You aren't following kahmundongo.

Follow her to keep track of her gaming activities.

Follow

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-06-26 01:22:17 -0300 Thumb picture

    TAG: Desafio dos 10 Jogos Marcantes - Jogo 2

    #2 - River Raid e o Antecessor do “Dynavision Que é Quase um Playstation” (SQN)!

    *Eu, bem diferentona que sou, quis aproveitar esta TAG para, em ordem cronológica, contar um pouco de mim e da minha história adentrando no mundo dos joguinhos para quem quiser, poder me conhecer um pouco melhor (só para logo depois, se arrepender disso xD).

       Criança. Ser produzido apenas para ser ludibriado pelos seus criadores. Quem não passou por algum momento na infância onde foi literalmente trolado pelos pais com uma frase do tipo “na volta a gente compra” ou o típico, “mais tarde a gente faz”. Foi assim, em uma tarde como outra qualquer, que fui completamente traída pela minha ingenuidade. “Tinha chegado uma coisa que eu estava querendo há muito tempo!” eles disseram "Tinha chegado um videogame " eles disseram… E é assim meus caros, que nasce um meme.

       Eu nunca fui o tipo de criança de pedir, principalmente à minha mãe. Tudo que ela podia, ela provia e eu era bastante consciente disso fora que, eu me sentia muito adulta quando comparada a outras crianças que eram tidas como birrentas por pedirem tudo que vissem, fazendo chilique e constrangendo seus pais pela rua. Devo dizer porém, que isso não me impedia de usar de outra estratégia pois, apesar de nunca pedir nada, eu tentava deixar bem claro as coisas que eu gostaria de ter se porventura, alguém fosse me dar um presente e é claro, que um videogame era uma delas, especificamente, um Super Nintendo! Apesar das minhas investidas eu sabia que era uma quest meia impossível, pois o problema não era só o videogame ser algo salgado mas, também tinha os jogos que, não eram lá muito baratos e nem fáceis de se encontrar então, imaginem a minha surpresa quando descobri que iria ganhar um. Sim! “Tinha chegado uma coisa que eu estava querendo há muito tempo!”, oras, um Super Nintendo! Dizem, que sonhar é de graça, mas devia ser pago, só pra gente pensar duas vezes antes de cair nessa armadilha.

       Eis que olho para aquele objeto que eu nunca tinha visto antes, para aquele controle estranho, enquanto a fada da realidade ria e sambava na minha cabeça... Era um Atari.  Depois de morrer um pouco por dentro, agradeci pelo presente e me dirigi ao meu mais novo amigo. Devo dizer que eu não pude deixar de reconhecer o esforço e o passo tomado e como um soldado que perde a batalha mas não a guerra, ainda que não fosse exatamente o que eu queria, era de fato um videogame e eu finalmente iria jogá-lo.

       Dos jogos que me recordo e que vieram com ele, os mais marcantes eram Pitfall, Enduro e River Raid e devo dizer que, olhando agora, eu até que joguei bastante de todos. Chamava as crianças da vizinhança para jogar comigo já que, ninguém tinha um videogame e, ficávamos lá, nesse rodízio, quem perdia/morria, passava pro outro só pra ver quem conseguiria ir um passo mais adiante. Nunca fui tão popular! E foi assim, como o começo dessa história, em uma tarde como outra qualquer… que meu reinado acabou. Nos veio a notícia, de que o filho da dona da creche vizinha tinha ganhado, adivinhem? Um Super Nintendo! Lá se foram todos os meus “amigos”, todo o meu prestígio no meu recém formado (e já instinto) clubinho de agora apenas uma pessoa, EU.

       Depois disso não joguei muito o Atari, em parte pelo trauma com o ocorrido, em parte por não ter mais jogos para acrescentar a ele, já tendo me enjoado dos que possuía. Naquela época, pelo menos na minha casa, o console não ficava conectado direto na TV como é hoje, ficava guardado. A gente tirava pra jogar e quando acabava, enrolava os fios, recolhia os cartuchos e o acomodava de volta. Um dia, em um momento saudoso, fui pegá-lo para jogar e ele havia sumido. Ao questionar em casa descobri que por falta de uso, meu nobre amigo tinha sido doado para outra criança, o que me deixou chateada por não terem me consultado sobre a decisão de início mas, passado isso, fiquei feliz em saber que ele enfim teria um melhor uso, divertindo uma outra criança e com sorte talvez, ela seria tão popular quanto um dia eu fui, mesmo que brevemente.

       Eu sei que é uma TAG de jogos e, mesmo tendo posto River Raid no título, olhando agora, percebo que a real estrela desse capítulo da minha vida, foi o Atari, que como um filho menos querido, um coadjuvante em meio a estrelas maiores, conquistou seu lugar em meu coração, pelo tempo que durou <3

    SPOILER: A criança vizinha, dona do Super Nintendo voltará! 

    Marcando o @volstag que quis acompanhar essa saga! Para todos, até o jogo número 3 da lista o/

    Anteriores: Jogo 1

    *Os jogos dessa lista são jogos que me marcaram assim como manda a tag original portanto, não necessariamente são os meus jogos favoritos da vida embora, eu nutra um sincero carinho por todos eles <3

    *As descrições aqui contém a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade porém, em uma versão bem humorada de situações que facilmente, valeriam um tapa na cara vide OUPDM : )

    River Raid

    Platform: Atari 2600
    2082 Players
    14 Check-ins

    9
    • Micro picture
      tiagotrigger · about 2 years ago · 3 pontos

      Minha história foi parecida. River Raid e outros marcaram muito. Mas o primeiro que lembro foi o Frogger.

      2 replies
    • Micro picture
      volstag · about 2 years ago · 2 pontos

      Nossa...
      Nossa!
      Essa história me trouxe lembranças boas e ruins, quando ganhei meu atari, meu primeiro console, eu não sabia que existia video game, acredita? ele chegou em casa e os adultos ficaram “testando” por um bom tempo.
      Quando deram na minha mão, que eu vi que quando eu mexia naquele manche e no botão, interferia com os atos do que rolava na tela, aquilo me maravilhou talvez tanto quanto hoje em dia maravilhasse alguém que do nada conseguisse conversar com um ator enquanto um filme estivesse passando.
      Também fui o centro do universo durante um tempinho, acho que por um ano, onde todos vinham jogar na minha casa, mas logo o filho do prefeito, que morava na minha rua, comprou consoles melhores, e o desgramado não ia muito com a minha cara, portanto eu nunca nem entrei na casa dele.
      Obrigado por me marcar!!
      Ahh, e o que é OUPDM?

