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  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2018-09-11 17:24:42 -0300 Thumb picture
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    Post by gusgeek: <p><a href="https://i.imgur.com/9D9mx2r.jpg">#img#[

    Chrono Trigger

    Platform: SNES
    13304 Players
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      jessicagdsantos · 10 months ago · 3 pontos

      Ahhhhhh que lindooooooooooo <3

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      filipessoa · 10 months ago · 3 pontos

      Atemporal

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      leopoldino · 10 months ago · 2 pontos

      Só quem jogou pode sentir como essa imagem é legal.

  • 2018-09-04 16:36:24 -0300 Thumb picture
  • melks Gabriel D'Luca
    2018-08-27 10:38:39 -0300 Thumb picture
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    [DEBATE] Jogos e Saúde Mental

    Medium 3665340 featured image

    Oi, pessoas!

    Como vocês já devem saber, o DSM-5, manual de diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, recentemente incluiu o gaming disorder em sua lista de transtornos psíquicos. Nesse contexto, gostaria de levantar um debate sobre jogos e saúde mental.

    É muito mais comum vermos discussões sobre como isso se torna algo compulsivo e patológico, como mencionado acima. Mas gostaria de levantar um debate sobre justamente o contrário dessa ideia: o que te leva a jogar um jogo? em alguns casos, há um propósito (você já jogou com o intuito de se sentir mais confortável mentalmente)?

    Você já se sentiu mal (psicologicamente) e jogou algo para descontrair ou se sentir melhor? Se sim, quais tipos de jogos você costuma jogar mais nessas ocasiões (e por que)?

    Gostaria de ouvir as experiências e os relatos de vocês sobre como os games podem ajudar nessas adversidades. Obrigadx! :)

    P.S: Se puderem republicar, é de grande ajuda!

    68
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      blusnow · 11 months ago · 5 pontos

      Bom, quando eu comecei a ter ansiedade no ano passado, eu fiquei com muito medo, por que eu n sabia que algo psicologico pudesse causar dor fisica, minha pressão aumentava, eu sentia falta de ar, n desmaiava, mas perdia a consciencia algumas vezes (eu ouvia as pessoas mas n conseguia processar oq elas estavam falando) minha mente muitas vezes ficava "cheia" ou pesada, exaustão entre outras coisas, também por causa disso tudo, foi uma época que eu me isolei mais ainda em casa por que eu n me sentia disposta pra sair e praticamente tinha fobia social.

      Foi bem na época que lançou Animal Crossing e por ser um jogo colorido, com musica calma e alegre e várias missoes pra fazer (ja que trocam de personagem de manha, tarde e noite) eu conseguia me distrair e me manter calma por causa dele, eu sempre jogava na hora de dormir até pegar no sono, também é um dos motivos de eu gostar tanto de jogos point and click.

      Também foi quando eu passei a jogar mais Overwatch, e fiz amigos por causa dele, e esses amigos me ajudaram muito, por que ficavamos conversando varias horas por dia, sobre o jogo, jogavamos juntos e saiam varias piadas disso, também me chamavam pra sair e gostavam da minha companhia, cozinhavamos juntos, conversavamos a noite inteira, viamos animes, e jogavamos Muchkin. (que eu passei a amar muito muito mesmo)

      Hoje em dia eu to bem melhor em varios aspectos , passei a fazer acompanhamento com psicologo algumas vezes por mês, que também me orientou a praticar mindfulness (meditação) e em relação ao ano passado eu to 70% melhor com certeza.

      Mas ainda uso os jogos pra me manter ativa, como por exemplo o Pokemon Go, eu tenho acompanhado um grupo de pokemon go no wpp, e por causa do jogo eu tenho saido mais pra caminhar, isso tem ajudado muito no meu sedentarismo (apesar da minha familia ser contra eu sair pra jogar por que posso ser roubada a qualquer momento).

