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  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2018-07-10 09:30:46 -0300 Thumb picture
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    De volta à 1994: The Elder Scrolls Arena

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    Tudo começou dois meses atrás quando senti vontade de relembrar joguinhos do meu passado utilizando o you tube. Eu tinha em mente apenas assistir revisões e gameplays dos títulos mesmo – coisa simples, para saciar minha nostalgia.

    Entretanto em pouco tempo eu só consegui sentir foi muita raiva! No You Tube atualmente existe uma “cultura retro game” maldita que leva um monte de adolescente panaca à ficarem fazendo vídeos de jogos antigos que nunca se deram ao trabalho de jogar de verdade, pesquisando por informações na Wikpédia (ou nem mesmo se dando ao trabalho de pesquisar!) e falando um monte de bobagens durante um gameplay curto.

    Assisti à tantos reviews bizarros e gameplays tediosos que acabei mudando de ideia: Baixei The Elder Scrolls Arena mais uma vez e decidi que, desta vez, gravaria todo o gameplay para enviar ao youtube (ao menos, quando eu tivesse a fim de revisar o game no futuro, não seria obrigado a rodar por esses canais bizarros novamente!).

    E assim acabei fazendo: Finalizei The Elder Scrolls Arena uma vez mais (e já perdi as contas de quantas!); mas desta vez vou aproveitar para fazer um artigo bacana sobre ele, para deixar registradas minhas opiniões e também informar um pouco suas particularidades ao pessoal que nunca teve a oportunidade ou interesse de joga-lo:

    Porque diabos “ARENA” ?!

    Bem, eu imagino que a maioria das pessoas que já se interessou pelo passado (ou o início) da franquia Elder Scrolls conhece essa história, mas é muito difícil iniciar um artigo abrangente sobre o game sem falar dela, então por isso lá vai:

    O primeiro The Elder Scrolls foi concebido como obviamente seu nome previa: Seria um jogo de gladiadores lutando em uma Arena. A ideia inicial era que o jogador tivesse uma equipe de lutadores e viajasse o mundo combatendo contra outras equipes nas arenas de cada cidade até se tornar um grande campeão na Cidade Imperial.

    Nesta época o mundo usado para o jogo já era Tamriel, que nada mais foi do que um mundo da fantasia medieval criado por alguns membros da equipe de desenvolvimento para partidas em uma campanha semanal de RPG de mesa (mais precisamente falando: D & D). Durante o desenvolvimento do game a equipe ia se empolgando e mais elementos de RPG de mesa iam sendo adicionados ao game. Eles pensavam: E se você pudesse andar por essas cidades? E se você pudesse levar sua equipe para uma masmorra? E conforme o projeto ia avançando logo ficou claro que “Arena” precisava ser um game de RPG mais completo.

    Inspirado por jogos da série Ultima, Arena então passou a recriar a experiência de um RPG de papel e caneta – deixando o jogador ser quem ele bem quisesse! Uma diferença bacana é que no início você tinha uma equipe e liderava o grupo de aventureiros. Mas esse “estilo” de gameplay se mostrou pouco divertido em primeira pessoa, então a equipe de desenvolvimento optou por deixar a exploração do mundo para um personagem único.

    O MAIOR MAPA DA SÉRIE!

    Parece irônico, mas isso é verdade: Arena possui o maior mapa que a série Elder Scrolls já teve! Você tinha total liberdade para explorar todas as regiões, vilas, cidades e masmorras de Tamriel, bem como sair e explorar a vastidão do mundo “do lado de fora”. Tanto as vilas externas quanto as masmorras, residências e fazendas são geradas de maneira procedural, o que significa que, ao se colocar os pés para o lado de fora de uma cidade, você nunca saberá o que vai encontrar!

    Essa sensação de explorar algo totalmente desconhecido, cada vez que se joga o mesmo game, só é possível nos dois primeiros títulos da série – e por mais que eu tente descrever em palavras, é complicado me expressar de forma clara neste ponto, mas à mim basta resumir que é uma das características que mais gosto nos primeiros Elder Scrolls.

    HISTÓRIA IMPROVISADA E QUASE DISPENSÁVEL.

    A história do game por outro lado é basicamente uma justificativa forçada para obrigar o jogador à explorar o mundo do jogo. Como muitos elementos durante o desenvolvimento do game, é bem provável que toda a trama – e também o modo como ela se desenrola – foi totalmente improvisada para sustentar ou motivar as viagens do personagem. O texto à seguir possui expoilers apenas do início do game, então não considero prejudicial para quem nunca jogou este Elder Scrolls:

    Jagar Tharn, mago de batalha imperial de Uriel Septim, Imperador de Tamriel, traiu seu líder usando um artefato chamado Cajado do Caos para aprisionar Uriel em uma dimensão alternativa. Tharn então assume a identidade e o lugar do imperador no trono.

    Você e um dos aliados de Uriel, Ria Silmane, descobrem a traição de Tharn e ameaçam contar à todos. Tharn reativamente mata Ria e aprisiona você nas masmorras imperiais (pois te julgava fraco demais para ser uma ameaça!). Pouco tempo depois o fantasma de Ria te visita em um sonho e deposita em você suas últimas esperanças de resgatar o imperador: Sua tarefa é recuperar o cajado que o mago utilizou (o Staff of Chaos) e reverter o feitiço. Mas Jagar Tharn, sabendo que está arma era também seu maior ponto fraco e incapaz de destruir o poderoso artefato, divide o Cajado em oito pedaços e os esconde em masmorras perigosas espalhadas por todas as províncias de Tamriel.

    O jogo inicia com o espirito de Ria te ajudando a escapar de sua cela. Sua primeira missão: Escapar das masmorras da Cidade Imperial...

    Basicamente é tudo bem previsível e clichê, mas o ponto alto da trama principal são justamente as histórias individuais de cada masmorra, além dos pontos interessantes das regiões que visitamos. Muitos desses lugares serão importantes ou revisitados nos próximos jogos da série. Como exemplo, temos o Palácio Imperial e a Imperial Dungeon no Oblivion, Fang Lair em Elder Scrolls Online, Labyrinthian em Skyrim, Dagoth-Ur em Morrowind e muitos outros!

