l_perugia

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  • 2019-01-08 20:57:59 -0200 Thumb picture
    l_perugia fez um check-in em:
    <p>#img#[609262]Primeiro jogo finalizado de 2019, e - Alvanista
    The World Ends with You

    Plataforma: Nintendo DS
    1734 Jogadores
    108 Check-ins

    Primeiro jogo finalizado de 2019, e o que falar?

    Bem, tive impressões mistas de TWEWY, é um jogo que começa bem mas que me cansou na reta final.

    Começamos a jogatina com Neku Sakuraba, um jovem mesquinho, arrogante e extremamente antissocial, e o jogo nos faz questão de nos mostrar isso logo na abertura, que por sinal é bem interessante e bem feita;

    Neku está sempre com os seus fones de ouvido, o que provavelmente explica o fato de que durante toda a jogatina estará tocando uma música de jpop diferente, quase todas excelentes por sinal. O fato é que Neku acorda em Shibuya, mas não a Shibuya normal, mas uma cidade alternativa onde quase ninguém pode te ver ou te ouvir, apenas certas pessoas. Logo de inicio nosso protagonista recebe um botão o qual é chamado de botão do jogador e descobre que através dele é possível ler a mente das pessoas. Ele também recebe um sms no celular dizendo "missão 1, chegue ao 104 em 60 minutos, falhe e enfrente a eliminação - os ceifadores", missão? ceifadores? que porra é essa? Neku deixa pra lá é decide explorar um pouco.  Mas é claro que com grande poderes vem  grandes responsabilidades, e logo ele é atacado por alguns monstros que se chamam Noises (barulhos, literalmente). Uma garota surge num momento crítico, seu nome é Shiki Misaki, ela pede para formar um pacto e assim combaterem junto os Noises. 

    O pacto é formado, e os Noises iniciais são derrotados. Shiki então explica que ambos agora são parceiros, e estão jogando um jogo de 7 dias, onde cada dia receberiam uma missão que devia ser completada sem hesitar, caso contrário serão eliminados. As pessoas por trás do jogo são os ceifadores, entidades sobrenaturais por assim dizer. Posteriormente conforme o jogo se desenrola é dito que todos os jogadores que estão no jogo estão mortos e somente o vencedor terá direito de voltar a vida.

    A partir daí muitos outros personagens vão aparecendo, alguns melhores que outros, alguns que farão parte de sua equipe, entre eles Beat, Rhyme, Joshua, Mr H. e outros. Não vou me estender mais porque TWEWY merece uma análise muito mais aprofundada do que esse resumão que estou fazendo aqui, vou apenas citar o que achei de ponto positivo e negativo:

    Positivos:

    - Trilha sonora espetacular, é o tipo de trilha difícil de encontrar uma música ruim, recheada de músicas jpop bem legalzinhas do tipo que colam na cabeça.

    - Gráficos bem caprichados, ricos em detalhes, uma cidade viva e cheia de emoções.

    - Jogabilidade, em parte. Achei maravilhoso o esquema de botões e a diversidade dos mesmos, bem como o combate muito bem elaborado somente com a caneta stylus. Porém achei bem complicado controlar ao mesmo tempo o personagem de cima que é feito diretamente nos direcionais, não consigo fazer duas coisas ao mesmo tempo em telas diferentes, parabéns a quem consegue, mas o personagem de cima ficou 100% da jogatina em modo automático.

    - Enredo bem elaborado e com diversos pontos interpretativos, algumas reviravoltas, e personagens interessantes.

    Negativos:

    - Sistema de itens, sério, não gostei, apesar de uma enorme variedade deles, é possível completar o jogo quase que pelado, não fizeram muita diferença na jogabilidade.

    - Chefes não muito desafiadores, não lembro de nenhum que me deu um trabalho acima da média. 

    - Um pouco cansativo, o jogo é composto por três rodadas e na reta final as coisas começam a ficar meio genéricas, o que me deixou meio cansado.

    É isso, ao finalizar o jogo se abre um modo extra onde se pode escolher cada capítulo e em cada capítulo haverão algumas missões que quando completadas darão aos jogadores o que o jogo chama de secret reports que ajudarão a entender melhor o jogo, e é dito que o jogador que completar todas as missões terá um brinde, além é claro de tbm abrir um capítulo alternativo, francamente não estou muito afim de mecher com isso agora, o jogo me deixou meio cansado e acho que já capturei sua essência, quem sabe uma outra hora.

