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  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-12-11 12:52:58 -0200 Thumb picture

    Wasteland 2 de graça no GOG!

    Graças à Winter Sale que acaba de começar na melhor loja digital de jogos no GOG, estão oferecendo a versão Director's Cut de Wasteland 2 de graça a todos os usuários. Segue na imagem o link da página do jogo:

    Além do jogo incluir alguns extras para download, como trilha sonora completa, ainda vem com um código para ativar, também pelo GOG, o Wasteland clássico de 88! Então, na verdade, acabam sendo dois jogos sem pagar nada.

    EDIT: Teve gente com dificuldade para achar onde ativar o Wasteland de 1988, então tirei algumas screenshots para guiar quem precisar:

    Basta ir na sua biblioteca, selecionar o Wasteland 2 Director's Cut e seguir a imagem (utilizei o site do GOG no navegador, então não tenho certeza de como faz pelas versões do GOG Galaxy).

    Wasteland 2: Director's Cut

    Platform: PC
    11 Players

    25
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      _gustavo · 3 days ago · 2 pontos

      Eiiiita que boa noticia, sempre quis jogar ele, vlw por avisar /o/

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      gennosuke6 · 3 days ago · 1 ponto

      Opa, não conhecia esse jogo. Parece bem foda!

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      realgex · 3 days ago · 1 ponto

      Aqui apareceu o Wasteland 2 e o Wasteland 2 Director´s Cut, esse Wasteland de 88, como que pega ? Não vi nenhum código dele.

      7 replies
  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-12-04 17:01:15 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Depois de ter reassistido a O Império Contra-Ata
    Star Wars: TIE Fighter

    Platform: PC
    48 Players
    1 Check-in

    Depois de ter reassistido a O Império Contra-Ataca duas vezes durante os últimos 7 dias (culpa da empolgação por ter começado a colecionar as naves do excelente jogo de miniaturas X-Wing), acabei aproveitando que um dos maiores clássicos de simuladores de combate espacial estava em promoção no GOG e comprei junto com a Veteran Edition do Strife. 

    O melhor de tudo é que vem com todas as três versões do jogo, ou seja, dá para jogar tanto as versões de DOS, que incluem o lançamento original de 1994 e a versão de colecionador em CD de 1995 (considerada por muitos como a melhor de todas), quanto a versão para Windows de 1998, que possui gráficos 3D acelerados e mapeamento de textura, além de substituir a trilha sonora dinâmica em MIDI original por um loop das composições do John Williams para os filmes.

    Eu estou jogando a versão de 1995 mesmo. Embora eu goste dos gráficos da versão de 98, que são idênticos aos do X-Wing vs. TIE Fighter (o qual já joguei exaustivamente e ainda possuo o CD e manuais originais), a trilha em MIDI dinâmica e os gráficos da versão de DOS têm muito charme. E, se não me engano, essa versão também tem cenas de transição melhores do que a lançada posteriormente. Deu um pouco de trabalho para mapear os botões do joystick do jeito que eu queria, e a roda de acelerador não funciona da maneira certa, mas tudo bem.

    Já avancei em algumas missões em todas as batalhas principais disponíveis e alcancei o posto de tenente, mas agora vou focar em terminar a batalha 1, The Aftermath of Hoth, antes de continuar as missões da próxima. Também já me uni à Ordem Secreta do Imperador.

    As naves do Império sempre foram as minha favoritas (embora eu também tenha um apreço bem grande pelos caças Rebeldes), e pilotar um TIE Interceptor ao lado de um Star Destroyer Classe Victory II para esmagar a escória Rebelde é uma das coisas que colocam um sorriso em meu rosto de orelha a orelha.

    19
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      onai_onai · 9 days ago · 1 ponto

      Ah, eu também jogo Star Wars X-Wing Miniatures. Muito bom!

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      santz · 9 days ago · 1 ponto

      Semana passada eu vi o primeiro Star Wars pela primeira vez. Não é que filme é bom pra cacete, fui surpreendido.

      4 replies
  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-11-24 23:54:54 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>O jogo está largado aqui no meu celular, tanto q
    Fate/Grand Order

    Platform: Android
    64 Players
    176 Check-ins

    O jogo está largado aqui no meu celular, tanto que nem me preocupei em jogar o evento de Halloween deste ano e não estou com a menor vontade de terminar Babylonia (embora já esteja bem no final), mesmo com o anime do capítulo que está sendo exibido nesta temporada. Ainda assim, aproveitei os tickets e banners de Ação de Graças para tentar pegar o Gilgamesh e completar minha coleção de Servos do stay night:

    That's... not quite right.