    EMPODERAMENTO DA NARRATIVA E NÃO DO JOGADOR!

    Quer saber outra grande diferença entre os dois primeiros games principais da série Elder Scrolls (Arena e Daggerfall) para os dois últimos e mais conhecidos (Oblivion e Skyrim)? O jogo não se importa com o jogador e nem se adapta ao personagem que você criou!

    Logo na primeira missão de The Elder Scrolls Arena (escapar das masmorras imperiais) é onde a maioria dos jogadores abandona o jogo!

    O que o jogo te mostra visualmente – e narrativamente – quando você inicia o game?! 

    Que você é uma pessoa fraca (personagem nv 1), sem equipamentos e provisões (sem itens, armas ou armaduras) dentro de uma masmorra escura e cheia de ratos gigantes, goblins e homens lagarto! Quais seriam suas chances de sair com vida de dentro deste lugar? Narrativamente falando: Bem poucas!

    As mecânicas do game então funcionam para empoderar a narrativa, mostrando pra você que um simples rato pode te matar! Mostrando que se você quiser dormir em qualquer canto dentro da masmorra você será atacado por inimigos! Mostrando que você é fraco!

    Morrer na masmorra inicial do game é consideravelmente simples – mesmo para jogadores experientes. Em muitos casos inclusive, o jogador não vai conseguir sair mesmo! O mapa desta primeira dungeon é simplesmente enorme, cheio de túneis, aquedutos, passagens secretas e monstros. Quanto mais você navega para o interior da masmorra, mais perigoso e difícil será sair!

    A dificuldade do game em relação as classes de personagens existentes se alinha de uma maneira muito interessante também: As classes mais indicadas para iniciar o game são as classes de ataque físico, enquanto as classes mais indicadas para se finalizar o jogo são as classes de magia. Ou seja: Uma hora ou outra, seja no início da campanha ou no final, o jogo vai dificultar as coisas pra você!

    Um exemplo super simples que posso dar é baseado no meu último gameplay: Joguei com a classe Knight, que entre suas desvantagens é impossibilitada de usar magias (mesmo que possua uma alta inteligência!). A partir do nível 10 começamos a encontrar no game criaturas que só podem ser mortas por magia e, além de tudo isso, ainda voltam à vida se derrubadas com ataques físicos! Para piorar (ou deixar tudo muito mais desafiador – como gosto de pensar!) o último chefe do jogo é totalmente imune à ataques físicos! Como eu iria mata-lo? Como lidar com os monstros que voltam à vida se mortos com golpes físicos? Essas são basicamente os desafios particulares que tive de enfrentar em troca de um início menos tenebroso nas primeiras masmorras.

    (Trolls só podem ser mortos por magia! Se derruba-los com golpes de arma, além de não receber pontos de XP pelo combate, eles ainda voltam à vida alguns segundos depois...)

    COMO FUNCIONA O JOGO?

    The Elder Scrolls Arena é basicamente um Dungeon Crawl com elementos de Role Playing. Como ele trabalha essencialmente com cenário e masmorras geradas automaticamente as possibilidades de aventuras e explorações são infinitas.

    Apenas as masmorras que fazem parte da história possuem mapas pré-determinados; todo o resto sempre será uma surpresa ao jogador. Mas fique atento: Seguir a linha principal da quest – e apenas ela – pode ser totalmente prejudicial pois o jogo não foi construído para isso! As masmorras principais são, para um personagem que progride no game em linha reta, bem desbalanceadas. A partir do quarto pedaço de cajado você irá começar a encontrar algumas das criaturas mais fortes do jogo e, se não estiver explorando além da campanha, dificilmente estará pronto para esses encontros.

    Pelo menos o jogo te permite salvar o tempo todo e praticamente quanto quiser, mas mesmo este recurso precisa ser usado com bastante atenção, caso contrário você pode literalmente ficar preso para sempre em uma dungeon difícil e nunca mais conseguir sair!

    Entretanto, verdade e justiça sejam ditas, mesmo nas masmorras principais da trama você verá o quanto complexo e massivo são os locais de exploração. O número de salas, passagens, caminhos, segredos, tesouros monstros e perigos dentro de cada lugar que você visita é incrivelmente grande. Sem usar um guia (ou ser absurdamente sortudo, claro!), pode-se ficar facilmente cerca de 2 horas em cada dungeon! Outro ponto que devemos considerar é que não dá para usar fast travel dentro das masmorras; isso quer dizer que, após duas horas de exploração, descendo andares e desbravando salas, ainda é preciso fazer todo o caminho de volta “manualmente” quando alcançar o objetivo!

    Além do tamanho geral das masmorras, muitas outras mecânicas foram criadas para fortalecer a narrativa, passar a sensação de perigo constante e risco de morte iminente; uma delas são as “Doenças”.

    Em The Elder Scrolls Arena seu personagem pode contrair doenças de certas criaturas (como ratos por exemplo, que estão presentes desde a primeira dungeon da aventura!). Ao contrário de envenenamentos, que podem ser curados simplesmente dormindo, só existem duas formas de curar doenças dentro do game: Tomando uma poção de “Curar Doença” (que é bem cara para um personagem em início de carreira!) ou indo à um templo nas cidades e solicitando uma cura espiritual (outro serviço um pouco caro, mas ainda mais barato que as poções). Se o jogador contrai uma doença, seja lá qual for o momento, seu foco deve ser cura-la o mais rápido possível, pois as doenças evoluem de modo imprevisível, até o ponto em que podem causar a morte DEFINITIVA do personagem! Se não tiver uma poção de cura à mão no momento em que contraiu uma doença, deve se dirigir para a cidade mais próxima à fim de conseguir uma rapidamente. Neste momento é preciso tomar muito cuidado com os Fast Travels uma vez que, estando o seu personagem em viajem (seja rápida ou manual) o tempo continua passando e a doença não irá parar de avançar – isso quer dizer que se o seu personagem viajar para uma cidade ou vila muito distante, pode chagar lá morto...