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  • 2019-01-07 20:38:27 -0200 Thumb picture

    Histórias Gamísticas parte -3

    Até por volta de 2002, a galera aqui só jogava Super Nintendo, e falo muito sério quando afirmo isso. Até essa data pelo menos uns 5 amigos meus muito próximos tinham um console da big N em casa, e eu, como não podia ter não perdia uma oportunidade quando me chamavam pra jogar. 

    O grande estouro aconteceu em 2002, por dois motivos que faço questão de guardar bem na memória;

    1- A copa do mundo desse ano foi mágica, lembro de levantar de madrugada para assistir todos os jogos possíveis, era um clima diferente, o país parecia parar para assistir os jogos da seleção, e até mesmo na escola, as aulas eram interrompidas para assistirmos os jogos.

    2- Um certo bar adquiriu 2 PlayStations, montou uma mini locadora e mudou a forma como toda a molecada via os videogames.

    O meu primeiro contato com o Playstation foi nesse bar, e se eu não estou enganado foi por mero acaso, fui comprar algo lá e me deparo com a nova estrutura e um rapaz jogando um jogo meio sinistro, e que só de assistir fez me cagar todo, o nome: Resident Evil 3.

    A partir daí esse bar virou uma febre da molecada, era óbvio que o Super Nintendo estava ultrapassado e jamais seria páreo para jogos 3d, cutscenes, e trilhas sonoras espetaculares. Quem tinha Snes até esqueceu o videogame e passou a dedicar seus trocados exclusivamente ao psx, nos fins de semana a gurizada fazia fila pra poder jogar o tão famoso console da Sony, e agora que me lembro dessa época, esse bar deve ter ganho muito dinheiro.

    Eu particularmente nunca tive muito dinheiro na minha infância, mas nos fins de semana meu pai sempre me arrumava uns trocadinhos, e jogar era barato, acho que 2 reais dava pra jogar 1 hora ou até um pouco mais. E quando não tinha dinheiro, eu simplesmente ia assistir quem tinha jogar, ou dar aquela famosa serrotada nos jogadores com frases do tipo;

    "derrotar esse cara é mó fácil, deixa eu te mostrar".

    Às vezes a pessoa era sua amiga e te deixava dar uma jogada, às vezes não, e eu me contentava só em assistir. 

    Foi nesse bar locadora que fui apresentado a jogos inesquecíveis como: Resident Evil 1 e 3 (o 2 nunca teve rs), Wining Eleven (ficou muito famoso por causa da copa do mundo), Crash 1 e 2, Tekken 2 e 3, Marvel Vs Capcom, Metal Slug, Mega Man, Dino Crisis 1 e 2, Driver, Moto Racer, Need for Speed, The king of Fighters, Mortal Kombat 4, Street Fighter Alpha, Gran Turismo, Final Fantasy Origins (que mesmo sem entender muita coisa eu adorava) e muitos outros que não vou me lembrar de citar aqui, é, foram bons tempos. 

    Não demoraria muito até um amigo comprar um também e fazer inveja a toda molecada...

    Histórias Gamísticas é uma série de textos sem compromisso onde narro minhas aventuras por esse tal negócio chamado vídeo game.

    Resident Evil 3: Nemesis

    Plataforma: Playstation
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      mastershadow · 9 dias atrás · 3 pontos

      Eu VIVIA nas locadoras, e isso de 1994 até no máximo 2003, onde elas já estavam praticamente extintas onde eu moro, ou se tornando Lan Houses.

      Mesmo quando eu não ia jogar, eu ficava a tarde la, olhando os caras jogar, fiz amizades demais, e eram ambientes onde todo mundo ali tinha algo em comum, a paixão pelos jogos, então era o máximo interagir, comentar sobre os jogos etc etc, só tenho boas lembranças das famosas locadoras!

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      vinicios_santana_3 · 9 dias atrás · 2 pontos

      Eu sempre vivi uma ou duas gerações atrasado tbm, enquanto geral estava com ps1, eu ganhei um Dynavision , depois snes.
      Quando todo mundo estava com ps2, eu comprei um ps1 kkkkk
      Só na época do wii, 3ds e wii-u, que eu segui a geração.

