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  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-11-24 23:02:15 -0200 Thumb picture
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    GORDÃO HATER GAME AWARDS

    Antes de mais nada: Gordão Hater é um apelido que surgiu depois de um cara loucaço surgir num grupo de PS4 (do qual já sai, pq ninguém merece) me chamando de Gordão Hater pq eu tava criticando alguma coisa lá. Aí o apelido pegou e uns amigos meus ficam me chamando assim.

    Amigos, vi que finalizei 9 jogos desse ano, e teve um que eu joguei mais de 20 horas, e outro que joguei um bom tanto também, então eles vão entrar na conta... e muito provavelmente não jogarei nenhum mais. Além deles joguei mais vários outros de outros anos, até de outras gens... mas aqui vai o meu ranking, do que eu MENOS gostei pro que eu MAIS gostei.

    "NETO TA MUITO CEDO PRA ESSA MERDA, SEGURA A ONDA AÍ E ESPERA ACABAR O ANO CARALHO". Não.

    Lá vai:

    11º) Mafia III

    Simplesmente um dos piores jogos que já joguei. Equivocado em tudo no que tange ao gameplay e mecânicas. Repetitivo demais, um jogo a ser esquecido.

    10º) Uncharted 4: A Thief's End

    Foi uma grande decepção pra mim. Sei que geral gostou, que geral acha o melhor da série, e que a minha opinião é fora da curva completamente, mas achei um jogo chato, moroso, que me deixou entediado na maior parte do tempo. Um ótimo exemplo de como desperdiçar level design expertise nos tiroteios, que a ND provou que tem, em detrimento de converseiro, caminhadas e escaladas scriptadas.

    9º) Quantum Break

    Vão me xingar mais ainda por Quantum Break estar melhor posicionado do que Uncharted 4, mas eu gostei mais. É um jogo médio, sem grandes pretensões, com uma narrativa extremamente ultrapassada para os dias de hoje, mas é mais intenso, e o tiroteio com poderes temporais é bem legal, além de ter ótimos efeitos visuais nesse ponto.

    8º) Mirror's Edge Catalyst

    Peguei em uma promoção e fui surpreendido positivamente. Não zerei o primeiro, só testei várias vezes, mas esse fiquei engajado. É um jogo bem fluído, é gostoso de se jogar.

    7º) Salt & Sanctuary

    O Dark Souls 2D se provou como tendo um bom início de série (se é que será uma). O Ska Studios fez um jogo bem feitinho, desafiador e com uma lore até interessante (mas para a qual eu não estava nem ligando), mas tem uma hora que dá uma enjoada, os cenários acabam bem repetitivos, e a OST é muito limitada, mas brilha no chefe final. Um jogo com altos e baixos.

    6º) Pony Island

    Foi difícil colocar esse jogo em alguma posição, porque ele é completamente diferente de tudo. Inteligente, curto, indie até a alma, super experimental, o jogo vive quebrando a quarta parede e te fazendo falar NOSA JUREG!. Excelente, recomendo MUITO, e não posso falar muito porque é o tipo de jogo que qualquer coisa é spoiler.

    5º) Deus Ex: Mankind Divided

    Eu hypeei esse jogo pra caramba, e ele, bem, de certa forma atingiu as expectativas, mas é um jogo abaixo da obra prima que é Human Revolution. Eu acho que faltou intensidade, mais missões com perigos... mas é um jogo excelente, uma boa sequência para Adam Jensen.

    4º) Sid Meier's Civilization VI

    O tipo de jogo que não sei analisar. O tipo de jogo que eu simplesmente jogo e vou vendo o que vai dar. Viciante, impossível fechar sem antes jogar mais uns vinte turnos. Ótima sequência para o também excelente Civilization V.

    3º) DOOM

    Esse jogo é excelente, né, amigos? Intenso, frenético, o jogo só cai um pouco quando decide que você precisa ficar ouvindo historinha pra boi dormir de algum NPC. Sorte que são poucas as vezes em que isso acontece, e o jogo entrega mapas complexos, foge dos corredores e te entrega em arenas onde ficar parado é morte certa. Um dos melhores shooters dos últimos tempos, reforçando que o oldschool ainda pode ser muito moderno.

