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  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-08-10 18:51:27 -0300 Thumb picture

    Pokémon GO é um sucesso absoluto e isso incomoda muita gente; Por quê?

    http://epicplay.com.br/pokemon-go-e-um-sucesso-absoluto-e-isso-incomoda-muita-gente-por-que/

    Nosso novo artigo sobre as polêmicas (e a chatice) envolvendo Pokémon Go, a sociedade e a mídia está no ar! Não deixe de conferir e escrever aquele comentário esperto!

    Pokémon GO

    Plataforma: Android
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      leandro · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Sem duvida o jogo é um sucesso ( mesmo que dentro disso exista uma certa moda de uma galera que esta indo na onda por ser Pokemon ). Não gosto de absolutamente nada da serie, mas o que eu tenho visto de absurdo sendo publicado dos tais acidentes causados pelo jogo, fora o ataque de alguns crentes proliferando os seus famigerados " isso é coisa do diabo" é de perder a conta. E não da pra esquecer que ate o asqueroso Datena já deu chilique reclamando do jogo, chamando os fãs de "retardados" ( como seu o programa policialesco e altamente reacionário que ele apresenta faz alguma coisa de bem pra sociedade ). Enfim

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      darlanfagundes · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Cara, eu sou tardio...fanzaço de SNES, jogador de Tibia desde os 17, hj com 33...e um cara altamente crítico e até ranzinza em algumas coisas...nem curto o anime, na real...mas o jogo é uma coisa massa, eu não entendo esses ataques estúpidos...como também sou problemático e encrenqueiro agora eu jogo e onde dá defendo o jogo...rsrsrsrs

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      aerogen · mais de 2 anos atrás · 0 pontos

      Se algo é novo e está fazendo sucesso então todo mundo que critica isso só pode ser um velho ranzinza que não se adapta às novidades. Afinal de contas, o que poderia haver de errado com um jogo composto exclusivamente de grind, sem narrativa ou complexidade absolutamente nenhuma, que coleta informações pessoais em massa e que faz meio mundo se comportar como uma horda de zumbis acéfalos? /sarcasmo

  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-07-15 08:30:21 -0300 Thumb picture
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    ​[Primeiras Impressões] Mirror's Edge Catalyst

    Oi, amigos. Comprei ontem o Mirror's Edge Catalyst e acredito que joguei cerca de uma hora e meia. Quero falar um pouco sobre, porque o saldo foi POSITIVO.

    -> Não ligo e meio que nem quero saber para o enredo em si. Sei que a Faith estava presa em um reformatório da vida, saiu e agora vai fazer entregas e lutar contra a megacorporação que cuida da vida de geral em Glass City. Whatever.

    -> No entanto eu adoro a ambientação. Futuro próximo com uma conspiração de dominação das pessoas e com aquele leve sci-fi? Adoro! E também curto demais a protagonista ser mulher, acho muito badass.

    -> Eu ADORO os gráficos dessa série. Me atraem MUITO desde o primeiro. É aquela arte clean à lá Deus Ex, só que tem um quê a mais: o contraste de cores aqui é muito bem utilizado. É um dos jogos com gráficos "realistas" mais artísticos que eu já vi, porque essa discrepância de cores é intencional... sabe quando você vê uma crítica de filme e o cara fala "o diretor usa muitas cores quentes para bla bla bla"? É a mesma sensação que Mirror's Edge deixa, essa arte clean com esse contraste de cores vermelhas, brancas e azuis. Gosto muito.

    -> A trilha não me saltou aos ouvidos, parece ser tímida, meio que incidental conforme o que estamos fazendo.

    -> O gameplay é bastante fluído na corrida, mas tiveram algumas vezes que o jogo pareceu não me obedecer, ou às vezes eu que apertei muito tarde. Dá pra se enganar pra cacete nos botões pra subir ou descer, porque quando as coisas acontecem tudo meio que ao mesmo tempo (os obstáculos em sequência), é normal ficar atordoado.

    -> Eu não ligo muito pro combate do jogo, só espero que tenha pouco, muito pouco, e que os inimigos sejam mais obstáculos, como foi em uma das primeiras missões... correr e escalar é o mote aqui, e é o que faz o jogo ser bom.

    -> Extremamente viciante, um criticismo da galera é o open world, mas eu já vi que vou ficar fazendo corridas e entregas o tempo inteiro, muito mais do que seguir na missão principal tão rapidamente. A exploração parece meio que acidental, você esbarra com coletáveis, o que vai virar um inferno para quem quer platinar e tiver que pegar tudo, vai passar horas em telhados procurando.

    -> O jogo me parece um Prince of Persia em primeira pessoa, com as escaladas, corridas pela parede, subir em postes e canos... só que eu tiraria muito daquela skill tree, acho desnecessário para esse jogo. Talvez deixaria na parte de equipamentos e de combate, para tornar mais desafiador nessas horas, mas as habilidades de corrida eu acho bobagem serem desbloqueáveis por experiência.

    Por enquanto é isso, amigos. Esse jogo chegou tímido, e recebeu notas fracas, mas joguei sem compromisso e gostei. Se vou até o fim, não sei. Se vai enjoar, não sei. Mas gostei, foi positiva a surpresa.

    Forte abraço.

    Mirror's Edge Catalyst

    Plataforma: PC
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      lukazz · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      ganhei de presente de nive em junho, logo começo pra valer, joguei bem pouco e curti tbm, mas esse dos comandos as vezes nao respoderem é bem verdade. frustra um pouquinho, mas nao tira o brilho do game XD.

  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-07-07 20:04:00 -0300 Thumb picture
    <p>#img#[314022]</p><p>Prezados, boa noite.</p><p> - Alvanista

    Prezados, boa noite.