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      santz · 9 dias atrás · 2 pontos

      Eu nunca fui muito de frequentar locadoras, mas de vez em quando, eu ia lá em baixo jogar o belíssimo Metal Slug X, jogo perfeito para jogar com os irmãos. Outro que me lembro de jogar bastante na locadora era o Pepsi Man. Foi meu primeiro contato com o mundo 3D e aquilo era sensacional! Teve também Beyblade, que era má or men, mas era bacana. Só me lembro desses 3 jogos. Quando acabava o meu horário, eu não ficava lá assistindo o povo jogar, pois sempre era o tal do Wineleven. Era até legal, mas preferia meu Ronaldinho Soccer 97.

  • 2019-01-07 17:05:08 -0200 Thumb picture
    l_perugia fez um check-in em:
    <p>Excelente, mas o jogo há alguns dias vem apresen - Alvanista
    Battlefield 1

    Plataforma: Xbox One
    197 Jogadores
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    Excelente, mas o jogo há alguns dias vem apresentando um erro de sincronização pra iniciar, e como não estou com saco pra resolver, optei por desinstala-lo antes de finalizar, (e olha que eu já estava na última fase da última campanha).

    Mas fazer o quê, é por um bom motivo, preciso abrir espaço nos míseros 500gb do one pra dar boas vindas a seu novo sucessor, Final Fantasy XV (um jogo gigantesco por sinal). 

    Quanto ao battlefield, o modo campanha é bom, gostei bastantate das duas primeiras campanhas, bem trabalhadas, bem dramáticas, te deixa imergido na jogatina sem sombra de dúvidas, porém as outras 3 são bem mais genéricas e não empolgaram muito.

    E o modo multiplayer até testei, mas não gosto muito de fps, em parte por ser noob, em parte por tomar tiro até do capeta, é sério, não sobrevivia 30 segundos nas rodadas, galera é mó viciada, fazer o quê.

    5
  • 2019-01-02 12:57:44 -0200 Thumb picture
    <p>Seguindo a onda da galera, incluindo o @mastersh - Alvanista

    Seguindo a onda da galera, incluindo o @mastershadow, vou fazer uma pequena lista, e põe pequena nisso, dos jogos finalizados em 2018. Sim, como disse antes eu mais trabalhei do que joguei (tenho dois empregos. sou praticamente um Julius da vida, mas não tão sovina ho ho), sem mais delongas vamos a lista por ordem cronológica. 

    1- Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes back - Playstation 

    2- Resident Evil Revelations -  3DS

    3- Pokémon Omega Ruby - 3DS

    4- The Legend of Zelda: Phantom Hourglass - DS

    5- The Oregon Trail - PC

    6- The Cat Lady - PC

    7- Castlevania: Dawn of Sorrow - DS

    8- Ryse: Son of Rome - Xbox  One

    9- Dragon Quest IV: Chapters of the Choosen -  DS

    Jogos iniciados mas que ficarão para 2019;

    Dead Rising 3 - Xbox One

    Battlefield 1 - Xbox One

    The World Ends With You - DS

    É isso aí  minha pova, espero que 2019 posssa ser um ano com  mais jogatinas, beijos de luz para todos que me acomppanham. 

    Ryse: Son of Rome

    Plataforma: Xbox One
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      mastershadow · 15 dias atrás · 2 pontos

      Tbm zerei o Dawn Of Sorrow em 2018.Comecei o RE Revelations do 3DS, mas esse vai fica pra esse ano agora haha

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      roberto_monteiro · 15 dias atrás · 2 pontos

      Poucos, mas bons jogos!

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      filipessoa · 14 dias atrás · 2 pontos

      Foram 9 games que tenho quase certeza que você aproveitou até o último bit! Que venha 2019!

  • 2018-12-25 12:26:29 -0200 Thumb picture
    l_perugia fez um check-in em:
    <p>Reta final do game e ainda não consegui entender - Alvanista
    The World Ends with You

    Plataforma: Nintendo DS
    1734 Jogadores
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    Reta final do game e ainda não consegui entender a função das roupas (ou equipamentos) no jogo, já que não importa o que esteja usando, você consegue progredir sem muita dificuldade. 

