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  • 2021-04-09 20:48:20 -0300 Thumb picture
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  • 2021-04-08 18:30:03 -0300 Thumb picture
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    Lupin the Third: The Woman Called Fujiko Mine

    Ano - 2012

    Número de episódios - 13

    Disponível em Netflix - Não  

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Muitas pessoas estão desconfiadas de uma nova religião que surgiu recentemente e vem ganhando muitos adeptos. Lupin III, o grande ladrão dessa geração, adentra no local em busca de um tesouro que o culto mantém escondido, mas em sua busca pelo recinto não deixa de tirar os olhos de uma linda e estonteante mulher que havia se casado com o líder do lugar. Aquela era Fujiko Mine e aquele seria o início de sua história.

    ___________________________________________________________________________

    Existem várias franquias de anime que surgiram há um bom tempo, possuem vários temporadas e uma infinidade de episódios... E que eu nunca dei a mínima, seja pela premissa desinteressante ou pela abordagem defasada(ou mesmo por eu ter coisas menores emais promissoras pra ver), e certamente que Lupin III é uma delas. Contando a história do ladrão meio James Bond e seus parceiros fazendo os mais diversos furtos, a série despontou já nos anos 70 e desde então vem sempre ganhando alguma temporada nova com o passar do tempo (recentemente ganhando até uma animação em CG, ugh), sempre com muitos capítulos e com aquela pegada episódica que todo mundo conhece. Até mesmo Hayao Miyazaki entrou na onda, fazendo "O Castelo de Caligostro", que por ser Ghibli style, acabou sendo o único contato da franquia pra muita gente.

    Porém, esse anime de 2012, The Woman Called Fujiko Mine, chamou a minha atenção. No ano de 2012 as animações japonesas já estavam destroçadas pelo moe, e com isso uma obra mais retrô sendo lançada nesse oceano de porcarias foi como um copo de água no meio a um deserto... Entretanto o show tinha mais dois aspectos bem interessantes: o primeiro é o estilo artístico que adotaram, mantendo a caracterização que os personagens tinham, mas adicionando uma pegada mais artística (com sombras rachuradas e tudo o mais)), além de não ser focado no ladrão que dá nome à série e sim na personagem Fujiko Mine.

    Fujiko já era uma personagem recorrente na série, porém nunca havia sido retratada como personagem principal, e aqui temos várias facetas da personagem mostradas na tela, incluindo a sua principal característica: ser uma femme fatalle. A ladra usa sua sensualidade e seu carisma e consegue literalmente brincar com todos os homens do seu caminho, sejam inspetores de polícia, líderes revolucionários, assassinos, samurais, tal como o próprio Lupin, que diz a todo momento que ela é o maior tesouro que ele já quis um dia roubar.

    A série tem doses cavalares de nudez e insinuação sexual, com Fujiko aparecendo seminua (ou nua mesmo) em praticamente todo episódio, mas não pense que isso é devido a fanservice barato, pois a personagem faz isso de forma natural, parafraseando o que a mesma diz em certo momento da trama: "Eu sempre estive roubando e fazendo sexo [...] Essa é a mulher chamada Fujiko Mine". 

    O anime é episódico a priori, mostrando casos da Fujiko onde ela conhece as outras figurinhas carimbadas da série, porém conforme a mesma vai avançando uma ligação entre os capítulos vai se tornando mais proeminente, com a reta final da obra sendo usada para contar mais do passado da protagonista, tudo com um clima de mistério muito bem colocado até. 

    Além do já mencionado estilo artístico da obra (que é um colírio para os olhos, e não me refiro apenas à estonteante protagonista), a trilha sonora também cumpre bem seu papel, com o destaque indo para a opening, que é uma mistura de poemas, sensualidade e arte, tudo mesclado de um jeito que não dá pra descrever com palavras... Só vendo mesmo! 

