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  • 2019-01-01 23:55:09 -0200 Thumb picture
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    Top 10 Jogos que joguei em 2018.

    Para entrar nesta lista eu tenho que ter zerado, exceto se for multiplayer, 2018 não foi tão foda como 2017, foi um ano de Vita e PS4, 2019 vou voltar a dar o foco no PS3.

    10 - Jak X (PS4).

    Já tinha zerado o 1,2 e o 3 só me faltava este, combate divertido, bom enredo para a série, cenas icônicas que queiramos desde do 3, desafio, ótimos mapas, Jak X é uma experiência que honra o legado de uma das minhas série favoritas.

    9 - PES 2018(PS4).

    Eu era fera no futebol no PS2, depois fiquei focado no fifa no PS3 e acabei depois abandonando os jogos de futebol, em 2018 decidi voltar com o PES, criar meu time foi o maior fator de ir para o PES invés do Fifa.

    8 - Gravity Rush (Vita).

    Uma protagonista carismáticas, um gameplay diferenciado, um visual belo e músicas de extrema qualidade sonora, isso é Gravity Rush uma das melhores experiências que tive no Vita.

    Ele tem suas falhas em situações de combate e também uma história que é meio pano de fundo com muitos ganchos para continuação e bastante lacunas para interpretação.

    Estou com o 2 no PS4 e irei jogar assim que resolver outras pendências.

    7 - FF XV (PS4)

    Esse jogo é um verdadeiro carrosel de alto e baixos, mas eu joguei todas as suas DLC (até o momento) e Platinei ele me diverti bastante nele e foi o primeiro da série que eu joguei, tirando mais uma grande franquia daquela lista de nunca zerados.

    FFXV precisava de um lançamento mais qualificado, muitos jogos pagam pelo seu lançamento incorreto, as analises não se pautam em mudanças e atualizações gigantes e sim no day one e isso atrapalhou esse jogo bastante na suas reviews, apesar de que em vendas ele foi até bem.

    É um RPG mediano e com problemas, mas que me marcou por esse o primeiro da saga  e por suas DLCs com gratas surpresas.

    6  - DLC Blood and Wine (PS4)

    Wild Hunt é um dos meus jogos favoritos de 2017, mas suas DLC Blood and Wine me marcou ainda mais, fiquei em dúvida de colocar ela na lista, mas como ele tem uma duração, história e novidades fenomenais fica dificil não citar essa bela experiência que tive em Janeiro de 2018.

    Então decidi colocar ele no sexto lugar.

    Quem tem The Witcher 3 e curtiu tem que jogar essa DLC é muito boa mesmo, ambas expansões são excelentes.

    O correto nem é DLC é expansão mesmo pelo grau de adições e qualidade.

    5 - Persona 4 Golden (Vita).

    Uma das maiores surpresas de 2018, RPG de turno, com temáticas meio anime, misturando dungeon Crawler, investigação, simulador de vida e visual novel e mais um monte de coisa.

    Eu nunca tinha jogado  um SMT, tinha um certo preconceito com esse jogo, mas ele calou a minha boca, gostei de todo mundo, exceto a Marie e a Yukiko e o Teddie.

    Uma trilha foda, personagens carismáticos, eventos marcantes, esse jogo me surpreendeu e me faz querer  jogar o 5.

    4 - Nier Automata.

    Esse é outro jogo que eu também achava que não ia gostar, que era puro fã service, porém estava redondamente enganado, sua trilha, gameplay, história me cativaram, seus personagens não me cativaram tanto, porém ao fim de toda  jornada passei a entender mais certas ações dos mesmos.

    3- Spyro the Dragon.

    Fazer a platina e derrotar Gnasty foi bem divertido, relembrei eu jogando no PS1 esta belezura, casa tendo reforma na época, eu lá com meu memory card, avançando pelos mapas, mal entendia inglês, me divertindo, bons tempos me trouxe além de diversão boas lembranças do passado.

    2. 3on3 Freestyle.

    Rapaz ele poderia ser o primeiro, eu adoro este jogo, um free to play, do basquete de trinca de rua, jogo de praticamente todas as posições exceto Small Forward, gosto de jogar tanto de SG quanto de PF.

    Tenho tantas horas nesse jogo que já perdi a conta.

    1. God of War.

    O melhor jogo que joguei este ano, estava com um pé atrás com as mudanças e hoje digo que esse é o melhor GOW que já joguei, é o melhor de tudo ganhei de presente!

    God of War

    Plataforma: Playstation 4
    907 Jogadores
    402 Check-ins

    21
    • Micro picture
      igor_park · 2 meses atrás · 1 ponto

      Amanhã vou tentar postar a lista completa do ano

    • Micro picture
      santz · 2 meses atrás · 1 ponto

      Me tira uma dúvida: Esse novo God of War tem brecha para uma continuação?

      1 resposta
  • kleber7777 Kleber Anderson
    2019-01-02 01:40:06 -0200 Thumb picture
    kleber7777 fez um check-in em:
    <p>#img#[607832]</p><p>Comprei esse jogo em novembr - Alvanista
    Gran Turismo Sport

    Plataforma: Playstation 4
    153 Jogadores
    76 Check-ins

    Comprei esse jogo em novembro. Mas só tinha feito um teste básico. Mas de tanto o @llipefarias ficar fazendo check-in dele, eu finalmente resolvi pegar firme pra jogá-lo.

