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  • 2021-01-27 22:08:58 -0200 Thumb picture
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    Usagi Drop

    Ano - 2011

    Número de episódios - 11 (+4 especiais)

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Daikichi é um homem de seus 30 anos de idade, que basicamente vive pelo seu trabalho. Quando seu avô morre e ele vai ao velório do mesmo, acaba descobrindo que o mesmo tinha uma filha ilegítima chamada Rin, que na época tinha 6 anos de idade, e que estava cuidando da mesma, porém com a sua morte a garotinha não tinha mais para onde ir e ninguém se prontificava a cuidar dela. Revoltado com a frieza com que seus parentes tratavam a menina, Daikichi resolve adotá-la, mesmo que não tivesse nenhuma experiência criando uma criança, e a partir dali sua vida mudaria totalmente.

    ______________________________________________________________________________

    Sério, não vou mentir: slice of life é o gênero mais boring da animação japonesa (empatando, ou talvez até ganhando dos animes de esporte). Isso porque ele se foca em mostrar o cotidiano dos seus personagens, e com isso a narrativa acaba ficando muito limitada, com a trama caindo no marasmo logo depois. Além de que normalmente os cenários escolhidos para esse tipo de obra são escolares, os personagens são todos estereótipos genéricos, o realismo mesmo tende a ir para a casa do chapéu e por aí vai...

    Porém, já apareceram animes slice of life aqui no Arco (como Planetes, Patlabor e Aria), com todos tendo algum tipo de diferencial (como um bom cast, um cenário fantástico e por aí vai). Usagi Drop se encaixa nessa categoria, sendo uma história protagonizada por um cara de 30 anos que adota uma menina de 6, e tem que fazer as tripas coração para criá-la. 

    Quem está acostumado com o típico cotidiano weeaboo (com um protagonista insosso que senta perto da janela, donas mais estereotipadas que ricaça malvada em novela da Globo e por aí vai), certamente vai estranhar esse anime, pois ele é bem realista em sua abordagem. Claro que tem algumas conveniências (como Daikichi adotar a Rin rápido demais e nenhum serviço de assistência social estranhar ele aparecer com uma menina do nada), porém chega a ser fascinante ver o cara, que não tem experiência nenhuma com filhos ou algo do tipo, ter que virar um pai do dia para a noite. 

    A menina, Rin,  também é bem verossímil e age como uma criança deveria agir (ao invés de crianças super gênios dando lição de moral em adultos como cansamos de ver nos slife of nothing por aí), além de também ter problemas emocionais (já que sua mãe sumiu no mundo e quem lhe criava até então morreu) com a relação fraternal de ambos sendo construída de maneira gradual durante os 11 episódios. Daikichi também muda o horário do seu trabalho apenas para ficar mais próximo de sua nova filha, entre outras coisas que aconteceriam de verdade se algo assim ocorresse no mundo real.

    A animação é muito boa (nem parece um anime de 2011, onde o moe já tava fodendo com tudo), e o estilo dos cenários e personagens tem uma pegada meio artística muito bonita de se ver. Ah sim, vale mencionar que o anime termina incompleto, com a segunda parte do mangá não tendo sido adaptada... E isso tem uma razão, já que ela se passa após um time skip de alguns anos (com Rin estando quase formada no Ensino Médio já) e nesse ponto a narrativa toma um rumo totalmente destoante com o que ao obra mostrou nessa primeira parte, com o final sendo considerado uma das coisas mais abomináveis já ocorridas em uma história japonesa (talvez até mais que School Days, para alguns).

    É bem possível que esse final contraditório é o principal motivo da relativa fama de Usagi Drop, e a autora provavelmente o colocou com esse intuito. Porém, por mais que eu adore finais polêmicos, esse ficou realmente ruim, não pelo impacto que ele causou em muitos, e sim porque a narrativa não prepara o leitor para o que vai acontecer, ou seja: fizeram um retcom na porra toda!

    Portanto, fica a indicação da Velha para o anime de Usagi Drop, que engloba a melhor parte da história de uma maneira excelente, sendo um dos poucos e raros animes de cotidiano decentes que os japas fizeram, e certamente que ela assina e carimba embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

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  • 2021-01-25 19:46:56 -0200 Thumb picture
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    Street Fighter II Victory

    Ano - 1995

    Número de episódios - 29

    Disponível em Netflix - Sim

    Disponível em Amazon Video - Sim

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Ryu e Ken Masters são grandes amigos e exímios lutadores de artes marciais. Em busca de se aperfeiçoarem, partem pelo mundo para verem os mais diferentes tipos de estilos de luta, e no meio de sua jornada acabam se envolvendo com a misteriosa e criminosa organização chamada Shadaloo, comandada pelo M. Bison, que provará ser o maior desafio para ambos.

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    Street Fighter II foi o jogo de luta mais explorado da história, com várias diferentes versões saindo dele, aproveitando ainda mais do seu grande sucesso. Particularmente sempre gostei mais da SNK, mas não tem como não gostar de Ryu e Ken e seus Hadoukens e Shoryukens, tal como de todo o cast icônico que esse jogo nos trouxe. E, tal como era comum na época, obviamente que a Capcom não ia perder a oportunidade de lançar uma série para a TV da franquia, e assim saiu Street Fighter II V, ou como conhecemos por aqui no Brasil: Street Fighter II Victory!

    A história aqui toma um rumo bem diferente do que é visto no filme de 1994 (que ainda terá um post separado aqui no Arco), e toma algumas liberdades artísticas para mostrar Ryu e Ken mais jovens ficando amigos da Chun Li e combatendo a Shadaloo. Por exemplo, a chinesinha dos chutes sequer usa sua roupa clássica (tal como Cammy não usa seu maiô e boina característicos) com até mesmo Ken tendo um certo crush por ela, Hadouken e Shoryuken demorando pacas para aparecer, entre outras coisas mais.