    2º) Dark Souls III

    Um fim digno para a série. Um jogo que é uma verdadeira homenagem tanto ao primeiro jogo quanto para os fãs que morrem de amor pela série. Jogar Dark Souls III depois de jogar o primeiro é algo que muda completamente a experiência, o jogo é repleto de nostalgia, daquele arrepio na nuca, e tem as batalhas de chefe mais intensas da série.

    1º) Dishonored 2

    O que eu achava que Deus Ex: Mankind Divided ia fazer, Dishonored 2 fez: intensidade nas missões com profundidade de exploração. Deve ser o jogo mais livre do ano, o replay factor é gigantesco, não só pelos dois personagens, mas pela quantidade de possibilidades que o level design te dá. Tem hora que o objetivo é possível ser completo de quatro, cinco vezes diferentes entre caminhos, abordagens, personagens, poderes... esse jogo elevou Dishonored a um patamar que eu sinceramente não acreditava que levaria. Melhor do ano.

    Dishonored 2

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      marviiu · 2 anos atrás · 2 pontos

      Pô, eu adoro o " converseiro, caminhadas e escaladas scriptadas." rsrsrsrsrsrsrs O que eu achava mais monótono em Uncharted eram os tiroteios. O que mais amei neste foi a possibilidade de distribuir o menor número possível de tiros.

      Achei legal a comparação entre Deshonored e Deus Ex.

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      _gustavo · 2 anos atrás · 2 pontos

      Excelente a lista, eu queria pegar o Mirror's Edge Catalyst, joguei a Beta e curti ainda mais que o primeiro, que ja era foda, aí teve uma promo bem legal deles meses atrás mas não comprei, agora ta em promo de novo mas com a steam junto não rola de gastar fora dela ahahahah

      O resto da lista, DS III e Dishonored 2 é amor demais, e quero comprar o Quantum Break e o Doom, provavelmente ambos no ano q vem.

      Vou ver se faço o meu no FDS, ja q Dezembro só vou jogar coisa q ja saiu mesmo hahahah

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      netobtu · 2 anos atrás · 1 ponto

      Pra variar a Alvanista nerfou minhas imagens...

      2 respostas
  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-11-15 03:53:30 -0200 Thumb picture
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    netobtu fez um check-in em:
    <p><a href="https://scontent.fcwb1-1.fna.fbcdn.net/ - Alvanista
    Dishonored 2

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    Amigos, Dishonored 2 é insanamente melhor que o primeiro, que eu já acho um jogo do caralho. Estou na sétima missão.

    Não sei se vocês sabem, mas o Harvey Smith, diretor do primeiro Deus Ex, participou da produção do jogo. E ele fez justamente o que Deus Ex faz: mundos que, ao invés de serem grandes e superficiais, são pequenos e muito profundos.

    O jogo é lotado de esconderijo, de segredos, de pequenos enredos que você conhece em apenas um cômodo... isso faz Karnaca parecer viva pra cacete, ao mesmo tempo em que é muito hostil. Para um cara que quiser coletar absolutamente tudo de todas as fases, e sem guia, vai tranquilamente jogar mais de 50 horas, para entrar e vasculhar tudo. E cada distrito tem as suas peculiaridades, como o Distrito da Poeira e seus vendavais que cegam, te dando oportunidade de passar despercebido quando ocorre.

    Perco horas nas missões e ainda assim saio faltando um monte de segredos, itens, dinheiro a coletar, pinturas, novos projetos para melhorar os equipamentos...

    Outra coisa fodíssima é que em cada missão eu fui apresentado a um novo conceito de jogo. Não vou dar spoilers, mas todas são únicas e te dá desafios novos, totalmente diferentes das missões anteriores. Essa missão 7 é algo surreal de foda, seria melhor ainda se em nenhum trailer tivessem mostrado isso. E o que ocorreu nas missões anteriores não vem a se repetir nessa próxima... claro que em todas tem inimigos normais, mas vão surgindo novos tipos de inimigos, para você fazer novas abordagens.

    E o jogo é pensado para os dois personagens: Corvo e Emily. Ambos só compartilham um poder, que é o Dark Vision, e um que são bem parecidos, que é o Blink e o Far Reach. Por enquanto estou jogando de Emily e ela tem poderes muito fodas, especialmente para o stealth, que é a minha abordagem favorita. O Corvo tem uns poderes mais agressivos, mas também dá pra ir stealth, obviamente...

