kahmundongo

"Já disse. Sou menina e posso provar." - Metroid

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  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-12-12 18:36:34 -0200 Thumb picture
    kahmundongo fez um check-in em:
    <p><strong>Hollow Knight, Na Mesma Praça, No Mesmo - Alvanista
    Hollow Knight

    Plataforma: Nintendo Switch
    83 Jogadores
    33 Check-ins

    Hollow Knight, Na Mesma Praça, No Mesmo Banco e o Capitalismo Desenfreado!

    Imaginem uma pessoa desatenta e ansiosa.. Agora imaginem essa pessoa jogando um metroidvania da vida, mais precisamente Hollow Knight Imaginaram? Pois saibam, essa pessoa sou eu e eu vou QUEBRAR o meu Nintendo Switch a qualquer momento (um momento de fúria para ser mais exata). E é com esse início meus caros, que eu começo esse Check In! (Eu n aguento mais morrer e voltar no mesmo banco perdendo meu Geo tudo e ter que lutar com a minha própria sombra! Aaaah) (Essa deveria ser a verdadeira síndrome de Peter Pan hm?)(HMN???)

    Hollow Knight é figurinha conhecida pela maioria mas para mim? Nem tanto. Nunca havia jogado apenas, o conhecia de vista e estava presente na minha wishlist, só esperando ficar bem baratinho (como se o game já não fosse) (sim, sou muquirana mesmo) pois eu o queria no meu Switch (mais conhecido como: Nintendo + todos os indies que você encontra na Steam só que muito mais caro sua trouxa!) que acho perfeito para esse tipo de jogo (de novo, sua trouxa!)! Eis que o momento chegou (20-PILAS-COMPRANDO-PELA-ARGENTINA-OBRIGADO-HERMANOS-QUE-TÁ-MUITO-BARATO-ISSO-AMÉM!) (só uma dica, na data de hoje, 12/12.. ainda está) e apesar de feliz pela pechincha que foi pois o jogo é muito bom mesmo, agora estou um tanto quanto triste tê-lo encontrado tão barato já que, sendo repetitiva: o jogo é muito bom mesmo! É algo que acontece comigo, Hollow Knight ainda tem a desculpa de já ter saído há um tempinho mas, vejo joguinhos tipo The Messenger (também na minha wishlist), que ainda vai receber uma DLC 0800 e fico poxa, talvez eles devessem cobrar por isso? O engraçado, é que nos comentários do vídeo da DLC no canal da Nintendo a maioria das pessoas parecem ter o mesmo sentimento. Não foram poucos os comentários que vi do tipo “De graça? Eu facilmente pagaria por isso!”. Eu sei que são games menores, e que a maioria de nós, principalmente BRs não temos tanta grana assim devido ao preço encarecido que pagamos por quase tudo mas, sempre me bate uma mescla de felicidade ao pegar um jogo tão barato, com uma ponta de tristezinha pelo mesmo motivo, ou quando eles não são tão falados quanto mereciam mas esse último ao menos, não parece ser o caso desses dois.

    Há muito me interessei pelo Hollow Knight pela arte (direção artística é realmente meu calcanhar de aquiles) e nossa.. como esse jogo é lindo! Tanto pelas suas cores (ou falta de muitas delas) quanto pelo detalhamento e polimento postos nele. A sensação de profundidade também é muito imersiva, graças a todo cuidado em transpassar esse sentimento pelo seu background. Também temos detalhes de chuva, névoa e coisinhas aqui e ali. Gosto muito do character design das criaturas que são, em suma, insetos olha só (nunca pensei que fosse gostar tanto desses bichinhos do capeta)! Tudo isso somado à uma trilha sútil e às vezes nula mas, que te fazem entrar no clima e te vender a idéia desse lugar melancólico e a princípio, enigmático.

    A jogabilidade também está sendo bastante atrativa, gosto de ver, pelo menos até então, inimigos variados. Bosses e inimigos maiores, oferecem batalhas onde é exigido prestar atenção em seus movimentos para então revidar. De certo que esse tipo de mecânica não é nenhuma novidade mas Hollow Knight faz isso tão bem que é preciso destacar, assim como seu pulo que é tão gostosin.. que acaba entre os jogos com o pulo mais aprazível que já encontrei.

    No mais, me parece ser um jogo razoavelmente grande, que demanda paciência e atenção, duas coisas que eu não tenho em demasia masssssss seguimos por mapas que prometem se expandir cada vez mais, lhe fazendo decidir entre seguir em frente ou voltar todo o caminho para ver o que deixou para trás só para descobrir que, retornar e prosseguir nesse tipo de jogo muitas vezes quer dizer a mesma coisa, mecânica essencial para descobrir segredos da história, poderes ou habilidades novas para uma melhor progressão como é de praxe.

    No começo, a prioridade que coloquei para mim era única e exclusivamente devolver os “Caterpie” pro pai deles (aquele bichinho que fica chorando)(ô dó) e fazer uma família feliz! Mas agora, avançando no jogo.. Eu só quero ficar rica e comprar todas as coisas ha haa! Opa! Olha ali mais um bicho que me dá dinheiros! Chuin chuin e fez se a grana no meu bolso olé! (só pra eu morrer na tela seguinte de novo êêê lá ia!)! Mas confesso, eu me sentia bem mal no começo pq tem uns bichinhos que parecem só estar ali de boa, sem fazer mal a ninguém, uns "voandinho" à paisana por ali, uma mãe de família tirando um cochilo... Mas esse sentimento logo passou para dar lugar a cobiça, a ganância e a luxúria MuaHaHaHa er… eu bem acho que foi assim que o povo de lá sucumbiu e se perdeu nas profundezas… Mas enquanto isso não acontece comigo! Pode vir a RIQUEZA!!!! (e por favor mais espaços pra charms pelamor!)

    Por enquanto, abri apenas quatro mapas que são: Dirtmouth, Encruzilhada Esquecida, Caminho Verde e Ermos Fúngicos (tô jogando em PT-BR). Tendo isso em vista, um destaque especial para:

    Bichinhos do demônio para passar raiva!:

    -Soldadinho que dá a cara pra bater

    -A traíra que se faz de NPC boazinha e te pega com a agulha

    -O cospe-cospe bomba caseira

    Locais "malégnos" para passar raiva!:

    -Pocilga de ácido dos infernos

    -“Pirulitos” pula-pula do capeta

    NPCs amorzinhos:

    -A escavadeira cantante

    -O “Tingle” do jogo

    -O Senhorzinho anfitrião forever alone

    -O “Teleport-graças-aos-céus-eu-te-encontrei” desse jogo

    Sim, é tudo em codinome mesmo para não dar spoiler demais pra quem ainda quer jogar. Vá pequeno gafanhoto e se ferre também por conta própria!