      2 replies
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-06-24 05:00:32 -0300 Thumb picture

    TAG: Desafio dos 10 Jogos Marcante - Jogo 1

    #1 - Super Mário Bros, Coisas da Infância e o Primeiro Vingador

    *Eu, bem diferentona que sou, quis aproveitar esta TAG para, em ordem cronológica, trapacear contar um pouco de mim e da minha história adentrando no mundo dos joguinhos para quem quiser, poder me conhecer um pouco melhor (só para logo depois, se arrepender disso xD). Eu sei que era pra ser só uma imagem sem texto mas aí já não seria euzinha não é mesmo? xD

       Quem não ama o Mario? Houve um período que eu nem mesmo sabia quem ele era. Período esse que o único videogame que eu tinha contato eram os arcades dos bares da vizinhança.. vizinha. Sim, Do outro bairro, da outra cidade e, que quando passávamos por lá, não tínhamos tempo ou moedas sobrando para dar aquela paradinha marota e jogar. Nesse ponto devo dizer que não éramos lá muito providos de dinheiro para coisas consideradas supérfluas pelos adultos e já devo adiantar que assim permaneceu por um bom tempo da minha infância, o que me fez adentrar no mundo dos games tardiamente. Mas não reclamo. Tive uma ótima infância no que diz respeito a diversão e o que faltou de joguinhos sempre foi compensado em áreas de meu interesse que alimentavam a minha criatividade. Mas como a TAG e o site são sobre jogos e não sobre DIY devo retornar para minha narração.

       Eu não sabia quem era o Mario. Mas sabia que se tratava de um jogo, e que era O JOGO, pois todo mundo parecia conhecer o tal sujeito mesmo que, ninguém que eu conhecesse pudesse me apresentá-lo, tendo muitos só ouvido de nome, de um primo da cidade mais bem agraciado pelo poder do capitalismo. Eu não era esse primo. Eu era uma menina e, para uma garota, no pensamento tacanho de alguns, era esperado estar brincando com Barbies e utensílios de cozinha quando na verdade, eu estava brincando de Lego, querendo aprender a soltar pipa, ralando muito meu joelho brincando na rua e tentando desenhar minha própria revista "original" da Turma da Mônica. Além disso, naquela época eu já era uma aficionada pelos hoje antigos Tokusatsu como Jaspion, Changeman e outros com roupas menos legais. Tudo isso sendo assistido na única TV da casa, uma Gradiente (acho)14 polegadas P&B... Yeaaah! \m/ Haviam outros programas que eu assistia dos quais não vou me lembrar agora, mas os tokusatsus eu lembro de me acomodar na sala toda noite, de perninhas cruzadas, tomando meu leitinho morno com biscoitos trazidos com amor pela melhor mãe do mundo! Depois de um dia árduo de muitas brincadeiras! Aaah.. ser criança era muito bom! Quando de repente, ele apareceu. Um homenzinho, bigodudo e esquisito, bem no meio da minha programação ritualística. Cuspi o leite, apertei os olhos para os arregalar em seguida pois, pela sua aparência, só podia ser ele..

    ERA O MARIO! ERA O F* MARIO! 

       E como se ele tivesse percebido a minha presença, começou a correr pela micro tela da minha TV em meio a canos.. a pular, a massacrar tartarugas com os pés.. ah! Era lindo! Ia mudando de canal para ver se pegava um em que o sinal estivesse melhor e desse pra ver direito e para a minha surpresa, o Mario estava em todos! Aquele fantasma em preto e branco correndo e pulando e.. morrendo bastante. A essa altura eu só queria ver como era a próxima fase pois já tinha enjoado daquela mas, a pessoa que estava jogando era muito ruim. Depois de não conseguir assistir a televisão por conta do Mario brincando de morto vivo na minha casa, só me restou ir dormir enquanto tentava adivinhar de onde vinha aquele sinal. Queria descobrir quem jogava, quem sabe não dividiria um controle comigo? No dia seguinte aquilo se repetiu, e no dia depois desse, e depois, e depois.. Sempre na mesma hora. A mesma fase. De novo o Mario... e morte. Conclusão, eu não conseguia jogar o jogo e nem mais assistir TV...

       Eu nunca descobri da onde vinha o sinal. Trocamos de Tv, de casa, de vida! E aquilo ficou pra trás. Hoje, com o peso da maturidade, gosto de pensar naquele Mario como o primeiro Vingador @realofficial. O Primeiro Mago Supremo antes mesmo do Cumberbatch. Gosto de pensar que toda a nossa realidade frágil só existe por conta daquele pequeno Mario, longínquo. Morrendo, morrendo e morrendo.. Como uma pequena barganha apenas, para que continuemos existindo. E o muuundo gira.

       Hoje eu amo muito o Mario mas eu o odiei por muito, muuuuito tempo. Esse foi o meu primeiro jogo marcante. Apesar de não tê-lo jogado exatamente na época acho que ele mereceu estar aqui. Ah! depois disso é claro, eu consegui jogar o Mario... E fui bem feliz : )

       Eu sei que era pra ser sucinto mas eu gosto de viver com emoção! xD 

       Até o jogo 2 da lista! o/

    *Os jogos dessa lista são jogos que me marcaram assim como manda a TAG original portanto, não necessariamente são os meus jogos favoritos da vida embora, eu nutra um sincero carinho por todos eles <3

    *As descrições aqui contém a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade porém, em uma versão bem humorada de situações que facilmente renderiam frases, que valeriam um tapa na cara vide OUPDM : )

    Super Mario Bros.

    Platform: NES
    9361 Players
    81 Check-ins

    19
    • Micro picture
      volstag · about 2 years ago · 2 pontos

      Nossa... que post mais maravilhoso!
      Essa história me arrastou ao passado e me fez praticamente me sentir na sua pele, a narrativa e provavelmente o tema, quando me dei conta, eu estava lá trocando de canais pra ver se via melhor a transmissão de algum vizinho jogando.
      Na verdade, essa história me faz lembrar de algo bem parecido comigo, quando o irmãozinho do meu vizinho ganhou um console já bem ultrapassado pra época, um daqueles Master System portátil que a Tec Toy requentou pela milésima vez, e que transmitia sem fio também, porém, a tv dele ficava exatamente encostada a minha na minha casa!!
      Nessa época eu tinha um Sega CD, e jogava direto o Sonic CD, não me esqueço nunca do dia em que eu liguei o jogo e comecei a ouvir o menininho gritando pra família ver o fantasma do Sonic que ele jogava (provavelmente o Sonic 1 ou 2 de Master System), e acredite ou não, aquilo que era uma jogatina só pra passar o tempo naquele dia, se tornou uma missão pra mim, finalizar o mais rápido, porque eu sabia que ele estava assistindo e vibrando com aquele mistério.
      Eu pediria pra você me marcar nessas suas postagens fascinantes, mas não quero abusar da sua paciência, então tentarei acompanhar sempre que puder.
      Post maravilhoso!!!!

      2 replies
    • Micro picture
      gus_sander · almost 2 years ago · 1 ponto

      Quando tudo começou... =')
      Acho que foi meu primeiro jogo da vida huahsua

      1 reply
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-04-25 05:36:23 -0300 Thumb picture

    "You'll come back when they call you" - Ilustra Ni No Kuni

    Estou devendo uns check-ins aqui. Tenho jogado um bocado de coisas e nada de lembrar de postar. Vou ver se faço um apanhado de tudo em um check-in separado mas por hora...