    Com dois personagens diferentes para jogar (com variação na história e também no modo de jogar, por causa dos poderes), abordagens piedosa e letal, objetivos que se bifurcam (tem vez que você escolher um objetivo cancela outro, e cancelar outro é tipo cancelar uma missão grandona, com level design foda e tal)... o jogo é um convite imenso para vários replays. Sem contar que é perfeito para speed runners, é um stealth muito fast paced para quem manjar de poderes e começar e decorar os padrões de rota dos inimigos de cada parte.

    Sabe aquela liberdade de "jogue como quiser, faça como quiser" de Deus Ex? Eu to sentindo exatamente isso nessas minhas já quase 12 horas em Dishonored 2. É um Deus Ex com poderes sobrenaturais ao invés de augmentations, e duelos de espada ao invés de tiroteio. E a mesma sensação de ficar pensando 20 vezes antes de desligar o jogo em Deus Ex, também ocorre em Dishonored 2.

    Ah, jogo difícil pra dedéu, puta merda, justamente pelo fato de ficar apresentando situações novas, inimigos diferenciados, exigindo de você muita versatilidade para fazer as coisas de outros jeitos também. Jogando no hard e sofrendo pra caramba.

    Graças a Deus esse jogo é bom, depois do fiasco que foi aquele lixo de Mafia III.

    PC players: instalem um tal de Process Lasso e quando o jogo iniciar coloquem para rodar sempre em prioridade normal, porque o jogo por algum motivo fica em baixa prioridade no task manager do Windows, o que não faz o menor sentido. O boost de fps é sentido na hora.

    21
  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-11-07 18:36:59 -0200 Thumb picture
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    O último desejo

    Amigos, eu comecei a ler a saga do Bruxeiro né... com o primeiro livro da saga (apesar de não ser o primeiro escrito, pelo que li por aí), O ÚLTIMO DESEJO.

    O escritor é polonês, o Andrzej Sapkowski (já to aprendendo a escrever sem recorrer ao Google), e ele começou a escrever a saga de Geralt lá na década de 90, e o último livro lançado, do que sei, é de 1999.

    Completam, portanto, 7 livros falando de Geralt de Rivia, e vi que há uma história stand alone que se passa no mesmo universo.

    Os livros são:

    - O último desejo
    - A espada do destino
    - O sangue dos elfos
    - Tempo do desprezo
    - Batismo de fogo
    - A torre da andorinha
    - Pani Jeziora ("A dama do lago", ainda não traduzido para o português, mas certamente já em processo disso)

    Bom, eu até agora li cinco capítulos do livro, e estou quase na página 100, e devo dizer que é ótima literatura.

    Mas vou falar mais do que interessa pra galera daqui, e algo que me fez respeitar ainda mais a CDPR: como The Witcher 3 (é o que conheço da série mais a fundo, os outros joguei muito pouco para falar sobre) é fiel ao livro.

    O último desejo funciona em forma de contos, e entre cada conto há um capítulo dividido em várias partes chamado "A voz da razão", que meio que faz uma ligação entre os contos e o que Geralt está vivendo no momento.

    Sabem o lance da caça de monstros do jogo? De vasculhar por pistas, analisar, tomar poções que funcionem contra os monstros, sinais, e tudo mais? Tudo isso tem no livro.

    Sério, lendo eu via o jogo acontecendo (coisa que não gosto muito, eu gosto de ler primeiro as obras, mas fazer o que, agora o Geralt já tem a cara do jogo pra mim kkkkkk), os rituais do bruxo, as barganhas...

    Mas tem algo engraçado... o Bruxo no livro não faz as coisas de graça, no jogo a gente tem essa oportunidade, e a NOSSA humanidade acaba afetando o caráter "profissional" de Geralt no jogo... essa interatividade é o que faz o jogo transviar do livro, porque com o role play, o Geralt acaba tendo ações propriamente nossas.

    Os contos são ágeis e o autor não é tanto de muita descrição, e usa a mitologia criada por ele (inspirada na eslava) para fazer nossa mente imaginar melhor os monstros. Uma coisa que gostei é que o livro não explica de cara o que é um bruxo... conforme passam os contos, vamos conhecendo melhor Geralt, sua profissão, suas motivações... eu achei que ele lembra bem o Geralt do jogo: sarcástico, e quieto quando necessário. Tem um código de honra próprio, e um senso de profissionalismo (eu ri em um dos capítulos ele falando sobre ética profissional, visto que seu trabalho é bem marginalizado pela sociedade).

