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  • kalini Kalini Andrade
    2020-07-11 11:16:24 -0300 Thumb picture
    kalini checked-in to:
    Post by kalini: <p>Prosseguindo com as aventuras de Koudelka!</p><p
    Koudelka

    Platform: Playstation
    208 Players
    13 Check-ins

    Prosseguindo com as aventuras de Koudelka!

    Uma aventura que acabou virando uma encruzilhada de uma hora pra outra! Koudelka, Edward e James acabaram caindo na cruel prisão do subsolo do monastério, dentro de uma cela. Charlotte dá as caras, e revela sobre sua vida passda, de quando foi decaptada pelos torturadores no dia do seu aniversário de 9 anos. O padre James fica com muita pena do "anjinho", e até tenta consola-la, dizendo que a mãe dela provavelmente a amava muito, mas só piora mais ainda a situação, pis Charlotte nunca viu a sua mãe, pois foi separada dela ainda quando bebê, ninguem dava amor e carinho pra ela, apenas torturas. Ela fica muito sentida e manda um jugunço pra nos atacar!

    Um mosqueteiro sem cabeça! Ele tem muita força física e velocidade, e não tem fraqueza nenhuma, mas como tinha baixíssimo HP, não demorou muito pra cair. Umas 3 porradas de 3 hits do Edward e o Tornado dlv 2 da Koudelka (que tem uma animação bem legal, um vortex verde e preto que solta um raio!) e ele já era.

    Após a batalha, um buraco se abriu na parede e me lovou até uma mesa de tortura. Lá eu achei uma otima arma chamada Knuckles, equipei no Edward. também tinha um Mace, mas não equipei em ninguem, pois nerfava muito a velocidade a troco de quase nada.

    No meio do caminho, achei dois corpos de meninas segurando uma chave, mas do nada os corpos voltam a vida e atacam, e o pior é que não dava pra vence-las! Eu tentei de tudo, até cura, mas eram imortais! Sorte minha que dava pra fugir da batalha. Quem sabe na proxima.

    Uma coisa interessante é que o jogo meio que avisa que vai ter uma boss battle (os bosses surgem do nada, que nem random battle, mas só uma vez em um lugar especifico). Chegando nesse templo, me dou de caras com o chefe mais hardcore do game até aqui:

    Guardian Motherfucking Priest, um aglomerado lovecraftiano de espíritos dos padres mortos do monastério de Nemeton!!!

    Até que eu causava um dano bom nele, mas o bicho matou o Edward em dois turnos! Usou uma magia de fogo nele, que tirou uns 200 HP e depois usou seu ataque mais poderoso: um golpe fisico de uns 6 ou 8 hits bem rapido, que deve ter tirado uns 800 HP! Mas o pior de tudo é que não dava pra reviver o Edward, pois ele tava na área do monstro, que tinha avançado pra frente pouco tempo depois. A desgraça tanbém vivia dando Silence e Poison no James e na Koudelka, tirava um dano consideravel deles por fisico (felizmente tunei a defesa magica deles) e o monstro foi me empurrando até a beirada de baixo da tela de batalha, fiquei encurralada e apanhei muito! Depois de 20 minutos, Guardian Priest foi se movendo pro centro da tela e eu pude reviver o Edward. Fiquei curando e bufando ele com a Koudelka e o James sem parar, e finalmente, Edward mata o bicho escroto com um roundhouse kick, ufa!

    O altar é purificado e vira mais um save point e local de curar HP/MP. Puxa, depois desse boss rush vou descançar um pouco, almoçar e a tarde vou grindar bastante, pois os inimigos aqui são bem fortes. Até! ^^

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      jcelove · 3 days ago · 2 pontos

      Os bosses tão dando trabalho hein? Não lembro de nenhum desses, mas a Charlotte fazia passar muita raiva até ver a história triste dela, como a de todo mundo nesse lugar ai.hehe

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      mastershadow · 3 days ago · 2 pontos

      Zerei ano passado, jogão! Depois tem dois Rpgs do PS2 que são continuação desse enredo,mas muitos anos depois. Se chama Shadow Hearts 1 e 2. Zerei eles tbm,vale mt a pena.

      2 replies
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      fonsaca · about 17 hours ago · 2 pontos

      Esse jogo parece loko!

  • thecriticgames Matheus Pontes
    2020-07-10 22:13:20 -0300 Thumb picture
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    Desafio fale de seus favoritos.

    Começando este @desafio que consiste em falar do que VOCÊ gosta (mesmo que seja um defeito do jogo :P) no seu TOP 5 jogos favoritos em 15 tópicos, ou em outras palavras, 15 motivos que te fazem gostar dos seus 5 jogos favoritos, pré divididos assim: 

    5 destes tópicos para o favorito, para o 1° lugar

    4 para o 2° lugar

    3 para o 3°

    2 para o 4° colocado

    e 1 para o 5°.

    Se ficar complicado basta seguir o exemplo de quem lhe desafiou.

    REGRAS:

    Copie e cole o texto até então, marque a persona @desafio e desafie mais 3 pessoas e não estenda demais o seu post pra não virar uma verborragia de elogios, dai a quantidade de tópicos já contada (é legal falarmos dos nossos favoritos eu sei :) ) mas po lota de imagens, já que só cabem 10 por posts mesmo).



    5° Yoshi Island - SNES

    *O visual colorido, bonito e autentico do jogo, que casa bem com a proposta infantil do mesmo (não se rendendo ao pré-renderizado de Donkey Kong como a Nintendo pressionou Shigeru Myamoto), e inclusive as fan-arts inspiradas pelo mesmo.

    4° Final Fantasy IX

    *Cast de personagens (principalmente Steiner e Vivi).

    *Retorno da direção de arte ao barroco, steampunk e medievalístico vitoriano que não víamos desde FF VI e que não veríamos mais com frequência depois de IX pra meu horror.


    3° - Bloodborne

    *A beleza do macabro "eldritchiano"que o game proporciona.