    Bons joguinhos e até o/

    Nota: Tudo está ainda mais desafiante pq estou com aquele probleminha no analógico do Switch Aaaaah scrr! ;.;

    7
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      rendrick_duarte · 2 meses atrás · 1 ponto

      Se você já tá passando raiva abrindo 4 mapas, espera avançar mais um pouco pra ver hahaha mas é um baita jogão. E grande hein! Tô jogando há quase 2 meses e só agora que pareço estar perto do fim (mas só parece mesmo, porque desse jogo só espero surpresas)

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-12-12 18:27:15 -0200 Thumb picture

    ​Check-in: Até Mais e Obrigada Pelos Joguinhos!

    Há muitos sites do qual já fiz parte, sejam os focados em filmes como o Filmow, em livros como o Skoob ou em tretas como o facebook! rs E talvez eu não tenha interagindo o suficiente, talvez eu não tenha sido ativa o suficiente (o que é bem comum rs) mas, diferente de outras redes nunca, nunca vi as pessoas daqui agirem de outra forma que não fosse ser amigável e agradável umas com as outras e sem contar, deixar de demonstrar o que de fato todos estamos aqui para: o amor aos joguinhos! Não era incomum em período pré e pós E3, TGA, BGS, etc, ver o lugar explodir de comentários, compartilhamentos e emoções! Em lançamentos de games, er.. tb em adiamentos de games.. rs Todos faziam questão de demonstrar seu empolgamento ou mesmo, frustração. Sempre fomos como uma grande festa! E assim, como uma sala precisa, o Alva se tornou esse lugar comum para todos que estavam carentes de um ambiente assim. Hoje, como muitos aqui, ou poucos pois, nem de longe o fluxo corresponde ao que foi em seu momento de glória, vejo o Alvanista se esvaindo.. Mas o Alva em seus primórdios era um local ideal, seja com seu visual clean e intuitivo, seja com sua mascote que já rendeu várias fan arts por aqui, seja com os seus LvLs, Críticas, Personas, Vidas Recebidas, Troféus, Categorização de Jogos, Matérias e afins, tudo projetado para ser familiar e assim, foi. Agora, a casa tem estado cada vez mais vazia, e apesar de não querer vê-la fechar as portas é impossível não notar a base ruir e os moradores que ainda a habitam irem de pouquinho em pouquinho, se mudando para construções de aparência mais duradoura. Porém nenhuma delas, chega aos pés do aqui de outrora. E se esse for o caminho para qual de fato está em curso o Alvanista: o fim, ficarei sinceramente triste pois, muito se fala de games mas na prática, pouco espaço é dado para discuti-los de forma conjunta e de maneira saudável como é aqui. Como sempre foi aqui.

    Por isso, não escrevo para um adeus definitivo, mas para um possível adeus definitivo! Que assombra e ameaça como um boss desafiador! Escrevo para dizer que fui feliz, pelas pessoas que conheci e pelo tempo passado aqui e espero que haja mais deste tempo adiante mas, se realmente não houver, também escrevo, para deixar registrado a minha tristeza e gratidão por uma casa que assim como a muitos, me acolheu pelo tempo que durou. 

    Mas por hora,  até mais e obrigada pelos joguinhos!

    Obrigada Alvanista! Espero que você continue viva e essa seja apenas uma fase ruim do jogo da vida…

    Hope.

    Save: Kahmundongo, LvL 25

    9
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      roberto_monteiro · 2 meses atrás · 1 ponto

      Não vou falar "fica" por que eu mesmo tenho entrado bem pouco, mas não apaga a conta não, vai que as coisas melhoram!
      E quando você precisar, o Alva vai estar aqui =D

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-10-02 00:46:26 -0300 Thumb picture

    Fanarts de The Dragon Prince <3

    Alguém aí conhece The Dragon Prince? Fiz umas artes marotas desse desenho que lançou a pouco e já considero pacas! O que tem haver com games? Explico abaixo (mas na verdade era só pq faz tempo que eu não posto nada aqui e queria postar alguma coisa pq tava com preguiça de escrever review, etc  kkkk) 

    -Principe Callum e a Rocha Primária

    -Principe Ezran, Isca e os doces do castelo

    -Rayla, A Elfa da lua

    Avatar: A Lenda de Aang é uma das minhas animações favoritas! Korra também foi muito bom! Agora saiu O Príncipe Dragão pela Netflix com alguns dos mesmos criadores! O curioso é que também estão desenvolvendo um game ambientado no mesmo universo (um dos caras parece que trabalhou em Uncharted) (dafuq?)(confirma isso produção?). Tomara que dessa vez saia umas coisinhas maneiras daí. Curiosa.

    Ah (momento jabá xD), a quem interessar qualquer coisa, segue meu insta/twitter abaixo que volta e meia vou tentar postar mais artes de alguma coisa top (ou não) por lá: @kahmundongo 

    Avatar: The Last Airbender

    Plataforma: Playstation 2
    554 Jogadores
    1 Check-in

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      kahmundongo · 5 meses atrás · 2 pontos

      Vcs são mt bonzinhos comigo ha haa Obrigada a todos <3

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      volstag · 5 meses atrás · 1 ponto

      Pelas barbas do camarão, você não desenha, você faz humilhação em forma de traços e cores, que isso!!!

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      mattfenrir · 5 meses atrás · 1 ponto

      Não conhecia, fui pesquisar e seu traço é muito parecido :O!

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-07-22 05:04:58 -0300 Thumb picture

    TAG: Desafio dos 10 Jogos Marcantes - Jogo 4

    #4 - Battle City, O Clone e a Era do PC Parte 1

    *Eu, bem diferentona que sou, quis aproveitar esta TAG para, em ordem cronológica, contar um pouco de mim e da minha história adentrando no mundo dos joguinhos para quem quiser, poder me conhecer um pouco melhor (só para logo depois, se arrepender disso xD).

    "Computador, máquina capaz de variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Um computador pode possuir inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura" -Wikipedia

       Quem nunca quis um computador? Mesmo antes de saber o que fazia de fato, mesmo sabendo o quanto esse nome era feio, quem nunca? Houve um período em que eu comecei a ouvir falarem com muito mais frequência dos tais computadores e mesmo que, eles ainda não fossem uma realidade muito palpável para a maior parte da população da época, estava começando a cair no gosto das pessoas a simples possibilidade de ter o seu próprio afinal, os que o possuíam, sempre pareciam contentes com a compra e muito bem dispostos a falar sobre o que parecia, aos meus olhos juvenis, um novo tipo de status social. Para mim, que já havia ouvido a palavra “computer” aqui e ali dentro de casa, estava começando a sentir uma fisgadinha de esperança e se tornava cada vez mais difícil me convencer do contrário, até que um dia, ele chegou e vejam só.. pensei que não seria trouxa, fui trouxa!

