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  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-03-22 17:01:53 -0300 Thumb picture

    Desafio das músicas de batalha

    O @reasel me marcou nesse @desafio que envolve listar algumas músicas legais de batalhas de videogames. Tentei não selecionar músicas demais, já que não faria sentido se as pessoas não conseguissem (ou não quisessem) ouvir tudo.

    1. DUSK - Burn in Hell

    Tento citar DUSK em toda oportunidade que eu tenho, pois é um jogo espetacular que as pessoas precisam conhecer. Como já cheguei a dizer antes, é um pecado que um jogo tão brilhante (e barato) tenha somente eu como jogador aqui na rede. Torço para que ao menos o lançamento para Nintendo Switch o leve para mais pessoas por aqui.

    Burn in Hell é a faixa de uma das fases do terceiro e último episódio de DUSK, mas é apenas um entre as dezenas de temas marcantes que integram a trilha sonora genial composta pelo sem igual Andrew Hulshult. O balançar de cabeça enquanto se gira duas espingardas à la Exterminador do Futuro no meio de uma horda de criaturas horrendas e cultistas não é brincadeira.

    2. Halo 3 - One Final Effort

    "I count two Scarabs! Repeat, two Scarabs!"

    Não conseguiria deixar Halo 3 de fora nem se eu quisesse. Selecionei One Final Effort pois a batalha em que toca, embora consideravelmente simples, é uma das mais interessantes da campanha graças aos conceitos que a compõe.

    Após enfrentar Scarabs em batalhas inteiramente terrestres em dois momentos diferentes do jogo, One Final Effort começa a tocar logo na investida final para invadir a Cidadela no esforço de impedir que os Halos ao redor da galáxia sejam disparados, durante uma batalha a bordo do veículo aéreo Hornet contra DOIS Scarabs simultâneos. É empolgação a outro nível.

    3. Nier - Song of the Ancients ~ Fate

    "No one stops. It's way too late to stop. NO ONE STOOOOPS!"

    Tentando fugir um pouco do clichê de Nier Automata que já faz presença forte nessa corrente (embora justamente, já que a trilha é mesmo excelente), vou prestigiar aqui o jogo original. Até porque, já compartilhei recentemente em um check-in a minha faixa de batalha favorita do Automata (e não, não é A Beautiful Song).

    O fato de a gente ouvir a Canção dos Anciões sendo cantada constantemente pela Devola na vila principal dá um poder imenso para essa outra versão, ainda mais levando o contexto em que ela é usada.

    4. Drakengard 3 - Leap Wishes/Blissade

    Seguindo com mais um trabalho do Keiichi Okabe. A verdade é que eu ainda nem cheguei na batalha contra a Two (ainda estou logo após derrotar a Three), mas mesmo assim eu adoro o tema.

    O vídeo que linkei é uma combinação da Leap Wishes/Blissade e de outra faixa, mas foi o que eu escolhi porque gostei do fato dele colocar o grito da Two na introdução.

    5. The Ultimate Doom - Sign of Evil

    O tema do E1M8.

    A luta final do primeiro episódio contra os dois Barões do Inferno não é apenas uma baita introdução do novo tipo de inimigo, como é também um dos meus momentos favoritos do jogo, muito graças à música do Bobby Prince.

    A faixa apareceu posteriormente reimaginada no Doom 2016, estando presente até mesmo no menu principal do jogo. Ah, e o Andrew Hulshult, aquele mesmo do DUSK, também compôs uma versão excelente da música. 

    Bônus: Fate/stay night - Light and Darkness

    "Get lost.

    Sakura can't smile if you exist!"

    Não é jogo, mas como visual novels ainda são pertinentes ao Alvanista, quis listar Fate/stay night porque sim. Com o lançamento do último filme adaptando a rota Heaven's Feel estando mais perto do que nunca, minha empolgação está lá no alto.

    Light and Darkness (光と闇 no idioma original) toca em apenas um momento durante toda a visual novel: na batalha mais humana e derradeira, próxima à conclusão da história. É um dos momentos mais marcantes na jornada de 80 horas de leitura.

