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  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-08-03 01:39:12 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Acabei conhecendo este jogo graças à stream da&n
    Ufouria: The Saga

    Platform: NES
    11 Players
    1 Check-in

    Acabei conhecendo este jogo graças à stream da Korone no último sábado (yes, I'm a Hololive addict). Achei o jogo tão legal, que logo peguei para jogar também.

    Na realidade, eu estou jogando a versão original japonesa chamada Hebereke, já que essa versão europeia que está cadastrada aqui, além de aparentemente alterar a historinha, faz mudanças monstruosas no design dos personagens. Sério, gostaria de entender como alguém pega um pinguim super fofo de protagonista e o transforma em uma aberração branca que parece saída das profundezas do inferno.

    O Hebe basicamente acorda em um mundo desconhecido e começa a buscar um meio para sair dele.

    O jogo tem uma pegada bem de Metroid, com diversos itens para serem coletados que dão acesso a novas partes do mapa. No entanto, ele é até que consideravelmente fácil e competentemente direto ao ponto. Como os cenários são bastante distintos e os caminhos facilmente identificáveis, é quase impossível se perder (coisa que sempre acontece comigo no Metroid original, hehe).

    O legal é que, em adição ao próprio pinguim que dá nome ao jogo, há mais três personagens jogáveis que são adicionados ao grupo após serem derrotados em suas respectivas boss fights. Cada um deles possui habilidades próprias que, assim como os itens encontrados pelo mapa, possibilitam também a exploração de novas áreas.

    Além dos gráficos charmosos, a trilha sonora é muito agradável. No geral, é um jogo super gostoso de jogar.

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      santz · 6 days ago · 1 ponto

      Esse eu jogo eu só relei nele. Parece ser bem divertido.

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      xch_choram · 6 days ago · 1 ponto

      Mas a versão europeia tbm tem alteração em level design ou dificuldade?

      1 reply
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      katsuragi · 6 days ago · 1 ponto

      UM IRMÃO QEU TAMBÉM SE AFUNDOU EM VTUBERS

      5 replies
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-08-01 00:52:36 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Tenho acompanhado o desenvolvimento deste jogo h
    Iron Harvest

    Platform: PC
    2 Players
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    Tenho acompanhado o desenvolvimento deste jogo há tempos, então agora que ele entrou em open beta, aproveitei para dar uma conferida.

    O que me fez ter interesse pelo jogo foi a temática dieselpunk ambientada no trabalho do artista Jakub Różalski. Assim como Scythe, que é um dos jogos de tabuleiros que possuo, Iron Harvest usa o mundo batizado de 1920+ como fonte de seu cenário. Nele, diversas nações europeias mais ou menos fictícias lutam em uma guerra no século XX com o uso de grandes mechas.

    Pelo o que joguei da beta até agora (algumas missões da campanha e o início de uma partida de skirmish contra a IA), o gameplay se assemelha muito ao do Company of Heroes, tanto no micro quanto no macro: as unidades são baseadas em esquadrões que sobem de nível conforme são utilizados e que podem, ainda, se proteger atrás de coberturas e dentro de construções, além de ser preciso dominar pontos do mapa para coletar recursos (assim como é também no Warhammer 40k: Dawn of War). 

    No entanto, ao contrário do Company of Heroes, cada facção conta com um "herói" com habilidades únicas. A Anna da Polania, por exemplo, possui um urso de acompanhante capaz de atacar unidades inimigas e curar aliados. Porém, eu diria o grande diferencial do jogo mesmo fica por conta da curtição que é ver os mechas lutando no campo de batalha.

    Por fim, a campanha tem um aspecto bastante cinematográfico, com um enfoque bem grande na narrativa e com diversas cutscenes durante as missões. Felizmente, até o momento acho que isso não chega a ser intrusivo a ponto de atrapalhar o gameplay, não.

    8
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-07-22 00:18:07 -0300 Thumb picture

    Remake de Fate/Extra anunciado pelo Studio BB!

    Em comemoração ao aniversário de 10 anos do lançamento de Fate/Extra para o PSP, o novo estúdio de jogos da TYPE-MOON, batizado de Studio BB, anunciou o desenvolvimento de seu primeiro projeto: um remake intitulado Fate/Extra Record. Segue o trailer do jogo:

    Fora isso, não há mais nenhuma informação. Ainda não tem confirmação de nenhuma plataforma para a qual o jogo estará disponível, nem data de lançamento. No entanto, o site oficial possui uma página em inglês, então ao menos é praticamente certo de que sairá por aqui.