    *Melhor jogo de temática lovecraftiana que joguei até hoje

    *A lore riquíssima e singularmente bem trabalhada como só Hidetaka Myazaki é capaz.


    2° Shin Megami Tensei: Persona 3

    *Trama mais adulta e séria mesmo com os momentos de leveza já típicos e esperados de um slice of life (sem apelar para o gore pra se sentir adulto igual a uns "animes adultos" fazem).

    *Cast de personagens (com Yukari e Junpei, dois dos meus personagens favoritos de todos os jRPGs).

    *Tons da trama mais frios, sérios, calmos e pessimista (e que me entra num contraste gritante com o tom do 4 alegre e otimista).

    *Eu LITERALMENTE aprendi com todos os Social Links pelo menos 1 coisa pra levar pra vida (principalmente o arcana do diabo Tanaka que meus amigos falam ser eu).


    1° Shovel Knight (JOGO FAVORITO)

    *Cast de personagens de NPCs a chefes (onde vários dele se mostram não serem mal ou vilões, apenas donos de falhas de caráter gritantes).

    *Trilha sonora do jogo (que sempre que ouço da vontade de sair correndo ouvindo ela).

    *Um dos melhores tratamentos com DLCs que vi num game com 3 campanhas extras excelentes e um modo a la Smash Bros, muitas destas DLCs de graça.

    *Trama e carisma do mundo, personagens e história (em especial plot das DLCs, as quais duas delas acho até melhores em trama do que o jogo principal).

    *Visual, colorido, pixelado, bonito e disparado o indie inspirado em Mega Man que mais honrou MM.


    Marcando pro desafio @manoelnsn (porque to com saudade de ver ele falando de FF VI), @jcelove (Acabei de zerar MGS V, não é uma boa forma de se despedir da saga, dai um fã de MGS, embora achei que o seu fosse ser Vagrant Story :v) e @andre_andricopoulos (me de seus 5 motivos para o primeiro Silent Hill ta ai como seu favorito).

    Marcando de extra a @kalini pq ela insistiu (mas tem que falar de Kouldelka pq é um obscuro maneiro do PS1).

    Super Mario World 2: Yoshi's Island

    Platform: SNES
    8109 Players
    113 Check-ins

    58
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      hard_waters · 3 days ago · 3 pontos

      Bela lista, muito massa!

      Esperando alguém fazer pra me marcar!

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      wiegraf_folles_ · 3 days ago · 3 pontos

      De todos os personagens do P3 pra gostar, justo a Yukari.

      A gata Mewlie-san da quest da Aegis perto do fim do jogo é 10 vezes mais gostável.

      6 replies
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      kalini · 3 days ago · 2 pontos

      Guardando pra fazer depois (apensar de nem ter me marcado, haha!), pois ainda vou ter que finalizar o Koudelka. As chances dele entrar no top são altas.

  • kalini Kalini Andrade
    2020-07-08 20:20:15 -0300 Thumb picture
    kalini checked-in to:
    Post by kalini: <p>Finalmente... fim do CD 1! Agora faltam mais 3.<
    Koudelka

    Platform: Playstation
    208 Players
    13 Check-ins

    Finalmente... fim do CD 1! Agora faltam mais 3.

    Agora as coisas começaram a ficar mais sinistras! Koudelka, James e o... James que é o Edward chegam a uma parte do monastério cheia de cadaveres de pessoas mortas das mais variadas maneiras possiveis. Koudelka, que é méduim, faz meio que uma "sessão espirita" (não sei o nome) pra incorporar os espiritos dos mortos desse local (e ela muda muito a forma de falar e se expressar, alternando entre uma voz feminina amendrontada, e uma masculina agressiva). Ela revela que o monasterio é uma prisão politica que usava até de magia pra alongar o tempo de vida dos condenados a morte por tortura enquanto vão sendo cruelmente esvicerados, tendo olhos queimados e... melhor nem falar mais! Só digo que é muito pertubadora essa cena.

    Examinando um armário, tinha uma noiva cadaver lá dentro, e do nada ela ganha vida e começa uma boss fight! Quase morri nessa batalha, tava todo mundo underleveled nas magias (tudo Lv 1 ainda, menos o Flare da Koudelka, que tava no 2). Tive que treidar o dia todo com todo mundo, ficar repetindo direto o uso das magias em uma unica batalha até subirem de nivel. Eu acho chata essa mecanica, foi mal! Me lembra minha experiencia traumatizante com Final Fantasy II, embora não seja escroto comparado a ele.

    Andando mais adiante, aparece uma CG de uma loli chamada Charlotte, no meio de varios cadaveres, aparentemente inofensiva, mas do nada se revela  como uma fantasma sedenta por violencia  quase mata o James loiro aventureiro (tsundere o nome, né? Haha!), caindo num buraco imenso, mas é salvo por Koudelka.

    Descendo pelo buraco, com o auxilio de uma corda, Koudelka, James e James chegam tipo num altar de oração, e novamnete todo mundo começa a brigar (eu amo essa party e outras que ficam batendo boca entre si, haha!), porque o padre James se recusa a aceitar que os bispos do monastério teriam torturado e matado os prisioneiros, porque eles são homens sanctus de deus YHVH, que o monastério é uma casa de YHVH, que os mortos eram só uns pecadores e não era da conta dele a morte deles (que cuzão, haha! Crente fanatico é crente fantaico até em JRPG, hahaha!).

    Examinando o vitral, liberou uma senha pra eu checar um baú cheio de cartas dos prisioneiros, relatando de forma dramatica e muito bem detalhada o seu sofrimento. Nossos heróis seguiram desbravando o monastério após a leitura, mas do nada, o chão racha e todo mundo tomba bonito no chão, caindo sobre uma pilha de corpos, enquanto em estranho vulto preto aparece lá do alto. O que será que vai acontecer???