    A versão que coloquei aqui se trata de um remix composto para o port de PS Vita, mas a original é tão boa quanto.

    Vou marcar o @andre_hirosaki , que havia me marcado naquela corrente das melhores armas dos jogos e que, por uma série de fatores, acabei esquecendo de fazer (ごめんね). E talvez já tenham marcado, mas quero ver o que o @zefie vai compartilhar da Gust, já que acabei não colocando nada de Atelier.

    Dusk

    Platform: PC
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      gennosuke6 · 11 days ago · 1 ponto

      Ótima lista, principalmente com essa do Nier! =)

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      reasel · 11 days ago · 1 ponto

      não tinha me ligado que tu era doomzeiro, de qualquer forma gostei das músicas

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      andre_hirosaki · 11 days ago · 1 ponto

      Vlw por por me mencionar.
      Light and darkness de FSN HF é uma ost realmente espetacular. Pra falar a vdd a ost inteira da VN é bacana. Cheguei até a baixar algumas p ouvir quando tivesse q esperar algo.

      2 replies
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-03-14 14:05:32 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Fui tentar invocar a Mysterious Heroine X no rer
    Fate/Grand Order

    Platform: Android
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    Fui tentar invocar a Mysterious Heroine X no rerun do Saber Wars com o objetivo de continuar aumentando a minha coleção de Saberfaces e, no final, isto foi tudo o que veio para mim:

    「すまない。」

    ...

    Bom, pelo menos desta vez eu tenho para compartilhar aqui um novo vídeo promocional de Fate/stay night Heaven's Feel que eu legendei:

    Já não é a primeira vez que eles usam Hikari to Yami como trilha sonora em um vídeo do tipo. Se essa faixa não aparecer de fato no filme, eu vou ficar muito desapontado.

    12
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      zefie · 17 days ago · 1 ponto

      Ainda bem que eu saí dessa vida de gacha, porque o do Fate é o mais ingrato que eu já vi ahahahaha. Uma pena que não há nenhum sistema de trade, se não eu poderia te dar todos os meus servos, acho um desperdício eles lá sem eu jogar nem nada xD

      1 reply
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-03-07 14:20:56 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Bonito e, ao mesmo tempo, verdadeiramente devast
    Tomoyo After: It's a Wonderful Life

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    Bonito e, ao mesmo tempo, verdadeiramente devastador. Com 14 horas de leitura (não chega nem perto do monstro que é Clannad), terminei mais uma produção da Key.

    Primeiramente, eu gostei bastante da forma com a qual a história é estruturada. No decorrer da visual novel, há diversos arcos para cada um dos personagens, mas, ao invés de tudo ser divido em rotas separadas, como no próprio Clannad original, a história progride sempre de forma contínua e sequencial. As decisões ocasionais que aparecem para o leitor tomar servem somente para levar a um Bad End ou, de vez em quando, para mudar um pouco o diálogo de alguma cena específica.

    Somos envolvidos, novamente, na história de uma família. Cinco pessoas que se conheceram de alguma forma durante a trajetória da vida e que, juntas, formaram laços extremamente fortes. Seja a pequena Tomo em toda a sua fofura, seja a jovem Kanako com seu jeito energético de ser, cada um se preocupa e cuida do outro de forma profundamente verdadeira. E toda essa ligação se conecta, também, diretamente com o leitor.

    É graças a essa conexão tão forte entre leitor e personagens, estabelecida durante boa parte da leitura, que a virada totalmente inusitada que leva ao arco final da visual novel é tão impactante e bem executada. Falando de forma sincera, se não fosse por toda a construção anterior, eu teria achado esse momento consideravelmente forçado. 

    Contudo, o que se revela durante a sequência final é uma preocupação e empatia profunda por parte do leitor em relação à situação intensamente dolorosa e conflitante que o Tomoya e a Tomoyo estão enfrentando. É difícil não se sentir preso junto aos dois no ciclo vicioso que os envolvem. É angustiante. É desesperador.