    Em primeiro lugar tenho que dizer: a abertura do Gran Turismo Sport deveria ser o vídeo padrão usado nas lojas de tecnologia que vendem TVs modernas. Sério, o HDR desse jogo é incrível! Pra quem fica sonhando com os consoles da próxima geração, dá uma olhada nisso aqui primeiro.

    Um detalhe que descobri hoje que melhorou muito minha qualidade de vida com o jogo. Olha essa HUD poluída medonha:

    Tenho certeza que ninguém presta atenção nisso tudo. Nas configurações, dá pra tirar tudo! Agora dá prazer de jogar. :D

    Por mais que o jogo seja na pegada simulador, eu jogo 100% arcade! Fechando e empurrando os adversários pra fora da pista. rs Acho mais divertido assim. Que bom que Gran Turismo Sport te permite escolher como jogar.

    Outra coisa legal foi testar o modo VR do jogo. Mesmo com apenas corridas simples 1x1, ele consegue colocar no chinelo o Driveclub VR. Nada de gráfico borrado e enjoo. Aqui é bem divertido dirigir dentro da cabine.

    Por fim, outra coisa bacana que reparei. Vencendo x partidas diárias, o jogo te dá um carro novo. E que linda animação desse "lootbox"! Adorei. É um incentivo a mais pra retornar ao jogo.

    E é isso por enquanto.

    8
    • Micro picture
      llipefarias · 2 meses atrás · 2 pontos

      Haha. Aí sim! O vírus do Gran Turismo pegou mais um hehe. A única coisa que não gostei foi o foco ser maior nas corridas online agora e também o fato de eu nunca conseguir ficar na frente deles, mesmo tirando todos os auxílios e estando com o mesmo carro (no caso das corridas de marca). Juro que não sei o que é mas parece feitiçaria.

      2 respostas
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-01 02:06:54 -0200 Thumb picture
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    Feliz Ano Novo! Meus Top 10 jogos de 2018!!

    Feliz Ano Novo à todos os membros do Alvanista! Esse ano não foi fácil (pelo menos não pra mim) mas terminou bem melhor do que começou e 2019 eu já tenho altos planos maneiros, mas enfim...

    O total de jogos terminados pela primeira vez esse ano foi de 65, uma diferença grande em relação aos anos anteriores, que lembro ter chegado a 108, 111.

    Bom, desde 2016 ou por aí eu faço uma retrospectiva sobre os meus 10 melhores títulos do ano e aqui está ela novamente (apenas jogos zerados, senão Fortnite estaria aqui, com certeza). Só lembrando que são os melhores que joguei no ano, e não necessariamente jogos lançados em 2018. Como o Alva só permite 10 imagens por postagem, fiz a lista completa com os logos e postei no link abaixo, caso alguém queira dar uma olhada (espero que o link funcione, e sei que deve ser funcional por apenas alguns dias):

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    https://bit.ly/2F1rkLn

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    10 - Titan Souls

    Um jogo indie em que você controla uma personagem minúscula num mundo bem grande. Sua meta é destruir importantes inimigos bem ao estilo de Shadow of the Colossus, mas 2D. Sua arma? Um arco com apenas UMA flecha. Mas lembre-se: os chefes morrem com apenas um hit, assim como você. Descobrir fraquezas, aprender padrões e exercitar a sua paciência e mira nunca foram tão interessantes e divertidos!

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    09 - Bloodstained: Curse of the Moon

    A mente por trás de Castlevania iniciou um kickstarter para a criação de um jogo chamado Bloodstained: Ritual of the Night, um título que promete trazer de volta o espírito dos clássicos vampirescos de PS1, GBA e DS. No meio tempo, a equipe soltou Curse of the Moon para diversas plataformas, mas diferente do jogo principal, CotM segue a lógica das primeiras aventuras de Simon Belmont no NES, sendo um platformer por fases e sprites 8-bit. Por mais que eu ame o gênero metroidvania, CotM é um jogo incrível, de ótimos controles e trabalho visual, vários personagens, segredos e dificuldades. Se você curtiu Shovel Knight, vai adorar esse também!

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    08 - Dragon Ball FighterZ

    Pensa num jogo que nos impressionou nas primeiras propagandas. Parecia um sonho ver um jogo tão bonito e frenético existir. Garanti na pré-venda no PS4 e não faltaram jogatinas nessa época. Dragon Ball FighterZ tem uma fluidez de primeira, animações melhoradas do que começou nos últimos Guilty Gear e (quase) todos os personagens que precisamos, além de um modo campanha, multiplayer local e online, personagens desbloqueáveis e outros cosméticos. Acima de tudo, o gameplay é simples para qualquer um jogar e complexo pra quem busca partidas mais profissionais e rankeadas.

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    07 - Doom

    O clássico da idSoftware voltou com tudo: gameplay rápido, uma grande variedade de armas e monstros e como finalizá-los. Doom tem cenários imersivos, uma trilha sonora muto boa, muito sangue e nada de HP que se regenera nem ficar escondidinho atrás de muretinha, resultando num nível mais avançado de dificuldade mesmo no normal quando comparado com os Call of Duty da vida e suas cinemáticas. Há ainda um modo multiplayer online bem veloz como os Quake e Unreal Tournaments. Jogaço que muito me surpreendeu!