    Já vi alguns termos e nomes do jogo: os sinais (traduzidos para o português, tipo Axii virou Sinal da Axia - não gostei dessas traduções), Yennefer, Novigrad... o primeiro conto me lembrou MUITO a quest do Barão Sangrento.

    Sei lá, galera, eu to curtindo bastante o livro, e recomendo pra geral que curtiu o jogo. E pra quem gosta de fantasia medieval.

    Abraços.

    The Witcher 3: Wild Hunt

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      gradash · 2 anos atrás · 5 pontos

      Só para constar as versões Brasileiras dos livros são as melhores depois das originais, pois o tradutor era um polonês que vivia no Brasil e resolveu por conta própria traduzir os livros para divulgar a cultura polonesa, muito antes de jogo ou qualquer coisa, e ele traduziu direto do polonês e seguindo as regras do autor para tradução, inclusive ambos eram amigos. A versão em inglês é traduzida da versão em francês, e qualquer um sabe a merda que dá quando tu faz a tradução de uma tradução...

      O último livro não foi traduzido infelizmente por que ele morreu antes de poder fazer ela.

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      marcusmatheus · 2 anos atrás · 2 pontos

      Já li os 4 primeiros livros da série este ano e tenho EXATAMENTE a mesma opinião que você. Mas aqui vai um adendo: A CD Projetk Red fez os games de forma que funcionem como sequencia dos livros. Portanto ler os livros aumenta ainda mais a imersão do jogador no game.

      Obs: Ainda não consigo escrever o nome do escritor sem consultar o google, kkkk.

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      xualexandre · 2 anos atrás · 2 pontos

      São excelentes né, preciso acabar ainda, parei no primeiro da saga do Bruxo. Foda que mesmo com o esforço da CD projekt, o autor condena os jogos e tal, é um velho ranzinza. Outra coisa é a localização americana do jogo que tira bem muita coisa do original, nesse quesito a localização dos livros em pt/BR são muito mais fiéis e puras do que até a americana. O tradutor é um fofo, tem uma entrevista dele em algum lugar, depois te mando se quiser.

      5 respostas
  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-10-28 12:00:58 -0200 Thumb picture
  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-10-20 08:11:36 -0200 Thumb picture

    Segue a gente no Twitter!

    O nosso antigo Twitter morreu (não lembramos o login e senha haha), mas agora temos um novo: https://twitter.com/jogapensante

    Segue a gente, vai! :D

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  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-10-19 23:32:56 -0200 Thumb picture
  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-10-18 00:26:10 -0200 Thumb picture

    Mais uma morte que não tem absolutamente nada a ver com os games

    Medium 3401776 featured image

    O religioso fanático entra na escola e faz uma chacina, culpam os videogames, porque ele jogava Counter Strike.

    O menino mata a família inteira e depois se suicida, culpam os videogames, porque ele tinha uma foto do Ezio, um "assassino", do jogo Assassin's Creed, no Facebook.

    O menino se enforca por causa de uma "brincadeira" de muito mau gosto típica de corrente de internet, na "zoeira", e a culpa é do videogame, mais especificamente de League of Legends, que absolutamente nada tem a ver com enforcamento.

    Quando vamos começar a pensar como gente de verdade e ver que os videogames têm tanta influência nessas mortes quanto qualquer novela, filme, livro, familiares, enfim, tudo à nossa volta?

    O videogame por si só não mata ninguém. Pelo contrário, videogame normalmente apresenta situações em que a violência pela violência é desencorajada e punida. Todo mundo fala o quanto GTA é horrível porque você pode atropelar pedestres, porém ninguém percebe que, ao fazer isso, vem polícia, SWAT e mais um milhão de agentes de lei te fazer oposição até te derrubar, para que você pare de ser um sem noção.

    Assassin's Creed te tira do jogo caso você mate inocentes, porque não era o ideal dos assassinos (o nome é de uma seita, um clã, e não significa exatamente matadores).

    Counter Strike simula uma guerra entre terroristas e contra-terroristas, com gráficos bastante obsoletos para hoje em dia.

