kiingz

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  • 2019-02-17 22:11:35 -0300 Thumb picture

    (Dia 5) - Desafio de 30 dias sobre video games

    5_Personagem de jogo que você mais se parece (ou gostaria de parecer)

    Eu sou parecido com o Shingo Yabuki e estou tentando parecer mais com o Kyo Kusanagi kkkkkkk

    The King of Fighters 2002

    Plataforma: Playstation 2
    632 Jogadores
    7 Check-ins

    5
  • 2019-02-16 21:50:06 -0200 Thumb picture

    (Dia 4) - Desafio de 30 dias sobre video games

    4_Jogo ruim, mas que você admite gostar

    Modo arcade pobre, minigames enjoativos e extras sem graça

    Mas o modo Konquest(A Campanha) é o que salva esse jogo da perdição, muito por aprofundar o universo de Mortal Kombat com um enredo interessante + o papel da exploração dos mundos, ambientes incríveis acompanhado de uma OST bem selecionada, Shujinko o protagonista também é bastante carismático(Zerei 3 vezes). 

    Mortal Kombat: Deception

    Plataforma: Playstation 2
    1481 Jogadores
    5 Check-ins

    5
    • Micro picture
      onai_onai · 7 horas atrás · 1 ponto

      O nome do jogo já dá uma pista. Hehe...

  • 2019-02-15 12:01:45 -0200 Thumb picture

    (Dia 3) - Desafio de 30 dias sobre video games

    3_Um jogo superestimado 

    Uma temática interessante, um excelente final e só. O resumo do que é bom em Life is Strange pra mim.

    Life Is Strange

    Plataforma: Playstation 4
    883 Jogadores
    289 Check-ins

    6
  • 2019-02-14 11:09:39 -0200 Thumb picture

    (Dia 2) - Desafio de 30 dias sobre video games

    2_Seu personagem favorito

    Sem duvida nenhuma ou medo de errar, meu personagem favorito é o vilão de Final Fantasy VI, Kefka Palazzo

    De capacho a Deus, Kefka simplesmente rouba todas as cenas em FFVI é como se ele quase fosse o protagonista já que esse titulo não há um definido, pra mim um personagem tão icônico quanto a sua inspiração, o Coringa.

    Final Fantasy III (US)

    Plataforma: SNES
    2605 Jogadores
    77 Check-ins

    10
    • Micro picture
      manoelnsn · 4 dias atrás · 2 pontos

      Grande niilista, e um exemplo de vilão a ser seguido com certeza

      4 respostas
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      speedhunter · 4 dias atrás · 2 pontos

      Melhor vilão de todos!

  • 2019-02-13 18:57:53 -0200 Thumb picture

    (Dia 1) - Desafio de 30 dias sobre video games

    1_Seu primeiro jogo de Video Game

    O maior clássico da industria foi a minha porta de entrada nessa mídia maravilhosa, obrigado Miyamoto-Sensei por ter criado essa obra prima.

    Super Mario Bros.

    Plataforma: NES
    8991 Jogadores
    72 Check-ins

    4
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      onai_onai · 7 horas atrás · 1 ponto

      Foi um dos primeiros jogos que joguei na vida também...

  • 2019-02-13 18:50:06 -0200 Thumb picture
  • luis_carlosblj Luis Carlos Bernardes
    2019-01-16 18:13:54 -0200 Thumb picture
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    43
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      porlock · 1 mês atrás · 2 pontos

      eitaaaaaa

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      marlonildo · 1 mês atrás · 2 pontos

      Nunca que eu ia descobrir isso jogando

    • Micro picture
      manoelnsn · 1 mês atrás · 2 pontos

      muito louco, hauhaua

  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-05 01:44:07 -0200 Thumb picture
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    A Crítica "Desespecializada"

    Medium 3695717 featured image

    A Crítica "Desespecializada"

    É de se pensar: Uma empresa multimilionária realiza o lançamento de um jogo pelo preço padrão da indústria – 60 dólares – fundamentalmente problemático, com questões de balanceamento, performance, bugs, produz falsa propaganda sobre o seu produto vendido e, de alguma forma, parte da “mídia especializada” sustenta a narrativa de que a culpa é, ao final, do próprio consumidor.

    Pensemos também: Blizzard e Diablo Imortal. Ignorando completamente os pedidos da própria comunidade, sem o menor tato para suas prioridades, produzindo um jogo de uma das franquias mais aguardadas para uma plataforma distante de seu público de forma barata, reaproveitando Assets de outros jogos já existentes e completamente descaracterizada, a reação do fã é mais do que compreensível. É de se orgulhar. São raras as vezes que nós como público não aceitamos de forma pacífica as piores práticas que povoam hoje o mercado de jogos e que tem a cada dia se tornado mais predatórias. Mas porque, outra vez, grande parte da cobertura especializada mantém-se outra vez ao lado contrário daqueles que são o elo mais fraco e seu público – o consumidor?