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      onai_onai · 11 months ago · 4 pontos

      Videogame pra mim é uma válvula de escape e sempre me ajudou a relaxar, talvez exceto nos jogos de estratégia, mas o problema ocorre quando jogo demais e deixo de fazer outras coisas importantes. De qualquer forma uma coisa é certa, se não fossem os jogos eu já teria pirado a muito tempo, e as vezes acho que não giro muito bem, por que viver apenas para trabalhar é uma bosta. Um fato curioso também é que várias pessoas interessantes que conheci na vida foram por meio do videogame, direta ou indiretamente.

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      smoothpoffin · 11 months ago · 4 pontos

      Eu estudo bastante a área de psiquiatria na minha faculdade, e eu acho que o que ocorre é apenas um mal entendimento. O vício em jogos é um transtorno, e não simplesmente uma forma de julgar pessoas que gostam de jogar como "doentes". Uma coisa é gostar de passar o dia inteiro jogando num domingo ou sábado, outra coisa é faltar a escola/faculdade/trabalho, distanciar da família, descuidar de si mesmo, etc, e isso sim que é o transtorno por vício em video games. E ele existe sim, por mais que seja chato de falar isso. Video games funcionam no nosso cérebro como qualquer droga, dinheiro, ou até mesmo café- nos dá uma sensação boa de recompensa, então queremos mais. A diferença é quem sabe ajustar esse desejo com a vida e aqueles que deixam video games tomar conta dela. É quase como a relação entre pessoas que bebem álcool normalmente e pessoas que sã alcoólatras.

  • 2018-08-12 13:55:25 -0300 Thumb picture
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    Se não temos mais Emuparadise... o que temos?!

    Medium 575794 3309110367

    Diante de toda essa controvérsia ridícula causada pela Nintendo o site Emuparadise mudou sua forma de atuar com a página retirando todas as ROMs que lá disponibilizava. Algumas das lutas contra a internet e sua força já se mostraram pouco ou nada eficazes, e eu torço para que esse seja mais um caso pois envolve a história dos jogos e o acesso a mesma que de outra forma seria impossível, difícil ou extremamente caro. 

    Em meio a tudo isso gostaria de pedir a vocês que comentassem dando dicas sobre sites que ainda disponibilizam ROMs, principalmente os de consoles retrô, para que possamos continuar explorando a biblioteca de jogos antigos sem que tenhamos que esperar a boa vontade de empresas como a própria Nintendo.

    Sites e blogs ainda em ativa:

    ► https://www.romulation.net

    ► http://romhustler.net

    ► https://www.romnation.net

    ► https://cdromance.com

    ► https://romsmania.com

    ► https://nicoblog.org

    ► https://www.classicgames.me

    ► https://archive.org

    ► https://the-eye.eu/public/rom

    ► http://www.theisozone.com

    ► https://retrozone.co

    Obs.: essa publicação NÃO VISA CONTRIBUIR COM A PIRATARIA, mas li os termos da Alvanista e encaminhei uma mensagem ao @sikora quanto a divulgação desses links e caso seja solicitado a exclusão dos mesmos o farei.

    [@jvhazuki; Imagem: Strigis Games]

    Super Mario World

    Platform: SNES
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  • 2018-08-07 09:36:24 -0300 Thumb picture
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    Combo#94 [NES] (1986): The Mysterious Murasame Castle & Dragon Ball...

    ...Shen Long no Nazo

     O segundo jogo lançado para o Famicom Disk System ficou restrito no Japão. Controlamos o samurai Takamaru que deve explorar os 5 castelos para enfrentar o antagonista Murasame no último castelo. Takamaru pode arremessar shurikens e outros projéteis para derrotar os inimigos a distância ou usar sua katana para os que estão perto e se defender de shurikens. Há vários tipos de inimigos no jogo, como ninjas, samurais, máscaras voadoras e outras criaturas da mitologia japonesa. - Um jogo com muita ação e bem difícil. São vários inimigos na tela ao mesmo tempo tentando te matar e você tem que ser rápido para se defender e contra atacar. É importante explorar bem cada tela, pois pode achar outras armas para arremesso, “munição”, pontos e vidas extras.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O anime Dragon Ball era um sucesso gigantesco no Japão e finalmente recebe seu primeiro título para o console da Nintendo. Controlamos o pequeno Goku e deve coletar as 7 Esferas do Dragão para realizar um desejo antes que Pilaf faça o mesmo e conquiste o mundo. Há 2 tipos de jogabilidade. Na parte de exploração, a visão é por cima e devemos socar nossos inimigos até chegar no objetivo e na parte de combate, o jogo adota um estilo de luta com visão lateral. - Esse jogo é espetacular. Ele consegue transmitir de forma primorosa a sensação do anime, seja pelos combates, trilha sonora e história, que é contada com diálogos e cenas simples. Goku pode adquirir novas habilidades, como o Bastão Mágico e o Kamehameha. Uma pena o jogo ser tão difícil.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Dragon Ball: Shenron no Nazo

