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  • 2021-09-15 22:49:37 -0300 Thumb picture
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    The Animatrix

    Ano - 2003

    Número de episódios - 09

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Disponível em Prime Video - Não

    Dublagem PTBR - Sim

    Sinopse: Animatrix é uma série curta, de 9 OVAs, cada um contando uma história do mundo de Matrix, o icônico filme de 1999 estrelado por Keanu Reeves.

    ____________________________________________________________________________________

    Em 1999 saía o primeiro filme da trilogia Matrix (e convenhamos, o único bom filme da série), e sua temática filosófica misturada com ação fez a cabeça de muita gente explodir!

    Um mundo onde a humanidade está confinada dentro de uma realidade virtual enquanto servem de baterias para um exército de máquinas é deveras interessante e possui um potencial absurdo, então para aproveitar melhor isso os gringos trataram de lançar em conjunto com os japoneses 9 OVAs animados pelo Madhouse e o Estúdio 4º C, aproveitando do boom que os animes estavam tendo no mundo (com o canal Animax vindo pra cá mais ou menos nessa época).

    Cada episódio tem mais ou menos 10 minutos, e falam de histórias diferentes dentro do mundo de Matrix, muitas delas mostrando personagens clássicos dos longas, como o Neo e a Trinity. 

    O Voo de Ossíris é o único dos 9 episódios que é feito em computação gráfica

    Os episódios são dirigidos e animados por equipes diferentes, devido a isso a animação muda bastante de um capítulo para outro, o que pode parecer estranho à primeira vista, mas como eles tratam de temas distintos (com exceção dos episódios 3 e 4, que são sequências diretas, e devido a isso mantêm o mesmo estilo), isso dá até um clima diferente para cada um.

    Dentre os 9 episódios, alguns realmente se destacam perante os outros (como "O Segundo Renascer" e "Coração de Soldado"), mas no geral é uma série bem interessante de se ver. 

    Detalhe que, como ela trata de histórias dentro do universo de Matrix, é imprescindível que o espectador tenha, ao menos, visto o primeiro filme da trilogia, para conseguir compreender tudo que está passando na tela.

    Enfim, fica a dica da Velha para Animatrix, uma muito bem-vinda expansão do estonteante universo de Matrix, com a nossa idosa certamente assinando e carimbando embaixo!

    Link para uma planilha com todos as indicações do Arco aqui XD

    The Matrix: Path of Neo

    Platform: Playstation 2
    1026 Players
    8 Check-ins

    19
    • Micro picture
      volstag · about 12 hours ago · 2 pontos

      Inclusive é nessa coletânea que o Neo salva um carinha, que depois aparece no segundo ou terceiro filme, então é interessante assistir o primeiro, depois essa coleção, e aí fechar com o 2 e 3.

      1 reply
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      tiagotrigger · about 4 hours ago · 2 pontos

      Nossa, tinha 9 episódios, eu lembro de uns 4 ou 5 só. Devo ter perdido algum, esse do CG eu nem lembro.

      1 reply
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      gabriel_23 · 7 minutes ago · 1 ponto

      Assim que o filme novo estiver mais perto de ser lançado vejo esse junto com a trilogia. Lembrando que Animatrix ta disponível no HBO MAX

  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-09-15 08:36:54 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Começando o mal falado Lands of Lore 2!</p><p>#i
    Lands of Lore - Guardians of Destiny

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    Começando o mal falado Lands of Lore 2!

    E as minhas primeiras impressões realmente fizeram jus à má fama que o jogo tem. Logo de cara mudaram muita coisa do primeiro jogo, como removeram a party e o ambiente 2D, que tal como Might and Magic 6, ficou full 3D, com os NPCs e inimigos sendo sprites, seje pré-renderizados ou imagens de pessoas reais mesmo...