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      filipessoa · 22 dias atrás · 2 pontos

      Acho esse jogo bem estranho a começar pelo nome xD

      1 resposta
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      gus_sander · 22 dias atrás · 2 pontos

      Tentar jogar esse no 3DS, muito curioso pra conhecer a história dele.

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      ryou · 22 dias atrás · 2 pontos

      Realmente dá pra progredir "pelado", mas as roupas e acessórios ajudam, principalmente se você quiser derrotar certas criaturas/bosses em low level, que é o verdadeiro desafio do jogo, pra falar a verdade. Also, existem eventos que só te deixam prosseguir se estiver usando um conjunto completo de alguma marca específica.

  • 2018-12-20 20:37:42 -0200 Thumb picture

    Animes que estavam rolando na tv aberta no início dos anos 2000

    No início dos anos 2000 muita coisa boa estava acontecendo, tínhamos excelentes programas infantis na tv: Band Kids, Bom Dia & Cia, Tv Globinho e alguns outros que exibiam animes que eram a alegria e vício da molecada, vou destacar aqui só alguns que me lembro com mais carinho.

    Dragon Ball Z: Por muito tempo o xodó da molecada, Goku e cia fazia o imaginário do pessoal decolar, mudou de canal uma porção de vezes, e a gente reassistia todas as vezes sempre com muita satisfação.  

    Pokémon: Esse se não me engano passava na Record, e também virou febre, as primeiras temporadas são as mais nostálgicas, teve tazo, teve figurinha, teve tudo, todo mundo sabia de cor o nome de todos os pokémons, Ash Ketchun (não sei se escrevi certo rs) e sua turma marcaram época.

    Bucky: Eu lembro pouco desse anime, passou na band, tinha um humor meio esquisito, e lutas entre espíritos que pareciam bolas de baseball rosadas, o que mais me marcou foi a abertura e o clima meio melancólico do universo do anime.

    Medabots: Acho que assistia na globo, não encantava muito, mas a luta entre os robôs até que era divertida.

    Digimon: Veio um pouco depois, todo mundo falava que era uma espécie de rival de Pokémon pelo nome parecido e outras similaridades, na verdade eu nunca fui fã, era até divertido, mas não tinha o mesmo carisma do seu concorrente direto. 

    Yu-gi-oh: Também chegou um pouco mais tarde, mas virou febre desde os primeiros episódios, logo no início quando ainda não tínhamos as cartas, a gente assistia o anime e desenhava bem desenhadinho todas que conseguíamos, e assim arrumavámos altas jogatinas do nosso jeito. 

    Hamtaro: Chegou em 2003, e apesar de não ser lá muito espetacular, todo mundo amava a abertura, e os personagens tinham lá o seu carisma. 

    Beyblade: Foi ao ar em 2004 se não me engano na rede globo, e também virou febre, como a galera não tinha como comprar uma beyblade, a solução encontrada foi unir duas tampas de garrafa com um prego, fazer um lançador com um cano e barbante, e usar de arena um tacho, cara, eram altas batalhas (risos).

    Sakura Card Captors: Apesar de ser um anime originalmente desenvolvido para o público feminino, na época a gente não distinguia muito essas coisas, e verdade seja dita mó galera se amarrava no anime.

    Esses foram só uma amostra do que me lembro e do que realmente assisti, teve muito mais, Yu Yu Hakusho, Tenchi Muyo, Os cavaleiros do Zodíaco, Samaurai X, Guerreiras Mágicas de Rayearth e tantos outros que infelizmente não assisti.

    E assim a minha geração passou pelo início dos anos 2000, com os melhores animes que se podia imaginar, tudo era mágico, e quase tudo nos era permitido. 

    Hoje em dia, com o politicamente correto, a turma do lacre, da psicologia e do mimimi, provavelmente nenhum desses animes seria exibido de novo para crianças, e quando se olha pra tv aberta, bem, é melhor manter a tv desligada mesmo.

    Dragon Ball Z Budokai

    Plataforma: Playstation 2
    760 Jogadores
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      manoelnsn · 27 dias atrás · 2 pontos

      Passei por todas essas séries na minha infância também. Tenchi Muyo, El Hazard, Shurato, Samurai Warriors, Sailor Moon, Super Campeões, Yuyu Hakusho, Shinzo, Power Stone, Monster Rancher, eu passei por muitos desenhos japas nessa época. Hoje em dia apenas 2 deles eu consigo assistir sem fazer facepalm(ao menos na maior parte do tempo), que são yuyu e sailor moon.