    Platform: NES
    4 Players

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      manoelnsn · 12 months ago · 2 pontos

      Mais um joguinho de dragon ball que não veio pro ocidente... Ou veio?

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      riki_samejima · 12 months ago · 2 pontos

      Joguei pra caramba esse game em 93 e 94. Era um cartucho roxinho com formato diferente.
      Esse cartucho foi parar em casa por meio de um empréstimo que meu irmão fez pra um outro moleque, aí a gente emprestou um jogo pra ele tbm. O problema é que esse carinha se mudou e acabou levando o nosso cartucho embora. Nós detestamos esse jogo do Dragon Ball, sem falar que na época a gente nem sabia que Dragon Ball era um anime e nem sequer o que era um anime. Mesmo assim, eu joguei pra caramba ele, pois gostava das cutscenes, mesmo não entendendo nada. Desde cedo eu sempre gostei de jogos com grande foco em narrativa :)
      Pelo lugar que eu chegava nesse game, e pela extensão da jogatina, desconfio que esse game só vai até o castelo do Pilaf, ou seja, cobre o início do mangá/anime até esse ponto apenas.

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      gus_sander · 12 months ago · 2 pontos

      Já joguei bastante esse Dragon Ball. Nem lembrava mais dele kkk Muito bom

      2 replies
  • 2018-07-23 14:07:40 -0300 Thumb picture
  • 2018-07-23 13:40:23 -0300 Thumb picture
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-07-22 05:04:58 -0300 Thumb picture
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    TAG: Desafio dos 10 Jogos Marcantes - Jogo 4

    #4 - Battle City, O Clone e a Era do PC Parte 1

    *Eu, bem diferentona que sou, quis aproveitar esta TAG para, em ordem cronológica, contar um pouco de mim e da minha história adentrando no mundo dos joguinhos para quem quiser, poder me conhecer um pouco melhor (só para logo depois, se arrepender disso xD).

    "Computador, máquina capaz de variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Um computador pode possuir inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura" -Wikipedia

       Quem nunca quis um computador? Mesmo antes de saber o que fazia de fato, mesmo sabendo o quanto esse nome era feio, quem nunca? Houve um período em que eu comecei a ouvir falarem com muito mais frequência dos tais computadores e mesmo que, eles ainda não fossem uma realidade muito palpável para a maior parte da população da época, estava começando a cair no gosto das pessoas a simples possibilidade de ter o seu próprio afinal, os que o possuíam, sempre pareciam contentes com a compra e muito bem dispostos a falar sobre o que parecia, aos meus olhos juvenis, um novo tipo de status social. Para mim, que já havia ouvido a palavra “computer” aqui e ali dentro de casa, estava começando a sentir uma fisgadinha de esperança e se tornava cada vez mais difícil me convencer do contrário, até que um dia, ele chegou e vejam só.. pensei que não seria trouxa, fui trouxa!

