ligadosescritores

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  • sikora Rodolfo Sikora
    2016-04-28 09:00:27 -0300 Thumb picture
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    Agradecimentos e pedidos

    Bom dia vizinhos!
    Confesso que gostaria de estar postando um checkin de algo que joguei, mas fato é que única pessoa que tem jogado algo lá em casa é a Bia que está me aperreando horrores para dar para ela o Minecraft para Android e o Just Dance 2016. Eu mereço.

    O primeiro agradecimento vai para todos que doaram este mês, já tenho a arte do badge, em breve, de alguma forma, vou colocar este badge para vocês.

    O segundo agradecimento vai para @niveabarbosa que nos ajudou a escolher o nome da nossa segunda filha, a Isabella, um terror, pense num nome abençoado, não tem um dia que ela não apronte alguma coisa. Valeu Nívea! Brincadeira, lógico. Nossa filha é uma bagunceira mas nossa alegria.

    Agora o pedido!

    Pessoal, quem puder dar uma força nas doações, elas serão bem vindas. Agora em maio deverei migrar a Alvanista para um novo datacenter para reduzir um pouco os custos. Estou em contato com algumas empresas para tentar fechar parcerias comerciais no modelo de afiliados, ou seja, anúncios que só geram receita se produtos forem comprados.

    Abraço a todos!

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      kevinryman · over 3 years ago · 2 pontos

      Bom dia! ^^

      Sabe dizer se algum conteúdo será perdido com a transição, Sikora?

      Estava pensando aqui que o Danilo Gentili joga vídeo-game de verdade. Será que não seria interessante você ver um jeito de conseguir uma entrevista com ele, aproveitar e falar sobre a rede, no programa. As vezes ele nem conhece. Quem sabe poderia se tornar usuário e até ajudar com doações. Ele ficou diabético à pouco tempo e já ajuda pessoas que também, tem.

      Enfim, foi só uma idéia que me ocorreu que poderia ser uma excelente forma de divulgar a rede e quem sabe conseguir uma doação generosa, de quem é firmeza com a causa.

      Abraços. \o

      4 replies
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      niveabarbosa · over 3 years ago · 2 pontos

      Muito orgulho de poder acompanhar essa lindinha, que leva com orgulho esse nome lindo <3
      Um dia ela vai encontrar a minha Isabella também, mas essa ainda vai demorar a nascer...huashauhsua.

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      zuppao · over 3 years ago · 1 ponto

      minha doacao ta la firme e forte td mes... nao eh taaaanto assim, mas minha minha "mensalidade" ta la..rs

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  • danielpuia Daniel Puia
    2016-04-12 00:24:47 -0300 Thumb picture
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    danielpuia checked-in to:
    Post by danielpuia: <p>Finalizado em 3 dias! Não conseguia parar de jog
    Quantum Break

    Platform: Xbox One
    733 Players
    181 Check-ins

    Finalizado em 3 dias! Não conseguia parar de jogar por causa da história, que é sensacional - faz Back to The Future parecer história infantil de tão complexa - sem desmerecer os filmes, claro, só pra efeito de comparação. É que Quantum Break eleva a complexidade de viagens no tempo a um novo nível. Combinando isso a personagens interessantes e um elenco de primeira, esta é mais uma grande obra da Remedy.

    No entanto, a minha crítica do post anterior persiste: muitos fatos relevantes da história são contados pelos documentos que você coleta durante o jogo, e alguns deles são bem longos, quebrando um pouco o ritmo do game. Eles poderiam ter introduzido este conteúdo de uma outra forma, talvez por flashbacks, não sei. A minisérie que é exibida entre os capítulos do jogo expande a história de maneira interessante, dando foco em personagens que são mais secundários na trama do game, mas é praticamente obrigatória para entender tudo o que está acontecendo.

    A mecânica de tiro é bastante sólida. No começo, os poderes de manipulação do tempo não haviam me impressionado, mas depois que novos poderes foram introduzidos e eu aprendi a usá-los melhor no combate, ficou bem mais divertido. Acaba sendo um cover shooter que você fica bem menos tempo no cover por causa dessas novas mecânicas. Ponto positivo! Só tive dificuldades no último confronto, que é um tanto mais difícil que os outros combates do game, mas nada absurdo.

    Resumindo, se você é fã do trabalho da Remedy ou mesmo de jogos de ação no geral, Quantum Break é praticamente obrigatório por tentar coisas diferentes no gênero. Não precisa ter pressa pra jogar, mas coloca ele na sua lista pra jogar um dia, porque vale a pena! ;)

    @riquerico

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      heavenhitman · over 3 years ago · 1 ponto

      O que me desanima é a duração do gameplay... mas numa boa promoção eu compro! Bom texto sobre o jogo hehe

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  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2016-04-07 13:38:27 -0300 Thumb picture
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    PHANTASY STAR – A aposta bem sucedida da SEGA...

    Medium 3297435 featured image

    Todo mundo sabe que o Master System fez um verdadeiro sucesso aqui no Brasil. O sucesso do console do porco espinho azul também se repetiu na Europa. Infelizmente a Sega não conseguia alavancar as vendas de seus consoles nos EUA e, principalmente, no Japão. Isso porque a Nintendo já havia dominado estes mercados e estava segura com uma penca de títulos exclusivos que já haviam caído nas graças dos jogadores.