    Porém, vale mencionar que o lore e a trama de Street Fighter que se consolidou e que conhecemos hoje em dia não existia na época. O pouco que se tinha era baseado no filme e em alguma coisa mostrada nos jogos (ou melhor, no jogo, já que eram sempre diferentes versões do SF2), com muito sobre os personagens ainda sendo desconhecido e tudo o mais, portanto o anime é sim algo interessante de se ver, pois mostra bem a interpretação que os caras tiveram da juventude dos protagonistas, e o resultado ficou bem legal até, com uma boa animação e tudo o mais.

    O anime também é curtinho, tendo menos de 30 episódios, e chegou a passar bastante aqui, no SBT, então não deixa de ser uma boa pedida para os fãs da série, fãs de jogos de luta ou mesmo admiradores de uma das melhores épocas da animação japonesa. E, obviamente que a Velha, que já foi o terror nos fliperamas, recomenda Street Fighter II Victory e assina embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

    Street Fighter II Turbo

    Platform: SNES
    7092 Players
    31 Check-ins

    29
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      jcelove · 2 days ago · 3 pontos

      A galera tem muita nostalgia com ele, mas estranhei muito na epoca como a adaptaçao descaracterizava varios personagens e a historia principal em varios pontos. É um anime bacana mas o filme de animaçao era algo muito mais proximo do jogo.
      Mas tem alguns momentos que marcaram epoca como o hadouken q durava 5 episodios pra sair e a brutal batalha de Ken contra Balrog/vega

      Ele ta no prime nao?

      8 replies
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      raiden · 2 days ago · 2 pontos

      Resumo de tudo: 29 episódios é só pro Ryu soltar 1 hadouken.

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      game_zone · 2 days ago · 2 pontos

      esse era o melhor !! pena que foi bem curto essa saga !!

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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-01-25 00:47:17 -0200 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Depois de terminar o SH1... Bora pro 2!</p><p>#i
    Shadow Hearts: Covenant

    Platform: Playstation 2
    251 Players
    37 Check-ins

    Depois de terminar o SH1... Bora pro 2!

    Como terminei a review tarde, acabei jogando só uma horinha, mas já deu pra notar algumas mudanças absurdas, em especial a questão gráfica. Agora os models dos personagens estão bem mais polidos, os cenários ficaram full 3D, a interface dos menus e tudo mais ficou bem melhor também, mais mecânicas foram introduzidas no combate (como combos e magias equipadas), é possível customizar o Judgement Ring conforme seu gosto, as CGI estão ótimas e com legendas e o principal: AS CORES DESSA CARALHA DE ANEL FICARAM MAIS FORTES E COM ISSO CONSIGO ENXERGAR TODAS ELAS, MUAHAHAHA!Quanto à história, ela é uma continuação direta do bad ending do primeiro jogo, com Yuri ficando desolado e indo parar numa vila na puta que pariu, enquanto bota soldados alemães (afinal é a Primeira Guerra Mundial) pra correr com suas fusão de Amon. E eu fiquei alegrinho achando que ia ter uma das fusões mais fortes do cara logo no começo do jogo, mas nada disso, pois um loiro de farmácia (que estava disfarçado de padre, e bastava ler a descrição dele no perfil pra ver que ele era mais falso que nota de 14 reais) enfiou um penduricalho místico no cara, deixando ele sem fusão nenhuma :(

    Depois disso parei numa parte onde ele se junta com um velho chamado Gepeto, um lobo branco e a dona bonita da capa do jogo, que se não me engano chama Karin. Enfim, as primeiras impressões foram muito boas, vejamos como o jogo vai se sair daqui pra frente...Ah sim, e esse velho, Gepeto, batalha com umas bonecas, hauhauahua. O nível de bizarrice aqui já começou bem também XD

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      fonsaca · 3 days ago · 2 pontos

      Nossa, continua do bad ending? Que louco.
      Acho que nem vi esse final.

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      carlospenajr · 3 days ago · 2 pontos

      AHahahaha, não esquenta, vai ter umas bizarrices maiores XD
      Mas é isso vale a pena no jogo, eles tiram muito o sarro aaahahahahah

      Quando você chegar na parte da side quest "Man Festival" do Joahin (é lá pro finalzinho do jogo) ou uma parte a lá Metal Gear, vc me fala o que achou XD

      E sobre o Gepeto, ele vai poder mudar as roupas da boneca, uma das roupas delas remete ao primeiro jogo, mas é secreta, não lembro como libera, mas não deve ser lá muito dificil XD

      E espera o Joahin (ou algo assim o nome dele) entrar no grupo, dai sim vc vai ver as bizarrices haahahahahahhaahahahah

      1 reply
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      jcelove · 3 days ago · 2 pontos

      Gepeto é o "pai" do Pinoquio.hehe

      3 replies
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-01-23 18:52:14 -0200 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Após umas 23 horas... Shadow hearts foi finaliza
    Shadow Hearts

    Platform: Playstation 2
    323 Players
    55 Check-ins

    Após umas 23 horas... Shadow hearts foi finalizado!

    Acabou sendo um RPG bem curto (apesar de ter o dobro da duração do seu questionável antecessor de 32 bits), porém isso não quer dizer que foi um jogo incompleto, meus amigos alvanistianos... Sem dúvidas foi uma das maiores surpresas que eu tive em matéria de RPGs do PS2! 

    O jogo conseguiu se sair muito bem em praticamente tudo (em especial naquilo que mais importa na trolha de um RPG), como na party (com um protagonista debochado que não é dickless e vários personagens bem peculiares na equipe), um sistema de combate diferenciado (ouso dizer que é um dos melhores que eu vi no PS2, juntamente com Ar Tonelico 2 e Atelier Iris 2), skills únicas pra cada personagem (especialmente as transformações do Yuri), isso além da ambientação realmente sombria (com trilha sonora combinando e tudo) e da história bem interessante e cheia daquelas bizarrices que adoramos nos RPGs japas, como a batalha final acontecendo NO FUCKING ESPAÇO! ISSO EM UM JOGO QUE SE PASSA NO COMEÇO DO SÉCULO XX!

    Claro que o jogo tem alguns problemas (como a trama principal tendo alguns "desvios" ou o pallete swap insano de alguns inimigos), mas nada realmente grave que chegasse a atrapalhar o jogo... Enfim, Shadow Hearts foi realmente um belo de um RPG, e uma ótima maneira de começar o ano (eu joguei duas coisas antes, mas nem lembro ao certo quais eram, hauahuahua). Amanhã devo fazer uma review dessa belezinha, e depois: bora pro Covenant ver como essa aventura continua e se conseguiram melhorar o jogo ainda mais...