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    06 - Super Ghouls 'N Ghosts

    Difícil escolher entre esse e Ghosts 'N Goblins do NES. A resposta da Capcom à série Castlevania trouxe Arthur e um jogo mais feliz ao mundo, mas com um bom teor de dificuldade e sem injustiças ou mortes baratas. O gameplay é fácil e um pouco de replay te torna rapidamente um profissional e você percebe que nem tem nada muito difícil aqui. Não tem como não amar a trilha sonora, os personagens, o level design e a fluidez da rápida aventura. Eu finalmente entendi porque o Arthur está em todo canto!

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    05 - Destiny 2

    Joguei Destiny no PS3 há alguns anos e gostei bastante. No caso do 2, peguei logo que comprei meu PS4 e uns amigos pegaram a minha onda. Resultado? O jogo é bom, mas a experiência com amigos é sensacional! Basicamente a gente começava a jogar 10, 11 horas da manhã e ia dormir depois das 4 da madrugada e isso me obrigando a ir deitar pra conseguir jogar sem problema no dia seguinte. Exploramos, conseguimos equipamentos novos e mais fortes, decoramos cada planeta até as duas primeiras DLCs, ajudamos pessoas, fizemos missões diárias e por aí vai. Um shooter espacial estilo Halo com elementos de RPG e cenários de tirar o fôlego? Deu muito certo pra mim (planejo voltar assim que pararem com a mongolice de conteúdo pago e caro).

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    04 - Enter the Gungeon

    Comprei esse jogo por sua fama e garanto: ela faz todo o sentido! Esse é um daqueles roguelike em que se você morrer, "perde tudo". Entre aspas porque você continua avançando no progresso geral do jogo, conseguindo mais dinheiro e desbloqueando vários equipamentos e melhorias, além das lojas do hub principal, e cada vez indo mais longe dentro da masmorra. São vários personagens com especialidades diferentes, MUUUUUITAS armas com efeitos totalmente originais e mil motivos pra já voltar a jogar mesmo depois de morrer, de uma forma que nenhum outro jogo fez comigo. Amei tanto o jogo que estava jogando com um amigo no PS4 dele, comprei pra jogar sozinho no meu e ainda comprei no Switch. Eu fiquei umas boas semanas obcecado por esse jogo e ainda fico de cara o quanto o replay dele é gigante e seu preço costuma estar tão barato. Visuais incríveis de pixelart e a melhor definição de custo-benefício já criada. Se tem um jogo que levaria pra ilha deserta, seria esse.

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    03 - Monster Hunter World

    Quem reclamou de Monster Hunter World, merece uns tapas na cara. Eu joguei Freedom Unite, 3, 4 e um pouco do Generations e vou te dizer, esse é por vários motivos o melhor da série, apesar do fator portabilidade ser um grande atrativo. MH World se inicia como nenhum outro começa: com missões simples e explicativas e apesar de ainda ter bastante texto, há muito do fator visual para explicar e facilitar mecânicas que eram mais toscas. E falando em visual, o realismo do jogo é incrível e a imersão é sem igual. Com o poder da nova geração, os cenários tem muitas áreas e atalhos e caminhos alternativos entre elas. As batalhas continuam ferozes, e quanto mais perto do final, mais você vai querer farmar uns materiais e construir uma armadura melhor ou tentar juntar jogadores pra te ajudar nas caças. Os inimigos tomaram dimensões incríveis também. Rezo pro Switch receber um próximo MH nesses moldes.

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    02 - God of War

    MH World era o meu jogo predileto do PS4 até jogar God of War recentemente. E embora o primeiro seja mais completo e  com mais replay, GOW traz uma experiência completamente superior ao que eu esperava de uma aventura de Kratos. O jogo começa meio parado mas vai evoluindo e evoluindo e logo você se apaixona. Sério, eu nunca pensei que gostaria tanto de um God of War, mas a série se tornou algo incrível com esse jogo e definitivamente mereceu o GOTY 2018. A narrativa é muito boa, a imersão é gigante e os cenários... WOW.

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    01 - Xenoblade Chronicles 2

    Amo essa série e não esperava menos de um jogo da Monolith. XC2 é um RPG de combate em tempo real que começou com um bocado de tutorial (muitos eu ignorei e aprendi na raça) e logo te projeta em um mundo verde e vivo, cheio de monstros e lugares detalhadamente diferentes uns dos outros. Como se cada árvore fosse colocada de uma forma cuidadosa em seu mundo. Quando você acha que já viu o mapa todo, outro se abre, e outro e outro e outro, cada um com suas características, temáticas, biomas, trilha sonora próprios. O jogo ainda conta com um sistema de Blades, algo como pokémons, mas numa escala menor e um enredo de qualidade ímpar, que ainda se sobressai quando você conecta ao primeiro jogo, do Wii. Quando você junta todas as possibilidades e teorias ao Chronicles X, do Wii U, os mindblows vão ainda mais além e logo se percebe que estamos lidando com potencialmente uma das séries mais bem trabalhadas já criadas. 

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    Menções honrosas de jogos bons: Ninja Gaiden, Walking Dead Season 2, Me & My Katamari, 1001 Spikes, Lovers in a Dangerous Spacetime, entre outros.

    Piores jogos do ano: 99Vidas, Steamworld Tower Defense, Mighty Morphin Power Rangers: Mega Battle, Kitten Squad, entre outros.

    Maiores decepções de 2018: Undertale, I Am Setsuna, Dragon Quest VII.