    Quem aí já jogou Ni No Kuni 2? :3 Segue uma artezinha marota que fiz

    Quem tá por dentro sabe que Zelda e Ni No Kuni 1 moram no meu coração! Esses dias terminei o 2 e estava pensando..

    O mundo de Ni No Kuni é tipo Nárnia né? Tu tá em casa de boas, daí ele te convoca pra consertar as tretas do outro mundo, tu vai e quando por sua vez o mundo lá fica de boas tb.. tu tem que voltar. Há sempre uma despedida para os personagens e para nós, jogadores. Nisso, eu lembrei dessa música maravilhosa The Call, da linda da Regina Spektor, que é tema das Crônicas de Nárnia - Principe Caspian e resolvi fazer essa artezinha marota juntando o Oliver de NNK1 e o Roland do 2, ambos, estrangeiros naquelas terras, como uma promessa de que, se a Level 5 quiser (e ela quer né? Néééé????) regressarei a esse mundo mágico, quando Ni No Kuni precisar de mim novamente. Assim como Nárnia <3

    Nota 1: Acho que vou fazer uma artezinha do GOTY of War 4 hein? kkkkkk Quero desenhar o Artreus >< Aguardem :3

    Nota 2: O simbolo do baculo do Oliver tá invertido. Fiz de cabeça e não lembrava como era só reparando agora. Mas vamos fingir que eu quis fazer um Oliver satânico e seguir o baile huahsuhaus Yo!

    Ni No Kuni II: Revenant Kingdom

    Platform: PC
    56 Players
    44 Check-ins

    21
    • Micro picture
      renansd · about 2 years ago · 2 pontos

      Arte mais show! Ni no kuni é um chuchu mesmo

    • Micro picture
      wilford_fernandes · about 2 years ago · 2 pontos

      niceee

    • Micro picture
      kratos1998 · about 2 years ago · 2 pontos

      Ficou excelente!

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-04-01 03:20:14 -0300 Thumb picture
    kahmundongo checked-in to:
    Post by kahmundongo: <p>As Crônicas do Bafão #4 (SPOILERS ABAIXO!!!)</p>
    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Platform: Nintendo Switch
    895 Players
    396 Check-ins

    As Crônicas do Bafão #4 (SPOILERS ABAIXO!!!)

    "Agora eu vooooooou, para Veeeeeriiiidiaaaannnn" Oh wait!

       Partindo finalmente para o castelo!!! Eeeee... bem, eu achei a parte do castelo bem marromeno rs Eu sei, quebra de expectativa né (calma, fica comigo, vai melhorar). Eu já tinha passeado por toda a parte de fora do castelo antes, matando Guardians para fazer escudo e flecha contra eles em Akalah. Também a essa altura já tinha em mãos o Hylian Shield que eu achei meio sem querer. Mas castelo, castelo mesmo eu não tinha entrado (se não contarmos o subsolo onde peguei o escudo). Talvez por eu já ter uma perspectiva do lugar de fora, talvez por eu já ter o escudo que poderia ser uma grande descoberta desbravando ele, o negócio é que o lugar foi bem ok pra mim. Primeiro pq matar Guardian depois que eu fiz o escudo próprio deles se tornou sem graça, pois o escudo é bem roubado. Ouso dizer que nem devia ter ele no jogo, deixava só as flechas que pelo menos vc tem que mirar (não que isso seja uma grande coisa tb massss). Segundo, pq eu, sem entender muito bem a estrutura daquele castelo, fui subindo meio de qualquer jeito, subindo umas cachoeiras, escalando uns muros.. e já cai onde tinha que cair de cara com Calamity Ganon de modo tão fácil, que eu fiquei um tempo sem entender que já estava nele rs. Terceiro pq, Calamitinho 1 é muito fácil e novamente, tendo o escudo anti-guardians vc mata ele brincando (e o jogo ainda não deixa você pegar as armas da hora lá que ele usa contra você! E eu estava tão mal acostumada, que isso era tudo que eu pensava enquanto lutava “acabar aqui, não esquecer de catar essas armas dele” rs). Quarto, Se Calamitinho 1 já é fácil, Calamitinho 2 então é passeio no campo, literalmente. Te dão até um cavalo rs Mas falando sério, o bicho não faz nada! Fica parado cuspindo fogo e, convenhamos, já teve mini game de arco e flecha em Zelda mais difícil que aquilo.. Final boss de TP com Ganondorf dá um banho nesse. Tem Zelda possuída, Ganon despirocado, arco e flecha com espíritos e lutinha de espada.. rs Talvez eu estivesse esperando demais (nem tava ‘3’), mas também, me põe no campo aberto (check!), me dão cavalo e arco (check!), me põe aquele monstrão (check!), aí começa a luta e é só meio méh rs Dito isto, o jogo inteiro é incrível! Mas os bosses em um geral não são o forte dele não. Isso, não o diminui porém, o elevaria com certeza. 

        Nem tudo é só choro, teve coisas bem legais no final e mesmo Calamitinho 2 apesar de não ser lá grande desafio, tenho que dizer... ô bichão bonito hein! Outra coisa legal é poder ver os aposentos do castelo (ótimo para pegar algumas armas) (er..tem até demais na verdade..), biblioteca, sala de jantar.. Ver finalmente os quatro campeões chutarem a bunda (uma banda pra ser mais exata rs) do Calamitinho 1 foi muito legal (Urbosa tava toda toda xD) mas, o mais legal foi chegar no quarto da Zelda, que dá em uma espécie de sala de estudo dela e ter lá esperando, propositalmente, uma Silent Princess (foi a Nintendo dizendo “quem não pegou, não pega mais!” rs). Você não entende o significado dessa flor no jogo até pegar certas memórias. Eu ficava me perguntando o que tinha de especial nessa flor afinal, ela estava presente na logo do game mas, dentro do próprio, não era lá de grande valor ou utilidade. Mas o verso que ela faz com a Zelda é muito delicado e nos faz perceber (ao menos eu senti assim) o quanto esse jogo é sobre a Zelda. Sobre a história dela! E que o selvagem do título pode não só fazer alusão a selvageria daquele mundo como também a selvageria que grita no peito de cada aventureiro, de um desbravador ou mesmo, uma menina que por vezes, suprimia toda uma selvageria em forma de curiosidade e de deslumbramento por cada nova descoberta, por conta do peso da realeza e expectativas postas nela desde muito cedo. Todos os medos e inseguranças não ditos que ela possuía… A Silent Princess.