    A fantasia de Clannad não se faz presente para trazer o final que todos desejam, mas a mensagem que a conclusão carrega é avassaladora, honesta e tocante.

    "What your treasure may be and how you can obtain it is something that nobody knows, but you will surely find it someday.

    So no matter how painful it is right now, no matter how hard it is and how sad you are, even if you are angry, even if you smile, even if you cry, even if you cry out, no matter what, I want you to keep going until the day you find your own treasure.

    [...]

    Now let's go.

    The world is beautiful. And life is ever so magnificent. 

    It's a wonderful life!"

    Eu apenas dispensaria a cena pós-créditos, que é boba e contradiz parte da mensagem final. Aparentemente a cena não era parte do lançamento original e fora adicionada posteriormente na Memorial Edition (na qual o lançamento em inglês da Sekai Project é baseado), então fico contente em desconsiderá-la.

    19
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-03-02 14:45:56 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>コノママジャダメ。</p><p>Comprei há poucos dias aproveita
    NieR: Automata

    Platform: PC
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    コノママジャダメ。

    Comprei há poucos dias aproveitando a promoção da Square Enix que está acontecendo na Steam (embora 53 reais para um jogo já com alguns anos seja um pouco triste). Até o momento eu estou com 7 horas sofrendo jogando no Hard e, claro, com o áudio em japonês.

    Ao contrário do primeiro Nier, o Hard do Automata não aumenta o HP dos inimigos a ponto de transformar a menor das batalhas em uma tortura extremamente exaustiva, mas em compensação, a quantidade de ataques one hit kill é de dar nos nervos. 

    A luta contra aquela máquina cantora no parque de diversões, por exemplo, me custou incontáveis tentativas graças a diversos golpes que me matavam com um único acerto. No entanto, ainda vou manter o jogo nessa dificuldade, já que ele parece se tornar mais fácil conforme eu vá equipando itens mais fortes.

    Uma das coisas mais legais é que o jogo mantém e acrescenta ainda mais ideias ao uso inusitado de perspectiva e ângulos de câmera introduzido lá no primeiro jogo. E, indo mais além, ele parece brincar com frequência, de uma forma extremamente criativa, com mudanças ainda mais repentinas de gameplay,  como as sequências de hacking contra a chefe do parque que inclusive transformam a trilha sonora em uma versão 8-bits, e usando até mesmo um trecho de shmup logo na introdução do jogo. É algo expressivo e entusiasmante.

    E só para não deixar o porte para PC passar em branco, ele é mesmo de uma mediocridade bem grande, a ponto de até a configuração de resolução da tela não funcionar da forma correta em fullscreen. Felizmente, o FAR Mod corrige os problemas realmente importantes e torna a versão competente o bastante.

    Graças ao mod, não tenho tido problemas para rodar o jogo em 1080p a 60 quadros por segundo em uma GTX 1060. Bastou desligar o anti-aliasing (que é, sem aviso algum, um fodendo MSAA), já que o próprio Ambient Occlusion, por alguma razão, implementa junto um AA mais básico. Também, por conta do FAR Mod permitir modificar algumas configurações que não estão disponíveis diretamente no menu do jogo, alterei o Global Illumination do Ultra para o High e aumentei a resolução com a qual o Bloom e o próprio Ambient Occlusion são renderizados.

    O que não tem muito o que fazer, pois é problema de todas as versões do jogo, é o fato das CGs serem todas reproduzidas a 30 fps e a uma resolução de 900p, o que é uma escolha bem bizarra. A queda de resolução durante uma cutscene já é perceptível jogando em Full HD, então imagina só para aqueles que jogam em 4K. A engine também sofre de alguns travamentos durante as caminhadas pelo mundo do jogo, e a única alternativa é aceitar.

    E obviamente, a trilha sonora é, assim como no jogo anterior, maravilhosa.