    O sistema de progressão tá ainda mais simplificado do que o do primeiro jogo, com os stats aumentando conforme vão sendo usados, mas a maior mudança do RPG nesse sentido ficou por conta das transformações do protagonista, que é o filho da Scotia, a bruxa vilã do jogo anterior (fico imaginando quem foi o guerreiro que teve coragem de encarar aquela véia lá...), e devido a isso pode virar ou um ogro enorme que só usa dano físico...

    Ou um calango frágil, mas especializado em magias...

    A ideia é muito boa (e usa bem o ambiente 3D que o jogo tem agora), porém tem um pequeno problema nessas transformações: ELAS SÃO ALEATÓRIAS"! Pelo que vi no manual, mais pra frente no jogo tu consegue uma magia pra se transformar como e onde quiser, mas até eu encontrar essa trolha terei de ficar me transformando ao acaso, e vai por mim: virar um calango que morre com 1 tapa não é legal quando tu não tem MP e está enfrentando uns 2 bichos ao mesmo tempo... Isso me lembrou aquele status horrível do Ness em Earthbound, onde o fedelho ficava com saudade da mamãe e botava tudo a perder nas batalhas e esse tipo de coisa sempre dá errado...

    Lands of Lore 2 também é cheio de CGs (pelo ano do jogo, 1997, possivelmente ele também sofreu o impacto de FFVII) e tem várias opções gráficas, tem possibilidade de aceleração por hardware e até mesmo de áudio digital, então é um jogo bem à frente do seu tempo nesse sentido tecnológico, mas se esqueceram de 2 míseros pontos no desenvolvimento dessa bagaça: Primeiro, que não tem a opção de Rest (com tu, ao menos até o momento, tendo que esperar o MP recuperar sozinho) e segundo que a caralha das cutscenes, tal como os diálogos dos NPCs, NÃO POSSUEM LEGENDA, COISA QUE TINHA NO JOGO ANTERIOR! Para alguém letrado na língua do Tio San isso seria de boas, mas no meu caso, onde só consigo ler em inglês mesmo, é um suplício pra entender o que caralhos está acontecendo... Felizmente, pra minha pessoa, a trama é bem simples, então não devo ter problemas nesse sentido, creio eu...

    Enfim, estou com menos de duas horas até o momento, e o Oráculo do primeiro Lands of Lore quer me ajudar a conseguir uma cura para a minha maldição (que faz o protagonista se transformar à esmo), e eu fui até uma vila em outro continente, enquanto fugia dos guardas de Gladstone (afinal o protagonista é filho da Scotia e estava preso até então). Como a partir de hoje estou de folga até o começo de outubro, devo conseguir dar uma boa adiantada nesse, no Lands of Lore 3 e em alguns outros RPGs ocidentais que tenho na minha GOG... Ao menos assim espero...

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      santz · about 23 hours ago · 2 pontos

      Não sei bem se ele possui CGs por causa do Final Fantasy VII, pois essa abordagem já vinha antes. Era mais para ocupar o enorme espaço que os CDs tinha na época.

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-09-12 10:15:57 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Esqueci de fazer um check-out dessa belezinha aq
    Lands of Lore - The Throne of Chaos

    Platform: PC
    8 Players
    3 Check-ins

    Esqueci de fazer um check-out dessa belezinha aqui, seja pelo decorrer da semana, pelos posts da Velha ou pelo fato de eu ter voltado a fazer quadrinhos, mas enfim: Lands of Lore foi finalizado com sucesso!

    Foram 21 horas, com a última dungeon sendo bem pauleirinha, especialmente numa parte onde tu perde o mapa e o compasso vai pra casa do caralho, daí tu tem que pressionar uns 4 plates no chão para poder avançar, porém essa sala é cheia de buracos e spinners, e mesmo com um mapa que eu achei na net o bagulho foi tenso...

    No geral, como eu já falei na review, ele é um jogo legal. Tem alguns probleminhas chatos, mas o resultado final foi bem mais positivo do que negativo. Não diria que ele é uma boa opção para iniciantes começarem a se aventurar nos RPGs de PC antigos, mas quem quer curtir um jogo legal, com um bom lore e bons gráficos, é uma ótima pedida!