    O quê acontecera com a “grande mídia” do video game? Kotaku, GiantBomb, IGN entre outras tornaram-se para muitos sinônimo de palco para grandes empresas anunciarem seus jogos, críticas rasas, pontuações esdrúxulas e mercenarismo.

    o que deveria ser o standart para uma boa leitura crítica e objetiva dos jogos e das reações da indústria?

    A resposta:

    Dinheiro. Quando tratamos de empresas gigantescas, informação, lançamentos milionários e a corrida do jornalismo do topo da pirâmide, dinheiro alimenta fundamentalmente sua existência. No caso das desenvolvedoras grandes, até certo ponto, o feedback verbal da comunidade tem peso importante, mas ao fim do dia o agrado aos investidores acaba sendo de maior relevância 90 porcento das vezes.

    Já ao abordarmos a mídia especializada, quantidade e velocidade acabam sendo conceitos com maior valor que a qualidade. Manter uma boa relação com as Publishers e garantir a postagem das análises o mais rápido possível é o que garante a “relevância” destas. Obviamente sua qualidade no processo é fortemente comprometida pelo tempo disponível, pela vulgaridade de sistemas de pontuação que conseguem elencar elementos do jogo em notas extremamente abstratas. É realmente cômico tentar entender, por exemplo, a mentalidade por trás de definir a qualidade dos gráficos de um jogo em uma nota como um “8.7”.

    O que busco, portanto, discutir neste artigo é: quais elementos deveriam compor TAMBÉM uma boa crítica de jogos de vídeo game e qual a diferença entre Crítica e Opinião.

    Opções, Performance e Qualidade:

    Geralmente ignorado por grande parte das críticas, a performance do rodar do jogo nas plataformas é um fator extremamente relevante que geralmente não é levada em conta. Problemas de performance e limitação das opções disponíveis podem transformar um bom jogo um grande pesadelo e arruinar a experiência do jogador.

    Need for Speed Rivals foi exemplo disso. A limitação para 30 fps do jogo independente da plataforma irritou grande parte dos jogadores. Uma taxa de quadros reduzida em um jogo de corrida de uma franquia que sempre havia permitido aos jogadores do PC o dobro desta, de uma hora para outra em um port feito às pressas e sem o devido cuidado manchou completamente o lançamento do jogo – que já sofria com a “rotina” da franquia e problemas em questão de jogabilidade, física e inovação.

    Para muitos, performance é um elemento definidor da compra. Jogadores mais competitivos de jogos como Street Fighter, Mortal Kombat ou FPS como Counter Strike e outros tiram maior proveito da fluidez de um maior número de quadro e de mais opções de customisações de visuais, portanto, é algo que deve ser levado em conta. Personalidades como Total Biscuit (RIP) era conhecido por iniciar todas as suas análises por uma tour pelas opções do jogo, exigindo possibilidade de modificações do FOV, limitação de frames, resolução, modificação do HUD e muitos outros elemente que podem fazer grande diferença e que com a tecnologia e o valor de produção de hoje DEVERIAM SER COMUNS de se ver.

    Street Fighter V é um exemplo de jogo que, além do modelo de negócios questionável, sofrera críticas por mudanças significativas em elementos como um maior “input lag” e simplificação de mecânicas que demandavam maior mastering em versões passadas.

    Modelo de negócio:

    Comum em outros setores de mercado, o preço é sempre levado em conta no classificar do produto. A decisão da crítica sobre um modelo de carro pode cair por terra justamente por custar um preço acima do necessário ou valor de revenda, preço da manutenção.

    O modelo de negócios deveria ser algo a se pesar ao se analisar criticamente seja qual for o jogo. Pagar 20 reais em um jogo Indie desenvolvido por um jogo desenvolvido por um sujeito solitário, mesmo que realmente não tenha esse valor, é algo que fazemos pelo apreço ao esforço e trabalho de quem desenvolveu. Já pagar 20 reais em microtransações em um jogo simples de celular desenvolvido por uma empresa milionária chinesa que claramente não deveria custar tal valor é algo completamente diferente subjetivamente mesmo sendo similar objetivamente.

    O preço do jogo, as microtransações, a forma como seu conteúdo é disponibilizado, season passes e outras práticas são fatores levados em conta por críticos como Angry Joe em suas análises mas raramente despontam de forma significativa ou impactam na nota de um jogo em sites mais convencionais como IGN.