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      andre_hirosaki · about 1 month ago · 1 ponto

      ko no ma ma jya da me? nandesuka?

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      zefie · 29 days ago · 1 ponto

      Esse é um dos que eu mais quero jogar, só preciso parar de acumular jogo ahauhauhau

      1 reply
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-02-28 13:20:06 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Comecei este assim que terminei o Clannad Side S
    Tomoyo After: It's a Wonderful Life

    Platform: PC
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    Comecei este assim que terminei o Clannad Side Stories e já estou em torno de 4 horas de leitura.

    Como o próprio nome implica, Tomoyo After funciona como um equivalente ao After Story do Clannad original, mas ao invés de seguir a rota da Nagisa, é uma sequência para o arco da Tomoyo.

    E, na mesma linha do After Story, esta visual novel explora o cotidiano pós-escolar do Tomoya e sua vida de casal com a Tomoyo. Inclusive, há novamente a presença da figura de uma relação de pai e filho, mas, desta vez, a forma como esse elemento é introduzido e trabalhado é completamente diferente do original.

    O legal também é que, ao invés de depender do elenco do Clannad, até o momento os únicos personagens antigos são os próprios Tomoya e Tomoyo. Todo o restante é completamente novo ou, no caso do irmão da Tomoyo, o jovem Takafumi, fora apenas citado na visual novel anterior.

    Minha maior ressalva até agora é que a trilha sonora não é muito interessante. Neste ponto, é um baita passo para trás levando em conta a trilha marcante do Clannad original.

    19
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-02-26 14:57:35 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Uma coletânea legal de 16 contos que traz histór
    CLANNAD Side Stories

    Platform: PC
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    Uma coletânea legal de 16 contos que traz histórias extras de todos os personagens do Clannad original. Durou em torno de 7 horas.

    Ao invés de uma visual novel mais convencional, esta aqui me fez pensar em uma espécie de CD Drama com imagem. Isto porque, além de não haver sprites de personagens, não existe qualquer forma de interação com exceção da possibilidade de pausar as cenas - não é possível avançar o texto e nem mesmo reler as linhas anteriores. Os diálogos progridem de forma automática e contínua, e a leitura é totalmente passiva por avançar independentemente do leitor.

    A maior parte das histórias aborda algum momento do passado dos personagens (incluindo até mesmo uma história protagonizando o maravilhoso filhote de javali Botan), enquanto algumas exploram períodos após os respectivos arcos da visual novel original. O último conto, por exemplo, é um desses últimos casos, servindo como uma continuação direta ao final do After Story com a Ushio como protagonista.

    Mas, para a minha decepção, esse conto final em específico é um bocado bobo, pois embora tenha uma explicação temática razoável, é difícil engolir a ideia bizarra de uma criança de 5 anos sair para viajar o mundo totalmente sozinha e, ainda por cima, com o aval dos pais. Já o restante das histórias é bastante agradável.

    Agora eu devo finalmente começar o Tomoyo After, que consegui comprar em promoção pouco tempo depois de ter terminado Clannad há exatos 12 meses (!).

    21
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-02-24 12:15:44 -0300 Thumb picture

    ANIPLEX.EXE, a nova marca de Visual Novels

    Provavelmente já conhecida por muitos aqui como a divisão da Sony Music Entertainment responsável pela produção e distribuição de séries e filmes japoneses de animação, a Aniplex acabou de anunciar estar entrando de vez no mercado de visual novels com a Aniplex.exe, já revelando em conjunto dois títulos inéditos!

    ATRI em específico me chamou bastante a atenção graças ao time de peso, envolvendo pessoas de visual novels como If My Heart Had Wings, Grisaia e Wonderful Everyday Down the Rabbit-Hole. Já a segunda visual novel, Adabana, está sendo desenvolvida pela Liar-soft, responsável por Kindred Spirits on the Roof, e conta com uma arte interessantíssima.

    Ambas as produções serão lançadas em japonês, inglês e chinês, e já possuem páginas na loja da Steam detalhando melhor cada uma.

