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  • majimbuu Paulo Victor
    2021-01-24 20:48:07 -0200 Thumb picture
    majimbuu checked-in to:
    Post by majimbuu: <p>Terminei hoje com mais de 100 horas de jogo (e s
    The Witcher 3: Wild Hunt

    Platform: Xbox One
    750 Players
    580 Check-ins

    Terminei hoje com mais de 100 horas de jogo (e sem sequer jogar gwent). The Witcher 3 está, sem dúvidas, entre os grandes games da geração passada. Porém, apesar de brilhar muito em alguns aspectos, não é um jogo perfeito.

    Então vamos logo para a parte ruim: o maior defeito de The Witcher está nos comandos. Às vezes você luta com interações simples como abrir um baú ou usar Ign em alguns lugares. A batalha também não é lá das mais refinadas e muitas vezes morri porque o controle simplesmente não obedecia ao meu comando.

    Outro problema grande na minha opinião é a gameplay no barquinho. Puta merda, que parte chata aquela lá de Skellig. Travar combates no mar é um verdadeiro inferno e eu preferia que não tivesse essa parte do jogo.

    Mas tirando esses "pequenos" problemas, pode-se dizer que todo o resto é fenomenal. Sobre o gameplay, o jogo compensa os controles meio imprecisos caprichando nos sistemas de craft e evolução de Geralt. Nossa, tem muita coisa: alquimia, magias, besta, poções, óleos para espada, elixires e todos eles te ajudam na estratégia para derrotar os inimigos, então sempre vá preparado. Tem também um sistema de craftar armas e armaduras bem legal.

    Mas o grande brilho de The Witcher está na narrativa. Nesse ponto, não há falhas praticamente. Cada personagem apresentado na quest principal - e boa parte dos que são apresentados em quests secundárias -  é muito bem desenvolvido e carismático e cheio de diálogos marcantes, alguns arcos são memoráveis (Barão Sangrento) e boa parte das missões secundárias não fariam feio se tivessem um game próprio.

    A parte artística também está impecável: cenários, design de monstros, design de personagens, músicas. Eu já me peguei assoviando alguns dos temas principais...

    Pretendo prosseguir com as DLC's em algum momento. Acho que já joguei demais e é bom dar uma respirada para não enjoar.

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      ravelzz · 1 day ago · 1 ponto

      Cara eu me entendo com vc, também passei longe do Gwent, n sei, não me chamou tanta atenção

  • majimbuu Paulo Victor
    2021-01-02 11:18:43 -0200 Thumb picture
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    Post by majimbuu: <p>Instalei esse joguinho pra meu filho de 3 anos j
    Pikuniku

    Platform: Xbox One
    4 Players
    2 Check-ins

    Instalei esse joguinho pra meu filho de 3 anos jogar, porém, inevitavelmente, acabei jogando também. É um game que não faz o meu perfil e, definitivamente, se não fosse pra jogar com meu filho e se não tivesse no gamepass, acho que eu nunca o testaria.

    Para a minha surpresa, é um jogo bem divertidinho. Basicamente é um game de plataforma 2D bem soft, onde sua missão é ajudar as pessoas realizando tarefas diversas como dançar, cantar, encontrar itens escondidos, etc.

    O ponto forte do jogo, pra mim, é o roteiro. Nossa, que texto divertido esse jogo tem! Apesar do visual "infantil", e da estória aparentemente bobinha, o jogo tem uma mensagem anticapitalista muito forte e confesso que nesse ponto ele pegou minha atenção.

    Já estou com umas 4 horinhas e parece que o jogo é curtinho, então talvez sehja o primeiro game a terminar em 2021.

    7
  • majimbuu Paulo Victor
    2020-12-29 09:59:50 -0200 Thumb picture
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    Post by majimbuu: <p>Ufa, deu tempo: terminei o modo estória antes do
    Mortal Kombat XL

    Platform: Xbox One
    120 Players
    34 Check-ins

    Ufa, deu tempo: terminei o modo estória antes do Mortal Kombat XL sair do Gamepass. Agora sobrará um dia pra testar outros modos, jogar com lutadores que não jogamos no modo estória, explorar a Kripta etc.

