2018-03-10 22:01:02 -0300 2018-03-10 22:01:02 -0300
kahmundongo Karla Pinheiro checked-in to:
Post by kahmundongo: <p>As Crônicas do Bafão #3</p><p>Bem vindos a mais
The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Platform: Nintendo Switch
1044 Players
451 Check-ins

As Crônicas do Bafão #3

Bem vindos a mais uma As Crônicas do Bafão! Vocês piscaram e eu já terminei o jogo! Brincadeira, brincadeira.. mas tô quase. Na última vez que postei eu tinha acabado de terminar a Divine Beast dos Zoras, Vah Ruta e estava rumando para a dos Gorons. Agora eu já meio que terminei todas. Então, aqui vai um nem tão breve resumo do que achei delas na ordem em que foram feitas e de algo mais que eu possa vir a lembrar.

Divine Beast Vah Rudania-

Achei que ia ser a mais difícil (não sei porque achei que seria rs) e foi a mais fácil e rápida e inclusive, curta? Ela é curta demais! Você pisca e quando vê, tá diante do boss dela. Dito isso, pra entrar nela (que são partes que estou achando bem interessantes) tive um ajudante como sempre e achei que ia me dar um certo trampo guiá-lo para não me delatar sem querer naquele pseudo-stealth vulcânico, mas até que foi tranquilo.

A cidade Goron é bem.. a cara dos Gorons rs Eu tenho um carinho por essa raça e pelo sorriso digital simpático e verdadeiro daquele povo! Eu sofri um pouquinho pra chegar na cidade deles. Haviam Guardians por perto e muita lava como era de se esperar. Mas o calor escaldante foi o que mais dificultou. Me entupi de tanta comida e elixir que se a física fosse real mesmo nesse game o link ia ter tanto peso que não ia planar de Paraglider nunca mais!

Divine Beast Vah Medoh -

A divine Beast dos Ritos foi a que mais achei gostosinha de fazer. Ela no todo é bem tranquila mas, estar lá em cima e poder ver o mundo do alto é muito bom! E ao mesmo tempo te dá um medinho de cair embora, a Vah Rudania também dê e pior, na lava.

O chefe dela foi fácil porém muito legal pelo fato de ser algo mais aberto e não aquele sistema claustrofóbico de sempre. É muito legal como cada parte para entrar nas divines Beast são todo um evento. É sempre muito épico e divertido com cutscenes muito carismáticas toda vez. Inclusive aqui.

Acredito que a cidade dos Ritos seja uma das menores do jogo mas curiosamente, foi uma das que eu mais me demorei se puder contar com o mapa ao redor dela pois, tinha muita coisa para coletar e minerar por lá (e eu estava precisando no meu estoque) fora fazer umas quests e conhecer o elenco infantil de pássaros de Glee!

Divine Beast Vah Naboris -

Ou apelidada por mim Vah Toma No C*..

Essa foi para mim a Divine Beast mais difícil até aqui. Toda a mecânica dela de mover aquele “Colosso” de areia em seu núcleo cilíndrico é bem legal e bem tonteante? “Girando e rodando má oi!” Confesso que empaquei um pouquinho nessa, não sei se pela comodidade que já vinha das anteriores em achar que já sabia o que fazer ou se pela minha própria dificuldade em me situar naquele gira, gira. Em algum momento eu esqueci a lógica e fiquei girando os “baguio” tudo e desse modo impreciso ainda assim consegui achar a maioria dos painéis deixando os dois últimos e mais complexos em sua localização por último. De qualquer forma, depois de um início passando um tantin de raiva, logo que peguei o jeito do monstrão divinoso eu pude terminar o que faltava com facilidade.

O Boss aqui também foi o mais difícil até então. Ele era extremamente rápido e fazia várias coisas rendendo a utilização de diversas mecânicas ao mesmo tempo, o que me fez ficar bem feliz pelo desafio e um pouco triste por não ter mais coisas assim e em saber, que mesmo sendo legal pacas, ele também não era tão difícil (não que ser apenas difícil, seja sinônimo de qualidade hm..) No deserto finalmente pude conhecer um personagem que é menor que o Link, a Riju! Mas também pelo que entendi ela ainda não é exatamente uma adulta então não sei se conta (crianças e anciões não contam! Nem cientistas que rejuvenesceram demais.). O Link pôde entrar na cidade Gerudo e finalmente ceder ao seu lado feminino, mostrando que pode ser bem versátil (Sidon, me liga!), derrotar ladrões meio bananas em mais um stealth no jogo e fazer um esporte radical na areia com focas? Leão marinho? Sei lá o que é aquele bicho (eu esqueci) mas é exatamente com ele e graças a ele que pude adentrar na Divine Beast das Gerudo e.. que raça bonita gente (e Lady Urbosa é a criatura mais estilosa de F* Hyrule. Pronto, falei!).

Então, geralzão das Divine Beasts:

Elas tem seu lado positivo e negativo pra mim. A parte positiva é que é algo totalmente diferente de outros Zeldas, o que já é muito louvável! Não que as antigas dungeons fossem ruins mas mudança, frescor, é tão bem vindo.. e às vezes até necessário para trazer um novo olhar sobre algo já tão conhecido. É muito legal a parte de entrar nela com um aliado e de maneiras diferentes e, independente da dificuldade disso, é sempre muito épico! Estar em cima dessas bestas e ver o mundo ao redor! Todo o sistema de girá-las e posicioná-las para chegar a lugares e encontrar os painéis também é muito inspirado e inteligente, sendo essa a parte mais legal em sua jogabilidade.

Porém, o que pode ser um deleite, também pode se tornar um pouco cansativo para alguns ou mais do mesmo, o que tira a relevância e importância de estar ali fazendo o que se está. Fora que, visualmente em seu interior elas são praticamente as mesmas por serem fruto da mesma tecnologia. Todo o conceito disso é muito legal mas confesso, senti um pouco de falta das câmaras variadas e temáticas. Não só de fogo, água, flora e etc como de costume em Zeldas, mas de ter variações de alguma coisa, de surpresa! ou mesmo de ver uma paleta de cor diferente que não a mesma sempre. Novamente, preciso frisar, não é ruim! Porém não é memorável como foi por exemplo (pra mim), as dungeons “Snowpeak Ruins” de Twilight Princess que era bem diferente e inesperada e a “Ancient Cistern” de Skyward Sword, seja por conceito ou visual. Então se eu fosse resumir diria que as dungeons nesse jogo, são como aquele CD daquela banda incrível que você ama, escuta e adora mas, se você para pra analisar, parece um álbum de uma música só? Sendo tudo muito parecido, a ponto de considerá-las uma unidade. Tendo isso em mente, eu vou ficar muito decepcionada se no final do game as Divine Beasts não se juntarem para formar um Megazord gigante (é a oportunidade perfeita Nintendo! Não me decepcione)!

Deixei algumas coisas que queria comentar de fora mas vou ver se faço um post extra antes do castelo pra contar sobre coisas mais aleatórias (como a quest de Tarrey Town). No momento ainda estou no deserto tentando derrotar o Molduga e terminar as Quests de lá, pra poder pegar um capacete power ranger topzeira!

10
  • Micro picture
    manoelnsn · over 3 years ago · 1 ponto

    Thunderblight Ganon é o mais chatinho mesmo, mas se tu dominar a esquiva mata ele com flurry rush facilmente. Aliás, se pretender comprar a DLC(o que eu recomendo - e muito) irá enfrentar os 4 blight de novo, só que com equipamento limitado, tornando a batalha bem mais divertida XD

    E quanto a virar megazord... Er...

    2 replies
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...