    Tudo que é bom ou chega ao fim ou muda.

    O Jogador Pensante oficialmente mudou agora.

    Há uns dois meses foi feito um convite para que fizéssemos parte de uma network de portais. Incrivelmente foi graças ao grupo do PS4, que foi onde eles viram o meu artigo de Videogames e Arte e adoraram o conteúdo do site.

    Com muito pesar eu abdiquei de postar em um domínio próprio, e agora estamos vinculados a esta rede, a Epic Play Brasil.

    Felizmente, continuamos com nosso nome e permanecemos com nossa própria área. Agora tudo parece mais bonito e profissional, além da página ter toda uma assessoria própria para divulgação, amplificando em muito as views.

    Infelizmente estávamos já há algum tempo estacionados em umas 150 views diárias, o que nos tornava o underground do underground da mídia gamer brasileira. Ok, não éramos tão assíduos nas postagens, e nem teremos essa obrigação agora na Epic Play... o que a Epic Play faz é divulgar, e nos dar o espaço e mais capacidade de edição nos posts, o que é muito bom.

    Para crescer com o Jogador Pensante só se começássemos a desembolsar grana. Estávamos no limite do boca-a-boca, e somos também arcaicos para a internet: escrevemos, não produzimos vídeos. Não temos o dinheiro necessário para investir, e nem somos sexy o suficiente para obter milhares de curtidas.

    A Epic Play surgiu e nos ofereceu o espaço e a divulgação, e espero que consigamos crescer, espero que tenhamos mais feedback. Os meus amigos e co-proprietários do Jogador Pensante apoiaram a ideia, em especial o Fran, que ajudou na construção de ideias para a nossa área (que ainda sofrerá mais mudanças conforme passamos o conteúdo para lá).

    Para quem quiser visitar, o link é esse: http://epicplay.com.br/jogador-pensante/

    Por enquanto temos só duas postagens lá, por enquanto, como ainda não sabemos mexer com todas as ferramentas e possibilidades, e pelo site possuir um maior padrão de postagem de conteúdo, temos que aprender essas coisas, depois ficaremos livres para postar imediatamente.

    Temos inacreditáveis 339 postagens no site em menos de 5 anos (fazemos aniversário dia 31 de agosto), e vamos passar a grande maioria pra lá, tudo com a ajuda do pessoal da Epic Play, a quem sou muito grato pela oportunidade, apoio e camaradagem.

    Enfim, amigos, era só isso mesmo. Pra quem puder curtir a Epic Play no face pra dar uma ajuda e visitar o portal de lá, eu agradeço.

    Abraços.

    Space Invaders

    Plataforma: Atari 2600
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      natnitro · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Boa sorte e sucesso nessa nova empreitada do JP! XD

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      msvalle · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Sucesso!

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      dantedias · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Desejo que faça muito sucesso amigo e equipe

  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-07-05 21:00:40 -0300 Thumb picture
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    netobtu fez um check-in em:
    <div><p>#img#[313146]</p>Amigos, de domingo e às ve - Alvanista
    The Legend of Zelda: A Link to the Past

    Plataforma: SNES
    10688 Jogadores
    306 Check-ins

    Amigos, de domingo e às vezes até o fds todo eu fico na casa da minha namorada né, ae lá vira e mexe não tem nada pra fazer e pá, ae sempre levo meu PSP maroto pra jogar umas emulação. Ano passado zerei nele o Zelda Minish Cap, e agora estou já quase no final do A Link to the Past.

    É o meu Zelda favorito e rejogando continua sendo. Ele acerta em tudo. Fazia muito tempo que eu não jogava, e reparei em algumas coisas que talvez não tivesse reparado na época...

    Eu não lembro muito além dos três primeiros templos do jogo (porque sempre que dava saudade eu pegava os 3 pendants só, então por isso lembro bem), ou seja, toda a parte do mundo inverso, o Dark World, eu lembro pouco, isso são acho que uns 8 dungeons que não lembrava o layout.

    Hoje percebo como esse jogo é curto. Acho que cada dungeon não dá meia hora. Ok, é hoje que os jogos duram muito mais, um jogo de 20 horas antigamente, na época do SNES, era impensável.

    Lembro de me perder muito quando jogava esse jogo lá pelos meus 8, 9 anos de idade, e falando dentro dos dungeons mesmo. Hoje eu percebo que me perdia porque era noobão e inocentão mesmo, porque maior parte dele é straight forward total, sem quase nada de backtracking, se tiver é pouca coisa.

    Os Zeldas atuais às vezes são criticados pela linearidade, mas poxa, ALTTP é considerado o Zelda definitivo por muita gente, e dentro dos dungeons é bastante linear. Os Zeldas modernos, em 3D, têm muitos defeitos, mas a linearidade se bobear ocorre até menos do que nesse...

    O que dá pra criticar é que os dungeons de ALTTP são muito mais perigosos do que os dos Zeldas pós-OoT... não tem lá tanto puzzle assim em ALTTP, é um jogo muito mais focado no design de cada área e em matar os bichos sem morrer... já os modernos têm inimigos mais simples e lentos, sem muito perigo para o jogador, e as salas são sempre bem mais amplas e com menos obstáculos (e a câmera 3D ajuda a facilitar as coisas).

    Os puzzles são mais "empurre o bloco certo para abrir caminho", e os itens são muito mais para movimentar-se pelo cenário (hookshot) e combater os inimigos.

    Os bosses também são muito difíceis, tem alguns que pelo amor de Deus, dava raiva. Felizmente as fadinhas ajudam bastante.