    Poções de resistência não são enfeites neste game – principalmente se você for um personagem com pouca defesa mágica! Os inimigos do jogo atiram magias de longo alcance como se fossem tiros de metralhadora! Elas te acertam a cada segundo e, se não for rápido o suficiente, o jogador pode morrer sem nem saber de onde vieram os “disparos”. Para deixar tudo ainda mais divertido – ou frustrante, dependendo da forma como você pode encarar isso – praticamente todos os monstros a partir da metade do jogo, até mesmo aqueles que são incrivelmente fortes em ataques físicos (como Medusas, Golens de Pedra e Vampiros) atiram magias de longo alcance. É preciso estar sempre com uma boa coleção de poções na mochila antes de partir para uma masmorra nova. No meu gameplay atual, por experiência, eu não partia para uma nova exploração com menos de 100 de cada uma das poções (Heal True, Resist Fire, Resist Shock e Resist Ice).

    Apesar de ser em primeira pessoa os combates são calculados para cada ação. Ou seja: visualmente você ira ver sua espada acertando o inimigo, mas isso não significa que ele não tenha realizado uma esquiva ou bloqueado o ataque! Existe no entanto animações e sons para quando o golpe atinge o alvo, desta forma você não fica com dúvidas sobre isso: Se estiver atacando um monstro e estiver escutando apenas o barulho de metal cortando o ar, sem nenhum sangue saltando dele, quer dizer que você está errando os ataques.

    Para atacar você deve segurar o botão direito do mouse e movimenta-lo para guiar o golpe: Cada direção de ataque (vertical, diagonal e horizontal) possui um percentual de chances de acerto e um dano base que é somado ao dano da arma. Defesa, esquiva e escudos são usados automaticamente através dos cálculos do jogo a cada ataque realizado pelo seu inimigo.

    O controle de movimento do personagem também é feito pelo mouse ou pelas setas direcionais, mas é possível trocar para o esquema WASD se você estiver emulando o título através do DOSBOX (que é altamente recomendado!).

    A trilha sonora de The Elder Scrolls Arena possui algumas músicas interessantes, mas o jogo acerta mesmo é durante as explorações das masmorras:  As músicas de mistério que tocam lá dentro são muito imersivas e somadas aos sons do ambiente e das criaturas, quase nos sentimos dentro de um survival horror. E por falar em jogos de Suvival Horror, acredito que Arena poderia facilmente se passar por um! A quantidade de sustos que a gente leve ao longo do gameplay é considerável!

    OS GUARDAS

    Porque diabos eu resolveria falar dos guardas em um capítulo único?! Bem, é porque em Arena eles possuem um comportamento totalmente diferente que no resto dos jogos da série. Se você não jogar um personagem ladrão ou não cometer algum erro e tentar forçar uma porta na cidade por engano, jamais verá um único guarda no jogo! Eles existem neste primeiro Elder Scrolls unicamente para atacar os jogadores se eles saírem dos eixos.

    Outro ponto de diferença é que os guarda em Arena não prendem os jogadores; eles simplesmente começam a te atacar até a tela de game over aparecer!

    À noite as cidades ficam bastante vazias e muitos monstros vagam livres pelas ruas e becos escuros. Nem quando você é atacado por eles os guardas aparecem para dar uma ajuda.

    Provavelmente este também seja um daqueles elementos que foram inseridos no jogo rapidamente para encorpar os elementos de RPG, mas acabou ficando capado.

    CRIANDO SUA PRÓPRIA MAGIA

    As guildas dos magos em cada uma das cidades do jogo permitem ao jogador criar todas as combinações de magia que sua imaginação permitir. A opção do criador de magia de aumentar a eficácia do feitiço com base no seu nível torna-se útil rapidamente. Feitiços podem ser baratos para ser lançados, enquanto continuam sendo poderosos, mantendo a potência inicial em 1, mas maximizando a potência por nível. Feitiços personalizados baseados em nível podem começar a superar os feitiços prontos logo no nível 4, com o benefício adicional de que eles se tornem mais poderosos à medida que você sobe de nível. Em níveis altos, esses feitiços podem se tornar completamente devastadores.

    Existem quatro magias principais que, combinadas, fornecem um plano essencialmente infalível de combate mágico. “Absorver Magia” permite que você reponha constantemente os pontos de mana dos muitos inimigos que lançam feitiços, enquanto “Refletir” mata os inimigos ao atacarem você. Você ainda receberá XP mesmo que não os ataque diretamente. Os feitiços de “Escudo” também são muito bons, pois eles não têm limite de tempo e protegem o jogador contra ataques até que o escudo seja destruído. Em níveis altos (10+), Magias gerais que causam dano podem ser muito efetivas, frequentemente matando qualquer criatura no jogo com apenas um golpe!

    Existem também certas classes de personagens para as quais o criador da magia fornecerá custos diferentes para a criação dos feitiços. Por exemplo, a classe Healer pode criar magias de cura por cerca da metade do custo em mana comum, enquanto magias de dano lhe custarão o dobro. O inverso é verdadeiro para o Mago de Batalha; magias de dano só lhe custarão metade, mas feitiços de cura serão o dobro.

    ELEMENTOS ALEATÓRIOS A CADA NOVO LEVEL UP!

    Cada vez que você sobe de nível é fornecido um número aleatório de pontos de atributos (entre 3 e 6) para distribuir como achar melhor. Seu HP máximo é aumentado pelo seu bônus de resistência, somado também à um número aleatório entre 1 e seu máximo de HP/LEVEL permitido por sua classe (os Magos só podem ganhar até 6 por level, mas os Bárbaros podem chegar à 30). Rolamentos ruins sobre atributos e ganhos de HP tornarão o jogo muito mais difícil!