    É incrível o trabalho que a Netherrealm faz no modo estória dos seus jogos.  As cenas se intercalam com as lutas de maneira muito orgânica e natural e isso aumenta o engajamento do jogador no single player. Não bastasse esse puta acerto, ainda tem muitos outros modos pra manter o jogador: a torre, a Kripta, Online etc.

    Mas nada disso funcionaria sem um jogo de luta sólido e nesse ponto, considero o Mortal Kombat um dos melhores do gênero. Comecei enferrujado, mas fui melhorando no modo estória e agora consigo até arriscar umas partidas no modo normal. O jogo tem golpes normais, especiais, raio-X, boa variedade de personagem e cada um com 3 estilos de luta diferentes, que influenciam no gameplay.

    Agora acho que estou pronto para jogar o Mortal Kombat 11

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      santz · 29 days ago · 2 pontos

      O jogo funciona tão bem no 2D que acho que ela nunca deveria ter mudado para os combates 3D. Fico imaginando se ela também não tivesse abandonado a ideia de atores digitalizados até hoje...

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      majimbuu · 28 days ago · 1 ponto

      Na verdade eu gosto bastante do estilo artístico e character design desses novos Mortal Kombat. Sobre a jogabilidade, realmente ela em 2D é muuuuuito boa. É pq quando chegaram hardwares capazes de rodar 3D, era meio que "obrigatório" aos jogos ter câmera livre em 3D. Mas graças a Deus voltaram à forma original. O combate desse jogo é muito bom!

  • majimbuu Paulo Victor
    2020-12-26 10:07:13 -0200 Thumb picture
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    Post by majimbuu: <p>Lá vou eu rushar jogo antes que ele saia do game
    Mortal Kombat XL

    Platform: Xbox One
    120 Players
    34 Check-ins

    Lá vou eu rushar jogo antes que ele saia do gamepass. Inclusive esse é o único defeito do serviço. A Microsoft deveria avisar com mais um pouquinho de antecedência, tipo um mês, pra dar tempo a gente jogar.

    Eu quero tentar terminar pelo menos o modo estória até o dia 30 de dezembro, mas pqp, como sou ruim em jogo de luta. Foi o jeito baixar a dificuldade, pq no normal só tava tomando peia.

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      bobramber · about 1 month ago · 2 pontos

      Só de curiosidade, os jogos costumam ficar quanto tempo no pass?

      6 replies
  • majimbuu Paulo Victor
    2020-12-14 10:36:47 -0200 Thumb picture
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    Post by majimbuu: <p>Eu ia esperar o ano que vem pra comprar, já que
    Hyrule Warriors: Age of Calamity

    Platform: Nintendo Switch
    27 Players
    6 Check-ins

    Eu ia esperar o ano que vem pra comprar, já que tenho tanta coisa no backlog, mas não resisti... Desde que lançou, todo mundo tá falando sobre como a estória do jogo se desenrola e se interliga com o Breath of the Wild e eu já não aguentava mais pular a seção de spoilers de podcasts.

    Eu já tinha experimentado a demo, então já sabia o que esperar do gameplay. Eu ainda não me acostumei com o combate de alguns personagens. Jogo meio que "na doida", mas tmb tenho pouco tempo ainda pra dar um parecer final.

    Já a estória, já tinha visto o lance de viagem no tempo, mas achei promissor uma cena que vi depois. 

    Enfim, vamo ver se consigo terminar nas férias...

    6
  • majimbuu Paulo Victor
    2020-12-02 12:10:59 -0200 Thumb picture
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    Post by majimbuu: <p>Prosseguindo na minha campanha pra limpar o back
    Resident Evil

    Platform: Nintendo Switch
    17 Players
    1 Check-in

    Prosseguindo na minha campanha pra limpar o backlog do Nintendo Switch, comecei o Resident Evil Remake HD. Há muitos tempo tinha tentado terminar esse clássico no Wii, mas tinha dropado não me lembrava porque. Agora que eu peguei novamente para jogar, lembrei pq tinha abandonado o jogo. É tanta coisa errada e datada que não sei nem por onde começar, mas vou tentar.