       Em Harry Potter e o Cálice de Fogo (sentiu esse gancho?), quarto livro da franquia, o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas da vez, usa um feitiço Imperius obrigando Harry a pular uma cadeira ao que ele tenta quebrar o feitiço desobedecendo mas, só consegue o meio termo, bater os joelhos e se arrebentar todo junto da mobília. Geralmente, é nisso que eu penso quando ouço a frase “fazer as coisas pela metade” e, naquele momento vendo o que estava presente na minha frente, talvez o meu antigo eu imaginasse o mesmo se já tivesse acesso a essa obra pois, entre muitos componentes de suma importância que constituem um computador, minha mãe parecia ter escolhido me presentear com apenas um: O teclado. Cheguei a cogitar perguntar onde estava o restante da máquina mas a resposta logo veio, dispensando minha indagação. Estava diante de um Magic Computer PC - 95 o que vim a descobrir um pouco mais adiante desta linha do tempo, ser um dos conhecidos Famiclones da época, uma versão brasileira do ASDER PC95, de uma empresa taiwanesa, de mesma finalidade, que além de fabricar cópias e clones sem medo de ser feliz ainda tinham como nome NTDEC que significava: Nintendo Eletronic Co (pois se é pra copiar, vamos fazer direito), ou seja, era quase um clone.. DE UM CLONE! Era tipo a Zooey Deschanel, a Katy Perry e a Emily Blunt. Eu estava diante, de uma armada de Connors da era 8-Bits.

       Magic Computer PC - 95, foi um dos muitos clones de Nes produzido e distribuído pela Dynacom que era coruja velha nesse tipo de serviço. O teclado tinha em si uma entrada para cartucho 60 pinos (porém vinha um adaptador para jogos americanos de 72). Já vinha com programas básicos como editor de texto, calculadora, teste de matemática, compositor de música, um cursinho básico de datilografia, ferramentas de programação (o G-Basic e o F-Basic) e no meio de tudo isso ainda tinha uns joguinhos como Magic Carpet, Balloon Monster e Porter. Era tipo hoje, quando você compra um smartphone e vem com um monte de Apps nativos só para ocupar espaço só que, naquela época, pra quem não tinha nada, tudo isso era muito bem vindo!

       Junto com o console ainda vinham dois cartuchos, um para salvar o save (sim, salvar o save, não é um mero pleonasmo, era exatamente isso que fazia pois não havia espaço na memória do próprio console para o feito), e outro cartucho que vinha com alguns jogos, dentre eles meus favoritos eram sem dúvida Excite Bike e o Ice Climber apesar de eu ter jogado bastante outros presentes assim como Circus Charlie (do qual eu sempre morria na parte do pônei) e o Duck Hunt (do qual consistia em atirar em pobres patinhos que fugiam da morte inevitável voando pela tela da TV desesperadamente e, como se isso não fosse divertido o bastante, ainda vinha uma arma junto com o console! Ou compraram a parte.. não me lembro) que adquiri de um outro cartucho, assim como Contra que também era massa. 

       Mas o jogo que galgou um lugar nessa lista não está entre eles. Ele está aqui por ser inesquecível de outro modo, por me ensinar pela primeira vez na vida, o que hoje conhecemos por bad vibes. Estou falando de Battle City.

       Battle City (ou Battle Tank ou O Tank 1990 como também é chamado, devido a países onde clones Famicom foram amplamente distribuídas gerando a falsificação desses cartuchos) era exatamente como o seu título sugere, um jogo onde você controlava um tanque de guerra mas, o que me fascinava não era bem isso. O jogo fazia algo que eu nunca tinha visto até então, na opção "Construction" encontrada no menu do game, te dava acesso a um modo de edição onde você podia criar níveis personalizados (e é claro que o jogo lhe dava tudo pronto, sem necessidade de nenhuma programação. Algo como um Mario Maker da vida). Foi o meu primeiro contato com este tipo de mecânica, a possibilidade de criação! Depois de sentir o gostinho daquilo, decidi criar o meu próprio jogo afinal, havia sido fácil até então! Imagina, criar um jogo do zero? Fichinha… né? (a propósito, é uma pergunta retórica, acho que sabemos a resposta.. embora eu não soubesse na época).