    No mais, fica a indicação para  Lupin the Third: The Woman Called Fujiko Mine, um anime de uma franquia velha de guerra, mas que mostra uma protagonista que não se vê todo dia (ainda mais com a infinidade de battle shounens no mercado cheio de donas que só servem pra crush war, fanservice ou pra atrapalhar mesmo) e certamente que a Velha, que andou dando umas aulinhas pra Fujiko , assinando embaixo!

    Link para uma planilha com todos as indicações do Arco aqui XD

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      wcleyton · 2 days ago · 2 pontos

      brother, tu já pensou em montar um podcast sobre esses animes que vc comenta aqui no alva?

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      arthurdias25 · 2 days ago · 2 pontos

      Lupin III é uma franquia que eu sempre enrolo pra dar uma chance, principalmente por ser um monte de animes e não saber se tem uma continuidade real entre um e outro kkkkkkk
      Talvez dê uma olhada nesse ou o Castelo de Cagliostro que vejo muito falar que é a melhor porta de entrada

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      vante · 2 days ago · 2 pontos

      Pior que eu só vi o filme do Castelo de Cagliostro que eu gostei bastante, mas como eu tô enrolando com animes no geral... Fica difícil kkkkkkkkkkk

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-04-07 23:10:27 -0300 Thumb picture

    Mai Shiranui na áera

    Depois do trailer da King (que achei uma bela bosta) não esperava algo interessante tão cedo, mas não é que o trailer da Mai ficou duca?

    Ela tá lindona e pelo que notei voltaram até alguns golpes antigos que ela tinha perdido no KOF XIII e, como todo personagem popular que teve trailer até agora, ganhou um secretão novo!

    Mas a parte mais curiosa foi que o time das mulheres não foi fechado! Então provavelmente Yuri ainda está no Art of fighting team, então quem será o 3º membro do Women's Team?

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      wiegraf_folles_ · 3 days ago · 1 ponto

      Tem fan favorites que muitos gostariam de ver como Kasumi, May Lee ou talvez eles botem a Nakururu de volta.

      E o Trailer da King eu curti já que ela tem um dos poucos dubladores originais que sobraram junto com o Benimaru.

      Só não curti muito terem feito com a King o tratamento Leona de tunar o Fanservice em char que não tinha esse conceito.

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      wiegraf_folles_ · 3 days ago · 1 ponto

      Ah sim tem o Ash também hueuehueh

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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-04-07 08:53:16 -0300 Thumb picture

    Silhueta do próximo personagem de KOF XV revelada...

    Medium 769487 3309110367

    Essa nem precisava fazer esse suspense, huahua

    Pelo visto o Woman's team vai completar hoje... Se for mesmo, quem vai fazer time com o Ryo e o Robert desta vez?

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  • 2021-04-05 22:28:35 -0300 Thumb picture
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      cypher · 5 days ago · 2 pontos

      Como eu amo esses traços oitentistas/noventistas!!!!

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      carlospenajr · 5 days ago · 2 pontos

      Eu gosto pacas do traço do artista do Hellsing, é TUDO COM CARA DE MANIACO XD
      El-Hazard eu acho bem mais ou menos, mas gostava bastante do anime no geral (e aquela risada de fdp do Ginai XD)

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      wcleyton · 5 days ago · 2 pontos

      el hazard até hj tem uma das melhores músicas de abertura

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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-04-04 00:28:40 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>Eu sei que faz pouco tempo do último check-in, m
    Arc the Lad II

    Platform: Playstation
    56 Players
    17 Check-ins

    Eu sei que faz pouco tempo do último check-in, mas... ARC THE LAD II FOI FINALIZADO COM SUCESSO!

    A dungeon final em si foi bem tranquila, afinal tem vários pontos de recuperar HP, tem lugares pra salvar, os inimigos não dão respawn, tem uma loja com tudo que tem direito na airship... O problema é que não dá pra sair de lá, daí se tu tiver precisando de grindar com o time ou de fazer alguma outra coisa e não tiver feito um save a mais... Se fodeu.