    O world design é primoroso e ganha de qualquer Zelda 3D (acho que só Majora's Mask, pela proposta diferenciada, consegue chegar perto)... um mundo vivo e cheio de perigos e segredos, que te recompensa por explorá-lo... isso eu acho que é algo que se perdeu um bom tanto nos Zeldas atuais, que, muito mais do que te fazer explorar o mundo, querem te contar uma história, e ALTTP faz o inverso disso, ele quer que você explore tudo e descubra as coisas. O uso do espelho deixa essa exploração muito mais interessante ainda.

    Por exemplo, para os dungeons finais eu fui atrás de pegar os dois potes que me faltavam (porque queria ter três fadas, no mínimo, e uma poção de magia), felizmente lembrava um pouco de como fazer isso, porque um deles é muito críptico. Inclusive, só depois que eu já havia pego o último pote, que um NPC escondido me deu a dica de como obtê-lo, mas de forma bastante sutil.

    Bom, amigos, é isso... to já quase pra enfrentar o Ganon, mas só farei isso no final de semana, já peguei todos os cristais e estou na reta final da Ganon's Tower... então fica aí o que estou achando de rezerar ALTTP.
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      fabiomustaine · mais de 2 anos atrás · 3 pontos

      A música que toca quando você começa a gameplay é fantástica,e aquela chuva ajuda na imersão.Definitivamente um game que eu devia ter jogado mais quando tive a chance.

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      santz · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Cara, seu eu pudesse dar mais vidas nesse post eu dava. Você falou e disse tudo, muito bom. Ele é meu Zelda favorito também, apesar de achar o Minish o melhor Zelda até então.

      2 respostas
  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-06-30 07:56:05 -0300 Thumb picture
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    Eu ando gostando mais de indies...

    Sei lá, amigos, apesar de eu ainda estar esperando alguns jogos AAA pra esse ano com muita vontade (sendo eles Deus Ex Mankind Divided, Dishonored 2 e Mafia III), atualmente ando jogando e esperando muito mais por jogos indies.

    Não sei se vocês sabem, mas está rolando a promoção de meio de ano da Steam (distribuidora principal de jogos digitais no PC) e tipo, é um absurdo o tanto de coisa em promoção...

    Bom, eu comprei 11 jogos, e todos eles são indies. Nunca me imaginei fazendo isso, e desses 11 pelo menos uns 6 eu quero jogar o mais rápido possível.

    Estou dando prioridade especialmente para jogos em 2D sidescrollers, especialmente esses com cara de Metroidvania. Semana passada eu zerei SALT & SANCTUARY, um jogo indie a lá Dark Souls, só que em 2D. E agora comecei o Axiom Verge, e deixei o DOOM de lado, ainda está por terminar, devo já estar quase no final do jogo... Isso sem falar do Pony Island, que explodiu meu cérebro semana passada também ehehe

    Não que eu não esteja gostando de DOOM, ele é tudo o que eu queria de um DOOM de hoje, mas não sei, um jogo retrô como Axiom Verge me chamou a atenção demais. E não se trata de um jogo velho, ele mostra que a estrutura ainda funciona, e funciona muito bem. É um jogo com mapa enorme, vários modificadores de armas e skills diferentes, a história é mais obscura e menos intrusiva do que em AAAs... não sei, é algo que anda me enchendo mais os olhos. E outro que está na fila é MOMODORA: REVERIE UNDER THE MOONLIGHT, que é OUTRO jogo indie 2D!

    E um dos jogos que mais espero lançar é indie também, chama-se EITR.

    E sim, eu estou esperando também os Horizon: Zero Dawn da vida, mas nunca achei que eu fosse estar realmente empolgado com jogos indie... e tem tanta coisa por jogar, quando você começa a pesquisar esses indies, vê que tem muita coisa boa (mas claro que tem coisa que não me interessa nem a pau).

    Era isso, amigos. Pra quem amava Metroid no NES e Super Metroid no SNES, esse Axiom Verge, disponível no PS4, é um prato cheio.

    Axiom Verge

    Plataforma: PC
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      lica · mais de 2 anos atrás · 6 pontos

      Depois que passei a estudar games consigo ver as coisas de forma diferente e admiro muito a ousadia dos indie.

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      cptguapo · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

      Eu também tô nessa da Steam, netobtu. Tô separando aqui uma grana no cartão e devo pegar a maioria plataforma, shmup e qualquer coisa 2D e/ou pixelizada, além de arriscar uns RPGs, que nunca foi o meu gênero preferido, mas preciso variar...

      Claro, devo pegar uns mais medalhões também, mas vão ser no máximo três (se a grana der). Esse negócio da Steam tá viciando demais com essa Síndrome de Indies...

  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-06-27 22:00:19 -0300 Thumb picture
    12
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      cptguapo · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Esse tá na lista pra pegar na promoção da Steam...

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  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-06-23 09:58:34 -0300 Thumb picture

    [Especial Nintendo 64] A revolução tradicional

    Medium 3341966 featured image

    20 anos de Nintendo 64! Então vou postar um artigo de 2012 que publicamos, um especial da plataforma!

    -

    Ah, o controverso Nintendo 64! Quantas lembranças esse console nos proporcionou… afinal, o início do auge dos jogos em 3D foi aí. Quem não se lembra de Super Mario 64? Ou de The Legend of Zelda: Ocarina of Time? Ou dos duvidosos Castlevanias em 3D do console? Bem-vindo ao especial sobre o Nintendo 64 do Jogador Pensante!

    Anúncios, nomes e uma mídia ultrapassada

    Os primeiros vestígios de que o Nintendo 64 viria aparecer veio muito antes de seu lançamento no mercado: em 1993 a Nintendo anunciou um misterioso Project Reality. Desde então, o console trocou de nome para Nintendo Ultra 64, isso em 1995. Somente em fevereiro de 1996 é que o console foi finalmente chamado (ou teve o nome encurtado) para Nintendo 64.