    Dificuldade e Design:

    Dificuldades e modos de jogo extras, curva do desafio, inteligência artificial, constância da experiência são também coisas a se pensar. Jogos aclamados como Call Of Duty Modern Warfare 4 é um exemplo perfeito de como as dificuldades complementares como o modo mais difícil – Veteran – se torna uma experiência extremamente frustrante por conta do design de certas partes de mapas onde é basicamente inevitável ser atingido. Neste caso, o aumento da dificuldade apenas amplia a porcentagem de dano dos adversários. O comportamento, posicionamento, número e estratégias destes são as mesmas, o que demonstra uma maneira simplista de pensar no desafio do jogo.

    O remake de Doom, por mais brilhante que seja em muitos aspectos também gera uma pequena decepção pela falta da experimentação em comparação com o design dos clássicos e pela repetição do formato do gameplay nos estágios finais.

    “1000 Horas de conteúdo!”:

    O discurso das infinitas horas de conteúdo, para mim, é uma das maiores perdas de tempo que vemos hoje na indústria. Vemos dezenas de vezes jogos novos chegarem ao mercado anunciando horas e horas de conteúdo jogável mas que, ao final do dia, são apenas uma reciclagem das mesmas missões, elementos e mecânicas que já passamos as primeiras dez horas fazendo. Uma missão bem planejada e marcante deveria pesar muito mais que cinco missões secundárias onde fazemos a mesma coisa sem nenhum real sentido.

    Uma campanha de Resident Evil 7 tem muito mais presença que centenas de horas em Metal Gear Survive. Porém o argumento da quantidade parece ter hoje muito mais presença que a qualidade, quando estamos a todo momento tentando justificar nosso dinheiro gasto. No final das contas, jogos diferentes demandam prioridades diferentes.

    Histórico:

    Como descrito por Videogame Dunkey, um dos problemas de grandes sites de análises é justamente o fato da descaracterização do crítico, ou seja, não sabermos realmente “quem é” aquele que a escreve no sentido de preferências, outras críticas e mais fatores. Sendo assim, alguém como eu que raramente passa tempo jogando jogos de esporte dificilmente faria uma crítica boa e completa sobre estes.

    Quando investimos tempo em um gênero, conhecemos mais sobre o que o torna especial. Ao contrário do que muitos dizem, é por gostar muito de jogos de FPS que não me agrado com facilidade com qualquer jogo genérico que gaste meu tempo. Ao conhecer a fundo este, desenvolvemos a habilidade de reconhecer as mecânicas que os definem, os problemas que se repetem constantemente e em quais áreas há possibilidade de arriscar e inovar, nos tornando assim, mais críticos a cada elemento dos jogos que analisamos. 

    Proposta X e Proposta Y:

    Cada produção deve ser pensada isoladamente até certo ponto. Jogos diferentes possuem propostas diferentes. Por tal motivo, é extremamente errado e cômico quando vemos uma análise de um jogo como Assetto Corsa em que o autor reclama sobre a dificuldade de se dirigir e da física comparada a algo como Forza Motorsport. Enquanto este segundo se molda num pseudo-realismo onde elementos da simulação compartilham espaço com mecânicas mais acessíveis, a simulação completa de Assetto Corsa se mostra algo completamente diferente em termos de jogabilidade. Jogos diferentes, públicos diferentes.

    No que diz respeito à continuações, parte da proposta de uma sequência é... ser uma sequência? Justamente por isso que mudanças muito bruscas ou radicais podem não ser bem vindas, descaracterizando e se distanciando demais com relação aos seus antecessores.

    Excessão: é importante lembrar que, quando a própria desenvolvedora, pelo seu material de marketing, anuncia um tipo de experiência e o jogo nos apresenta outra distinta, então este argumento passa a realmente ser válido, como foi o caso de Project Cars ao anunciar-se como a maior e mais completa experiência de simulação do mercado – estando, no fim das contas, anos atrás de iRacing, Rfactor 2, Assetto Corsa e outros.

    Crítica e Opinião:

    Uma crítica pesada e nota baixa em um site não excluio direito de cada um de tirar proveito na obra. Ainda que impossível de reprimir toda a subjetividade, a crítica tem o papel de debater a obra de maneira objetiva, com estudo, argumentos, comparação, tecnicalidades e uma série de palavras bonitas que estão para além da opinião. Led Zeppelin é uma excelente e importante banda mas eu não gosto assim como Stallone Cobra é um péssimo filme e eu amo. A crítica e opinião podem coexistir tranquilamente a partir do momento em que estendamos o lugar de cada uma.

