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  • 2015-04-27 17:44:02 -0300 Thumb picture
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    Análise - Axiom Verge

    Medium 3058456 featured image

    Podia começar essa análise enaltecendo as várias qualidades de Axiom Verge, mas ao invés disso vou começar falando sobre um cachorro chamado Max, fiel companheiro de Tom Happ. Happ é um desenvolvedor independente que conseguiu algo que poucos alcançam ao criar um game sozinho e lançá-lo para o PlayStation 4.

    Em um post publicado em 11 de abril no site oficial do jogo , ele desabafa e compartilha emocionado o falecimento do seu cão que o acompanhou durante mais de cinco anos, quando a produção de Axiom Verge sequer havia começado.

    Essa atualização foi ao ar quase duas semanas após o lançamento que alcançou um sucesso de crítica e vendas. Em um parte do artigo, ele declara “(..) eu trocaria todo o sucesso de Axiom Verge só para ter Max de volta.

    Não consigo imaginar a tristeza que ele sentiu porque nunca tive um cachorro, mas minha empatia permitiu que eu compartilhasse um pouco da dor de Happ enquanto lia esse post.

    A paixão e comprometimento do desenvolvedor ao se dedicar durante todos esses anos em um projeto em que acredita é louvável. E seu trabalho duro compensou porque Axiom Verge já é um destaque de 2015 e um dos melhores games que joguei nos últimos anos.

    LEIA A ANÁLISE COMPLETA

    Axiom Verge

    Platform: Playstation 4
    68 Players
    13 Check-ins

    12
  • 2015-04-15 11:53:13 -0300 Thumb picture
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    Retratos Independentes: Lucas Jock

    Nota do editor: Lucas Jock, game designer e um dos fundadores da Taw Studio (responsável por Mr. Bree e Jelly Escape), faleceu nessa segunda (13) em Pindamonhangaba.

    Tive a oportunidade de conhecê-lo na Campus Party de 2013, um evento em que assisti algumas palestras que ajudaram a mudar completamente o rumo da minha vida profissional. Sempre serei grato aos devs que estavam lá e Lucas era um deles.

    Após esse evento, encontrei Jock durante algumas game jams e ele sempre me surpreendeu com sua generosidade, carinho, carisma, preocupação com os outros e paixão por seu trabalho. 

    Por esse motivo, o Retrato Independente dessa semana é uma singela homenagem ao Jock, uma entrevista com ele que nunca publiquei em português.

    Qual seu nome, idade e formação?

    Me chamo Lucas Jock, tenho 24 anos, e sou formado como técnico em Multimidia no Senac, e Técnico de Informática.

    Há quanto tempo você trabalha na TawStudio? E qual é seu cargo / função?

    Trabalho na TawStudio desde seu nascimento, em meados de 2009. Atuo na direção, design, produção e level design dos jogos.


    Você trabalhou em quais jogos?

    Os principais jogos que trabalhei foram "O Desafio do 5S", "Mr. Bree - Returning Home", "Jelly Escape" e atualmente, no "Mr. Bree+".


    Quais foram suas influências e referências pra fazer o game design desses jogos?

    Sou bastante influenciado por jogos de plataforma e RPG. E esses jogos são bastante inspirado em títulos que fizeram parte da minha "formação" como gamer, como Megaman, Castlevania e Super Meat Boy.


    Como você se sente quando se dá conta que seu trabalho consiste em criar jogos?

    Eu adoro! Realmente é um trabalho muito satisfatório e prazeroso de fazer. Eu sempre gostei de jogos, mas só percebi que queria trabalhar com jogos mesmo um pouco antes de criar o estúdio. Desde então, tem sido uma experiência maravilhosa e enriquecedora!


    Qual o maior conselho que você tem para quem quer trabalhar com Game Design, ou está começando nessa área?

    Tenho duas dicas bem importantes, baseadas na experiência que eu já tive comigo e outras pessoas. Primeira: Façam jogos! Conhecemos game designers formados, com anos de estudos, mas que nunca chegaram nem a prototipar um jogo. A experiência de por a mão na massa vale muito! Seja sozinho ou em equipe, tente fazer um jogo completo, da concepção até o lançamento, para se familiarizar com todas as etapas do desenvolvimento.