    O console prometia bastante, sendo considerado inovador para sua época e possuía um processador gráfico da Silicon Graphics, além de um processador de áudio que reproduziria até 100 canais de áudio PCM, o que era inviável, pois consumiria absolutamente todo e qualquer recurso disponível pela CPU.

    O hardware do console era bastante complexo e os programadores de jogos afirmavam que era uma árdua tarefa manter todos os processadores funcionando em sincronia.

    A dificuldade de se trabalhar com o hardware e a escolha da Nintendo por não utilizar uma mídia de grande de armazenamento, o CD-ROM, como os consoles da mesma época da Sega (Saturn) e da Sony (Playstation), mas sim um cartucho (“Game Pak” oficialmente pela Nintendo, ou, simplesmente, a famosa “fita”, como é dito no popular) com capacidade normal de 32 MB (enquanto um CD-ROM possuía uma capacidade de 700 MB) levaram as empresas third a abandonarem bastante a plataforma, migrando para o Playstation em sua maioria. A Nintendo, antes o paraíso destas empresas, agora se viu renegada devido a suas escolhas de se manter no tradicional.

    Ah, e o console tinha um direcionamento muito forte para o multiplayer, o que é perceptível só de se olhar para ele: quatro entradas para controles!

    Comandos, alavancas e acessórios

    O controle (joystick) do Nintendo 64 era bastante diferente. Para falar a verdade, a primeira coisa que me vem à cabeça é um cacho de bananas. Com um formato com três grips para as mãos, o controle possuía mais botões do que o seu anterior e uma novidade: alavanca analógica.

    Hoje jogar pelo analógico é padrão na maioria dos jogos, mas foi no Nintendo 64 que essa mania veio para ficar. Tá certo que não foi ele que inventou a alavanca analógica em um joystick de console caseiro, pois este foi o Vectrex. Mas não há dúvidas de que foi o primeiro console POPULAR com essa inovação.

    O controle veio apresentando novos botões, em principal os comandos C, botões amarelos com direcionais, utilizados como botões comuns mesmo ou também para navegação, e também o botão Z, que simulava um gatilho, se posicionando atrás do controle. Além deles, estavam presentes os já tradicionais A e B, L e R, Start e a cruz direcional.

    Outra coisa que começou com o Nintendo 64 foi a função rumble, aquela que faz o controle tremer. Com um acessório chamado Rumble Pak, que era encaixado em um espaço específico atrás do controle, os jogos mandavam comandos para o controle e esse vibrava conforme necessário. A idéia foi implantada no segundo controle do Playstation, chamado DualShock, mas somente depois do Rumble Pakaparecer no Nintendo 64.

    Outro acessório para ser acoplado ao controle era o Game Pak, uma espécie de “memory card” que permitia salvar alguns poucos jogos que utilizavam essa função, visto que a Nintendo optou por utilizar bem mais memória interna nos cartuchos, como era feito em seus consoles anteriores.

    Ainda nos acessórios exclusivos do controle do Nintendo 64, havia também oTransfer Pak, que possibilitava a transferência de dados entre o console e o Game Boy. Jogos que possibilitavam essa característica adicionavam mais possibilidades ao seu jogo, como visto em Pokémon Stadium, o jogo que mais deu visibilidade ao acessório.

    Em um slot específico do console, vinha de fábrica um acessório chamado Jumper Pak, que era utilizado para fechad o circuito elétrico do console. Sem ele, este não ligava, mas poderia ser substituído pelo Expansion Pak, um cartucho pequeno de expansão de memória de 4 MB, que permitia, em alguns jogos, um upgrade gráfico nas texturas. Outros jogos não funcionavam sem ele, como The Legend of Zelda: Majora’s Mask, Donkey Kong 64, Perfect Dark e Turok.

    Também havia o Nintendo 64 Disk Drive, uma entrada para discos (grandes disquetes) e com modem embutido para conectar RANDnetDD. Não fez sucesso e vendeu pouco, além de haver pouquíssimos jogos para o aprelho, e só foi lançado no Japão.

    Um videogame colorido

    O Nintendo 64 foi vendido em muitas cores. Hoje a Nintendo vende seus consoles em várias cores também, mas a quantidade disponível do seu console da quinta geração é enorme.

    Oficialmente, o console era de cor cinza escuro, ou carvão, oficialmente. Outras cores incluem:

    Jungle Green/Extreme Green: bundle de Donkey Kong 64.

    Série Multi-sabores: colorido em plástico translúcido. São as versões kiwi, cereja, anis, jabuticaba, uva e tangerina, no Brasil.

    Banana: um controle especial para o lançamento de Donkey Kong 64 nos EUA, pintado de cor amarela.

    Ouro: cor dourada em comemoração a The Legend of Zelda: Ocarina of Time.

    Pokémon Pikachu Nintendo 64: console azul com um grande Pikachu, feito para promover jogos da franquia Pokémon.

    Clear Blue and Red: a última versão, foi vendida junto com Super Mario 64.

    Jogos e transições em três dimensões

    Uma das primeiras coisas que se repara quando se vê um jogo rodando no Nintendo 64 são seus belos gráficos para a época e também a incrível visão tridimensional.

    Aproveitando essas possibilidades, a Nintendo usou e abusou delas, lançando grandes conversões de suas franquias clássicas para o mundo do 3D.

    Seria estranho já não começar falando de Super Mario 64 (1996), um dos títulos de lançamento do console. O encanador agora não somente corre para direita ou esquerda, mas sim para frente, trás, diagonais, enfim, pode andar de todas as formas, além de pular, agachar e etc. É certamente o jogo que redefiniu o gêneroPlatformer 3D. Agora as fases giravam em torno de objetivos e missões diferentes entre si, para, ao final, Mario coletar estrelas de poder para conseguir enfrentar seu nêmesis, o rei dos Koopa, Bowser, que agora se infiltrou no castelo da princesa.