    Antes de começar as críticas, deixa eu contextualizar meu histórico gamer: eu não tive PS1 e nunca joguei a trilogia clássica anteriormente, ou seja, não guardo laço afetivo com o game. Comecei pelo 4 no Gamecube e gostei bastante. Desde então, fiquei curioso para experimentar os antigos e só agora vim dar uma chance de verdade. Feito o disclaimer, vamos lá.

    O primeiro ponto que chama a atenção é a beleza desse jogo. Para uma versão HD de um jogo de Gamecube, tá lindo demais. Lógico que o motivo de esse jogo ter um gráfico tão bom pra a época também é um dos pontos que atrapalham a jogabilidade a meu ver. É que esse jogo utiliza aquele esquema de usar cenários pré-renderizados com câmera fixa. Esse esquema foi muito usado na era PS1, pois aproveitava a capacidade de armazenamento do CD e ainda economizava na renderização.

    Porém, toda a parte que envolve jogar o game é tenebrosa. A ideia de não poder dropar itens é bastante idiota e me fez reiniciar o game depois de umas boas horas. É que eu, sem saber dessa limitação idiota, peguei um cartucho de shotgun, arma que eu nem tinha ainda. Por causa disso e de outros itens, fiquei impedido de pegar uma chave e ainda não tinha encontrado a sala com a caixa pra guardar os itens. Simplesmente inexplicável.

    Inexplicável também é o combate desse jogo. A perspectiva simplesmente não ajuda e por vezes você atira nas cegas torcendo para o jogo compensar e acertar o alvo. Simplesmente horrível e datado.

    Mas vamos a mais problemas. Tem portas que só abrem em um sentido por que a maçaneta de um dos lados está quebrada. Sempre que acontece isso eu me pergunto para quê? O desenvolvedor quis irritar o jogador conscientemente, não tem outra explicação.

    Ainda tem a lógica de puzzles a lá adventures antigos, ou seja, não tem lógica. Você tem que adivinhar qual era a ideia do desenvolvedor por trás. Eu simplesmente odeio isso.

    De bom msm só encontrei dois pontos: a estória e o design da mansão. Eu ainda estou um pouco engajado com game, mas confesso que a cada minuto jogando, a cada porta emperrada, minha vontade diminui. Eu queria muito terminar o jogo por ser um clássico que perdi na época, mas não sei se consigo. Em resumo: o que o jogo envelhecer bem na parte visual, envelheceu mal em mecânicas de jogabilidade.

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      bobramber · about 2 months ago · 2 pontos

      Ó Pai, Perdoai!!! Zueira, se nunca tinha experimentado a gameplay tankão, não tem como adaptar mesmo, haushsauashuashusah

      5 replies
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      jcelove · about 2 months ago · 2 pontos

      Pra vc ver a diferença de percepção. Muito fã antigo da série ficou revoltado e reclama até hoje pelo fato da Capcom adotar a pegada TPS nos recentes remakes do 2 e 3 porque descaracterizavam o gameplay dos originais, mas não entendem que o público mais novo não consegue se adaptar a pegada survivor horror clássica.

      Esse remake do primeiro jogo foi feito em 2002 pro game cube e é um dos exemplos de remakes perfeitos pra mim que amo a série desde o começo (e ainda adoro o original do PS1 até hj), mas é um formato que não emplaca pras novas audiências, acostumadas a uma pegada mais dinâmica, mas se continuar jogando vai ver que não é dificil ou mal feito, só precisa se adaptar.
      Depois que pega o jeito os combates são super tranquilos, sendo que o ideal é evitar eles. A câera tbm é só coisa de costume.
      Os puzzles eram parte importante na fórmula dos survivor horror dessa era, que pegavam muitos elementos dos adventures poin n click e tinham o objetivo de dar uma cadênciada no ritmo do jogo, são viajados mas todos tem lógica e na real são simples, não tem nada do nivel de loucura e tentativa e erro de um Monkey island ou Myst por exemplo, mas é outra coisa que não funciona pra geração atual.