    Por exemplo, as classes de guerreiros ganham mais HP em média do que as outras classes, mas seu personagem pode ficar seriamente prejudicado se suas jogadas de HP forem ruins e acabarem ficando no mesmo nível de um Mago. Isto faz com que cada nova partida seja diferente da anterior, e pode te obrigar à usar estratégias bem diferentes para se adaptar.

    MISSÕES ALEATÓRIAS

    Em The Elder Scrolls Arena todas as missões fora do arco principal são completamente aleatórias. Os nomes, locais e horários são alterados e a tarefa de cada missão pode ser de variados tipos. Entretanto cada uma delas ficará devidamente arquivada em seus registros de missões. Então após um tempo de jogo você irá ter um histórico de feitos apenas seu dentro do mundo. Estas missões podem variar de Capturar um criminoso, Recuperar ou entregar um item, até mesmo missões de resgate e escolta.

    MISSÕES DE ARTEFATO

    Esse tipo de missão é bastante rara de acontecer. Mas, às vezes, quando perguntamos sobre rumores gerais aos moradores das cidades e vilas de Tamriel, você pode ser direcionado para alguém que conhece a localização de um artefato misterioso.

    A chance de receber uma missão de artefato aumenta em 2% para cada nível de seu personagem até o máximo de 20%, e há apenas 50% de chance de um NPC falar com você sobre estes rumores. Essas missões começam da mesma forma que missões de entrega e escolta: Viaje até uma taberna, converse com o barman e será abordado pela pessoa. Você terá que pagar uma pequena quantia de ouro pela informação. A pessoa vai direcioná-lo para uma masmorra em algum lugar fora dos muros da cidade. Viaje pela masmorra e encontre o artefato.

    Algumas vezes pode acontecer de você ser indicado para uma masmorra onde a localização do artefato será informada (ou seja: No geral você terá de explorar duas dungeons para finalmente completar a missão e achar o item!).

    O artefato é escolhido aleatoriamente do conjunto de dezesseis que existem no game, menos os que você já possui. As chances de um determinado artefato ser escolhido é de 6,25%, mas alguns deles jamais irão aparecer para certas classes de personagens. Uma lista completa com os artefatos do game pode ser encontrada no manual.

    ARMADURAS, ARMAS E ITENS GERAIS

    Há uma quantidade significativa de itens que podem auxilia-lo em sua missão. São mais de 7 mil itens! É importante notar que as classes de personagem no jogo possuem limitações e se sua classe não permitir que você equipe um tipo de armadura ou escudo, você não verá esse tipo de item no inventário da loja. Por exemplo, Assassinos não podem usar armaduras de placas, então se você é um Assassino, você não verá nenhuma armadura de placas à venda em qualquer loja.

    FINALIZANDO

    The Elder Scrolls Arena é um jogo gráfica e mecanicamente datado, que em sua própria época espantou muitos jogadores pela dificuldade que apresentava. Foi também um título massivamente modificado ao longo de seu desenvolvimento e isso o fez ficar com muitos elementos inacabados e bugs.

    O game passou despercebido em sua época de lançamento, mas deu o ponta pé inicial na criação de uma das mais famosas séries de RPG open world da atualidade.

    Sua importância pra mim no entanto não deriva do seu legado (tenho a opinião de que nenhum jogo deveria ser considerado “bom” ou “must play” apenas por ter sido o começo de algo grande!). Eu realmente gosto de jogar este game e consigo perceber o quanto a equipe de desenvolvimento teve ambição com seus detalhes na época.

    Trata-se de um título que desafia o jogador a vence-lo, ao invés de ter sido criado para deixar o jogador vencer.

    Agora que finalizei mais uma vez e, pela primeira vez, consegui deixar registrado para matar a saudade no futuro, partirei para o segundo game da saga – Daggerfall (que já está devidamente instalado no meu computador!). Daqui à um mês ou dois eu provavelmente irei fazer um artigo sobre ele também. Ao mesmo tempo estou jogando The Elder Scrolls Online também!

    E apesar de eu ter apontado diferenças entre os novos jogos da série (Skyrim e Oblivion) e os antigos (Arena e Daggerfall) eu não tenho pensamento “retro gamer” sobre estes jogos. Eu gosto muito mais de Skyrim e Oblivion de uma maneira geral; mas nunca consegui deixar de jogar os primeiros títulos (Morrowind eu considero um game de transição entre a fase antiga e a nova, por isso não o classifico como “antigo” nem como “novo”. Morrowind pra mim é o “meio”).

    Se você nunca jogou e não possui preconceitos contra gráficos e mecânicas antigas, Arena é uma opção bacana para experimentar. 

    Vale lembrar que, ao contrário do que peidam por ai muitos retro gamers, jogos antigos não eram isentos de tutoriais! A diferença é que o tutorial dos jogos dessa época vinham nos manuais impressos – e não dentro do próprio jogo (como atualmente ocorre!). Por isso é altamente recomendado que, antes de iniciar sua aventura por Tamriel, você baixe o manual em PDF e leia com bastante atenção! Isso já irá te poupar de bastante dores de cabeça nas masmorras iniciais...

    The Elder Scrolls: Arena

    Plataforma: PC
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      gradash · 9 meses atrás · 4 pontos

      Uma pequena correção, ARENA e Daggerfall NÃO SÃO PROCEDURAIS.

      Eles são jogos fixos, se jogar ele 200 vezes eu vai ser igual 200 vezes, o que acontece que eles usaram geração procedural para CRIAR O MUNDO e depois colocaram o mundo para você jogar, na época era IMPOSSIBRU rodar geração procedural em real-time, o mesmo foi feito no EVE por exemplo.

      O maior problema de as pessoas falarem que é procedural é que logo todo mundo lembra de Minecraft com mundos sem nada de interessante o que é diferente do Arena e do Daggerfall que eles fizeram um "pre-render" para criar um mundo gigante, um exemplo recente é o Star Citizen que está usando a mesma técnica. O mundo é fixo e criado por designers, porém eles usam ferramentas que criam a "landmass" digamos assim para agilizar a coisa.

