2018-02-20 17:11:31 -0300 2018-02-20 17:11:31 -0300
kahmundongo Karla Pinheiro checked-in to:
Post by kahmundongo: <p>As crônicas do Bafão #Pt-1</p><p>Já estou jogand
The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Platform: Nintendo Switch
1044 Players
451 Check-ins

As crônicas do Bafão #Pt-1

Já estou jogando ele há um tempinho e só agora lembrei de fazer check in ha haa Então vou tentar resumir aqui a minha progressão do jogo e deixar as minhas impressões até o momento!

Depois de acordar depois de 100 anos (o Link sempre começa dormindo mas dessa vez ele extrapolou) e daquela introdução linda mostrando todo um horizonte a ser explorado (totalmente proposital hm?) sobe a logo do game e ali você já sabe qual o tom do jogo. Eu já tinha visto esse início várias vezes na E3 mas ainda assim.. bonito! 

Posso dizer que passei um bom tempo nessa parte do Plateau. Enrolei mesmo. Quis aproveitar bem aquele lugar conhecendo melhor todas as mecânicas, possibilidades, as shrines, as runas (que são como as suas magias), os diferentes itens e o funcionamento das armas que aqui, são inúmeras porém, descartáveis.

Eu não me incomodei tanto como a maioria, com o fato das armas quebrarem forçando-o a ficar sempre trocando o seu arsenal. Vejo isso como um ponto a mais na dificuldade que te gera situações imprevisíveis e de urgência onde você tem que administrar as armas que você tem para deixar sempre uma mais fraca para inimigos comuns e uma mais forte para monstros equivalentes, ao mesmo tempo em que monitora todas pra que nunca fique sem e seja pego desprevenido. É bom também deixar (por mais fraca que sejam) sempre uma de madeira de cada tipo, para em casos de tempestade de raio (tem uma surpresinha)(não muito amigável rs) para ter com o que lutar, pelo menos é assim que tenho feito. A única coisa que acabou me deixando desgostosa é não ter nenhuma espécie de ferreiro (aparentemente) para reparar as armas antes que quebre e ter de ver algumas que considera especiais e queria manter, se perderem para sempre.

Já as Shrines, até agora, estão bem equilibradas. Não tem nenhuma mega difícil mas você dará umas empacadas em algumas delas. Algumas, passará de boas e outras serão teste de força onde terá que lutar com um tipo de guardian, que me parece variar também no nível de dificuldade em cada shrine. Mas confesso que por mais que eu adore um puzzle, e por mais legais que elas possam ser, o mundo lá fora é tão aprazível que você pode ter, assim, às vezes, uma preguiciiiinha de entrar nelas rs Mas só as vezes xD Por isso é bom essa mecânica onde nada é obrigatório e você faz quando quiser. Elas estão lá para você e ao completá-las, as orbes adquiridas servem como moeda de troca onde, quando ofertadas a Deusa, você recebe mais corações ou stamina, porém, se quiser completar o jogo sem elas (exceto as 4 iniciais), com apenas 4 corações, vai na fé campeão!

Depois de muito ser ludibriada por um velho muito incomum e pegar o tão sonhado paraglider, pude sair do Plateau e, obviamente que eu não fui direto para onde me mandaram. Fui passear cof cof fazer um reconhecimento de área. Meu plano era dar a volta no Plateau, sem desvios, só pra ver que tipo de criaturas e lugares me esperavam por ali. 5mts depois eu tinha ido parar em uma espécie de coliseu com um monte de monstros me atacando lá na P*...Perdão. Deixa eu me conter ha haa Então, acho que isso resume bem o que esse jogo te faz. A cada passo que você dá uma coisa nova chama sua atenção e o espírito de aventureiro que existe em você vai clamar pelo seu descobrimento. Você vai se ver desviando do seu caminho o tempo todo. No meu caso até mesmo, desviando do desvio rs

Depois de abrir a torre daquela região e pegar o mapa da área (o que eu deveria ter feito logo de cara), senti que já tinha passeado cof cof, reconhecido (belo reconhecimento hein?) a área o suficiente e fui pra onde me mandaram. Finalmente tinha chegado em Kakariko e… me mandaram pra outro lugar ha haa Eu fui? Nop! Comprei roupa, fui papear com os moradores locais, fazer umas side quests, topei com uma fada, gastei uns dinheiros, cacei umas galinhas, escalei, escalei, escalei e só parei quando choveu.. e ó.. como chove nesse jogo hm? 9/10 kkkkk (quando chove não dá pra escalar e o tempo fica ó, um *insira o seu palavrão preferido aqui*).

Sobre a dublagem, não é nenhum Guilherme Briggs mas achei bem OK, visto que ela parece ter dividido opiniões. O que eu posso dizer é que eu prefiro dublado. Na verdade me senti até um pouquinho enganada pq ela é bem pouca dentro do jogo mas, nos momentos importantes ela está lá.

Saindo de Kakariko, peguei um cavalo, nomeei-o Minduim, fiz amizade com ele até que nossa afinidade estivesse no máximo só pra largá-lo no estábulo mesmo pq prefiro ir a pé pra não perder nada pelo caminho (quem sabe mais pra frente Minduim). Depois de muitos desvios e mais reconhecimentos, cheguei na cidade de Hateno. Aí de novo, falei com as pessoas, fiz umas quests, matei uns monstros, fiz umas comidas e comprei mais roupas só pra descobrir que podia comprar uma casa depois que eu já tinha gastado tudo o que eu tinha (e se pá ainda não era suficiente rs). As roupas são legais e estilosas! Te dão atributos extras se equipar todas do mesmo tipo. Só a chuva que arrg! Quero morrer toda vez que começa a cair aquele pé d’água e eu tô no meio de uma montanha noooo! (e aí brota uns bichos do chão nooooo!) (e vc tá sem arma de madeira noooooo!) (Ok chega rs)

Em Hateno, nós também podemos conhecer a Purah! <3 Onde upei umas runas e agora eu posso tirar foto, o que tem sido a minha perdição! Então, uma das coisas legais nesse jogo é você poder “fazer o seu próprio mapa”. Você pode marcar nele o que considera importante com vários tipos de Stamps, personalizando ele. Agora além disso, você também pode catalogar todas as plantas, animais, monstros, etc de Hyrule, o que faz muito sentido se levarmos em conta, que é um mundo medieval em um pós guerra e muito provavelmente parte desses escritos já se perdeu.

Aqui também fui devidamente apresentada as Memories e, a história pelo que percebo, depende de você querer descobrir ou não. Algumas coisas vão ser ditas a você pelo caminho mas a maior parte dela você terá que descobrir sozinho, o que faz sentido uma vez que você está desmemoriado, assim com essa mecânica, uniram o útil ao agradável para manter o “open world”. O que posso dizer é que até então estou gostando, apesar de não ser difícil imaginar o que aconteceu e talvez isso nem seja o mais importante e o que te fará gostar desta história de fato.

Depois de tanto feito, me mandaram ir atrás das tais Divine Beasts, 4 ao todo, e estou rumando para a dos Zoras aparentemente, pois encontrei um tal príncipe que tem um sorriso encantador e adora falar em caps lock kkkkkk

Até o próximo As Crônicas do Bafão o/

(tentei resumir.. falhei miseravelmente ;.; rs)

10
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...