    Sinceramente, eu já esperava que o anúncio seria algo do tipo, mas eu tinha esperanças de que fariam uma coletânea junto com a sequência CCC, para que finalmente tivesse alguma chance dela ser disponibilizada fora do Japão. Pelo visto, isso ainda está longe de acontecer.

    Fate/Extra

    Platform: PSP
    218 Players
    90 Check-ins

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      noyluiz · 19 days ago · 2 pontos

      O jogo parece lindo mané

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      yato_toshiro · 18 days ago · 1 ponto

      Na live que foi lançada de manhã: Extella e Extella Link vai vim por Mobile: Android e IOS

      1 reply
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-07-16 18:01:58 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>"<i style="background-color: initial;">What are
    Amnesia: The Dark Descent

    Platform: PC
    3166 Players
    105 Check-ins

    "What are my intentions, Daniel? Salvation. It used to be yours, but now you only seek misplaced revenge."

    Quase dois meses atrás, eu terminei de jogar o Alien: Isolation (que comprei naquela promoção por três reais, mas que tive preguiça de fazer check-in, hehe) e, no fim, acabei ficando com vontade de jogar mais alguma coisa de terror.

    Inicialmente eu tinha tentado começar pelo Outlast, mas depois dos jumpscares horríveis com direito a música explodindo os tímpanos do jogador logo na introdução (sem contar o film grain exageradíssimo), acabei desinstalando e decidi partir para o Amnesia de uma vez.

    E que jogão, hein. Eu já havia jogado o comecinho dele alguns anos atrás, durante uma noite na qual eu estava tomando conta da casa de um parente. Estava jogando com um headset em um quarto escuro como breu. Porém, a verdade é que eu acabei me rendendo ao medo e parando antes de sequer encontrar o primeiro inimigo, pois a cada passo que eu dava no jogo, me vinha a sensação de que tinha alguma coisa no quarto logo atrás de mim, huahua. Bem, desta vez fui até o fim, após algo em torno de 8 horas de jogatina.

    A ambientação e o design de som do jogo são capazes de imergir e aterrorizar o jogador de maneira sublime. Além disso, a temática envolvendo poderes e criaturas além da compreensão, somada à mecânica de sanidade, carrega um quê de Lovecraft delicioso e muito bem apresentado. Afinal de contas, é difícil não se sentir apreensivo ao presenciar baratas andando na tela e outras alucinações por ter ficado tempo demais no escuro ou olhando para os monstros que o perseguem.

    Já na parte do gameplay, a exploração do castelo de Brennenburg é tão gratificante quanto é aterrorizante. Áreas como a prisão e The Choir são excepcionalmente marcantes graças ao perigo iminente que elas apresentam enquanto o jogador busca itens para progredir. E, ainda que os diversos puzzles sejam consideravelmente simples de serem resolvidos, é bem legal como vários deles são intrínsecos à física do jogo.

    A narrativa também é bem bacana. Além das habituais notas espalhadas pelos cenários, os flashbacks ajudam a contar a história de forma sedutora (destaque para as cenas de tortura extremamente angustiantes). O antagonista Alexander também passa uma impressão bastante preeminente durante todas as suas linhas de diálogo por conta do belo trabalho de atuação.

    Acho que minhas únicas ressalvas envolvem parte do funcionamento do encontro com inimigos: por conta de como as aparições dos Grunts e dos Brutes são realizadas, acaba sendo muito fácil para o jogador tirar proveito do sistema, o que potencialmente remove um pouco da tensão do jogo. Quando fui ao Chancel pela primeira vez, por exemplo, eu acabei não me deparando com um inimigo que, vendo posteriormente na internet, deveria estar lá. Isto ocorreu porque, antes de continuar prosseguindo, eu decidi voltar ao cenário anterior para explorá-lo mais a fundo, o que desativou o spawn do monstro sem que eu soubesse.

    E, como cada monstro é programado para aparecer uma única vez, o jogador pode se deixar ser morto pelo inimigo propositalmente para benefício próprio, já que o monstro não ressurgirá na próxima tentativa. O pior é que, aparentemente, morrer não tem nenhum tipo de consequência para mitigar essa tipo de abuso, pois nas únicas duas vezes em que eu morri, não perdi praticamente nada de progresso.

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      andre_hirosaki · 24 days ago · 1 ponto

      Sumido.
      Dificuldade em jogos de terror é uma ideia meio tensa. Imagine q o jogador já está extremamente desconfortável com o clima e ambientação e ainda deixariam ele difícil? Sim, isso seria ótimo. Poucos jogos t dão medo de morrer ou ficar com poucos recursos pra poder continuar e arriscar perder o progresso do mesmo

      1 reply
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-07-02 21:07:20 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p><em>The 1000th summer...</em></p><p>Comecei tem
    Air

    Platform: PC
    1 Players
    1 Check-in

    The 1000th summer...