    E League of Legends... bem, League of Legends é um jogo tão violento quanto um desenho do Pica-Pau, pois é meramente fantasia, todos os personagens são mitológicos e o jogo foge da realidade... e, mais uma vez, nada tem a ver com enforcamento.

    Obviamente a mídia, especialmente a TV (e seus jornais e revistas impressos coligados), vai colocar a culpa nos videogames. Um jogador não está à mercê da TV, ele não está dando audiência para novelas com violência cada vez mais realista e crível, jornais que só faltam espirrar sangue da sua telinha ou apresentadores sensacionalistas que se usam de péssimas situações, desrespeitando familiares, para lucrarem.

    Não cabe a nós, também, culpar a criança que se enforcou. É uma fatalidade, e era uma criança, sem noção do perigo. Estamos em uma sociedade do espetáculo, onde as pessoas querem ver até onde chegam, quanto mais longe, melhor, mais "mito" entre seus amigos. É uma doença, e não somente dele, mas de todos nós.

    Os videogames não têm absolutamente nada a ver com isso.

    League of Legends

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      santosmurilo · mais de 2 anos atrás · 3 pontos

      É o que se espera de uma sociedade que é facilmente tranafromada em massa de manobra...

      Falei sobre isso aqui:

      http://alvanista.com/mur1lo/posts/3401795-e-la-vamos-nos

      Indignação resume!

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      srdeath · mais de 2 anos atrás · 3 pontos

      Acho que ele era player do "Choking Game"... li uma noticia sobre essa morte e nos detalhes falavam sobre isso... santa incompetência desse garoto...essa brincadeira já matou muita gente...

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      heeroyuy · mais de 2 anos atrás · 3 pontos

      eu tenho isso na ponta da lingua
      isso se chama povo "RETARDADO"

  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-10-11 03:56:02 -0300 Thumb picture
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    [Primeiras impressões] Mafia III

    Bom, amigos, o meu primeiro post tinha sido muito prévio, eram as primeiríssimas impressões, agora que já somo mais de 10 horas de jogo é possível falar melhor sobre, e também, no final do post, vou fazer uma parada diferente: um Recomendado para e um Não recomendado para, tentando fazer um perfil de quem pode gostar do jogo.

    -> A narrativa do jogo desde o começo prende. Eu estou, até agora, achando um dos melhores enredos que já vi em videogames, mesclando cutscenes ingame, conversas durante tiroteios e enquanto dirigimos, e o principal: a característica documental da narrativa não-interativa. Eu adorei isso, parece realmente que estamos jogando algo que aconteceu de verdade, porque tem personagens narrando a história através de entrevistas no futuro em relação ao jogo, o que é muito massa mesmo.

    -> Trilha sonora impecável, é o ponto alto do jogo. Eu às vezes tenho dó de sair do carro porque tá tocando tipo Born to be wild, I fought the law, I feel good, House of the rising sun, e outros sucessos fodidos. Só achei que tem poucas rádios, só tem três, mas sei lá se isso é emulando a época (que poderia ter poucas rádios mesmo - mas não fui confirmar) ou se é escasso mesmo.

    -> Dublagem de altíssimo padrão e com construção de personagens excelente, eu gostei de cara de todos os personagens, e também da New Bordeaux criada nos anos 60, com todo o clima de racismo permeando o jogo (falarei mais de como isso afeta a jogabilidade mais pra frente no texto).

    -> Gráficos são médios, não é um jogo impressionante, mas a arte é muito legal, tem um efeito meio "tv antiga", não sei explicar. Iluminação bem esquisita, modelagem e expressões faciais excelentes, bastante construção "entrável", ótimo detalhamento de prédios em geral. Para um mundo aberto bem grande e com cenários bem variados (pântano, áreas pobres, áreas com muitos prédios), eu considero ok os gráficos.

    -> O jogo é bem fácil. Pra morrer só se faltar injeção de adrenalina (coisa que pode acontecer caso você se exalte e parta pra cima feito o Rambo) ou se você for pego num fogo cruzado. O jogo sempre te dá a opção da abordagem furtiva, o que facilita muito as coisas, muito mesmo, mas se um inimigo te vê, o tiroteio começa. Eu prefiro jogar mesclando, as missões menores eu faço no stealth e parto pro tiroteio quando faltam uns 2 capangas só, pra dar uma graça, mas as missões de matar algum chefe ou tenente eu chego metendo o louco dando tiro pra todo lado.