    Buscando dar um "up" nas vendas, a dona do Master System fez uma pesquisa de mercado com os seus assinantes buscando saber qual era o jogo mais esperado do ano (lá nas décadas de 80). Para surpresa da empresa (negativa, diga-se de passagem) o jogo mais esperado era Dragon Quest III - franquia que a Nintendo tinha exclusividade.

    Diante dos resultados a Sega notou que estava na hora de produzir um jogo que seguisse esse estilo (que começou a fazer muito sucesso na época), e montou a equipe que iria criar o aclamado Phantasy Star.

    Apesar de muitas pessoas acreditarem que Dragon Quest seja o responsável pela criação do gênero RPG, jogadores um pouco mais antigos devem se recordar de alguns títulos menos populares que já estavam inventando e criando conceitos nesta área: Como Ultima por exemplo, lançado bem no inicio da década de 80 para o Apple II. O que Dragon Quest fez de forma muito acertada, foi misturar um gênero que surgia como uma alternativa aos games comuns  de plataforma, com o estilo gráfico e dramas dos animes japonese somados à elementos de um RPG que fazia sucesso FORA dos vídeo-games: Dungeos and Dragons! A aposta foi um sucesso e o reconhecimento, absoluto!

    Phantasy Star não viria ao mundo com intenções de revolucionar o RPG, apesar de tudo. A Sega queria apenas oferecer uma alternativa para os seus jogadores, diante de um gênero que quase não tinha representantes em seu console. A equipe de desenvolvimento do jogo, porém, gostaria de evoluir alguns conceitos e impressionar os players com algumas novidades inusitadas:

    Um dos grandes destaques de Phantasy Star eram os seus labirintos 3d. Isso não era nenhuma novidade na época, pois os games da série "Ultima" já utilizavam desta mecânica, entretanto, mesmo em Ultima IV (lançado alguns anos depois de Phantasy Star) os efeitos tridimensionais não eram tão visualmente incríveis quanto o do jogo de Master System. Tradicionalmente, jogos de 16 bits alternavam quadros para gerar a ilusão de uma perspectiva 3d. Ao menos era assim que funcionava na série Última; mas em Phantasy Star os programadores desenvolveram uma forma diferente de gerar esta "ilusão". A grosso modo, eles deixavam uma imagem estática e "linhas" se movimentavam entre ela para simular movimentação (é complicado de explicar, e até eu mesmo não compreendo inteiramente esta mecânica ^_^).

    Vale lembrar também que não eram apenas as dungeos do game que utilizavam o 3d: Durante os diálogos, a câmera do jogo também exibia esta perspectiva, mostrando todo o corpo das pessoas com quem se conversava e muitos detalhes visuais das cidades (que jogadores de RPG estavam acostumados a ver apenas "de cima"). Era criança de boca aberta o tempo todo na frente da tv... ^_^

    Para ajudar a engrossar o caldo do jogo, um dos integrantes da equipe de desenvolvimento era ninguém menos que Tokuhiko Uwabo: Um carinha que fazia musicas para alguns fliperamas da Sega e até já havia trabalhado em algumas conversões de áudio para jogos caseiros. Mas o seu trabalho mais reconhecido, depois de Phantasy Star, foi nada mais nada menos que Alex Kidd in Miracle World - e todo mundo que jogou Alex Kid no Master System lá nos anos 80 e inicio dos 90, sabe como as musicas criadas por Uwabo grudavam na cabeça!

    É inegável que a qualidade gráfica de Phantasy Star era simplesmente linda para a época. Milagre foi a equipe de produção ter conseguido enfiar tudo aquilo no cartuchinho de Master System, que tinha apenas 4 megas de espaço!

    O jogo tinha cutscenes, artes dos personagens durante algumas conversas, movimentação constante de cenários (algo totalmente inédito na época, sendo o oposto direto de Final Fantasy e Dragon Quest – onde quase tudo era estático), e muitos outros detalhes.

    Pesquisando na internet para saber como eles conseguiram tamanha façanha com uma limitação tão grande de hardware, encontrei alguns truques interessantes ^_^:

    Apesar de o jogo possuir animação constante, seja nas batalhas ou nas cidades, a equipe optou por deixar todos os NPCs das cidades parados no mesmo lugar (não era como em Final Fantasy, por exemplo, onde as pessoas seguiam uma linha imaginária cíclica). Os protagonistas não possuíam animação de combate; no lugar delas o jogador apenas visualizava um rastro da arma do personagem na tela e um som característico após realizar um ataque ao inimigo. A animação dos inimigos também sofreu pela falta de memória do cartucho: Elas eram bem limitadas e, para simular movimento constante, os inimigos ficavam repetindo uma animação curta o tempo todo durante os confrontos.

    Bizarramente você não vai encontrar os nomes de nenhum dos desenvolvedores durante os créditos de Phantasy Star! Por algum motivo misterioso a Sega não queria que o nome das “cabeças” por traz do jogo fosse divulgado e cada um deles assinou os créditos com um pseudônimo. Estranho não ?!?

