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  • 2020-09-30 00:10:24 -0300 Thumb picture
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    Bastard!!

    Ano - 1992

    Número de episódios - 06

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Em um mundo pós apocalíptico onde fantasia medieval se mistura com heavy metal, a única forma de salvar a humanidade de criaturas malignas seria com a ajuda de um mal ainda pior. Assim, o poderoso mago Dark Schneider, que havia sido selado anos antes no corpo de um garoto, retorna ao mundo dos vivos! Seria isso a salvação que todos esperavam ou o estopim de um terror ainda maior?

    ___________________________________________________________________

    Bastard é uma mistura insana de RPG, fantasia medieval, heavy metal (já que magias, localidades e até personagens têm nomes que fazem referência a esse segmento musical), safadeza ecchi, lutas titânicas a la Dragon Ball Z e tudo isso com um protagonista badass chamado Dark Schneider, que coloca toda aquela cambada de mela saco clone do Goku dos battle shounens do final da década de 90 no chinelo!

    A história é bem maluca também: o reino de Metallicana está sendo atacado por 4 grandes generais, que querem desfazer os selos que estão impedindo que a deusa demoníaca Anthrasax retorne ao mundo dos vivos. O castelo do lugar estava prestes a ser destruído, até que o sacerdote dali diz que eles teriam que libertar o selo no qual selaram Dark Schneider 15 anos atrás, já que como ele era imortal tiveram que prendê-lo no corpo de um moleque chamado Grand.

    E como o selo seria quebrado? Uma dona virgem teria que dar uma bitoca no moleque, ahuahua. Porém, como Dark Schneidder era um mago poderoso e maligno que esteve prestes a dominar o mundo uma vez, ele já saiu do selo full pistola com o sacerdote e já ia matá-lo, mas só não o fez porque havia fundido sua alma com a do garoto Grand, e por isso também gostava da dona que cortou o selo dele, Yoko, e isso serviu como uma espécie de freio pro cara, e no final ele acabou ajudando a impedir a invasão e a atrapalhar os planos de quererem reviver a deusa lá.

    Quem já acompanhou outros battle shounens dos anos 90/2000 já deve ter visto muitas similaridades com a premissa de Bastard e, mesmo que Dark Schneider seja um cara fodão (com sua magia overpower Exodus), violento e mulherengo ele ainda é (literalmente) um garoto puro por dentro, o que não transforma o anime em um Berserk da vida (apesar de hoje em dia ele ser considerado seinen porque ficou pesado demais para os jovens castos japoneses).

    A animação dos OVAs é muito boa, tal como o character design dos personagens, o único problema é que a história termina incompleta, já que não lançaram mais episódios na época e o mangá ainda não teve seu término até os dias de hoje! Mas ainda assim vale a pena assistir Bastard, seja pra ver uma mistura insana de vários temas diferentes que deu muito certo, para ver uma obra que é a essência dos anos 90 na forma de um battle shounen ou mesmo para conferir um dos protagonistas mais fodas já feitos pelos japoneses, e certamente que a Velha assina embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

    Bastard!

    Platform: SNES
    94 Players

    19
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      ersatzgott · about 11 hours ago · 3 pontos

      Pena que nunca vai ter fim. Um dia eu ainda tento ler o mangá, mas sabendo que tá há mais de 10 anos em hiato me desanima :/

      4 replies
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      kalini · about 11 hours ago · 2 pontos

      Já ouvi falar de bastard justamente atraves desse game de SNES e de um artigo na Desciclopedia. Achei o visual dos personagens bem legal no game.

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      darlanfagundes · about 9 hours ago · 2 pontos

      Dark Schneider é uma referência ao frontman e virtuoso guitarrista da banda Death...Esse anime é muito bom...hehehehe

      7 replies
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-09-29 16:13:03 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Descobri esse joguinho hoje... Tem um gameplay q
    Panzer Paladin

    Platform: Nintendo Switch
    2 Players
    1 Check-in

    Descobri esse joguinho hoje... Tem um gameplay que me lembra uma mistura de megaman com castlevania, e tudo com aquela pegada 8bit retrô que a gente gosta!

    Ele me lembrou um pouco um jogo do snes, onde tu controlava um robô e podia sair dele pra acessar áreas pequenas, que não me lembro o nome. Tem uma demo na steam pra quem quiser dar uma conferida...