    Terminologia:

    Uma das palavras que mais me frusta é uma das também mais usadas para descrever jogos: A diversão. “the Fun”.

    Obviamente que a princípio não há nada de errado em achar um jogo divertido, descrevê-lo assim ou julgá-lo por isso. O problema é que muitas vezes essa palavra acaba a ocupar espaço demais nas críticas, obscurecendo análises mais profundas.

    Como dito antes, cada jogo possui uma proposta. Não necessariamente todo jogo é “divertido”, assim como qualquer outra obra como filmes ou livros. Uns aproveitam do sentimento de frustração para passar uma mensagem, outros o medo ou puramente o desafio. Eu não descreveria as dezenas de horas que passei no modo de treinamento de Mortal Kombat 9 (2011) descobrindo combos e treinando execuções como divertidas. São parte de um esforço competitivo para dominar as mecânicas de certo jogo, estas trazem sim uma satisfação, outros jogos produzem entretenimento sem necessariamente serem “fun”.

    Um vocabulário mais amplo e específico não somente enriquece a forma da análise como também torna a mensagem e a própria crítica muito mais clara. Jogos não são SOMENTE brinquedos digitais. São trabalho para uns, entretenimento, experiências, esporte e muito mais AO MESMO TEMPO. Valorizemos isso!

    Sistema de notas

    Atribuir uma pontuação à obra tem o propósito de condensar a crítica e resumir de certa forma a experiência. É compreensível o seu uso, já que é uma forma de agilizar o processo aos desinteressados. Porém, não deixa de ser problemático. Escalas, por mais diretas que sejam, já possuem problemas, quando elevamos ao padrão extremo de elencar uma “trilha sonora” em um “7.3”, deveria estar claro a questão: o que determina a exclusão de 7 décimos, o que cada décimo significaria em uma situação como essa, como fazer a contagem? É basicamente inexplicável.

    Números são objetivos demais para descrever algo que dificilmente se enquadra com tamanha exatidão. Em minha perspectiva um simples “Bom”, “mediano”, “ruim”, “acima da média” indica um padrão de qualidade mas sem engessar a interpretação de quem lê, dando margem a uma subjetividade um pouco maior da crítica.

    Uma outra possibilidade é a exemplificada pelo canal “worth a buy”. É simples: vale ou não vale a pena investir o dinheiro e porquê? Aos que não se interessam, vão pelo veredito final, aos que buscam uma razão, ouçam os argumentos.

    http://static1.squarespace.com/static/566a4af357eb8d...(img)

    Conclusões:

    Nem toda crítica convencional é ruim e nem toda crítica complexa é boa. O tipo de plataforma que discutimos aqui hoje existe e existe por um motivo. Visa direcionar o consumidor médio ou então casual à uma possível boa experiência ou ao menos saber se o gastar de dinheiro vale a pena sem precisar ler 6 páginas de artigo ou ver 30 minutos de vídeo. Porém, a crítica especializada também tem um motivo de existir. É por meio desta que os consumidores mais interessados se colocam, discutem os problemas da mídia e seus acertos e podem demandar algum tipo de atenção e evolução, tornando possível um canal de comunicação mais complexo com o desenvolvedor.

    No tempo de hoje em que a grande parte da crítica mainstream existe como veículo de anúncio e propaganda, como busca de cliques e outdoor para grandes empresas, àqueles que ainda mantém vivo o real interesse pelo desenvolvimento da mídia possuem cada vez mais relevância nos pequenos nichos e mantém acessa a fagulha do pensamento crítico que permite a mudança e a união das comunidades.

    Segue o nosso trampo lá! :)


    https://open.spotify.com/show/3vuHkXmewsXkyLvf1vNnSY#upsell

    https://soundcloud.com/tru_cast">https://soundcloud.com/tru_cast

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    Fallout 76

    Plataforma: Playstation 4
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      jonomaia · 1 mês atrás · 3 pontos

      Obrigado pela leitura!
      Eu tambem acompanho desde sempre. Justamente por ser algo bem dinamico e as vezes nos poupar de precisar ler 15 críticas diferentes. Mas quando se trata de algo que eu nunca vi ou algo caro, não dispenso as reviews de 40 minutos ahhaahh

      O "FUN" pode ser extremamente valido especialmente quando acompanha uma boa crítica mesmo. Então, comp num exemplo, um jogo de luta que possua boas mecaniscas de combos, balanceamento, diversidade de rooster e etc, pode ser definido assim. O meu incomodo é mais pela falta de especificidade as vezes hhahjdha