                E no final, temos Margarete sendo Margarete, ahauhauhaua

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      fonsaca · 4 days ago · 2 pontos

      Depois tem o SH From the New World. O nome parece marcar perfeitamente a época de transição dos RPGs sérios pros pastelões. E, o próprio jogo, faz isso pelo que dizem. Mas tem um cenário no Brasil.

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      thiagobrugnolo · 4 days ago · 2 pontos

      Mas como pode essa moça aí de biquíni e celular se o jogo se passa no inicio do séc. XX hahaha.

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      carlospenajr · 4 days ago · 2 pontos

      Fez o final ruim? XD

      1 reply
  • 2021-01-20 23:13:26 -0200 Thumb picture
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    Watamote

    Ano - 2013

    Número de episódios - 12 (+1 OVA)

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: "Watashi ga Motenai no wa Dou Kangaetemo Omaera ga Warui!", ou simplesmente "Watamote" é uma história protagonizada por Tomoko Kuroki, uma garota que, após zerar várias visual novels, se sente preparada para encarar o ensino médio e viver uma vida alegre e mágica como ela via nos jogos. Contudo, a realidade é bem diferente da ficção, e Tomoko vai perceber que ser uma fujoshi desajeitada não é a coisa mais popular do mundo...

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    Watamote é um anime focado em pessimismo, onde a protagonista é uma fujoshi (que seria o "feminino" de otaku, coisa que aqui no ocidente chamam de "otome" pra ficar mais bonitinho) que acabou de ir pro colégio e, apesar de achar que sua vida seria uma maravilha tal como era nos eroges que ela costumava jogar, a realidade mostra pra ela exatamente o contrário, ahauhaAí a história mostra o cotidiano dela no colegial, onde ela até tenta fazer alguma coisa diferente para ver se sua situação antisocial melhora, mas tudo dá errado! Até mesmo sua amiga nerd do fundamental, colocou lentes, ficou bonitona e até arrumou namorado, enquanto ela é toda magricela e desajeitada, além de ser cheia de olheiras devido ao fato de ficar jogando incansavelmente durante horas, ahauhaua

    Watamote também tira sarro com muitos desses animes de escolinha, mostrando que coisas como K-ON e merdas do tipo funcionariam de um jeito beeeem diferente no mundo real. Claro que, por mostrar uma visão mais pessimista da vida de uma dona que fica enfurnada o dia todo no quarto jogando videogame (e ela não sendo uma dona bonitinha toda delicada, igual coisas como Futaba Sakura), o anime foi bem mal no Japão, com eventos sobre o mesmo ficando totalmente vazios, e a obra tendo sorte de ter ganhado 12 episódios e 1 OVA ( que mostra a Tomoko se dando ainda mais mal, ahuahua).

    Por fim, Watamote é um anime bem peculiar, seja por mostrar um lado mais pessimista da vida de uma fujoshi ou por ser um dos raros bastiões modernos da animação japonesa que não são baseados em entretenimento pueril e descartável focado em narrativas deploráveis e personagens inverossímeis. E é claro que a Velha recomenda e assina embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

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      mateusfv · 7 days ago · 2 pontos

      Watamote é outro caso que o anime n foi muito longe, mas o mangá continua lançando até hj, tipo Golden Boy que teve bem pouca parte do mangá animada, e ele continuou um bom tempo depois (só que já terminou faz tempo tbm kk).

      Quero ver se vejo o anime de novo, e talvez de uma lida no mangá, tava vendo uns clipes dele no yt esses dias e me matei de rir, a tomoko as vezes faz lembrar de um pessoal que conheço, é foda ter esse esquema meio anti social, eu sempre fui um cara de pau fudido então n dá pra dizer que sei como é

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      santz · 6 days ago · 2 pontos

      Adicionado na lista.

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      kalini · 7 days ago · 2 pontos

      Realidade nua e crua não só da otakada (uso otaku pros dois sexos)... mas infelizmente da minha tambem. Tirando a parte dos hentais/yaois/BL, que não curto, é mais por eu fracassar em tudo e ninguem se interessar por mim, por isso busco refugio na internet. É triste, mas eu tento me esforçar pra superar isso.

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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-01-17 11:35:28 -0200 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>17 horas de jogo!#img#[756404]</p><p>Aconteceu t
    Shadow Hearts

    Platform: Playstation 2
    323 Players
    55 Check-ins

    17 horas de jogo!

    Aconteceu tanta, mas tanta coisa desde o último check-in que eu fiz que nem sei por onde começar... Basicamente a cada momento acontece algo diferente na trama e tu acaba indo pra algum lugar diferente na Asia e Europa para resolver algum pepino, tudo com aquele clima sinistro, mostrando que o Shadow no nome do jogo não é só enfeite!Ah sim, e também temos a comédia do jogo, como nessa cena onde a Alice está sendo torturada e tu pode tirar sarro da cara do velho perneta que está fazendo isso (ou dizer que a máquina e tudo aquilo é sexy, ahuahuaha). Vi alguns relatos na net reclamando disso, falando que isso estraga o clima sombrio e sério da história, mas não vi isso acontecer em momento algum. 