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    2019 está aí e eu já estou com umas pendências de jogos que iniciei por qualquer motivo e jogos que peguei emprestado de PS4, PS3 e até PS2. Boa sorte a todos no ano que já chegou!

    26
  • kleber7777 Kleber Anderson
    2018-12-31 14:25:48 -0200 Thumb picture

    Meus jogos de 2018

    Depois de ter feito minha de lista de top 5 jogos do ano só faltava fechar minha lista geral de tudo o que joguei. Não tenho o que reclamar, foi um ótimo ano. Foram 32 títulos concluídos. Só 2 jogos a menos que o ano passado.

    Mas a qualidade foi muito boa. Além disso, consegui deixar registrado tudo aqui no Alva.

    Feliz ano novo a todos. E que 2019 seja melhor ainda.

    1- Nier Automata (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3584580

    2 - Batman: The Telltale Series (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3585268

    3 - Lords of the Fallen (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3592884

    4 - Bloodborne (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/359772

    5 - Statik (PSVR) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3598141-sta...

    6 - New Star Futebol (Android)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3602434

    7 - Tales From The Borderland (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3605526

    8 - Dying Reborn (PS4, PS Vita e PSVR)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3606308

    9 - Life is Strange (PS4)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3608689

    10 - Skullgirls 2nd Encore (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3618724

    11 - Monster Hunter World (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3626223

    12 - Dark Souls 1 (PC) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3627364

    13 - Doom (PS4)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3629982

    14 - The Crew (PS4)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3640036

    15 - Table Top Racing (PS4)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3642837

    16 - Persona 5 (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3648596

    17 - Dark Souls 3 (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3649332

    18 - The Awesome Adventures of Captain Spirit (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3650481

    19 - Thumper (PSVR)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3653771

    20 - Absolver (PS4)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3653895

    21 - Nioh Expansões (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3658950

    22 - Guardians of the Galaxy - the Telltale Series (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3659468

    23 - Life is Strange Before Storm (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3661648

    24 - Death's Gambit (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3663131

    25 - Dead Cells (PS4)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3677430

    26 - Battlefield 1 (PS4)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3678720

    27 - The Walking Dead: segunda temporada (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3680205

    28 - Simulacra (Android)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3683248

    29 - Rime (PS4)  http://alvanista.com/kleber7777/posts/3684490

    30 - The Quiet Man (Twitch) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3686457

    31 - Super Mario Galaxy (Wii U) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3651032

    32 - Red Dead Redemption 2 (PS4) http://alvanista.com/kleber7777/posts/3694680

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    • Micro picture
      msvalle · 2 meses atrás · 2 pontos

      Parabéns pelas finalizações e um Feliz Ano Novo!

      1 resposta
    • Micro picture
      natnitro · 2 meses atrás · 2 pontos

      Bela lista!!! E um super 2019 pra você também!!! \o/

    • Micro picture
      lanzitto · 2 meses atrás · 1 ponto

      32 finalizações está muito bom, parabéns.

      1 resposta
  • kleber7777 Kleber Anderson
    2018-12-31 13:54:37 -0200 Thumb picture
    kleber7777 fez um check-in em:
    <p>#img#[607383]</p><p><strong>Finalizado!</strong> - Alvanista
    Red Dead Redemption 2

    Plataforma: Playstation 4
    455 Jogadores
    173 Check-ins

    Finalizado!

    Existe uma certeza em se tratando de jogos da Rockstar: você será surpreendido! A cada novo título lançado, o mundo que eles criam sempre ficam mais ricos e impressionantes. Por mais que você possa não gostar de algum elemento de gameplay ou história, não tem como não ficar de queixo caído quanto a beleza dos detalhes que eles adicionaram nesse jogo. E nisso está a maior pérola de Red Dead Redemption 2.

    Eu adorei a jornada de Arthur Morgan. Bem mais do que a do John Marston no primeiro. O protagonista aqui é bem mais complexo. Aliado ao fato que temos bem mais personagens secundários (muito bem escritos), temos uma jornada incrível desse grupo, e uma evolução de cada personagem. Detalhes simples que deram peso incrível nas minhas decisões.

    Jogar Red Dead Redemption 2 é uma experiência única. Onde você coloca na balança de um lado as frustrações (ex: a lentidão onde tudo ocorre) e de outro a beleza de estar jogando uma obra de arte. É uma jornada longa (pra mim, um pouco além do que deveria), mas que, no geral, valem cada centavo investido.

    Ainda devo voltar pra testar o online e explorar livremente o cenário. Com certeza, deixei muita coisa pra trás.

    11
  • kleber7777 Kleber Anderson
    2018-12-27 14:56:42 -0200 Thumb picture

    Meu top 5 do ano

    Chegou aquela hora do ano que dou uma olhada na lista de todos os jogos do ano que terminei e tento selecionar os 5 melhores. Quase sempre, o mais complicado não é decidir o que entra, mas o que ficará de fora da lista. Desculpa Nier Automata.

    Joguei muita coisa boa (devo fechar o ano com 30 jogos). Mas vou focar no que me marcou mais. Prontos? Vamos lá.

    5) Doom

    O gênero FPS está longe dos meus favoritos. Tanto que esse ano comecei alguns títulos e não terminei (Destiny 2 e Titanfall 2, por exemplo). Mas esse jogo aqui é diferente. Doom é muito gostoso de jogar! A fluidez da jogabilidade, o level design e as execuções gloriosas tornaram minha experiência muito prazerosa. Isso sem falar naqueles chefes à lá Dark Souls. Um jogão que ainda quero revisitar em dificuldades maiores.