    E então hoje, no banner da Mysterious Heroine X (desta vez, tentando avançar na minha coleção de Sabers), me vem este cara 4 estrelas aqui:

    Sei nem quem é o bendito.

    Bom, o que importa realmente é que semana retrasada exibiram um comercial do último filme da trilogia adaptando Heaven's Feel, e agora o ciclo de espera e ansiedade para assistir começam mais uma vez. Como tenho feito com todos os trailers desde o segundo filme, lost butterfly, também traduzi este:

    16
  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-11-22 16:37:11 -0200 Thumb picture

    WRATH: Aeon of Ruin em Early Access

    https://store.steampowered.com/app/1000410/WRATH_Aeon_of_Ruin/

    https://www.gog.com/game/wrath_aeon_of_ruin

    Minhas expectativas para Wrath têm estado altas desde o trailer de revelação do jogo, e agora ele chegou, enfim, a Early Access tanto na Steam quanto no GOG, com 2 fases já jogáveis e mais que serão adicionadas gradualmente. Pena que nem tudo são flores...

    Para a minha infelicidade, o preço cobrado por aqui é de altíssimos 57 reais (55 com os 5% de desconto). Para piorar, há previsão de aumento conforme o jogo se aproxime do lançamento no verão de 2020. Quando vi o anúncio do Early Access, eu estava pronto para comprar (coisa que nunca fiz com um jogo ainda nesse estágio), mas depois de entrar na loja e ver o preço, tomei um belo balde de água fria.

    Dusk e Amid Evil, ambos fantásticos FPS com essa pegada oldschool e já lançados de forma completa, custam meros 37 reais cada (para se ter uma ideia, eu peguei os dois juntos na promoção de Halloween por menos do que estão cobrando pelo Wrath). Até mesmo Ion Fury, também publicado pela 3D Realms e que já custa mais caro, está saindo mais em conta, por R$ 47. O dólar pode ter sofrido com aumento nesse meio-tempo, mas 57 reais para o jogo em Early Access é muita coisa, ainda mais considerando o que dá para comprar por menos. Eu estava realmente afim de jogar e contribuir, mas o jeito vai ser esperar por alguma promoção bastante generosa, infelizmente. E agora é torcer para que Prodeus venha por um preço mais razoável.

    WRATH: Aeon of Ruin

    Platform: PC
    1 Players

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-11-08 18:31:32 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Com mais ou menos 7 horas, terminei Amid Evil no
    Amid Evil

    Platform: PC
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    Com mais ou menos 7 horas, terminei Amid Evil no Hard. E é mais um baita jogo. Para mim ele fica um patamar abaixo do Dusk, mas ainda assim é simplesmente excelente, também um dos melhores FPS dos últimos tempos.

    Os dois últimos episódios, Arcane Expanse e Abyss, são fantásticos. Arcane Expanse é extremamente bonito, com uma arquitetura bem surrealista, e bastante desafiador. A trilha sonora do Andrew Hulshult para o episódio também é lindíssima. Já Abyss é uma loucura total em design. Criativo e verdadeiramente empolgante, principalmente nas partes finais.

    (A redução na resolução que a Alvanista emprega nas imagens realmente não faz jus à qualidade visual, ainda mais quando a imagem foi feita em ultrawide, então clica para ampliar.)

    Acho que tanto Amid Evil quanto Dusk são grandes exemplos de como o melhor da indústria está nos projetos de escopo pequeno. Amid Evil é praticamente o trabalho de dois caras, com o apoio do pessoal da New Blood (que por si só está longe de ser uma grande companhia) para divulgação, quality check e esse tipo de coisa, e o resultado é esse negócio de extrema qualidade. Para efeito de comparação, e por ser um jogo que terminei poucos dias atrás e um FPS com essa pegada de "retorno às origens", Doom 2016, embora bem bacana e com seus méritos, fica muito atrás de ambos os jogos, mesmo sendo imensamente popular e uma produção AAA.

    Agora é esperar por uma promoção legal no Ion Maiden (digo, Ion Fury) e pelo lançamento de Wrath e Prodeus.

    The dopefish lives!

    13
  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-11-06 02:31:41 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Já tendo terminado aquele jogo fantástico que é
    Amid Evil

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    1 Players
    2 Check-ins

    Já tendo terminado aquele jogo fantástico que é Dusk, agora estou no outro FPS retrô publicado pela New Blood, Amid Evil. Já concluí o quarto episódio (de 7) no Hard.

