!

    Morrer na masmorra inicial do game é consideravelmente simples – mesmo para jogadores experientes. Em muitos casos inclusive, o jogador não vai conseguir sair mesmo! O mapa desta primeira dungeon é simplesmente enorme, cheio de túneis, aquedutos, passagens secretas e monstros. Quanto mais você navega para o interior da masmorra, mais perigoso e difícil será sair!

    A dificuldade do game em relação as classes de personagens existentes se alinha de uma maneira muito interessante também: As classes mais indicadas para iniciar o game são as classes de ataque físico, enquanto as classes mais indicadas para se finalizar o jogo são as classes de magia. Ou seja: Uma hora ou outra, seja no início da campanha ou no final, o jogo vai dificultar as coisas pra você!

    Um exemplo super simples que posso dar é baseado no meu último gameplay: Joguei com a classe Knight, que entre suas desvantagens é impossibilitada de usar magias (mesmo que possua uma alta inteligência!). A partir do nível 10 começamos a encontrar no game criaturas que só podem ser mortas por magia e, além de tudo isso, ainda voltam à vida se derrubadas com ataques físicos! Para piorar (ou deixar tudo muito mais desafiador – como gosto de pensar!) o último chefe do jogo é totalmente imune à ataques físicos! Como eu iria mata-lo? Como lidar com os monstros que voltam à vida se mortos com golpes físicos? Essas são basicamente os desafios particulares que tive de enfrentar em troca de um início menos tenebroso nas primeiras masmorras.

    (Trolls só podem ser mortos por magia! Se derruba-los com golpes de arma, além de não receber pontos de XP pelo combate, eles ainda voltam à vida alguns segundos depois...)

    COMO FUNCIONA O JOGO?

    The Elder Scrolls Arena é basicamente um Dungeon Crawl com elementos de Role Playing. Como ele trabalha essencialmente com cenário e masmorras geradas automaticamente as possibilidades de aventuras e explorações são infinitas.

    Apenas as masmorras que fazem parte da história possuem mapas pré-determinados; todo o resto sempre será uma surpresa ao jogador. Mas fique atento: Seguir a linha principal da quest – e apenas ela – pode ser totalmente prejudicial pois o jogo não foi construído para isso! As masmorras principais são, para um personagem que progride no game em linha reta, bem desbalanceadas. A partir do quarto pedaço de cajado você irá começar a encontrar algumas das criaturas mais fortes do jogo e, se não estiver explorando além da campanha, dificilmente estará pronto para esses encontros.

    Pelo menos o jogo te permite salvar o tempo todo e praticamente quanto quiser, mas mesmo este recurso precisa ser usado com bastante atenção, caso contrário você pode literalmente ficar preso para sempre em uma dungeon difícil e nunca mais conseguir sair!

    Entretanto, verdade e justiça sejam ditas, mesmo nas masmorras principais da trama você verá o quanto complexo e massivo são os locais de exploração. O número de salas, passagens, caminhos, segredos, tesouros monstros e perigos dentro de cada lugar que você visita é incrivelmente grande. Sem usar um guia (ou ser absurdamente sortudo, claro!), pode-se ficar facilmente cerca de 2 horas em cada dungeon! Outro ponto que devemos considerar é que não dá para usar fast travel dentro das masmorras; isso quer dizer que, após duas horas de exploração, descendo andares e desbravando salas, ainda é preciso fazer todo o caminho de volta “manualmente” quando alcançar o objetivo!

    Além do tamanho geral das masmorras, muitas outras mecânicas foram criadas para fortalecer a narrativa, passar a sensação de perigo constante e risco de morte iminente; uma delas são as “Doenças”.

    Em The Elder Scrolls Arena seu personagem pode contrair doenças de certas criaturas (como ratos por exemplo, que estão presentes desde a primeira dungeon da aventura!). Ao contrário de envenenamentos, que podem ser curados simplesmente dormindo, só existem duas formas de curar doenças dentro do game: Tomando uma poção de “Curar Doença” (que é bem cara para um personagem em início de carreira!) ou indo à um templo nas cidades e solicitando uma cura espiritual (outro serviço um pouco caro, mas ainda mais barato que as poções). Se o jogador contrai uma doença, seja lá qual for o momento, seu foco deve ser cura-la o mais rápido possível, pois as doenças evoluem de modo imprevisível, até o ponto em que podem causar a morte DEFINITIVA do personagem! Se não tiver uma poção de cura à mão no momento em que contraiu uma doença, deve se dirigir para a cidade mais próxima à fim de conseguir uma rapidamente. Neste momento é preciso tomar muito cuidado com os Fast Travels uma vez que, estando o seu personagem em viajem (seja rápida ou manual) o tempo continua passando e a doença não irá parar de avançar – isso quer dizer que se o seu personagem viajar para uma cidade ou vila muito distante, pode chagar lá morto...