       Em Harry Potter e o Cálice de Fogo (sentiu esse gancho?), quarto livro da franquia, o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas da vez, usa um feitiço Imperius obrigando Harry a pular uma cadeira ao que ele tenta quebrar o feitiço desobedecendo mas, só consegue o meio termo, bater os joelhos e se arrebentar todo junto da mobília. Geralmente, é nisso que eu penso quando ouço a frase “fazer as coisas pela metade” e, naquele momento vendo o que estava presente na minha frente, talvez o meu antigo eu imaginasse o mesmo se já tivesse acesso a essa obra pois, entre muitos componentes de suma importância que constituem um computador, minha mãe parecia ter escolhido me presentear com apenas um: O teclado. Cheguei a cogitar perguntar onde estava o restante da máquina mas a resposta logo veio, dispensando minha indagação. Estava diante de um Magic Computer PC - 95 o que vim a descobrir um pouco mais adiante desta linha do tempo, ser um dos conhecidos Famiclones da época, uma versão brasileira do ASDER PC95, de uma empresa taiwanesa, de mesma finalidade, que além de fabricar cópias e clones sem medo de ser feliz ainda tinham como nome NTDEC que significava: Nintendo Eletronic Co (pois se é pra copiar, vamos fazer direito), ou seja, era quase um clone.. DE UM CLONE! Era tipo a Zooey Deschanel, a Katy Perry e a Emily Blunt. Eu estava diante, de uma armada de Connors da era 8-Bits.

       Magic Computer PC - 95, foi um dos muitos clones de Nes produzido e distribuído pela Dynacom que era coruja velha nesse tipo de serviço. O teclado tinha em si uma entrada para cartucho 60 pinos (porém vinha um adaptador para jogos americanos de 72). Já vinha com programas básicos como editor de texto, calculadora, teste de matemática, compositor de música, um cursinho básico de datilografia, ferramentas de programação (o G-Basic e o F-Basic) e no meio de tudo isso ainda tinha uns joguinhos como Magic Carpet, Balloon Monster e Porter. Era tipo hoje, quando você compra um smartphone e vem com um monte de Apps nativos só para ocupar espaço só que, naquela época, pra quem não tinha nada, tudo isso era muito bem vindo!

       Junto com o console ainda vinham dois cartuchos, um para salvar o save (sim, salvar o save, não é um mero pleonasmo, era exatamente isso que fazia pois não havia espaço na memória do próprio console para o feito), e outro cartucho que vinha com alguns jogos, dentre eles meus favoritos eram sem dúvida Excite Bike e o Ice Climber apesar de eu ter jogado bastante outros presentes assim como Circus Charlie (do qual eu sempre morria na parte do pônei) e o Duck Hunt (do qual consistia em atirar em pobres patinhos que fugiam da morte inevitável voando pela tela da TV desesperadamente e, como se isso não fosse divertido o bastante, ainda vinha uma arma junto com o console! Ou compraram a parte.. não me lembro) que adquiri de um outro cartucho, assim como Contra que também era massa. 

       Mas o jogo que galgou um lugar nessa lista não está entre eles. Ele está aqui por ser inesquecível de outro modo, por me ensinar pela primeira vez na vida, o que hoje conhecemos por bad vibes. Estou falando de Battle City.

       Battle City (ou Battle Tank ou O Tank 1990 como também é chamado, devido a países onde clones Famicom foram amplamente distribuídas gerando a falsificação desses cartuchos) era exatamente como o seu título sugere, um jogo onde você controlava um tanque de guerra mas, o que me fascinava não era bem isso. O jogo fazia algo que eu nunca tinha visto até então, na opção "Construction" encontrada no menu do game, te dava acesso a um modo de edição onde você podia criar níveis personalizados (e é claro que o jogo lhe dava tudo pronto, sem necessidade de nenhuma programação. Algo como um Mario Maker da vida). Foi o meu primeiro contato com este tipo de mecânica, a possibilidade de criação! Depois de sentir o gostinho daquilo, decidi criar o meu próprio jogo afinal, havia sido fácil até então! Imagina, criar um jogo do zero? Fichinha… né? (a propósito, é uma pergunta retórica, acho que sabemos a resposta.. embora eu não soubesse na época).

       Eu lembro de pedir constantemente para o único parente que eu achava ser entendido dessas coisas (e realmente era), para que me ensinasse, me explicasse como se fazia isso. Até que um dia, cansado de minhas investidas, ele veio, jogou o manual que acompanhava o console que eu nem sabia que existia em cima de mim, e disse algo como “Toma. Tá tudo aí”. Eu comecei a folhear aquele manual não entendendo absolutamente nada do que havia ali. Vários termos e códigos e nada fazia sentido e então.. comecei a entender.. Confesso, nós nunca tivemos muita afinidade  e o meu pedido e o que eu achava ser a criação de um jogo, vinham de uma visão bem torta graças ao Battle City, isso, somado ao fato que eu era uma mera criança curiosa mas, percebi com um pouco de tristeza que essa atitude veio do simples motivo de não querer desperdiçar o seu tempo junto a uma manobra astuta de desmotivar futuras novas investidas da minha parte. Depois disso, eu usei essa experiência como motivação, absorvi tudo o que aquele aprendizado tinha a me oferecer e dali em diante, vivi estudando tudo o que podia, para aplacar minha sede inabalável por conhecimento e hoje, estou aqui para divulgar finalmente o game sucesso que eu consegui produzir apenas.. com a minha força de vontade... SQN!

        Eu adoraria contar essa versão dos fatos mas prometi me ater a verdade, por mais chata e decepcionante que ela seja. Sim. Essa é uma história de derrota. Porque histórias de derrota também são importantes para produção de dramas na indústria do cinema e com ela garantia de emprego futuro para atores/comediantes que já viram dias melhores, assim como Jim Carrey. Afinal, como diria um grande filósofo e ex esportista brasileiro de renome: “Se você quiser, se você se esforçar, se você treinar, se você entrar de cabeça, se você se concentrar, nada garante que você vai conseguir” - Daniel, Craque (Falha de Cobertura).

       A história de hoje, foi menos história e mais informação. Informação essa que, pode ou não estar correta pois confesso, muita coisa eu não lembrava ou não sabia e tanto para contextualizar quanto para melhor compartilhar essa pesquisa, utilizei como meio de busca uma fonte super confiável, incontestável e fidedigna: A Internet! Mais precisamente o Wikipedia ou seja, sem margem de erros como todos sabemos ;) Para quem quiser relembrar um pouco da história da Dynacom e seus consoles e clones, recomendo esse vídeo que encontrei garimpando o Youtube em busca de lembranças de meu estimado cloninho, hoje, apelidado carinhosamente por mim de.. Murilo Benício. Pois quando achávamos que a Dynacom já tinha ido “longe demais dessa vez”, eis que, em 2008, a empresa lança o PC Game, um clone cuja aparência lembrava uma CPU. E lá ia ela novamente, provando para todos que ainda era possível surpreender! Dynacom.. A Pablo Vittar de uma geração! Felicidade de muitas jogatinas dos mais humildes e da tristeza de muitas crianças que só queriam ganhar um Playstation no Bom Dia & Cia! pois a vida não é justa e universo precisa ser equilibrado. Segue o link: 

    Marcando o @volstag que quer acompanhar essa saga! Para todos, até o jogo número 5 da lista o/ 