    Em momentos realmente dramáticos não tem espaço pra piadinhas aqui, como as revelações do passado do Yuri, da Alice, por exemplo, com tudo sendo muito bem colocado (ao menos até o momento). Ah sim, também entraram mais 2 personagens pro time, deixando a party ainda mais interessante... O primeiro é o Keith Valentine, um vampiro que ficou entediado de ficar dormindo por 200 anos e resolve te ajudar (depois de tu dar uma ajudinha pra ele com um monstro no seu castelo, monstro que era o Yuri descontrolado). Ele é um sujeito bem culto e tudo o mais, não precisa beber sangue e não vi ele ter problemas com o sol... Se bem que todo cenário desse jogo é sombrio, então vai saber, ahauhauaO segundo é o trombadinha Halley, que ficava junto com alguns órfãos abatendo carteiras em Londres, mas que ainda tentava procurar sua mãe, que foi capturada e mandada para um hospício quando ele ainda era pequeno. O cara tem fortes poderes psíquicos e reconhece a voz que sempre fala na cabeça de Yuri (lhe dizendo o que fazer) e falava que sua progenitora também tinha esses poderes... Ou seja, a mãe do guri era ninguém mais, ninguém menos, que a Koudelka, protagonista do jogo de PS1!Porém, ao invés de um encontro emocionante (aliás, Koudelka milf mode ficou 10/10), Koudelka decide ir junto com o vilão, para que seu filho fosse poupado e agora o time decide partir pra outro lugar bem familiar para os jogadores do jogo de PS1: o Monastério Nemeton. Será que aquela gárgula miserável ainda está lá? Veremos...

    Bem, e quanto ao combate, a coisa só melhorou também. Os outros personagens que entraram pra party também são bem únicos em seus ataques (o vampiro é um atacante físico/mágico com skills que lembram o Mog de FFVI, enquanto o trombadinha é magia pura, afinal é filho de quem?), mas o destaque continua indo pro Yuri, que além de ter várias transformações, pode até mesmo evoluir elas para formas mais poderosas!

    O único problema que eu tive com o jogo até agora (além dos inimigos com magias lentas) são esses Judgement Rings com áreas vermelhas que aparecem no meio de algum puzzle. Como eu sou daltônico, eu mal enxergo essas áreas destacadas, com o savestate (e as lentes de daltonismo que o @thecriticgames me deu) sendo de graande ajuda nessas horas. Se fosse de outra forma até daria pra passar, mas demoraria bem mais, ahuahaua

    Bem, por hora é isso. Hoje quero passar as 20 horas e ver até onde consigo chegar. Acho que não falta muito pra terminar, existem várias sidequests pra fazer, mas não vou enrolar muito e nem pegar o good ending, já que o bad é mais divertido... E é o canônico no começo do jogo seguinte, muwahahahaha!

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      le · 11 days ago · 2 pontos

      O maior defeito que eu vejo nesse jogo são os SP. Fora isso, acho muito legal.

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      thecriticgames · 10 days ago · 2 pontos

      Bom saber que elas foram e ainda são uteis kk alias, lembro que na época teve mais alguém do Alva que se pronunciou como daltônico, c lembra quem era?

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      carlospenajr · 10 days ago · 2 pontos

      Pessoal é fresco demais, as tirações de sarro da série é que da um ponto extra pra ela XD

      Nem sabia que tu era daltônico Xd Deve ser complicado em um monte de parte então ><

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  • 2021-01-15 22:48:56 -0200 Thumb picture
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    Visão Geral da Velha - Franquia Digimon

    E aqui estamos, para mais um post do Arco da Velha! Dessa vez, a nossa idosa trará uma visão geral sobre várias franquias de animação japonesa, dando um pequeno resumo sobre cada temporada da mesma, acompanhada no final de um veredicto final sobre como a dita cuja se saiu. Esse tipo de post foi feito pensando em não tornar muito repetitivo as indicações/bengaladas comuns da persona, falando de obras de uma mesma franquia inúmeras vezes, isso além de dar uma variada na página também.

    Claro que, por se tratar de uma persona focada em animações, não serão levados em conta no post jogos, mangás, filmes separados, livros explicando lore, teorias malucas de fãs, álbum de figurinhas, papel higiênico personalizado ou o que quer que seja. O objetivo é dar uma visão geral da franquia, sem se aprofundar muito na mesma dando spoilers e fazendo reviews propriamente ditas (ou seja: a mesma pegada dos posts normais da persona). Enfim, chega de papo e vamos ao que interessa!

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    Antes de tudo, um pequeno contexto: Digimon, no geral, é uma franquia focada em monstros digitais, que surgiram em meados da década de 90 e que foram o estopim para a febre dos Tamagotchis. Como os bichinhos virtuais vieram antes dos jogos de Game Boy trazendo os monstros de bolso da Nintendo, muitos se recusam a ver a franquia como uma cópia, ou um clone, de Pokémon e, no sentido geral da coisa, isso faz sentido. Porém o primeiro anime de Digimon foi feito claramente como uma tentativa de barrar o sucesso de Ash e Pikachu (por conta da Bandai e da Toei), então chamar os animes de "Clones de Pokémon" acaba não sendo tão longe da realidade assim, já que trazer um nome parecido, também ter crianças com gadgets e monstros que se transformam e que enfrentam outros, certamente que não foi uma mera coincidência na época, né?

    1 - Digimon Adventure - 1999

    Aqui temos a primeira temporada do anime, àquela que é certamente a mais querida pelo público (especialmente aqui no Brasil, já que a Globo a explorou à exaustão, chegando a passá-la duas vezes seguidas no mesmo dia). Nela temos um isekai clássico dos anos 90, onde 7 crianças (com uma 8ª aparecendo posteriormente), que estavam em um acampamento, sendo levadas à um mundo diferente onde conhecem seus parceiros digimons e com a ajuda dos digivices (pequenos aparelhos que lembram tamagotchis) e dos brasões (pequenos emblemas que simbolizavam as características principais de cada um) conseguiam fazê-los evoluir para que assim pudessem salvar o mundo digital, e consequentemente o próprio mundo humano. Só com essa pequena premissa já é possível ver o quão Digimon 1 estava anos-luz à frente de Pokémon, isso sem contar o fato que os monstros aqui falavam, que existia uma real ameaça pairando os protagonistas a todo momento (o que aumentava seus laços com seus parceiros digitais, tal como seus amigos que os acompanhavam), isso além da trilha sonora animal e de que tudo, no geral, termina com uma conclusão sólida. Apesar de ser a primeira temporada da série, Digimon Adventure é, até hoje, uma das melhores entradas da franquia, e só não se torna o melhor arco da mesma porque outros 2 aproveitaram bem melhor esse tema de monstros digitais... Mas isso veremos mais adiante.