      O inventário limitado era pra dar a sensação de tensão contante ja que o jogador precisa administrar o que carrega e uma das formas de determinar a dificuldade do jogo no original do PS1 onde Jill com inventário maior, mais armas e o Barry ajudando (porém com hp pequeno) era o nivel easy e Chris com inventario menor, menos armas e sem muita ajuda da Rebecca (mas com bem mais resistencia) era o modo hard.

      A ideia é rejogar várias vezes e após um tempo vc decora o que fazer rusha sem problemas com qq um dos dois. Bom ver que está curtindo mesmo com as dificuldades e espero que pegue ainda mais gosto conforme for terminando (é bom experimentar as cmapnhas dos 2 personagens)

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      majimbuu · about 2 months ago · 2 pontos

      Cara, eu concordo que era foda na época e vejo muito valor no jogo e entendo quem o considera um dos melhores jogos de todos os tempos. Só que tente entender pela cabeça de quem está jogando pela primeira vez e não tem nenhum sentimento afetivo ou nostalgia pela obra. Vamos lá.

      Tem um porta no 1º andar que dá acesso à 1ª box do jogo pra guardar itens. Eu andava por ali de boa, indo e voltando. De repente, a maçaneta quebrou pelo lado de dentro e pra pegar um item do baú e voltar ao corredor que eu estava, simplesmente tinha que dar a volta inteira na casa! E pra piorar, cada porta comum load gigantesco. Não vejo o menor sentido nessa decisão de design. Sempre que eu vejo uma maçaneta quebrada só de um lado, minha vontade é parar de jogar, pq aí eu vou ter que dar uma volta, passar por um monte de porta (que na verdade são loads), pra chegar num lugar que bastaria voltar...

      Sobre o inventário, o maior problema dele é você ter que voltar até um ponto do mapa específico onde tem um baú pra poder gerenciar o inventário. Sério, dá muita preguiça, tipo: ah, achei uma porta que abre com uma chave, só que minha chave tá la no outro lado da casa num baú. Esse tipo de bloqueio só te faz perder tempo. Deixasse um inventário pra itens de combate e cura, por exemplo, e aí podia até ser mais limitado, mas me deixasse levar todos os itens "chave". Ás vezes você tem um insight num puzzle específico, mas aí você tem que voltar no baú pra pegar o item pra testar pra ver se vai dar certo... Na boa, eu sei que o jogo é antigo, mas não entendo a lógica por trás.

      Por fim, os puzzles. Eu considero que os puzzles, até agora, é muito baseado em tentativa e erro, pq tem muito a ver com vc entender a lógica do desenvolvedor. O problema é que essa tentativa e erro é mais chata que o normal por causa do lance do inventário.

      Aí vc fala: a ideia é rejogar várias vezes. Talvez quando eu terminar o jogo e tentar ele novamente, acabe me apaixonando, só que tá sendo muito maçante terminar a primeira vez. Eu ainda quero zerar, mas travei no jogo e tô há umas boas 2 hrs sem saber pra onde ir, o que fazer com os itens que tenho etc. Não queria olhar detonado, mas talvez seja a saída. Ou então recomeçar com a Jill (estou com o Chris no easy).

      1 reply
  • majimbuu Paulo Victor
    2020-11-30 13:04:34 -0200 Thumb picture
    majimbuu checked-in to:
    Post by majimbuu: <p>Decidi limpar o backlog do meu Nintendo Switch.
    Horizon Chase Turbo

    Platform: Nintendo Switch
    32 Players
    3 Check-ins

    Decidi limpar o backlog do meu Nintendo Switch. Alguns jogos comprados estavam simplesmente abandonados por causa da chegada do Xbox e um deles era Horizon Chase Turbo. Já tinha experimentado um pouco, mas nunca tinha me dedicado a ele. Esses dias, peguei um pouquinho aqui, outro acolá, e fui me engajando até decidir terminar de uma vez com, pelo menos, todas as corridas na 1ª posição.