      E vc tem toda razão sobre o opinar. A crítica é um meio de discutir as obras, não proibir ou dificultar seu acesso

      1 resposta
    • Micro picture
      augus · 1 mês atrás · 3 pontos

      Primeiramente, excelente texto. Sua linha de raciocínio exemplifica bem a situação da mídia especializada atual. Todos os pontos levantados no texto são bem argumentados. Os exemplos não poderia serem melhores, TotalBiscuit, deixa saudades, e AngryJoe são ótimo reviews que trazem pontos únicos de discursão, poderia acrescentar aqui também a Digital Foundry que é mestre no seu trabalho com hardware e desempenho. Entretanto, gostaria de me apoiar em um trecho de seu texto, e quem sabe prestar o serviço de advogado do diabo, no qual você fala sobre a descaracterização do crítico. Eu sigo alguns grandes site especializados e ao clicar na review que eu quero ler, ou ver o vídeo, a primeira informação que é passada é quem escreveu a análise. Naquele momento, o usuário, que segue aquele portal, deve identifica quais direção aquele texto vai tomar ou, até mesmo, como será escrito. É verdade que muitos não são capacitados para tal, existe muitos escritores que eu me pergunto porque estão ali, contudo existe, sim, bons. Inclusive posso citar exemplos, como a Meghan Sullivan, do IGN, ou o Felipe Gugelmin, do Voxel, e temos os caso ruins como, a moça do "Too much water" na review de Pokemon OR/AS que virou meme.
      Para finalizar, queria parabenizar seu texto de novo, para tirar esse gosto agridoce do meu comentário, e reforça que o sistema de notas é desnecessário e condessa um, muitas vezes, rico texto em número sem sentidos.

      1 resposta
    • Micro picture
      kess · 1 mês atrás · 3 pontos

      Faz um tempo que queria escrever algo parecido, mas menos sério que a sua abordagem, muito obrigado pelas ideias. Realmente, o sistema de notas é algo que objetifica uma experiência subjetiva, e que gera discussões colossais entre os fãs e qualquer tipo de jogador, na verdade. E ainda tem aqueles meios sérios, como a Famitsu, que muito raramente dá uma nota máxima para um game, mas já fez isso com NintenDogs, por exemplo...

      2 respostas
  • ntampinha Natalia
    2018-12-28 22:05:47 -0200 Thumb picture
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    “Os Primeiros” no mundo dos videogames

    Medium 3694111 featured image

    Hoje me surgiu uma curiosidade: qual foi o primeiro console criado no mundo? Eu tinha uma suposição (que por sinal, estava errada), mas decidi procurar a resposta definitiva para esta pergunta… E depois desta, me veio outra, e outra, e depois outra curiosidade; e aqui estou eu, compartilhando com vocês o que aprendi sobre “Os Primeiros” no mundo dos videogames.

    Separei 13 categorias para este artigo e tentarei ser breve nas descrições, para que o artigo não fique muito extenso. Espero que gostem das curiosidades!

    Está pronto para descobrir sobre “os primeiros”? Então, vamos dar um NEW GAME e começar o artigo...

    ✓ Primeiro console do mundo

    É datado de 1972 e se chama Magnavox Odyssey.

    Foi desenvolvida por Ralph Baer e é um console de jogos digital, embora tenha sido erroneamente definido como analógico, devido à incompreensão de seu projeto de hardware. Eis aqui o tatatatata...ravô do console que você está usando atualmente. Respeita o véio, hein!? (FONTE: 1)

    Primeiro console do Brasil

    É datado de 1977 e se chama Telejogo.

    Foi desenvolvida pela Ford (sim, a empresa de automóveis) numa parceria inusitada com a Philco. O console oferecia 3 jogos e custava em torno de 1,600 Cruzeiros (± R$1,150). Foi um grande sucesso na época e o console pioneiro no Brasil! (FONTE: 1)

    Primeiro console com cartuchos

    Datado de 1976 e se chama Fairchild Channel F.

    Foi produzido pela Fairchild Semiconductor e um sucesso estrondoso de vendas, levando a era dos consoles a um novo patamar e incentivando outras empresas a evoluírem e aderirem aos cartuchos. (FONTE: 1)

    ✓ Primeiro videogame fliperama

    Ao contrário do que muita gente pensa, os primeiros fliperamas não eram eletrônicos. O Pimball foi um pioneiro desta categoria e, apesar de contabilizar pontos, ter luzes e sons, sua jogabilidade era 100% mecânica…

    O primeiro fliperama a rodar um jogo eletrônico é datado de 1971 e se chama Galaxy Game (que era uma versão do jogo Spacewar!). Foi produzido por Bill Pitts e Hugh Tuck para ser um dos primeiros videogames operados por moedas do mundo. Entretanto, nunca chegou a ser comercializado, permaneceu como protótipo devido aos custos elevados de produção (um ano depois, foi criado o primeiro arcade comercial, o Computer Space). (FONTE: 1)

    ✓ Primeiro console portátil do mundo

    Datado de 1976 e se chama Mattel Auto Race.