    -> O jogo tem uma mecânica de ganhar dinheiro através de designar distritos para subchefes (o Lincoln, protagonista é o chefe da máfia), e desses subchefes recebemos o pagamento de tempo em tempo. O chato é ter que ir até cada um deles pra recolher a grana, por enquanto só tenho dois, e não sei quantos eu poderei ter. Mas como demoram para ter novo pagamento, não é algo que atrapalhe tanto. Quanto mais distritos designarmos e quanto mais esquemas dominarmos para o subchefe, mais dinheiro ele vai gerar, e mais bônus ele nos dará (como novas armas, novos aprimoramentos de armas, etc - cada chefe tem bônus específicos).

    -> A dirigibilidade do jogo é boa, eu não tive problema nenhum. É bem arcade.

    -> O racismo atinge as mecânicas de jogo. Por exemplo, tem vários estabelecimentos espalhados por New Bordeaux, e em vários deles tem coletáveis (aliás, os coletáveis [Playboy, pinturas, albums de música], apesar de não fazerem diferença, são bem legais), e em alguns pessoas de cor não são permitidas, e o dono do lugar vai te escrotizar e te mandar embora. Eu sempre já entro dando bicuda no filho da puta, não sei o que aconteceria se eu ficasse lá mais tempo com ele me mandando embora, alguns ameaçam chamar a polícia.


    -> Outro ponto que o racismo atinge é conforme o distrito da cidade. Distritos onde os negros moram são negligenciados pela polícia. Por exemplo, os transeuntes quando veem um crime (atropelamento, assassinato, roubo de carro, direção perigosa) ligam para a polícia. Quando você está em um bairro negro, a operadora da polícia até fala "se alguém tiver com tempo, dá uma passada lá pra ver". Aí nesses lugares a polícia demora e fica menos tempo procurando...

    -> A IA da polícia é boa, bem melhor que a dos inimigos comuns. Os bichos te perseguem pra caramba caso você dê mole. Mas no geral é fácil não ser pego por eles, é só fugir antes de eles chegarem, o duro é se você tiver em franco tiroteio no meio da rua e alguém ligar para a polícia, aí você vai ter que lidar com a polícia e com os capangas. Ah, e a polícia é suja e ligada ao chefão da máfia rival, então se eles chegarem eles vão se unir aos inimigos contra você.

    -> O jogo vai se abrindo bem devagar, no que tange ao mundo aberto e ao caráter sandbox. Até conquistar por completo o primeiro distrito, nenhuma missão paralela apareceu, somente depois. E aí no segundo distrito já apareceram duas missões principais ao mesmo tempo, e nessas missões apareceram várias mini missões para eu controlar o distrito, então tem bastante variedade do que se fazer: em algumas é só chegar e matar geral, em outras é interrogar alguém, tem perseguição para encontrar um esconderijo inimigo cheio da grana... mas o mote é causar prejuízo pra máfia rival, até que eles estejam tão sem grana que o subchefe saia da toca para te enfrentar, em algum lugar, com um exército. Depois de eliminar os subchefes e dominar o distrito, aí é hora de partir pra cima do chefe da máfia que domina o lugar.

    -> O level design é muito bom, arenas grandes para as missões, com várias entradas e saídas e várias oportunidades diferentes de abordagem. Isso é algo que eu ando gostando muito da geração, os corredores estão sumindo e a liberdade de gameplay aumentando.-> Tem uns momentos que são reviravoltas nas próprias missões que são muito legais e pura diversão.

    Bom, pessoal, é basicamente isso, agora vou tentar montar um perfil de para quem eu recomendo e para quem eu não recomendo.

    RECOMENDO PARA: - Quem tem interesse por histórias e filmes de máfia;- Quem gostou de Assassin's Creed Syndicate;- Quem gosta de caçar coletáveis por um mundo aberto;- Quem gosta de mesclar stealth com tiroteio;- Quem gosta de se divertir tacando fogo com coquetel molotov e meter bala pra tudo quanto é lado.