    Minha impressoes de Koudelka nesse CD 1 não poderiam ser melhores. To amando muito o game, bem capaz de ser um top 5 best ever, haha, só acho ruim esse lance de ficar usando direto as magias e armas pra fazer elas ficarem melhores, mesmo que seja mais rapido que FF2, e a dificuldade caiu muito desde que grindei todo mundo até o nivel 12 e as magias de ataque e cura no nivel 2. 

    Até a proxima!

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      jcelove · 5 days ago · 2 pontos

      Boa, o monastério ainda guarda segredos sinistraços, os outros discos são mais curtos se me lembro, o jogo só tem 4 pq tem muito CG.

      2 replies
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      denis_lisboadosreis · 5 days ago · 2 pontos

      Sempre achei que esse jogo fosse de PS2 por causa de um erro da Revista Playstation.

      3 replies
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      thiagobrugnolo · 5 days ago · 2 pontos

      Esse jogo me parece bem pertubador pela sua descrição, acho bacana essa temática de terror em um RPG. Levou poucas horas para finalizar o primeiro cd?

      1 reply
  • kalini Kalini Andrade
    2020-07-07 10:29:51 -0300 Thumb picture
    kalini checked-in to:
    Post by kalini: <p>#img#[720768]</p><p>Olha, tava gostando muito, m
    Koudelka

    Platform: Playstation
    208 Players
    13 Check-ins

    Olha, tava gostando muito, muito mesmo do persona 2, mas tive que dar uma pequena pausa pra conferir este exótico RPG/Survival Horror, que só conheci graças ao pessoal do @grindingcast, que faz esse trabalho lindo de dessinterrar pérolas esquecidas e subestimadas, como esta, que foi bem exaltada como eles, certificando que o game tenha personagens que são "Um poço de carisma", uma história "suja" e "tenebrosa"... Então decidi dar uma conferida. Afinal, o jogo é mais curto e simples que o Persona 2.

    O jogo já começa logo de cara com uma CG mostrando a personagem-titulo, Koudelka, uma cigana com poderes mágicos, montada em um cavalo rumo a um monastério (local onde todo o jogo é situado) localizado no País de Gales, em 1899, cheio de segredos ocultos ao redor dele, e ela foi subindo pelo telhado e entrou lá dentro quebrando uma janela, mas sem antes deixar cair o seu pingente...

    Lá dentro, Koudelka encontra um loiro bonitão todo ferido e ensanguentado, chamado Edward (ou James, como prefere a galera do Grindingcast, e por culpa deles, eu não consigo parar de chamar o cara de James, hahahaha!), e o maluco acha que a Koudelka é um anjo da morte que veio buscar ele e ele decide matar Koudelka, mas um lobisomem (ou algo assim) aparece no meio da confusão e joga a Koudelka pra longe com um só golpe! James, digo, Edward, joga a sua pistola para a Koudelka e assim se inicia a primeira Boss fight do jogo.

    Apesar de ser considerado um survival horror, as batalhas são em turnos e funcionam de forma similar a um videogame de estratégia, podendo caminhar pelo cenário por um numero limitado de quadrantes, uma vez por turno. Koudelka só tinha um monte de magias de buffar e uma de cura, então ataquei com a pistola (que é limitado por munição). venci em uns 6 turnos, foi bem fácil, e ganhei uma magia chamada Flare, de fogo.

    Koudelka usa magia pra curar as feridas de James (i.e. Edward), e, segundo ele, veio se aventurar nesse monastério porque ficou sabendo que tinha um culto de religiosos trazendo prostitutas e politicos pra lá (haha!). Já Koudelka se recusa a dizer o porquê de estar ali, mas diz que o Monastério agora é a morada de uns ricaços, e não mais um local necessariamente religioso.

    Explorando pelo monastério, achei uma Potion de recuperar HP e umas munições. não demorou muito pra entrar nas minhas primeiras batalhas aleatórias, contra baratas e pulgas gigantes, msas e cadeiras voadoras Poltergeist (sim!), todas fáceis, menos uma... contra esse desgraçado de trés cabeças deformadas coladas em uma só, que anda de cabeça pra baixo e causa um dano absurdo com uma pistola! E ele ficava atacando só a Koudelka, que não demorou pra morrer, pois tava só com 2 de mana e não tinha mais como curar. Tive que dar save state até vencer essa praga (foram duas tentativas). No LvUp, eu pude decidir quais atributos eu pude aumentar na Koudelka e no Ja... Edward! Aumentei só o ataque a defesa nos dois. Também percebi que as armas e magias sobem de nivel, e que devem ser usadas várias vezes pra aumentar o nivel delas. Todo mundo pode usar qualquer arma ou magia... a mesma bobagem do funestro Final Fantasy II, mas até que não tá sendo desagradável aqui. Também tem um comando "Heal" no menu, que permite curar um personagem a nenhum custo, mas parece que tem cooldown, pois não pude usar denovo.

    Depois de entrar em uma porta, finalmente encontro seres humanos (será mesmo?)! Eles oferecem comida pra nós, mas só o Edward decide comer, Koudelka não. O casal de velhos conta que o monastério foi antes uma casa criada por um padre irlandês chamado Daniel, que também usa magia, mas do lado negro da coisa: a necromancia! Ou seja, rituais de sacrificios humanos usando a Malicia (energia negativa) das pessoas! Ele foi considerado um herege pelo Vaticano, foi combatido e o local transformado num monastério (que agora não é mais monastério novamente).  Depois do papo, ambos saem (e a port se tranca por dentro) e vão se aquecer numa lareira. Edward/James pergunta a Koudelka o porque dela não ter comido, e ela trolla o mané, dizendo que a sopa tava envenenada e do nada, Edward acha que o veneno faz efeito e age como se estivesse mesmo, se jogando no cão e tentando vomitar a comida (hahahaha!). E como já se não bastava isso, Koudelka diz ao James que ele só tem mais meia hora de vida e "cura" ele (HAHAHAHAHA!!!).