    Só não peguem o Michael como personagem inicial, ele é disparado o PIOR DOS 4, além de ter essa cara de me dá um murro...

    Anyway, agora bora pro Lands of Lore II que, pelo que eu andei vendo, é quase uníssono pelos jogadores o fato dele ser muito, MAS MUITO pior do que o primeiro jogo. Vejamos o que me aguarda...

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      thiagobrugnolo · 4 days ago · 2 pontos

      Pensei que ele fosse mais longo, 21 hs é até curto pra um RPG. Quando você fala que não é muito recomendável para quem não tá acostumado com o rpg ocidental é por conta do nível de dificuldade ou a interface dele não é lá muito amigável no que tange gerenciamento de intens, atributos e afins?

      5 replies
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-09-11 21:35:55 -0300 Thumb picture

    Pokémon Generations 2.0, quero dizer, Pokémon Evolutions

    A Gamefreak decidiu lançar mais episódios curtos contando pedaços da história dos jogos no Youtube, desta vez com o nome de Pokémon Evolutions. Serão 8 episódios, cada um de um continente onde a franquia já passou, com o primeiro (de Galar, do Sword/Shield) já disponível até, dublado em PTBR, ainda por cima:

    O que me deixa puto com tudo isso é que fica cada vez mais claro o potencial que um anime completo de cada um dos jogos teria (especialmente pelo fato da franquia estar cheio de personagens legais), mas os arrombados insistem em continuar lançando gastando asset com aquele monte de estrume do boquetshun, igual fazem com jogos da franquia principal cada vez mais feitos com o meio do rabo... Enfim, esse primeiro episódio teve 7 minutos, espero ao menos que os outros sigam esse tempo também...

    Pokémon Sun

    Platform: Nintendo 3DS
    425 Players
    280 Check-ins

    21
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      jcelove · 5 days ago · 3 pontos

      Parece maneiro, não sou fã assim de pokemon mas vou dar uma olhada.
      Ta dificil a game freak largar o Ash, o anime tem umas 50 temporadas e acompanha os jogos a anos e sempre ta ganhando novas temps.hehe

      3 replies
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      vante · 5 days ago · 2 pontos

      Pokémon ainda é a franquia com mais potencial da história, mas acho que aproveitar o potencial dela fica por conta dos fans mesmo

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      xch_choram · 3 days ago · 2 pontos

      Eita dublado, sabia não.

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-09-10 18:21:45 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Baixei a demo pra conferir o Tales of Arse... E
    Tales of Arise

    Platform: PC
    12 Players
    14 Check-ins

    Baixei a demo pra conferir o Tales of Arse... E ao menos o arse é de qualidade, HAUHAUHAUAHUA

    Bem, tirando os glúteos da dona aí, fiz facepalm em todo o momento que consegui jogar a demo... Primeiro porque não sou fã de demos (eu só uso elas pra ver se o jogo vai rodar no meu pc mesmo)e segundo que, por mais que eu soubesse que esse jogo iria defecar e caminhar em muita coisa da franquia, ver tudo isso em ação foi bem diferente...

    Os combates ainda estão naquela tela separada, mas o sistema em si é, em resumo, pelo que eu consegui notar, o sistema de Tales of Berseria muito, muito, mas MUUITO PIORADO. Controlando a cavaleira de nádegas proeminentes eu fiquei dando uns 10 hits aéreos consecutivos nos inimigos, só apertando um botão. Claro que não posso dizer que é tudo uma porcaria tendo em mente que na demo a party já está evoluída e talz, porém, como alguém que já jogou todos os tales of 3d, praticamente (e recentemente jogou os 2 xillia e o graces no PS3) posso dizer que a coisa tá bem zoada aqui...