    Comecei tem alguns dias, mas ainda não fui além das primeiras duas horas de leitura.

    O aspecto visual da abertura ainda é quase tão fraco quanto em Kanon, mas, nossa, acho a canção muito bacana.

    De início, a ambientação de verão dá um contraste bastante interessante em relação ao clima frio de Kanon, ainda que eu não ache a atmosfera da cidade litorânea tão interessante quanto aquela da cidade coberta pela neve presente na visual novel anterior.

    No entanto, um elemento já extremamente intrigante de Air é o protagonista Yukito Kunisaki, pois ele é um grande diferencial levando em conta o protagonista não apenas de Kanon, como também das grandes obras futuras da Key. No lugar de um estudante colegial, o Yukito já começa na trama como um adulto realizando uma jornada em busca de algo pelo Japão, viajando de cidade em cidade como um andarilho. Ainda por cima, sua única fonte de renda para ter como se alimentar durante os dias e continuar sua viagem é realizando apresentações de rua com o apoio de seu poder de movimentar objetos inanimados e de seu fantoche.

    Também achei a parte gráfica curiosa. Os cenários de fundo continuam bastante atraentes e os personagens são, novamente, responsabilidade da Itaru Hinoue. Neste sentido, o que eu disse eu um dos check-ins de Kanon continua valendo aqui: gosto do estilo dela, mesmo com a anatomia imprópria em certas artes. O que me chamou realmente a atenção, contudo, foram os sprites dos personagens que, contrário ao que estou acostumado com os outros trabalhos da Key (com exceção de Planetarian), são bem mais afastados da tela. Graças a isso, muito mais do torso deles é visível. Pode ser algo bobo de se notar, mas achei bem curioso.

    No mais, como ainda estou no início, a história não introduziu ninguém além da Misuzu e da mãe dela, então ainda não tenho muito o que dizer. Mas, me chama a atenção o fato de que, no lugar de várias garotas como em Kanon e CLANNAD, Air tem apenas três heroínas principais.

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      zefie · about 1 month ago · 1 ponto

      Essa música de Air é ótima mesmo. No geral eu gosto muito das músicas das obras da Key, lembro até que na época mais "popular" surgiu uma banda fazendo versão metal dos temas (os albuns se chamam Keeper of the Metal Key), vale muito à pena conferir.

      1 reply
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-06-26 02:45:10 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p><em>"The First Flame quickly fades. Darkness wil
    Dark Souls III

    Platform: PC
    345 Players
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    "The First Flame quickly fades. Darkness will shortly settle. But one day, tiny flames will dance across the darkness. Like embers, linked by lords past."

    Pouco menos de 33 horas depois, a Era do Fogo enfim chega ao fim.

    O Cálice Sagrado despeja as maldições de Angra Mainyu sobre Fuyuki.

    Acho que a quantidade de fases e chefes memoráveis que este jogo possui bate de frente com (e por vezes facilmente supera) o Dark Souls original. O Soul of Cinder em especial, ainda que longe de ser um dos chefes mais complicados, vai a um nível ainda além do Gwyn como adversário final. É de arrepiar o corpo todo.

    Todavia, embora o level design e o combate em um geral continuem topo de linha, o jogo peca um pouco pela carência da interconectividade que era uma das maiores marcas do mundo do primeiro jogo. Neste sentido, ele se assemelha muito mais ao Demon's Souls, não apenas pela Firelink Shrine e pela Fire Keeper que são praticamente o Nexus e a Maiden in Black, respectivamente (embora eu ame esse aspecto), como também pela maneira com a qual o jogador progride através das diferentes áreas.

    Ao mesmo tempo, porém, o jogo aparenta ser mais linear do que o próprio Demon's, já que o jogador não tem acesso a várias fases diferentes logo no início do jogo. Tanto que, desconsiderando as áreas opcionais, como Archdragon Peak e Smouldering Lake, acho que só há dois momentos nos quais é possível escolher por onde progredir primeiro.

    Ainda que o gameplay seja um passo para trás em relação ao Dark Souls original nesse sentido, o combate possui algumas mudanças e melhorias extremamente agradáveis. Eu consigo entender quem prefira o estilo mais lento do primeiro jogo, mas, pessoalmente, o dinamismo do sistema de stamina retrabalhado do Dark Souls III me agrada muito. Embora, por conta disso, os escudos tenham perdido boa parte da eficácia (o que foi uma surpresa para mim, já que no primeiro eu gostava de jogar como sendo praticamente um tanque), eu gostei bastante da ênfase trazida às rolagens e esquivas.