    2 - Digimon Adventure 2 - 2000

    A partir daqui teremos algo que será muito comum na franquia: o mal aproveitamento de boas ideias. A temporada se passa anos após a primeira e as crianças de outrora estão maiores e não podem mais ficar indo em mundos digitais salvar o dia, então a tocha se passa para um novo cast (com 4 personagens novos), o que é ótimo, mas infelizmente o foco nos personagens/digimons antigos ainda é absurdo (pra se ter uma noção, o cast novo sequer tem brasões, e acabam reutilizando os dos personagens anteriores), TK e Kari do arco anterior ainda continuam no palco principal e com isso o foco nos novatos acaba indo pro ralo. A temporada também é repleta de coisas mal explicadas, plot roles, conveniências absurdas e tudo fica bem mais pueril sem aquela ameaça que existia antigamente e o resultado final termina sendo uma das piores temporadas de toda a franquia (apesar da trilha sonora ainda ser sensacional, sendo ainda melhor que a anterior). Mas não é a pior, pois mais adiante o buraco vai beem mais fundo do que isso!

    3 - Digimon Tamers - 2001

    Digimon 2 encerra o arco Adventure da série (ou ao menos encerrava, como será visto mais adiante), então para a terceira temporada criaram uma trama sem nenhuma ligação com os antecessores. E para tal, chamaram Chiaki J. Konaka, um dos responsáveis por Serial Experiments Lain, e o resultado ficou espetacular! Já existe um post sobre Digimon Tamers no arco, então não irei detalhar muita coisa aqui, mas no geral é o melhor arco da franquia, trazendo um tom mais sombrio e maduro para uma série focada em monstros digitais, isso além de provavelmente a melhor trilha sonora da mesma!

    4 - Digimon Frontier - 2002

    Digimon 4 (como ficou conhecido aqui no Brasil) continuou com a temática de stand alone do Tamers (sem ter ligação com as outras temporadas) e aqui novamente tentaram algo diferente com o tema de monstros digitais, já que desta vez as crianças protagonistas se transformam nos digimons, no maior estilo Super Sentai! Infelizmente, tal como aconteceu com Digimon 2, a execução dessa ideia foi terrível, pois além de regredirem e trazerem novamente crianças perdidas em um mundo digital (e os estereótipos dos protagonistas não sendo lá muito diferentes dos mostrados em Digimon 1), dão um foco excessivo para 2 personagens do cast (o gabiru de óculos de aviador e o cara silencioso e edgy com cabelo comprido e lenço na cabeça), isso sem falar do pacing horrível da última parte do anime (e do final bem forçado). No fim das contas, Digimon 4 se sai ligeiramente melhor do que Digimon 2, mas não fica muito longe dele no buraco criativo da franquia (a trilha sonora ainda é muito boa aliás, em especial o tema de abertura)...

    5 - Digimon Savers - 2006

    Como pode-se notar, houve-se um período de 4 anos da quarta para a quinta temporada da franquia, isso porque Frontier não fez lá muito sucesso. Então para a temporada seguinte, resolveram inovar novamente e decidiram dar aos monstros digitais um ar mais battle shounen, e pela primeira (e única vez) na franquia adotaram um character design mais caprichado, com o cast não se resumindo mais a crianças de 10 anos e sim a jovens de 14/18 anos, que trabalham para uma agência do governo que monitora os digimons (tendo até mesmo adultos com parceiros digimons aqui!). Digimon 5 (como eu gosto de chamá-lo) também teve um post único aqui no arco, então não irei entrar em maiores detalhes, mas no geral acabou sendo disparado o segundo melhor arco de toda a série, apenas ficando atrás de Digimon Tamers (por muito pouca coisa), mostrando que sim, a franquia tinha muito potencial caso deixassem a criatividade rolar e ousassem mais (Ah sim, a trilha sonora aqui não é tão variada, mas tem algumas músicas boas, como Believer).

    6 - Digimon Xros Wars - 2010

    Lembram-se, quando foi dito acima, que Digimon 2 não era o fundo do poço? Pois saibam que a sucessão de desgraças da série tem início a partir daqui. Como pode-se notar pelos 4 anos entre a quinta e a sexta temporada, a pegada mais séria e inusitada do Digimon Savers não foi muito bem aceita economicamente, e por isso, em Xros Wars a coisa voltou a ser protagonizada por crianças. Desta vez o mundo digital estava em guerra e para isso os infantes eram chamados pro lugar, para servirem de generais táticos para o conflito, e todo o resto da dinâmica da série mudou. Primeiro que digimons não evoluem mais, e para que adquiram níveis maiores de poder precisam se fundir com outros e logo no primeiro episódio o digimon vermelho do protagonista vira um robozão enorme, que aniquila tropas inteiras inimigas com um único ataque (mandando a tensão da série pra casa do caralho). Segundo que, apesar de haverem outros humanos e digimons na coisa toda, o protagonista e seu parceiro recebem TODO o destaque de uma maneira absurda (a ponto dos outros personagens servirem apenas de complemento pra eles... Literalmente). Isso sem contar vários outros problemas, como a motivação do cast (que é uma pior do que a outra), os vilões serem apenas um bando de badguys sem cérebro e o fato da temporada ter 79 fucking episódios (sendo que as outras 5 ficavam por volta dos 40/50) e a própria temporada ser dividida em temporadas, com a última parte MUDANDO o protagonista para um zé roela qualquer. Certamente é disparada uma das piores entradas da franquia, e seria a pior, se não fosse por outras duas bombas que vieram a seguir...

    7 - Digimon Adventure Tri - 2015

    Espera, Digimon Adventure de novo? Sim, após 15 fucking anos decidiram fazer uma continuação para o segundo arco da série, mas desta vez focado nos protagonistas da primeira. Nem é preciso explicar que só fizeram isso para faturar em cima da nostalgia dos fãs, que cresceram vendo Digimon 1 e 2, mesmo que nesse meio tempo Digimon Tamers e Savers tenham surgido, elevando o nível da série a algo bem maior (e Frontier e Xros Wars, mesmo que tenham ficado ruins, ao menos tentaram algo diferente). Como foi dito no começo, a primeira temporada é a mais querida pelo público (tanto que em todos os arcos seguintes têm sempre algum tipo de referência à ela), porém sequer se deram ao trabalho de fazer algo decente e o resultado foi dantesco. Erros de continuidade com Digimon Adventure 2 (seja incongruência com os acontecimentos ou mesmo o salto tecnológico absurdo), retcons em alguns personagens (como o protagonista, Taichi, virando um cara cauteloso, sendo que sempre foi explosivo), uma personagem de óculos mais sem graça que picolé de chuchu, além de um monte de coisas zoadas que fazem desse o pior arco da série até o momento. Afinal, só tem mesmo fanservice nostálgico para se sustentar e isso, narrativamente falando, não tem qualidade alguma.