    Entretanto o motivo real de Phantasy Star ser a grande preferência dos brasileiros na época, ia muito além de suas novidades ou truques gráficos: O jogo foi lançado no Brasil TOTALMENTE traduzido para o português!

    A Sega olhou para o mercado americano bem antes de suas concorrentes e fez uma aposta audaciosa: Se hoje os jogadores tem acesso a um monte de títulos de RPG em inglês (ainda que não dominem o idioma), no inicio dos anos 90 a situação era ainda pior: A maioria dos RPGs sequer era traduzida para o inglês!

    Como títulos de RPG são predominantemente focados na história, a Sega achou que seria “meio errado” (existe este termo ?!) exigir que as crianças brasileiras aprendessem outro idioma para apreciar o seu jogo. Pensando nisso eles fizeram uma aposta inusitada e montaram uma equipe para traduzir o game completamente.

    No Brasil do inicio dos anos 90 a maioria das crianças e jovens passavam longe de títulos de RPGs (justamente pela dificuldade do idioma), e este gênero só começou a se popularizar com a chegada do Super Nes e a tradução de muitos jogos para o idioma americano (pois depois de alguns anos jogando, as crianças cresceram e se acostumaram com muitos termos em inglês, bem como os jovens – que se tornaram adultos entendidos no idioma). Mas antes disso Phantasy Star tomou conta da cabeça de muita gente nas terras tupiniquins, criando uma tendência que apenas na época atual, vem começando a se solidificar (é pouco ou vocês querem mais !?!).

    O sucesso do jogo no Brasil foi absoluto, vendendo mais de 10 mil cópias em alguns meses (e isso era muito para a época – acreditem!). A Sega ficou satisfeita pela aposta vencida e os brasileiros ganharam um clássico que jamais saiu de suas mentes... Eita tempo bom!

    Phantasy Star

    Platform: Master System
    707 Players
    77 Check-ins

    103
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      raiden · over 3 years ago · 4 pontos

      Já disse diversas vezes aqui na rede que Phantasy Star é o jogo marcante da minha infância. Tive o privilégio de jogá-lo na época. Época essa em que não havia youtube, detonado, nada. Era na raça!! Graças a esse jogo magnífico que comecei a gostar de RPGs inclusive os de mesa. Pra mim Phantasy Star hoje impressiona, não pelos gráficos, mas pela história e dungeons como a maldita e labiríntica Baya Malay!! Lembro-me da musiquinha dela até hoje!! Phantasy Star é uma verdadeira obra de arte!! Amo esse jogo!! E o generations então, ficou magnífico!!

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      deathcorps · over 3 years ago · 3 pontos

      Outra série que ainda quero conhecer.

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      ricardoszanella · over 3 years ago · 3 pontos

      Quando joguei Phantasy Star pela priemira vez eu tinha 11 anos (1989). Foi uma experiência incrível. Não foi meu primeiro RPG (que foi o Y's , também do Maser System). Mas o jogo é perfeito. Tenho saudades daquela época

      1 reply
  • 2016-04-05 13:04:40 -0300 Thumb picture

    Geração ABXY - Fliperamas

    Medium 3296278 featured image

    Hoje libero mais um conto do livro que será lançado ainda este ano, comentem, me digam o que estão achando, afinal, este feedback é importantíssimo a um autor.

    Texto Revisado por @alessandroigor

    Fliperamas: a era de ouro dos arcades.

    Toda vez que resgato os anos 90 na memória, década na qual, de fato, eu comecei a jogar, além de me lembrar de tantas coisas que marcaram minha infância, me vem à memória as famosas "casas de fliperama". Ou, em alguns bairros, os botecos que tinham essas máquinas de jogos.

    Lembro, também, o quanto minha mãe odiava que eu frequentasse esses lugares. O problema é que tal proibição aumentava ainda mais minha curiosidade em estar lá. Por isso, freqüentemente, eu ia - escondido - a um "fliperama" que ficava na esquina da minha casa.

    Eu ficava impressionado com a qualidade gráfica e o som dos jogos nos arcades. Tudo aquilo era mágico aos olhos e ouvidos de uma criança como eu.

    Foi jogando num fliperama que eu vi, pela primeira vez, uma mulher nua. O jogo chamava-se Fantasia. Se você não conhece, google it.

    Também foi nos fliperamas que eu conheci Street Fighter e uma das minhas maiores paixões em jogos de luta até hoje: Mortal Kombat.

    Nessa época, eu jogava futebol em um time da cidade de Guarulhos. Em frente ao centro de treinamento havia um barzinho que tinha uma máquina do Street Fighter 2. Eu faltava aos treinos pra jogar o fliperama e talvez por isso não tenha me tornado jogador de futebol. Ali conheci o melhor jogador de Street Fighter do mundo da minha cidade (sim, eu sei que todas as cidades tinham o melhor jogador de Street Fighter do mundo).

    Mas o cara era fera mesmo! Eu podia estar perdendo do jeito que fosse que bastava passar o controle para ele e tudo estava resolvido.