    A segunda dica, é: Para ser game designer, você vai ter que saber fazer um pouco de tudo! Não é como algumas pessoas pensam, que o GD só fica pensando no jogo e criando documentos para um time desenvolver o jogo para ele. Você vai ter que saber de arte, para conseguir conversar e trabalhar com artistas, saber o básico de programação para trabalhar com outros programadores, auxiliar em prototipagem, e por aí vai, com todas as competências que englobam um jogo: Musica, produção, narrativa, animação, etc. E outra dica muito importante é: interaja com a comunidade de desenvolvedores! Converse com estúdios, participe de eventos, maratonas, troque emails, faça amizades. Algumas das pessoas mais fantásticas que eu já conheci na vida foi através do desenvolvimento de jogos.


    Como está sendo o recebimento da votação de Mr. Bree + no Greenlight?

    Está indo bem! Ainda falta um longo caminho para sermos aprovados lá. Mas temos tido um feedback muito positivo dos usuários, com ótimas críticas e comentários bastante satisfeitos!


    Quais são as melhorias que vocês fizeram nessa versão + de Mr. Bree?

    O jogo foi inteiro refeito. Desde a arte, os códigos, até a própria historia em si, que agora é mais completa, e com um desfecho bem especial, bem diferente do jogo original. Todos os gráficos estão em HD, temos cenários novos, dez vezes mais armadilhas, que adicionam bastante variedade no gameplay. 60 fases, o triplo do jogo antigo. Além de 4 modos de jogo, que adicionam grandes desafios para os gamers mais hardcore.


    Como você se sente estando bem próximo de ter um jogo que você trabalhou publicado no Steam?

    Ainda falta bastante para chegarmos lá. Mas seria a realização de um sonho! Desde que começamos a desenvolver jogos, um de nossos maiores objetivos é ter um jogo na Steam. E estamos lutando dia e noite por isso! =)


    Quais são seus Top 3 jogos preferidos?

    Nossa, difícil limitar a três... Mas, os jogos que mudaram minha vida e fizeram parte da minha infancia foram os jogos de RPG da série Chrono e da serie Final Fantasy, jogos de plataforma, como Megaman e Castlevania. Além de Starcraft 1 e 2, e jogos de FPS, o bom e velho Counter Strike, os mais recentes, Battlefield, Call of Duty, etc. E meu mais novo amor tem sido o Dota 2! =)


    Adicional:

    Quem quiser conhecer mais sobre o nosso jogo, e/ou nos ajudar no Greenlight, é só conferir a pagina www.mr-bree.com. Qualquer ajuda é muito importante para nós! =)

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    Autor: Eduardo Emmerich (aka @rurounikz)

    O objetivo da persona Digital Jam é o de disseminar conteúdo sobre games de uma forma diferente através de textos pessoais, direcionados para o lado independente.

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      pauloaquino · about 4 years ago · 4 pontos

      Vá em paz.

      Lady Palutena lhe dará as boas vindas.

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      mattfenrir · about 4 years ago · 3 pontos

      Descanse em paz, guerreiro =/

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      bakujirou · about 4 years ago · 3 pontos

      achei muito bacana a homenagem para ele. R.I.P. Lucas :<

  • 2015-04-13 17:25:34 -0300 Thumb picture
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    House of Cards: The Game(s)

    Medium 3048146 featured image

    ESSE POST CONTÉM ALGUNS (pequenos) SPOILERS DA TERCEIRA TEMPORADA DE HOUSE OF CARDS. VOCÊ FOI AVISADO.

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    Protagonizada por Kevin Spacey e com a presença de ótimos atores e atrizes, House of Cards é uma série exclusiva para a Netflix que fez sua estreia nesse serviço de streaming em fevereiro de 2013. A  leva mais recente de episódios (terceira temporada) foi lançada em 27 de fevereiro de 2015.

    Para responder o que deve estar passando em sua cabeça "E o que diabos isso tem a ver com a Alvanista e com games?" , cabe aqui uma explicação. 

    Francis Underwood, personagem interpretado por Spacey é um ambicioso político americano. Um dos hobbys preferidos dele é jogar videogames, principalmente para desligar dos afazeres de seu trabalho, como é destacado na sequência abaixo.

    Em outro momento da série, até  o PS Vita fez uma "participação especial" quando Underwood repara no portátil da Sony jogado em um apartamento de um colega. Uma inserção comercial nem um pouco discreta, mas que se prova no mínimo engraçada.

    Nesse momento, o protagonista fala que prefere títulos de console que tenham uma temática mais "adulta". O principal objetivo dessa atividade para Francis é a catarse.

    A forma como o personagem central da série se relaciona com games muda na terceira temporada, principalmente por seu  tempo para se dedicar a esse vício ser bem mais escasso.