    Ah sim, e ele também tem essa arte pixelada bem anime anos 90, que achei bem duca. Como ele é baratinho, acho até sacanagem baixar piratão no Switch, então uma hora compro ele e dou uma jogada a mais, já que parece ser um plataformer bem curtinho e talz.

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      jcelove · about 20 hours ago · 2 pontos

      Deve ser Metal Warriors o jogo da lembrança ai,

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      carlospenajr · about 19 hours ago · 2 pontos

      Esse é um jogo que eu vi a um tempo atras mas ainda não joguei.
      Nem preciso dizer que o que me interessou nele é o esquema de mecha, né? XD

      2 replies
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      ersatzgott · about 17 hours ago · 2 pontos

      Essa arte oldschool... só queria que não fosse limitado de cores 8-bit assim, podia ser coloridão (Mighty Gunvolt Burst por exemplo)

      Mas tá aí, gostei, valeu por apresentar

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-09-28 18:25:17 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Bem, depois de mais de 100 horas nos dois primei
    Planescape: Torment

    Platform: PC
    140 Players
    15 Check-ins

    Bem, depois de mais de 100 horas nos dois primeiros Baldur's Gate, hora de terminar meus assuntos com a infinity engine com esse cara aqui...

    Basicamente tu começa distribuindo pontos do seu personagem, mas aqui não tem criação com raças, nome, sexo, alinhamento, tamanho do pé e coisas do tipo, já que, querendo ou não, tu vai jogar com o Nameless One, o protagonista. Sinceramente eu prefiro assim, seria até melhor se os stats do cara já viessem distribuídos, mas como não vieram, dei uma pesquisada e deixei os atributos assim... E comecei o jogo pra valer...

    O protagonista acorda em um mortuário sem a menor memória de como foi parar ali, no meio de tanto defunto. Uma caveira flutuante chamada Morte entra pra tua party e te deixa um pouco a par da situação, e agora o corpo do protagonista tá cheio de tatuagens bisonhas e tudo o mais, e de acordo com o que está escrito nas tatoos ele descobre que precisa encontrar um caboclo, o qual esqueci o nome no momento...

    De cara já pude notar que a interface do jogo é muito melhor do que a dos Balgur's Gate, apesar de ainda ser aquele infame RTS com pause (coisa da engine mesmo, não tem o que fazer). Os sprites estão mais definidos e o dano dos ataques, ou mesmo algumas falas, aparecem em cima dos bonecos, o que dá uma expressividade melhor pros personagens...

    Mas basta tu falar com algum NPC pra assustar com a quantidade absurda de texto descritivo que o jogo possui. Tipo, eu falei com esse velho carcomido, sentado numa cadeira e tossindo feito um tuberculoso (com os cof! cof! aparecendo em cima da cabeça dele) e o texto que apareceu fez questão de descrever em detalhes, como se eu estivesse lendo um livro, tudo aquilo que eu conseguia ver perfeitamente com meus olhos! OK, eu entendo que quiseram fazer Planescape tormenta realmente parecendo um livro (sei que tem uma novel do jogo, só não sei se ela foi feita antes ou depois dele), mas tipo... Isso é um jogo de VIDEOgame, então o aspecto visual já é o suficiente para passar certas informações para o jogador, e a minha primeira impressão com esse jogo foi justamente a que esqueceram desse detalhe ao fazerem ele... Pior que isso já era bem latente nos Baldur's Gate, mas aqui a coisa desgringolou, pelo visto...

    Quanto ao resto do jogo pelo que notei nessas duas horinhas, mais ou menos, que joguei, é que ele parece ser bem menos focado em combate, o que é uma boa, mas essa quantidade absurda de texto é bem cansativa, e acabou que tanto ontem quanto hoje não consegui jogar muita coisa dele... Mas com o tempo devo me acostumar, acredito.Na história, falei com o espírito de alguém que diz ser uma antiga amante do Nameless One, e depois saí daquela espécie de necrotério e cheguei em uma cidade. Ainda não sei muito bem o que está acontecendo, mas vou procurar o caboclo lá e ver como a trama se desenvolve depois disso...