    Já naquela época os fliperamas eram conhecidos como pontos de desocupados, drogados e todo tipo de pessoa ruim. Existia um preconceito enorme contra a casa e quem às freqüentava. Hoje, mais velho e pai, devo confessar que acho que minha mãe tinha razão em me proibir de ir àqueles lugares. Vi drogas, comecei a fumar e levei muitos "cascudos" nos fliperamas. Apesar disso, eu sempre acabava voltando.

    Mas o medo de apanhar me fez procurar alternativas para sustentar meu vício em arcades. Foi aí que passei a jogar em shoppings. Na verdade, mais precisamente em uma galeria da minha cidade que tinha a audácia de autointitular-se shopping. De qualquer forma, era o único "shopping" da cidade... e tinha um fliperama!

    Certa vez, cabulando aula para ir jogar apenas duas fichas, eu e mais dois amigos nos deparamos com aquilo que era uma visão dos deuses: estava ali, no chão, pronta para ser coletada por qualquer um, uma verdadeira fortuna. Era uma nota de poupudos R$ 10,00!

    Imaginem só, cada ficha custava R$ 0,25!!!

    Passamos o dia inteiro jogando! Foram partidas atrás de partidas enquanto eu levava surra atrás de surra. Thaís era seu nome e sua personagem predileta era Chun-Li. E ela jogava muito!

    Pedi para um amigo avisar minha mãe que, da "escola", eu ia direto para a biblioteca municipal pois tinha trabalho a fazer. Passamos, na verdade, a manhã e a tarde jogando.

    Tempos depois, iniciaram-se as obras de um grandioso shopping em minha cidade. Algo muito além dos padrões que conhecíamos até ali. Quando vi o diretório de lojas, fiquei muito ansioso: dentro do shopping haveria uma atração chamada Neo Geo World.

    Dia da inauguração do shopping, lá estava eu. Porém, a ansiedade deu lugar à frustração. Nada de parque. Ainda não estava pronto.

    Mas o tempo passou e o Neo Geo World daquele shopping era o lugar onde eu passava minhas tardes de domingo.

    Meu dinheiro era convertido naqueles cartões magnéticos de jogo que, por sua vez, transformavam-se em horas de jogo de lançamentos como, por exemplo, The King of Fighters.

    Foi uma época memorável... e eu vivia cada vez mais apaixonado pelos games.

    Infelizmente, hoje em dia, está cada vez mais difícil encontrar boas casas pra jogar. Histórias como essa acabam ficando apenas na mente de quem as viveu.

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      thaissg · over 3 years ago · 5 pontos

      Pato..... kkkkkk

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      wiictor · over 3 years ago · 5 pontos

      Espero que a sua mãe não esteja lendo isso kkkkk

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      aykibe · over 3 years ago · 3 pontos

      Na minha época era direto em fliper jogando Cadilacs and Dinosaurs e muito outros e a poucas semanas atras descobri uma comunidade do FB em que justamente falam sobre esses arcades desse post, inclusive formas de montar e configurar um. o Nome da comunidade é Fliperama de Bar.

      1 reply
  • 2016-04-04 20:39:05 -0300 Thumb picture

    Forza MotorSport 6 - Primeiras impressões!

    Medium 3295928 featured image

    Olá membros da @ligadosescritores !

    Quem me conhece sabe que me tornei um amante da franquia Forza no meu Xbox 360 por um acaso do destino. Bem, eu demorei mas acabei me rendendo a uma promoção... e comprei o Forza Motorsport 6!

    Primeiras impressões:

    O jogo está graficamente um pouco superior ao Forza Motorsport 5. (Sim, Forza 5 é MUITO bonito). Apesar de não ter um ganho tão estupido nos gráficos como foi do Forza 4 para o 5, o jogo está com uma performance incrível, rodando a 1080p 60fps com muito mais elementos, detalhes e inimigos. Parabéns para a Turn 10 pela ótima otimização do jogo!

    Como o jogo já me considera um “Veterano” no Forza, já configuro ele de cara para os níveis mais altos de dificuldade e sem assistências, como sempre jogo aliás, e posso dizer a vocês: Forza 6 está muito melhor em termos de física e mecânicas de direção. Realmente a Turn 10 está chegando em altos níveis de realismo no game, conseguindo criar um perfeito playground de testes drive. Com o passar do tempo escreverei mais, até agora só posso dizer uma coisa: 

    Forza 6 está incrível!

    Link para imagem full: http://i.imgur.com/jMlmufi.jpg

    Forza Motorsport 6

    Platform: Xbox One
    328 Players
    158 Check-ins

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      s7ephano · over 3 years ago · 2 pontos

      Muita coisa melhorou do 5 para o 6, principalmente os carros que quando batemos ele não dá problemas facilmente, no 5 os carros parecem ser de vidro, um esbarrão e o carro já tá uma bosta.

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  • juninhowii360 Juninho Junior
    2016-03-30 20:20:40 -0300 Thumb picture
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    Microsoft no japão - parte 2

    A dois dias atrás eu postei aqui uma matéria sobre a forte investida da Microsoft no Japão na geração passada com o Xbox 360. (caso não tenha visto basta clicar aqui.

    Hj vou postar alguns jogos (japoneses) que a Microsoft trouxe pro console pra tentar agradar os orientais.