    A Zelda de início, pode ser uma incógnita, você vai descobrindo ela aos poucos e de começo, você pode não gostar muito dela mas, no final acredito que a maioria se vê arrebatado por ela, mesmo com o pouco que nos é mostrado. Acho que nunca tive tanta empatia por uma Zelda como essa. E a memória que você pega perto do quarto dela é de cortar o coração. Acho que esse conjunto foi a parte que eu mais gostei do castelo inteiro!

    Apesar de tudo, a história do game é bem pouca. No geralzão tudo que você descobre ou relembra, são coisas que ou você já deduz ou já foi dita a você em algum momento. É mais sobre como aconteceu do que sobre o que aconteceu. Sem surpresas, sem reviravoltas. É uma história grandiosa ao mesmo tempo em que é simples para garantir a liberdade do jogador. É uma história centenária ao mesmo tempo que curta pois, você acaba querendo ver um pouco mais daqueles personagens, tanto os do passado, quanto os do presente.

    No final, Breath of the Wild para mim é um jogo de experiências. Experiências estas que, serão diferentes para cada jogador dando a eles história para contar entre si e por isso e mais diversos motivos, ele agora está entre os meus Zeldas favoritos! As coisas que mais vou me lembrar dele serão as sensações que ele me proporcionou a cada aventura nova que ele me dava. Das pequenas coisas, se tornarem grandiosas e valiosas! Da imersão que ele proporciona e na retribuição de em cada tentativa em me aventurar, me recompensar seja por um simples Korok escondido em uma pedra ou uma Shrine, oculta no meio de uma montanha. É como se dissessem de um jeito meigo, "obrigada por jogar cada pedacinho do nosso game".

    Como diria a Mipha, "It was my pleasure!'

    OBS 1: E com esse jogo aprendemos que Princesa Zelda = Princesa Jujuba. Sem mais! #ILoveScience xD

    OBS 2: Depois de "acabar o jogo" eu fiz a parte do castelo de novo seguindo os caminhinho tudo, vasculhando cada cantinho, matando cada coisa que aparecia no meu caminho e ele me pareceu bem mais legal \o/ 

    10
    • Micro picture
      manoelnsn · over 2 years ago · 2 pontos

      Ae, parabéns!

      Realmente, O Calamity Ganon nesse game é quase uma peça decorativa... Ele só está lá pra dizer que tem um boss pra tu enfrentar, além de dar mais destaque pra quem? Pra Zelda, claro!

      É como tu disse: deram um destaque incrível pra ela nesse jogo, é o "Legend of Zelda" mais "Zelda" que já teve, ela tem realmente todo o destaque do plot, dava até pra pensar que tu ia jogar com ela em algum momento...

      Liberdade de exploração é inversamente proporcional à profundidade de plot. Se o jogo tivesse uma trama mais densa e detalhada a liberdade de exploração de BOTW precisaria ser nerfada, e muito. Você não poderia ir pra montanha X ou Y até que o jogo te desse motivos para tal. O que achei incrível nesse game é que ele resgata esse feeling de exploração e descoberta que eram a proposta da franquia desde o início, tornando-se o meu Zelda 3D preferido. Claro que ele tem seus problemas(como repetição de inimigos, poucos bosses, armas quebrando) mas como é o primeiro de uma nova era pra franquia, dá pra relevar XD.

      2 replies
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-03-27 22:02:05 -0300 Thumb picture

    Não façam o Baby Groot chorar! (pro seu próprio bem...)

    Medium 537508 3309110367

    Estava eu aqui de boa na lagoa e fiz rapidinho essa artezinha marota aqui >< 

    (tá meio cagado pq foi sem referencia mesmo e minha memória fotográfica é meio inexistente rs)

    Então, postando pq sim xD (e pq eu tô com preguiça de fazer o Check in gigante de Zelda BOTW hoje he hee). Por hora..

    We are Grooooooot!  è.é

    Marvel's Guardians of the Galaxy: The Telltale Series

    Platform: PC
    25 Players
    14 Check-ins

    31
    • Micro picture
      manoelnsn · over 2 years ago · 2 pontos

      Ficou show!

    • Micro picture
      renansd · over 2 years ago · 2 pontos

      Ficou lindão!

    • Micro picture
      kabutojuh · over 2 years ago · 2 pontos

      ficou muito bom! mas relaxa que o groot tanto pequeno quanto grande é extremamente difil de fazer de cabeça sem ao o menos ter o minimo de estudo do mesmo hahahah

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-03-24 01:13:54 -0300 Thumb picture

    Jogos de Bolso - Uma Caçada aos Tesouros do Google Play!

    Medium 3613181 featured image

        É comum, tendemos a não considerarmos muito jogos para celulares como “jogos de verdade”, muito devido a maioria desses games serem projetados para o público casual em busca de algum tipo de distração momentânea, seja para a espera em uma fila, no banco, no trânsito ou mesmo, em um momento de ócio. Assim, podemos achar alguns desses joguinhos simples, rasos ou mesmo feito sem muito esmero e isso, quando não se sustentam em termos de liberar uma graninha extra dentro do app de vez em quando. Devido a isso, a impressão muitas vezes é a de ficarmos sem a presença de mais games diferenciados, restando ficar a mercê de uma chuva de derivados de Candy Crush e Temple Run. Ainda assim, todos eles são sim, jogos embora, se tiver um olhar para aventuras promissoras e um faro para possibilidades, verá que em um “museu de grandes novidades” também é possível encontrar alguns Masterpieces, que podem não ser lá jogos de um PS4, Xone ou de um PC Master race da vida mas, serão jogos pensados e otimizados para o seu dispositivo móvel que possivelmente, ainda serão simples e momentâneos porém valerão o seu tempo e caberão no seu bolso e, neste caso, literalmente.

    Seguem algumas sugestões:

    OBS: 1- Os games abaixo estão listados em ordem de preferência de quem vos escreve e não necessariamente pode condizer com o seu gosto ou opinião, fica a seu cargo, a avaliação. 2- Também é importante dizer que há vários jogos que talvez devessem estar nessa lista porém, ainda não passaram pelas minhas mãos, também fica a seu cargo, a recomendação :)

    8 - Maguss

        Esse game é um daqueles que bebem da fama de outros e se você achou que eu ia dizer Pokémon Go, achou errado Otá.. Er, onde eu parei, beber de fontes externas né.. então, estamos falando de Harry Potter! Maguss é um game que nitidamente se inspira dessas duas fontes e, ele não tenta esconder isso. Lançado graças a sua campanha no IndieGoGo, Maguss também se utiliza de mecânicas próximas a Pokemon Go mas de um jeito um pouco mais complexo, bom, dentro do que é possível fazer com essa tecnologia. Onde Maguss verdadeiramente brilha, é que ele não se apoia apenas nisso, ele se baseia em algo próximo ao mundo de Harry Potter te permitindo ser um bruxo mago, escolher uma casa ordem, e fazer uma pá de poções e feitiços. Este último, realizado por touch, algo próximo ao que foi Ni No Kuni 1 para DS. Tá mas e a parte parecida com Pokemon Go? Ela consiste em encontrar no mapa, criaturas e lutar com elas e com isso, vem diversas coisas que ficam para a descoberta daqueles que decidirem experimentar.