    Além disso, a agressividade dos chefes e suas lutas dividas em duas fases, combinados com a velocidade do jogador, são responsáveis por batalhas extremamente energéticas. E não que isso tenha muita relevância, porém enfrentei todos os chefes sem invocar ninguém e não tive muitos problemas. Acho que só fui ter dificuldade mesmo nas lutas contra o Dragonslayer Armour, contra o Nameless King e, principalmente, contra o Lothric (mas, comparado com os meses que fiquei preso na Queelag durante a minha primeira vez com o Dark Souls 1 anos e anos atrás, isso é um baita avanço, haha).

    Por fim, o multiplayer também é ótimo quando não tem ninguém injetando um monte de itens ilegítimos no meu personagem.

    Ainda tenho as duas expansões para jogar, e provavelmente vou ir atrás das conquistas que me restam, mas agora eu vou ter que ficar esperando por Sekiro cair a um preço minimamente razoável e continuar agonizando pela impossibilidade de jogar Bloodborne.

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      andre_hirosaki · about 1 month ago · 1 ponto

      E essa referência de Fate Stay Night aí? auhauhauahahauhaa
      Q bom q zerou. Concordo q o jogo aparenta ser linear mas a excelente variedade de boss fights e o PVP sensacional compensam bastante. Lembrei q vc n jogou DS 2 e desde o início vc tem a opção de começar por duas áreas e ir por uma terceira e talvez vc curta isso se n gostou tanto assim da linearidade.
      Sobre as DLCs vá primeiro por Ashes of Ariandel e depois The Ringed City. Essa última tem um dos chefes mais épicos dos 5 soulsborne na minha opinião.
      Sobre Bloodborne é uma pena ele ser um exclusivo. Inclusive o remake de Demon's Souls vai ser novamente um exclusivo do PS5 e sei como isso é frustrante para quem gosta do gênero e quer jogar todas as aventuras do diretor.

      2 replies
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-06-19 03:15:56 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Lá estava eu aproveitando um pouco do PvP, até q
    Dark Souls III

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    Lá estava eu aproveitando um pouco do PvP, até que invadi um desgraçado na Cathedral of the Deep querendo prejudicar os outros:

    O cheater estava usando um script que começava a injetar diversas Storm Ruler +10 nos jogadores que entrassem no mundo dele. O problema é que, como não existe, de forma legítima, essa espada com esses stats no jogo, se torna impossível de descartá-la do inventário e, se o servidor identificar o jogador carregando itens fraudulentos, ele aplica um banimento no mesmo.

    Por conta disso, tive que baixar um mod pelo Nexus Mods para conseguir remover as espadas do inventário do meu personagem. Agora é torcer que não tenha sobrado nenhum rastro dos itens no meu save para que o servidor não acabe me banindo. Até agora parece estar tudo bem, tanto que até realizei mais alguns PvP sem problemas.

    Falando agora sobre algo bom, baixei também o mod para corrigir a resolução ultrawide, então desta vez o jogo está realmente em gloriosos 2560x1080.

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      noyluiz · about 2 months ago · 1 ponto

      Eu sempre prefiro jogar sozinho (quando dar né) odeio gente que cheata no online

      2 replies
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      andre_hirosaki · about 2 months ago · 1 ponto

      poxa q pena q encontrou logo um hacker :( incrivel como tá cheio dessa gente por aí q quer prejudicar a diversão dos outros

  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-06-18 02:37:32 -0300 Thumb picture
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    Post by mandaloriano_95: <p><em>Yes, indeed. It is called Lothric, where the
    Dark Souls III

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    Yes, indeed. It is called Lothric, where the transitory lands of the Lords of Cinder converge.

    Ontem eu estava na dúvida entre começar o Dark Souls II ou partir para o terceiro de uma vez. Ao final decidi ir direto para o último mesmo, tirando proveito de que ele já estava instalado na máquina.

    Estou com 5 horinhas apenas e avancei até encontrar os Blue Sentinels na Estrada dos Sacrifícios. E olha, já não era sem tempo de eu finalmente pegar uma sequência do Dark Souls para jogar, pois eita negócio bom.

    De início eu havia estranhado que, logo após a Muralha de Lothric, já houve um "teleporte" do jogador para outro cenário, coisa que no original só ocorria em Anor Londor e após a área inicial, o que já me faz imaginar que o jogo tenha deixado um pouco de lado a interconectividade do mundo, que era umas das melhores coisas do design do primeiro jogo. Bem, depois de Undead Settlement, ainda não houve outra quebra repentina de cenário, então vou esperar mais para ver como será o resto.