    Jogos anteriores: Jogo 1Jogo 2Jogo 3

    *Os jogos dessa lista são jogos que me marcaram assim como manda a tag original portanto, não necessariamente são os meus jogos favoritos da vida embora, eu nutra um sincero carinho por todos eles <3

    *As descrições aqui contém a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade porém, em uma versão bem humorada de situações que facilmente, valeriam um tapa na cara vide OUPDM : )

    Battle City

    Plataforma: NES
    201 Jogadores
    2 Check-ins

    11
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      volstag · 7 meses atrás · 1 ponto

      Que saudade que eu tava de ler essas histórias!!
      Uma vez, por volta de 87 eu acho, um amigo apareceu com uma fita de atari diferente, ela parecia uma chave de ignição daquelas coisas que explodem dinamite, mas era uma fita de atari, da taito, e o nome e o jogo era esse!! apenas o gráfico era bem inferior né, mas a jogabilidade e tal era praticamente a mesma.
      Jogávamos muito aquilo, ja essa versão ai eu e demorei pra caramba pra conhecer, mas bem melhor o gráfico.

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      caramatur · 7 meses atrás · 1 ponto

      Adorava jogar Battle City! <3

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-07-03 03:59:23 -0300 Thumb picture

    TAG: Desafio dos 10 Jogos Marcantes - Jogo 3

    #3 - Super Mario World e a Penetra Boa de Bico

    *Eu, bem diferentona que sou, quis aproveitar esta TAG para, em ordem cronológica, contar um pouco de mim e da minha história adentrando no mundo dos joguinhos para quem quiser, poder me conhecer um pouco melhor (só para logo depois, se arrepender disso xD).

       Era verão quando veio a notícia de que todos em casa iriam trabalhar e na palavra deles, por ser ainda muito criança, a partir daquele momento eu iria para uma creche. Eu sabia que nem toda a comida era como a da minha casa, nem toda a cama era como a da minha casa, nem todo o tratamento era como o da minha casa, eu queria protestar contra aquilo no mesmo instante mas, tinha consciência que fazendo isso, iria atestar que eu era mesmo uma criança, mas oras! O que tinha demais eu ficar em casa sozinha? Não era como se eu fosse encarnar o Macaulay Culkin e deixar dois bandidos estagiários entrarem em casa.

       A creche era.. uma creche, um monte de crianças menores… e eu. O que me fazia sentir como se fosse uma ilha, uma criança mais velha cercada por um monte de bebês. Foi em uma excursão à floresta vizinha, mais conhecida como quintal, que eu percebi que a creche tinha uma saída para outra casa, a casa da dona! Eu já conhecia o filho dela, era quase da minha idade, brincava e falava casualmente com ele, mas ele não ficava na creche direto, não como as outras crianças, ele ia para casa. Um dia, iriam me buscar mais tarde e a dona me levou para a própria casa pois, já estava anoitecendo e todos já haviam ido embora. E foi aí, ao entrar no quarto do filho, e visualizá-lo enquanto o menino, de olhos vidrados, apanhava um pouco do objeto de sua atenção, que eu percebi. Nem toda a comida era como a da minha casa, nem toda a cama era como a da minha casa, nem todo o tratamento era como o da minha casa e.. nem todos os objetos eram como o da minha casa! Como eu havia esquecido! O raio do Super Nintendo (referenciado no texto do jogo 2)! Eu imediatamente me sentei no chão perto do menino e fiquei vendo ele jogar Super Mario World na minha frente, estava acontecendo! Ao terminar a fase, perguntei esperançosa se podia tentar também, ao que ele me disse que não, porque era menina e por isso iria morrer, perdendo parte do progresso que ele tinha feito até então. Se o termo “pistola” já existisse naquela época.. Ele caridosamente disse que, no entanto, eu poderia olhar ele jogar. Eu, orgulhosa que era, disse que só pedi para jogar pois ele parecia estar penando para passar de fase. Que só estava ali esperando a minha mãe que já ia chegar e, para coroar: “Eu já tive um videogame também tá. Eu tinha um Atari!”. Ele riu, eu bufei, e fiquei esperando minha mãe… #chatiada. Eu reconhecia que deveria ser realmente um saco ter de voltar no mapa e refazer tudo mas, o que me deixou com raiva, além dele ter subestimado a minha capacidade, foi ele ter dito que eu não podia jogar “porque era menina”.

       Nos dias que se seguiram, descobri que aquela seria uma experiência rotineira devido a mudança de horários lá em casa. Então aquela situação, onde ele jogava e eu assistia (pq no fundo eu queria sim ver o jogo, mesmo que dissesse que só estava jogando um feitiço com o meu olhar para que ele perdesse), se repetiu por uma semana, com leves mudanças como o irmão mais velho se juntando ao menino volta e meia. Eu não tinha muito contato com esse, ele era adolescente na época portanto, causava respeito nos menores (nele não joguei o meu feitiço por puro medo de que me descobrisse), apenas observei ele jogar e.. ele era bom! Mas em certo momento, também chegou em uma fase e empacou.. Era uma das fases dos Boos!

       O mais novo tentava dar dicas do que fazer e até mesmo eu, sem perceber, comecei a palpitar também, até que depois dos dois tentarem, morrerem e nada conseguirem, o mais velho se virou para mim e disse: “Quer tentar?”. Para minha surpresa, o mais novo não interviu mas, percebi pela sua expressão que tinha se sentido traído pelo seu irmão muito embora, preferiu se calar. Eu peguei o controle, me aconcheguei, suprimi um sorriso e, FINALMENTE JOGUEI O F* MARIO… e morri. Eles tinham razão, eu era muito ruim e pior, tinha acontecido exatamente o que me havia sido dito. Eu perdi na última vida e eles teriam que voltar no mapa. Eu olhei para o mais velho como quem pede desculpas ao que ele disse sonolento: “Continua, quer ir de novo?”. Não sei se pelo bom coração do rapaz ou por ele ter se cansado de jogar depois de empacar na fase mas, eu estava tendo mais uma chance de continuar jogando enquanto olhava meio embasbacada para o mais novo que, a essa altura, estava se sentindo trocado. Eu só lembro de fazer questão de continuar e só passar o bastão bem na fase em que eu havia perdido. A dos Boos! Com um ar de, “estamos quites” ofereci o controle de volta para o menor, que resmungou algo como “ué, agora termina se é boa”. Ah se eu levasse os meus deveres de hoje tão a sério quanto eu levei esse desafio aquele dia! Venci a fase labiríntica dos malditos Boos! Achei o raio da saída certa e lembro de virar a minha cabeça igual uma coruja para trás e dar um sorriso de vitória antes de vislumbrar o rosto do meu colega, que para a minha surpresa, sorria. “Agora a gente finalmente vai poder ver as outras fases!” e veio sentar do meu lado para jogar comigo. Eu abri um sorriso na hora e disse que a gente ainda ia terminar o jogo todo! O irmão mais velho, que a essa altura tinha dado uma cochilada ao redor, pareceu acordar e se motivar de novo. E a partir dali, a santíssima trindade estava feita!