    Motivado pela correria da rotina, Francis troca o PS3 pelo iPad e começa a experimentar títulos que não demandem tanta dedicação. Monument Valley é a grande representação dessa mudança.

    Além de servir para mostrar como o personagem mudou seu comportamento, esse jogo, vencedor de três categorias na Game Developers Choice Awards, exerce um importante papel na trama da temporada. 

    A análise de Monument Valley, produzida por Tom Yates (foto abaixo), é um dos motivos pelos quais Underwood entra em contato com o escritor com uma proposta de trabalho. 

    Ao longo da temporada, em uma conversa descompromissada entre ambos, Yates acaba mostrando The Stanley Parable, outro título não convencional para o político. 

    Ao se deparar com algo que oferece mais do que um mero escapismo de nossas jornadas mundanas ao construir um ambiente em que o jogador é secundário e serve como refém de um sistema,  é apenas natural que a resposta de Francis Underwood seja a seguinte. "Uma outra hora. Isso é muito parecido com minha vida real."

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    Autor: Eduardo Emmerich (aka @rurounikz)

    O objetivo da persona Digital Jam é o de disseminar conteúdo sobre games de uma forma diferente através de textos pessoais, direcionados para o lado independente.

    Monument Valley

    Platform: iPhone/iPad
    50 Players
    11 Check-ins

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  • 2015-04-08 13:29:18 -0300 Thumb picture
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    Retratos Independentes: André Gerard Chiappetta

    "Estudei quatro anos de games no Brasil. Cheguei no Canadá, para fazer um curso na Vancouver Film School, e achei que estaria tranquilo. Aí percebi que não sabia nada. Foi bem tenso, mesmo em um ano de curso. Acho que o intercâmbio é uma experiência de vida." 

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    Autor: Eduardo Emmerich (aka @rurounikz)

    O objetivo da persona Digital Jam é o de disseminar conteúdo sobre games de uma forma diferente através de textos pessoais, direcionados para o lado independente.

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  • 2015-03-04 10:58:56 -0300 Thumb picture
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    Retratos Independentes: Bruno Cavalcante

    "Já tive site de Digimon, de Mega Man e de King of Fighters. A Alvanista ficou grande pela repercussão que tomou, mas como todos os outros projetos começou como algo pequeno."

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    Autor: Eduardo Emmerich (aka @rurounikz)

    O objetivo da persona Digital Jam é o de disseminar conteúdo sobre games de uma forma diferente através de textos pessoais, direcionados para o lado independente.

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  • laurabuu Laura Buu
    2015-02-10 16:28:40 -0200 Thumb picture

    Vício da vez: Heroes of the Storm

    Medium 68525 3309110367

    Menos de 2 semanas atrás me toquei que tinha algo diferente na minha Battle.net: o acesso ao Heroes of the Storm estava liberado. Sinceramente não sei quando isso aconteceu. Fazia tempo que não jogava Hearthstone no notebook, normalmente jogo no iPad. Mas o que importa é que o ícone estava lá esperando para ser jogado.

    Instalei mais por curiosidade, minhas empreitadas com LoL não deram muito certo e até hoje o único MOBA que teve meu interesse verdadeiro foi o DOTA original. Aquele que você tinha que ir na lan house pra conseguir jogar com a galera e não passava de uma versão modificada de Warcraft III.

    Logo de cara você já é saudado por um CG maravilhoso, a Blizzard nunca desaponta quando o assunto é abertura de jogo. Em seguida veio um tutorial simples e direto ao ponto com todas as informações que você precisa antes de entrar em uma partida. Após cerca de 10 minutos lá estava eu encarando o monitor tentando escolher um personagem.

    Primeiro testei o Raynor, não fez muito meu estilo. Depois fui para a Li Li, suporte. Curto essa de ficar ajudando os outros, mas essa pandinha é uma vergonha para a classe de curandeiros. Resolvi apelar e testei a Kerigan. Pronto. Ela me convenceu o quão legal essa de ficar jogando contra os coleguinhas.

    Gostei bastante de como esse MOBA vai além do básico de atacar a base inimiga. Por ter mais mecânicas no mapa, oferece uma variedade maior de estratégias. O que seu time vai fazer? Cada um por si? Todos contra todos? Um distraindo enquanto o resto pega moeda para o pirata? Ou vão focar em invocar um Terror? 