       Eu lembro de pedir constantemente para o único parente que eu achava ser entendido dessas coisas (e realmente era), para que me ensinasse, me explicasse como se fazia isso. Até que um dia, cansado de minhas investidas, ele veio, jogou o manual que acompanhava o console que eu nem sabia que existia em cima de mim, e disse algo como “Toma. Tá tudo aí”. Eu comecei a folhear aquele manual não entendendo absolutamente nada do que havia ali. Vários termos e códigos e nada fazia sentido e então.. comecei a entender.. Confesso, nós nunca tivemos muita afinidade  e o meu pedido e o que eu achava ser a criação de um jogo, vinham de uma visão bem torta graças ao Battle City, isso, somado ao fato que eu era uma mera criança curiosa mas, percebi com um pouco de tristeza que essa atitude veio do simples motivo de não querer desperdiçar o seu tempo junto a uma manobra astuta de desmotivar futuras novas investidas da minha parte. Depois disso, eu usei essa experiência como motivação, absorvi tudo o que aquele aprendizado tinha a me oferecer e dali em diante, vivi estudando tudo o que podia, para aplacar minha sede inabalável por conhecimento e hoje, estou aqui para divulgar finalmente o game sucesso que eu consegui produzir apenas.. com a minha força de vontade... SQN!

        Eu adoraria contar essa versão dos fatos mas prometi me ater a verdade, por mais chata e decepcionante que ela seja. Sim. Essa é uma história de derrota. Porque histórias de derrota também são importantes para produção de dramas na indústria do cinema e com ela garantia de emprego futuro para atores/comediantes que já viram dias melhores, assim como Jim Carrey. Afinal, como diria um grande filósofo e ex esportista brasileiro de renome: “Se você quiser, se você se esforçar, se você treinar, se você entrar de cabeça, se você se concentrar, nada garante que você vai conseguir” - Daniel, Craque (Falha de Cobertura).

       A história de hoje, foi menos história e mais informação. Informação essa que, pode ou não estar correta pois confesso, muita coisa eu não lembrava ou não sabia e tanto para contextualizar quanto para melhor compartilhar essa pesquisa, utilizei como meio de busca uma fonte super confiável, incontestável e fidedigna: A Internet! Mais precisamente o Wikipedia ou seja, sem margem de erros como todos sabemos ;) Para quem quiser relembrar um pouco da história da Dynacom e seus consoles e clones, recomendo esse vídeo que encontrei garimpando o Youtube em busca de lembranças de meu estimado cloninho, hoje, apelidado carinhosamente por mim de.. Murilo Benício. Pois quando achávamos que a Dynacom já tinha ido “longe demais dessa vez”, eis que, em 2008, a empresa lança o PC Game, um clone cuja aparência lembrava uma CPU. E lá ia ela novamente, provando para todos que ainda era possível surpreender! Dynacom.. A Pablo Vittar de uma geração! Felicidade de muitas jogatinas dos mais humildes e da tristeza de muitas crianças que só queriam ganhar um Playstation no Bom Dia & Cia! pois a vida não é justa e universo precisa ser equilibrado. Segue o link: 

    Marcando o @volstag que quer acompanhar essa saga! Para todos, até o jogo número 5 da lista o/ 

    Jogos anteriores: Jogo 1Jogo 2Jogo 3

    *Os jogos dessa lista são jogos que me marcaram assim como manda a tag original portanto, não necessariamente são os meus jogos favoritos da vida embora, eu nutra um sincero carinho por todos eles <3

    *As descrições aqui contém a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade porém, em uma versão bem humorada de situações que facilmente, valeriam um tapa na cara vide OUPDM : )

    Battle City

    Platform: NES
    208 Players
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      volstag · 12 months ago · 1 ponto

      Que saudade que eu tava de ler essas histórias!!
      Uma vez, por volta de 87 eu acho, um amigo apareceu com uma fita de atari diferente, ela parecia uma chave de ignição daquelas coisas que explodem dinamite, mas era uma fita de atari, da taito, e o nome e o jogo era esse!! apenas o gráfico era bem inferior né, mas a jogabilidade e tal era praticamente a mesma.
      Jogávamos muito aquilo, ja essa versão ai eu e demorei pra caramba pra conhecer, mas bem melhor o gráfico.