        Assim como o Pokémon, pode dar umas bugadas referente ao GPS então.. paciência.. ou não.

    7 - Voez

        Hoje, um estilo que caiu nas graças de muitas pessoas são os games musicais, há vários para console e nos celulares não poderia ser diferente. Voez pode parecer um jogo simples, e de fato é. Há jogos como Love Dance que te permite fazer um avatar 3D, customizá-lo com roupas e acessórios até ficarem parecendo um harajuku de Tokyo, interagir com outros jogadores online e ainda oferece músicas conhecidas, desde as top 10 americanas, algumas escassas brazucas e o tão aclamado kpop que atrai vários fãs kpopinhos para o game. Tudo isso enquanto seus avatares dançam loucamente. Também existe o Deemo, um pouco mais introspectivo, possui uma ilustração mais linda que a outra junto a boas músicas. Mas então.. dentre tantos.. por que o Voez? Pela jogabilidade!

        A jogabilidade de Voez é simples, composta de 4 à 5 movimentos rápidos e diferentes para serem executados dentro do tempo. Até aqui, nada de muito novo, porém o que o jogo faz é te instigar a errar. Ele brinca com a sua mente exibindo em sua tela imagens em constante movimento, dispostas bem aonde deve tocar, fazendo o seu cérebro pensar por vezes, que está mexendo o background ao fazer isso, quando não está. Essa brincadeira, te faz errar ou se confundir algumas boas vezes e, mesmo que essa nem sempre seja a intenção, apenas é muito gostoso pensar que você está controlando também o fundo como se fosse algum tipo de maestro. A parte ruim? Nem todas as músicas se utilizam tão bem dessa dinâmica, e a maioria delas são pagas.. é.

    6 - Horizon Chase

        Horizon Chase é um jogo bem vibrante. Sua arte é bem colorida e o game mostra isso a você desde a tela inicial. Ele é um jogo de corrida meio retrô com uma ótima trilha sonora pra te manter empolgado enquanto está na pista. Você viajará por várias cidades do mundo então, se queria um game de corrida, saiba que há vários à disposição mas este, é especial.. este, é brasileiro!

    5 - Scribblenauts

        Scribblenauts é uma série velha conhecida, onde o único limite para a aventura é a sua criatividade. Com um lápis e um caderno na mão, você estará apto a mergulhar em uma infinidade de palavras que lhe permitirão criar objetos e adjetivos, que vão desde uma escada pequena á um unicórnio alado flamejante! Estes itens o ajudarão a prosseguir no caminho, desde que seja capaz de abrir sua mente para o mais lógico ou para o mais nonsense.

    4 - Oceanhorn

        Já é um clichê dizer isso desse jogo mas sim, “esse é o mais próximo de um Zelda 3D que você vai ter em um Smartphone”. Oceanhorn de fato é muito parecido, mas ainda consegue ter sua própria identidade. Oceanhorn entrega uma boa diversão com uma arte vibrante e uma jogabilidade responsiva, que vai te manter interessado enquanto ele durar.

    3 - Hearthstone

         Hearthstone, Blizzard, apesar de ter nascido para PC, ganhou sua versão mobile tempos depois. A versão de Celular segue igual a de PC e se você gostar de um bom card game ele é uma boa pedida! O jogo é totalmente dublado e traduzido para PT-BR e, tanto sua dublagem quanto trilha sonora, excedem as expectativas. Mesmo quem não é de curtir jogos do gênero, pode se surpreender. Hearthstone é um game dinâmico que vai exigir estratégia de um jeito fácil de entender embora nem sempre de executar, dependendo do deck adquirido e o do seu raciocínio. Não há muito mais a acrescentar aqui apenas, tenha um aparelho bom para rodá-lo..

    2 - knights of Pen and Paper 1 & 2

        Sendo você um veterano saudosista de RPG de mesa ou um iniciante curioso dessa forma de jogo, você já estará apto a desfrutar desse game. O jogo, tanto o 1 quanto sua continuação, é um verdadeiro ode a dias mais simples onde amigos se sentavam ao redor de uma mesa, rolavam o dado e contemplavam a si mesmos se tornarem Elfos, Cavaleiros, magos e anões!

        Knights of Pen and Paper é o segundo jogo brazuka dessa lista e junta o melhor do mundo "rpgistico" mantendo as batalhas por turno enquanto o mestre dá seguimento na história, agora, some isso a muito humor e uma diversificação das classes já tão conhecidas. Receita de sucesso!

    1 - Monument Valley

    “(...) Você me ligou, naquela tarde vazia. E me valeu o dia-aaaaa” - Tarde Vazia, IRA

        Nada descreve tão bem a minha conexão com o game quanto o trecho dessa música. Em uma ”passeada” pela lojinha de apps da Google pude encontrar essa pérola que à época, ainda não era tão conhecida como é hoje, nem tão premiada.

        Monument Valley é um jogo primoroso, desde sua arte que brinca com ilusão de ótica inspirada em gravuras japonesas, esculturas minimalistas e diversos jogos independentes, ao seu gameplay calcado em puzzles que, não necessariamente são difíceis ou complexos mas, são um casamento perfeito entre ambos, o que o torna um deleite para os olhos e muito agradável de se jogar. Dito isto, seu enredo (e aparente mitologia) acaba sendo um fio de história para ligar A+B e te guiar pelos puzzles apresentados, ainda assim o conjunto se prova muito bonito e elegante, delicado e impactante! E sua arte minimalista e a forma como te conta as coisas sem te dizer, pode lembrar um pouco de Journey e games similares que deixam para a sua imaginação completar as lacunas deixadas propositalmente por eles.. E eu amo isso!

        Ainda há muitos games que ficaram de fora, games tão bons quanto, quiçá até melhores! Essa lista é só um aperitivo para quem estiver a procura de bons jogos ou curioso para experimentar, caso ainda não conheça, alguns dos títulos citados aqui. E você? Conhece algum game topzeira de celular que ficou de fora dessa lista para compartilhar? Comente! : )

    OBS 1: Não contei jogos da Apple Store pois sou usuária de Android

    OBS 2: Esse foi meu primeiro artigo aqui! Era pra ser algo simples por isso escolhi fazer uma lista, e de algo acessível a todo mundo caso alguém quisesse dar uma conferida. Gosto muito de escrever então resolvi tentar >< Perdoem-me por qualquer equivoco e.. bons jogos a todos!!! o/ 

    Monument Valley

    Platform: Android
    333 Players
    99 Check-ins

    81
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-03-10 22:01:02 -0300 Thumb picture
    kahmundongo checked-in to:
    Post by kahmundongo: <p>As Crônicas do Bafão #3</p><p>Bem vindos a mais
    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Platform: Nintendo Switch
    895 Players
    396 Check-ins

    As Crônicas do Bafão #3

    Bem vindos a mais uma As Crônicas do Bafão! Vocês piscaram e eu já terminei o jogo! Brincadeira, brincadeira.. mas tô quase. Na última vez que postei eu tinha acabado de terminar a Divine Beast dos Zoras, Vah Ruta e estava rumando para a dos Gorons. Agora eu já meio que terminei todas. Então, aqui vai um nem tão breve resumo do que achei delas na ordem em que foram feitas e de algo mais que eu possa vir a lembrar.