    Também não existe mais a comemoração da batalha, algo que existia desde o Phantasia de SNES, e os embates terminam de forma bem abrupta, com essa telinha lateral mostrando o resultado da coisa toda. Também existem técnicas conjuntas que tu pode usar no meio da porradaria, e que causam um dano desgraçado, e dá pra usar até mais de uma em sequência... Mas, sem sombra de dúvidas, a pior surpresa desse jogo foi o que fizeram com as skits da série...

    Afinal, enfiaram os sprites expressivos e únicos dos diálogos no meio do orifício excretor do sistema digestório (ou cu, se preferir) e colocaram no lugar esses quadrinhos usando os models dos personagens, uma alternativa estupidamente preguiçosa por parte da Bamco, ainda mais para um jogo de última geração que custa 60 bidens e 250 rachadeiros...

     No mais, já esperava algo cagado do tipo, mas continua sendo triste o rumo que a franquia Tales of tá levando com esse cara aqui. Claro que ainda tem um aspecto que é impossível de se ver numa demo, que é a história e, principalmente, a party do jogo como um todo, que podem ser muito bons e ainda salvarem o RPG de ser o pedaço de merda que ele me pareceu ser... Porém, tendo em vista como a franquia no geral tratou esses 2 aspectos de maneira tão simplória com o passar dos anos (com poucos jogos da mesma se destacando em plot e cast), somado ao CD chinfrim de boa parte dos personagens, não posso me culpar por duvidar muito, mas muito que isso aconteça.

    Enfim, essas foram minhas primeiras impressões de Tales of Arse. Agora é desisntalar esse treco do meu SSD e voltar pros meus jogos de DOS XD

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      shadowstriker · 6 days ago · 2 pontos

      250 rachadeiros é foda, tanto o preço quanto o nome da moeda aheuaehaeuae

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      raiden · 6 days ago · 2 pontos

      Pelo o que joguei da demo é aquilo. Bonito tá. Mas pra mim só vou esperar uma análise completa pé saber se a história será nível épico. Do contrário, caguei.

      8 replies
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      lesomora · 6 days ago · 2 pontos

      Gameplay me deixou com essa impressão de ser genérico. Se rolar uma promo, pego pro ps4 e uso o upgrade pro 5

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-09-10 16:29:49 -0300 Thumb picture

    Mais um trailer de Metroid Dread

    E dessa vez tivemos bem mais detalhes do jogo, gameplay e tudo o mais. Parece estar bem legal, o que me desanimou um pouco foram esses robôs que vão ficar te perseguindo igual a outra Samus no Metroid Fusion e eu odeio ter que ficar me escondendo/fazer stealth em plataformers... Mas veremos onde isso vai dar assim que o jogo sair.

    Metroid Dread

    Platform: Nintendo Switch
    15 Players

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      tiagotrigger · 6 days ago · 2 pontos

      O design desses robôs cachorros parece o dos robôs de Portal. Se aparecer o Wheatley seria legal, kkkk.

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      kess · 4 days ago · 2 pontos

      Eu tinha ouvido falar do Metroid Dread, mas achei que seria FPS como o Prime, e não um, obviamente, metroidvania. Gostei .A ideia dos E.M.M.I, como um Nemesis, são uma adição interessante na jogatina.

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  • 2021-09-09 20:02:55 -0300 Thumb picture
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    Artworks aleatórios da Velha #7

    Ok, esses não foram lá muito aleatórios, foi só Ah Megami Sama, mas tá valendo, ahuahauha

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  • 2021-09-08 22:07:40 -0300 Thumb picture
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    Ah! My Goddess

    Ano - 1993

    Número de episódios - 56 (+5 OVAs e 1 filme)

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Disponível em Prime Video - Não

    Sinopse: Keiichi Morisato é um estudante da faculdade sem a menor sorte com o sexo oposto, e num certo dia, ao telefonar para pedir comida, acaba ligando sem querer para a Central de Ajuda das Deusas no céu, e com isso uma representante, Belldandy, aparece para o rapaz, dizendo que poderia realizar qualquer desejo dele, desde que fosse apenas um. Após Keiichi dizer de forma jocosa que adoraria que alguém como ela ficasse com ele pra sempre, sua fala é entendida como um desejo e então aquela deusa passa a viver com ele, mas que tipo de implicações podem haver com uma deidade morando com um humano?