    E Mario continuou aparecendo no console diversas vezes, mas em outros jogos, mais esportivos, como Mario Kart 64 (1996), Mario Tennis (2000) e Mario Golf(1999), bem como no RPG da Intelligent Systems para o Nintendo 64 chamadoPaper Mario (2000), que mostrava um mundo e personagens feitos como se fossem dobraduras e recortes de papel. O encanador também foi figura central nos três jogos Mario Party (1998, 1999, 2000) para o console.

    Duas franquias que pertencem aos ares também compareceram no Nintendo 64: o título de lançamento Pilotwings 64 (1996) e Star Fox 64 (1997), fazendo grande uso dos gráficos e da possibilidade de 3D do console, bem como da alavanca analógica.

    Outra franquia clássica que teve uma conversão maravilhosa para o mundo 3D foiThe Legend of Zelda. A série teve dois jogos no Nintendo 64 e pela primeira vez pudemos ver Link de outra forma que não fosse de cima ou de lado, mas sim de todo e qualquer ângulo possível.

    O primeiro jogo da série a figurar no Nintendo 64 foi The Legend of Zelda: Ocarina of Time (1998), um dos maiores lançamentos de todos os tempos e que abalou profundamente as bases da indústria. A partir dele, padrões para grande parte dos jogos de aventura foram criados e são seguidos. É um dos – se não o mais – jogos mais influentes do Nintendo 64 e de todos os tempos. Boa parte da estrutura da série foi mantida, como o vasto mundo a se explorar, segredos e progressão através da obtenção de itens e dungeons. Uma característica revolucionária do jogo é o chamado Z-Targeting, que permite que a câmera gire em torno de um ponto referencial qualquer, seja um inimigo ou um objeto.

    O segundo jogo da série no console foi The Legend of Zelda: Majora’s Mask (2000), uma sequência direta do anterior. Um dos jogos mais estranhos da franquia, com um clima sombrio e sorumbático, trazia uma quantidade enorme de side-quests e poucas (porém difíceis) dungeons. Utilizava obrigatoriamente o Expansion Pak, possibilitando melhor desempenho.

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    Outros jogos que foram febre foram os jogos relativos à série Pokémon: Pokémon Stadium (1999), Pokémon Stadium 2 (2000), Pokémon Snap (1999) e Hey You, Pikachu! (1998), este último possibilitando comandos de voz.

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    Com a falta de apoio das empresas third, a Nintendo encontrou uma grande aliada à sua parceria Rare, com diversos jogos, como os platformers 3D Donkey Kong 64 (1999), Banjo-Kazooie (1998) e Banjo-Tooie (2000). A série Banjo, por sinal, é tida como o ápice do platformer no console. Outro jogo da empresa que se destacou nos platformers foi o bem humorado e ácido Conker’s Bad Fur Day(2001).

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    A Rare também ajudou o Nintendo 64 com o muito aclamado Goldeneye 007(1997), um dos First Person Shooters mais bem sucedidos da história dos consoles, com um multiplayer de até quatro pessoas viciante que lotava as locadoras da época.

    Outro First Person Shooter aclamado e que hoje tem um status de cult pelos jogadores, feito pela empresa, foi Perfect Dark (2000), que roda na mesma engine de Goldeneye 007, porém com vários avanços, tanto na jogabilidade quanto na tecnologia gráfica.

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    A Rare também lançou os jogos de corrida Diddy Kong Racing (1997) e Mickey Speedway USA (2000), que competiam diretamente com Mario Kart 64, porém sem o mesmo brilho e carisma dos personagens da Nintendo.

    E a empresa também veio com a segunda versão de seu jogo de luta Killer Instinct, intitulado Killer Instinct Gold (1996), que possuía novos personagens e cenários, além dos avanços tecnológicos.

    Apesar do fraco apoio das thirds, o Nintendo 64 viu Resident Evil 2 (1999), franquia que nasceu e foi consolidada no Playstation, bem como Mega Man 64(2000), a série Tony Hawk’s Pro Skater (2000, 2001, 2002) vários jogos da franquiaMortal Kombat (1996, 1997, 1998) e também as desastrosas conversões ao mundo 3D de Castlevania em Castlevania 64 (1999) e Castlevania: Legacy of Darkness(1999).

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    A perda do pódio

    Por duas gerações seguidas a Nintendo foi a campeã de vendas, com o NES e Snes. Só que as escolhas de se usar uma mídia defasada e a falta de apoio das thirds, principalmente no gênero de RPG, fez o Nintendo 64 ser o segundo colocado da sua geração, vencendo o Saturn e perdendo para o Playstation.

    O console da Nintendo vendeu mais de 30 milhões de unidades e foi pisoteado pelo da Sony, que vendeu mais de 100 milhões.

    Pode um console tão influente ser considerado um fracasso?

    Muito se ouve por aí em relação ao Nintendo 64 ser um dos maiores fracassos da Nintendo e também um dos piores consoles da história, devido à falta de títulos, coisa que o Playstation tinha de monte.

    Mas será justo chamar um console tão influente desta forma? Um videogame que tornou padrão controles com alavancas analógicas e com função de vibração pode ser um fracasso? Ou, mais além, um console que trouxe transições muito satisfatórias para o mundo do 3D com Super Mario 64 e The Legend of Zelda: Ocarina of Time, que tanto influenciaram e ainda influenciam os jogos platformer 3D e de aventura, pode ser renegado ao limbo dos videogames?

    A resposta, claro, é subjetiva e vai de cada um. O que é fato é que o console apresentou muitas evoluções e um salto tecnológico gigantesco em relação ao Super Nintendo, falhando por se manter tradicional nos cartuchos. Outro fato, este infeliz para a Nintendo, é que a Sony surgiu e arrebentou em todas as formas possíveis e deixou o Nintendo 64 para trás.