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      ersatzgott · 1 day ago · 3 pontos

      De novo esses jogos marrons com hud esquisita HUAUHAUHA

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      wilford_fernandes · 1 day ago · 2 pontos

      esse ainda n joguei... vi uns pros e uns contras no texto ;p quero ver quando acabar se vai achar mioh ou pior q baldurs ;p

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      jcelove · 1 day ago · 2 pontos

      Tem que curtir a pegada dele pra apreciar de verdade. Eu parei após chegar na cidade mas ainda quero terminar um dia.

      Sobre os combates Reza a lenda que da inclusive pra terminar o jogo na lábia sem combater, se vc tiver os status e escolhas certas.

      6 replies
  • 2020-09-28 09:34:58 -0300 Thumb picture
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    Dai mahou touge

    Ano - 2006

    Número de episódios - 4

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Punie Tanaka é a próxima rainha do Mundo da Magia, porém antes de assumir seu posto precisa passar 1 ano na Terra, e por isso é transferida para uma escola no Japão. Ela é uma garota meiga e doce, e com isso fará muitos amigos nesse curto período que irá passar em outro mundo... Ou será que não?

    ___________________________________________________________________

    Você deve estar se perguntando se a Velha ficou caduca ao recomendar um mahou shoujo açucarado e genérico aqui no arco, porém Dai Mahou Touge usa essa aparência fofinha só de fachada, e o Reino Mágico de onde a protagonista veio, é na verdade um governo ditatorial que deu um golpe de estado no regente anterior (a cor vermelha da roupa da protagonista, e sua frase mágica ser "Lyrical Tokarev", certamente não é coincidência, ahuahua).

    E Punie só banca a personagem "kawaii" por pouco tempo, já que é uma dona violenta e brutal, que usa técnicas de vale tudo para quebrar as juntas dos outros, já que teve que desenvolver defesa pessoal pois o que não faltavam eram assassinos querendo matá-la usando itens que cancelavam magia (e que por algum motivo, pareciam ter vindo de algum Gundam), ahuahua

    Até seu mascotinho, Paya, todo bonitinho, é na verdade um coronel veterano da Guerra do Vietnã, e normalmente fuma cigarro e tem a voz grossa, além de secretamente querer matar a Punie, já que ela fez ele virar seu mascote na base da porrada, ahauahuahuaEm resumo, Dai Mahou Touge é uma sátira com os estereótipos de mahou shoujo (e de um monte de anime por aí também), usando bastante violência e uma protagonista lutadora de vale tudo que quebra juntas dos outros. Ele é bem curtinho, tem apenas 4 episódios (e 4 OVAs curtos, de 2 minutos cada, mostrando mais do mundo mágico de onde Punie veio), então não existe bem um enredo acontecendo na narrativa, só mesmo uma comédia de humor negro, que dá pra dar muitas risadas (minha barriga até doeu de tanto rir, isso só da abertura, huahua) e certamente que a Velha, que já teve seus tempos áureos no ringue, assina embaixo!

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    10
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      supernova · 2 days ago · 2 pontos

      Gostei deste nunca tinha ouvido falar maa ainda estou vdndo outras sua recomendações este vai demorar k

      1 reply
  • 2020-09-27 10:44:26 -0300 Thumb picture
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    Narutaru: Mukuro Naru Hoshi Tama Taru Ko

    Ano - 2003

    Número de episódios - 13

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Narutaru: Mukuro Naru Hoshi Tama Taru Ko (ou Shadow Star, em inglês) é uma trama protagonizada pela garota Shiina Tamai, que em uma viagem de férias para a casa dos avós acaba encontrando uma estranha criatura no formato de estrela que possui a habilidade de voar, e decide levá-lo consigo para casa e lhe dá o nome de Hoshimaru. Porém, o que parecia ser apenas o início de uma bela amizade se tornaria uma mudança catastrófica na vida da garota, tal como das pessoas que lhe cercavam.

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    Narutaru é mais um dos clones de Pokémon advindos no final da década de 90 (já que o mangá foi lançado em 1998), porém, ao contrário dos outros animes do tipo (como Bucky e Digimon), ele foi lançado originalmente numa revista seinen, ou seja: de publicações focadas no público adulto. Isso nem sempre significa alguma coisa (já que o que não falta são obras "seinen" que são totalmente ignóbeis), mas nesse caso já é uma palhinha sobre o quão perturbadora essa obra pode ser, ainda mais com uma das figurinhas responsáveis por Lain, Chiaki J. Konaka, estar na produção da animação.