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      salvianosilva · 9 meses atrás · 3 pontos

      Muito maneiro, um dia ainda zero rs

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      willpolita · 8 meses atrás · 3 pontos

      Fala do proximo da serie

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  • ssa
    2016-09-02 17:48:12 -0300 Thumb picture
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    <p>Utilidade pública.&nbsp;</p><p>@ssa sempre infor - Alvanista

    Medium 336399 3309110367

    Utilidade pública. 

    @ssa sempre informando. 

    Pac-Man

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      jugemu · mais de 2 anos atrás · 5 pontos

      Essas dicas aí não são só para criatividade, mas são boas para manter um cérebro saudável e evitar/atrasar doenças degenerativas e senescência.
      Muito legal a postagem. ^^

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      zuppao · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

      Ler um livro ultimamente ta bem dificil... leio mais gibis curtos.. Turma da Monica mesmo...
      mas os outros 4 sempre faco... musica o tempo todo..... caminho bastante tambem (ouvindo musica rsrs)..... tb jogo video game... e to cursando ingles..

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      bakujirou · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

      Curto fazer tudo issow aew

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    2016-08-27 13:36:32 -0300 Thumb picture
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  • 2016-08-03 19:00:10 -0300 Thumb picture
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      spencerv · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Que artes lindas. @@

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      rax · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      caramba fico foda essas fan arts!!! O____O *------------*

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      franzito · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Bateu uma saudade do Alucard agora...

  • 2016-02-29 10:47:38 -0300 Thumb picture
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    Jogos do Master System exclusivos do Brasil

    O Master System foi um dos consoles mais populares lançados no Brasil, graças à parceria entre a fabricante Sega e a empresa brasileira TecToy que distribuía o videogame em território nacional. Parte do sucesso pode ser facilmente atribuído aos jogos exclusivos que a TecToy criou, editou e lançou para o mercado brasileiro.

    Nesta lista foram considerados games originais da TecToy, como Férias Frustradas do Pica-Pau e outros títulos que a empresa fez alterações, como Mônica no Castelo do Dragão. Foram desconsiderados, no entanto, jogos de Master System que chegaram a ser lançados no resto do mundo, porém em versões para Game Gear, como X-Men: Mojo World e Legend of Illusion.


    Mônica no Castelo do Dragão (1991)

    Baseado no game Wonder Boy in Monster Land, Mônica no Castelo do Dragão teve a troca do personagem principal pela dentuça dos quadrinhos da Turma da Mônica. Em vez da espada, Mônica usa seu coelho de pelúcia Sansão para enfrentar os monstros e o vilão Capitão Feio, o qual só era mencionado em texto, já que o chefe final era o dragão do título.


    Turma da Mônica em O Resgate (1993)

    Após o sucesso do primeiro game, Mônica voltou em outro jogo, desta vez Wonder Boy III: The Dragon’s Trap. A história continuava exatamente após o final de Mônica no Castelo do Dragão. Mônica foi aprisionada e o resto da turma entrava em ação. Para compensar o final do título anterior, dessa vez os jogadores realmente enfrentam o chefe Capitão Feio.


    Chapolim x Drácula: Um Duelo Assustador (1993)

    Também fruto do sucesso do primeiro jogo da Mônica, a série mexicana Chapolin de grande sucesso no Brasil recebeu uma versão editada do game Ghost House. O duelo entre o “Polegar Vermelho” e o Drácula aproveita o vilão original do título e toda a temática sobrenatural ao colocá-lo contra várias outras criaturas na casa assombrada.


    Battlemaniacs (1993)

    O Master System recebeu também seu próprio game dos Battletoads antes da Rare se tornar exclusiva da Nintendo. O caso desse jogo é curioso, ele já estava quase pronto quando foi cancelado, a TecToy, então, adquiriu os direitos e lançou o game. Apesar de funcionar bem na maior parte do tempo, alguns bugs não resolvidos permaneceram.


    Fire & Ice (1993)

    Um dos títulos menos conhecidos da lista, Fire & Ice era um jogo de plataforma bem competente para sua época que foi lançado para os computadores Amiga em 1992. Uma versão melhorada do game seria feita para o Game Gear, mas acabou cancelada quando já estava quase pronta, semelhante ao Battlemaniacs. Isso levantou o interesse da TecToy, que conseguiu os direitos para lançá-lo exclusivamente no Master System.


    20 em 1 (1995)


    Era uma coletânea de minigames para o Master System desenvolvida pela TecToy, e que contava com 20 jogos simples para demonstrar um pouco da capacidade do console. No entanto, muitos eram simples demais e com versões duplicadas de um mesmo minigame, além de todos partilharem a mesma música. Apesar disso, muitos jogadores têm nostalgia desta coletânea pois acompanhava o console.


    Geraldinho (1995)

    Uma das alterações mais simples, o personagem Geraldinho dos quadrinhos do cartunista Glauco assume o papel de Teddy Boy em um minigame de tiro, onde o protagonista fica até um pouco deslocado do restante do game. A mudança visual não foi a única em Geraldinho, também foram feitos ajustes para facilitar o game.


    Sapo Xulé vs Os Invasores do Brejo (1995)

    De longe o personagem que mais recebeu versões editadas de games, o Sapo Xulé e sua turma se encaixaram perfeitamente em Psycho Fox, um jogo de plataforma bem difícil do Master System. Com uma jogabilidade baseada em momentum, era desafiador alcançar as partes mais altas do cenário ou saber se havia chão embaixo. Era possível trocar entre quatro personagens e cada um tinha seus próprios atributos e habilidades especiais, como pular mais alto e quebrar pedras.


    Sapo Xulé – O Mestre do Kung Fu (1995)

    Agora baseado no jogo Kung Fu Kid, o garoto Wang dá lugar ao Sapo Xulé de kimono, pronto para enfrentar guerreiros e criaturas sobrenaturais no oriente. Não dá pra negar que ele fica bastante deslocado, mas a qualidade do game original ajuda a segurar a versão.