    Felizmente eu já havia sido avisado desse lance, então fui preparado e cheguei no final boss pra quebrar a cara dele. As duas primeiras formas foram moleza mas a terceira tinha 9999 de HP e e apenas a Choko com seu Vanish conseguia causar um bom dano nele, por volta de 300. Daí foram uns 40 turnos curando, revivendo personagem (apesar de só a Choko estar atacando o resto da party ficava dando suporte pra ela com itens e magias), daí quando faltavam uns 3 hits pra ele morrer o MP da anja acabou, e como o final boss era estacionário e tinha uma range baixa, foi só me mover pro final da tela, esperar ela recuperar MP (graças à armadura que ela estava usando, que recuperava 2 de MP por turno) e finalizar o miserável!

    O final do jogo foi bem legal, tendo uma vibe de Final Fantasy VI e tudo o mais... Enfim, Arc the Lad II foi um jogo bem legal, melhoraram tudo do primeiro game, transformando a coisa toda em um RPG de verdade ao invés de continuar um jogo tático basicão. O combate bem que poderia ter ficado mais turn based padrão com grid, como um Trails in the Sky ou um Lunar 2, mas tudo bem... 

    Agora é dar uma dormida e fazer uma review amanhã. Ainda não sei se vou partir pro lado ocidental dos role playing games (já que não joguei nenhum esse ano ainda) ou se resolvo mais alguma pendência do lado oriental, mas isso eu vejo depois...

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      jcelove · 7 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Sabia q ia passar com tranquilidade.
      Ta vendo que o Arc nao servia? Patircularmente achei uma trollagem desnecessaria do design forçar o jogador a completar. Sidequedts gigantes e dispersas pra ter a minima condiçao de vencer o boss, que quebra todas as regras do jogo ate entao.

      O final é feliz e triste ao mesmo tempo mas encerra legal o arco do Arc.

      O 3 se passa anos depois mostrando como o q sobrou do mundo ficou e altera bastante coisa no visual e no gameplay q passa a ser qse totalmente focado em missões. A fambase nao curtiu muito eddas mudanças mas ainda achei bem legal, apesar de meio cansativo.

      7 replies
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      aleatoriosjoao · 4 days ago · 2 pontos

      Eu soube que tiveram pessoas que deram softlock ainda bem que esse não foi seu caso, O arc the lad 3 é muito melhor se compara com 1 é 2, acr the lad 3 é trails in the sky só que pior.

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      kalini · 7 days ago · 1 ponto

      Esquece esses western, manoel, hahahha! Recomendo jogar o Vagrant Story.

      9 replies
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2021-04-03 19:25:35 -0300 Thumb picture
    manoelnsn checked-in to:
    Post by manoelnsn: <p>42 horas de jogo!#img#[769025]</p><p>E muita coi
    Arc the Lad II

    Platform: Playstation
    56 Players
    17 Check-ins

    42 horas de jogo!

    E muita coisa aconteceu nesse meio tempo, mas basicamente o grupo descobriu que o Império queria controlar a mente das pessoas através de torres, então se dirigiram a cada uma delas para destruir tudo... Porém após todas irem pro saco algo dá ruim e o Arc precisa voltar no passado para conseguir o poder dos espíritos mais uma vez e fortalecer mais o selo do diabão da vez...

    Foi legal poder jogar com a Kukuru de novo (e ver ela sendo desbocada com os inimigos, ahuahua), pena que depois disso ela volta a ser um NPC segurando o selo do bicho lá e não entrou pro time de vez...

    Depois disso o grupo se dividiu em dois e derrubou as duas últimas torres que faltavam (uma no polo norte e outra no sul), e finalmente o vilão do jogo anterior, Andel, foi derrotado... Mas claro que tudo não iria terminar tão fácil, já que ele já havia usado o poder da Arca para tunar o capetão, e agora só restava para o time invadir a capital Imperial e resolver tudo de uma vez...