    NÃO RECOMENDADO PARA:- Quem é PCista purista que não vive sem 60fps constantes;- Quem não consegue conviver com jogos fáceis, até mesmo no difícil;- Quem não gosta de mundo aberto;- Quem espera que todo jogo seja o suprassumo gráfico;
    Mafia III

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      _gustavo · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Tenho q comprar mas pelo desempenho meio bipolar q ando lendo capaz de nem rodar aqui sem antes chegar a vga nova, então da pra esperar até ano q vem pra pegar ele kk

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      msvalle · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Ótima análise, parabéns. Estava na dúvida diante de alguns relatos de bugs, mas suas impressões me convenceram a mantê-lo na lista de desejos.

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      msvalle · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      @rtaranto dê uma lida nessa análise.

      2 respostas
  • jogadorpensante Jogador Pensante
    2016-09-29 13:53:59 -0300 Thumb picture
  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-08-25 21:39:29 -0300 Thumb picture
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    [PRIMEIRAS IMPRESSÕES] Deus Ex: Mankind Divided

    -> Ao invés de fazer como Human Revolution, o jogo te joga direto na ação logo de cara. A primeira missão possui uns 4 tutoriais ensinando os fundamentos básicos do jogo para stealth, tiroteio e aprimoramentos. Os tutoriais são todos opcionais, em simulação na arena onde você vai jogar. Se não quiser fazer, é só pular não aceitar o tutorial.

    -> Logo nessa primeira missão você já tem uma side mission. A área é grande e cheia de entradas e saídas, umas escondidas, outras na sua cara. Eu passei reto, nem pensei em fazer, em ficar procurando, quando vi tinha perdido isso e seguido em frente. Preferi não voltar e prosseguir na missão.

    -> Por enquanto só fiz duas missões de infiltração. As duas mostram o level design soberbo de sempre, entradas escondidas, tubulações, maquinário para te fazer alcançar outro ponto do mapa, além dos aprimoramentos te darem possibilidades extremamente variadas para executar os objetivos.

    -> Liberdade é o codinome de Deus Ex. O jogo te permite basicamente encarar cada parte dele do jeito que quiser: quer ir fazendo a galera dormir, quietinho? Manda ver. Quer ir quietinho sem derrubar ninguém, e ninguém te ver? Também pode. Ou você prefere pegar uma metralhadora e meter o loko? Mete bala!

    -> Vários aprimoramentos novos. O Jensen começa com um monte de aprimoramento, a primeira missão é uma verdadeira festa do tanto de coisa que você tem disponível. Mas aí o jogo dá uma de Castlevania e você perde TUDO e tem que ir fazendo os upgrades de novo.

    -> Aprimoramentos contextuais, passivos e outros que são ativados automaticamente. Por exemplo, aprimoramento de carga rápida de bateria ou mais força para levantar objetos mais pesados são passivos e assim que obtidos são ativos automaticamente. Em compensação, outros como hack à distância ou ativar a visão inteligente (que mostra itens de contexto na área e inimigos) são ativados pelo próprio jogador.

    -> Não é fácil ganhar aprimoramentos, e aprimorar errado ou certo dita o seu ritmo de jogo. Eu sou um cara que gosto de hackear tudo que encontro, e o hacking está bem difícil, apesar de seguir a base do Human Revolution, então eu escolhi fazer uns aprimoramentos de hack, mas por outro lado deixei de fazer o aprimoramento de invisibilidade, o que me facilitaria navegar pelos ambientes, visto que eu jogo bem focado no stealth, sem matar ninguém, de preferência.

    -> As missões principais até agora foram em ambientes fechados, separados por salas que podem ser acessadas de múltiplas maneiras. No entanto, o jogo tem um monte de side quests que ocorrem no hub, que é um "mundinho", a cidade de Praga (há outro hub pelo que sei, mas não o encontrei).

    -> Praga é dividida em acho que quatro distritos, nenhum muito grande em tamanho, mas todos muito densos em conteúdo e exploração. Tem várias missões principais e elas vão se entrelaçando e elas têm várias maneiras de serem executadas. Há algumas que, por me faltar alguns aprimoramentos ou por eu não ter encontrado uma forma de fazê-las, ainda estão travadas. É muito legal ter muita coisa pra entrar, passagens secretas... tem prédios onde todos os apartamentos dão para entrar. O detalhamento do jogo em minúcias é muito alto, às vezes você hackeia um computador e nele só tem e-mails que não servem de nada, apenas contando um pouco sobre o momento do dono do computador, o que está acontecendo na cidade e coisas do tipo.