      Algumas coisas é melhor deixar nas lembranças mesmo, hehe

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      santz · 27 dias atrás · 1 ponto

      Dragon Ball Z era foda;
      Pokémon era um lixo, sempre foi;
      Bucky também não lembro direito;
      Medabots era legalzinho;
      Digimon era FODA, rivalizava com Dragon Ball Z;
      Yu-Gi-Oh! era outro anime MEGA FODA e sempre fui viciado nele;
      Hamtaro era bonitinho, mas era muito infantil;
      Beyblade era muito foda e fazia a cabeça da galera;
      Sakura Card Captors eu lembro muito pouco.

  • 2018-12-10 21:28:42 -0200 Thumb picture

    Histórias Gamísticas parte -2

    Na virada do século e inicio dos anos 2000 algo inusitado aconteceu, vários amigos começaram a aparecer com Super Nintendo em suas casas, e sim, eu juro que cheguei a pedir um pra minha mãe, e sim ela disse que ia ver, mas depois de dar uma pesquisada nos preços logo desistiu da ideia. Naquela época (e ainda hoje), video game era coisa cara, e numa época em que o salário mínimo era uma mixaria e muita gente ganhava salário mínimo, era um luxo que eles não podiam me dar.

    Mas isso não quer dizer que fiquei de fora das "novidades", sempre tinha alguém juntando a galera para altas jogatinas durante as tardes ensolaradas, e eu estava em praticamente todas elas. Foi nessa época que conheci grandes jogos como: Street Fighter, Killer Instinct, Mortal Kombat, Donkey Kong, Mario Kart, Top Gear, Mega Man, Goof Trop, Bomber Man, Mascara,  Tartarugas Ninjas, Samurai Spirits e tantos outros quer marcaram minha infância.

    Curiosamente acho que nunca joguei Rpgs nessa época, eram jogos que exigiam tempo, demandavam um conhecimento intermediário de inglês e por isso não enchiam os olhos da molecada. 

    Outra curiosidade é que nunca tive contato com os consoles da SEGA na minha infância, não sei por que motivo, todo mundo, eu digo todo mundo tinha um Super Nintendo, posteriormente todo mundo teria um Playstation, e assim por diante, deve ser coisa de região. 

    Porém o estilo de jogo que mais fez sucesso entre a gente, foi sem dúvida os jogos de luta, em especial Street Fighter, foram inúmeros e inúmeros campeonatos entre a gente, e apesar de eu sempre me considerar péssimo em jogos de luta, o fato é que na época me divertia a beça com eles. 

    Outra coisa que eu só fui perceber anos mais tarde, é que os consoles sempre chegavam atrasados no Brasil e muito mais atrasados na minha região, a febre do SNES aqui ocorreu no final dos anos 90 quando o console já havia se aposentado no resto do mundo, e o Playstation só começou a aparecer por aqui a partir dos anos 2000, quando o seu sucessor já havia sido lançado e ele dava seus últimos suspiros no restante do mundo, fazer o quê, coisas de Brasil. 

    E assim o Super Nintendo Reinou absoluto em minha infância, até por volta de 2001 ou 2002 quando um certo bar resolveu adquirir um par de 2 dois novos adversários, sim, o Playstation revolucionou a forma como nós víamos os vídeo games, mas isso são cenas de outro capítulo.

    Histórias Gamísticas é uma série de textos sem compromisso onde narro minhas aventuras por esse tal negócio chamado vídeo game.

    Street Fighter II Turbo

    Plataforma: SNES
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      mastershadow · 1 mês atrás · 2 pontos

      Adoro esses relatos nostalgicos! Em 1994 ganhei meu Mega Drive, primeiro video game e que me abriu portas pra esse mundo que estou até hoje,e nucna pretendo abandonar enquanto viver! Mas antes do Mega, eu jogava Nintendinho (Dynavision 3) na casa dos amigos da rua, Mario, Mega Man, Etc...mas Foi com o Mega mesmo que me tornei Gamemaniaco, como eram chamados os "Gamers" antigamente.