    E só depois disso que pude concluir a história da Choko, que na verdade era filha de um diabão, que acabou sendo criada por um humano (que havia se corrompido por ter perdido esposa e filha), mas que após sua própria vila a perseguir como se fosse um monstro, liberou todo seu poder e matou todo mundo! Daí ela fez um auto brainwash e recriou a vila como era antes, usando monstros no lugar das pessoas, e ficou agindo como uma criança idiota durante séculos!

    Daí foi passar aquela dungeon enorme do jogo anterior e no 71º andar (com a Choko fazendo um atalho na entrada direto pro 50º, me poupando um tempo do cão) a baixinha derrotou sua contraparte e resolveu aceitar suas memórias e com isso ela ganhou a opção de se transformar em uma anja adulta de chifres! Que tem uma magia extremamente roubada que tá limpando todos os inimigos com um hit só! Quem diria que uma personagem secreta tem uma história mais foda que todo o cast principal!

    Com isso a Choko está sendo minha atacante principal, com o robô Diekbeck (que não precisa subir de nível e já está com as melhores partes, exceto uma que só consigo fazendo sidequest) sendo o atacante secundário e o resto do time, no nível 80/70... Normalmente só finalizam inimigos mais fracos ou dão suporte pra anja mesmo.

    Agora essa magia roubada dela está no lvl3, e a única coisa que me falta é a dungeon final. Já fiz um save separado, vou encher o inventário de itens de cura e de reviver e vamos ver se consigo zerar... Se não der, grindo com os outros personagens e tento de novo XD

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      jcelove · 7 days ago · 2 pontos

      Com esse setup ai não deve ter muito problema no boss final. só a choko e o robo ja solam ele, só leve cura e deixe um healer de backup.

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      kalini · 7 days ago · 2 pontos

      Game supreendentemente longo... e bonitinho visualmente. Mas ta curtindo historia, personagens e gameplay?

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      thiagobrugnolo · 7 days ago · 2 pontos

      Poderiam ter deixado a Kukuru como personagem jogável na campanha toda, uma pena ter virado uma NPC, ela era o personagem mais forte depois do Arc primeiro jogo.

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  • 2021-04-02 19:52:17 -0300 Thumb picture
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    Bengalada da Velha #10 - Kino no Tabi: The Beautiful World

    E aqui estamos com mais uma Bengalada da Velha! Depois de nos martirizarmos em uma novela mexicana de quinta para otakus onde doenças mortais sequer possuem um nome específico, recarregamos nosso combustível e nos preparamos para mais uma viagem sobre o lado mais dantesco das animações nipônicas! O nosso destino desta vez é uma obra relativamente conhecida, querida por muitos pelo seu setting inusitado, porém que não a impede de levar umas boas cacetadas de nossa idosa: me refiro a Kino no Tabi, ou como gosto de chamar, Kino no Toba!

    O bengalado da vez é uma obra um tanto antiga, do ano de 2003, baseada em uma light novel homônima do começo do milênio. Ele também possui uma versão mais moderna, de 2017, a qual a Velha não assistiu para poder dizer se é pior ou não... Porém, basta dar uma olhada na diferença absurda do character design pra se ter uma noção da possível resposta...

    Mas enfim, foquemos no anime original, de 13 episódios:  a história é focada em Kino que, apesar de sua aparência tomboy, é uma garota, que fugiu de seu país após um viajante ser morto por querer meter o bedelho nos costumes do lugar (que consistiam em fazer uma espécie de cirurgia bisonha quando as pessoas iam ingressar na vida adulta). Daí ela pegou o nome e a motoca falante do cara e conseguiu escapar, e pouco tempo depois topou com uma velha biruta no meio do mato que a ensinou a atirar, caçar e coisas do tipo.