       Quem dera se todos os adultos, deixassem seus preconceitos bobos de lado como deixamos. Eu tive que me provar mas no fim do dia, todos jogamos juntos. Nos dias que se seguiram, depois de muitas fases e inimigos, diga-se muito piores que os Boos, que começamos a encontrar de forma ainda mais recorrente, pudemos chegar no castelo do Bowser, ou Koopa para os nostálgicos, e CHUTAR A BUNDA DELE! Nós terminamos o jogo! Descobrimos os extras e concluímos também! Foi um sentimento de dever cumprido, quando olhamos um para o outro. Depois disso, eu e o filho da dona da creche brincamos muito mais juntos. O irmão mais velho, ainda tinha um ar intimidador mas eu sempre dava um “olá!” e falava com ele quando o via, o que fazia as outras crianças me olharem com admiração pois, na visão delas, eu tinha amizade com “adultos”.

       Super Mario World foi um jogo muito incrível pra época e, como tantas outras coisas eu só pude jogá-lo bem depois. Ainda assim, foi um game marcante pois eu ansiava por ele, e não me decepcionei. Apesar de muitas frustrações e mortes pelo caminho, foi a coisa mais emocionante que fiz naquela época, olha que isso incluía descer ladeira abaixo com uma bicicleta sem freios e sair viva para contar história (crianças, não façam isso em casa). Mas mais ainda, por ter alcançado o meu lugar junto dos meninos e que, de uma garota que realmente não sabia jogar, não por ser garota mas, por não ter tido a oportunidade que muitas vezes é negada a uma, poder se tornar alguém que jogava de igual para igual junto com aqueles que acabariam por se tornar meus amigos naquele verão.

    Marcando o @volstag que quer acompanhar essa saga! Para todos, até o jogo número 4 da lista o/

    Anteriores: Jogo1Jogo 2

    *Os jogos dessa lista são jogos que me marcaram assim como manda a tag original portanto, não necessariamente são os meus jogos favoritos da vida embora, eu nutra um sincero carinho por todos eles <3

    *As descrições aqui contém a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade porém, em uma versão bem humorada de situações que facilmente, valeriam um tapa na cara vide OUPDM : )

    Super Mario World

    Plataforma: SNES
    26068 Jogadores
    354 Check-ins

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      volstag · 8 meses atrás · 1 ponto

      Mais uma boa história, já pensou em escrever um livro?
      O jeitinho que você conta é único!!
      Esse console foi o único que eu ganhei quando lançou, o resto sempre foi quando deu, e SE deu um dia né hahaha, então posso dizer que foi talvez o console que mais joguei, mas por anos tive só o Super Mario, até que um dia ganhei um Street Fighter 2 japonês, eu acredito que era pirata inclusive, foi uma época complicada pois eu sou filho único, e a minha mãe me criou sozinha, só tinha a companhia da minha avó, e apesar de todo o carinho que ela me deu, ela não era uma criança da minha idade né.
      Pra piorar, eu peguei catapora e não podia sair na rua hahahaha, ou seja, devo ter virado um mestre das jogatinas, me lembro de desligar o console porque estava enjoado, olhar ao redor e não ter mais nada pra fazer, e ligar novamente o diacho do jogo... mesmo assim, até hoje eu considero esse o melhor jogo do Mario.

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-06-26 01:22:17 -0300 Thumb picture

    TAG: Desafio dos 10 Jogos Marcantes - Jogo 2

    #2 - River Raid e o Antecessor do “Dynavision Que é Quase um Playstation” (SQN)!

    *Eu, bem diferentona que sou, quis aproveitar esta TAG para, em ordem cronológica, contar um pouco de mim e da minha história adentrando no mundo dos joguinhos para quem quiser, poder me conhecer um pouco melhor (só para logo depois, se arrepender disso xD).

       Criança. Ser produzido apenas para ser ludibriado pelos seus criadores. Quem não passou por algum momento na infância onde foi literalmente trolado pelos pais com uma frase do tipo “na volta a gente compra” ou o típico, “mais tarde a gente faz”. Foi assim, em uma tarde como outra qualquer, que fui completamente traída pela minha ingenuidade. “Tinha chegado uma coisa que eu estava querendo há muito tempo!” eles disseram "Tinha chegado um videogame " eles disseram… E é assim meus caros, que nasce um meme.

       Eu nunca fui o tipo de criança de pedir, principalmente à minha mãe. Tudo que ela podia, ela provia e eu era bastante consciente disso fora que, eu me sentia muito adulta quando comparada a outras crianças que eram tidas como birrentas por pedirem tudo que vissem, fazendo chilique e constrangendo seus pais pela rua. Devo dizer porém, que isso não me impedia de usar de outra estratégia pois, apesar de nunca pedir nada, eu tentava deixar bem claro as coisas que eu gostaria de ter se porventura, alguém fosse me dar um presente e é claro, que um videogame era uma delas, especificamente, um Super Nintendo! Apesar das minhas investidas eu sabia que era uma quest meia impossível, pois o problema não era só o videogame ser algo salgado mas, também tinha os jogos que, não eram lá muito baratos e nem fáceis de se encontrar então, imaginem a minha surpresa quando descobri que iria ganhar um. Sim! “Tinha chegado uma coisa que eu estava querendo há muito tempo!”, oras, um Super Nintendo! Dizem, que sonhar é de graça, mas devia ser pago, só pra gente pensar duas vezes antes de cair nessa armadilha.

       Eis que olho para aquele objeto que eu nunca tinha visto antes, para aquele controle estranho, enquanto a fada da realidade ria e sambava na minha cabeça... Era um Atari.  Depois de morrer um pouco por dentro, agradeci pelo presente e me dirigi ao meu mais novo amigo. Devo dizer que eu não pude deixar de reconhecer o esforço e o passo tomado e como um soldado que perde a batalha mas não a guerra, ainda que não fosse exatamente o que eu queria, era de fato um videogame e eu finalmente iria jogá-lo.

       Dos jogos que me recordo e que vieram com ele, os mais marcantes eram Pitfall, Enduro e River Raid e devo dizer que, olhando agora, eu até que joguei bastante de todos. Chamava as crianças da vizinhança para jogar comigo já que, ninguém tinha um videogame e, ficávamos lá, nesse rodízio, quem perdia/morria, passava pro outro só pra ver quem conseguiria ir um passo mais adiante. Nunca fui tão popular! E foi assim, como o começo dessa história, em uma tarde como outra qualquer… que meu reinado acabou. Nos veio a notícia, de que o filho da dona da creche vizinha tinha ganhado, adivinhem? Um Super Nintendo! Lá se foram todos os meus “amigos”, todo o meu prestígio no meu recém formado (e já instinto) clubinho de agora apenas uma pessoa, EU.