    Divine Beast Vah Rudania-

    Achei que ia ser a mais difícil (não sei porque achei que seria rs) e foi a mais fácil e rápida e inclusive, curta? Ela é curta demais! Você pisca e quando vê, tá diante do boss dela. Dito isso, pra entrar nela (que são partes que estou achando bem interessantes) tive um ajudante como sempre e achei que ia me dar um certo trampo guiá-lo para não me delatar sem querer naquele pseudo-stealth vulcânico, mas até que foi tranquilo.

    A cidade Goron é bem.. a cara dos Gorons rs Eu tenho um carinho por essa raça e pelo sorriso digital simpático e verdadeiro daquele povo! Eu sofri um pouquinho pra chegar na cidade deles. Haviam Guardians por perto e muita lava como era de se esperar. Mas o calor escaldante foi o que mais dificultou. Me entupi de tanta comida e elixir que se a física fosse real mesmo nesse game o link ia ter tanto peso que não ia planar de Paraglider nunca mais!

    Divine Beast Vah Medoh -

    A divine Beast dos Ritos foi a que mais achei gostosinha de fazer. Ela no todo é bem tranquila mas, estar lá em cima e poder ver o mundo do alto é muito bom! E ao mesmo tempo te dá um medinho de cair embora, a Vah Rudania também dê e pior, na lava.

    O chefe dela foi fácil porém muito legal pelo fato de ser algo mais aberto e não aquele sistema claustrofóbico de sempre. É muito legal como cada parte para entrar nas divines Beast são todo um evento. É sempre muito épico e divertido com cutscenes muito carismáticas toda vez. Inclusive aqui.

    Acredito que a cidade dos Ritos seja uma das menores do jogo mas curiosamente, foi uma das que eu mais me demorei se puder contar com o mapa ao redor dela pois, tinha muita coisa para coletar e minerar por lá (e eu estava precisando no meu estoque) fora fazer umas quests e conhecer o elenco infantil de pássaros de Glee!

    Divine Beast Vah Naboris -

    Ou apelidada por mim Vah Toma No C*..

    Essa foi para mim a Divine Beast mais difícil até aqui. Toda a mecânica dela de mover aquele “Colosso” de areia em seu núcleo cilíndrico é bem legal e bem tonteante? “Girando e rodando má oi!” Confesso que empaquei um pouquinho nessa, não sei se pela comodidade que já vinha das anteriores em achar que já sabia o que fazer ou se pela minha própria dificuldade em me situar naquele gira, gira. Em algum momento eu esqueci a lógica e fiquei girando os “baguio” tudo e desse modo impreciso ainda assim consegui achar a maioria dos painéis deixando os dois últimos e mais complexos em sua localização por último. De qualquer forma, depois de um início passando um tantin de raiva, logo que peguei o jeito do monstrão divinoso eu pude terminar o que faltava com facilidade.

    O Boss aqui também foi o mais difícil até então. Ele era extremamente rápido e fazia várias coisas rendendo a utilização de diversas mecânicas ao mesmo tempo, o que me fez ficar bem feliz pelo desafio e um pouco triste por não ter mais coisas assim e em saber, que mesmo sendo legal pacas, ele também não era tão difícil (não que ser apenas difícil, seja sinônimo de qualidade hm..) No deserto finalmente pude conhecer um personagem que é menor que o Link, a Riju! Mas também pelo que entendi ela ainda não é exatamente uma adulta então não sei se conta (crianças e anciões não contam! Nem cientistas que rejuvenesceram demais.). O Link pôde entrar na cidade Gerudo e finalmente ceder ao seu lado feminino, mostrando que pode ser bem versátil (Sidon, me liga!), derrotar ladrões meio bananas em mais um stealth no jogo e fazer um esporte radical na areia com focas? Leão marinho? Sei lá o que é aquele bicho (eu esqueci) mas é exatamente com ele e graças a ele que pude adentrar na Divine Beast das Gerudo e.. que raça bonita gente (e Lady Urbosa é a criatura mais estilosa de F* Hyrule. Pronto, falei!).

    Então, geralzão das Divine Beasts:

    Elas tem seu lado positivo e negativo pra mim. A parte positiva é que é algo totalmente diferente de outros Zeldas, o que já é muito louvável! Não que as antigas dungeons fossem ruins mas mudança, frescor, é tão bem vindo.. e às vezes até necessário para trazer um novo olhar sobre algo já tão conhecido. É muito legal a parte de entrar nela com um aliado e de maneiras diferentes e, independente da dificuldade disso, é sempre muito épico! Estar em cima dessas bestas e ver o mundo ao redor! Todo o sistema de girá-las e posicioná-las para chegar a lugares e encontrar os painéis também é muito inspirado e inteligente, sendo essa a parte mais legal em sua jogabilidade.

    Porém, o que pode ser um deleite, também pode se tornar um pouco cansativo para alguns ou mais do mesmo, o que tira a relevância e importância de estar ali fazendo o que se está. Fora que, visualmente em seu interior elas são praticamente as mesmas por serem fruto da mesma tecnologia. Todo o conceito disso é muito legal mas confesso, senti um pouco de falta das câmaras variadas e temáticas. Não só de fogo, água, flora e etc como de costume em Zeldas, mas de ter variações de alguma coisa, de surpresa! ou mesmo de ver uma paleta de cor diferente que não a mesma sempre. Novamente, preciso frisar, não é ruim! Porém não é memorável como foi por exemplo (pra mim), as dungeons “Snowpeak Ruins” de Twilight Princess que era bem diferente e inesperada e a “Ancient Cistern” de Skyward Sword, seja por conceito ou visual. Então se eu fosse resumir diria que as dungeons nesse jogo, são como aquele CD daquela banda incrível que você ama, escuta e adora mas, se você para pra analisar, parece um álbum de uma música só? Sendo tudo muito parecido, a ponto de considerá-las uma unidade. Tendo isso em mente, eu vou ficar muito decepcionada se no final do game as Divine Beasts não se juntarem para formar um Megazord gigante (é a oportunidade perfeita Nintendo! Não me decepcione)!

    Deixei algumas coisas que queria comentar de fora mas vou ver se faço um post extra antes do castelo pra contar sobre coisas mais aleatórias (como a quest de Tarrey Town). No momento ainda estou no deserto tentando derrotar o Molduga e terminar as Quests de lá, pra poder pegar um capacete power ranger topzeira!