    Não nos esqueçamos jamais do ditador de tendências chamado Nintendo 64. Um revolucionário console, porém com muitos pensamentos tradicionais e retrógrados.

    O console teve mais de 380 jogos.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Link para a publicação original: https://jogadorpensante.com/2012/07/03/consciencia-gamer-nintendo-64-a-revolucao-tradicional/

    Super Mario 64

    Plataforma: N64
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      mardones · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Parabéns pelo texto. O Nintendo 64 não é meu console favorito atoa. Ele trouxe uma avalanche de novas tecnologias e de jogos memoráveis. Tem o melhor (Ocarina) e o pior (superman) jogo de todos os tempos. Ele pode até ter uma biblioteca considerada pequena, mas garanto que são os melhores jogos que alguém pode querer jogar.

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      matheus_msilva · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Pra mim, foi o console que mais marcou minha infância/pré-adolescência. Não é a toa que até hoje sinto falta de jogos "a la Nintendo". Jogos com pouca qualidade gráfica por assim dizer, mas com um nível de diversão imensurável. Perdi as contas de quantas noites virei jogando alguns dos maiores titulos desse console (Banjo e Kazooie/Tooie; DK64; TLOZ:OT/MM; Goldeneye 007; Mario Kart/Party/Paper/64; entre muitos outros). Sou muito grato a Nintendo por isso e, para mim, nenhuma desenvolvedora atual chega aos pés das obras primas da "Big N".

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      jogadorpensante · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

      Infelizmente a Alvanista não permite publicar tantas imagens. Peço desculpas.

  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-06-14 10:02:21 -0300 Thumb picture
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    Para que um Xbox?

    Bom, a Microsoft anunciou basicamente o fim do Xbox como console, mas sim como um serviço. Já era uma tendência que ela vinha adotando e agora, com o anúncio do Xbox Scorpio, é finalmente decretado o fim de jogos exclusivos em seus consoles.

    Além disso, ela acaba com a noção de gerações de Xbox. Os "consoles Xbox", aparentemente, do que entendi, vão ter apenas atualizações de hardware ano a ano, ou a cada dois anos, não sei, semelhantemente ao que já ocorre no mercado de placas de vídeo, processadores, smartphones, tvs e por aí vai.

    Uma vantagem disso é que, possivelmente, teremos retrocompatibilidade eterna nos consoles da Microsoft. O Xbox 2040 (se ainda existir) rodará um jogo de 2016. Da mesma forma que o Xbox de 2016 (que é o de 2013), lá por 2020 não rodará absolutamente mais nada. Será como um PC, ou melhor, uma Steam Machine, só que é mais uma Windows 10 Gaming Machine.

    Só que tudo que essa caixinha rodar, o PC também vai rodar. Sim, eu sei que um PC é mais caro, mas, como muito provavelmente os Xbox não serão modificáveis, não vejo vantagens em ter que ir se atualizando comprando novo hardware completo para ir se atualizando. 

    Há esse estigma de que o PC requer "troca de placa de vídeo a cada 2 anos", o que não procede. Pra rodar tudo no ultra e 4K, pode ser, mas pra rodar melhor que os consoles atuais, não tem nada a ver.

    Tipo, o Xbox está, na verdade, perdendo jogos, enquanto o PC está ganhando. Eu vou comprar um Xbox e vou ficar preso, sem nenhuma exclusividade, e perdendo jogos exclusivos do PC ou que sejam PC + PS4 (que anda acontecendo muito). 

    Aqui no Brasil até é muito mais caro montar um PC do que um console, coisa de no mínimo uns 1000 reais a mais. Mas para padrões norteamericanos ou europeus, é mais em conta. Ok, mesmo assim é mais caro, mas enfim. 

    Um Xbox futuro não vai rodar jogos que sejam exclusivos Steam, somente jogos que também sejam compatíveis com a Windows Store lá, tipo o Quantum Break. Exemplo, um Xbox vai ter Gears of War 4, mas não vai ter Street Fighter V. Um PC vai ter os dois.

    A Microsoft matou seu console, a não ser que ele seja extremamente subsidiado e custe nunca mais de 200 dólares. Do contrário ele tem uma vida útil e custo x benefício muito menores do que um PC. Se você hoje colocar um processador i7 da sexta geração no seu PC, eu duvido que vc tenha que trocá-lo em menos de 8 anos. Uma GTX 1070, que é lançamento, também deve aguentar tranquilo uns 5, 6 anos rodando no máximo, claro que não em 4K, mas...

    Engana-se quem também acha que Xbox Scorpio vai rodar jogos em 4K, exceto se estiverem extremamente capados em qualidade visual no geral. Nem uma GTX 1080 está aguentando super bem todos os jogos em 4K estáveis, e ela é o topo de linha. 

    O Xbox Scorpio não pode nem sonhar em custar o valor de uma GTX 1080, porque ele concorre com o Playstation, e não com um PC. Até porque, se for pro Xbox concorrer com um PC, a derrota já é decretada, e sabemos como está hoje o mercado de consoles: o Xbox não faz nem cócegas no Playstation.

    Sei lá, achei hiper tiro no pé. Tem coisas também ruins nisso de não haver mais gerações, que é prejudicial, não vai mais haver aquele salto enorme, além de fazer os PCs estarem cada vez mais à frente. Se não são os consoles mais que ditarão os paradigmas da geração, então é o mais versátil em hardware que o fará, que é o PC. Isso é uma previsão minha.