    _____________________________________________________________________________

    Quem é mais das antigas deve se lembrar das revistas de anime que vieram aos montes para o Brasil no final da década de 90/começo dos anos 2000, onde vínhamos sinopses e imagens de várias obras diferentes (e muitas vezes até mesmo resumos de todos os episódios) e entre estas me lembro muito bem de Ah My Goddess, trazendo de cara uma personagem muito bonita, com um belo design e nome bem peculiar: Belldandy.

    Na história, Belldandy é uma deusa que trabalha em uma Central de Ajuda no céu onde ela e outras deidades são incumbidas de realizar o desejo de algum pobre diabo que consiga entrar em contato, e desta vez o escolhido havia sido um zé roela chamado Keiichi (que acaba ligando pro lugar ao acaso quando estava querendo pedir um rango) que, ao dar de cara com aquela dona bonita saindo de um espelho e falando todo aquele lance de deusas e o escambau, pensou se tratar de algum trote de seus colegas de faculdade, daí acabou dizendo que gostaria de ter uma garota como ela para sempre... 

    O sistema interpretou aquilo como um desejo e com isso Belldandy passa a morar com o Keiichi, com a história a partir daí mostrando a relação de ambos. Com o tempo também começam a surgir outras deusas, que passam a morar sob o mesmo teto que ambos, como a Urd e a Skuld (ambas irmãs mais velha e nova de Belldandy, respectivamente), fazendo da série toda um harém cujo mangá perdurou  por 26 fucking anos!!!!

    Mas bem, se isso é só mais um harem, por que diabos está sendo indicado aqui? Muito simples: tal como Ranma 1/2 (outro harem famoso da mesma época), Ah My Goddess não se sustenta apenas no casal principal e seu relacionamento que não vai a lugar algum como também no seu panteão de personagens secundários motherfucker carismáticos, tal como no seu lore interessante e peculiar, isso somado com cenas de ação, drama, comédia e tudo o mais. Aqui ocorre exatamente a mesma coisa, com todo a mitologia que o autor, Kosuke Fujishima (o cara por detrás de Sakura Wars e muitos personagens da franquia Tales of) criou do mundo das deusas (que mistura conceitos de mitologia nórdica, misticismo e tecnologia) sendo fascinante, como cada deidade possuindo um anjo que representa sua personalidade (e que age como se fosse uma das Personas da série de RPGs da Atlus).

    O cast secundário também não fica atrás, tendo personagens muito bons, como a Peorth (uma terceira deusa que aparece no decorrer da série, que tenta mostrar pro Keiichi outro tipo de desejo que ele possa ter), Lind (uma valquíria, deusa responsável por conter ameaças perigosas ao céu, cujo anjo possui apenas uma asa), e principalmente a Urd, irmã mais velha da Belldandy, que tem descendência demoníaca (já que seu pai, o Deus da história, se engraçou com Hild, a governante do inferno) e protagoniza vários dos melhores momentos do show, sendo disparada o maior destaque da obra nesse sentido. 

    Porém, mesmo com as outras deusas, a protagonista Belldandy acaba ganhando os holofortes, sendo toda perfeita (afinal ela é bonita, tem o corpo escultural, sabe cantar, cozinhar, tem a personalidade amável, é um dos seres mais poderosos da série, entre várias outras coisas) e tendo seu já mencionado design extremamente chamativo e único (algo muito, MAS MUITO difícil de se conseguir).