    ATRI -My Dear Moments-: https://store.steampowered.com/agecheck/app/12301...

    Adabana Odd Tales: https://store.steampowered.com/app/1094820/

    Agora, devido ao envolvimento da Aniplex com diversos projetos relacionados à TYPE-MOON, estou aqui torcendo fortemente para que finalmente vejamos lançamentos oficiais no ocidente de Fate/stay night e, principalmente, Mahoyo, que até hoje não foi nem mesmo traduzida completamente por fãs (e minha habilidade com o japonês ainda não me permite ler com facilidade algo desse naipe no idioma original). 

    Só espero também que o trabalho de tradução para a língua inglesa desses projetos seja muito melhor do que o visto em Fate/Grand Order.

    Grisaia no Kajitsu

    Platform: PC
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    22
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-02-18 22:41:19 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Hoje começou o rerun do evento de Kara no Kyouka
    Fate/Grand Order

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    Hoje começou o rerun do evento de Kara no Kyoukai (que foi, inclusive, o primeiro evento que participei no jogo), então acabei entrando para tentar invocar a Void Shiki, que anseio obter desde a primeira vez, e a Asagami Fujino, que foi colocada agora como novidade.

    E finalmente posso dizer que tive sorte:

    曲がれ!

    Consegui invocar ela após 3 tickets e diversos Quartz. Mais tarde, ao receber os 4 tickets que estão distribuindo por responder uma pesquisa de público para o jogo, consegui também a Void Shiki usando apenas um dos tickets!

    Depois disso, acabei jogando um pouco do evento, especialmente para pegar EXP para upar os Servos, mas logo larguei. Não estou mais com paciência para ficar esperando um loading de 20 segundos só para iniciar uma batalha e ainda lidar com o gameplay enfadonho.

    E desta vez, quebrando o que já havia virado costume, não tem nenhum trailer novo do Fate/stay night Heaven's Feel para eu legendar e compartilhar aqui, portanto vou apenas deixar uma faixa de trilha sonora relacionada.

    17
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-02-17 00:01:07 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Instalei um port do DOSBox para o Android com o
    Master of Orion II: Battle at Antares

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    Instalei um port do DOSBox para o Android com o intuito de jogar Master of Orion durantes as viagens no transporte público. Eu provavelmente não jogaria alguns outros jogos de DOS, como qualquer FPS, dessa maneira, mas este aqui cai super bem.

    E numa dessas eu consegui vencer pela primeira vez uma partida no jogo, jogando na dificuldade Average contra outras três raças e com os Antaranos desativados.

    Fiz uma raça bem legal com Unificação e melhorei muito a minha eficiência na produção e no desenvolvimento da civilização e, ao final, consegui formar uma frota de naves bem forte. 

    Uma coisa interessante foi a forma como eliminei a primeira raça rival durante essa partida: a pedido deles, haviamos formado um pacto de não-agressão e também trocamos diversas tecnologias, o que elevou o nosso relacionamento a um bom nível. Então, enquanto eu construía minha frota e me preparava secretamente para avançar em direção ao planeta natal deles no sistema estelar de Mentar, pedi que entrassem em guerra contra uma das outras duas raças restantes, pedido esse que foi aceito sem qualquer resistência, já que partia de um aliado tão confiável como eu. Isso fez com que eles utilizassem todas as naves disponíveis para atacar o território inimigo, deixando sua capital totalmente desprotegida ao meu ataque surpresa. Bastou destruir a Base Estelar que orbitava o planeta e bombardear a superfície para eliminar qualquer chance de um contra-ataque contra mim. Com a capital destruída, erradicar os planetas remanescentes foi trabalho simples.

    Tendo os planetas da extinta raça sido conquistados, não levou muito tempo para que eu avançasse o meu império a um nível imparável pelos oponentes restantes. Rapidamente eu construí uma frota que obliterou qualquer traço de outras civilizações da galáxia.