    Andando por um corredor cheio de plantas, encontro um corpo de um homem caído, e uma planta monstruosa aparece e parte pro ataque. Mais uma batalha de boss. Foi bem simples e fácil. O homem caído era James (esse sim é James) , um bispo fanatico enviado pelo Vaticano para uma missão especial secreta por lá. Ele começa a falar um monte de baboseiras religiosas e acaba não sendo levado a sério pela Koudelka e pelo.. outro James, haha! O Padre James se une ao grupo depois da conversa, meio que pra ter segurça ao lado deles durante sua missão. E depois purifica uma fonta com água benta, que se transforma em um save point que recupera todo o HP/MP, ufa!

    O que dizer de Koudelka até aqui, senão elogios? os personagens são vivos, bem expressivos, sem clichês toscos de anime. Koudelka, mesmo de saia curta e meias longas, tem corpo e voz de mulher de verdade, e não de loli de 15 anos, o James, que é o Edward, também, mesmo sendo meio abobalhado, cativa bastante! A dificuldade é boa, os recursos são escassos, a trilha sonora é linda... mas tem um problema com ela, mesmo que pequeno: ela não passa sensação de terror. São musicas que mais transmitem um clima "mistico", tendo uma flauta bem doce como instrumento principal, não combinando com os cenarios e nem com os inimigos! Também não há legendas, nem mesmo textbox... e a paleta de cores é tons de sépia everywhere, mas não tão escroto como em games ocidentais modernos. Mas tudo bem, estou jogando por um detonado que spoila toda a história. 

    Mesmo com esses problemas, eu to amando muito esse game! Eu sabia que ele iria me cativar e me prender logo de imediato! Por isso, quero agradecer ao pessoal do @grindingcast, pois se não fosse por eles, jamais ouviria falar desse jogo.

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      bahamut · 7 days ago · 3 pontos

      Koudelka é muito bom. Eles copiaram algumas coisas de Parasite Eve, misturando RPG e survival horror, colocaram um combate estratégico e o resultado foi bem interessante. Os seus sucessores, os jogos da saga Shadow Hearts, também são ótimos, especialmente os dois primeiros.

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      the_muriel · 6 days ago · 3 pontos

      Koudeuka é muito bom, e sim o nome verdadeiro dele é James kkkkkkkkkk
      Quando joguei esse inimigo de 3 cabeças foi o primeiro que apareceu e foi um game over antes de poder salvar kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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      manoelnsn · 7 days ago · 2 pontos

      Esse aí só vou querer saber quando for jogar sua sequência: Shadow Hearts

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  • kalini Kalini Andrade
    2020-06-26 17:31:55 -0300 Thumb picture
    kalini checked-in to:
    Post by kalini: <p>AGORA JÁ CHEGA! HORA DE JOGAR UM RPG DE VERDADE,
    Persona 2: Innocent Sin

    Platform: Playstation
    236 Players
    17 Check-ins

    AGORA JÁ CHEGA! HORA DE JOGAR UM RPG DE VERDADE, COM HISTÓRIA!

    Fiquei um tempão sem jogar nada. Minha vida anda meio corrida ultimamente, e Dragon Quest III não me satisfazia, Final Fantasy II me irritava com seu sistema de evolução estranho, então depois de um tempo de reflexão, decidi deixar eles pra outra ocasião e ver qual é a desse hype do Persona 2 (ROM japa traduzida, nunca que vou jogar a versão censurada do PSP. Quero ver o Hitler!), considerado por muita gente como o melhor enredo já feito em um game, que os personagens são mais humanos que os de Final Fantasy... Vamos ver se os rumores sobre ele são reais.

                                Quem disse que evil adult é coisa do Persona 5?

    Como todo Persona, tudo começa numa escolinha (benzo-me), como o protagonista mudo (porém bem expressivo graficamente, pois fica tirando um treco cinza do bolso a cada 5 segundos) dando um trato na sua motoca, mas acaba sofrendo bullying de uns arruaceiros, até que o protagonista passa mal, ouvindo uma voz dizendo "eu sou tu!" (será a Persona dele?), e o diretor do colegio, com a maior cara de psicopata, espanta os moleques. Ele pergunta sobre o nome do nosso herói, que, canonicamete, é Tatsuya, mas como o jogo permite mudar de nome, não pude perder a oportunidade, e, por mais desrespeitoso que seja, decidi batiza-lo honrosamente como...

    Acessando o Menu, desobri que posso mudar a cor da Windowskin do jogo e do próprio background do menu. Tem tema do colégio, estrelas, e até do Jack Frost, mas escolhi uma cor roxa, minha favorita! Andando pelo cenário, reparei que ele é bem identico ao Bofe 3/4 e Xenogears, onde é possivel rotacionar a camera, mas funciona de forma BEEEEM mais dinamica. Andando pela escola, notei um monte de coisas bizarras acontecendo: fofocas sobre pessoas atingidas por uma maldição que as deixou feias, tendo que cobrir a cara com um bandana, um tal de Master Joker que realizava desejos, um pilar no pátio da escola que supostamente tem um demonio selado chamado Nyarlathotep... e uma gangue de estudantes de outra escola que abaixava as calças dos outros!

    Depois de me encontrar com a professora da minha classe, Saeko, que perguntava o que o protagonista queria da vida, aparece essa garota ocidental maluca (mas divertida) chamada Lisa (que tem uma musica tema bem legal, mista de musica chinesa com eletronica), e ambos são abordados por outro estudante, que entrega uma carta do lider da gangue abaixa-calças, Eikichi "Michelle", avisando que raptou uma estudante gorducha que estava estudando sobre a origem da estranha maldição que buga a cara de todo mundo...

    Chegando lá, rola a maior algazarra do mundo, todo mundo fica possuido pelo ritmo Ragatanga e invoca seus STANDO POWAH, no maior estilo Jotaro KuJo!!! (que Michelle chama de Grim Reaper, haha!)