    Claro, a Sony pode recusar tudo isso e continuar com o modelo de geração, mas, sendo o Xbox cada vez mais parrudo em curtos espaços de tempo, será que o Playstation não ficará cada vez mais defasado até o fim da gen, em se tratando de multiplataformas? 

    E o Neo já é um prenúncio dos novos tempos, acredito que o modelo anunciado pela Microsoft será o padrão dos consoles. A diferença é que a Sony ainda tem seus exclusivos, que ela não divide com os PCs, e acho que nunca dividirá (falo dos first party, tipo Uncharted, God of War e etc).

    Gears of War 4

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      gradash · mais de 2 anos atrás · 6 pontos

      PC só é mais caro quando compra do zero, upgrade é beeeeeeeeeem mais barato, pois tu não precisa manter o hardware velho, então tu recupera pelo menos metade do custo do novo vendendo o velho, isto quando não faz ótimos negócios e não recupera 80% ou mais

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      guee · mais de 2 anos atrás · 5 pontos

      Nunca tive motivo algum pra comprar um Xbox, e cada passo dado pela Microsoft em relação ao console só me faz afastar mais.
      Não fico feliz com notícias assim, elas me dão entender que stão fazendo merda, e eu nunca torço pra dar merda nesse mercado, afinal, quanto mais coisas dando certo, melhor pra gente.
      Digo isso pq tem gente que fica feliz quando a empresa "adversária" dá um passo "errado". Eu acabo lamentando pelos dois lados: pelo lado do mercado, que deixa de ser mais competitivo, e pelo lado do consumidor que gastou em um produto que não tve o retorno esperado.
      Continuo caminhando pelo mesmo caminho que escolha a alguns anos: uso o pc como plataforma principal, pra jogar tudo que eu puder jogar, e compro os consoles da Sony (PS1, 2, 3 e 4) pelos exclusivos e praqueles jogos que, ao meu ver, devem ser jogados em consoles (exemplo: devil may cry, bayonetta, bloodborne e alguns outros).

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      christtc777 · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Me dá uma raiva ter comprado um XBOX ONE no começo desse ano e receber essa noticia de um novo Xbox, XBOX ONE S ( S de Slim ou de Scorpio... Sei lá...)!! E saber também que muitos dos seus games, games do XBOX, serão todos ou a maioria, lançados para WINDOWS 10 também!! Eu não tô acreditando nisso... Vou devolver meu XBOX ONE e investir em um PC mais "parrudão" para jogar esses games de XBOX/WIN10 ou quem sabe compra um PS4...

  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-06-02 10:36:32 -0300 Thumb picture
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    <p>Galera, esse ano decidi que vou zerar uns jogos - Alvanista

    Galera, esse ano decidi que vou zerar uns jogos que tenho pendentes aqui... to zerando o Salt & Sanctuary meio que em conjunto com o DOOM, vou fazer a review dos dois quando terminar e tal... espero ter terminado ambos até uns 20 de junho.

    Mas também decidi que esse ano vou tentar zerar New'n'Tasty: Oddworld Abe's Oddyssey, The Witcher 3 (pelo menos o jogo base), Hotline Miami, The Order 1866, Hard Reset, Metro 2033 Redux, Spec Ops: The Line... Esses são a prioridade.

    New'n'Tasty, Hotline Miami e The Order eu sei que são jogos mais curtos, mas tenho consciência, também, que Hotline Miami é difícil pra caralho e pode levar muito tempo de trial-and-error. New'n'Tasty também vai ter áreas terríveis em que provavelmente morrerei bastante, ou ficarei meio perdido... mas são jogos curtos, em especial o The Order, né?

    Eu não sei o tamanho de Hard Reset, Metro 2033 Redux e Spec Ops: The Line. Imagino que Hard Reset e Spec Ops devem ter de 12 a 15 horas de jogo... já o Metro 2033 eu acredito ser maior.

    The Witcher 3 vai ser a prova de fogo. Jogo gigantesco, cheio de coisas side pra fazer (e eu adoro caçar monstros). Vou tentar pegar do meu save (que está em Novigrad), mas acho difícil eu lembrar rapidamente de como se joga e tal, as nuances... mas nada impossível também. Jogar fora 50 horas de jogo nessa minha falta de tempo não vai rolar, de boa. Talvez seja um jogo que eu vá jogando até o fim do ano, intercalando com outros, porque é meio foda focar só nele, é muito longo.

    Se eu tiver tempo e paciência, vou voltar pro GTA V e também Ryse: Son of Rome... esse GTA nunca me pegou, eu confesso, eu não curto o lance de ficar trocando de personagem, mas sei que se eu souber relevar isso tenho um bom jogo pela frente. E Ryse o pouco que joguei é fracão, mas é bonito e é curto, então acho que dá certo.

    Além dos lançamentos que quero, né amigos? Mafia III, Dishonored 2, Deus Ex Mankind Divided, Horizon (se lançar), além do que pode ser revelado na E3 e que pode vir ainda esse ano pra gente... isso para dizer no mínimo.

    Gostaria até de incluir uns jogos de Wii U aqui, tipo Zelda Twilight Princess HD, mas não dá pra gastar o que pede assim, tão facilmente... tem que ser tipo um gasto friamente calculado.

    E era isso, amigos. Tenho que eliminar algumas pendências, na morales. Cheio de jogo no Steam aqui, The Order 1866 mofando na prateleira desde a época do lançamento...
    Oddworld: New n' Tasty

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      sergiotecnico · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      GTA V é meu guilty pleasure! Tenho pra todas as plataformas. Não canso de jogar.

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      paulo1410 · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

      Não conhece esse site? http://howlongtobeat.com/

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      paulo1410 · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

      Sempre consulto o "How long to beat" antes de iniciar a jogatina para ter uma noção do tempo de cada de jogo.