    Quase lá: os jogos de Xbox que a Microsoft esperava que vendessem no Japão, mas foram fiasco.

    LOST PLANET 

    O BOM: É feito pela Capcom, tem a participação de um adorado ator coreano, um batalhão de robôs robustos, o que mais você quer? Mas não, depois de um ano do lançamento ainda era o vigésimo titulo mais vendido para o console no Japão. Uma versão superior de Playstation 3 foi anunciada na época e as vendas despencaram mais ainda.

    RUMBLE ROSES XX

    O PÉSSIMO: O que quer que o Dead or Alive Xtreme original teve que fez parecer que a nudez das garotas digitais valia o investimento, este, aparentemente, não teve. Com menos de 30.000 cópias vendidas, nem este nem Dead or Alive Xtreme 2 conseguiram juntar tantos pervertidos como DoAX conseguiu. Em defesa da Microsoft, este provavelmente é um público-alvo difícil de seduzir rs.

    SUDEKI

    O HORRENDO: Oh, Deus. Nunca mais a Microsoft tentará substituir o responsável por um RPG japônes por um time de desenvolvimento ocidental, deixando um personagem com um nome que significa "Legal" ou "Estiloso" em japônes. Sudeki foi um dos jogos de Xbox original que a Microsoft lançou com a expectativa de um furor, somente para vê-lo ser soterrado em um mercado saturado.

    Os games de Xbox que viraram sucesso no Japão

    BLUE DRAGON

    O PROJETO 5 ESTRELAS: Com o criador de Final Fantasy, Hironobu Sakaguchi, na liderança, o compositor de Final Fantasy cuidando de algumas das trilhas, e o designer chefe de Panzer Dragoon, Manabu Kusonoki, cuidando da direção de arte, a Microsoft estava confiante de que Blue Dragon seria o jogo que viraria a mesa para o 360. Mas ele só se tornou o título mais vendido do console.

    DEAD OR ALIVE XTREME BEACH VOLLEYBALL

    A JOGATINA PERVA: Este bizarramente apelativo lançamento para o Xbox original foi menosprezado por muitos, considerado como um "esforço mal-guiado", mas mesmo assim ainda fez sucesso. Descontando a pequena quantidade de Xboxes vendidos no Japão, DoAXBV alcançou o segundo lugar na lista de jogos, mais vendidos entre todas as plataformas, e se tornou o produto de maior sucesso de Xbox no Japão logo no segundo dia após sua chegada às lojas

    TALES OF VESPERIA

    O EVENTUAL ROMPIMENTO: Este RPG bonitinho e meigo, mas ainda assim líder de vendas, da nova geração da série Tales, da Namco, foi lançado em 2008, e abocanhou bem mais das vendas de Xbox 360 do que qualquer um imaginava. Em agosto de 2008 ele debutou como quarto lugar no ranking de títulos vendidos para todos os consoles e naquele mesmo mês as vendas de Xbox 360 aumentaram em 25 mil unidades (15 mil a mais que o PS3) antes de esgotar definitivamente pelo país!

    Dois grandes títulos que eram a esperança da Microsoft para abocanhar mais uma fatia do mercado nipônico.

    FINAL FANTASY XIII

    Desde Final Fantasy VII até Final Fantasy XIII, pensar na série significava pensar em Playstation. Os dois andavam de mãos juntas há anos, por isso o anúncio de que o episódio XIII da saga chegaria também ao Xbox 360 era sinal de que a briga estava sendo levada mais a sério pela Microsoft do que a gente imaginava.

    STAR OCEAN LAST HOPE

    O lançamento de SOLH para um console ocidental fazia dele uma estrela grande e uma boa vantagem para a Microsoft e seu Xbox.

    Esses foram apenas algum dos jogos que a Microsoft investiu pra tentar convencer os japoneses de que o Xbox 360 era um bom console, tem vários outros mas não da pra colocar tudo aqui. Apesar de não ter adiantado nada seria bom ver alguns desses jogos de volta no Xbox ONE em alguma sequencia.

    Tales of Vesperia

    Platform: XBOX 360
    684 Players
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      chiuauadospampas · over 3 years ago · 4 pontos

      Sempre bom saber dos JRPGs que temos para o Xbox! Esse Tales of Vesperia eu não conhecia!

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      ligadosescritores · over 3 years ago · 3 pontos

      Achei legal, compartilhado na persona ;)

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      tassio · over 3 years ago · 2 pontos

      "RUMBLE ROSES XX"

      De tudo... TUDO que se fala de bom em X-Box, X-Box360, Xone e tal... Forza, Gears of War, [insira qualquer outro jogo hypado do universo X-Box aqui]. NADA DISSO me interessa tanto quanto esse Rumble Roses XX aí. É uma pena ser exclusivo...

      5 replies
  • 2016-03-29 13:59:45 -0300 Thumb picture

    Geração ABXY - Histórias de quem cresceu jogando Videogame.

    Medium 3291975 featured image

    Na minha primeira postagem aqui na @ligadosescritores eu trago o primeiro capítulo de um livro de contos que estou terminando de escrever chamado "GERAÇÃO ABXY - Histórias de quem cresceu jogando videogame.".