    E daí a protagonista sai pelo mundo a la "Diários de Motocicleta", visitando algum país estrangeiro, ficando lá por alguns dias e picando a mula logo depois. Detalhe que as nações desse mundo são na verdade cidades, e cada uma tem sua arquitetura, costume, moral e ambientação específicas, sendo esse o principal apelo da obra: o worldbuilding. Preciso admitir que uma distopia onde cada cidade é uma cultura totalmente distinta da outra é bem interessante, com algumas fazendo guerras a esmo, outras com pessoas que leem mentes e por aí vai, porém se o anime tem esse ponto positivo, por que diabos ele está aqui, na Bengalada da Velha?

                       A motoca falante da protagonista chama Hermes, aliás...

    Porque é apenas isso que presta na obra: o mundo em que ela é contado. Todo o resto é simplesmente terrível, e tal como bengalados como Suzumiya Haruhi não escaparam da cacetada por terem algum ponto positivo (no caso o filme, Suzumiya Haruhi no Shoushitsu), Kino no Toba não se safou apenas por isso. Para começar, essa é uma trama sem personagens. Sim, cada nação aqui tem várias pessoas que aparecem no decorrer dos episódios, mas nenhum deles realmente importa (seja por não terem carisma algum ou por não terem o tempo de tela necessário para tal) e àquela que deveria ser a ligação do espectador com tudo aquilo, a protagonista, é a pior delas. 

    Apesar dela viajar por vários lugares diferentes, a moleca simplesmente não aprende nada com aquilo que vê, sempre se mantendo mais inexpressiva do que uma pedra de gelo seco. E para deixá-la ainda mais sem graça a dita cuja é expert em qualquer coisa que se possa imaginar, sendo uma boa atiradora, caçadora, maquinista, e com isso qualquer senso de ameaça na trama se torna zero. Kino praticamente nunca muda essa cara de tédio, chegando ao ponto de até sua motoca falante com voz de criança ser mais interessante do que ela...

    Além disso, apesar de nossa protagonista sem sal dizer que só vai ficar 3 dias num país e que não irá se intrometer no que acontece ali, ela SEMPRE  fica dando pitaco onde não é chamada, usando sua filosofia de botequim para fazer juízo de valor sobre o que está vendo. Se uma civilização utiliza de experimentos amorais para conseguir a cura de uma doença que estava se alastrando no local, quem diabos ela pensa que é para dizerem que estão errados? Uma dona que não chegou nem a três dias? Ela não presenciou os eventos que levaram as pessoas a tomarem essa decisão drástica, é como aqueles zé roelas que não sabem limpar a própria bunda e ficam na internet querendo dar pitaco em comunismo sem sequer saber como essa ideia foi construída por Karl Marx anos atrás...

    Não é difícil ver relatos internet afora sobre o quanto esse anime é profundo e filosófico, mas é tudo tremendamente raso e mal explorado, pois de nada adianta as possibilidades que a obra apresenta se o seu cast é descartável, além de sua problemática natureza episódica (ou seja, com os episódios não tendo uma progressão e cada um sendo stand alone). Já indiquei várias obras episódicas aqui no Arco, porém estas possuem algum personagem interessante ou elemento exótico que compense essa limitação, o que não é o caso de Kino no Toba, que termina sendo apenas uma historinha meia boca sobre uma protagonista inexpressiva Mary Sue e sua motoca, que assovia e chupa cana ao mesmo tempo e adora ficar metendo o bedelho naquilo que não entende...