    Antes que pudesse perceber já estava com o cartão na mão correndo para aproveitar a promoção de 3 personagens por menos de R$ 10.  E foi assim que o Malfurion veio até mim. Personagem favorito do momento <3

    Mais alguém está jogando e curtindo?

    Heroes of the Storm

    Platform: PC
    608 Players
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      sikora · over 4 years ago · 3 pontos

      ó céus, eu não devia ter lido este post.... recebi o beta há meses e estava evitando chegar perto... FML... acho que vou experimentar!

      3 replies
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      eikani · over 4 years ago · 3 pontos

      Eu me empolguei bastante no começo, logo que recebi o acesso. Com o tempo comecei a achar a movimentação dele lenta pro meu gosto, parecia que tudo demorava décadas pra acontecer e desanimei... até entrar em uma partida como espectadora. Gente, que jogo lindo de assistir! O visual dele é lindo, as interações entre os personagens são um máximo, as mecânicas dos mapas tornam o jogo super interessante e confesso que me deu até vontadinha de saber narrar pra ter uma ótima desculpa pra ficar vendo partidas pra sempre <3

  • 2015-01-22 20:13:43 -0200 Thumb picture
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    Ori and the Blind Forest vai me fazer chorar em 11 de março

    Medium 2974189 featured image

    Ori and the Blind Forest conseguiu minha atenção desde sua primeira aparição na conferência da Microsoft na E3 2014. É bem verdade que tenho um grande apreço por jogos independentes, mas o trailer do jogo passou uma mensagem muito clara para mim: você vai chorar com isso aqui.

    Hipnotizado talvez seja a melhor forma de descrever como me senti após assistir ao vídeo. Minhas ligações cerebrais imediatamente associaram o que vi com Valiant HeartsChild of Light e até com Never Alone; tive o prazer de entrevistar os produtores desse último.

    Sabe aqueles títulos que fazem com que você pense em comprar um videogame só para experimentá-los? Pois é, Ori fez com que minha carteira pendesse (momentaneamente) para o console da Microsoft, mas ainda não chegou a hora de eu ter um Xbox One em casa.

    Por estar de olho no jogo, fiquei triste ao saber que Ori and the Blind Forest foi adiado para esse ano. Ele estava previsto para ser lançado antes do Natal, o que seria uma ótima desculpa para ir até a casa de um amigo que tivesse um Xbox One, e compartilhasse do meu amor por jogos indies, para vermos de perto se esse game é tudo isso que promete.

    Nessa quarta (20) a Microsoft revelou em um post no Xbox Wire que Ori estará disponível em 11 de março (para Xbox One e PC, a versão para Xbox 360 vai demorar um pouco). 

    Além da data, o que me deixou muito feliz foi que essa postagem deixou claro que o jogo possui uma mecânica de plataforma que parece ser bem interessante com mudança de gravidade entre outras mecânicas curiosas.

    Somando a esse gameplay "inovador" (de acordo com a Microsoft), temos um visual extremamente rico e uma história que envolve perda de alguém próximo e um gigantesco mal que se aproxima. 

    Ou seja, já marquei aqui no meu calendário e estou muito ansioso até março, para ver se um dos meus jogos mais aguardados do ano não vai me decepcionar. 

    Fonte: Xbox Wire

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    Autor: Eduardo Emmerich (aka @rurounikz)

    O objetivo da persona Digital Jam é o de disseminar conteúdo sobre games de uma forma diferente através de textos pessoais, direcionados para o lado independente. 

    Ori and the Blind Forest

    Platform: Xbox One
    403 Players
    118 Check-ins

    40
  • laurabuu Laura Buu
    2014-11-24 19:11:02 -0200 Thumb picture
    laurabuu checked-in to:
    Post by laurabuu: <p><strong style="background-color: initial;">Desaf
    Joe & Mac

    Platform: Genesis
    292 Players
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    Desafio - Check-in Retrô

    O @eroguro me marcou nesse desafio e topei fazer porque achei uma oportunidade legal para falar sobre jogos fora do lugar comum.

    Escolhi Joe & Mac por ter sido um dos primeiros games que tive. Foi um presente dos meus pais quando tinha uns 7 anos de idade e me marcou porque demorei bastante tempo tentando entender a mecânica. Até hoje me lembro com carinho da alegria que foi matar o t-rex pela primeira vez.

    Ponto positivo: Divertido, curto e interessante. Gosto do design dos chefes.

    Ponto negativo: Bastante frustrante como as mulheres são retratadas. Se ainda como criança já me incomodava ter que salvar as minas toda hora, imagina hoje em dia.