    Foi produzido pela tão conhecida empresa de brinquedos Mattel e é creditada como sendo o primeiro jogo portátil inteiramente digital, apenas com eletrônica de estado sólido e sem componentes mecânicos. Carregava apenas um jogo, pré-instalado, mas foi um sucesso de vendas. (FONTE: 1)

    Primeiro console portátil com cartuchos

    Surgiu em 1979 e se chama Microvision.

    Foi lançado pela Milton Bradley Company e elevou os consoles portáteis a um novo nível. (FONTE: 1)

    Primeiro computador a rodar um jogo

    Devido à falta da documentação de muitos desses testes, é difícil de se determinar qual teria sido o primeiro jogo eletrônico criado e, consequentemente, qual foi o primeiro computador a rodá-lo. Dos projetos conhecidos, o computador mais antigo se chama Nimrod, datado de 1951, uma máquina feita sob encomenda pela Ferranti para o Festival da Grã-Bretanha, na qual se poderia jogar o jogo matemático Nim. (FONTE: 1)

    ✓ Primeiro computador a rodar um jogo online

    Foi lançado em 1976 e se chama Apple I.

    Este foi o primeiro produto da Apple e também foi o primeiro computador a rodar um jogo online de xadrez adaptado, que acompanhava o sistema Java Connect. A conta telefônica exorbitante e a linha ocupada eram os principais problemas da reprodução do jogo online. (FONTE: 1)

    Primeiro celular a rodar um jogo

    Foi lançado em 1994 e se chama Hagenuk MT-2000.

    O Haegenuk MT-2000 era um celular GSM que trazia o game Tetris pré-instalado. Mas, apesar de dar o pontapé inicial nos jogos mobile, o celular não teve muito sucesso no mercado e, por isso, não há muitos detalhes dele por aí. (FONTE: 1)

    Primeiro console com cd-rom

    É datado de 1987 e chama-se PC Engine (ou TurboGrafx-16).

    Foi produzido pela NEC e Hudson Soft, e além do CD, recebeu outros dois upgrades: o PC-Engine CD-ROM², que proporcionava músicas digitais, vozes e animações de melhor qualidade; e o Arcade Card, um cartão de memória que aumentava a memória RAM e permitia a leitura de jogos mais complexos. (FONTE: 1)

    Primeiro console a rodar jogos 3D

    O pioneiro da categoria 3D data de 1990 e é o queridinho de muita gente, o Super Nintendo.

    Sim, isso mesmo! Produzido pela Nintendo, o SNES foi o primeiro console a perseguir a ideia de gráficos 3D, quando a empresa decidiu criar um chip próprio chamado “Super FX” que vinha dentro de cada cartucho de Star Fox. Com este chip o Super Nintendo era capaz de criar polígonos simples, formas geométricas coloridas, porém sem texturas. Nos fliperamas os jogos 3D já eram mais comuns, porém, a ideia de converter um jogo 3D para um console doméstico não parecia possível até a Nintendo fazê-lo. (FONTE: 1)

    https://2.bp.blogspot.com/-CYph_7miAfI/XCa-wPfVOoI/A...(img)

    ✓ Primeiro console a rodar jogos em nuvem

    É datado de 2010 e se chama MicroConsole.

    Foi criado pela OnLive, a primeira empresa a oferecer serviço comercial de jogos em nuvem. O MicroConsole era capaz de ser conectado em um televisor e diretamente com os servidores, para que fosse possível usar os serviços sem a necessidade de um computador… A Onlive foi comprada e fechada pela Sony em 2015. que usou as patentes do serviço em seus próprios produtos (PlayStation). (FONTE: 1 / 2)

    https://3.bp.blogspot.com/-P8HFXqchdEI/XCa-vwZz_WI/A...(img)