       Depois disso não joguei muito o Atari, em parte pelo trauma com o ocorrido, em parte por não ter mais jogos para acrescentar a ele, já tendo me enjoado dos que possuía. Naquela época, pelo menos na minha casa, o console não ficava conectado direto na TV como é hoje, ficava guardado. A gente tirava pra jogar e quando acabava, enrolava os fios, recolhia os cartuchos e o acomodava de volta. Um dia, em um momento saudoso, fui pegá-lo para jogar e ele havia sumido. Ao questionar em casa descobri que por falta de uso, meu nobre amigo tinha sido doado para outra criança, o que me deixou chateada por não terem me consultado sobre a decisão de início mas, passado isso, fiquei feliz em saber que ele enfim teria um melhor uso, divertindo uma outra criança e com sorte talvez, ela seria tão popular quanto um dia eu fui, mesmo que brevemente.

       Eu sei que é uma TAG de jogos e, mesmo tendo posto River Raid no título, olhando agora, percebo que a real estrela desse capítulo da minha vida, foi o Atari, que como um filho menos querido, um coadjuvante em meio a estrelas maiores, conquistou seu lugar em meu coração, pelo tempo que durou <3

    SPOILER: A criança vizinha, dona do Super Nintendo voltará! 

    Marcando o @volstag que quis acompanhar essa saga! Para todos, até o jogo número 3 da lista o/

    Anteriores: Jogo 1

    *Os jogos dessa lista são jogos que me marcaram assim como manda a tag original portanto, não necessariamente são os meus jogos favoritos da vida embora, eu nutra um sincero carinho por todos eles <3

    *As descrições aqui contém a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade porém, em uma versão bem humorada de situações que facilmente, valeriam um tapa na cara vide OUPDM : )

    River Raid

    Plataforma: Atari 2600
    2041 Jogadores
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      tiagotrigger · 8 meses atrás · 3 pontos

      Minha história foi parecida. River Raid e outros marcaram muito. Mas o primeiro que lembro foi o Frogger.

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      volstag · 8 meses atrás · 2 pontos

      Nossa...
      Nossa!
      Essa história me trouxe lembranças boas e ruins, quando ganhei meu atari, meu primeiro console, eu não sabia que existia video game, acredita? ele chegou em casa e os adultos ficaram “testando” por um bom tempo.
      Quando deram na minha mão, que eu vi que quando eu mexia naquele manche e no botão, interferia com os atos do que rolava na tela, aquilo me maravilhou talvez tanto quanto hoje em dia maravilhasse alguém que do nada conseguisse conversar com um ator enquanto um filme estivesse passando.
      Também fui o centro do universo durante um tempinho, acho que por um ano, onde todos vinham jogar na minha casa, mas logo o filho do prefeito, que morava na minha rua, comprou consoles melhores, e o desgramado não ia muito com a minha cara, portanto eu nunca nem entrei na casa dele.
      Obrigado por me marcar!!
      Ahh, e o que é OUPDM?

      2 respostas
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-06-24 05:00:32 -0300 Thumb picture

    TAG: Desafio dos 10 Jogos Marcante - Jogo 1

    #1 - Super Mário Bros, Coisas da Infância e o Primeiro Vingador

    *Eu, bem diferentona que sou, quis aproveitar esta TAG para, em ordem cronológica, trapacear contar um pouco de mim e da minha história adentrando no mundo dos joguinhos para quem quiser, poder me conhecer um pouco melhor (só para logo depois, se arrepender disso xD). Eu sei que era pra ser só uma imagem sem texto mas aí já não seria euzinha não é mesmo? xD

       Quem não ama o Mario? Houve um período que eu nem mesmo sabia quem ele era. Período esse que o único videogame que eu tinha contato eram os arcades dos bares da vizinhança.. vizinha. Sim, Do outro bairro, da outra cidade e, que quando passávamos por lá, não tínhamos tempo ou moedas sobrando para dar aquela paradinha marota e jogar. Nesse ponto devo dizer que não éramos lá muito providos de dinheiro para coisas consideradas supérfluas pelos adultos e já devo adiantar que assim permaneceu por um bom tempo da minha infância, o que me fez adentrar no mundo dos games tardiamente. Mas não reclamo. Tive uma ótima infância no que diz respeito a diversão e o que faltou de joguinhos sempre foi compensado em áreas de meu interesse que alimentavam a minha criatividade. Mas como a TAG e o site são sobre jogos e não sobre DIY devo retornar para minha narração.

       Eu não sabia quem era o Mario. Mas sabia que se tratava de um jogo, e que era O JOGO, pois todo mundo parecia conhecer o tal sujeito mesmo que, ninguém que eu conhecesse pudesse me apresentá-lo, tendo muitos só ouvido de nome, de um primo da cidade mais bem agraciado pelo poder do capitalismo. Eu não era esse primo. Eu era uma menina e, para uma garota, no pensamento tacanho de alguns, era esperado estar brincando com Barbies e utensílios de cozinha quando na verdade, eu estava brincando de Lego, querendo aprender a soltar pipa, ralando muito meu joelho brincando na rua e tentando desenhar minha própria revista "original" da Turma da Mônica. Além disso, naquela época eu já era uma aficionada pelos hoje antigos Tokusatsu como Jaspion, Changeman e outros com roupas menos legais. Tudo isso sendo assistido na única TV da casa, uma Gradiente (acho)14 polegadas P&B... Yeaaah! \m/ Haviam outros programas que eu assistia dos quais não vou me lembrar agora, mas os tokusatsus eu lembro de me acomodar na sala toda noite, de perninhas cruzadas, tomando meu leitinho morno com biscoitos trazidos com amor pela melhor mãe do mundo! Depois de um dia árduo de muitas brincadeiras! Aaah.. ser criança era muito bom! Quando de repente, ele apareceu. Um homenzinho, bigodudo e esquisito, bem no meio da minha programação ritualística. Cuspi o leite, apertei os olhos para os arregalar em seguida pois, pela sua aparência, só podia ser ele..

    ERA O MARIO! ERA O F* MARIO! 

       E como se ele tivesse percebido a minha presença, começou a correr pela micro tela da minha TV em meio a canos.. a pular, a massacrar tartarugas com os pés.. ah! Era lindo! Ia mudando de canal para ver se pegava um em que o sinal estivesse melhor e desse pra ver direito e para a minha surpresa, o Mario estava em todos! Aquele fantasma em preto e branco correndo e pulando e.. morrendo bastante. A essa altura eu só queria ver como era a próxima fase pois já tinha enjoado daquela mas, a pessoa que estava jogando era muito ruim. Depois de não conseguir assistir a televisão por conta do Mario brincando de morto vivo na minha casa, só me restou ir dormir enquanto tentava adivinhar de onde vinha aquele sinal. Queria descobrir quem jogava, quem sabe não dividiria um controle comigo? No dia seguinte aquilo se repetiu, e no dia depois desse, e depois, e depois.. Sempre na mesma hora. A mesma fase. De novo o Mario... e morte. Conclusão, eu não conseguia jogar o jogo e nem mais assistir TV...