    Basicamente a protagonista Shiina, uma menina de seus 12 anos, encontra uma criatura meio gorda em formato de estrela que pode virar uma prancha de surfe na qual ela pode voar, e decide chamá-lo de Hoshimaru e levá-lo pra todo canto. Mas nessas andanças ela acaba topando com uma garota motherfucker problemática chamada Akira Sakura (que costuma cortar os próprios pulsos), que também possui um daqueles seres, com o qual ela possui contato sensorial completo, ou seja: o que ele vê e sente, ela consegue captar e vice-versa.

    E em seguida aparecem pessoas que usam aquelas criaturas, chamadas de filhotes de dragão, que possuem um objetivo mais megalomaníaco em mente, utilizando o poderio dos mesmos para matar e destruir populações inteiras e até mesmo alterar a ordem mundial!

    Estranhamente o anime, com apenas 13 episódios, não aborda toda a trama do mangá, e acabou não ganhando continuações (mesmo que o material original tenha terminado exatamente no mesmo ano, 2003), muito provavelmente porque a obra vai ficando mais violenta e pesada com o passar do tempo e, mesmo com a censura e o resumo de certos acontecimentos sendo utilizados na animação, o que não faltam são pessoas citando Narutaru como um dos animes mais perturbadores já feitos e tudo o mais, então fica difícil imaginar algo assim passando na TV aberta por lá.

    Mas mesmo assim, não é sempre que se vê uma obra que trata de monstros fantásticos coloridos controlados por jovens que são usados para objetivos hediondos, e apesar do pacing um tanto lento (e do final inconclusivo) vale a pena dar uma conferida em Narutaru: Mukuro Naru Hoshi Tama Taru Ko (ou só Narutaru, se preferir), com a Velha certamente assinando embaixo!

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      yamisekai · 3 days ago · 2 pontos

      Eu achava que era o unico do mundo que conhecia essa coisa kkkk , é meio nostalgico por ter sido um dos primeiros animes que eu vi, mas eu realmente nunca gostei (Pelas cenas pertubadoras e personagens idiotas), o manga é bom?, por algum motivo sinto que tenho que ver o resto da historia....

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-09-26 10:22:12 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Com exatas 78 horas e 12 minutos, Rune Factory 4
    Rune Factory 4 Special

    Platform: Nintendo Switch
    13 Players
    8 Check-ins

    Com exatas 78 horas e 12 minutos, Rune Factory 4 foi finalizado com sucesso!

    Rapaz, isso foi difícil. Basicamente o último arco do jogo é uma dungeonzona enorme cheia de bosses, com um mais pauleira do que o outro. Claro que se o jogador tiver feito craft hell nos dois arcos anteriores (onde os bosses e dungeons são fáceis e não é necessário) tudo vai ser um passeio no parque, mas como eu fiz apenas o básico do básico eu fui dilacerado, ahauhua

    Daí eu tive que escolher entre recrutar algum monstro com níveis altos, fazer o craft necessário ou dropar o jogo de vez, e no fim das contas escolhi a segunda e deixei o nível pra fazer armas e armaduras quase no máximo (o que é bem simples, aliás) e com a ajuda de um acessório que apaga as batalhas do mapa, passei os andares tranquilamente e cheguei no true final boss do jogo, um pallete swap do velho doido da segunda parte.

    Esse miserável me deu um trabalhão, mas no fim das contas ele faleceu e finalmente pude dar o jogo por finalizado! No fim das contas é um jogo bem legal que consegue deixar trabalho divertido e tudo mais, onde o dating simulator não é aquela leseira que se costuma aparecer em RPGs japoneses por aí (estou falando com você, Persona 5!), tem um combate action visão aérea estilo Mana, a cidade tem toda uma rotina e tudo o mais, não tem limite de tempo pra fazer as coisas, os personagens são bem legais e tu realmente fica querendo recomeçar o jogo pra catar outra bacherolette ou bacharel (se tiver jogado com a menina), tem uma dungeon final bem pauleira...

    Mas teve algumas coisas que me fizeram torcer o nariz. A party, por exemplo, é incontrolável e a IA é uma imbecil que parte pra cima dos monstros sem pensar no amanhã, também é horrível ter que mudar equipamento dos outros participantes (tu tem que dar o item pra eles, isso me lembrou até Fallout 1), os eventos de casório são random (ativar o evento que tu quer pode demorar um tempão, e também pode ativar algo que tu não quer e o personagem da party sair dela no dia por causa disso), a dungeon final do terceiro arco mais parece algo extra pós game do que o final da jornada da mainquest (essa imagem aí acima é a cena final dela, é mole?)...