      Depois ia nas locadoras jogar Snes,3D0, Neo Geo e fliperamas de Street e Darkstalkers e os Cross Overs Da Capcom,essa vida de jogador de locadora durou até 2001,quando eu ia nas locadoras jogar PS1 ,PS2 e Dreamcast. Depois em 2001 mesmo ganhei um PS1 e ai as jogatinas eram em casa e na casa dos amigos,

      Anos depois resolvi colecionar e comprar consoles e jogos que eu queria e gostava, e hoje tenho mt orgulho da minha modesta coleção, entre eles estão meus xodós como o Saturn e Dreamcast.

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      santz · 1 mês atrás · 2 pontos

      Foda. A galera do meu bairro também só tinha Super Nintendo. Não ia jogar na casa dos manos, pois, não sei como, sempre tínhamos um SNES, mesmo sendo uma coisa de "rico". Ia em casa de completos desconhecidos para trocar cartuchos e nessas conheci muita coisa bacana, mas confesso que a maioria era porcaria mesmo. O mais marcante foi o Secret of Evermore, que apresentou o mundo dos RPGs para nós e nos tornamos fãs da Squaresoft.

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      mardones · 1 mês atrás · 2 pontos

      Street Fighter 2 turbo foi o grande motivo que me fez comprar um Snes

  • 2018-12-06 21:22:19 -0200 Thumb picture

    Histórias Gamísticas parte -1

    Sim, eu nasci numa família pobre, e apesar de não ter os mesmos luxos que meus amigos de infância, não posso dizer que passei necessidade, o mais importante eu sempre tive, amor, carinho e educação. 

    Naquele ano de 98, ou seria 99? Não me lembro muito bem, o que eu me lembro é que tinha seis ou sete anos, e um amigo me chamou para ir na casa dele pois havia acabado de ganhar um Super Nintendo novinho da mãe há poucos dias. Eu nunca havia tido contato com vídeo games, talvez um ano antes lembro de ter jogado um Arcade que um bar havia adquirido, um jogo de nave bem irado, mas como não sabia ao certo o que estava fazendo, e nem tinha dinheiro para ficar jogando, não me encantei.

    Acontece que nesse dia, esse meu amigo me chama para ir na casa dele após a aula para jogar esse tal Super Nintendo. Eu como todo bom piá, fui é claro. Chegando lá fui apresentado a máquina, aos cartuchos (Super Mario World e International Superstar Soccer) e a todo ritual de encaixar o cartucho, apertar o botão power e esperar a mágica acontecer. 

    Jogamos primeiro Super Mario World, e como aquele jogo me encantou, as cores, as músicas, o universo, a jogabilidade, cada fase era uma descoberta, uma emoção diferente, e apesar de novato, eu acabei aprendendo rápido, e após uma hora de jogatina  eu já estava num nível aceitável. 

    Sim, eu morri muito, e meu amigo sempre tinha que ficar me doando vidas no início, mas isso rendia boas risadas. Avançamos até bem pra dois novatos (ele não estava lá tão fera ainda), mas depois de um tempo ele enjoou e disse, vamos jogar futebol.

    International Superstar Soccer era um jogo interessante, possuía muitas seleções, jogadores não oficiais, e uma jogabilidade bacana. Esse eu confesso que demorei muito pra aprender, tanto é que nesse primeiro dia eu só tomei goleada pois o meu amigo, é fato, já sabia as manhas. Jogamos até o início da noite, e quando eu já estava minimamente bom pra fazer frente ao meu amigo, a mãe dele depois de alguns avisos pra desligar o vídeo game, aparece furiosa e desliga o vídeo game ela mesmo. Fui tocado a chineladas de lá, mentira, sem mais nada a fazer apenas fui embora mesmo. Mas no fundo estava com o peito transbordando de alegria por no mundo existir algo tão bom quanto o vídeo game. 

    Não demoraria muito para pedir um para minha mãe...

    Histórias Gamísticas é uma série de textos sem compromisso onde narro minhas aventuras por esse tal negócio chamado vídeo game.

    Super Mario World

    Plataforma: SNES
    25987 Jogadores
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      filipessoa · 1 mês atrás · 2 pontos

      Que legal man, você aprendeu a jogar bem rapidinho (só um diazinho :v) e depois nunca mais largou a mão. Deve ter sido amor à primeira vista!

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      mardones · 1 mês atrás · 2 pontos

      Sua história parece muito a minha, também comecei jogando super Mario world na casa de um amigo. Bacana esses relatos.