       Eu nunca descobri da onde vinha o sinal. Trocamos de Tv, de casa, de vida! E aquilo ficou pra trás. Hoje, com o peso da maturidade, gosto de pensar naquele Mario como o primeiro Vingador @realofficial. O Primeiro Mago Supremo antes mesmo do Cumberbatch. Gosto de pensar que toda a nossa realidade frágil só existe por conta daquele pequeno Mario, longínquo. Morrendo, morrendo e morrendo.. Como uma pequena barganha apenas, para que continuemos existindo. E o muuundo gira.

       Hoje eu amo muito o Mario mas eu o odiei por muito, muuuuito tempo. Esse foi o meu primeiro jogo marcante. Apesar de não tê-lo jogado exatamente na época acho que ele mereceu estar aqui. Ah! depois disso é claro, eu consegui jogar o Mario... E fui bem feliz : )

       Eu sei que era pra ser sucinto mas eu gosto de viver com emoção! xD 

       Até o jogo 2 da lista! o/

    *Os jogos dessa lista são jogos que me marcaram assim como manda a TAG original portanto, não necessariamente são os meus jogos favoritos da vida embora, eu nutra um sincero carinho por todos eles <3

    *As descrições aqui contém a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade porém, em uma versão bem humorada de situações que facilmente renderiam frases, que valeriam um tapa na cara vide OUPDM : )

    Super Mario Bros.

    Plataforma: NES
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      volstag · 8 meses atrás · 2 pontos

      Nossa... que post mais maravilhoso!
      Essa história me arrastou ao passado e me fez praticamente me sentir na sua pele, a narrativa e provavelmente o tema, quando me dei conta, eu estava lá trocando de canais pra ver se via melhor a transmissão de algum vizinho jogando.
      Na verdade, essa história me faz lembrar de algo bem parecido comigo, quando o irmãozinho do meu vizinho ganhou um console já bem ultrapassado pra época, um daqueles Master System portátil que a Tec Toy requentou pela milésima vez, e que transmitia sem fio também, porém, a tv dele ficava exatamente encostada a minha na minha casa!!
      Nessa época eu tinha um Sega CD, e jogava direto o Sonic CD, não me esqueço nunca do dia em que eu liguei o jogo e comecei a ouvir o menininho gritando pra família ver o fantasma do Sonic que ele jogava (provavelmente o Sonic 1 ou 2 de Master System), e acredite ou não, aquilo que era uma jogatina só pra passar o tempo naquele dia, se tornou uma missão pra mim, finalizar o mais rápido, porque eu sabia que ele estava assistindo e vibrando com aquele mistério.
      Eu pediria pra você me marcar nessas suas postagens fascinantes, mas não quero abusar da sua paciência, então tentarei acompanhar sempre que puder.
      Post maravilhoso!!!!

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      gus_sander · 5 meses atrás · 1 ponto

      Quando tudo começou... =')
      Acho que foi meu primeiro jogo da vida huahsua

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  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-04-25 05:36:23 -0300 Thumb picture

    "You'll come back when they call you" - Ilustra Ni No Kuni

    Estou devendo uns check-ins aqui. Tenho jogado um bocado de coisas e nada de lembrar de postar. Vou ver se faço um apanhado de tudo em um check-in separado mas por hora...

    Quem aí já jogou Ni No Kuni 2? :3 Segue uma artezinha marota que fiz

    Quem tá por dentro sabe que Zelda e Ni No Kuni 1 moram no meu coração! Esses dias terminei o 2 e estava pensando..

    O mundo de Ni No Kuni é tipo Nárnia né? Tu tá em casa de boas, daí ele te convoca pra consertar as tretas do outro mundo, tu vai e quando por sua vez o mundo lá fica de boas tb.. tu tem que voltar. Há sempre uma despedida para os personagens e para nós, jogadores. Nisso, eu lembrei dessa música maravilhosa The Call, da linda da Regina Spektor, que é tema das Crônicas de Nárnia - Principe Caspian e resolvi fazer essa artezinha marota juntando o Oliver de NNK1 e o Roland do 2, ambos, estrangeiros naquelas terras, como uma promessa de que, se a Level 5 quiser (e ela quer né? Néééé????) regressarei a esse mundo mágico, quando Ni No Kuni precisar de mim novamente. Assim como Nárnia <3

    Nota 1: Acho que vou fazer uma artezinha do GOTY of War 4 hein? kkkkkk Quero desenhar o Artreus >< Aguardem :3

    Nota 2: O simbolo do baculo do Oliver tá invertido. Fiz de cabeça e não lembrava como era só reparando agora. Mas vamos fingir que eu quis fazer um Oliver satânico e seguir o baile huahsuhaus Yo!

    Ni No Kuni II: Revenant Kingdom

    Plataforma: PC
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      renansd · 10 meses atrás · 2 pontos

      Arte mais show! Ni no kuni é um chuchu mesmo

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      wilford_fernandes · 10 meses atrás · 2 pontos

      niceee

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      kratos1998 · 10 meses atrás · 2 pontos

      Ficou excelente!

  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-04-01 03:20:14 -0300 Thumb picture
    kahmundongo fez um check-in em:
    <p>As Crônicas do Bafão #4 (SPOILERS ABAIXO!!!)</p> - Alvanista
    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Plataforma: Nintendo Switch
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    As Crônicas do Bafão #4 (SPOILERS ABAIXO!!!)

    "Agora eu vooooooou, para Veeeeeriiiidiaaaannnn" Oh wait!

       Partindo finalmente para o castelo!!! Eeeee... bem, eu achei a parte do castelo bem marromeno rs Eu sei, quebra de expectativa né (calma, fica comigo, vai melhorar). Eu já tinha passeado por toda a parte de fora do castelo antes, matando Guardians para fazer escudo e flecha contra eles em Akalah. Também a essa altura já tinha em mãos o Hylian Shield que eu achei meio sem querer. Mas castelo, castelo mesmo eu não tinha entrado (se não contarmos o subsolo onde peguei o escudo). Talvez por eu já ter uma perspectiva do lugar de fora, talvez por eu já ter o escudo que poderia ser uma grande descoberta desbravando ele, o negócio é que o lugar foi bem ok pra mim. Primeiro pq matar Guardian depois que eu fiz o escudo próprio deles se tornou sem graça, pois o escudo é bem roubado. Ouso dizer que nem devia ter ele no jogo, deixava só as flechas que pelo menos vc tem que mirar (não que isso seja uma grande coisa tb massss). Segundo, pq eu, sem entender muito bem a estrutura daquele castelo, fui subindo meio de qualquer jeito, subindo umas cachoeiras, escalando uns muros.. e já cai onde tinha que cair de cara com Calamity Ganon de modo tão fácil, que eu fiquei um tempo sem entender que já estava nele rs. Terceiro pq, Calamitinho 1 é muito fácil e novamente, tendo o escudo anti-guardians vc mata ele brincando (e o jogo ainda não deixa você pegar as armas da hora lá que ele usa contra você! E eu estava tão mal acostumada, que isso era tudo que eu pensava enquanto lutava “acabar aqui, não esquecer de catar essas armas dele” rs). Quarto, Se Calamitinho 1 já é fácil, Calamitinho 2 então é passeio no campo, literalmente. Te dão até um cavalo rs Mas falando sério, o bicho não faz nada! Fica parado cuspindo fogo e, convenhamos, já teve mini game de arco e flecha em Zelda mais difícil que aquilo.. Final boss de TP com Ganondorf dá um banho nesse. Tem Zelda possuída, Ganon despirocado, arco e flecha com espíritos e lutinha de espada.. rs Talvez eu estivesse esperando demais (nem tava ‘3’), mas também, me põe no campo aberto (check!), me dão cavalo e arco (check!), me põe aquele monstrão (check!), aí começa a luta e é só meio méh rs Dito isto, o jogo inteiro é incrível! Mas os bosses em um geral não são o forte dele não. Isso, não o diminui porém, o elevaria com certeza. 