    Minha análise


    4) Tales From The Borderland

    Esse jogo foi minha porta de entrada na franquia Borderland. E eu fiquei muito surpreso! Primeiro porque é um dos melhores jogos da Telltale (junto a primeira temporada de The Walking Dead). Segundo porque eu nunca tinha visto esse nível de humor em outros títulos dessa desenvolvedora. Adorei cada minuto. Dei gargalhadas genuínas com suas piadas. Ótimo texto e personagens.

    Minha análise

    3) Life is Strange

    Nesse ano tive o prazer de jogar o jogo original, o Before Storm e o The Awesome Adventures of Captain Spirit. Vou juntar todos eles nessa terceira posição. Minha imersão foi absurda! Lendo todos os textos do diário, interagindo com todos os personagens que encontrava e sofrendo com cada escolha feita. Além disso, a trilha sonora continua firme e forte no meu Spotify. Essa franquia foi fácil a que mais me surpreendeu esse ano. Meu carinho por ela é enorme. PS: ansioso para jogar o 2.

    Minha análise

    2) Red Dead Redemption 2

    Geralmente só coloco jogos que já finalizei na lista mas vou abrir uma exceção. Não é possível que ele tenha final! Já tenho caralhadas de horas jogadas e nada de chegar no fim. Mas tudo bem: estou me divertindo horrores nesse universo incrível que a Rockstar fez. Dos personagens muito bem escritos, aos encontros aleatórios, aos detalhes absurdos de animação até a riqueza dos cenários. É uma verdadeira obra-prima com um polimento absurdo. Mesmo com certos problemas de ritmo, o jogo ficará na minha mente por muito tempo como uma amostra do que a mídia pode fazer.

    1) Persona 5

    Enquanto estava preparando essa lista, fiquei um bom tempo pensando em qual seria o primeiro lugar. Afinal, são jogos com orçamentos e propostas bem diferentes. Somando todos os pós e contras, ainda acho que Persona 5 foi uma experiência mais impactante pra mim. Primeiro porque das duas gangues de ladrões, minha imersão é muito maior aqui. O foco social de persona é absurdo. Eles se tornam mesmo seus amigos.

    Além disso, as batalhas são super divertidas e temos muita atividades pra fazer (em "pouquíssimo" tempo). Isso sem falar da trilha-sonora maravilhosa!

    Mesmo não tendo sido tão impactante quanto o Persona 4, eu adorei esse jogo. Por esses personagens, eu até compraria um título de dança. rs

    Minha análise

    E é isso. Que no próximo ano eu tenha ainda mais dificuldade em definir a lista. :D

    13
    • Micro picture
      filipessoa · 2 meses atrás · 2 pontos

      Ótima lista @kleber7777! Hahaha eu compartilho de seu amor por Life is Strange e, lendo o que você escreveu, fico imaginando como que alguém em santa consciência rusha esse jogo sem ler nada só pra pegar troféu... não sabem o que estão perdendo =P Sobre o primeiro colocado, eu tinha quase certeza que o da segunda posição era o que ficaria no topo, mas aí tinha o fator Persona kkk Junto com Doom e TftB eu posso te garantir que esse seu ano de games foi bem rico e que venha 2019 com mais surpresas!

      1 resposta
    • Micro picture
      raiden · 2 meses atrás · 2 pontos

      Esse Doom é surreal de foda em todos os aspectos!! Mas termine a campanha de Titanfall 2 que irá se surpreender. E Persona 5 é realmente espetacular.

      1 resposta
    • Micro picture
      lanzitto · 2 meses atrás · 2 pontos

      Persona é só amor :3

      1 resposta
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-12-22 01:14:53 -0200 Thumb picture
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    Registro de finalizações: Doom

    Zerado dia 21/12/18

    Eita recesso de fim de ano! 20 dias pra descansar, por as ideias em dia, esquecer os problemas e jogar videogame. Época de festas, presentes, jogatinas marcadas e muita curtição. Bem que isso poderia durar pelo menos um mês!

    Sem Dragon Quest VII pra me atrasar, fui dar uma olhada na lista de pendências e acabei percebendo que iniciei alguns jogos nesses últimos tempos. Dei uma olhada em cada plataforma e me surpreendi: juntando jogos que joguei por um bom tempo (single e multiplayer), outros que iniciei a muito tempo e outros que tenho que devolver e afins, a lista resultou em cerca de 15 títulos! PQP!

    O jogo da vez foi Doom, no Switch.

    Eu tenho esse jogo há um bom tempo. Um amigo comprou e nem jogou e me passou por um bom valor. Joguei duas fases e enrolei bastante pra pagá-lo, então resolvi não continuar até pagar a dívida. Meses depois, aqui estou eu, finalmente podendo dar o meu veredito.

    Quem lembra de quando Doom (2016) foi anunciado? Foi uma grande surpresa pra mim ver um jogo tão sangrento, de matar monstros e explorar cenários hoje em dia, numa época em que a moda dos FPS é patriotismo americano, correr, se esconder, esperar o HP se regenerar, recarregar.

    Ver a id Software de volta de verdade e a todo gás é algo que merece ao menos a sua atenção. Além disso, as convenções da Bethesda lá pra 2015/6 focavam tanto nesse jogo, que ele só foi crescendo em mim.