    Primeiro console a usar sensor de movimento

    Inicialmente, pensei que o primeiro console a usar sensor de movimentos era o Wii, entretanto, um coleguinha nos comentários me apresentou o verdadeiro pioneiro da ferramenta: o Mega Drive. Em 1993 foi lançado o Sega Activator, um periférico que, ligado ao console, funciona como um controle sensorial por infravermelho. O Activator foi considerado complicado de usar para usuários iniciantes e, atualmente, é raro de se encontrar. Com o tempo o periférico acabou caindo no esquecimento, e acredito que seja por isso que não encontrei nada sobre ele em minha pesquisa, mas adorei saber de sua existência e de pesquisar mais sobre ele. (FONTE: 1 / 2)

    https://1.bp.blogspot.com/-4Y7eaTzwgG0/XCbY0omOXVI/A...(img)

    Espero que tenham gostado das curiosidades!! Acho interessante observar como os videogames evoluíram, tanto em gráfico quanto em hardware... Se souberem de alguma outra informação interessante, compartilhe a informação aí nos comentários :).

    Me despeço agora, porque esse é o fim do jogo...

    75
    • Micro picture
      darlanfagundes · 2 meses atrás · 4 pontos

      Segue a persona @historia_dos_games que sempre tá rolando muita informação bacana lá!

      2 respostas
    • Micro picture
      le · 2 meses atrás · 3 pontos

      É... Mais ou menos.

      O PC Engine teve CD-ROM lá em 1988.

      Sobre sensor de movimento, o Mega teve o Activator lá em 1993 (não sei se teve outro antes).

      Quanto aos jogos com polígonos 3D, antes mesmo do Super FX tivemos Hard Drivin' e Race Drivin' (que inclusive foi lançado também pro SNES).

      1 resposta
    • Micro picture
      erriaga · 2 meses atrás · 2 pontos

      Excelente artigo!
      O meu avô tinha esse Telejogo, só que vinha com o cartucho daquele jogo de tênis. Acho que é o Pong, ou algum derivado dele.
      Tive o prazer de acompanhar a evolução dos games por ter o Super Nintendo e o Nintendo Wii. Senti na pele os games que eu jogava quando criança virarem algo ultra realístico. Imagina como serão os games nos próximos dez anos? (esse também é um excelente tema...)

      E, por favor, não se despeça... tome aqui este humilde presente e siga com mais uma vida: https://pngimage.net/wp-content/uploads/2018/06/1up-mushroom-png-3.png

      2 respostas
  • renanmotta Renan M. Sampaio Motta
    2018-12-09 11:29:49 -0200 Thumb picture
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    Entenda por que Red Dead Redemption não foi GOTY

    Medium 3689914 featured image

    UM OBS MUITO IMPORTANTE

    RDR2 me prendeu por 1 mês de conteúdo. E como fã do primeiro jogo, que está dentro do meu top10, não venho aqui para massacrar RDR2, apenas mostrar os pontos em que me fazem acreditar que God of War é o melhor jogo do ano.

    VAMOS LÁ

    É óbvio que RDR2 tem escopo para receber tal prêmio. Inclusive a disputa só se mostra válida apenas entre ele e GoW. O nível de qualidade de produto com os demais é gritante. Mas apesar de ter escopo, RDR2 é apenas uma evolução do que já vimos no primeiro jogo e em GTAV. Não há inovação, apenas ainda mais complexidade, que trouxe diversas discussões sobre a sua funcionalidade; o realismo X diversão.

    E vamos ser sinceros: a campanha principal, o enredo e as missões, são mais impressionantes do que a aventura de Kratos e seu filho? Muitos podem considerar RDR2 um retrocesso do que vimos em GTAV, principalmente com relação às missões de assalto. Além de RDR2 ter sérios problemas de repetição em sua narrativa e quebra de imersão(o que torna o prêmio de narrativa do ano sem sentido). A Rockstar vendeu o jogo como um produto de máxima interação. Tudo o que você fará terá consequências, reações no mundo, porém na prática isso não acontece.

    Apenas um exemplo: você pode causar um atentado terrorista em uma cidade, com os federais colocando a sua cabeça a prêmio, mas se houver uma missão na mesma cidade, esse fator será totalmente descartado.

    Bem, o que quero mais focar é na experiência artística. RDR2 é um mundo incrível e vivo e claramente poderá marcar a indústria, mas God of War é um produto de extremo risco e que conseguiu alcançar a excelência. Imagina pegar uma franquia estabelecida de muitos anos, vários jogos, e escolher modificar tudo, extremamente tudo. Além de inovar, Corey Barlog conseguiu entregar o prometido com competência.