    Porém, tanto ela quanto toda a série (seja o anime ou o mangá) acabou sendo afetado por seu insosso protagonista: Keiichi Morisato, que fica enrolando a pobre Belldandy com aquelas frescuras japas de pegar na mão e ficar dando selinho, mesmo com várias outras personagens (especialmente Urd e Peorth) dando apoio pro cara e o encorajando a ir pros finalmente com a coitada que, por ser uma deusa toda perfeita, não vê problema na falta de atitude do seu amado. E como uma história problemática  pode ser salva tendo um bom protagonista, uma boa história também pode ser arruinada tendo um ruim, e por mais que Ah My Goddess tenha seus pontos fortes, MUITO do seu real potencial foi perdido com esse casal tubo que não vai pra lugar algum, infelizmente.

    O anime se divide em 5 OVAs lançados no começo dos anos 90 (com a animação lindona da época) seguidos de um filme (que saiu no começo dos anos 2000 e que, mesmo sendo filler, consegue fazer algo incrível com o lore da série) e posteriormente duas temporadas para a TV (que saíram em 2005, pegando o embalo do boom dos harens instituído por Love Hina), que adaptam boa parte do mangá que, até hoje não foi totalmente animado. Isso devido à demora do autor de terminar a série, o que, somado ao pífio protagonista, fez com que o público começasse a perder o interesse pela mesma, a ponto de hoje ela não ter sequer uma fração da fama que tinha outrora...

    A arte do Kousuke Fujishima estava em seu auge e, mesmo que ela tenha decaído com o passar dos anos, toda a série ainda é um colírio para os olhos, com os personagens sendo todos muito bem detalhados, sem contar o fato de não ter aquela mania estúpida da câmera ficar a cada segundo focando nos atributos físicos das personagens (ao contrário de outros harens ruins, como o já bengalado High School of the Dead), tornando tudo bem agradável de assistir. 

    Enfim, fica a recomendação de Ah! My Goddess, um anime retrô que, mesmo com seus problemas (e seu protagonista lesado) consegue passar bem o potencial que as obras de antigamente tinham, conseguindo manter o interesse do espectador  com um lore incrível e personagens muito bons e únicos. E é claro que a Velha não poderia deixar de aprovar e assinar embaixo!

    Link para uma planilha com todos as indicações do Arco aqui XD

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      luchta · 7 days ago · 2 pontos

      Me lembro das recomendações desse anime, principalmente nas revistas de anime das bancas, mas nunca cheguei a ver, apesar da vontade. Nem sei se ele foi dublado, você poderia acrescentar essa info no começo dos posts da página.

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      the_muriel · 7 days ago · 2 pontos

      Ah! My Ara Aras

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      supernova · 7 days ago · 2 pontos

      Sempre via muitas artes deste anime em muito sites e revistas ,mas nunca li nada a respeito achava que era ums pegada mais evangelion sei la kk , ( toda vez que voce posta algo quando da comento a mesma coisa estes animes de 1988 a 2000 sao um colorio aos olhos) queria muito que esta arte voltasse com força.

      4 replies
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-09-06 08:37:27 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Passando as 10 horas de jogo!</p><p>#img#[790304
    Lands of Lore - The Throne of Chaos

    Platform: PC
    8 Players
    3 Check-ins

    Passando as 10 horas de jogo!

    E bastante coisa aconteceu nesse meio tempo... O rei que tinha me pedido pra pegar um rubi lá na puta que pariu acabou sendo infectado com um veneno mortal pela bruxa Scotia (a vilã do jogo), e minha próxima missão passou a ser criar um elixir com ingredientes espalhados pelo mundo para salvar a vida dele e talz...

    Depois disso o elfo que estava no meu time saiu e entrou essa cria do Chewbacca com o Goro de Mortal Kombat no lugar, e por ter 4 braços ele pode equipar 2 tipos de armas, além de ter um ótimo poder mágico, o que é excelente, já que as magias aqui são bem mais úteis do que costumam ser nesse tipo de RPG...