    Meus contatos com jogos em que personagens andam a 70km/h se resumem a Doom, Doom 64, Hexen e Unreal Tournament (2004?) e eu nem era muito fã. Apesar de me prender bastante na TV, esses jogos me davam um motion sickness infeliz, que eu acreditava ser por conta do gore deles. Hoje em dia, tá tudo na lista pra ser terminado, e acabei começando logo pelo mais recente.

    Doom é um FPS diferente dos moldes atuais do gênero. O jogo te joga na fase e manda você chegar a certo lugar, mas sem pegar na sua mão (tem um mapa, mas não usei, e há uma marcação na tela, mas sem especificar a rota). Ao invés da linearidade cada vez mais comum em jogos atuais, esse jogo te dá uma liberdade de ir e vir e explorar bem louca e te recompensa com upgrades de armas, vida, escudo etc por encontrar as coisas.

    É tanta coisa em cada nível e você só vai saber disso quando terminar a fase e ver o que pegou e o que faltou. Muita coisa!

    Mas a essência Doom está na adrenalina de fazer tudo com muita velocidade e matar mil demônios diferentes com muitas armas e explosão num frenesi doido. Que satisfação! Aprenda a movimentação de cada tipo de inimigo e qual arma você achar melhor para eles.

    Enquanto você está tentando matar aquele monte de monstro, se atente a sua vida. Ela não se regenera! A munição acaba bem rápido também e uns capetões demoram pra morrer.

    É aí que entra a importância de explorar e fazer upgrades. Quanto mais fraco, mais difícil a aventura é e mesmo no normal e bem equipado, o desafio é bem grande, como deve ser. Satisfatório!

    Esse jogo introduz a mecânica chamada Glory Kill em que um inimigo brilha quanto está muito perto da morte e ao apertar o analógico próximo a eles, seu personagem defere uma espécie de Fatality do Mortal Kombat.

    Esses Glory Kill varias de demônio para demônio e de como você os aborda: por trás, pela frente, por cima...

    No meio da bagunça dos cenários, é comum focar nos Glory Kills para ganhar um pouco de vida para seu personagem.

    Pois é, Doom se resume bastante a arenas com spawn de inimigos, muitos tiros e sobrevivência, e andar pelos cenários em busca de onde usar aquele keycard ou que porta abriu depois que ativamos um mecanismo.

    Resumindo: Doom é um jogão de primeira, com muita imersão, inimigos super legais e diferentes, um nível de desafio bom e adrenalina. Algo como eu esperava que Duke Nukem Forever fosse.

    De bom: o jogo é lindo, mesmo no Switch e no modo portátil. Não ficou devendo nada. Jogabilidade veloz e alucinante. Grande quantidade de armas e liberdade. Tantos coletáveis e upgrades que farão você voltar em muitas das 13 fases em busca do que faltou. Modo online similar aos jogos da época, de deixar jogos mais populares, como Destiny 2, no chinelo. O jogo nunca apela para humor ou personagem fodão para parecer legal.

    De ruim: não existe mira de scope, o que faz sentido quando lembramos que é para ser como um jogo da época, mas é esquisito quando estamos acostumados a mirar com o gatilho da esquerda. Senti falta de mais chefes. Último chefe deixou a desejar depois de um jogaço desses. Fiquei em dúvida se minhas 10 horas de campanha foram curtas ou a quantidade necessária pra não ficar ruim.

    No geral, Doom (2016, 2017 no Switch) é sensacional. Uma experiência divertida e completa, muito além do que eu imaginava. Mais uma mistura da série com Metroid Prime e a essência diabólica do Diablo 2 do que o Halo que eu esperava. Recomendo demais, sobretudo se você jogou Quake e mesmo os Doom da época, aí é obrigatório!

    Doom

    Plataforma: Nintendo Switch
    42 Jogadores
    15 Check-ins

    27
    • Micro picture
      filipessoa · 2 meses atrás · 2 pontos

      Parabéns! Você descreveu perfeitamente bem o que é Doom, tem que matar mil demônios na tela e os pirocoptero e talz rsrs

      2 respostas
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      kleber7777 · 2 meses atrás · 2 pontos

      Um jogão mesmo. Como você bem descreveu.
      Quanto a duração, eu fico com a opinião de que ele tem o tempo ideal. E para quem ficou com necessidade de mais, existe um fator de replay bem alto. Além do modo de criação de mapa.
      Fiquei curioso: qual botão no Switch que executa o Glory Kill? No PS4 é o R3. E é perfeito para as execuções.

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      manoelnsn · 2 meses atrás · 2 pontos

      Esse eu quero jogar, mas vou pegar a versão PC, bem mais barata

      1 resposta
  • kleber7777 Kleber Anderson
    2018-12-20 22:32:17 -0200 Thumb picture
    kleber7777 fez um check-in em:
    <p>Ei, vou te falar: estou ficando foda nesse jogo! - Alvanista
    Let It Die

    Plataforma: Playstation 4
    166 Jogadores
    57 Check-ins

    Ei, vou te falar: estou ficando foda nesse jogo! :)

    Pela primeira vez consegui chegar no andar 100 sem morrer nenhuma vez. Sério, deu mó orgulho. :D

    Mas na sequência o jogo me colocou numa gaiola pra enfrentar o chefe mais difícil do jogo: o Taro. Aí não teve jeito. De volta a base. :S

    Um dia ainda chego no andar mais alto: 300 (pelo menos é o que a comunidade especula, ainda ninguém no mundo chegou lá).