    10
    • Micro picture
      manoelnsn · over 2 years ago · 1 ponto

      Thunderblight Ganon é o mais chatinho mesmo, mas se tu dominar a esquiva mata ele com flurry rush facilmente. Aliás, se pretender comprar a DLC(o que eu recomendo - e muito) irá enfrentar os 4 blight de novo, só que com equipamento limitado, tornando a batalha bem mais divertida XD

      E quanto a virar megazord... Er...

      2 replies
  • lleogame Leonardo Moraes
    2018-02-27 18:00:01 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    Post by lleogame: <p><a href="http://astoralexander.tumblr.com/post/1

    Source

    The Witcher 3 - Blood and Wine

    Platform: Playstation 4
    204 Players
    20 Check-ins

    61
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-02-25 06:54:39 -0300 Thumb picture
    kahmundongo checked-in to:
    Post by kahmundongo: <p>As Crônicas do Bafão #Pt-2</p><p>E mais uma atua
    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Platform: Nintendo Switch
    895 Players
    396 Check-ins

    As Crônicas do Bafão #Pt-2

    E mais uma atualização dessa minha empreitada por uma Hyrule cheia de coisas gritando para serem desbravadas! Novamente, sem mais delongas, vamos a elas!

    Em meu último check in, tinha parado indo em direção a cidade Zora e depois de enfrentar muitos monstros pelo caminho (e ter sido cortesmente stalkeada por todo ele), o que posso dizer? Eu já achava a cidade Zora de Twilight bonita mas essa.. Excede expectativas! O único problema dessa cidade era a chuva, e dessa vez, não era só MEU problema. Peguei umas shrines próximas, fiz umas quests, conheci um pouco mais de uma das campeãs (que por sinal, me conhecia muito bem xD), e descobri que o Link é o Capitão América desse universo dormindo tempo demais, chegando atrasado pros rolê e perdendo as oportunidades tudo rs

    A essa altura, devo dizer que só há uma criatura que me põe medo naquela terra.. e o nome dela é LYNEL! Que bicho apelão da P* (respira). Dito isso, peguei o que tinha que pegar e cabeça para a tal Divine Beast! Toda a parte antes de entrar nela foi muito legal e me fez querer mais dinâmicas como essa. Imagino que, deva ter algo similar em cada uma que ainda me aguarda e isso me faz muito feliz! Tudo feito, dentro! E agora?

    A primeira Divine Beast foi bem fácil. Existe aqui mais o desnorteamento de ser algo um pouco diferente na franquia, então você pode demorar um tempo pra “ah tá, então é isso, isso e isso que eu tenho que fazer e é assim que a mecânica delas vai funcionar. Ok, I get it!” do que uma dificuldade muito elevada. E ela foi bem rápida de completar também. Sobre o estilo do mapa, é ok. Alguns podem achar ruim pois pra se guiar o mapa tradicional pode ser melhor mas, para a mecânica que essas dungeous pedem, entendo o porquê dessa estética. Ele torna muito mais fácil de se situar e encontrar o ponto x, y e z dentro daquela estrutura e ao mesmo tempo consegue te dar a visão necessária do que você está a fazer. No todo, a primeira Divine Beast foi muito gostosinha de completar embora fácil e rápida de executar e o mesmo, pode ser dito para o boss encontrado nela.

    Depois de uma sequência muito legal onde revemos uma antiga conhecida (;.;), ganhamos um poderzinho novo e vemos o que a Divine Beast restaurada é capaz de fazer. Parti dali para colher as glórias do meu feito, fazer as últimas side quests e me despedir do sorriso colgate mais bonito de toda Hyrule, sdds Sidon.

    As Shrines continuam assim, umas fáceis outras um pouquinho mais complexas mas, o que pode ser um pouquinho trabalhoso mesmo é encontrar algumas delas pois nem sempre vão estar à vista e o radar, não é tão preciso, tendo uma abrangência muito grande de terreno e por vezes te fazendo andar, voltar e refazer o caminho a procura da Shrine sem necessidade. Mas sim, ainda é uma ajuda e tanto e sem ele seria muito mais difícil encontrá-las sozinha.

    Em mais umas andanças fui parar na região de Akalah, não desbravei tudo por lá ainda mas, passei no que acho ser o mais importante! Conheci um cientista meio maluco, amigo da Purah (o que explica muita coisa..) de Hateno, e consegui umas flechas da horinha que me ajudam contra guardians! Pois se há uma coisa que me dá medinho chamada Lynel há outra coisa que me dá medinho chamada Guardians! (mas o Lynel ainda ganha rs). Quando escuto aquele pianinho do capeta de fundo… dou graças a Deusa pro Link de hoje em dia poder correr rs Arrisquei um pique esconde por um cemitério de Guardians que tinha ali perto pra coletar mais peças e fazer mais flechas pois estava na ganância de ter mais arminhas contra esses bichos muito embora, já tô pegando o jeito do parry contra eles então, eles que me aguardem! Hunf!

    Saindo de lá, lembrei que tinha encontrado um Korok dançante que me ampliava os slots do inventário, então parti pra procurar a tão conhecida Lost Woods, onde ele me disse habitar e depois de muito procurar, me perder, me achar, pra me perder de novo, por uma curiosidade minha ao observar de uma das montanhas um local peculiar, resolvi “paragladiar” e como diz aquele ditado “atirei no que vi, acertei no que não vi”, e cheguei em Lost Woods (que olha.. tava perdida mesmo dessa vez hm?). Depois de quebrar a cabeça com soluções erradas, descobri a certa e rumei pra o cerne do lugar, e ele era encantador. Na verdade é um lugar bem pequeno, só que todos aqueles Koroks se escondendo me trouxe a memória um pouco de Totoro, animação dos estúdios Ghibli, por um breve momento e isso já fez brotar um sorriso do meu rosto.

    Aumentei meu inventário, fiz umas quests/desafios que tinham por lá e o mais importante, encontrei uma persona clássuda da franquia e com ela uma espada muito cobiçada! Até tentei levá-la comigo puxei, puxei.. e morri de tanto tentar. Literalmente. Não obstante, fui em busca de mais shrines, retornei, e saí brandindo minha espada por direito mostrando quem é que manda (finalmente!). Não entendo ainda como ela funciona mas, parece que ela não quebra como as outras pelo menos (mas já está há um bom tempo “recarregando” e continua vermelha :/ E pq ela não solta as rajadinhas topzera? ;.;).

    Depois de explorar as proximidades, acho que rumarei para a cidade dos Gorons pois Death Mountain tá logo ali e eu tô logo ali perto dela então ¯\_(ツ)_/¯

    Até o próximo As Crônicas do Bafão o/

    5
    • Micro picture
      youkko · over 2 years ago · 2 pontos

      Os lynels estão entre os monstros mais fortes do jogo. Relaxa e foge, só isso. Eu tô quase no end game e só consegui matar 3, com muito esforço...