    No lugar das armas de fogo, o jogo segue uma vibe bem Heretic, com cajados e outros itens mágicos como armas. Já no level design, que por si só é ótimo, ele chegou a me lembrar bastante de Quake, embora contenha algumas fases bastante longas, além de ter uns segredos bem difíceis de achar.

    Como citei anteriormente, Amid Evil conta com 7 episódios, o que é bem mais do que o padrão de 3 ou 4 desse tipo de jogo. Contudo, cada episódio possui apenas 4 fases, sendo a última delas exclusivamente uma batalha contra um chefe. E o bacana é que cada episódio tem uma temática e inimigos bem diferentes um do outro.

    Também acho um jogo muito bonito esteticamente. O visual é retrô, mas também faz uso de diversos recursos da Unreal Engine 4 para dar um toque bem moderno. Tem uns cenários e arquiteturas realmente de cair o queixo. E as armas, que são na verdade sprites no lugar de modelos 3D, são detalhadíssimas e muito atraentes.

    A trilha sonora é, novamente, trabalho do Andrew Hulshult, mas aqui ela é algo muito mais ambiente do que no Dusk. Não há nenhuma faixa do tipo que salta aos ouvidos de quem está jogando, mesmo durante os combates, o que até que combina com o jogo.

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-11-03 19:33:05 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>"Who did you expect at the end of all of this? G
    Dusk

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    "Who did you expect at the end of all of this? God? The Devil, perhaps? No... it's just... me."

    Pronto, terminei o episódio final, The Nameless City. E é isso, é um dos melhores jogos que já joguei e merece estar em uma posição alta em qualquer listinha de melhores FPS. Superou as minhas expectativas que já eram altíssimas.

    E sobre o episódio em si, é até difícil explicar a razão dele ser tão espetacular sem entregar as surpresas e os momentos incríveis contidos nele. Mas, novamente, o level design e a atmosfera são ambos topo de linha. E o final... minha nossa, o final. É arrepiante, inesperado e fantástico.

    Dusk é uma aula de design. Tudo que ele faz, ele faz certo. As fases únicas e meticulosas, o combate vibrante, a movimentação extremamente ágil (com direito a giro de 360° durante pulos) e até mesmo a narrativa (felizmente) minimalista, construída de forma orgânica durante o gameplay, formam todos uma das experiências mais extraordinárias dos últimos anos. Mesmo quando parece que o jogo irá entrar em um território já batido, logo fica evidente que é algo proposital para, então, dar a volta por cima e entregar algo surpreendente. E embora seja um retorno aos jogos de tiro em primeira pessoa da década de ouro do gênero e tire inspiração dos grandes da época, Dusk vai muito além e se certifica de possuir uma identidade própria fortíssima. Dusk não é Doom, não é Quake, não é Blood. Dusk é... Dusk.

    Minha única ressalva fica por conta do multiplayer que, embora ótimo graças aos mapas e à movimentação, ainda é básico e conta somente com um modo free-for-all padrão. Ao menos sabe-se que estão trabalhando para trazer mais conteúdo. Um leaderboard no modo Endless também seria uma boa adição.

    Façam todos questão de jogar Dusk. Afinal de contas, ele é "indeed worthy".

    16
  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-11-02 04:09:24 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Terminei o segundo episódio, The Facilites. Eu e
    Dusk

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    Terminei o segundo episódio, The Facilites. Eu esqueci de comentar no check-in anterior, mas estou jogando na dificuldade Cero Miedo, que é o equivalente ao Hard.

    O primeiro episódio era muito bom, mas esse segundo usa toda a base construída no episódio anterior e eleva o jogo a outro patamar. É espetacular.

    Esse episódio tem uma das melhores introduções de inimigos que eu já vi. Toda a atmosfera e construção da tensão para o aparecimento dos Wendigos é algo estarrecedor. É um exemplo de como além da ação excelente, o jogo também sabe fazer um baita de um terror em momentos específicos (o que faz sentido, considerando que os jogos anteriores do criador, David Szymanski, tinham essa temática).

    E novamente, a trilha do Andrew Hulshult também é de outro mundo. Minha cabeça explodiu escutando esta faixa durante uma das batalhas finais da primeira fase do episódio:

    Cheguei a gravar alguns clipes de alguns momentos da minha jogatina, e acabei colocando um deles no YouTube para compartilhar aqui. O vídeo não é nada demais, mas eu adoro este powerup:

    12
  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-10-30 15:42:56 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>IT'S TIME TO SHED SOME BLOOD.</p><p>Aproveitando
    Dusk

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    IT'S TIME TO SHED SOME BLOOD.