    Então fica a bengalada da semana para Kino no Toba, quero dizer, Kino no Tabi! E para àqueles que gostaram do bengalado, ou mesmo que não querem perder seu tempo vendo esse negócio, seguem abaixo opções bem melhores, em todos os sentidos:

    Golden Boy - Também é uma história sobre alguém que larga tudo e sai pelo mundo em um veículo de duas rodas, porém o protagonista aqui APRENDE com aquilo que vê em suas estadias, além dos personagens no geral serem muito mais interessantes e carismáticos também

    Master Keaton - Protagonista que sai pelo mundo resolvendo casos para uma agência de seguros... Porém ele na verdade é um agente militar treinado, além de ser muito carismático, deixando todos os acontecimentos muito mais interessantes!

    Shinsekai Yori - Quer um mundo interessante com um enredo que aproveita o mesmo ao máximo e cuja trama termina sem pontas soltas? Toma!

    Ergo Proxy - Quer um anime com filosofia pra valer? Tá na mão!

    The Twelve Kingdoms - outro anime com um worldbuilding de cair o queixo, além de ter uma protagonista foda que se desenvolve pra cacete durante sua jornada!

    Mushishi - Outro anime episódico com um setting inusitado, onde um cara sai pelo mundo investigando casos relacionados a criaturas misteriosas conhecidas como Mushi... Mas esse sabe o que está fazendo e não fica dando pitaco no que não entende...

    ______________________________________________________________________________

    Bem, é isso. Boa noite/bom dia/boa tarde (dependendo de que horas estiver lendo esse post) e até a próxima bengalada!

    Link para uma planilha com todos as indicações do Arco aqui XD

    Lista da vergonha com os agraciados com a Bengalada da Velha aqui!

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      shadowstriker · 8 days ago · 2 pontos

      Inclusive imagino que uma das próximas recomendações vai ser Mushishi considerando que Kino levou bengalada e não tem post da velha ainda sobre.

      Eu ainda tenho que assistir, apesar de dizerem que é anime sonolento, mas imagino que não mais que Aria, Aria é bom demais mas o clima do anime é mó diazepam.

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  • volstag Guilherme De Assis Pinto
    2021-04-01 13:26:25 -0300 Thumb picture
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    volstag checked-in to:
    Post by volstag: <p>Ae galera, o <strong>Shakaw</strong> tá liberado

    Ae galera, o Shakaw tá liberado pra cadastro hoje!!
    NÃO É PRIMEIRO DE ABRIL essa notícia hahaha
    Pra quem curte baixar torrents de anime, lá é o paraíso!!

    https://tracker.shakaw.com.br/pagina_inicial.php

    Ae @o_arco_da_velha esse merece ser compartilhado hein? hehehe

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      o_arco_da_velha · 10 days ago · 2 pontos

      É uma boa mesmo, ainda mais com a dificuldade em se achar certas obras pela net afora XD

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      wcleyton · 10 days ago · 2 pontos

      como funciona isso?

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      lukenakama · 10 days ago · 2 pontos

      Vi isso, acho até engraçado que não tive problemas de fazer o cadastro há uns meses, não lembro se já tinha começado a trancar e abrindo só para essas datas.
      Meu HD não tá tankando mais não, só que Gold de algo que quero ver sempre é irresistível X(

  • 2021-03-31 20:07:26 -0300 Thumb picture
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    Night Is Short, Walk on Girl

    Ano - 2017

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Em uma noite, que parecia ser a última do ano, um certo garoto continua a perseguir a garota de seus sonhos, uma jovem de cabelos curtos e negros. Entretanto, apesar de seus incessantes avanços em sempre aparecer na frente da mesma fazendo-a pensar que seus repetidos encontros eram algum tipo de obra do destino, o alvo de seu afeto não parece estar interessada em romance. Ao invés disso, ela prefere entrar de cabeça naquilo que lhe interessar, e com isso seus caminhos, apesar de estarem paralelos, nunca se cruzam. Entretanto, muito pode acontecer antes do sol nascer, tantas coisas que nem se pode imaginar...