    Sapo Xulé – S.O.S. Lagoa Poluída (1995)

    S.O.S. Lagoa Poluída é uma versão editada de um jogo de nave chamado Astro Warrior. Houve um grande esforço na parte gráfica para que o espaço sideral se transformasse em um pântano e a nave principal virasse algo que um sapo pudesse pilotar.


    TV Colosso (1996)

    Depois de muitos jogos do Sapo Xulé, a TecToy teve sucesso com uma combinação diferente. TV Colosso, baseado no antigo programa infantil de mesmo nome da Globo, era uma versão editada do herói francês Asterix. Assim como no original era possível alternar entre Asterix e Obelix para aproveitar a velocidade de um e a força do outro, no jogo da TV Colosso tínhamos a antiga apresentadora Priscila e o faz-tudo Gilmar.


    Férias Frustradas do Pica-Pau (1996)

    Um dos primeiros games produzido totalmente pela TecToy, Férias Frustradas do Pica-Pau teve versões para Master System e Mega Drive ao aproveitar a grande popularidade do desenho no Brasil. Apesar de não ter uma jogabilidade tão precisa quanto em outros títulos, o game do Pica-Pau foi mais do que um quebra-galho e conseguiu converter a sua famosa risada para os 8 Bits.


    Castelo Rá-Tim-Bum (1997)

    Mais um dos jogos originais da TecToy, Castelo Rá-Tim-Bum é um jogo baseado no programa infantil educativo da TV Cultura e que juntava elementos de plataforma com quebra-cabeças simples. No papel de Pedro e Biba, os jogadores precisavam adquirir ingredientes para reverter uma poção que transformou Zequinha em um bebê. Eles contavam, ainda, com a ajuda de outros personagens pela aventura, como Nino.


    Sítio do Pica-Pau Amarelo (1997)

    Sítio do Pica-Pau Amarelo também foi um jogo original da TecToy para o Master System, com direito à música-tema de Gilberto Gil, conhecida de uma das adaptações para TV. No controle de Pedrinho e Emília, há novamente alguns problemas de imprecisão na jogabilidade, porém os gráficos dos personagens são destaques para a época e reproduzem bem cada figura dos livros.


    Street Fighter 2 (1997)

    Provavelmente um dos maiores feitos da TecToy, Street Fighter 2 para Master System tentou converter o clássico game de luta para o console 8 Bits com uma boa fidelidade gráfica, impressionante para o videogame. Apesar de competente, a jogabilidade não conseguiu driblar as limitações e não reproduz tão bem a experiência. Ainda assim o cartucho é bem famoso internacionalmente e uma peça rara entre colecionadores.

    Fonte: Tech Tudo

    Mônica no Castelo do Dragão

    Plataforma: Master System
    1028 Jogadores
    6 Check-ins

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  • lleogame Leonardo Moraes
    2016-06-12 23:17:31 -0300 Thumb picture
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  • gabizerah Gabriela Parisi Ramos
    2016-05-09 20:54:16 -0300 Thumb picture
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    Cinco coisas que uma apaixonada por games gostaria que soubesse

    Medium 3314962 featured image

    Olá, pessoas! Este é o primeiro texto que postarei aqui e espero que gostem. São as cinco coisas que eu, como mulher e fanática por games, gostaria que você soubesse. Sim, chega a ser chato ter que tocar nesses pontos, mas, se escrevi isso, é porque a mentalidade de muitos jogadores e produtores ainda não é lá tão aberta, embora tenha melhorado consideravelmente de uns anos pra cá.

    1. Nem toda mulher que joga é poser, assim como nem todo poser é necessariamente mulher.

    Gente que chama o Luigi de Mario Verde, o Link de Zelda e por aí vai, mas clama o tempo todo ser suuuuper gamer tem um nome: poser. Por sinal, adjetivo atribuído a muitas garotas. Porém, isso não é exclusividade feminina. Eles existem em quaisquer formas, tamanhos, idades, gêneros etc.


    2. Quando algum ID aparentemente feminino te pedir itens no jogo, desconfie.

    Existem garotas que usam do artifício de serem mulheres pra conseguir itens raros, DLCs e afins? Sim, existem. Entretanto, são pouquíssimas perto do número de jogadoras sérias. Ou seja, a chance de, na verdade, ser algum outro cara tentando te fazer de trouxa é muito maior. Fique atento.


    3. Não temos que provar a ninguém que gostamos de games.

    Acredito que toda mulher já tenha passado por algo como um ser aleatório fazendo trocentas perguntas que nem ele saberia responder sem pesquisar no Google só pra “ter certeza” de que a moça realmente gosta de videogame. E ai se ela errar alguma pergunta, será vista para sempre como a maior poser da história. Amigo, não temos que provar NADA a NINGUÉM, assim como qualquer outra pessoa não precisa provar, independentemente do gênero.


    4. Achamos os tais dos “jogos de menina” extremamente sem graça.

    Essa vai especialmente pras produtoras. Achamos ótimo que as mulheres estejam ganhando espaço nos games, como podendo montar chars femininos em alguns FPS, ou como o FIFA 16, que tem também futebol feminino. Porém, existem algumas pessoas que insistem em achar que gostamos de jogos de vestir bonequinhas ou com bichinhos bonitinhos e fofos como único atrativo. Ok, até existem garotas, muito provavelmente crianças e pré-adolescentes, que gostam deste tipo de jogo, mas fica a dica: também gostamos de desafios e de sermos desafiadas tanto quanto os homens, e adoramos despertar o lado competitivo que existe em qualquer ser humano.


    5. E, principalmente: a gente só quer se divertir.

    Parece óbvio, não? Pois é, nem sempre entendem isso. Apesar de tudo o que já foi mencionado antes, há aqueles que acham que mulher só quer jogar pra chamar atenção. Jogamos pelos mesmos motivos que vocês: porque é divertido, porque é um bom passatempo, pra fazer amizades etc. E, no fim das contas, é o que realmente importa.