    E as bizarricies ainda não acabaram: depois de todo mundo ficar inconsciente naquele quebra-pau, são transportados pra uma dimensão maluca cheia de borboletas, com um cara usando uma máscara de borbotela. Ele é Philemon, a personificação do inconsciente coletivo, e começa a dar tipo uma aula de psicologia jungiana, falando que os stands invocados por nossos heróis na verdade, são Personas, "máscaras" metaforicas usadas por pessoas com fortes ideais e personalidade, é o "outro eu" do individuo". Philemon também alerta que que os rumores (fofocas) estão se tornando realidade, e temos que dá um jeito de acabar com isso.

    E, do nada, Tatsuya, Lisa e Eikichi voltam pro mundo real (esse mundo é real mesmo?), e tentam testar se o papo do Philemon era verdade mesmo. Lisa e outros 3 figurantes fazem uma ligação ao Master Joker ao mesmo tempo (bem ritual de lenda urbana) e o dito cujo dá as caras! E ele absorve as motivações, razões de viver e personalidades dos três figurantes, e eles desaparecem do plano real, se tornando meras sombras daquilo que já foram. Sombras que não podem ser vistas por pessoas normais (só quem tem Persona, e quem tem Persona está imune de virar sombra, provavelmente, já qie Lisa não virou), pois sua existencia foi esquicida pelas massas... (caraca, são só NPCs, mas até que fiquei com pena)

    O jogo também tem umas cenas que são feitas usando a tela de batalha, bem ao estilo Final Fantasy VI, e nela, Joker tenta matar a galera, pra cumprir uma "Vingança" contra eles... Mas que vingança é essa? Ele não diz, e ainda vai embora, pois percebeu que Tatsuya não se lembra de algo... Mas de quê? também não diz, e apenas desaparece...

    E É isso! Essa foi só a introdução de Innocent Sin, e eu digo que o jogo começou com tudo, chutando o pau da barraca, com boas musicas, personagens bem interessantes e engraçados, um monte de simbolismos jungianos, lendas urbanas se tornando realidade por causa das fofocas de crianças, tal como a do Joker. Seria esse o Pecado Inocente do titulo do jogo? Isso só vamos saber no proximo episódio de Silvio Santos' Bizarre Adventures :D

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      manoelnsn · 17 days ago · 3 pontos

      Depois de toda aquela palhaçada de Persona 5 ler seu check-in foi um colírio para meus olhos!

      Persona 2 é foda demais, só nesse comecinho já mostra bem o nível da narrativa, e Joker é um vilão bem legal, é lamentável ver o rumo que a série toma a partir do 4º game, toda essa psicologia Jungniana aí vai pro saco, até parece o anime original de Evangelion se comparado com algum mecha genérico da época...

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      onai_onai · 17 days ago · 2 pontos

      Se é Santos então pode ser um parente distante meu.

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      jcelove · 17 days ago · 2 pontos

      Eita, ta escrevendo igualzinho ao Manoel, praticamente a female protagonist no persona dos evil adults dele.hehe

      O pecado inicente do título vc só entende bem depois, tem muito chão e plot twists pela frente.

      2 replies
  • kalini Kalini Andrade
    2020-06-22 15:56:09 -0300 Thumb picture
    Post by kalini: <p>Eu jurava (e queria) que o titulo da review foss

    Eu jurava (e queria) que o titulo da review fosse "Super Teens vs Evil Adults", pois seria mais original, escrachado e resumia de forma melhor o jogo, haha, mas esse titulo atual também diz muito sobre Persona 5: ele apela muuito mais pra seu estilo, um estilo bem original e cativante, e foi o motivo de muita gente (eu) jogar esse jogo.

    Eu agora entendo perfeitamente o porque voce odeia a história do jogo: toda mudança nos corações dos adultos é feita da forma mais artificial possível, só fazendo lavagem cerebral mesmo. Percebi isso com os dois maiores FDPs do jogo, Shido e Kamoshida: os caras tocavam o terror pra impor respeito, não sentiam remorso nenhum pelos seus atos e do nada ficam com voizinha mansa, chorando querendo confessar seus pecados.

    O enredo é maniqueísta ao extremo, algo que não tinha nos Personas 2. Os adultos são sempre podres, e os jovens, os oprimidos. Akechi Goro era o unico jovem FDP do jogo, e ainda botam a culpa nas ruindades que faz no Shido, só pra reforçar mais ainda o maniqueísmo.

    E o final é horrível mesmo, a lá Sessão da Tarde: todo mundo pegando a estrada feliz num veículo... e todas as consequencias de destruir um deus nascido do desejo das massas e toda aquele discurso de se emancipar da sociedade é jogado no lixo!

    Mas esse jogo ainda tem suas qualidades: as ações dos rotten adults são bem boladas! Foi legal de ver o Kamoshida fazendo o time de volleyball da escolinha do Joker ganhar destaque, o que fez com que os estupros e agressoes que ele fazia nos alunos serem ignorados. Os personagens também são bem carismáticos, mesmo os que voce não curtiu (Ryuji e Haru), pois são bem expressivos.

    No mais, mais uma ótima review sua, me fez perceber muita coisa que tava errada na história e que realmente incomoda, mas ainda assim acho que um 6 seria mais adequado. Não é uma história mal feita, como Final Fantasy VIII (GFs apagando memoria de todo mundo, romance ruim estilo Crepusculo), que é cheio de paradoxos, e é até divertido... se não levada tão a sério. E o gameplay, a música... tudo é maravilhoso, especialmente comparado com um mar de tranqueira de JRPGs genericos que existe ou já existiu. Ele merece todo o crédito e respeito por ter dado um up na reputação dos RPGs de turno novamente.

    Estilo sem substância

    Review by: @manoelnsn

    Persona 5 é o sexto jogo do mais famoso spin off de Shin Megami Tensei (sexto, já que Persona 2 é uma dualogia), ...

    Keep Reading →
    9
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      emphighwind · 21 days ago · 4 pontos

      "Estilo sem substância" sempre irá me lembrar do vídeo de 5 horas achando pelo em ovo de P5, estranhei a surpresa na parte do Akechi cognitivo durante a review no palácio do Shido, mas também não acho tão fora do senso confidants como o do traficante de armas, sure o desenvolver deles tem umas decisões questionáveis, mas a existência destes confidant em si é normal.