    Explicar o que é Horizon Chase Turbo é bem fácil para quem jogou Top Gear ou similares na era 16 bit. O jogo é basicamente uma homenagem a esses clássicos em todos os sentidos: jogabilidade, visual, trilha sonora, sistemas etc. O jogo é muito simples, mas nem por isso deixa de ser divertido.

    A progressão é dividida em 12 países, cada qual subdividido em 3 cidades com duas ou três pistas cada e uma pista especial que serve para conseguir melhorias para os seus carros. Assim, cada país tem algo em torno de 9 ou 10 pistas. Para passar para a próxima pista é necessário conseguir, pelo menos, a 3ª colocação. 

    As pistas possuem três tipos de coletáveis: combustível, moedas azuis e nitro extra. A quantidade deles é variada em cada pista. O ranking máximo é alcançado ao terminar a corrida em 1º com todas as moedas azuis ao mesmo tempo. Conseguir o ranking máximo em todas as pistas é extremamente difícil, mas recompensa com novos veículos e aumenta a longevidade do game.

    As melhorias funcionam de forma interessante. Cada vez em que pelo menos a 3º posição é alcançada numa pista de melhoria, são apresentadas 3 opções de melhoria em dois dos cinco status: aceleração, velocidade, tanque de gasolina, nitro e direção.

    A dificuldade é agradável é agradável. Não me lembro de ter repetido alguma corrida mais do que 3 vezes para conseguir a 1ª posição. Algumas corridas específicas exigiu um grind, então deixei pra voltar depois de conseguir algumas melhorias.

    A trilha sonora toda remete a Top Gear, com algumas releituras do clássico e outras músicas próprias do jogo não à toa, pois o próprio compositor do antigo jogo do Snes, Barry Leitch, ficou encarregado de compor a música do game.

    No fim, é um jogo muito bom e divertido, com jogabilidade muito refinada, apesar de simples.

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  • majimbuu Paulo Victor
    2020-11-22 13:20:41 -0200 Thumb picture
    majimbuu checked-in to:
    Post by majimbuu: <p>Hoje decidi jogar um dos maiores clássicos da pl
    Ori and the Blind Forest

    Platform: Xbox One
    458 Players
    125 Check-ins

    Hoje decidi jogar um dos maiores clássicos da plataforma da Microsoft. Ori já estava na minha lista do Switch, mas aí depois de pegar um Xbox One com gamepass, decidi que jogaria na minha Caixa msm. 

    Fui só dar uma testadinha, só que quando percebi, já tinha jogado 3 horas sem parar. Ori é um daqueles jogos que fazem o tempo passar rápido. Pelo marketing da Microsoft, eu pensava que seria um jogo narrativo de fazer chorar, só que com gameplay meio travado. Para o meu deleite, Ori é gostoso pra caramba de jogar também. A movimentação de Ori é rápida e o level design impediu de me perder no jogo. O combate é bem legal, pois tira a necessidade de mirar nos inimigos.

    Ah, e sobre os gráficos, que jogo lindo, meu Deus!! Tá rodando no meu Xbox One S, mas fico imaginando a beleza de jogar ele num Series X a 4K.

    Acho que dá pra zerar em umas 3 sessões de jogatina. Sinto que será o próximo a ser finalizado!

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      rafaelssn · 2 months ago · 2 pontos

      O Will of the Wisps chega a 6k.

  • majimbuu Paulo Victor
    2020-11-06 10:03:44 -0200 Thumb picture
    majimbuu checked-in to:
    Post by majimbuu: <p>Agora que estou na última missão, cravo sem exag
    Dishonored 2

    Platform: Xbox One
    91 Players
    11 Check-ins

    Agora que estou na última missão, cravo sem exagero nenhum que esse é o game com as melhores e mais criativas mecânicas de Stealth que eu já joguei. Demorei um pouco pra entender como utilizar cada uma das habilidades de Emily Kaldwin (por sinal, que personagem foda), mas agora a vontade é voltar às primeiras missões para brincar nesse playground da furtividade.