    08 - Digimon Universe: Appli Monsters - 2016

    Após o cashgrab de Digimon Tri, decidiram voltar atrás nas temporadas stand alone da franquia, e Appli Monsters saiu nesse embalo. Desta vez adotaram um contexto mais contemporâneo, com a trama se passando por volta de 2040, com os digimons (aqui chamados de appmons) sendo baseados em aplicativos de celular. Os protagonistas (um moleque random, um youtuber teen, uma idol e outro cara edgy) acabam sendo selecionados por algo misterioso para combaterem uma poderosa Inteligência Artificial chamada Leviathan que quer detonar o mundo, o que combina muito bem com a franquia no geral e isso poderia ter gerado algo grande na série, mas... O resultado foi quase tão ruim quanto Xros Wars! A série (tal como a última parte da 6ª temporada) tem uma pegada mais Pokémon, onde os caras têm que capturar os appmons que estão dando problema na rede mundial de computadores (e usá-los como power up para seus parceiros, que ao menos evoluem dessa vez) e, apesar da animação/character design ser bem melhor do que a média da franquia, a temporada tem um uso massivo de CGs (com qualquer digimon minimamente detalhado sendo feito em computação gráfica). Isso sem falar do pior protagonista de toda a franquia (Haru, um moleque frouxo que parece um coadjuvante, dos genéricos ainda por cima), do pacing horrendo, e de outros problemas que transformam essa, que poderia ser a redenção da franquia, em mais uma boa ideia desperdiçada...

    09 - Digimon Adventure: - 2020

    Espera, Digimon Adventure OUTRA VEZ? Exatamente, como se o cashgrab com o Tri não tivesse sido o suficiente, trataram de fazer um reboot da primeira temporada, trazendo os personagens e seus digimons para um contexto mais moderno e focado no mundo real ao invés do digital. Trazer algo da década de 90 pra conjectura atual normalmente é desastroso, e no caso de Digimon 1 não foi diferente, pois mesmo que os eventos sejam diferentes, os digimons e a forma como eles funcionam continua a mesma, mas tudo teve que ser rushado e acelerado, para que agradasse mais à nova geração, e toda a problemática mostrada nos episódios acaba sendo muito inferior à versão original. Esse arco ainda não acabou (tendo até o momento 66 episódios), ainda sendo cedo dizer se é ou não a pior entrada da franquia, mas certamente que jaz no limbo da mesma juntamente com Digimon Tri, seja por querer faturar em cima da nostalgia do público (apesar do reboot estar desagradando muitos fãs da primeira temporada, ele não deixa de ter esse tipo de appeal) ou por jogar na vala duas das principais características da franquia que a tornavam superior à rival, Pokémon: sua criatividade e o fato de a cada temporada nova focar em um cast diferente.

    ______________________________________________________________________________

    Pois é, o post acabou ficando enorme! Mas obrigado para quem acompanhou até aqui e, no fim das contas podemos concluir que a franquia Digimon, desde os seus primórdios, mostrou que sempre foi superior à Pokémon (que até hoje só faz mais sucesso devido ao marketing massivo que fizeram da mesma). Sua temática de mundo digital onde humanos interagem com criaturas feitas de dados tem muito potencial, algo que só foi devidamente polido e aproveitado por duas (Tamers, Savers) de suas (até então) 9 temporadas, com as outras ou tendo uma péssima execução de suas ideias ou sendo só cashgrab barato mesmo. 

    https://i.postimg.cc/9FggKFY1/selo-raikou-meio-termo.jpg

    E Digimon recebe o selo Raikou do meio termo, com tudo sendo bem mais ou menos! Mais pra menos do que pra mais, porém a franquia ainda tem 3 temporadas que dá para assistir sem querer pular de um penhasco, ahuahauha. Bem, é isso e, até o próximo post!

    Digimon Adventure

    Platform: PSP
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      gennosuke6 · 12 days ago · 3 pontos

      Seu post digivolveu depois de tanto Digimons. kkkkkkkkkkkk. Eu nunca vi nenhum Digimon completo, e só vi pedaços do primeiro. E tô ligado nesse remake que tá saindo, e realmente vi mta gente reclamando dele. E pra não perder a oportunidade...
      https://www.youtube.com/watch?v=HbHLrBg2o8M véi.... XDDDDD

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      andre_hirosaki · 12 days ago · 2 pontos

      fiquei impressionado como boa parte das impressões bateram com as minhas. Digimon Adv. Tamers e Savers/ Data Squad são os melhores pra mim e os q mais gostei de ver. Digimon 02 e Frontier eu não consigo gostar mas nem fdd aushuashu, o xros eu hateei tanto q dropei lá pelo ep 8 e nem quero voltar.
      Dos novos eu n me sinto tão atraído para assistir. Eu msm peguei pra assistir o 1o ep do tri lá pra 2018 (tarde pra carai kkkk) e n achei tão legal quanto os antigos aí nem vi o resto. O q mais ta atraindo minha curiosidade no momento são mais os jogos do q os animes em si

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      zefie · 12 days ago · 2 pontos

      Interessante ver que você considerou o Savers abaixo apenas do Tamers (que pra mim, se eu for por a nostalgia pelo Adventure de lado, é a melhor também). Eu parei ele porque tava achando uma merda a questão do carinha TROCAR SOCO com digimons de dezenas de metros de altura.
      Lembro que alguém falou que eu acabei parando justo antes de começar a ficar bom, então talvez eu volte algum dia (mas atualmente eu já não tenho saco pra animes com muitos episódios).