      1 reply
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-02-21 13:34:44 -0300 Thumb picture

    ​#1 Desvendando: Rime! Uma de muitas interpretações (spoilers abaixo)

    Terminado! Rime foi uma surpresa super positiva pra mim. O game já tinha me encantado pela direção artística e fiquei feliz em comprovar, que não só ela era digna de atenção. Há muitas coisas legais em Rime e é claro, ele tem seus vacilos mas, esse texto não se trata nem dos erros nem dos acertos e sim, da sua história que é tão minimalista (assim como sua arte) quanto misteriosa. O game é todo sem falas, deixando você livre para juntar as pistas que ele vai dando conforme o seu progresso e o final não foge a regra. Te deixa livre para interpretar como quiser e preencher com os seus feels, crenças ou vivências! E, apesar de ter também a minha própria interpretação das coisas, penso que todas as diferentes interpretações estão corretas, pois cada um pode sentí-lo de um modo!

    Em minha visão, acredito que a ilha é uma mescla de coisas que o garoto conhecia enquanto vivo. Seria um estado de limbo do garoto. Tanto que lá também aparecem os brinquedos que vimos no quarto dele no final. Quanto ao Rei e a Rainha das gravuras pra mim, são o pai e a mãe do garoto. Para uma criança, seus pais são como reis e rainhas, são seu lugar seguro e ao mesmo tempo sua autoridade máxima por isso, eles são retratados assim. Se reparar, a história deles é a mesma da do garoto: A rainha morreu (a mãe do menino) o Rei ficou triste e desolado e retirou a coroa da cabeça em uma das gravuras (o pai ficando devastando pois perdeu sua "rainha". Isso é representado pela coroa que ele tira). Vemos o garoto se perdendo no mar assim como o menino também.

    Acredito que durante a jornada o garoto tenha o que seriam, seus guias espirituais, que podem variar pra cada um, pois aqui, parecem ser figuras projetadas pelo inconciente da própria pessoa. Um deles é o homem com a capa vermelha que aparece sempre, que seria o próprio garoto (descobrimos isso quando o garoto está no barco, e quando ele puxa-lhe a capa o homem se assusta e cai no mar. Depois vemos a mesma cena só que com os papéis invertidos e é aí que descobrimos que o menino é quem caiu logo, ele era o homem de capuz!) e que a raposa seja a mãe do garoto pois nas gravuras quando a mãe dele (a rainha!) aparece há sempre umas folhas vermelhas flutuando ao redor dela iguais as que aparecem quando a raposa anda e salta. Acredito que a mãe do garoto também é representada pelo espírito branco (esse não uma projeção, mas a mãe de verdade) que aparece no jogo. O que lhe estende os braços para lhe acolher e some. É como se fosse o espírito dela chamando, ela se foi e está esperando por seu filho. Para prosseguirem juntos.

    Temos também aquelas estátuas brancas que acredito serem pessoas que também foram parar nesse limbo. Só que, por uma tristeza muito grande (por isso essas estátuas parecem sempre agonizar) elas se perderam, e viraram aqueles espíritos escuros (diferente da mãe do menino que era representada por um espírito branco pois, já não habitava ali). Isso quase acontece com o garoto quando a raposa "morre" (ela "morre" pois já havia cumprido o seu papel, que era guiar o menino). Ele fica tão triste que ele mesmo vira uma estátua, quebra (igual quando chegamos com o menino nas outras estátuas brancas), e ele fica escuro, igual aos espíritos que se perderam em tristeza (então esse limbo seria um lugar comum para todas as almas só que ele seria preenchido por memórias, guias e objetos que seriam particular de cada um e que lhes ajudariam a lembrar do ocorrido e de como prosseguir. E acredito que as máquinas também são guias. Quando a última máquina entra na porta e se vai, o menino fica triste de ter que dizer adeus pois isso é imensuravelmente difícil! E aquilo já era uma preparação para o que ele teria que fazer com seu pai adiante. Saber que esse "adeus" era o assunto pendente que o prendia e também a "porta" do menino para que sua alma parta dali.

    Quando o menino aparece em seu quarto, ele vê a estátua do pai totalmente branca (ela já havia aparecido antes, uma no bosque em ruínas, faltando pedaços como se estivesse avisando que seu pai estaria também em ruínas (emocionalmente) a essa altura, pela perda do filho. A outra vez que aparece a estátua está chorando acho, como se dissesse que o pai caiu em desespero profundo), dessa vez a estátua está igual a das estátuas das pessoas do limbo: as que morreram de tristeza. Assim poderia ser o caminho de seu pai? O menino então alcança a luz do "farol" (faróis geralmente são como um guia na escuridão, por isso aqui, o ponto de chegada! O fim do limbo que ele se encontra), e retoma sua luz. Aqueles espíritos que caem junto com ele no "universo" (que representa o próximo plano), são outros como ele que acharam seu caminho e prosseguiram (acredito que aqueles outros espíritos que nos atacam, sejam de almas corrompidas e por isso nunca mais sairão dali, diferente das outras que, apesar de perdidas, apenas estão na mesma peregrinação que o garoto).

    Acredito que Rime seja uma história sobre perda, e da tristeza e sentimentos negativos que acumulamos por não sabermos lidar com eles. Pois é sempre tão difícil.. Você pode ficar doente, cair em depressão entre outros males. E essa história é um pouco disso. A história desse menino que não sabia que tinha morrido. Da sua jornada para conseguir prosseguir e poder dizer a seu pai para fazer o mesmo (e principalmente, para que ele não morra de tristeza). O momento em que o pai solta a capa do menino e deixa o vento levar é quando ele de fato o deixa partir, e pai e filho passam finalmente, a seguirem adiante!

    É uma história muito bonita, que está aberta a várias interpretações. Essa é a minha! : )

    Rime

    Platform: PC
    88 Players
    10 Check-ins

    20
    • Micro picture
      kabutojuh · over 2 years ago · 2 pontos

      estou/estava jogando, ai chego em uma parte que precisa de duas peças douradas pra abrir o portão, um pouco antes tinha achado uma mas e a outra? fui desatento no começo do jogo achando que não tinha como pegar as peças pelo caminho, tanto os quebra cabeças quando essa peça que abre a passagem '-' descobri que dava a poucos... ai fica aquela revolta na mente e a falta de vontade de voltar a jogar kkkkkkkkkkkkkk

      4 replies
    • Micro picture
      aranha96 · over 2 years ago · 2 pontos

      Ótimo texto eu também tive um interpretação parecida, sobre o espirito branco ser a mãe dele é isso mesmo, quando você acha os quatro espíritos brancos pelas fases a mãe dele aparece no final.

      1 reply
    • Micro picture
      salvianosilva · over 2 years ago · 2 pontos

      Aplausos infinitamente pra esse texto. Zerei o Rime ontem e esse jogo é uma obra prima, chorei no final.

      1 reply
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...