    Porém, desconsiderando esse aspecto acima, o design individual de cada fase continua sendo um espetáculo. São segredos para tudo quanto é lado, atalhos diversos e múltiplas rotas para se tomar, além da direção artística minuciosa presente em todos os lugares.

    Infelizmente, o porte para os computadores não segue a mesma qualidade do jogo em si. Além de alguns crashes que enfrentei, o jogo não tem suporte nativo a ultrawide, mas ao mesmo tempo, ele não permite alterar a resolução da tela para algo abaixo da nativa do monitor (2560x1080 no caso) e, como resultado, as minhas screenshots ficam com essas barras pretas aparecendo nas laterais. Por sorte, parece haver um mod pelo mesmo autor do FAR do Nier Automata para corrigir o problema, então eu devo dar uma olhada logo mais.

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      andre_hirosaki · about 2 months ago · 1 ponto

      finalmente vc começou o Almas Negras 3 S2. Apesar do jogo ser mais fácil quando comparado com os antigos, eles fizeram um ótimo trabalho no design das fases, principalmente Archdragon Peak, minhas área favorita, e Irithyll of the Boreal Valley.
      Os chefes tbm, as lutas são cheias de efeitos espetaculares e não se repetem.

      2 replies
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-06-14 15:42:24 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Ontem, após um total em torno de 37 horas de lei
    Kanon

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    Ontem, após um total em torno de 37 horas de leitura, terminei Kanon por completo com a finalização da rota da Ayu.

    Ao mesmo tempo que alguns elementos da trama são consideravelmente previsíveis (afinal, logo no início fica óbvio exatamente o que aconteceu com a personagem), os momentos envolvendo o passado do protagonista e da Ayu ainda têm impacto.

    No entanto, não acho que a Ayu esteja entre as personagens mais interessantes da visual novel (pelo contrário, talvez seja a menos entre todas as heroínas), mas graças a alguns momentos muito bacanas, como as noites na casa das Minase, a história da rota é envolvente mesmo assim. Tanto que, embora a própria Nayuki como personagem seja bem mais atraente, eu diria que a rota da Ayu ainda fica acima da rota fraca da prima do Yuuichi.

    No mais, acho que não tenho muito o que acrescentar. Está longe de ser uma das rotas mais interessantes, o que chega a ser meio decepcionante considerando que se trata da personagem propaganda da obra, mas é satisfatória o bastante.

    Ao final, os dias de inverno vão muito além dos flocos gélidos e do clima de solidão, pois os milagres derivados da felicidade estão sempre no horizonte. Kanon é o belo início, coberto pelo branco da neve, do caminho encantador que a Key passaria a trilhar. Agora, é hora de ir em direção ao calor e ao sol radiante do verão...

    28
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-06-13 16:10:26 -0300 Thumb picture

    O anúncio de Gloomwood esquecido pela PC Gaming Show

    Por alguma razão muito maluca, o PC Gamer "esqueceu" de colocar durante a PC Gaming Show o trailer de anúncio de Gloomwood, um dos projetos atuais da New Blood Interactive (responsáveis pelos fantásticos Dusk e Amid Evil, além de Ultrakill que também está para chegar).

    Minha ideia inicial era comentar o jogo aqui somente após jogar a demo, que está disponível neste exato momento pela Steam, e depois que o cadastro que mandei fosse aprovado. No entanto, por conta desse acontecimento muito infeliz, achei que seria importante divulgar o jogo aqui na rede.

    Gloomwood é um Immersive Sim inspirado por clássicos como Thief e diversos FPS dos anos 90. Está sendo desenvolvido por Dillon Rogers e David Szymanski, criador de Dusk.

    O mais bizarro é que, durante a apresentação, foi mostrado um breve vídeo compilando diversos jogos da New Blood, seguido por uma pequena entrevista com o CEO da companhia, Dave Oshry, em que ele inclusive cita Gloomwood, mas o trailer do jogo em si ficou de fora, para minha surpresa e de todos na New Blood (https://twitter.com/DaveOshry/status/1271873753975156736).

    Para quem quiser testar a demo e dar o apoio que esse pessoal merece, segue o link para a página do jogo na Steam: http://thiefwithguns.com/

    Atualização: Para tentar corrigir o erro, o trailer do jogo será exibido após os créditos da PC Gaming Show (https://twitter.com/pcgamer/status/1271885704520294400).

    Dusk

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