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      chavesolt_ · mais de 2 anos atrás · 7 pontos

      Sonho com o dia em que garotas não vão sofrer preconceito por jogar =/

      2 respostas
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      juray · quase 3 anos atrás · 5 pontos

      Muito bom hein! =3

      Acho que a mulher sofre uma certa resistência por parte desse mundo mais Nerd, Obscuro e o Lado Oculto do Mundo! rsrs!

      Mas acredito que das 5 causas que você comentou acontece principalmente por estarem em ascensão em um universo que até pouco tempo atrás era dominado por homens (gênero). Com isso nossas queridas jogadoras acabam causando um certo desconforto aos seres de testosterona aumentada! rsrs!

      Como comparação [talvez um pouco exagerada, mas minha mente é muito fértil rsrs!], podemos usar as Classes A (ou as pseudo_Classe_A) no Brasil que piram com um Empregada Doméstica passar a ter direito a Carteira Assinada... ou quase tem um infarto ao verem um filho de pedreiro se formando em medicina.

      Não acredito que sejam todos (muito menos que a maioria) que pratiquem essa resistência, tanto no caso da Classe A (ou as pseudo_Classe_A) quanto aos homens de falo grande! Mas é uma minoria que causa polêmica e faz muito... muito barulho!

      1 resposta
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      maria_luiza · quase 3 anos atrás · 4 pontos

      A nº4 tem muito marmanjo que vive jogando esse tipo de jogo escondido e ainda critica que é "jogo de mulherzinha", vai entender rsrs

      5 respostas
  • 2016-05-26 13:58:20 -0300 Thumb picture
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      missingno · quase 3 anos atrás · 1 ponto

      Ramuh é foda pelo elemento do trovão, mas poxa, Shiva é chavosona, OORRA armadura fucking magitek e o Titã da Rydia kd? kd???

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      onai_onai · quase 3 anos atrás · 1 ponto

      Poxa que massa!

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      klonoa331 · quase 3 anos atrás · 1 ponto

      Oque todos queriam ver mesmoera o bahamut

  • 2016-03-21 11:56:07 -0300 Thumb picture
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    "TOP100 PLAYSTATION" #TOP100PS1

    Medium 3286497 featured image

    É com muita honra que estamos apresentando a primeira lista de jogos elaborada com o apoio de todos vocês, frequentadores da Alvanista! O primeiro tema é "Top 100 Jogos de Sony PlayStation (1)" e segue logo abaixo. Agradecemos a todos pela colaboração!!!

    Mas antes, vale relembrar rapidamente como foi o procedimento de montagem dessa lista. Nós da persona @top100 abrimos um post único para receber listas de jogos de Sony PlayStation 1, onde a única instrução era que fossem escolhidos ao menos 15 jogos ou próximo a isso e no máximo 30 jogos. Listas com mais jogos consideramos apenas os 30 primeiros escritos. Fizemos essa estimativa para que não houvesse uma "disparada" de votos entre os mais conhecidos deixando os demais jogos de lado. Deixamos esse tópico aberto por um pouco mais de 10 dias e computamos todas as listas. O Top 100 foi organizado da seguinte maneira: os jogos com maior número de votos ficam nas maiores posições e os empatados seguem ordem alfabética.

    O intuito de criar essa persona foi para maior interação entre usuários e relembrar não apenas os grandes clássicos mas também jogos não tão conhecidos para que todos possam descobrir novas experiências.  

    Sem mais delongas, vamos ao "TOP 100 JOGOS DE PLAYSTATION" segundo frequentadores da Alvanista! Qual será o primeiro colocado???