    Também tenho jogado uma partida multiplayer online com um amigo meu quando temos a chance. O jogo acaba ficando bem mais devagar, mas ter uma outra pessoa como rival e, claro, como possível aliado para situações que demandam é ótimo.

    O engraçado é que, durante a maior parte do jogo com ele, eu achei que eu havia feito alguma cagada na hora de configurar a partida, já que ficamos uma porrada de turnos completamente sozinhos na galáxia, sem qualquer sinal de outras raças. Mas depois descobri que as outras três raças estavam todas no extremo oposto do mapa, enquanto eu e ele estavamos confinados no canto direito.

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      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      Como faz para clicar nesses menus minúsculos com os dedos?

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-01-28 01:09:36 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>"É bom ter você de volta."</p><p><a href="https:
    Halo: The Master Chief Collection

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    "É bom ter você de volta."

    Ontem eu comecei a jogar Halo: Reach na recém-lançada Master Chief Collection para o PC e já investi quase 10 horas no jogo, tempo esse dividido entre várias partidas multiplayer e um pouco na campanha. Ter a possibilidade de rejogar um dos melhores FPS da década passada no computador, a 60 quadros por segundo, com 90 de FOV, em resolução ultrawide e ainda com a opção do idioma original (que não era disponível nas versões brasileiras para o 360) é de uma alegria imensa.

    Mas, infelizmente, nem tudo são flores. Esta versão me deixou um tanto desapontado em diversos pontos. Para começar, muitos dos recursos que construíam grande parte da experiência do jogo originalmente, como os modos Fornalha e Cinema, estão completamente ausentes. O pior, no entanto, é o fato de NÃO HAVER MAIS SPLIT SCREEN. Sim, um dos aspectos fundamentais da série desde o seu primórdio foi simplesmente removido do jogo na versão para computadores! Isso, sim, é um descaso enorme.

    De outros males, o jogo sofre com alguns problemas sérios de áudio. Os efeitos sonoros soam abafados em relação ao original, o que é péssimo, especialmente em um shooter competitivo. Não bastasse isso, ocorre um atraso bem grande no áudio em relação àquilo que está acontecendo na imagem durante batalhas mais intensas na campanha.

    Também achei os menus da coletânea muito inferiores aos do jogo original. Eles não só falham em passar metade do carisma que os menus antigos tinham, como também não possibilitam mais a visualização da armadura dos personagens dos outros jogadores durante o lobby entre as partidas online. Todo o esforço para desbloquear itens e customizar o seu personagem para que ele se destaque e chame a atenção dos jogadores é jogado pela janela. 

    E por falar em customizar o personagem, o sistema de progressão foi alterado e, além de você não ter mais a opção de comprar somente os itens que você quer, a única maneira de desbloquear cosméticos agora é jogando o modo multiplayer competitivo. Ou seja, a campanha e o modo Firefight solo não concedem mais experiência ao jogador, o que é ridículo.

    No fim, o que resta é torcer para que melhorem as coisas conforme a coletânea vá sendo atualizada. Ter uma das maiores séries de tiro em primeira pessoa de volta e completa nos PCs é ótimo, mas as conversões precisam fazer jus ao legado dos jogos.

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      xch_choram · 2 months ago · 1 ponto

      Ah cara essa coisa das versões pra pc não terem Co-op local, eu e meu primo fomos seco jogar o 1 gears e foi a mesma coisa, não tinha modo co-op :\

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      noblenexus · 2 months ago · 1 ponto

      é foda mesmo, eles não colocam pra te forçar a ter 2 copias em 2 computadores com 2 contas de internet, malditos porcos capitalistas https://www.youtube.com/watch?v=g3KNZaaRPTs&t=30s, eu gosto daqueles split screen roots, especialmente pq o meu pc é montado na 'sala de estar' em uma televisão de 43, dava pra jogar com tela dividida de boas. Nunca entendi pq eles se dão o trabalho de tirar coisas de uma versão pra outra(claro fora dinheiro)

      2 replies
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