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      lendaryo · 1 mês atrás · 2 pontos

      Vá na fé, continua aew Chefe!

  • 2018-12-04 23:02:30 -0200 Thumb picture

    OFF - Assistência técnica da Asus

    Meu primeiro smartphone da Asus foi um Zenfone 2, celular muito bom, com provavelmente a melhor configuração na sua categoria, e um preço justo frente a concorrência. Foi um smartphone que usei por aproximadamente 1 ano e meio e nunca deu pau, NUNCA! O único defeito é que apesar de ótimo, ele deu probleminha na conexão do carregador, mandei consertar, deu ruim de novo e resolvi trocar de celular.

    A parte boa dessa história é que a minha mãe deu o celular quase de graça pra um menino que vinha aqui, e que não tinha condições de comprar um bom celular, ele consertou o danado e tá sendo feliz com ele até hoje. 

    Mas superado esse problema, fui atrás de um smartphone novo, e depois de muita pesquisa, muita mesmo (a gente fica muito indeciso com tantas opções) resolvi optar de novo pela Asus, dessa vez um Zenfone 3, 64 gb de memória interna, configuração top de linha, pois novamente cheguei a conclusão de que a Asus oferece os melhores smartphones pelos preços mais justos, paguei na faixa de 1200 há quase 1 ano atrás.

    Sim, o celular é ótimo, mais que ótimo ele faz de tudo, roda de tudo sem pedir arrego. Porém após uns nove meses de uso, a câmera traseira apresentou um problema, o foco automático parou de funcionar e as fotos ficavam embaçadas. Procurei na internet, fiz de tudo que o povo mandava, até macumba, e nada funcionou. Descobri ainda que esse é um problema recorrente com essa linha de Zenfone 3, muito frequente, sério, é muita gente que teve o problema. E depois de muito pesquisar, descobri que a única solução seria mandar pra assistência técnica, pois muito diziam que o problema era no laser e precisaria substituir a câmera.

    Foi então que eu lembrei que o celular ainda estava na garantia, mas para que a garantia funcionasse eu precisaria da nota fiscal, que por sinal não sabia onde estava ou se ainda existia.

    Foram  uns bons dias procurando a bendita, até que achei a danada dentro de um livro, sorte? Nem tanto.

    Após isso começou a saga de acionar a garantia, entrar em contato com o suporte da Asus, relatar problema, etapas burocráticas, esperar uma resposta, esperar...

    Na primeira tentativa, me responderam uma parada de placa de vídeo, sério Asus, placa de vídeo? Eu estava falando de um Zenfone 3, eu nem citei placa de vídeo, se pudesse postava o email aqui (risos). Pensei que pudesse ter feito algum passo errado, mas minha mente me dizia que tudo estava certo e que provavelmente algum estagiário virado no rivotril e ervas medicinais teria respondido meu email.

    Na segunda tentativa fiz os mesmo procedimentos, e na descrição do problema fui um pouco mal criado, esperei uma semana, e já estava pronto para enviar o celular pra assistência quando a resposta chegou com... uma lista de possíveis soluções para o problema.

    O problema é que eu já havia tentado todas aquelas soluções listadas ali, pois ou eu tinha conseguido na internet ou pelo suporte automático da Asus, sim a Asus tem um suporte automático que ajuda a resolver ou tentar resolver os principais problemas com seus aparelhos, eu achei bem legal, mas como disse nada daquilo funcionou. 

    Na terceira tentativa, fui ainda mais mal criado, e parece que funcionou, liberaram a postagem do aparelho que iria para São Paulo (porém isso eu já sabia), uma pena a assistência ser da Asus ser basicamente em SP, mas enfim, é melhor do que não ter.

    Enviei meu aparelho, e como já imaginava, ele deveria ficar um mês por lá. Como não dava pra ficar sem celular, comprei um alcatel pixi 4 por pouco mais de trezentos reais para quebrar um galho por esse tempo. Aparelhinho modesto, dá pra ligar (óbvio) usar whatsapp e redes sociais, porém mais do que isso não rola, sério passei muita raiva com ele nesse 1 mês, era quase como usar uma tijolo como celular.