    Poções de resistência não são enfeites neste game – principalmente se você for um personagem com pouca defesa mágica! Os inimigos do jogo atiram magias de longo alcance como se fossem tiros de metralhadora! Elas te acertam a cada segundo e, se não for rápido o suficiente, o jogador pode morrer sem nem saber de onde vieram os “disparos”. Para deixar tudo ainda mais divertido – ou frustrante, dependendo da forma como você pode encarar isso – praticamente todos os monstros a partir da metade do jogo, até mesmo aqueles que são incrivelmente fortes em ataques físicos (como Medusas, Golens de Pedra e Vampiros) atiram magias de longo alcance. É preciso estar sempre com uma boa coleção de poções na mochila antes de partir para uma masmorra nova. No meu gameplay atual, por experiência, eu não partia para uma nova exploração com menos de 100 de cada uma das poções (Heal True, Resist Fire, Resist Shock e Resist Ice).

    Apesar de ser em primeira pessoa os combates são calculados para cada ação. Ou seja: visualmente você ira ver sua espada acertando o inimigo, mas isso não significa que ele não tenha realizado uma esquiva ou bloqueado o ataque! Existe no entanto animações e sons para quando o golpe atinge o alvo, desta forma você não fica com dúvidas sobre isso: Se estiver atacando um monstro e estiver escutando apenas o barulho de metal cortando o ar, sem nenhum sangue saltando dele, quer dizer que você está errando os ataques.

    Para atacar você deve segurar o botão direito do mouse e movimenta-lo para guiar o golpe: Cada direção de ataque (vertical, diagonal e horizontal) possui um percentual de chances de acerto e um dano base que é somado ao dano da arma. Defesa, esquiva e escudos são usados automaticamente através dos cálculos do jogo a cada ataque realizado pelo seu inimigo.

    O controle de movimento do personagem também é feito pelo mouse ou pelas setas direcionais, mas é possível trocar para o esquema WASD se você estiver emulando o título através do DOSBOX (que é altamente recomendado!).

    A trilha sonora de The Elder Scrolls Arena possui algumas músicas interessantes, mas o jogo acerta mesmo é durante as explorações das masmorras:  As músicas de mistério que tocam lá dentro são muito imersivas e somadas aos sons do ambiente e das criaturas, quase nos sentimos dentro de um survival horror. E por falar em jogos de Suvival Horror, acredito que Arena poderia facilmente se passar por um! A quantidade de sustos que a gente leve ao longo do gameplay é considerável!

    OS GUARDAS

    Porque diabos eu resolveria falar dos guardas em um capítulo único?! Bem, é porque em Arena eles possuem um comportamento totalmente diferente que no resto dos jogos da série. Se você não jogar um personagem ladrão ou não cometer algum erro e tentar forçar uma porta na cidade por engano, jamais verá um único guarda no jogo! Eles existem neste primeiro Elder Scrolls unicamente para atacar os jogadores se eles saírem dos eixos.

    Outro ponto de diferença é que os guarda em Arena não prendem os jogadores; eles simplesmente começam a te atacar até a tela de game over aparecer!

    À noite as cidades ficam bastante vazias e muitos monstros vagam livres pelas ruas e becos escuros. Nem quando você é atacado por eles os guardas aparecem para dar uma ajuda.

    Provavelmente este também seja um daqueles elementos que foram inseridos no jogo rapidamente para encorpar os elementos de RPG, mas acabou ficando capado.

    CRIANDO SUA PRÓPRIA MAGIA

    As guildas dos magos em cada uma das cidades do jogo permitem ao jogador criar todas as combinações de magia que sua imaginação permitir. A opção do criador de magia de aumentar a eficácia do feitiço com base no seu nível torna-se útil rapidamente. Feitiços podem ser baratos para ser lançados, enquanto continuam sendo poderosos, mantendo a potência inicial em 1, mas maximizando a potência por nível. Feitiços personalizados baseados em nível podem começar a superar os feitiços prontos logo no nível 4, com o benefício adicional de que eles se tornem mais poderosos à medida que você sobe de nível. Em níveis altos, esses feitiços podem se tornar completamente devastadores.