    De quebra, uma amostra no meu novo machete que parece que saiu do universo do George Lucas. rs

    14
  • miss_dani Dani Patiné
    2018-12-18 10:27:38 -0200 Thumb picture
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    Desafio: Os 5 Melhores Games de 2018, segundo eu mesma!

    Fui marcada pelo @gusgeek para fazer esse @desafio dos 5 melhores games que joguei esse ano e confesso que foi um pouquinho complicado para escolher, mas bora lá =)

    5) Yonder: The Cloud Catcher Chronicles

    Esse jogo consiste apenas em coletar materiais, explorar novas localidades e conversar com os habitantes que estão sempre necessitando de algo, além de fazer amizade com uns bichos fofinhos que aparecem pelo caminho, ou seja, é um baita de um game simples e calmo. Porém, esse joguinho transmite uma paz e ternura tão grande, que ficou guardado no meu <3 e por isso merece aqui o meu 5°lugar...

    4) Dying Light

    Esse foi um dos games que mais joguei em 2018 (tanto que joguei uma vez sozinha e outra coop, com um colega) e tive vários momentos de diversão e tensão, "parkourando", fugindo ou tentando matar de todos os jeitos possíveis os zumbis doidões desse game...

    3) Tomb Raider 

    Esse Tomb Raider que conta como a jovem e sofrida Lara (pois vamos combinar, como sofre essa mulher nesse game) se torna a grande e destemida aventureira que conhecemos, foi uma grata surpresa para mim. Lembro de ter jogado a primeira vez logo em seu lançamento e de não ter me interessado tanto, mas ao jogar pela segunda vez, no meu PS3 meio capengando, pude apreciar muito a história e as enormes batalhas que a Lara precisou enfrentar para sobreviver e salvar seus amigos! Doidinha para jogar os próximos games...

    2) The Witcher 3 - Blood and Wine

    A expansão que fecha a história do Geraldão não podia ficar de fora dessa lista, pois não só trouxe uma história principal intrigante, quanto missões secundárias sensacionais, num mix de diversão e mistério...

    1) The Witcher 3 - Hearts of Stone

     Você pode estar se perguntando: "Ué... Hearts of Stone melhor que Blood and Wine?" e nesse caso tenho de responder o motivo, não é mesmo? No geral, achei as duas expansões igualmente sensacionais e praticamente obrigatórias pra quem jogou o game do bruxão. O que me fez escolher Hearts of Stone em primeiro lugar foi a cena em que "Geralt" dança com Shani em uma das missões mais divertidas, belas e engraçadas que já joguei na vida! Parabéns CD Projekt pela criatividade, kkk...

    Bom, então é isso pessoal... gostaria de convidar todos que ainda não fizeram esse desafio a fazer, pois foi bem bacana para relembrar o que joguei durante esse ano! =)

    53
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      kleber7777 · 2 meses atrás · 3 pontos

      As missões de The Witcher são memoraveis. Entendo bem os dois primeiros da sua lista. Muito bom!

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      diegolvf · 2 meses atrás · 2 pontos

      Boas escolhas o 5º. lugar eu não conhecia, o visual parece com Zelda. Esse jogo é pra nintendo?

      1 resposta
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      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 2 pontos

      Ô meu deuzo...que simpático esse YONDER.
      Em contrapartida, como também não amar zumbis?

      1 resposta
  • vianna Rafael Vianna
    2018-12-17 16:35:54 -0200 Thumb picture
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    Top 10 jogos que joguei em 2018!

    A essa altura do campeonato resolvi montar o top 10 jogos que eu joguei e que não necessariamente foram lançados esse ano.

    Foi um ano MUITO produtivo no sentido de jogatinas, consegui equilibrar minha rotina pra encaixar o que, possivelmente, tenha sido o ano com mais tempo em horas jogadas depois dos meus 14 anos.

    Obviamente que isso influenciou negativamente outras metas a serem atingidas esse ano (principalmente a de perder peso e voltar a ficar em forma). Mas agora esse vai ser um problema pro ano que vem, e pro Rafael do futuro resolver.

    Sem mais delongas, vamos ao ranking!

    10° Lugar - Magic The Gatering Arena (PC)

    Estava muito receoso para jogar Arena devido ao histórico de fracassos homéricos da Wizards of the Coast de trazer o jogo físico que eu tanto gosto para o digital.

    Mas graças a Urza parece que todos os erros do passado lá ficaram! O jogo tem evoluído bem e apresenta uma jogabilidade muito amistosa já em fase beta. 

    Que dê tudo certo para o lançamento oficial e que eu possa jogar Magic online de um jeito divertido e dinâmico como ele vem se apresentando!

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    9° Lugar - Wand Wars (PS4)

    Tenho uma queda particular por multiplayers locais. Pra mim, muito da essência do vídeo game está na diversão em grupo, que minha nostálgica infância me trás a tona. Wand Wars preenche - e muito bem - essa lacuna! 

    O jogo é rápido, dinâmico e divertido. A jogabilidade é simples e ao mesmo tempo exige muita agilidade de raciocínio. Foi uma grata surpresa descoberta através de indicações do pessoal aqui do alvanista!