      A parte de gameplay da review no entanto parece bem negligenciada, pois mesmo elogiando, a curva de e certas nuances do balanço como falta de SP no primeiro palácio são algo que não really dá pra ver com as personas DLCs roubadas, pelo menos não entra nas reclamações de staples da franquia como no tal vídeo de 5h.

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      jcelove · 22 days ago · 3 pontos

      Esse esquema dos phantom thieves me lembra o filme inception, vc muda a pessoa implantando uma ideia. Como é um jogo de anime japa é mais dramatico e vc "rouba o coraçao" pra fazer a mudança.

      Sobre o final feliz de novela nao foge do padrao da serie. So o innocent sin q terminava no desespero mascarado de volta a normalidade e o 3 q da uma porrada no meio da felicidade.hehe

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      manoelnsn · 22 days ago · 2 pontos

      Que bom que gostou! Como eu ia usar os termos evil adults e super teens na review algumas vezes, decidi mudar o título para algo mais pragmático e que resume o jogo de um modo mais completo, hauahua

      Sim,a história não é um trem desgovernado igual Final Fantasy VIII, mas o pecado dela é muito pior, já que ela quis tratar de temas importantes e sérios da nossa sociedade atual e falha miseravelmente nisso. Os cast é basicamente uma reutilização de estereótipos dos dois jogos anteriores, com o destaque indo pra Makoto, mas é aquilo: uma andorinha só não faz verão e uma personagem só não salva uma party.

      O gameplay é excelente sim, a música é ok e os gráficos são lindões... Mas é lamentável que isso e Dragon Quest XI sejam os carros chefes dos JRPGs de turno atualmente... Mas enfim, talvez agora com o Hashino caindo fora, a coisa melhore... Talvez...

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  • 2020-06-14 17:24:38 -0300 Thumb picture
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    Vendo PS5....(kkk)

    Medium 715234 3309110367

    Juro que é a última!

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  • kalini Kalini Andrade
    2020-06-12 11:51:23 -0300 Thumb picture

    Desafio: Companhia para o dia dos namorados

    Fui desafiada pela @sweet_lorelei para falar sobre a waifu/husbando com quem eu passaria o dia dos namorados.

    Regras:

    Cite ao menos um personagem

    marque a persona @desafio

    marque uma galera pra participar

    Bem, um desafio bem hardcore pra mim, pois a lista de pretendentes é bem alta e o correto seria escolher só um, haha, mas bora lá pagar de poliamorosa e listar um homem e uma mulher:

    Cecil Harvey (Final Fantasy IV)

    Se o Cyan não parecesse o Seu Madruga, ele seria meu husbando da série Final Fantasy, mas felizmente (ou não) Cecil ocupada esse posto. Não tem como: o cara era badass como Dark Knight e fica glamourous como Paladin! Um cara bem romântico, sempre disposto a proteger as mulheres, mas ai dele se não me deixar ir ora Lua com ele :D

    Nina (Breath of Fire II)

    A Nina é possivelmente a personagem feminina que mais curto, e, embora eu prefira a do IV em termos de personalidade, vou ficar com a do II, pois esta se parece como adulta e não tô afim de virar amiga do pedobear, haha! É de fato a mais bonita das Ninas.

    Mas na verdade, eu já tenho uma companhia real pra esse dia dos namorados: o @omorizinho, mesmo estando bem longe de mim nesse momento.

    E é claro que não deixaria de marcar @babysoma, que entende mais de waifus e husbandos que eu, haha, e pra ajudar com a volta triunfal pra essa pessoa, também @mastershadow, @fonsaca, @manoelnsn, @andre_andricopoulos, @onai_onai, @jcelove, @zyotic e claro, o @the_muriel, só pra ver ele pondo personagens de neptunia, haha!

    Final Fantasy IV

    Platform: SNES
    1426 Players
    23 Check-ins

    38
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      fonsaca · about 1 month ago · 4 pontos

      Hahahhaha! Louco esse desafio.
      Todavia, estou participando de um desafio que eu mesmo inventei: "passar 6 meses sem desafio". Aí não poderei responder. =/

      1 reply
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      mateusfv · about 1 month ago · 3 pontos

      Grande Cecil, provavelmente o melhor protagonista masculino da série apesar do jogo dele virar uma maluquice de espaço, lua, alienígenas, gente que morre mas não de verdade e várias lavagens cerebrais kkk

      Pra mim o IV é a melhor abertura da série, desde o começo com o Cecil duvidando das ações dele e se arrependendo até ele virar o paladino andrógeno que muita gente não curte o visual (eu acho até legal kkk)

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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Desafio bem sugestivo, farei-o depois!

      E a Nina do BOF4 é a pior da série, ahuahaua

      10 replies
  • kalini Kalini Andrade
    2020-06-04 17:55:38 -0300 Thumb picture
    kalini checked-in to:
    Post by kalini: <p>Como tava jogando Dragon Quest lll pelo PC, e o
    Final Fantasy II

    Platform: NES
    461 Players
    22 Check-ins

    Como tava jogando Dragon Quest lll pelo PC, e o carregador do dito cujo pifou, tive que dar uma pausa nele por tempo indeterminado. 

    Enquanto isso, baixei um emulador chamado "NES nostalgia" pra Android. E depois de uns 30 minutos tentando pegar a manha bele, finalmente vou iniciar minha jornada com esse bizarro fangame de Star Wars da Square: Final Fantasy II!

    E o jogo já manda de cara uma parede de texto, me avisando que o imperador androgino de Palamecia parecido com a Rita Repulsa dos Power Rangers invocou demônios do inferno pra dominar o mundo, como todo bom império da vida real. O exercício demoníaco destruiu a cidade dos protagonistas, Fynn, e pôs a aliança rebelde contra o império que residia lá pra correr! Os quatro heróis do jogo tentam fugir, mas são perseguidos por cavaleiros negros.