    A magia Freeze por exemplo, além de dar dano em vários inimigos ao mesmo tempo também congela armadilhas permitindo que tu passe por elas

    As dungeons aqui estão bem extensas e pauleiras. Nem é pelas armadilhas e designs absurdamente complexos e sim por estarem CHEIAS, REPLETAS de emboscadas! É muito fácil tu estar andando numa boa, achando que já eliminou todas as ameaças do lugar e surgirem do nada uns 5 monstros doidos pra comer seu cu.

    Também apareceu esse bicho, um boss, logo no começo de uma dungeon, um cara que dava um terremoto, te causava dano e ainda derrubava seus equipamentos, com a única estratégia viável contra ele sendo pegar sua arma dropada e ficar jogando nele, até o arrombado morrer. Isso além de atraí-lo para a porta de entrada da dungeon, assim dá pra sair, usar rest e voltar pro embate.

    Enfim, depois de avançar pelas infernais e intermináveis minas, encontrei um candango de barba que entrou pro meu time e me deu um cubo, que deve servir para alguma coisa. Scotia também sequestrou o Rei, ou seja a coisa só está ficando mais feia nas Terras de Lore... Vejamos o que mais me aguarda nelas nesses próximos 2 dias de jogatina...

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      santz · 10 days ago · 2 pontos

      Jogatina sofrida hein. Esses jogos de RPG antigos tem umas decisões de design realmente preocupante. Tudo é feito para te matar.

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  • 2021-09-03 19:05:32 -0300 Thumb picture
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    Os casos estranhos dos animes modernos #5

    Medium 3880762 featured image

    Bom dia, boa tarde, boa noite, caros alvanistianos, eis que chegamos com mais um dos casos estranhos dos cartoons nipônicos modernos! Para quem não conhece, o título é auto-explicativo, já que nesses posts trago problemas recorrentes nos desenhos japas da atualidade, além de dar uma explicação bem simples pra cada um deles. Para quem estiver interessado nas outras partes, seguem os links:

    Parte 1

    Parte 2

    Parte 3

    Parte 4

    Mas enfim, chega de enrolação e vamos ao que interessa!

    10 - Self insert here

    OK, protagonistas bunda mole em desenhos japoneses sempre existiram e acho difícil sumirem um dia (assim como ricos malvadões que vivem no Leblon nas novelas da Globo), porém recentemente, juntamente com a modinha estúpida dos isekais de videogame, começaram a se popularizar um certo tipo de personagem principal: um cara sem personalidade, com design preguiçoso, mas que é extremamente poderoso e que atrai todo e qualquer rabo de saia do show. O exemplo mais comum é o lamentável Kirito de Sword Art Online, mas também temos Tatsuya Shiba de Mahouka e por aí vai, com essas coisas indo parar até nos jogos japas, como o Rean Schwarzer de Trails in the Cold Steel...

    Bem, como o mercado de animes (e consequentemente o de jogos, já que estão intimamente ligados) está dominado por otakus (sejam nos meios de produção ou no público-alvo), esse tipo de personagem torna-se um appeal muito importante para os espectadores, já que eles podem se imaginar na pele do dito cujo e se sentirem fodões repletos de cocotas cheias de amor pra dar(mesmo que não possuam nenhum tipo de atrativo).

    O maior problema disso tudo é que, assim como um bom protagonista consegue salvar uma história ruim, um protagonista ruim pode levar pro buraco uma história minimamente interessante, o que acaba levando as narrativas das quais esses "self insert males" participam ainda piores do que já são, ao contrário dos famosos underdogs (que são aqueles personagens que começam uns bostas e vão melhorando, como no caso do Naruto e derivados) e os já comentados beta males, que devido a sua natureza menos limitada, ainda podem ter algum tipo de diiferencial, apesar dos pesares...

    11 - Imediatismo exacerbado

    Hunter x Hunter, um dos trabalhos mais famosos do Yoshiro Togashi, ganhou uma versão animada no final da década de 90, mas como esta não abordou toda a história do material original (no caso, o mangá), trataram de fazer uma nova animação, em 2011, desta vez com o ritmo mais acelerado, tratando o primeiro arco da história (o exame Hunter) com bem menos episódios que a versão anterior...