    Existem quatro magias principais que, combinadas, fornecem um plano essencialmente infalível de combate mágico. “Absorver Magia” permite que você reponha constantemente os pontos de mana dos muitos inimigos que lançam feitiços, enquanto “Refletir” mata os inimigos ao atacarem você. Você ainda receberá XP mesmo que não os ataque diretamente. Os feitiços de “Escudo” também são muito bons, pois eles não têm limite de tempo e protegem o jogador contra ataques até que o escudo seja destruído. Em níveis altos (10+), Magias gerais que causam dano podem ser muito efetivas, frequentemente matando qualquer criatura no jogo com apenas um golpe!

    Existem também certas classes de personagens para as quais o criador da magia fornecerá custos diferentes para a criação dos feitiços. Por exemplo, a classe Healer pode criar magias de cura por cerca da metade do custo em mana comum, enquanto magias de dano lhe custarão o dobro. O inverso é verdadeiro para o Mago de Batalha; magias de dano só lhe custarão metade, mas feitiços de cura serão o dobro.

    ELEMENTOS ALEATÓRIOS A CADA NOVO LEVEL UP!

    Cada vez que você sobe de nível é fornecido um número aleatório de pontos de atributos (entre 3 e 6) para distribuir como achar melhor. Seu HP máximo é aumentado pelo seu bônus de resistência, somado também à um número aleatório entre 1 e seu máximo de HP/LEVEL permitido por sua classe (os Magos só podem ganhar até 6 por level, mas os Bárbaros podem chegar à 30). Rolamentos ruins sobre atributos e ganhos de HP tornarão o jogo muito mais difícil!

    Por exemplo, as classes de guerreiros ganham mais HP em média do que as outras classes, mas seu personagem pode ficar seriamente prejudicado se suas jogadas de HP forem ruins e acabarem ficando no mesmo nível de um Mago. Isto faz com que cada nova partida seja diferente da anterior, e pode te obrigar à usar estratégias bem diferentes para se adaptar.

    MISSÕES ALEATÓRIAS

    Em The Elder Scrolls Arena todas as missões fora do arco principal são completamente aleatórias. Os nomes, locais e horários são alterados e a tarefa de cada missão pode ser de variados tipos. Entretanto cada uma delas ficará devidamente arquivada em seus registros de missões. Então após um tempo de jogo você irá ter um histórico de feitos apenas seu dentro do mundo. Estas missões podem variar de Capturar um criminoso, Recuperar ou entregar um item, até mesmo missões de resgate e escolta.

    MISSÕES DE ARTEFATO

    Esse tipo de missão é bastante rara de acontecer. Mas, às vezes, quando perguntamos sobre rumores gerais aos moradores das cidades e vilas de Tamriel, você pode ser direcionado para alguém que conhece a localização de um artefato misterioso.

    A chance de receber uma missão de artefato aumenta em 2% para cada nível de seu personagem até o máximo de 20%, e há apenas 50% de chance de um NPC falar com você sobre estes rumores. Essas missões começam da mesma forma que missões de entrega e escolta: Viaje até uma taberna, converse com o barman e será abordado pela pessoa. Você terá que pagar uma pequena quantia de ouro pela informação. A pessoa vai direcioná-lo para uma masmorra em algum lugar fora dos muros da cidade. Viaje pela masmorra e encontre o artefato.

    Algumas vezes pode acontecer de você ser indicado para uma masmorra onde a localização do artefato será informada (ou seja: No geral você terá de explorar duas dungeons para finalmente completar a missão e achar o item!).

    O artefato é escolhido aleatoriamente do conjunto de dezesseis que existem no game, menos os que você já possui. As chances de um determinado artefato ser escolhido é de 6,25%, mas alguns deles jamais irão aparecer para certas classes de personagens. Uma lista completa com os artefatos do game pode ser encontrada no manual.

    ARMADURAS, ARMAS E ITENS GERAIS

    Há uma quantidade significativa de itens que podem auxilia-lo em sua missão. São mais de 7 mil itens! É importante notar que as classes de personagem no jogo possuem limitações e se sua classe não permitir que você equipe um tipo de armadura ou escudo, você não verá esse tipo de item no inventário da loja. Por exemplo, Assassinos não podem usar armaduras de placas, então se você é um Assassino, você não verá nenhuma armadura de placas à venda em qualquer loja.