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  • 2021-01-14 21:20:36 -0200 Thumb picture
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    First Squad: The Moment Of Truth

    Ano - 2009

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Com o avanço da Segunda Guerra Mundial e a ofensiva alemã rumo a Moscou, os dias da União Soviética pareciam estar contados. A única esperança estaria nas mãos do First Squad, um esquadrão formado por jovens com poderes sobrenaturais, contudo todos os membros desse grupo estavam mortos, exceto por um: Nadya Ruslanova, que ainda estava sofrendo de amnésia para ter alguma utilidade. Nesse cenário dantesco em meio ao frio congelante, uma organização secreta alemã chamada de Ahnenerbe pretende invocar um exército de zumbis e alterar o curso da história. Será que Nadya, e seus falecidos companheiros, poderão fazer algo a respeito?

    ______________________________________________________________________________

    A maior parte das animações japonesas se passam no território japa, afinal os caras, tal como os americanos, são bem patrióticos nesse sentido (tanto que obras como Yamato, que colocam um encouraçado japonês como a arma final da humanidade, fazem muito sucesso por lá), porém volta e meia surge alguma história ambientada em um cenário diferente. First Squad é uma dessas exceções, sendo um filme de 2009 ambientado na russa soviética em plena Segunda Guerra Mundial! E o mais interessante disso tudo é que o anime inteiro foi dublado em russo!

    A história é bem simples e bem maluca: a URSS tá sendo atacada pelos nazistas, que querem invocar um exército de mortos vivos para mudar o curso da guerra, e a única coisa que existe para impedir isso é o First Squad, um grupo de elite formado por soldados com poderes psíquicos e ligados telepaticamente, porém toda essa galera morreu e a dona que sobreviveu, a protagonista Nadya (que nasceu em um circo devido a suas habilidades mediúnicas), não se lembra de seu passado mais recente devido a um trauma que sofreu durante um ataque.

    Então eles mandam Nadya com uma máquina, a Sputnik 1, para o mundo dos mortos, trazer o espírito de seus companheiros de volta pra então impedir o plano alemão! É um enredo bem mirabolante para algo ambientado no conflito bélico de maior proporção da história, mas não deixa de ser bem interessante, além de extremamente exótico (afinal, é um anime protagonizado por uma dona russa e ainda dublado totalmente na língua da antiga potência socialista).

    A animação é muito boa e a dublagem russa é show (também tem opções de áudio em inglês, japonês e até português, mas REALMENTE preciso dizer pra ver esse filme em russo?). A história é bem curtinha (o filme tem menos de 1 hora), então muita coisa foi mal aproveitada e algumas são meio estranhas (como a protagonista usar uma espada japonesa, mesmo sendo russa), mas no geral, First Squad é um anime bem interessante e certamente que vale a pena dar uma conferida, com a Velha, que já tomou algumas vodkas junto com Karl Marx, assinando embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

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      zim · 13 days ago · 2 pontos

      E quanto ao hino? se tiver o славный hino aí sim vale a pena kkkk https://www.youtube.com/watch?v=U06jlgpMtQs

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      kalini · 13 days ago · 1 ponto

      Muito interessante esse, não é todo dia que vejo a URSS e os comunas sendo retratados como herois, geralmente são vilões ou de carater duvidoso, mesmo no Japão. Esse certamente verei em breve.

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  • 2021-01-12 12:28:13 -0200 Thumb picture
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    Tetsuwan Birdy

    Ano - 1996

    Número de episódios - 04 (+26 episódios série de TV)

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Tsutomu é um jovem comum, que estava preocupado com suas notas no exame final para entrar no colegial, até que acaba sendo morto no meio de uma perseguição. Após o acontecido ele acorda como se tudo tivesse sido um sonho, mas então descobre que ele não estava mais no seu corpo e que a partir dali dividiria o mesmo com a agente interplanetária Birdy, que para salvar sua vida teve que colocá-lo naquela situação. Agora, sendo duas pessoas em uma, Tsutomu terá de seeguir Birdy em meio suas missões, ele querendo ou não.

    ______________________________________________________________________________

    Tetsuwan Birdy (Birdy the Mighty, no ocidente) é uma série de OVAs dos anos 90, que fala de um pobre diabo que acabou sendo morto acidentalmente no meio de uma perseguição da agente interplanetária/androide Birdy (enquanto ela perseguia um bandido), e para não ir de vez para a terra dos pés juntos, teve que a partir dali dividir o corpo com ela, ao menos até que a mesma conseguisse "consertar" seu corpo original (ou arrumar algo que servisse como tal).

    Talvez você, leitor, esteja pensando: "ah, só mais uma história de genderblender, onde um cara troca de corpo com uma dona e fica fazendo piadinhas de eu tenho peitos e coisas idiotas do tipo", mas não dessa vez. É certo que Birdy e Tsutomu dividem o mesmo corpo, mas quando um deles está no controle, o corpo adquire a forma daquela consciência, ou seja: nada de piadinhas bestas a la Kimi no Na wa aqui, e ambos protagonistas levam tudo bem a sério, o que é bem interessante de se ver!

    A vida de ambos muda totalmente depois disso (já que quando surge um trabalho, Birdy precisa do corpo, independente do que o Tsutomu estiver fazendo), e os OVAs mostram um pouco disso, tudo com aquele estilão anos 90, com muita violência e uma animação excelente do Madhouse. Em 2008, quando um novo mangá da série foi lançado, Birdy ganhou uma nova animação, dessa vez para TV, de 26 episódios. E, ao contrário da maioria esmagadora dos casos onde OVAs dos anos 90 ganharam adaptações ruins anos depois (como aconteceu com Mahou Tsukai Tai, Lodoss, Guyver e por aí vai)... Saiu uma coisa boa dessa vez!