    Eu sei que eles se chamam Firion, Leonhart, Maria e Guy, e que tem gente que deixa o nome dos chars originais por respeito, mas não pude deixar escapar essa oportunidade de fazer self-insert, negada por Dragon Quest lll, e de pôr um nome mais adequado ao resto com a história.

    E finalmente o jogo começa... Com uma batalha?

    E ainda impossível de vencer, mostrando um dos primeiros exemplos de história aplicada no gameplay em um RPG. E o design da batalha ficou bem melhor que do jogo anterior. Antes, os heróis ficavam em caixinhas empilhadas uma acima da outra, mas agora compartilham uma única tela com os inimigos.

    E eles sempre vão matar a Maria por último. Intrigante...

    Mas os cavaleiros Jedi sobrevivem, e são resgatados pela Aliança Rebelde liderada provisoriamente pela princesa Hilda Organa, enquanto seu pai está acamado, por causa de uma flechada no joelho. Conversando com os outros, Firion (Ou Luke) fica sabendo que Leonheart (Anakin) desapareceu.

    Chegando a sala do trono, nossos heróis pedem pra Hilda aceitar que eles participem da guerra contra o império. Ela se mostra relutante, mas acaba aceitando. Como os membros da aliança rebelde se mantém em sigilo, Hilda me ensina uma senha, "Wild Rose", pra ser usada pra fazer os rebeldes se revelarem e conversarem de maneira diferente comigo. Bem interessante esse sistema. Mais uma vez o gameplay é casado com a história, bem diferente de muita coisa que veio após o boom das aventuras de ze e nuvem.

    Explorando pela toca dos rebeldes de Altair, achei um baú com uma Potion. Andando pela cidade, conheço Paul, um ladrão bonzinho típico de RPGs, que só rouba o império sith palameciano (e parece mais um ninja), e Gordon, um príncipe de um reino chamado Kashuan, um covarde que deixou seu reino ser conquistado e fugiu de lá (e me lembra o Edgar do Final Fantasy 6)

    Achei na cidade uma loja de magias. Agora é possível entrar dentro das casas e lojas e andar lá dentro. O vendedor é o Black mage do jogo anterior, e dele comprei dois Cure, um pra mim e um pro Luke, e um Thunder pra mim. Agora qualquer personagem pode aprender magias e pode equipar qualquer coisa.

    O mapa mundi segue lindo como sempre, sem ser muito quadrado e com as cidades bem grandes. E agora tem umas airship voando pelo mapa. Demorou uns 40 minutos pra eu cair na primeira batalha aleatória, contra essas abelhas chatas que ficam envenenando e tem uma esquiva monstruosa. 

    Detalhe que não existe mais níveis, nem pontos de experiência! Agora você tem que ir usando várias vezes o comando de ataque pra aumentar o ataque, tem que se esquivar pra aumentar a evasiva, receber dano pra aumentar o HP... Aliás, é possível agora até bater nos meus próprios personagens! Fui fazendo o Luke e o Anakin bater em min pra subir meu HP medíocre. Capaz de eu virar masoquista, haha! E demora demais pra acumular pontos pra fazer as habilidades com arma e magia subirem de nível. Agora entendo perfeitamente a frustração das pessoas que não gostam desse sistema. Existe um bug que permite acumular pontos aos montes só cancelando a ação repetidas vezes, mas não é possível fazer isso com o último personagem na ordem de batalha e ainda assim é bem frustrante.

    E mesmo abusando do bug por três horas, meus heróis levaram uma surra colossal desses dois monstros! O mantis dava 250 de dano, e a vampira deixava os personagens confusos. Eu só dava menos de 10 pontos de dano com todos. Eu sei que as áreas dos mapas tem hordas vem diferentes de inimigos em RPGs antigos, e que você vai enfrentando hordas mais fortes a medida que vai avançando, mas essa aí é bem próxima da segunda cidade do jogo, ao oeste dela, e a diferença de poder pras abelhas verdes e duendes que eu enfrentava lá perto da primeira cidade é abismal!

    Bem, é isso. A história é anos luz superior a tudo que Dragon Quest fez no NES, já que o protagonista fala, os personagens tem personalidade e você enfrenta um imperador ambicioso ao invés de um capetão qualquer... Mas esse sistema de batalha e evolução de personagens sem nível é dureza, hein? Não é ruim, aínda tá cedo pra dar um veredito, pois creio que esse sistema permita  inúmeras possibilidades sem deixar os personagens overpower, mas é frustrante e trabalhoso. Final Fantasy X fez bem melhor com o sphere grid.

    Eu tava pensando mesmo é deixar esse jogo pra depois, baixar o retroarch e o persona 2, mas acho que não funcionaria no meu celular, Motorola g6 play com Android 9. Será que tem chance de rodar persona 2 no retroarch?

    25
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      santz · about 1 month ago · 3 pontos

      Esse é o pior FF da série (ainda não joguei o XIII ou XV). Esse sistema de evoluir por uso é frustrante e acabei fazendo tudo errado, pois gosto de manter meus personagens evoluídos por igual, então, desde já, crie na sua cabeça uma classe para um desses 3 personagens, pois assim, vai conseguir evoluir muito melhor. Esse lance de ter partes do mapa com inimigos absurdamente difíceis eu achei bem zuado também na época que joguei. Outra dica de ouro: Quando for salvar o game, sempre mantenha o save anterior também, pois tem uma parte no meio do jogo que não permite você voltar para o mapa normal e os inimigos são difíceis demais para ficar upando. Eu me ferrei e tive que começar o jogo tudo de novo por causa disso.

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Nao recomendo o retroarch pra android, melhor rodar os emuladores sepsrados. O epsxe roda perfeitamente, so é pago. Vale cada centavo pra mim mas se nao quiser gastar da pra achar o apk na internet.

      Tem o happychick tbm que funciona de forma parecida com o retroarch mas é mais automatizado mas esse so baixando o apk tbm.