    Aproveitando a promoção de Halloween na Steam, ontem eu finalmente peguei estas duas belezuras publicadas pela New Blood Interactive que eu queria já faz tempo (e Slain de bônus porque estava baratinho).

    O desconto foi bem baixo, mais ou menos 25% para cada um no bundle com os dois juntos, mas eu só queria uma desculpa mesmo para pegar, pois eles já têm um preço relativamente baixo normalmente, ainda mais levando em conta a qualidade que eu já sabia que ambos tinham.

    E olha, ontem mesmo eu concluí o primeiro dos três episódios do Dusk, além de ter jogado umas partidas online sensacionais no Duskworld, que é o nome do ótimo modo multiplayer, remetendo à época do Quakeworld, e foi mais do que o suficiente para comprovar a qualidade extraordinária do jogo. É sério, é muito bom mesmo, e olha que o primeiro episódio é amplamente reconhecido como o mais fraco dos três.

    É uma pena imensa que o conhecimento tanto em relação ao Dusk quanto ao Amid Evil aqui na rede seja praticamente nulo, a ponto de o único jogador nas páginas de ambos ser eu mesmo (fui eu quem os cadastrou ainda por cima). São dois jogos que precisam ser jogados e reconhecidos, e seria ótimo se houvesse gente aqui para organizar umas partidas online de Dusk, que por si só possui uma comunidade online dedicada, com direito a game nights aos sábados organizadas de forma oficial no Discord da New Blood, mas que é bem pequena.

    A trilha sonora, composta pelo Andrew Hulshult, que compôs também para o Amid Evil e que tem trabalhado em mais diversos outros projetos envolvendo FPS inspirados nos anos 90, como Prodeus e Wrath (para o qual estou extremamente ansioso), é também excelente. Ele com certeza é o compositor para videogame que eu mais tenho acompanhado nos últimos tempos.

    Vou até deixar o trailer de lançamento do jogo aqui, porque não é possível que não haja ninguém que gostaria de conhecer um negócio bom desses:

    The dopefish lives!

    8
  • mandaloriano_95 Henrique
    2019-10-28 20:13:08 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p><em>They are rage, brutal, without mercy. But yo
    Doom (2016)

    Platform: PC
    167 Players
    143 Check-ins

    They are rage, brutal, without mercy. But you. You will be worse. Rip and tear, until it is done.

     mais ou menos 1 ano, fiz uns check-ins aqui no jogo, mas até hoje eu não terminei. Isso porque, graças a um crash durante a tela de carregamento, meu save havia sido corrompido na fase logo após obter a BFG...

    Bom, nesse último fim de semana, enfim deu ânimo para voltar a jogar. Já inclusive passei da parte em que eu havia parado e cheguei até a penúltima fase.

    Uma das coisas que haviam me desapontado um pouco já desde antes era a falta de satisfação que muitas das batalhas deixavam por conta do baixo desafio e pela curta duração de certos encontros, mesmo jogando no Ultra-Violence. Isso continua verdade agora, embora haja, sim, uma quantidade razoável de confrontos bacanas.

    Ainda assim, outro elemento do combate que me deixa um pouco frustrado, e que acaba se relacionando com esse negócio da dificuldade, é que a quantidade de inimigos simultâneos é um tanto baixa. O problema não é o jogo depender bastante de arenas fechadas com ondas de inimigos para os seus embates, não; o problema é que essas ondas são muito restritas. Você enfrenta uns 8 inimigos, para depois o jogo mandar mais 4, então mais outros 4, para finalmente finalizar com outros 2 inimigos mais fortes. Algumas vezes, a minha reação acaba sendo de "foi só isso?". Claro, eu não quero nem de perto um Painkiller na quantidade de inimigos, eu apenas gostaria que as batalhas mais frenéticas do jogo ocorressem com maior frequência.

    Para terminar com o que eu não gosto, os mapas mais ao final da campanha se tornam lineares demais, a ponto de IMPEDIREM que você volte para procurar segredos que você deixou escapar. E isso é algo que ganha contraste ainda maior ao olhar para as fases iniciais, que permitem o jogador a fazer backtracking o quanto quiser. Esse mesmo ponto torna Lazarus Labs, uma das fases com um dos visuais mais interessantes, a pior do jogo.

    Também, por algum motivo doido, no lugar das armas terem teclas numéricas intuitivas para cada uma, elas são atribuídas de acordo com a ordem que você as obtêm, e isso dificulta o acesso a elas. Não são poucas as vezes durante o combate em que eu seleciono duas armas erradas antes de pegar a que eu realmente queria.

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