    O  livro terá vários contos sobre o meu crescimento e formação, como os games influenciaram nisso e além disso, vieram alguns convites a amigos mais próximos como o @juninhonash que escreverá um conto, assim como outros amigos também contribuirão.

    Toda a revisão ortográfica do livro está sendo feita pelo @alessandroigor que também é a pessoa que mais me incentivou a dar início a este projeto e muito em breve todos aqui no alva terão novidades sobre o lançamento. 

    Confiram o primeiro capítulo e comentem o que acharam por favor:

    Nem Mario, nem Sonic...

    O ano era 1992. Começava, então, minha relação com o saudoso Master System. Uma relação de amor e ódio, diga-se de passagem.

    Sim pois, quando eu finalmente ganhei o tão sonhado 8 bits da sega, muitos de meus amigos já jogavam em seus SNES e Mega Drive.

    Essa era a sina da minha infância: sempre uma geração atrasado!

    Era uma situação um tanto frustrante. Por mais que eu amasse meus novos consoles, havia sempre aquela inveja infantil dos amigos que estavam uma geração à frente.

    Acredito que isso tenha definido muito do meu comportamento hoje em dia. Em se tratando de videogames, não dou por satisfeito enquanto não possuo os aparelhos de fato de última geração. Seria isso algum tipo de trauma? Vai saber...

    Mas voltemos a falar do Master System, mais precisamente do seu primeiro grande mascote: Alex Kidd.

    Eu tinha a primeira versão do Master System, que trazia o game Hang On na memória. Foi quando um amigo comprou o incrível Master System 3, com o Alex Kidd in Miracle World no lugar do meu muito menos interessante joguinho de corrida de motocicletas.

    É claro que fiquei louco para ter o jogo também (olha a inveja infantil aí de novo). Foi aí que começou minha busca pelo cartucho, algo que foi muito mais difícil do que eu imaginava. Afinal, o game vinha na memória do console naquela época. Eu simplesmente não encontrava o jogo em lugar algum... até que, finalmente, achei!

    E Alex Kidd in Miracle World foi um jogo que, definitivamente, "gastou" meus dedos. Eu não dava folga para o game dia nenhum!

    Afinal, estamos falando de um jogo de plataforma no qual, além de andar e pular você ainda podia pilotar uma motocicleta, andar com um helicóptero movido a tração humana, comprar um bracelete do poder... aquilo era simplesmente fantástico!

    Outra coisa bem legal no game eram as batalhas contra os chefes, que eram decididas no Janken-pon (o nosso bom e velho Pedra-Papel-e-Tesoura). Daí o nome do chefão, Janken. A cada fase avançada, obviamente os desafios ficavam mais difíceis, inclusive as batalhas de Janken-pon contra os chefes.

    Esse jogo marcou minha vida tanto quanto Super Mario Bros. e Sonic The Hedgehog marcaram a vida de tantos outros. Até hoje lembro com muito carinho não só do game mas também da aventura que foi para consegui-lo e do desafio que era finaliza-lo.

    Infelizmente, a Sega deixou a franquia de lado. Alex Kidd foi visto pela última vez em Sonic All Star Racing, o novo jogo de corrida do Sonic.

    Ainda tenho esperanças que, com essa onda de remakes de jogos antigos, a Sega decida reviver o mascote e Alex Kidd retorne com este mesmo jogo que, sem dúvidas, foi o melhor da série.

    Alex Kidd in Miracle World

    Platform: Master System
    3200 Players
    55 Check-ins

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      jorgegt · over 3 years ago · 2 pontos

      1992, o ano em que eu nasci... Se naquela época você se achava atrasado, imagina eu, que ganhei meu primeiro console com 5 anos de idade, e foi exatamente um Master System.

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      daviner15 · over 3 years ago · 2 pontos

      Eu sou uma geração atrasado até hoje, mas comecei na 6ª Geração

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      katsuragi · over 3 years ago · 2 pontos

      Haha! Gostei muito! Estou sempre atrasado em relação a gerações, não mais que todos os meus amigos mas um ou outro sempre pega a geração da frente antes de mim, mas isso não me incomodo por que até hoje eu tenho jogo de mais pra conhecer ainda até no NES então eu nem ligo!
      92 eu tava acabando de dar as caras no mundo! HUAHAHAUHAHAH
      Gostei bastante da matéria e espero pelo conteúdo completo!
      E ah! Uma pequena curiosidade pra você: O Alex apareceu recentemente pela última vez em Project X Zone 2, durante o Solo Attack da Ulala de Space Channel 5 em, ela invoca diversos personagens clássicos da Sega, o Alex sendo um deles!

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  • 2016-03-27 19:58:38 -0300 Thumb picture

    Um outro olhar sobre The Division

    Medium 3290792 featured image

    O incontestável sucesso deste game, desde seu lançamento tem rendido muitas críticas, tretas e análises distintas. Mas seria então The Division o novo Destiny?

    PS.: Screens que estão no post tirei enquanto jogava.

    Como a maioria de vocês, eu também fiquei enlouquecido quando a Ubisoft mostrou a Divisão na E3. Era incrível! Assim que se tornou possível me inscrevi para ser um insider beta e imaginem só a minha alegria ao receber os primeiros códigos para participar do Alpha Closed Beta.