    FINALIZANDO

    The Elder Scrolls Arena é um jogo gráfica e mecanicamente datado, que em sua própria época espantou muitos jogadores pela dificuldade que apresentava. Foi também um título massivamente modificado ao longo de seu desenvolvimento e isso o fez ficar com muitos elementos inacabados e bugs.

    O game passou despercebido em sua época de lançamento, mas deu o ponta pé inicial na criação de uma das mais famosas séries de RPG open world da atualidade.

    Sua importância pra mim no entanto não deriva do seu legado (tenho a opinião de que nenhum jogo deveria ser considerado “bom” ou “must play” apenas por ter sido o começo de algo grande!). Eu realmente gosto de jogar este game e consigo perceber o quanto a equipe de desenvolvimento teve ambição com seus detalhes na época.

    Trata-se de um título que desafia o jogador a vence-lo, ao invés de ter sido criado para deixar o jogador vencer.

    Agora que finalizei mais uma vez e, pela primeira vez, consegui deixar registrado para matar a saudade no futuro, partirei para o segundo game da saga – Daggerfall (que já está devidamente instalado no meu computador!). Daqui à um mês ou dois eu provavelmente irei fazer um artigo sobre ele também. Ao mesmo tempo estou jogando The Elder Scrolls Online também!

    E apesar de eu ter apontado diferenças entre os novos jogos da série (Skyrim e Oblivion) e os antigos (Arena e Daggerfall) eu não tenho pensamento “retro gamer” sobre estes jogos. Eu gosto muito mais de Skyrim e Oblivion de uma maneira geral; mas nunca consegui deixar de jogar os primeiros títulos (Morrowind eu considero um game de transição entre a fase antiga e a nova, por isso não o classifico como “antigo” nem como “novo”. Morrowind pra mim é o “meio”).

    Se você nunca jogou e não possui preconceitos contra gráficos e mecânicas antigas, Arena é uma opção bacana para experimentar. 

    Vale lembrar que, ao contrário do que peidam por ai muitos retro gamers, jogos antigos não eram isentos de tutoriais! A diferença é que o tutorial dos jogos dessa época vinham nos manuais impressos – e não dentro do próprio jogo (como atualmente ocorre!). Por isso é altamente recomendado que, antes de iniciar sua aventura por Tamriel, você baixe o manual em PDF e leia com bastante atenção! Isso já irá te poupar de bastante dores de cabeça nas masmorras iniciais...

    The Elder Scrolls: Arena

    Plataforma: PC
    102 Jogadores
    16 Check-ins

    47
    • Micro picture
      gradash · 4 meses atrás · 4 pontos

      Uma pequena correção, ARENA e Daggerfall NÃO SÃO PROCEDURAIS.

      Eles são jogos fixos, se jogar ele 200 vezes eu vai ser igual 200 vezes, o que acontece que eles usaram geração procedural para CRIAR O MUNDO e depois colocaram o mundo para você jogar, na época era IMPOSSIBRU rodar geração procedural em real-time, o mesmo foi feito no EVE por exemplo.

      O maior problema de as pessoas falarem que é procedural é que logo todo mundo lembra de Minecraft com mundos sem nada de interessante o que é diferente do Arena e do Daggerfall que eles fizeram um "pre-render" para criar um mundo gigante, um exemplo recente é o Star Citizen que está usando a mesma técnica. O mundo é fixo e criado por designers, porém eles usam ferramentas que criam a "landmass" digamos assim para agilizar a coisa.

      7 respostas
    • Micro picture
      salvianosilva · 4 meses atrás · 3 pontos

      Muito maneiro, um dia ainda zero rs

      1 resposta
    • Micro picture
      willpolita · 4 meses atrás · 3 pontos

      Fala do proximo da serie

      3 respostas
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2018-06-20 18:11:51 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    As diferenças entre as versões de Resident Evil 2

    Em tempos onde Resident Evil 2 voltou a ser o assunto do momento, apareceu nos meus recomendados do Youtube esse video do canal do Lotus Prince onde ele nos mostra as diferenças entre as diferentes versões do game lançadas nesses 20 anos, tirando como ele mesmo cita, as diferenças em gráficos e controles e nos monstrando mudanças no próprio jogo

    O Video esta em inglês oq pode afugentar alguns, mas recomendo aos fãs da franquia dar uma olhada, se quiser da pra ativar as legendas automaticas do YT, não são perfeitas, mas quebram um galho tb  

    Resident Evil 2

    Plataforma: Playstation
    10967 Jogadores
    112 Check-ins

    29
    • Micro picture
      marcusmatheus · 5 meses atrás · 4 pontos

      A melhor versão pra mim foi a do Nintendo 64 brother (mesmo com a censura bizarra da Nintendo! - No jogo as cabeças dos mortos não explodiam, as pernas não eram arrancadas entre outras coisas...).