    Contudo, por mais que isso possa parecer uma coisa boa na teoria, na prática o buraco é bem mais embaixo, já que devido à pressa do estúdio de chegar logo nos arcos mais populares da obra (em especial o Quimera Ants) acabaram rushando algumas partes da trama, em especial o encontro de Gon, o protagonista, com um certo viajante chamado Kaito no começo da história, que lhe motiva a seguir sua aventura... E qual o problema disso? É que esse personagem retorna com um papel imprescindível em um arco posterior (o já mencionado Quimera Ants) e como a nova adaptação não mostra sua introdução lá atrás os eventos que o envolvem não ganham a importância alguma, chegando a ponto de sequer fazerem muito sentido!

    Porém o caso de Hunter x Hunter não é o único. Várias animações modernas sofrem do mesmo problema, de acelerar os eventos a ponto de deixá-los desimportantes, muito devido àquele lance de "ser 100% fiel ao mangá", sendo que o ritmo da leitura de uma história em quadrinhos vai ser OBVIAMENTE mais rápido do que o de um episódio de 20 minutos, portanto é mais do que necessário adaptar o pacing dos acontecimentos, algo que dificilmente acontece. A versão atual de Fly O Pequeno Guerreiro é um ótimo exemplo, tal como Sailor Moon Crystal e o já bengalado Demon Slayer (onde o protagonista tira técnicas do meio do cu de uma hora pra outra, sem ao menos a trama mostrar como e por que o dito cujo aprendeu aquilo). Até mesmo Fullmetal Alchemist Brotherhood (que é um bom anime) sofre com isso em certa parte!

    Esse imediatismo que as animações japas modernas tendem a ter (o que coincidentemente acontece com seriados americanos também, como em 24 horas: o legado) acabam sendo do agrado de muita gente, que se traumatizaram após toneladas e toneladas de episódios fillers horríveis dos Naruto e Bleach da vida e, isso somado ao pouco tempo livre que a vida moderna disponibiliza para muitos, acaba fazendo com que até defendam esse tipo de prática.

    Porém, assim como um prato feito com esmero por um bom cozinheiro (tendo demorado o tempo necessário para ser feito e consumido) é infinitamente superior do que algum enlatado ou salgado de buteco de consumo rápido, uma obra que disponha do tempo correto e necessário para construir sua trama e seus personagens (dando a estes a devida importância) é deveras melhor do que um anime de pacing acelerado, que chega rápido nos momentos decisivos, mas que quando esses surgem na tela o impacto que deveriam ter é tão ínfimo quanto a sua curta duração.

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    Bem, por hoje é só! Desculpem o atraso nos posts dessa semana e, até a próxima!

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      santz · 12 days ago · 3 pontos

      Desculpe, mas o ritmo acelerados dos animes atuais é maravilhoso. Um dos motivos que passei a assistir mais animes do que seriados é justamente a questão da história andar muito mais rápido. E é justamente uma das coisas que me desanimam de curtir um anime antigo. É muito lento, muito mesmo. Ainda que a obra possa ser boa, eu não tenho mais esse tempo sobrando para ficar vendo esses trecos longos demais.

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      tiagotrigger · 13 days ago · 2 pontos

      Dois pontos bons. Esse do imediatismo é triste demais, se usarem o mangá como um storyboard de fato seria excelente, ai só faltaria trazer a movimentação, jogo de câmera, música e efeitos sonoros que no mangá não tem. Mas, por algum motivo eles ainda resolvem tirar coisas que acontecem no mangá sem necessidade. Acho que seria melhor terminar o episódio em uma parte mais calma do que forçar a terminar num cliffhanger.

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      noyluiz · 13 days ago · 2 pontos

      Acho que o protagonista "self insert" é mal necessário pra agradar o publico Jovem-Adulto (isso também não é mau do Japão em si, olha a saga Crepúsculo como bom exemplo aqui do ocidente)

      1 reply
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