    ______________________________________________________________________________

    Night Is Short, Walk On Girl (Yoru wa Mijikashi Aruke yo Otome, no original) é originalmente uma novel de 2006, que acabou ganhando uma adaptação em filme em 2017, e mesmo com a situação nefasta da indústria de animação japa atual, o longa conseguiu se sair incrivelmente bem, e só por isso ele já merece alguma atenção, ahuahua

    Para os que já acompanham o Arco da Velha há algum tempo, devem ter notado que o filme tem uma arte bem similar a outra obra que foi indicada aqui, que foi The Tatami Galaxy, o que está longe de ser uma coincidência, já que ambos são do mesmo autor e foram produzidos pelo mesmo time, vide o mesmo estilo de animação, o mesmo character design e até mesmo a participação de alguns personagens do anime aqui no longa, tornando ele meio que um spin off. Contudo, apesar de serem tramas relacionadas, não é necessário ver uma para entender a outra (apesar de ser interessante fazê-lo, já que algumas coisas ficarão mais fáceis de se captar assim).

    A trama, em resumo, é um romance entre um cara sem nome que quer fazer de tudo para que a garota que ele gosta, uma jovem de cabelos negros (também sem nome), entenda que ambos estão ligados pelo destino, mas mesmo que ambos vivam tropeçando um no outro a dona não se importa muito com romance e prefere entrar de cabeça em qualquer coisa que lhe chame a atenção, seja beber coquetéis diferentes nos bares, participar de um teatro random, procurar um livro infantil... Ela quer viver sua vida ao máximo, de forma que qualquer instante possa ser inteiramente aproveitado, para o infortúnio do protagonista, afinal qualquer coisa chama a atenção da moça, menos ele, ahauhaua

    Todo o filme se passa em uma única noite, onde várias coisas malucas acontecem, sempre com a trama se dividindo entre o lado do rapaz (que só se lasca, tentando chamar a atenção de sua amada) e da moça (que se acha tudo incrível, e quer aproveitar todas as coisas que puder), tendo uma dicotomia interessante entre os dois, mostrando bem a maneira bem diferente de ambos enxergarem o mundo e lidarem com as situações.

    Existem muitas simbologias sobre destino (que é representado pela maçã), vida (mostrando o relógio de uns andando mais rápido do que o dos outros), libido (como em momentos onde o lado lógico da mente do protagonista, representado por uma assembleia cheia de pessoas, é invadido por um monte de caubóis que saem atirando pra tudo quanto é lado, ahuahaua), com tudo sendo bem simples de captar, mas mesmo se não perceber, é fácil para o espectador entender os acontecimentos da trama, e com a animação incrível do longa (que apesar de não ser o Madhouse que fez Tatami Galaxy, ainda se saiu muito bem) tudo é muito bonito (e maluco) de se ver!

    Portanto, fica a indicação da Velha para "Night Is Short, Walk On Girl", certamente um romance bem diferente de tudo que você já viu, com a nossa idosa assinando embaixo!

    Link para uma planilha com todos as indicações do Arco aqui XD

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      volstag · 10 days ago · 2 pontos

      Nunca vi, mas esse Kim Katagiri na capa não me fez achar que é coisa boa hahahaha

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      vinicios_santana · 10 days ago · 2 pontos

      Cara, ou melhor, velha, eu estava achando a arte da capa bem parecida com as artes das capas dos albuns do Asian Kung Fu Generation, e numa rápida pesquisa, encontro ISSO:
      The night is short walk on Girl Song
      "Kōya o Aruke" (荒野を歩け, "Walk in the Wild Land") is a song by Japanese rock band Asian Kung-Fu Generation. It was released on March 29, 2017 and was used as the theme song for the 2017 anime film, Night Is Short, Walk On Girl.

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      lukenakama · 10 days ago · 1 ponto

      Vi recentemente, até agora é a direção do Yuasa que mais curti, mas foi a obra dele que menos gostei como um todo, pois achei a mensagem transmitida de forma MUITO expositiva. Ainda assim, foi uma boa experiência.

      1 reply
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