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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Boa sorte com esse aí... A única coisa boa nele é que ele é open world e tu pode ir logo no começo do jogo em Missidia e pegar Holy, assim zerando o jogo sem maiores problemas.

      A história desse jogo é horrível... É basicamente tu ficando de office boy de uma princesa lá, com vários filhos da puta entrando e saindo da sua party pra no final enfrentar um imperador andrógino ridículo... Não faz diferença alguma a galera aí ter nomes e diálogos, já que são todos ruins, como tudo que a Square tentou fazer no NES no quesito plot e cast... O único personagem que me lembro o nome é a Maria, já que tu precisa descer o cacete nela pro hp dela subir

      16 replies
  • kalini Kalini Andrade
    2020-05-26 11:21:02 -0300 Thumb picture
    kalini checked-in to:
    Post by kalini: <p>#img#[710127]</p><p>Eu tinha combinado de deixar
    Dragon Quest III

    Platform: NES
    59 Players
    2 Check-ins

    Eu tinha combinado de deixar esse jogo para o final de semana, pois ia hoje pro salão de beleza dar um trato no visual, haha, mas houve um imprevisto e tive remarcar pra quinta. Então decidi começar logo a jogar esse negócio.

    Chegou a hora da verdade! É hora de saber se Dragon Quest III é essa coca-cola toda ao ponto de ser o terceiro RPG favorito dos japoneses!

    É hora de encarar o lendário Dragon Quest III!

    O jogo mal começou e já chega arregaçando com tudo, com uma "CG" sensacional mostrando um homem lutando contra um dragão. Será o prenuncio de que eles reamente aprenderam a lição com Final Fantasy e vão fazer algo realmente bombástico?

    Um fato curioso: se você tentar chamar o herói de "Erdrick" o jogo não vai deixar.

    Antes de tudo, eu queria soltar aqui toda a minha indignação por ter sido vitima de PROPAGANDA ENGANOSA! Apesar do jogo permitir eu escolher o sexo do protagonista, ele SEMPRE SERÁ UM HOMEM, seja nos sprites, nas falas dos NPCs, em TUDO!!! Que desleixo é esse, Enix? Me fizeram botar meu nome "na" "heroína" só pra me chamarem de filho de Ortega? Hahaha, que trollada, hein?

    Valeu, Enix. Tiraram minha chance unica de fazer self-insert. Seus lixos!

                                                     "Crono! Crono! Acorda, Crono!"

    Novamente tentam trazer humanização pra história. Agora o herói tem uma familia e temos o surgimento do  clichê do herói sendo acordado pela mamaezinha em sua cidade pacífica.

    A mãe de Goku o leva a força pra visitar o rei de sua cidade, eu tentava explorar a cidade e ela não deixava. Bem, não tive outra opção, depois de dar a Goku umas regras de etiqueta, fui ver o tal rei. Fiquei sabendo que Goku é filho de um herói chamado Ortega (o cara que luta contra o dragão naquele prólogo lá em cima) que acabou provavelmente morrendo após o dragão o ter jogado direto pra um vulcão. O rei pede para que Goku combata Baramos, um dinossauro gordo de um chifre só que está tocando o terror por aquelas bandas.

    Mas dessa vez, nós não viajamos no mundo sozinhos ou temos companhia de primos. melhor: NÓS PODEMOS MONTAR O NOSSO PRÓPRIO EXÉRCITO! Dragon Quest III chupinhou o sistema de classes de Final Fantasy, porém os levou um pouco mais além, permitindo customizar o nome, sexo e classe de cada personagem. E dá pra fazer num total de 11 personagens. E se quiser, pode apagar os que já existem e criarem novos por cima.

    E de quebra, consegui fazer um avatar pra mim. Sò assim mesmo pra eu conseguir fazer self-insert nesse baguio, haha!

    Também descobri uma outra sacada: os personagens já vem com seus equipamentos e posso vender eles. Depois apago os personagens, crio outros, vendo o que eles tem, apago de novo e recomeço o ciclo! Nem nisso a Enix prestou a atenção. Pelo menos dinheiro não vai ser mais problema por aqui.

    As batalhas infelizmnete continuam em primeira pessoa, mas parecem ligeiramente mais difíceis no começo, pois os inimigos vem em hordas maiores, sendo essa a mais recorrente. Depois de duas batalhas e todo mundo menos o Hero tava com HP baixo, mas o grinding continua rápido e as batalhas dão boa quantia de XP.

    E essa coelhinha da playboy só serve mesmo pra ficar se rebolando na tela, haha!

    E é isso aí. A introdução do jogo é digna não de aplausos, mas de Tocantis inteira! Foi muito bem bem feita. As músicas ficaram bonitas, mesmo ainda soando meio dissonante, como a maioria das musicas da epoca (mas diferente de Final Fantasy). Curti muito o novo sistema de classes criado no jogo, visualmente falando, pois ainda preciso ver as mecânicas de cada uma. Mas infelizmente, os gráficos são mais do mesmo, reciclados do segundo jogo, e ainda há a persistencia na necessidade de abrir o menu pra interagir com as coisas, de batalhas em primeira pessoa, algo que parece que todo jogo da franquia tem. E o pior: NÃO DÁ PRA MUDAR O SEXO DO HERÓI NA PRÁTICA! É só um cosmético. Sprites e até dialogos evidenciam a masculidade do dito cujo.

    Dragon Quest III tem que me mostrar um pouco mais pra ter o titulo de rei dos RPGs do NES, mas aparentemente já mostra ser o melhor Dragon Quest até aqui.

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      jcelove · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu tbm chamei o protagonista de Goku, mas to jogando a versão do GB, não encaro esse visual do Nes qdo tem opções mais agradaveis.hehe

      9 replies
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      noyluiz · about 2 months ago · 2 pontos

      Tecnicamente foi a nintendo que traduziu o jogo

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      ersatzgott · about 2 months ago · 2 pontos

      Tem sprite da protagonista mulher no SNES huhauhuah ok, chega disso, já deu

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