      O jogo possuia algumas limitações (haviam cenas em CG à menos por exemplo!), mas foi a única versão que apareceu o Randomize mode que, de maneira simplificada, misturava os itens a cada nova partida, tornando cada gameplay único (o jogo poderia ficar super difícil - com vc só encontrando munição de pistola e poucas ervas ; ou podia ficar super facil - com vc fazendo coleção de Acid Rounds e munições de magnun).

      Foi a plataforma onde mais joguei esse game e justamente por causa disso. ^_^

    • Micro picture
      thiones · 5 meses atrás · 2 pontos

      Esse canal eu só gosto do conteúdo de RE mesmo, aliás, excelente vídeo este.

  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2018-06-19 11:14:53 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 10 Games - Segundo dia!

    @desafio dos 10 games que causaram impacto em mim e que consiste em colocar uma imagem apenas, sem explicação. Um game por dia e a cada game, indicar um amigo para participar.

    The Elder Scrolls: Chapter II - Daggerfall

    Plataforma: PC
    93 Jogadores
    6 Check-ins

    19
  • salvianosilva Salviano Silva
    2018-06-19 10:21:51 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    salvianosilva fez um check-in em:
    <p>Já que tava em promoção no PC, acabei pegando. N - Alvanista
    The Elder Scrolls Online

    Plataforma: PC
    528 Jogadores
    63 Check-ins

    Já que tava em promoção no PC, acabei pegando. Não vou abandonar o do ps4.

    Curto muito MMO focado na história e no pve, coisa que adorei no ESO. A lore do jogo ta fantástica e me deu muito hype depois do anuncio do VI.

    25
    • Micro picture
      slashgoodboy · 5 meses atrás · 2 pontos

      Ainda não comecei o do PS4 praticamente, tá encostado :c

      3 respostas
    • Micro picture
      llyana · 5 meses atrás · 2 pontos

      Eu fiquei com muita vontade de comprar naquela promo, mas fiquei em dúvida se rodaria legal aqui. Pelos requisitos mínimos mesmo assim.... O jogo é pesado? E o PVE é show mesmo? Meu medo é comprar e o jogo se basear mais no pvp do que pve. As missões são boas ou é aquilo de matar tantos monstros?

      3 respostas
    • Micro picture
      marcusmatheus · 5 meses atrás · 2 pontos

      Também comprei este mês. A versão do pc tem uma tradução feita pela comunidade. Planejo começar a jogar essa semana - ao mesmo tempo que tenho jogado o Arena mais uma vez.

      2 respostas
  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2018-06-18 17:01:19 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 10 Games - Primeiro dia...

    Fui desafiado pelo brother darkhaywired que acertou em cheio: Acho que sou a única pessoa por aqui que ainda não fez isso! ^_^

    E essa é justamente a razão de eu não indicar ninguém também, afinal, acho que todo mundo já fez ou esta fazendo.

    @desafio dos 10 games que causaram impacto em mim e que consiste em colocar uma imagem apenas, sem explicação. Um game por dia e a cada game, indicar um amigo para participar.

    Castlevania II: Simon's Quest

    Plataforma: NES
    825 Jogadores
    22 Check-ins

    15
  • darkhaywired Roberto Paggi
    2018-06-17 21:00:07 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Desafio dos 10 Games - Segundo dia!

    @desafio dos 10 games que causaram impacto em mim e que consiste em colocar uma imagem apenas, sem explicação. Um game por dia e a cada game, indicar um amigo para participar.

    Desafiarei desta vez o @marcusmatheus que aparentemente não fez ainda

    Half-Life 2: Episode Two

    Plataforma: PC
    2335 Jogadores
    64 Check-ins

    23
    • Micro picture
      marcusmatheus · 5 meses atrás · 3 pontos

      Acho que sou o único por aqui que ainda nao fez mesmo brother, kkk. Valeu por marcar.

      1 resposta
  • wild_dark_shadow Nuno Gomes
    2018-06-14 20:35:11 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
Continuar lendo &rarr; Reduzir &larr;
Carregando...