        Nem tudo é só choro, teve coisas bem legais no final e mesmo Calamitinho 2 apesar de não ser lá grande desafio, tenho que dizer... ô bichão bonito hein! Outra coisa legal é poder ver os aposentos do castelo (ótimo para pegar algumas armas) (er..tem até demais na verdade..), biblioteca, sala de jantar.. Ver finalmente os quatro campeões chutarem a bunda (uma banda pra ser mais exata rs) do Calamitinho 1 foi muito legal (Urbosa tava toda toda xD) mas, o mais legal foi chegar no quarto da Zelda, que dá em uma espécie de sala de estudo dela e ter lá esperando, propositalmente, uma Silent Princess (foi a Nintendo dizendo “quem não pegou, não pega mais!” rs). Você não entende o significado dessa flor no jogo até pegar certas memórias. Eu ficava me perguntando o que tinha de especial nessa flor afinal, ela estava presente na logo do game mas, dentro do próprio, não era lá de grande valor ou utilidade. Mas o verso que ela faz com a Zelda é muito delicado e nos faz perceber (ao menos eu senti assim) o quanto esse jogo é sobre a Zelda. Sobre a história dela! E que o selvagem do título pode não só fazer alusão a selvageria daquele mundo como também a selvageria que grita no peito de cada aventureiro, de um desbravador ou mesmo, uma menina que por vezes, suprimia toda uma selvageria em forma de curiosidade e de deslumbramento por cada nova descoberta, por conta do peso da realeza e expectativas postas nela desde muito cedo. Todos os medos e inseguranças não ditos que ela possuía… A Silent Princess.

    A Zelda de início, pode ser uma incógnita, você vai descobrindo ela aos poucos e de começo, você pode não gostar muito dela mas, no final acredito que a maioria se vê arrebatado por ela, mesmo com o pouco que nos é mostrado. Acho que nunca tive tanta empatia por uma Zelda como essa. E a memória que você pega perto do quarto dela é de cortar o coração. Acho que esse conjunto foi a parte que eu mais gostei do castelo inteiro!

    Apesar de tudo, a história do game é bem pouca. No geralzão tudo que você descobre ou relembra, são coisas que ou você já deduz ou já foi dita a você em algum momento. É mais sobre como aconteceu do que sobre o que aconteceu. Sem surpresas, sem reviravoltas. É uma história grandiosa ao mesmo tempo em que é simples para garantir a liberdade do jogador. É uma história centenária ao mesmo tempo que curta pois, você acaba querendo ver um pouco mais daqueles personagens, tanto os do passado, quanto os do presente.

    No final, Breath of the Wild para mim é um jogo de experiências. Experiências estas que, serão diferentes para cada jogador dando a eles história para contar entre si e por isso e mais diversos motivos, ele agora está entre os meus Zeldas favoritos! As coisas que mais vou me lembrar dele serão as sensações que ele me proporcionou a cada aventura nova que ele me dava. Das pequenas coisas, se tornarem grandiosas e valiosas! Da imersão que ele proporciona e na retribuição de em cada tentativa em me aventurar, me recompensar seja por um simples Korok escondido em uma pedra ou uma Shrine, oculta no meio de uma montanha. É como se dissessem de um jeito meigo, "obrigada por jogar cada pedacinho do nosso game".

    Como diria a Mipha, "It was my pleasure!'

    OBS 1: E com esse jogo aprendemos que Princesa Zelda = Princesa Jujuba. Sem mais! #ILoveScience xD

    OBS 2: Depois de "acabar o jogo" eu fiz a parte do castelo de novo seguindo os caminhinho tudo, vasculhando cada cantinho, matando cada coisa que aparecia no meu caminho e ele me pareceu bem mais legal \o/ 

    9
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      manoelnsn · 11 meses atrás · 2 pontos

      Ae, parabéns!

      Realmente, O Calamity Ganon nesse game é quase uma peça decorativa... Ele só está lá pra dizer que tem um boss pra tu enfrentar, além de dar mais destaque pra quem? Pra Zelda, claro!

      É como tu disse: deram um destaque incrível pra ela nesse jogo, é o "Legend of Zelda" mais "Zelda" que já teve, ela tem realmente todo o destaque do plot, dava até pra pensar que tu ia jogar com ela em algum momento...

      Liberdade de exploração é inversamente proporcional à profundidade de plot. Se o jogo tivesse uma trama mais densa e detalhada a liberdade de exploração de BOTW precisaria ser nerfada, e muito. Você não poderia ir pra montanha X ou Y até que o jogo te desse motivos para tal. O que achei incrível nesse game é que ele resgata esse feeling de exploração e descoberta que eram a proposta da franquia desde o início, tornando-se o meu Zelda 3D preferido. Claro que ele tem seus problemas(como repetição de inimigos, poucos bosses, armas quebrando) mas como é o primeiro de uma nova era pra franquia, dá pra relevar XD.

      2 respostas
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-03-27 22:02:05 -0300 Thumb picture

    Não façam o Baby Groot chorar! (pro seu próprio bem...)

    Medium 537508 3309110367

    Estava eu aqui de boa na lagoa e fiz rapidinho essa artezinha marota aqui >< 

    (tá meio cagado pq foi sem referencia mesmo e minha memória fotográfica é meio inexistente rs)

    Então, postando pq sim xD (e pq eu tô com preguiça de fazer o Check in gigante de Zelda BOTW hoje he hee). Por hora..

    We are Grooooooot!  è.é

    Marvel's Guardians of the Galaxy: The Telltale Series

    Plataforma: PC
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    13 Check-ins

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      manoelnsn · 11 meses atrás · 2 pontos

      Ficou show!

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      renansd · 11 meses atrás · 2 pontos

      Ficou lindão!

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      kabutojuh · 11 meses atrás · 2 pontos

      ficou muito bom! mas relaxa que o groot tanto pequeno quanto grande é extremamente difil de fazer de cabeça sem ao o menos ter o minimo de estudo do mesmo hahahah

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