    Também tem outras coisas, como o vilão ruim da mainquest: um velho doido que quer virar deus, porém ele tem ligação com os jogos anteriores, e por causa disso (e pelo fato de eu ser cabaço em jogos do tipo) não farei uma review no momento e esse check-in encerra minhas considerações sobre Rune Factory 4. No final das contas eu gostei pacas do que vi e certamente irei atrás dos jogos anteriores, tal como ficarei no aguardo de Rune Factory 5, seja lá quanto ele vier!



    Ah sim, também tem um modo extra na versão do Switch, chamado de Newlywed mode, que é uma historinha com as donas (ou os caras) que tu tiver casado, e nele os portraits até se movem (por que não fizeram isso no jogo inteiro, cacete?), mas não animei de jogar. Enfim, quem gostar de jogos de simulação, de RPGs de ação de visão aérea estilo Mana, de craft, de waifus/husbandos e de jogos grandes, Rune Factory 4 é mais do que recomendado!

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      ersatzgott · 4 days ago · 2 pontos

      Essa dificuldade aí do último arco, não entendi muito bem. Dá pra pelo menos sair da dungeonzona e fazer o preparo? Esse aí tá na fila do 3DS pra mim

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      shadowstriker · 4 days ago · 2 pontos

      Também achei o final do terceiro arco meio anticlimático, podiam ter feito uma cenazinha mais elaborada da reunião com o povo da cidade, especialmente considerando que o 1º e o 2º são exatamente assim. O resto do conteúdo do arco eu até gostei bastante porque explicou a origem do protagonista. Mas considerando que os devs faliram logo depois de lançar o jogo, imagino que o terceiro arco ter sido meio "rushado" assim deve ter sido por isso.

      E eu nem acho o Ethelberd tão ruim, ele é o típico vilão com "síndrome de Ghetsis", foi derrotado por um zé ninguém depois de um plano bem-feito e endoidou aehaeueha

      Mas o resto do jogo é bom demais, então eu perdoo. Espero que o RF5 mantenha os sistemas do 4 em grande parte mas tire as partes menos convidativas como os eventos de casamento serem triggerados com RNG (simplesmente fazer uma sequência de eventos que triggerem quando você chega em certo nível de afeição já ajudaria).

      Por sinal, dizem que o 2 tem a melhor história da série, apesar de eu não ter jogado ele (ainda).

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  • 2020-09-26 00:38:55 -0300 Thumb picture
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    Jubei-chan: The Ninja Girl

    Ano - 1999

    Número de episódios - 26

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Yagyu Jubei foi o maior espadachim do Japão, porém ao se aproximar de sua morte, deixou a cargo do seu discípulo, Koinosuke, a missão de encontrar seu sucessor, e este não poderia sequer morrer até conseguir realizar esse objetivo. 300 anos depois, o mesmo se encontra com a estudante Jiyu Nanohana, que por ser chamada de Jubei pelo seu pai, acaba se tornando a descendente das habilidades da figura lendária assim que coloca um enigmático tapa-olho.

    ___________________________________________________________________

    Pela premissa do anime, e pelas imagens dele que se acham pela net, pode-se pensar que se trata de um mahou shoujo (uma animação no estilo de Sailor Moon e Guerreiras Mágicas de Rayearth, por exemplo), mas não é o caso pois a animação está mais para um battle shounen, onde a protagonista, Jiyu, após colocar o tapa-olho do lendário Yagyu Jubei, se torna uma ninja badass e protagoniza cenas de batalha sensacionais!

    Como o portador do tapa-olho herda todas as habilidades do espadachim, vários ninjas aparecem querendo roubá-lo (todos eles de clãs que esperaram 300 anos por vingança), e a priori Jiyu até prefere que levem ele e a deixem em paz (já que ela literalmente tá cagando e andando pra tudo isso), mas o acaso (sendo esse acaso, na maioria das vezes, o discípulo de Yagyu Jubei, Koinosuke ) acaba fazendo ela colocar o mesmo e quebrar a cara de todo mundo que aparece na sua frente querendo o objeto!