    God of War possui uma narrativa quase que impecável. Em nenhum momento o jogador é retirado da imersão. Por mais que sintamos a falta de grandes cenas com grandes batalhas contra chefes, GoW entrega uma belíssima aventura dentro da cultura nórdica. E o principal: as noções do bom enredo e boa direção estão presentes. A Santa Monica usa cinematografia para representar o seu game, e nesse aspecto ele é, sem dúvida, o melhor do ano. Um enredo em que amarra a história e não conta tudo explicitamente. A comunidade mantém o jogo vivo até hoje com teorias e descobertas dentro do jogo perante a história. Ao mesmo tempo em que você entende o que é explicitamente contado, há muita informação que precisa ser decodificada pelo jogador. E isso é primoroso para quem estuda e pratica escrita.

    RDR2 é mais direto, mais óbvio, mesmo que represente muito bem a relação entre personagens (o ponto mais forte da escrita). E basicamente a história se resume em: a gangue efetua um assalto, algo dá errado, eles fogem, se estabelecem em outro lugar... e esse processo se repete em todo o jogo. Fora que a narrativa se estende um pouco e o corte final é corrido e brusco. Claro que aquele que não jogou o primeiro ficará muito impactado, mas devemos considerar que a experiência de RDR2 pressupõe que o jogador já tenha passado pela aventura de Marston.

    Mecanicamente é interessante, o mundo é interessante, mas RDR2 é mais voltado para o orgasmo técnico do que para a experiência narrativa completa e exemplar.

    God of War

    Plataforma: Playstation 4
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    • Micro picture
      muser · 2 meses atrás · 4 pontos

      As vezes esse GOTY faz todo sentido outras vezes não...
      Sua opinião inicialmente é igual a minha, RDRII não poderia levar porque é a mesma coisa que o primeiro, só que mais bem feito, quanto a GoW, eles reformularam tudo além de mudar só a cultura.

      Em 2010 aconteceu a mesma coisa, RDR surgiu pra bater de frente com GoWIII, e RDR levou a melhor porque tinha apresentado um mundo aberto totalmente diferente e complexo (pra época) num jogo da Rockstar (que já tinham GTA IV no catálogo).
      Enquanto GoWIII foi mais do mesmo, mas dessa vez usando todo o poder gráfico do PS3 na época.

      Diríamos que esse ano foi uma revanche, 1x1 pra cada.
      Eles podem se enfrentar de novo ainda, a Rockstar terminou a história de RDR, mas eles podem explorar mais do RDR (Revolver) ainda ou criarem uma outra franquia de velho-oeste, enquanto a Sony tem toda uma história pra concluir ainda com o Kratos na era nórdica.

      1 resposta
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      zecariocaxbox · 2 meses atrás · 2 pontos

      @renanmotta Você demonstrou um ponto de vista interessante e bem compreensível, mas devo discordar pela escolha de jogo do ano. O jogo tem uma história impecável, mesmo sendo o pior mecanicamente na franquia GoW, desvirtuando o sentido original da série... O próprio Stan Lee em visita a Santa Mônica em 2008 brincou dizendo: "Talvez possamos tentar algo novo, um jogo com um monte de diálogos, eu aposto que seria um estouro". Muito da fama do novo God of War foi criada a partir de uma construção feita pela mídia afirmando que o jogo seria mais maduro, o que, ironicamente, resultou numa história já contada de pai e filho, com uma redução massiva na violência> Visivelmente mais madura, se o jogo fosse lançado num cinema e não em um PS4... Red Dead 2 também teve muitos pontos fracos, mas esse ano foi cheio de decepções e parece que nenhum jogo merece vencer como jogo do ano.

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      myers · 1 mês atrás · 2 pontos

      Antes de começar a jogar o Red Dead eu ouvi algumas pessoas reclamando da lentidão do game, eu ignorei essas reclamações, pois eu gosto de jogos com uma "pegada" mais lenta, Metal Gear por exemplo ou Jrpgs que são lentos pra caramba, o problema é que quando comecei a jogar o Red Dead eu entendi perfeitamente sobre as reclamações, o jogo não é lento, é arrastado pra caramba, a Rockstar tem que aprender que realismo de mais em um game pode acabar estragando um pouco da diversão, tecnicamente ele é perfeito, o desenvolvimento de personagens também são um dos melhores que vi em um game, não achei a narrativa tudo isso, para mim Detroit Become Human poderia ter levado o premio de melhor narrativa fácil, todo esse realismo impressiona quando você está apenas assistindo, quando você começa a jogar vai percebendo uma repetição, estou apenas com algumas horas de jogo, mas não tenho vontade nenhuma de continuar, mesmo gostando de games mais lentos, o Red Dead para mim passou dos limites, mesmo realismo em um game sendo bastante interessante, ela tem que lembrar que ainda é um VÍDEO-GAME.

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