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  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-05-31 11:19:06 -0300 Thumb picture
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    [Primeiras Impressões] Salt & Sanctuary

    Bom, amigos, quase 6 horas de jogo (pelo contador do meu save), e seis bosses depois, acho que já dá pra eu comentar um pouco sobre o jogo.

    Não há dúvidas de que Salt & Sanctuary quer ser o Dark Souls 2D. A atmosfera, o combate, a apresentação de chefes... tudo remete à série da From. O que não é algo ruim, pelo contrário, é ótimo.

    A progressão em 2D deixa os levels mais difíceis, porque o jogo pode focar em platforming: inimigos em vários níveis de plataforma diferentes, te forçando a pular, por exemplo. Nesse ponto, Salt & Sanctuary possui um excelente caráter platforming, eu não tive problemas nesse ponto, achei as mecânicas na medida certa.

    Conforme o jogo passa, você ganha algumas novas habilidades para a exploração do jogo e para o platforming. Por exemplo, a habilidade de andar de ponta cabeça pelo teto das fases ao tocar um obelisco, ou o wall-jumping. Acredito que vão aparecer mais pela frente, o que dá um caráter Metroid à exploração, pois áreas inacessíveis anteriormente agora se tornam possíveis de serem alcançadas.

    As fases têm uma aparência bem labiríntica, e várias vezes eu fiquei louco para encontrar um santuário para estar seguro... os santuários funcionam como a Fogueira de Souls, onde você pode upar o personagem. Nesses santuários, você pode chamar ferreiros, mercadores, clérigos, ajudantes, e outros... pela exploração dos níveis, encontramos estatuetas que, oferecidas no Shrine, convocam algum desses personagens. Isso é legal, porque a oferta dessas estátuas são limitadas, o que me fez pensar várias vezes se valia a pena chamar um mercador ou um ferreiro ali, e me fez ficar meio nervoso de não ter uma estatueta de ferreiro em uma parte do jogo, já que dava para melhorar minha arma.

    A questão do combate é completamente Dark Souls também. Escudo, arma, esquiva e equipamento. Tem parry, ataque forte. O legal é que, por ser 2D e ter esse caráter platformer latente, podemos ousar dos pulos para desferir ataques nos inimigos por cima, ou tentar pular por cima deles e surpreendê-los pelas costas (mas não há backstab, somente o riposte caso você consiga usar parry em algum inimigo). O combate tem bom impacto e não achei nada injusto até o momento... claro que há partes bastante difíceis, mas normalmente é porque você precisa melhorar sua arma, trocar seus equips, ou simplesmente dar uma farmada para upar.

    O sistema de level up aqui lembra o de Final Fantasy X, que é um sphere grid. Apesar de haver caminhos meio que fixos para a build que você pretende, por vezes você é obrigado a investir em um atributo que não quer, para poder seguir para algum atributo que você queira. Prefiro o jeito convencional de escolher o que melhorar, mas não vi tantos problemas assim com o Sphere Grid... dá pra jogar de boa.

    Os bosses são legais, mas dois aqui bugaram: um ficou do meu lado o tempo todo e quase não ofereceu problemas, e outro saiu da tela e simplesmente morreu (ele já estava quase morrendo, mas enfim). Ao final dessas batalhas dá aquela sensação ótima de dever cumprido. Até agora todos tiveram duas fases distintas, como ocorre em Bloodborne e Dark Souls III, e no final dão uma bela apeladinha, o que exige velocidade. É aquela questão de decorar os padrões e dançar conforme a música, mas dá pra morrer bastante.

    Achei o jogo mais punitivo do que Dark Souls. A cada morte, além de perder todos os seus Sais (as "Souls" do jogo), você perde 10% de suas moedas, que servem para comprar coisas de mercadores. Em alguns chefes sofri pra caramba e perdi quase toda a minha fortuna. Mas nada que atrapalhe tanto, os inimigos derrubam bastante moeda, o que possibilita ficar rico fácil.

    O level design das fases é muito bom, e totalmente inspirado em Souls: caminhos que bifurcam levando a lugares diferentes, atalhos, chaves para abrir portas, elevadores a serem ativados... o jogo sempre está te convidando a conhecer as fases e explorá-la.

    A trilha sonora é ok, mas muito repetitiva. Enfrentei cinco chefes seguidos que tinham o mesmo tema (o tema é bom, mas pra um chefe, né?), até que no sexto o tema foi outro, o que foi bom. Entendo que a equipe do jogo é pequena e provavelmente não havia tanto dinheiro para investir na trilha sonora, mas fica a crítica.

    Apesar da aparência de jogo de flash, tem uma arte muito mais bonita do que possa parecer. Boas animações em 2D, design de personagens e inimigos bastante inspirados. Só que tem muita área que é parecida com a outra... espero mais variedade de cenários daqui pra frente.

    Enfim, o jogo é bem viciante, muito gostoso de ser jogado. Recomendo a todos e torço para que o jogo continue melhorando, por ser 2D o normal é sempre ir melhorando o design, deixando mais difícil, mas te ensinando mais sobre suas mecânicas.

    Abraços!

    Salt and Sanctuary

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      juninhonash · mais de 2 anos atrás · 3 pontos

      A única coisa que realmente me desagradou no Salt é a direção de arte que é feia e pobre. O resto eu aprovo e gostei MUITO mesmo. Não tenho nada a reclamar do restante e no pouco que joguei concordo plenamente contigo.

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      jorgegt · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Ótimo texto. Só meu deu mais vontade de jogar...
      Eu queria jogar outros jogos antes dele, mas estou vendo que vou acabar começando logo após Dark Souls 2.

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      paulolol22 · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Upvote my friend ooo alguém sabe quando sai a versão do vita e ela que tô querendo mais que. Tudo rssrrs

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