    -------------------------
                TOP 100!
    -------------------------

    100 - Twisted Metal

    099 - The King Of Fighters 98

    098 - Tales Of Destiny

    097 - Star Ocean

    096 - Soul Blade / Soul Edge

    095 - Road Rash 3D

    094 - Rival Schools

    093 - Legacy Of Kain: Soul Reaver

    092 - Heart Of Darkness

    091 - Grandia

    090 - Einhander

    089 - Driver

    088 - Dragon Ball GT Final Bout

    087 - Digimon World 2

    086 - Crisis Beat

    085 - Castlevania Chronicles

    084 - Brave Fencer Murashi

    083 - Bomberman World

    082 - Bomberman Fantasy Race

    081 - Blood Road 2

    080 - Army Men

    079 - Alundra 2

    078 - Alone In The Dark

    077 - The Misadventures Of Tron Bonne

    076 - Strider 2

    075 - Street Fighter Alpha

    074 - Spyro The Dragon

    073 - Need For Speed Porsche

    072 - Bust-A-Groove 2

    071 - Tomb Raider 4 - The Last Revelation

    070 - The Legend Of Dragoon

    069 - Tomb Raider 2

    068 - Mortal Kombat 4

    067 - Syphon Filter 3

    066 - Street Fighter Alpha 2

    065 - Quake 2

    064 - Parasite Eve 2

    063 - Mega Man Legends 2

    062 - Medal Of Honor: Underground

    061 - Looney Tunes: Sheep Raider

    060 - Legend Of Mana

    059 - GTA 2

    058 - Destruction Derby

    057 - X-Men Vs. Street Fighter

    056 - PaRappa The Rapper

    055 - Xenogears

    054 - Wild Amrs

    053 - Valkyrie Profile

    052 - Tenchu: Stealth Assassins

    051 - Disney Tarzan

    050 - Omega Boost

    049 - Tenchu 2

    048 - Metal Slug X

    047 - Mega Man Legends

    046 - Harvest Moon: Back To Nature

    045 - Digimon World 3

    044 - Twisted Metal 2

    043 - Spider-Man

    042 - Tony Hawk's Pro Skater 4

    041 - Mega Man X6

    040 - Klonoa: Door To Phantomile

    039 - ISS Pro Evolution Soccer / Winning Eleven

    038 - Gran Turismo

    037 - Dino Crisis 2

    036 - Bust-A-Groove

    035 - Breath Of Fire IV

    034 - Disney Hercules

    033 - Breath Of Fire III

    032 - Yu Gi Oh! Forbidden Memories

    031 - Vagrant Story

    030 - Resident Evil

    029 - Medal Of Honor

    028 - Jackie Chan's Stuntmaster

    027 - Diablo

    026 - Resident Evil 3

    025 - Mortal Kombat Trilogy

    024 - Gran Turismo 2

    023 - Final Fantasy VIII

    022 - Dino Crisis

    021 - Mega Man X5

    020 - Crash Bandicoot

    019 - Parasite Eve

    018 - Mega Man 8

    017 - Metal Gear Solid

    016 - Final Fantasy Tactics

    015 - Driver 2

    014 - Final Fantasy IX

    013 - Resident Evil 2

    012 - Crash Team Racing

    011 - Crash Bandicoot 2

    -------------------------
                 TOP 10!
    -------------------------

    Seu jogo favorito já apareceu na lista? Agora, vamos aos 10 primeiros colocados, com análises feitas por frequentadores da Alvanista, coletadas na rede.

    010 - Chrono Cross
    Análise - O Destino, As Dimensões e Os Dragões

    009 - Street Fighter Alpha 3
    O Top da Saga SF Alpha!

    008 - Marvel Vs. Capcom
    Clash Of Super Heroes

    007 - Mega Man X4
    O primeiro Mega Man X Em 32 Bits!

    006 - Tekken 3
    O Gênero de Luta Em 3D Chega Ao Seu Modelo Ideal

    -------------------------
                   TOP 5!
    -------------------------

    Reta final!!! A partir de agora, os cinco mais votados pelos usuários da Alvanista! Está na hora de sabermos qual foi o jogo mais votado!!!

    005 - Final Fantasy VII
    O Melhor Jogo de Todos Os Tempos

    "A história é impecável, cheia de reviravoltas e coisas inesperadas. Cloud é um dos melhores heróis da história dos RPGs" @fernandomgm

    Amado por muitos, odiado por um outro grande grupo de pessoas, "Final Fantasy VII" pode ser considerado um dos mais famosos jogos da série. Em nosso Top 100 o jogo começou muito bem, teve uma grande queda (lá pra décima posição) e se recuperou mantendo-se na quinta posição!

    004 - Silent Hill
    A Fé, O Desespero, O Medo! - Silent Hill Fazendo Escola No Terror

    "Uma experiência fantástica com um dos enredos mais pesados e maduros que já vi em toda minha vida". @juninhonash

    O primeiro jogo da famosa série de survival horror não poderia estar de fora de nosso Top100! Mantendo-se sempre firme entre um dos mais votados em quase todas as listas, lutou voto a voto com os jogos a seguir.

    003 - Tony Hawk's Pro Skater 2
    Um dos Meus Jogos Inesqueciveis

    "Reunindo um grande leque de skatistas consagrados e mitos (...), é um prazer enorme poder reproduzir as manobras caracteristicas de cada um deles com fidelidade aos movimentos". @webekemlyr

    Diversão! Essa é a palavra que pode resumir nossa terceira posição! Seja você um skatista ou não, a segunda edição da série "Tony Hawk's Pro Skater" surpreendeu e levou muitos jogadores a desafiarem a gravidade, ou não, cair muito!

    002 - Castlevania: Symphony Of The Night
    Ah, Alucard... What Is Your Business Here???

    "O jogo é tão artístico e lindamente trabalhado, que não se deve apenas jogá-lo, deve apreciá-lo em cada detalhe! Certamente um dos melhores, senão o melhor, capítulo de toda a série!" @setzer_eduardo

    A polêmica está instaurada! Um dos jogos mais votados do começo ao fim do período de votação, lutou bravamente com nossa primeira posição mas a diferença de apenas UM voto fez de Castlevania: Symphony Of The Night ficar na vice-liderança! Muitos apostaram nele como sendo o grande líder do Top 100 e por pouco ele quase foi mesmo.

    001 - Crash Bandicoot 3: Warped
    O Ápice da Trilogia Clássica!

    "Crash Bandicoot 3 Warped é de longe o melhor jogo da franquia clássica no PS1, foi o único jogo do gênero na época a vencer 1 milhão de cópias no Japão (...) envelheceu super bem e mostra um absurdo nível de qualidade tanto pra época, quanto pra hoje". @juninhonash

    Crash, Crash, Crash..." quem diria que o outrora mascote "oficial" da Sony seria o líder dessa votação? Pois é, a batalha foi épica com a segunda posição e o resultado oscilava diariamente, mas no final nosso querido bandicoot levou a melhor.

    -------------------------------
       THAT'S ALL... FOLKS!
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    Esse foi nosso primeiro Top100! Agradecemos mais uma vez a participação e o apoio de todos, afinal essa lista é NOSSA! Gostaram do resultado? Não deixe de comentar!!! E em breve uma nova votação irá iniciar com um novo tema! Aguardem...

    Gran Turismo 2

    Plataforma: Playstation
    3722 Jogadores
    25 Check-ins

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      andrexdl23 · 3 anos atrás · 5 pontos

      Perfeito!!! Alguns falam: "Ahh, mas Crash 3 é SÓ um jogo de plataforma"? Sim, é apenas um jogo de plataforma que evolucionou os padrões gráficos dos jogos, usando um exagerado numero de polígonos, técnicas de animação fora do comum (acho que ninguém chegou a usar na época), cenários amplos e altamente detalhado, efeitos de água, luz e sombra mais sofisticados até então.

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      edufilhote · 3 anos atrás · 4 pontos

      Nossa, minha crítica foi escolhida pra estar na lista, e ainda no que pra mim é o melhor game do PS1!!!
      Valeu galera!
      E ótimo trabalho com essa lista aí!

      Discordo de algumas posições, mas seria gosto pessoal, nem convém questionar kkkk

      1 resposta
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      burningorpheus · 3 anos atrás · 3 pontos

      Xenogears e Tales of Destiny devia estar pelo menos no top 30 e nem tem Persona 2

      3 respostas
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