    Nesta última semana acabei adquirindo o jogo para a plataforma Xbox One e já estou com mais de 10 horas de gameplay. De toda a minha “vivência” com The Division, passando por 3 betas, posso dizer a vocês que tem muito canal famoso EXTREMAMENTE enganado sobre o jogo e gerando uma expectativa muito negativa sobre ele.

    Quando joguei a versão final, joguei praticamente 8 horas direto, parando apenas para almoçar! Horas, sendo franco com vocês poucos são os jogos que fazem isso comigo. The Division não é o novo Destiny, tirando o fato de serem online e existindo a possibilidade de jogar com amigos, os dois games não tem nada mais em comum. Acho maior besteira comparar os dois neste sentido.

    Division tem uma ambientação muito, mas muito bem caracterizada, a história é contada por completo ao jogador. A jogabilidade está muito equilibrada, claro que existe um mimimi chato pra caramba de uma galera que reclama da física do tiro. Poxa maluco, é um RPG, não vejo ninguém reclamando que dando HS no fallout não mata na hora, então porque no The Division deveria? São dois RPGs poxa.

    Um ponto a ser considerado antes da compra do game: ele realmente é difícil como dizem, e é altamente recomendável jogar com no mínimo 1 amigo. Se os seus amigos não tem a mesma plataforma que você, veja com a galera aqui do alva, sempre dá para formar um esquadrão bacana! Mas se você é daquelas pessoas que não curte este tipo socialização, ai amigo infelizmente acho que esse tipo de jogo não é para você.

    Mais detalhes vou deixar para uma próxima análise que este jogo está merecendo. Fiz um vídeo comentando e mostrando alguns aspectos do game no meu canal @ninguemplayer para quem tiver interesse.

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    Obrigado por seguirem a @ligadosescritores ! Se não for pedir muito, por favor espalhem a palavra para que nossas ideias cheguem até os confins da alvanista!

    Abraço e até a próxima!

    Tom Clancy's The Division

    Platform: Xbox One
    409 Players
    217 Check-ins

    26
    • Micro picture
      jorgegt · over 3 years ago · 2 pontos

      Comentando pra ler depois.

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    • Micro picture
      andrefonema · over 3 years ago · 2 pontos

      Eu to na pegada de pegar este, mas, vc já percebeu como eu sou para jogar online né?

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    • Micro picture
      ricardobrusch · over 3 years ago · 2 pontos

      Também gostei muito do jogo, e de primeira. Tem jogos que gosto hoje mas precisei jogar bastante até gostar. Add aí na LIVE, brother!, quem sabe não nos cruzamos pela Zona Cega a qualquer hora. Gamertag = rickbrusch88

      1 reply
  • 2016-03-27 13:51:29 -0300 Thumb picture

    Filmes de Heróis Precisam de Extrema Fidelidade?

    Medium 3290565 featured image

    Filmes de heróis são uma coisa que demoraram muito pra "acertar o ponto".

    Tivemos uma boa leva de filmes nada a ver, que muitos intitulam ruins como Elektra, Demolidor, Superman - O Retorno e etc.

    Até que Batman Begins e Iron Man mudaram isso completamente. 

    Dali pra frente, vieram uma chuva de mais e mais filmes de heróis, seja a DC tentando humanizar seus personagens e adaptando o conceito o mais realista possível ou a Marvel fazendo cada vez algo mais próximo de seu público alvo (e ainda tentando atingir um novo) com várias referências das obras originais.

    Mas para e pensa, esses filmes são realmente fieis?

    Sim...

    ...e não.

    Acredito eu, que diferente dos anteriores, muito mais da identidade visual foi mantida, mas com as devidas e merecidas adaptações. Afinal de contas, não dá, simplesmente NÃO DÁ pra fazer uma coisa que acontece numa saga de quadrinhos ou livros de sabe-se lá quantas edições numa trilogia (que por sinal, pra ser feita, precisa ter um filme e garantir lucro suficiente pra tal), pudera num só filme de meras 2 horas.

    Realmente, é muito mas MUITO difícil fazer isso.

    E exige cuidado, porque a crítica de cinema é realmente muito pesada, vejamos Watchmen que é absurdamente fiel com poucas adaptações da obra original e é massacrado pela crítica como filme mediano. Sendo que os fãs adoraram com toda força possível.

    Já outros, tiveram o mesmo problema mesmo sendo bastante diferente da obra original, como o primeiro filme do Thor (que por sinal, gostei muito) onde mudaram bastante coisa do que é o Thor e adaptaram um herói de falas metódicas num bonitão bombado que tem até certos pontos de alívio cômico.

    Ambos os casos, ao meu ver são ótimos filmes, mexido no que precisa no caso do Watchmen e bastante alterados como Thor, e ambos ficaram ótimos.

    Acredito eu, que o público alvo que conhece as HQ's, sabe que não é lá muito fácil adaptar um filme sem mexer em bastante coisa dele, como por exemplo a trilogia do morcego feita pelo Nolan, pode ver o quão é diferente aquele universo e os personagens e são bem aceitos. 