    Ao invés de marcar pessoas nesse post, estendo o desafio para todo mundo que tiver interesse em participar. As regras são:

    1 - Escolha um game que você já tenha jogado (recentemente ou não) para fazer um check-in retrô;

    2 - Crie um texto rápido abordando o motivo da escolha do jogo, um ponto positivo e um negativo;

    3 - Desafie 3 amigos marcando-os na postagem. Depois edite a postagem para usar o marcador (ou tag) "check-in retrô". Lembre-se que editando um check-in posteriormente vc pode formatar o texto e adicionar imagens e links, se desejar;

    4 - Se você não foi marcado ainda, não há problemas. Crie seu check-in retrô para começar uma nova onda. Se vc foi desafiado mesmo já tendo feito um, tbm não tem problema de fazer outro com outro jogo. Quanto mais jogos abordados, melhor;

    5 - Não esqueça de comentar e dialogar com todo mundo nos posts do desafio, ok? ;)

    4
  • laurabuu Laura Buu
    2014-11-17 15:04:17 -0200 Thumb picture

    Apenas amor por Child of Light <3

    Estou jogando Child of Light pela segunda vez, dessa vez no Vita, e só queria deixar registrado aqui o quanto amo esse jogo. Está sendo ainda melhor do que a primeira vez, indo com bastante calma e fuçando cada cantinho. Perfeito <3

    Child of Light

    Platform: Playstation Vita
    191 Players
    62 Check-ins

    10
    • Micro picture
      macedo · over 4 years ago · 2 pontos

      Certamente o jogo, seu sistema de batalha e TRILHA SONORA são formidáveis! mas confesso ter gostado mais da primeira parte do jogo do que da segunda, se é que você me entende (pra evitar spoilers). Pra mim perdeu um pouquinho da magia... mas ainda sim, não deixa de ser um jogão. :3

      1 reply
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      robsonsiebel · over 4 years ago · 2 pontos

      É cross-buy?

      1 reply
  • laurabuu Laura Buu
    2014-11-03 18:23:14 -0200 Thumb picture

    Tirando a poeira com um desafio

    *cof cof*

    Faz tempo que não dou as caras por aqui. Quer dizer, posto. Porque entrar para bizolhar o que o pessoal está comentando eu entro :3

    Vou aproveitar a oportunidade para fazer aquele Desafio dos 10 Jogos. O @rurounikz, @bruno e a @alicemonstrinho me marcaram e deixo em aberto para todo mundo que quiser fazer. Sinta-se a vontade para se automarcar e autodesafiar.

    As regras são simples: Não leve mais que alguns minutos e não pense muito; Eles não precisam ser o jogo certo ou grandes obras, só precisam ser importantes pra vc de algum jeito;  Marque 10 pessoas para fazer o mesmo, incluindo eu para que possa ver sua lista. (fui rebelde e ignorei essa parte final)

    Os três primeiros jogos de Donkey Kong: lembram férias de meio de ano com a minha irmã na casa da minha prima. Três crianças-quase-adolescentes tentando jogar Nintendinho até as mãos caírem ou os pais nos botarem pra brincar lá fora.

    Pokémon Red: a gente nunca esquece o primeiro pokémon que captura.

    → Batman: Arkham City: apenas sinto que esse jogo precisa estar nessa lista.

    SimCity 2: realizou meu sonho de ser prefeita e construir cidades só pra poder destruir tudo depois.

    Age of Empires, a série: joguei quase todos, só faltou os mais novos, com meu pai. Saudades de passar noites de verão jogando com ele (ou contra ele). 

    Final Fantasy VIII: primeiro JRPG e professor de inglês! 

    →  Plants vs Zombie Garden Warfare: foi ele que me motivou a comprar o PS4 e é ele tb o jogo que mais me entretém atualmente. Apenas amor <3

    Destiny: como eu queria ter amado loucamente esse game... Tentei, juro que tentei. Mas é repetitivo e mecanico demais.

    Alan Wake: primeiro jogo zerado com o @rurounikz.

    Bioshock Infinite: a melhor experiência que tive ano passado.

    BÔNUS STAGE

    Rogue Legacy: achei que o gênero rogue like não fosse pra mim, esse jogo mudou tudo.

    Tower Defense: primeiro jogo de iOS que me viciou e também me viciou no gênero.

    9
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      rurounikz · over 4 years ago · 0 pontos

      Own, sua linda. Sdds Bela Vista e Alan Wake :D

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