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      caramatur · 12 months ago · 1 ponto

      Adorava jogar Battle City! <3

  • sladerangel Estevao Dias
    2018-07-07 13:32:48 -0300 Thumb picture
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    Venda!

    Fala Gamer's de todas as quererias, bom galera perdi meu emprego já faz um mês e até agora só uns freelas estão me ajudando aqui em casa, então estou vendendo alguns games. 

    Na sequencia vou colocar outros.

    The order 1886 Steelbook R$ 80,00 vendido

    KillZone R$ 50,00

    Tomb Raider R$ 70,00

    Elder Scroll On-line R$ 20,00

    LittleBigPlanet 3 R$ 70,00

    Mad Max R$ 80,00

    UFC R$ 40,00

    Deus Ex R$ 50,00

    Mirror's Edge R$ 40,00

    Ratchet & Clank R$ 35,00

    Knack R$ 60,00 vendido

    Rugby 15 R$ 20,00

    The Crew R$ 60,00

    Mafia 3 R$ 60,00 vendido

    Wolfenstein R$ 50,00  vendido

    Until Dawn R$ 50,00

    Titanfall 2 R$ 60,00

    Sniper Ghost 3 R$ 80,00

    Metal Gear V Phanton R$ 60,00

    Metal Gear V Ground R$ 50,00

    Mass Effect R$ 50,00 vendido

    Infamous R$ 50,00 vendido

    Heavy Rain e Beyond R$ 80,00

    Homefront R$ 30,00

    Far cryPrimal  R$ 75,00 vendido

    FC4 R$ 70,00

    Evolve R$ 30,00

    Just Cause 3 R$ 60,00

    Bloodborne R$ 60,00

    Não estou anunciando no Mercado livre pois estão roubando muito...

    Só me dar um toque que conversamos. Abraços

    41
  • 2018-07-03 08:43:39 -0300 Thumb picture
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    Combo#84 [NES] (1985): Challenger & Thexder

    Challenger é um arqueólogo atirador de facas que deve salvar a princesa Maria do vilão Don Waldorado. O jogo possui 4 cenários, no primeiro, usando uma visão lateral com rolagem de tela, temos que andar pelo trem por cima e depois por dentro para tentar resgatar Maria, desviando e destruindo os inimigos, mas o vilão acaba fugindo. No segundo cenário, a visão do jogo muda, sendo vista de cima, e temos que coletar os itens nas cavernas dentro de um limite de tempo. No terceiro, entramos na pirâmide final, voltando a plataforma e por fim, resgatamos a princesa. - Um jogo cheio de ação, bonito, com trilha sonora aventureira e marcante. O jogo é difícil e possui diferentes estilos de jogo, que deixa ele ainda mais legal.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Um jogo jogo lançado inicialmente para os PCs da NEC e depois portado para o Famicom pela Squaresoft. Controlamos um robô que pode se transformar em uma nave e nosso objetivo é percorrer o máximo de fases possíveis antes que toda a energia do nosso personagem acabe. Em sua forma de nave, ele fica em constante movimento e pode passar por áreas estreitas, já como robô, ele caminha pela fase e pode pular bem alto. Há várias criaturas pelo caminho e podemos usar o tiro para destruí-las. - O cenário do jogo é bem abstrato e sem vida, mas a música é legal. O jogo é muito difícil e a questão do tiro redirecionar automaticamente para os inimigos mais próximos atrapalha demais.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Challenger

    Platform: NES
    22 Players

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      msvalle · about 1 year ago · 2 pontos

      Joguei esse Thexder! Quanto tempo, nem lembrava!

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      darlanfagundes · about 1 year ago · 2 pontos

      Nunca vi nenhum dos 2,parecem ótimos!

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      volstag · about 1 year ago · 2 pontos

      Nossa, eu conheço esse Thexder, joguei bastante quando era criança, mas não lembrava mais o nome.
      Eu não sei nem por quê joguei tanto, porque não conseguia ir muito longe não hahaha

      1 reply
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