    Mesmo que o Coringa respeite muito o conceito, é bem diferente. Batman é o mesmo amargo de sempre mas apanhando bem mais, Alfred se mostra uma figura paterna ainda mais forte e emotiva que o comum além de vários outros aspectos consideravelmente mudados.

    Quem acompanha HQ de qualquer herói mesmo que superficialmente, sabe que muitas delas tem finais previsíveis, padronizados e a maioria já ta bem saturado disso, então quando um filme vem, ele PRECISA mudar a obra original, ainda que ele tenha uma obra clássica como base. Então é isso que gera bons filmes ao meu ver, porque se for pra fazer idêntico à uma HQ, melhor fazer uma animação. Porque na animação não existem "limites" de fazer algo próximo do nosso contexto, algo crível, afinal de contas, não se usam atores.

    Então o que venho refletir é:  vocês preferem o que?  Um filme extremamente fiel à uma obra original ou uma adaptação ou mudança mesmo que significativa?

    Particularmente, acho que depende muito mas no geral prefiro a segunda opção. Temos jogos, filmes animados e quadrinhos e eles geralmente já nos passam essa fidelidade o tempo todo, os filmes podem ser até mesmo um "alívio" pra quem gosta do personagem e aceita uma mudança.

    Mas claro, há quem prefira que aquele contexto que o faz gostar tanto daquele personagem, nunca seja destoado ou alterado.

    Claro que isso não se remete à séries, elas tem sido feitas no maior nível de fidelidade possível, afinal de contas, não são limitadas à poucas horas, e sim à vários episódios e por várias temporadas, e temos exemplos perfeitos disso como Demolidor ou Jessica Jones. Mas isso é assunto pra outro dia.

    Batman Begins

    Platform: Playstation 2
    1026 Players
    4 Check-ins

    50
    • Micro picture
      natnitro · over 3 years ago · 4 pontos

      Acho que o ideal ai é não deixar perder a identidade original e saber inovar, mas dentro de um limite que não descaracterize tanto, a ponto de ficar irreconhecivel...
      Um exemplo ai seria o proprio Coringa do Esquadrão Suicida, que logo que saiu a primeira imagem do Jared Leto over daquele jeito, causou uma estranheza enorme, porque parecia totalmente diferente do original, mas ainda assim ele pode ter feito algo tão brilhante que torne a novidade ai muito bem vinda pra recriar o personagem... (Tomara!!! \o/)

      2 replies
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      koxa · over 3 years ago · 4 pontos

      Sem dúvidas que prefiro que o filme seja adaptado ao grande público, desde que não se altere a essência do personagem. Sem o grande público não se faria filmes de heróis, então, aceito as consequências!

      1 reply
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      jorgegt · over 3 years ago · 3 pontos

      Ótimo texto. Com relação a pergunta: Eu prefiro uma mistura das duas opções. Não precisa ser extremamente fiel à obra original, mas também não dever ter mudanças muito drásticas.

      3 replies
  • 2016-03-26 19:32:52 -0300 Thumb picture

    Post inaugural da persona "Liga dos Escritores"

    A ideia da persona veio graças a uma postagem do @netobtu sobre a falta de conteúdo gerado na rede, que pode ser conferido aqui, esticamos a conversa por algum tempo, mostrei a postagem ao @chiuauadospampas por ser um conteúdo excelent, nasceu ali naquele momento, da cabeça gaúcha do Chiu  a "Liga dos Escritores", uma persona com o intuito de gerar material autoral de quem gosta de escrever para quem gosta de ler, gerar interação em posts com conteúdo e principalmente buscar mais isso na rede.

    Após a ideia vieram os primeiros convites para moderação, o primeiro claro, ao nosso inspirador @netobtu que aceitou prontamente o convite curtindo a ideia, o segundo ao @juninhonash que é um baita escritor (mal compreendido às vezes rsrsrs) e também curtiu demais a iniciativa.

    Teremos aqui além de artigos, alguns check-ins da Liga com jogatina multiplayer entre a galera, vídeos de Gameplay e principalmente muita força de vontade de todos os moderadores em buscar discussões sadias sobre assuntos relacionados a algo que todos nós amamos que são os games.

    Poderemos além disso trazer links dos sites que algums moderadores participam como o “Jogador Pensante e “Lugar de Nerd”, tudo com o intuito de melhorar a experiência dos nossos seguidores e principalmente gerarmos conteúdo próprio não kibado para a Alvanista.

    Nasce hoje então A Liga dos Escritores que por enquanto fica formada por:

    42
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      juninhonash · over 3 years ago · 4 pontos

      Gostei da ideia pelo mesmo motivo do @netobtu, falta texto e interação no Alva, e vamos ver se dá pra mudar isso.

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      laumiramos · over 3 years ago · 3 pontos

      Legal, por favor me marcar também nas próximas postagens . . . e também indico alguém poderia fazer parte do grupo @felipezu, não sei como está a agenda dele agora, ele é um menino requisitado Uii ^^ zueiras a parte acho que pode ser legal ^^

      3 replies
    • Micro picture
      bub · over 3 years ago · 3 pontos

      uh...

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