    A série de TV (chamada de Tetsuwan Birdy Decode) tem o development um tanto diferente, e a arte/animação não é tão boa quanto a versão dos anos 90, mas a trama conta muito mais detalhes sobre a vida e o passado da Birdy, além de ter mais ação e ter um pacing melhor (e por ser de 2008, o moe não estragou tudo também). Enfim, no geral Tetsuwan Birdy é um anime bem peculiar, que conta com uma protagonista bem forte e que não é cheia de frescura como as donas de anime atuais e vale a pena dar uma conferida, com a Velha assinando embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

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      santz · 15 days ago · 2 pontos

      Está me dizendo que em momento algum ocorre essa piadinha de "agora tenho seios."?

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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-01-09 22:53:51 -0200 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Depois do picolé de chuchu chamado Koudelka, hor
    Shadow Hearts

    Platform: Playstation 2
    323 Players
    55 Check-ins

    Depois do picolé de chuchu chamado Koudelka, hora da porra ficar séria!

    Comecei Shadow Hearts, uma das séries de RPG que eu mais tinha curiosidade até então. Logo de cara o jogo já começa com algo grande acontecendo, com um velho de cartola matando um monte de gente em um trem, apenas pra poder raptar uma dona lá, até que aparece um cara de cabelo espetado, que faz o cara sair correndo.

    Esse cara chama Yuri, e veio até ali pra resgatar a dona lá, que chama Alice, porque tinha uma estranha voz falando na sua cabeça pra fazer isso. E o velho de cartola se diz chamar Roger Bacon... O que obviamente é um nome falso, visto o Roger que é visto em Koudelka no PS1... E tendo em mente que esse jogo é uma sequência e talz.

    Depois disso o Yuri consegue despistar o velhote e salva a Alice, que decide ir viajar com ele, por hora. O cara também demonstra um certo interesse pela dona, afinal ela é bonita, jovem e usa uma saia curta, hauahuahua

                          Eu ri pra caralho dessa parte, ahauhauahuahuahua

    Depois disso os dois foram parar numa vila de werecats canibais e um velho chinês acabou entrando pra party por um tempo. Em seguida os dois foram para uma cidade lá e encontraram uma espiã bonitona chamada Margarete (que, veja só, é baseada numa espiã de verdade) que entra pro time também, já que ela estava fugindo da polícia e os dois protagonistas acabaram sendo incriminados pelo massacre ocorrido no trem no começo do jogo...

    Depois disso mais coisas aconteceram, tantas que nem dá pra falar no check-in, e o time acabou indo parar em Shangai, onde se reencontraram com o velho chinês do começo, para encontrarem outro velho, um perneta que usa magia taoísta e que está atrás da Alice. Estou com pouco mais de 5 horas e jogo e a história se desenvolveu bem rápido, mas sem perder o ritmo da coisa toda. 

    Os personagens que entraram pro time até agora são bem legais e diferentões (a mais fraquinha é a Alice, mas não chega a ser um incômodo), e mesmo alguns coadjuvantes são bem interessantes, como a Tenente coronel Kawashima (outra baseada em uma figura histórica real), e ainda tem muuuito chão pra rodar pela frente nesse sentido...

    Quanto ao combate, fazia tempo que não via um sistema de turnos diferentão assim, e tá muito bom de jogar! Cada ação do seu personagem em batalha (e algumas fora dela) precisam ser passadas por esse judgement ring, que é um círculo com um ponteiro no qual tu tem que apertar X nas partes destacadas dele. Se errar a primeira área sua vez termina e se errar a segunda ou a terceira o ataque pode sair mais fraco, ou seja: no jogo tu não tem que ficar só vendo fraquezas elementais ou ataques dos seus personagens, também tem que ter uma certa prática com esse círculo, o que deixa as batalhas com uma dinâmica bem legal! Também existe a barra de SP, que mostra quantas ações tu pode ter em batalha, e se ela chegar a 0, o personagem fica berserk atacando inimigos e aliados indiscriminadamente.

    Ah sim, e cada personagem jogável tem a sua peculiaridade e skills próprias, com o destaque indo para o protagonista Yuri, que pode se transformar em vários capetas humanoides diferentes! No começo do jogo só tinha uma forma (parecida com aquele secret boss do Koudelka), mas depois, à medida que tu vai matando inimigos vai acumulando Malice, aí pode ir no Cemitério mental do cara (que fica disponível quando se entra em um save point) e adquirir mais alguns, dando um feeling bem Breath of Fire pra coisa toda.

    Os cenários são pré renderizados ainda, o que é estranho pra um jogo de PS2 à primeira vista, mas tudo acabou ficando ok e não chega a incomodar e talz. As batalhas são random (e são bem rápidas, exceto quando os inimigos vão usar alguma magia lenta), as cutscenes continuam sem legenda, mas estão bem audíveis e a maioria das cenas tem portraits e texto, então um script não será tão necessário assim...

    Também tem esse cara que faz acupuntura (o que melhora suas armas), que gosta de homem e fica tirando casquinha dos caras quando tu usa os serviços dele, ahauhaua

    No geral, as primeiras impressões de Shadow Hearts foram muito boas! Amanhã vejo se consigo passar as 10 horas, e vejamos como esse jogo vai ficar daqui pra frente. Mas, se eu posso dizer que essas 5 horas jogadas foram mais interessantes que todo o tempo de jogo de Nocturne e Koudelka juntos, isso com certeza, ahauahuhua

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      carlospenajr · 17 days ago · 2 pontos

      Ae, finalmente alguem jogando um "jogo de cultura" XD
      https://i.kym-cdn.com/entries/icons/mobile/000/022/506/7c6.jpg

      Faz anos que eu não jogo a série, mas ela continua sendo uma das minhas favoritas. O 1 tem uns gráficos bem feiões mesmo, mas a jogabilidade é bem mais gostosa que muito RPG por ai.

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      brunocesar10 · 17 days ago · 2 pontos

      Na época que joguei, falaram que esse jogo foi feito para o ps1, mas por alguma problema na época que não recordo agora, deixaram para o ps2, Tbm estranhei no começo na época, mas depois acabei acostumando, uma pena eu ter descoberto a serie só no fim da geração, acabei parando em 30% do jogo, por causa do ps3 que tinha comprado, um dia pretendo jogar toda serie.

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      _gustavo · 16 days ago · 2 pontos

      Só me lembro do 2, é um baita jrpg obscuro do PS2,

      2 replies
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