    O level design é muito caprichado. Cada fase é cheia de caminhos e a exploração meticulosa é muito bem recompensada. Me peguei várias vezes imaginando o trabalho que deu pensar em cada cenário, cada esconderijo, cada inimigo.

    A variedade nas missões também impressiona. Quando você pensa que já saturou do jogo, ele te joga uma nova mecânica ou uma situação inusitada para lidar.

    Enfim, já tô com 20 horas de jogo e partindo para o final (sim, eu tento explorar tudo de cada fase antes de partir), mas pretendo terminar o jogo novamente com o Corvo.

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      jade_archer · 3 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é muito bom e viciante (pelo menos pra mim rs). Eu tinha jogado o 1º e sabia que não ia me decepcionar com esse. Eu joguei com a Emily e estou rejogando com o Corvo, continuando em modo stealth não letal e explorando o máximo que posso. Realmente há muitas possibilidades e tive idéias diferentes dessa vez, que nem tinham me ocorrido antes e acabei passando até mais facilmente por algumas situações. Muito legal.
      Em matéria de stealth, outra série de jogos que eu gosto bastante e recomendo é Deus Ex, mas não acho as mecânicas (dos mais recentes) tão boas quanto as dos Dishonored, que é praticamente uma obra prima desse gênero.

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      majimbuu · 3 months ago · 2 pontos

      Eu já joguei tanto o 1º Deus Ex quanto o Human Revolution e apesar de ter gostado muito de ambos, nunca terminei nenhum deles.
      Eu já terminei com a Emily e recomecei com o Corvo e nossa, como são diferentes as habilidades, né?
      Pra mim, o Corvo tem a melhor habilidade de todas, que é aquela de parar o tempo. No 1º jogo eu usei demais essa parada. É muito bom pra roubar itens com muitos soldados em volta.
      Agora eu to tentando terminar o jogo sem ninguém me ver e sem matar ninguém, pra pegar três troféus de uma vez só.

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      jade_archer · 3 months ago · 1 ponto

      Sim, esse poder do Corvo é bem legal. No 2º jogo eu nem usei ainda... Acabei de terminar a fase da mansão mecânica com o Corvo e nem estava lembrando desse poder, como pode? rs No 1º jogo tb cheguei a usar, mas não muito, o poder de possessão. No 2º tb não usei ainda. Vou destrancar os dois na próxima missão porque runas não me faltam mesmo he he

  • majimbuu Paulo Victor
    2020-10-20 11:07:35 -0200 Thumb picture
    majimbuu checked-in to:
    Post by majimbuu: <p>Depois de terminar o Symphony of the Night, reso
    Castlevania: Aria of Sorrow

    Platform: Gameboy Advance
    3072 Players
    184 Check-ins

    Depois de terminar o Symphony of the Night, resolvi experimentar os outros Castlevanias com sistema de exploração Metroidvania no celular. Recomendo o combo bbitdo pro + com grip + Happychick (emulador chinês que emula vários consoles e portáteis e que facilita o download das roms e emuladores).

    Eu já tinha terminado o Aria of Sorrow há uns 15 anos e não me lembrava de muita coisa dele. Queria saber o impacto de jogá-lo depois do melhor de todos. E bem, eu to até gostando. Ele parece ser bem mais curto e mais fácil, e não tomo isso como um defeito. Um dos pontos que eu não gostei de SotN foi o combate difícil demais em alguns momentos. O que eu gosto mesmo em Metroidvanias é explorar o mapa de boa, sem ter que retornar muito ao último save e perder meu progresso. Por enquanto, esse Castlevania tá fluindo até melhor pra mim que o SotN (apesar de reconhecer que o clássico de PS1 é muito melhor em level design e outros aspectos, é claro).

    Quando eu terminar ele, vou direto para o Dawn of Sorrow, que não pude jogar na época por falta de emulador decente de DS.

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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      No NDS tem 3 jogos da série que são um melhor que o outro.

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      majimbuu · 3 months ago · 1 ponto

      Eu pretendo joga-los em sequência. Castlevania era bom demais, mas pena que a Konami já não é mais a mesma...

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