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    8° Lugar - Towerfall Ascension (PC)

    Ainda dentro dos multiplayers locais, Towerfall entrega tudo o que Wand Wars proporciona e mais um pouco. Arrisco dizer que esse seja um dos melhores jogos com multiplayer local já feitos. 

    Além de tudo, temos a expansão Dark World, que apresenta desafios cooperativos EXCELENTES, dando ainda mais opções de diversão para se jogar em grupo.

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    7° Lugar - Pokémon Let's Go Pikachu! (Switch)

    Let's Go ofereceu um sonho de infância concretizado. Poder caminhar no mapa de Kanto observando os pokémons soltos é muito legal! 

    O fim da aleatoriedade dos encontros ainda causa estranheza para  alguns, o fator de dificuldade foi jogado pro espaço com a facilidade das capturas por xp, mas mesmo com os defeitos de uma linha entrante alternativa da franquia, o jogo me ofereceu horas de pura diversão!

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    6° Lugar - Detroit: Become Human (PS4)

    O filme interativo/jogo mais inovador e intenso que eu já joguei. A temática, apesar de futurista, é muito palpável, e conseguimos sentir os dilemas da sociedade apresentada na nossa pele. 

    As definições do que é humano e do quanto a inteligência artificial pode superar os nossos níveis em empatia, bondade e luta, tudo isso é jogado com força na nossa cara, sendo uma pedrada no senso comum que nos é pré estabelecido.

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    5° Lugar - Ni No Kuni II: Revenant Kingdom (PS4)

    Esse fiz uma crítica que você pode ler clicando AQUI.  Adiantando o assunto, ele entrega uma das melhores jogabilidades de combate de RPG de ação que eu já experimentei.

    Em questão de enredo, ele está abaixo do primogênito, na minha concepção, mas ainda assim oferece uma história emocionante.

    Mas o que pega mesmo aqui aqui são os gráficos do estúdio Ghibli, a estética é maravilhosa e você se sente imerso em uma de suas animações. Uma experiência incrível!

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     4° Lugar - Octopath Traveler (Switch)

    Ah, Square... a quanto tempo você não me oferecia algo dessa magnitude pra ser apreciada! Pixel art no conceito mais arte possível! Cenários contra-postos em planos, com trabalhos de luz incríveis e uma trilha sonora esplendorosa, trazem uma estética nostálgica e moderna ao mesmo tempo. Como conceito de RPG, uma experiência livre de uma infinidade de possibilidades de formação de equipe. Desafios extras que demandam estratégias bem elaboradas, apesar de uma linha de mainquest simplista e relativamente rápida de ser possível de completar. 

     Um colírio para os olhos dos amantes dos RPG's da década de 90.

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    3° Lugar - Darkest Dungeon (PS4)

    O horror, a ruína, a insanidade e os pecados da humanidade estão presentes nessa narrativa Lovecraftiana de estética cartunesca gótica.
    O terror cósmico em sua pureza nesse RPG complexo e de alta tensão, onde qualquer erro pode por em risco a sua expedição. 

    Darkest Dungeon entrega uma experiência de desafio com nervos a flor da pele, sendo um dos melhores RPG's que já experimentei.  

    Leva o terceiro lugar do ranking do ano, um cantinho especial no meu coração de jogador, e também no meu quarto (já que fiz um quadro com uma arte de DD)!

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    2° Lugar - Celeste (PS4)

    Celeste é incrível! Desafiador, inteligente, bem humorado, com uma carga emocional que te faz criar uma empatia pela personagem.

    Te oferece uma jornada em busca de auto-conhecimento com uma demanda de destreza escalonar do jogador. Ao mesmo tempo que a protagonista Madeline vai evoluindo como pessoa, nós temos que evoluir como jogadores, ou então não passamos dos percalços da montanha. 

    O carinho nos detalhes desse jogo nos faz criar um vínculo com ele. E esse vínculo nos mantem no desafio de terminar a jornada!

    Medalha de prata com muitos méritos! 

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    1° Lugar - Super Mario Odyssey (Switch)

    E não tinha como ser diferente! Super Mario Odyssey é GENIAL.

    A jogabilidade é insanamente polida. A estética é incrível e a trilha sonora é magnífica. QUE JOGO!

    Quando você acha que a franquia não tem mais nada a oferecer, vem isso aqui e ESMAGA essa ideia oferecendo um dos melhores jogos (se não o melhor) jogo de plataforma que já joguei na vida.

    É um daqueles jogos que dão um passo a frente, que sobem o sarrafo da expectativa, e que desafiam a próxima geração. E, pra mim, ainda mais do que Breath of the Wild, um motivo e tanto para que você vá atrás de um Switch o mais rápido possível!

    Medalha de ouro com aplausos de pé para Odyssey e o Seu Mário!

    .........................

    Também gostaria de deixar algumas menções honrosas a outros títulos que me agradaram muito de serem jogados esse ano!

    - Pokémon Ultra Moon
    - Rime
    - Bastion
    - Fat Princess Adventures
    - The Division
    - Hand of the Gods
    - Overcooked
    - HUE
    - Helldivers
    Shantae and the Pirate's Curse

    Lembrando que Shadow of the Colossus, Monster Hunter World, Xenoblade Chronicles, Ultimate Smash Bros e Red Dead Redemption não entraram na disputa devido a ter jogado muito pouco ainda para avaliar. 

    Super Mario Odyssey

    Plataforma: Nintendo Switch
    537 Jogadores
    164 Check-ins

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