    O anime é dividido em duas temporadas de 13 episódios e na segunda a trama perde bastante seriedade e tem até uns lances bem nonsense, mas conseguiram deixar a animação ainda melhor (ambas são feitas pelo estúdio Madhouse), lá tem as melhores piadas e ainda por cima surge outra ninja, uma dona loira chamada Freesia, ou seja: mais porradaria ainda!

    Outro detalhe bem peculiar dessa animação é a participação do pai da protagonista na coisa toda, um escritor meio maluco chamado Sai. Ele não fica só a ver navios enquanto a filha coloca um tapa olho macumbado e vira uma ninja fodona chutadora de traseiros e possui um papel importante na narrativa e protagoniza algumas das melhores cenas dramáticas da história. 

    No mais, Jubei-chan the ninja girl é um anime bem legal, com bastante comédia pastelão e uma trama até interessante (e que consegue separar bem cenas engraçadas de dramáticas) e vale a pena dar uma conferida, com a Velha assinando embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

    13
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-09-25 09:06:38 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>67 motherfucker horas!!!!#img#[737618]</p><p>Ter
    Rune Factory 4 Special

    Platform: Nintendo Switch
    13 Players
    8 Check-ins

    67 motherfucker horas!!!!

    Terminei o segundo arco do jogo finalmente, e então comecei o terceiro. A história é bem bobinha, então nada de novo nessa última parte do game nesse sentido, mas no quesito gameplay a coisa ficou bem feia, já que na última dungeon, Rune Prana, a dificuldade aumenta consideravelmente se comparada com tudo que o jogo mostrou até então!

    São vários andares, cada um com um tema diferente e com um boss no final. Os dois primeiros consegui passar de boa, mas o terceiro, cujo boss é um mamute de gelo enorme, eu travei legal. Basicamente o bicho causa um dano colossal em mim, enquanto eu causo 2 dígitos por golpe no paquiderme. Isso, num RPG comum, significa grinding, mas levels aqui em Rune Factory 4 não são muita coisa e o que importa mesmo em combate são os crafts que tu faz.

    Mas conseguir certos drops (como a lã dessa ovelha gigante) não são fáceis e isso conota tempo demais, e se eu for ficar apenas por conta disso, lá se vão mais 20 horas de jogo brincando. Então decidi procurar por algum monstro com um nível bem mais avançado que o meu e recrutar o desgraçado, assim deixo eles se virando com o boss enquanto eu fico focado em cura. Ainda estou nessa, mas se não conseguir (ou se não der certo) volto e farmo craft mesmo. Não é algo que eu curta fazer, mas ao menos aqui não é tão boring quanto em skyrim, huahua

    Ah sim, e minha cria nasceu. Depois de alguns dias casados, a mulher do protagonista passa mal e o médico diz que ela tá grávida, daí mais alguns dias depois o gabiru nasce e após um time skip ele já aparece grande desse jeito e dá pra tu usá-lo na party. Ela é até boa em combate, mas a voz dela é extremamente irritante, hauahuaEnfim, agora não sei mais quando ou terminar o game... Qualquer uma das minhas tentativas de passar a última dungeon será bem demorada, então não faço ideia se termino nesse fds ou não... Mas acho que , ainda esse ano, vai, ahauahuahua

    15
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-09-24 21:09:49 -0300 Thumb picture

    Diorama de Final Fantasy VI

    A uns dias atrás vi uma publicação do @jcelove onde ele postou uma publicação de uma página do Instagram chamada diorama.cubos, que é de um caboclo que faz dioramas, aquelas montagens usando imagens 2D sobrepostas, daí por ser de Final Fantasy VI (e da batalha final ainda por cima) não resisti e encomendei um dos produtos dele... E, por incrível que pareça (ainda mais se tratando dos curreios) chegou hoje!

    A caixinha é de acrílico, de 9x9, o vendedor é bem atencioso e mandou várias mensagens me deixando a par das atualizações e tudo o mais, além de trocar a Terra lá no fundo pela Celes (foi mal, Terra, mas tu não canta uma ópera e sai viajando sozinha num mundo pós apocalíptico XD). Foi tudo excelente, o único problema que tive foi que, assim que abri o pacote (que veio muito bem embalado, por sinal), notei que alguns sprites estavam caídos, com o chacoalho das entregas do curreio tendo retirado eles da cola... 