    E hoje meus amigos, quase um mês após a partida, meu Zenfone 3 retorna para casa, são e salvo, com problema resolvido, porém sem ter que trocar a câmera (pelo que vi na nf), talvez o problema não fosse tão grave, apenas grave o bastante para os youtubers não conseguirem resolver (risos), e o melhor, nenhum real a mais foi gasto nessa brincadeira. 

    E apesar de todos os transtornos, e de todas as dificuldades pra acionar a garantia, Asus eu te perdoo dessa vez, bjos sua linda.

    Quem sabe a gente volta a se encontrar?

    9
    • Micro picture
      caramatur · 1 mês atrás · 3 pontos

      Que bom que no final deu tudo certo! ^^

  • 2018-12-03 21:22:27 -0200 Thumb picture
    l_perugia fez um check-in em:
    <p>#img#[601613]</p><p>Em média 40 horas de jogo e - Alvanista
    Dragon Quest IV: Chapters of the Chosen

    Plataforma: Nintendo DS
    326 Jogadores
    82 Check-ins

    Em média 40 horas de jogo e finalizado. Pra ser sincero com vocês não me senti muito impressionado, o jogo todo foi bem mais ou menos, não muito interessante mas não tão chato a ponto de ser enjoativo e desencorajar o jogador. 

    Pra começar, uma coisa que já me desagradou muito logo de inicio foi o idioma, não por ser inglês (pois levo o idioma de boa) mas por ser um inglês hora arcaico ao extremo, hora tentando imitar algum sotaque idiota que fodia minha interpretação pra cacete, whatever, não prestei muita atenção no plot mesmo. Primeiro por ser bem fraquinho, segundo porque os personagens não tem o mínimo de carisma, sério, você não se apega a ninguém e o jogo nem possui momentos memoráveis.

    Espero que nem todos jogos da franquia sejam assim.

    Outra coisa que desanima é o level design das dungeons, todas, eu digo TODAS, são muito simples e não oferecem uma dose muito grande de desafio. 

    Os chefes são todos muito fraquinhos e dispensáveis, ninguém te faz frente, Talvez o último chefe - Psaro the Manslayer (e vilão do jogo) faça algum desafio ao jogador, eu mesmo só o matei na terceira tentativa, e foi por falta de upar um pouco. 

    E por falar no vilão, poucas vezes vi um vilão tão idiota e mal trabalhado como Psaro, é sério, o cara é citado algumas vezes no game, na reta final ele faz uma ou duas aparições, você fica um pouquinho por dentro dos planos de dominação dele, vai pra batalha final, o mata, e é isso, você zerou.

    O jogo é bem linear, sério, muito linear, isso chega ser irritativo em um rpg. Desbloqueia um capítulo, um novo personagem, e uma parte limitada do mapa a explorar. Na reta final com a aquisição do navio, e bem no final do balão, você ganha um pouco mais de liberdade, mas linearidade não desaparece. Em apenas um momento fiquei completamente perdido sem saber o que fazer,vaguei muito a esmo pelo mapa do jogo, até enjoar e consultar um detonado. No fim, não sei se foi por falha do jogo ou por desatenção  minha, mas acredito que por falha do jogo, já que o próximo passo a ser tomado não era tão óbvio. 

    O sistema de combate é ok, carta manjada da série, e há uma boa dose de inimigos, magias e equipamentos.

    A trilha sonora achei um pouco insossa, poderia ser melhor, mas o jogo de modo geral não aspira ser grande. 

    E a jogabilidade, apesar de alguns comandos inúteis que insistiram em manter, o jogo até que flui bem.

    É isso, até uma próxima.

    10
    • Micro picture
      manoelnsn · 1 mês atrás · 2 pontos

      Dragon Quest IV é um dos mais fraquinhos da série mesmo. O original veio no final do NES com uma ideia estúpida de deixar os outros personagens da sua party controlados pela IA(a mesma idiotice que Persona 3 repetiu anos depois no PS2), e por mais que o remake de DS tenha corrigido isso, o jogo ainda não tem lá muitas vantagens. Na época era ate interessante esse conceito de várias histórias se interligando no final, mas com um cast com o carisma de uma porta, atualmente isso não tem lá muita graça.

      Da série clássica mesmo só DQ3 e DQ5 que se destacam. O resto é uma coisinha aqui e ali...

    • Micro picture
      filipessoa · 1 mês atrás · 2 pontos

      Parabéns!

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