    -> O jogo é majoritariamente em primeira pessoa, o que dá muita imersão, visto que tem muitos detalhes pelas áreas, então prestar atenção é essencial. Mas ele fica em terceira pessoa quando entramos em cover, dando uma visão mais expandida do nosso redor, nos dando chance de pensar em como prosseguir, seja dando a volta em alguma estrutura, seja jogando uma bomba de fumaça.

    -> O jogo te recompensa com pontos de experiência por explorar. Ache um caminho secreto e ganhe experiência. Também valoriza sua agilidade e perícia no hacking. Quando você obtém experiência suficiente, ganha um Kit Praxis, que é utilizado para fazer upgrades nos aprimoramentos. Acho que também encontramos esses kits pelo jogo, mas ainda não achei nenhum.

    -> Tem bastante conversa com escolhas de respostas, essa parte lembra bastante Mass Effect, até no formato das escolhas. Algumas respostas e perguntas não levam a muita coisa, mas outras podem ser a diferença entre poder prosseguir de uma forma ou de outra nas missões.

    -> O jogo não é nenhum primor gráfico, mas é claramente mais atual graficamente em 2016 do que foi Human Revolution em 2011, que naquela época já não era tão bonito. Mas espere uma arte linda e, para quem ficou enjoado com a iluminação amarelada em excesso do Human Revolution, fique tranquilo, a iluminação em Mankind Divided é muito mais natural. Ainda temos problemas bobos, como Lip Sync horrível, expressões faciais não muito convincentes, e um granulado estranho em alguns rostos quando conversamos (pode ser alguma opção gráfica, afinal tô jogando no PC).

    -> A trilha sonora é ótima. O jogo está sempre com uma música tocando, e nas missões vai ditando o ritmo quando aparece. Eu gosto de jogos com música evidente e que aparece na maior parte do tempo, já que hoje em dia vários jogos preferem te deixar no silêncio em prol de uma imersão, coisa que é equivocada. Deus Ex Mankind Divided tem músicas com um clima hi-tech super aparentes e é muito imersivo (como foi Human Revolution).

    -> Não sei como está a dublagem em português, coloquei direto em inglês com legendas em português. A dublagem em inglês é ótima, especialmente pelo ator Elias Toufexis, que empresta sua voz para Adam Jensen. Ah, sim, espere falas curiosas e esquisitas, o script de Deus Ex sempre teve falas estranhas e engraçadas desde o primeiro jogo, então é uma marca da série.

    -> Sim, o jogo tem microtransações e isso é péssimo, especialmente para um jogo single player. Podemos só ignorar e jogar? Claro. Mas só quando eu finalizar o jogo que eu vou saber se essas microtransações atrapalharam o design redondinho para o upgrade de meus aprimoramentos ou se é só uma loja pra gente apressada.

    -> O plot por enquanto pra mim não é nada demais. Negócio de terrorismo por parte de pessoas aprimoradas (chamadas de Primados no jogo - achei essa tradução muito legal), mas o importante mesmo é a ambientação e o clima de repressão e divisão, as pessoas na rua sendo abordadas por policiais de Praga, outros indivíduos te dirão se apoiam os primados ou se os condena, isso sim é algo que se sobressai.

    Por enquanto é isso, amigos. Estou com 7 horas de jogo, mas eu fico voltando saves quando alguém me vê em momentos que não deveriam, então do meu save mesmo devo ter menos.

    Abraços.

    Deus EX: Mankind Divided

    Plataforma: PC
    68 Jogadores
    41 Check-ins

    18
    • Micro picture
      netobtu · mais de 2 anos atrás · 2 pontos
      3 respostas
    • Micro picture
      natnitro · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Bom saber que o jogo tá superando as expectativas... \o/
      Quase peguei ele na pre-venda, mas desisti na ultima hora porque não teria muito tempo pra jogar nessa semana, mas que seja no halloween ou no maximo ate a black friday, ele não me escapa...
      E pra te falar a verdade no talo, meu hype ta muito maior pra esse jogo do que WD2, até porque a parte high tech dos deus ex sempre foi bem mais interessante do que a do primeiro watch_dogs... :-)

      3 respostas
    • Micro picture
      markinhus · mais de 2 anos atrás · 1 ponto

      a história começa como? é baseada em um dos finais do Human revolution ?

      1 resposta
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