    Mas daí passei um pingo de Super Bonder e tudo certo, e o vendedor ainda se prontificou a fazer um novo caso eu quisesse trocar. Felizmente ele já sabia do problema com a nossa querida estatal e não colou as arestas do cubo justamente por isso.

    E no final das contas, ficou sensacional e deu todo um charme pra decoração, certamente comprarei mais alguns dele no futuro (se ele fizer um da cena da ópera, vai ser GG), e para quem está interessado, vale muito a pena!

    Final Fantasy III (US)

    Platform: SNES
    2723 Players
    110 Check-ins

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      jcelove · 6 days ago · 2 pontos

      Ae, foi rápido! Ainda bem que deu pra arrumar tbm.
      Vi os updates no insta que ele colocava lá, bem maneiro. Qdo tiver mais folgado quero um tbm. to apaixonado por um que vi num post gringo do Monkey Island 3 e o do crossover com protagonistas de jrpgs.

      2 replies
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      ersatzgott · 6 days ago · 2 pontos

      Se fizer um de Mega Man, eu dou meus pulos e compro também, não vou resistir HUAUHAUHA

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      santosmurilo · 6 days ago · 2 pontos

      eu acho q vi o video desse cara. tbm adorei, só me falta o dinheiro

      1 reply
  • 2020-09-23 10:40:32 -0300 Thumb picture
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    Tales of Vesperia: The First Strike

    Ano - 2009

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: The First Strike é um prequel do RPG Tales of Vesperia (lançado para Xbox 360, Xbox One, Ps3, PS4, Nintendo Switch e PC) e conta o passado do protagonista Yuri Lowell e seu amigo de longa data Flynn Scifo, mostrando os eventos que os motivaram a agir da maneira que é mostrada no jogo.

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    Recentemente vi algumas pessoas jogando Tales of Vesperia aqui na rede, e daí me lembrei na hora deste filme, que é uma prequel do game, contando um pouco mais sobre o melhor protagonista da franquia, e um dos melhores já saídos dos RPGs japoneses: Yuri Lowell. Infelizmente, no seu jogo de origem, o espadachim de cabelos negros não teve muita sorte, já que a história lá era bem ruim e o resto do cast piorava ainda mais as coisas (Estellise e Karol que o digam), mas felizmente nesse filme os miseráveis mal aparecem (alguns nem dão notícia), o que o torna uma experiência bem agradável de se ver!

    A história mostra basicamente um caso que Yuri e Flynn estavam trabalhando, assim o filme também conta com vários personagens novos bem interessantes, como o comandante Niren, as duas gêmeas Hista e Chastel e até mesmo o pai do cachorro Rapede, mascote do jogo, que aqui ainda era um filhote, e não era fumante, ahauahua

    A animação está muito boa, como praticamente tudo vindo de Tales of nesse sentido, e o character design é o mesmo usado nos jogos, o que é muito legal para quem já jogou. Detalhe que, apesar de ser uma prequel, não é necessário assistir o filme para entender o jogo, tal como também não é obrigatório ter jogado o RPG antes de ver o longa, com o mesmo sendo uma boa pedida para quem quer uma motivação para encarar as 40 e tantas horas do mesmo (que, já adiantando, só valem a pena pelo cel shading e pelo Yuri, porque de resto não é lá algo muito agradável).

    Enfim, Tales of Vesperia: The First Strike é um anime interessante, mostrando um pouco do passado de uma das melhores coisas já oriundas da franquia de RPG da Bandai Namco, e vale a pena dar uma conferida nele, com a Velha assinando embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

    Tales of Vesperia: Definitive Edition

    Platform: PC
    23 Players
    15 Check-ins

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    • Micro picture
      wcleyton · 7 days ago · 2 pontos

      Cara, assiste o Royal space force, vc vai gostar, animação foda e design a lá Moebius

      3 replies
    • Micro picture
      carlospenajr · 7 days ago · 2 pontos

      O Repede pequeno ficou engraçadinho, mas não me deu vontade de assistir esse (que eu nem sabia da existencia), achei o geral desse Takes bem fraco, me decepcionei legal pq o pessoal fala tanto dessa porra...
      Prefiro o Xillia (1 e 2) e o Berseria, alem do Eternia :P

      5 replies
    • Micro picture
      luchta · 7 days ago · 2 pontos

      Devo ver antes ou depois de terminar o jogo? Tô com o remaster instalado aqui.

      3 replies
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